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terça-feira, 1 de setembro de 2015

Aécio: PSDB vai ter candidato à PBH


Aécio : PSDB vai ter candidato à PBH





Lacerda em palanque tucano

Prefeito compareceu a evento ao lado de Aécio, que reafirmou que PSDB terá candidato à PBH

GUILHERME REIS

Com a presença do senador Aécio Neves (PSDB), o encontro de lideranças tucanas realizado ontem, em Belo Horizonte, com vistas à eleição de 2016, chancelou que o partido terá candidato à prefeitura da capital, e a presença do prefeito Marcio Lacerda (PSB) pode sinalizar que as siglas tendem a caminhar para um apoio mútuo.

Apesar de Lacerda ter reafirmado que sua legenda terá nome próprio à disputa pelo comando da capital, uma liderança tucana afirmou que o prefeito poderia se aliar mais uma vez ao projeto aecista em troca de apoio para ser o candidato ao governo do Estado em 2018 com a bênção do PSDB. “Aécio e Anastasia já avisaram Lacerda que o PSDB não vai abrir mão da prefeitura de BH. Ele não vai querer entrar em um embate com o PSDB, ele quer ser governador e vai precisar de apoio”, disse o tucano, que pediu para não ser identificado.

Um dos fiadores da primeira eleição de Lacerda (2008), ao lado do petista Fernando Pimentel, Aécio tratou o desejo do PSDB de comandar Belo Horizonte como natural. “Claro que, pelos ótimos resultados que o PSDB teve em BH, é natural que trabalhemos para ter um nome próprio. Temos conversas, em especial com o prefeito Marcio Lacerda. No que depender de mim e de Anastasia, vamos construir um nome que dê continuidade aos avanços que o prefeito está fazendo”, sinalizou.
Por outro lado, Lacerda, que foi figura presente no palco tucano, usou tom mais ameno para posicionar o PSB no quadro eleitoral da capital. “Eu digo para os partidos não trazerem o processo eleitoral para dentro da prefeitura. A população não está preocupada com a eleição agora. Quer saber da cidade funcionando. Se o PSB vai apoiar o PSDB ou não, isso só será decidido depois do carnaval do ano que vem”, argumentou Lacerda, que faz movimentos internos para filiar o seu secretário de Obras e Infraestrutura, Josué Valadão (PP), ao PSB para tê-lo como candidato.

O ato do PSDB também pode ter dado forma ao nome que o PSDB lançará para a disputa em Belo Horizonte. Um dos mais cotados para postulante ao cargo pela legenda, o deputado estadual e secretário geral da sigla em Minas, João Vítor Xavier, apareceu, durante o evento, sempre próximo ao presidente estadual do PSDB, Domingos Sávio, e ao lado de Aécio.

No entanto, João Vítor desconversou sobre sua eventual candidatura. “Sou secretário do partido. É natural que eu tenha presença”.

Metas. O encontro de lideranças tucanas de todo o Estado evidenciou a estratégia de Aécio para o pleito municipal de 2016. O plano do PSDB é começar a se organizar para chegar ao fim deste ano com nomes estabelecidos na disputa por prefeituras na maior parte dos 853 municípios de Minas.

Aécio quer antecipar as indicações para evitar decisões “a toque de caixa” e inviabilizar alianças. A meta da sigla é eleger 200 prefeitos no ano que vem. Atualmente, o partido comanda 137 cidades no Estado.

Aécio ironiza “pré-candidatura” de Lula a três anos da eleição

Reverenciado como candidato natural à Presidência da República em 2018, Aécio Neves ironizou o posicionamento do ex-presidente Lula (PT), que disse, na semana passada, que poderá ser candidato “para não deixar a oposição vencer”.

“É legítimo o PT ter candidato, e Lula é o nome de maior visibilidade do partido. Não cabe ao PSDB avaliar o nome de outro partido. O que não é usual é o governo, que não completou nem um ano, já ter candidato. Demonstra enorme fragilidade.”

Durante o evento tucano em Belo Horizonte, correligionários, inclusive o senador Antonio Anastasia, se referiram ao presidente nacional do PSDB como “Aécio, o futuro presidente do Brasil”. O secretário geral do PSDB de Minas, João Vítor Xavier, afirmou que, para os mineiros, Aécio “já é o candidato para 2018.”

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Aécio Neves presidente do PSDB fala da intolerância e omissão do governo Dilma


Aécio fala da intolerância e omissão do governo Dilma


Intolerância e Omissão

Por Aécio Neves / Folha de São Paulo

Na última quinta-feira (18) estive na Venezuela, na companhia de outros sete senadores, em visita de caráter oficial para levar solidariedade aos presos políticos do regime de Nicolás Maduro. Queríamos visitar o líder oposicionista Leopoldo López, no presídio desde fevereiro de 2014, e Antonio Ledezma, prefeito metropolitano de Caracas, mantido em prisão domiciliar.

Não conseguimos ir muito além do aeroporto. A estrada de acesso a Caracas estava bloqueada. Nosso carro foi cercado e impedido de continuar. Hostilizados e sob ameaça de agressão física, apesar de outras tentativas, não conseguimos avançar.

Nossa viagem atendeu ao apelo feito pelas mulheres dos líderes presos e se insere no conjunto de mobilizações e visitas de lideranças de outros países que têm ido à Venezuela levar apoio aos cidadãos perseguidos por discordarem do governo. Não há nada de original nesse esforço. Muitos devem se recordar da importância de gestos de solidariedade internacional como esses, ocorridos em favor de presos políticos brasileiros durante a ditadura implantada em 1964.

O que não nos deixaram ver na Venezuela nos dá uma ideia do que é viver hoje em condições de democracia ameaçada onde não há lugar para vozes dissonantes, para o diálogo e o confronto legítimo de opiniões. Onde a verdade pertence ao governo, como em velhos manuais aposentados pela história.

É inconcebível que ainda haja países onde os princípios invioláveis são permanentemente colocados em risco. Onde há prisões, cassações, pressões de todo tipo para constranger e imobilizar as vozes contrárias. Vozes que têm direito de se expressar e de serem ouvidas.

É incompreensível o apoio da presidente Dilma –em função da própria biografia de ex-presa política– a um governo que tenta silenciar seus opositores pela força.

Quem cala consente. O silêncio do Brasil é constrangedor e imoral. Em pleno século 21, é intolerável a existência de presos políticos. Não se transige com a liberdade. Há valores que, por sua força e significado, estão acima de diferenças partidárias e políticas. Temos o direito de viver com nossas opiniões e crenças. E de não sofrer violência de qualquer espécie por pensar diferente do governo de plantão.

Antes de ser política ou partidária, esta é uma causa humanitária. O tempo do vale-tudo, que justifica qualquer arbitrariedade em nome de um discurso político, precisa ser enterrado. A dignidade do homem deve sempre prevalecer sobre qualquer conveniência política. É isso o que, surpreendentemente, o governo brasileiro ignora, mesmo tendo a presidente Dilma vivido e sentido pessoalmente o que a intolerância é capaz de fazer.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Aécio nos lembra, que há 30 anos, Tancredo Neves, reconstruindo a democracia no Brasil, dizia " Não vamos nos dispersar"


Aécio nos lembra, que há 30 anos, Tancredo Neves, reconstruindo a democracia no Brasil, dizia " Não vamos nos dispersar"




Tancredo posa em frente a Esplanada dos Ministérios após eleição do Colégio Eleitoral - Arquivo O Globo
Eleição de Tancredo, há 30 anos, foi a 'mais bem elaborada construção política que o Brasil viveu', diz Aécio
Ex-governador de Minas relembra eleição de seu avô, primeiro presidente civil depois de duas décadas de ditadura
POR THIAGO HERDY


SÃO PAULO - Ao desejar feliz ano novo a seus eleitores em vídeo divulgado em seus canais de divulgação no último dia de 2014, o senador e candidato derrotado à Presidência Aécio Neves (PSDB) repetiu a mesma frase do discurso da vitória da eleição de seu avô Tancredo no Colégio Eleitoral, que hoje completa exatamente 30 anos: "Não vamos nos dispersar".

A frase de Tancredo era um chamado à população para que continuasse reunida "nas praças públicas" e "com a mesma emoção, a mesma dignidade e a mesma decisão" que levou à escolha naquele 15 de janeiro do ex-governador de Minas Gerais como primeiro presidente civil, depois de 21 anos de uma ditadura que executou quatro centenas de opositores.

A frase de Aécio é um chamado aos 51 milhões de eleitores que no ano passado deram ao tucano votos de confiança, insuficientes para impedir a reeleição de Dilma Rousseff, naquela que ficou marcada como a mais apertada disputa da história política brasileira.

A frustração com a derrota no Congresso, em 1984, da emenda que previa eleição direta para presidente foi compensada, no ano seguinte, pela eleição de Tancredo - um dos entusiastas da campanha pela volta de um presidente civil ao poder. Entretanto, o mineiro morreu antes da posse e o cargo foi passado ao vice na chapa, José Sarney.

NOITE DE VÉSPERA INTERMINÁVEL

Na condição de secretário particular do avô, Aécio presenciou praticamente toda a articulação realizada antes das eleições junto a aliados e também a militares, naquela que o mineiro considera "a mais bem elaborada construção política que o Brasil viveu em sua história contemporânea", sacramentada em 15 de janeiro de 85.

- Era uma construção que começava por um líder de oposição que tinha uma parcela, no início, não disposta a ir para o Colégio Eleitoral, posição que depois ficou isolada apenas no PT. Ao mesmo tempo, havia uma administração para que setores ainda inconformados das Forças Armadas não tivessem chance de se rebelar - conta Aécio, que ainda tem na memória a noite insone anterior à eleição, lembrando-se até do gesto de retirar os óculos do rosto do avô quando ele adormeceu, ainda que por pouco tempo, lendo jornais na cama de seu apartamento, em Brasília.

Para ex-presidentes militares, Tancredo era o líder da oposição com quem era possível dialogar. "Tancredo não hostilizava", diria Ernesto Geisel (1907-1996) em entrevista ao projeto "Memória viva do regime militar", do economista e ex-colaborador de Tancredo, Ronaldo Costa Couto. "Era um bom relacionamento", repetiria o general Figueiredo, no mesmo livro.

Segundo Aécio, a opção do avô por fazer uma transição "sem revanchismo ou retaliações" era uma forma de fazê-la "sem traumas maiores do que aqueles já havidos durante os 21 anos do regime".

- Ele sabia que setores importantes das Forças Armadas compreendiam que o ciclo militar estava no final. Ao mesmo tempo, havia setores mais radicais, que esperavam um motivo qualquer para retroceder. Era um olho no gato e outro na frigideira - conta o tucano, lembrando que o avô ficou atento, "até o final, às movimentações mais extremadas do Exército".

AVENTURA, NÃO

Aécio admite que, para Tancredo, essa era uma eleição com resultado previsível e favorável, na medida em que ele havia tomado a decisão de ir ao Colégio Eleitoral apenas quando percebeu que as "condições mínimas de vitória estavam construídas e viabilizadas":

- Ele tinha uma frase onde dizia: para correr risco, contem comigo, isso é inerente à nossa atividade. Agora, aventura, não.

Se Tancredo evitou o revanchismo para viabilizar a transição democrática, o que diria Aécio sobre o relatório final da Comissão Nacional da Verdade (CNV), divulgado em dezembro?

- Era um direito dos brasileiros conhecer a sua história, e das famílias e amigos daqueles que desapareceram. Isso é legítimo. Independentemente das questões de governo específicas que nos envolvem, do ponto de vista institucional, os avanços foram muito consistentes de 85 até aqui - afirma.

O tucano pede, no entanto, que o apoio ao relatório não seja confundido com o tratamento dado no texto à autoanistia promovida pelo regime, citada ali como "ilegal diante da legislação internacional”, em especial por crimes cometidos contra a humanidade.

- A Anistia foi um grande pacto, feito na sociedade brasileira em determinado tempo histórico, que se mostrou essencial para que tivéssemos avanços de lá até aqui. Não vejo a quem possa interessar hoje a sua revisão - diz.

MOVIMENTOS

Em entrevista para o livro de Costa Couto, doze anos depois da eleição do avô, Aécio analisou a estratégia de Tancredo. "Ele soube aguardar, esperar que as forças se movimentassem e se agrupassem em torno dele. Sabia exatamente o momento de avançar e o momento de recuar". Para o Aécio de 2015, este é o momento de avançar ou recuar?, pergunta o GLOBO.

- É o momento de persistir. Eu perco as eleições mas saio das urnas representando um movimento amplo da sociedade, indignado com tudo que está aí - responde o tucano, dando típicos sinais "tancredianos":

- Levo para minha militância oposicionista o mesmo vigor e a mesma coragem que eu teria se tivesse sido eleito presidente. Meu papel é organizar e fortalecer as oposições, cobrar do governo os compromissos que assumiu na campanha, suas contradições - avança.

- Mas (faço isso) sem pensar em eleições, por enquanto. Tenho os pés no chão. A oposição não pode ter uma cara, apenas, isso é um erro gravíssimo, a oposição tem que ser ampla - recua.

CONEXÃO

Aécio quer repetir o que fez Lula para encerrar oito anos de tucanos no poder. Ele aposta em seu vínculo "com setores expressivos da sociedade", que ele classifica “não como mais qualificado, porque todos são", mas "o mais antenado com o que está acontecendo com o Brasil".

- No governo Fernando Henrique, sabíamos que tinha um Lula conectado, claro que com outros setores, mas numa conexão forte com movimentos da sociedade, com os quais ele militava. Nós sabíamos que era mais difícil enfrentar uma oposição que tinha uma conexão muito forte com esses setores - diz.

No livro de Costa Couto, o ex-governador da Bahia e ex-senador Antônio Carlos Magalhães analisou o catalizador do governo militar: "1964 foi um movimento contra a corrupção e em defesa da moralidade".


Em 1997, já de volta ao regime democrático, o general Figueiredo definiu o governo de FH: "Estamos na mesma situação de 1963. Os escândalos estão aí, piores ainda".

Em janeiro de 2015, na declaração de Aécio, a história é movimento de moinho:

- Represento um movimento indignado com tudo que está aí. Indignado com a leniência com a corrupção, com a incompetência do governo. Cansado dessa forma atrasada de se fazer política.

Fonte : http://oglobo.globo.com/brasil/eleicao-de-tancredo-ha-30-anos-foi-mais-bem-elaborada-construcao-politica-que-brasil-viveu-diz-aecio-15056526

http://dropsmisto.blogspot.com

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Rumo a vitória: Aécio Neves faz convocação geral com 445 prefeitos


Rumo a vitória : Aécio faz convocação geral com 445 prefeitos





Aécio faz convocação geral

http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/politica/2014/09/05/interna_politica,126854/aecio-faz-convocacao-geral.shtml

Presidenciável do PSDB reúne 443 prefeitos e pede empenho na guerra pelo segundo turno

Leonardo Augusto e Juliana Cipriani

O candidato a presidente da República pelo PSDB, senador Aécio Neves, pediu ontem a aliados em Belo Horizonte empenho em sua campanha ao Palácio do Planalto de forma a levá-lo ao segundo turno da eleição. “É hora de cada um mostrar não apenas suas boas intenções, mas o que vai fazer para que o Brasil inicie um novo ciclo de desenvolvimento”, disse a uma plateia de 443 prefeitos – segundo informação do próprio Aécio – em um clube da Zona Sul da capital. O tucano pediu também reforço para a campanha do ex-ministro das Comunicações Pimenta da Veiga (PSDB) para o governo mineiro.


Segundo Aécio, a presidente Dilma Rousseff (PT), que concorre à reeleição, e a ex-senadora Marina Silva, candidata do PSB ao Palácio do Planalto, têm a mesma origem. “Uma (Marina), com boas intenções, que eu respeito, mas que é do mesmo núcleo que vem governando o Brasil. Vem do PT”, disse. A candidata do PSB teve a legenda como o primeiro partido e foi ministra do Meio Ambiente no governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Dilma era do PDT, mas migrou para o PT em 2001.


Aécio afirmou ser a melhor opção entre os candidatos. “O país não pode conviver com mais um ciclo de improvisos”, disse, ressaltando que os brasileiros estão pagando um preço alto pelo “aprendizado” da atual presidente no governo. “Isso tem levado o país a ter repiques inflacionários e ao pior crescimento entre todos os nossos vizinhos”, avaliou. No início do discurso aos aliados, Aécio, ao lado do governador Alberto Pinto Coelho (PP), de Pimenta da Veiga e do candidato tucano ao Senado por Minas, Antonio Augusto Anastasia, comparou eleição e apoio dos aliados. De acordo com o presidenciável, a disputa nas urnas é importante e pode-se perder ou ganhar. O apreço dos correligionários, na avaliação do candidato, no entanto, tem destaque especial.


Para Aécio, a reunião de ontem marcará o salto do PSDB, que está em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto. “Estamos iniciando hoje aqui uma grande arrancada. Reunindo as principais alianças políticas do estado, da sociedade mineira, para a vitória de Pimenta da Veiga e Anastasia em Minas Gerais. E também para estarmos no segundo turno”, disse. Anastasia lidera as pesquisas de intenção de voto para o senador. “Venha para o Senado da República ser o meu parceiro na defesa por Minas”, disse Aécio, no discurso, ao aliado.


Na sequência, Aécio teve reunião com deputados federais e estaduais de sua base aliada e disse estar confiante de que fará “barba, cabelo e bigode”. O tucano sinalizou que o aumento das críticas aos petistas deve ser a tônica para as últimas semanas. “Onde o PT governa, está perdendo as eleições, e eu espero que Minas demonstre de forma muito clara que não temos como vocação ser amanhã um depósito de petistas derrotados em outras partes do Brasil”, afirmou.


Aécio criticou o candidato do PT ao governo de Minas, Fernando Pimentel, que, segundo ele, levou investimentos que poderiam ter ficado no estado para fora e agora aparece como construtor de um novo tempo para Minas. Ele acredita que Pimenta vá reverter a desvantagem para os petistas. “Não acredito que logo em Minas, consciência maior da nação brasileira, vamos ter um retrocesso como esse”. Aécio pediu uma vinculação maior das candidaturas do seu campo político ao projeto começado por ele em seu primeiro governo, que teve início em 2003, e foi sucedido por Antonio Anastasia, em 2010. Apesar de ter confirmado que veio ao estado “botar todo mundo para trabalhar”, o tucano negou que tenha havido “corpo mole” de seus cabos eleitorais.


Apoio de artistas


O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, lançou ontem um clip com a participação de vários artistas que apoiam sua campanha. O mote do jingle é o mesmo adotado pelo senador: o de que o Brasil precisa mudar, mas de maneira segura. “Um novo Brasil para a gente. Decente, maduro”, diz o refrão da música, cantada, entre outros, por Zezé di Camargo e sua filha Wanessa, Beto Guedes, Chitãozinho & Xororó, Renato Teixeira e Fernando Brant. O clipe tem 47 segundos e foi exibido ontem no programa do candidato no horário eleitoral gratuito na televisão.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Pezão afirma que Rio vai estar com o candidato Aécio Neves


sexta-feira, 27 de junho de 2014

Pezão afirma que Rio vai estar com Aécio Neves








Pezão afirma que Aécio terá mais apoio que Dilma entre partidos de coalizão no Rio



Por Daniel Haidar, na VEJA.com:

Na convenção que confirmou sua candidatura à reeleição, o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), afirmou nesta quinta-feira que o tucanoAécio Neves deve ter a maior base de apoio da coligação majoritária liderada pelos peemedebistas no Estado. Nacionalmente, o PMDB fechou apoio à candidatura da presidente Dilma Rousseff, mas uma rebelião fluminense liderada pelo presidente da agremiação no estado, Jorge Picciani, converteu a máquina do partido ao movimento Aezão, com o objetivo de buscar votos em Aécio para presidente e Pezão para governador. De acordo com Pezão, mais da metade dos 18 partidos da coligação vai concentrar esforços em apoiar a campanha de Aécio. Ele afirmou que sete ou oito partidos estarão empenhados na reeleição de Dilma. Já o PSC tem candidato próprio, o pastor Everaldo. Pela manhã, Pezão tinha afirmado apoio a presidente Dilma, mas no discurso na convenção ele não citou nenhum candidato.

“Darei tratamento igualitário a todos os partidos. Mais da metade da coligação está com Aécio e sete ou oito estão com Dilma”, afirmou Pezão. O pastor Everaldo, presidenciável do PSC, subiu ao palanque ao lado de Pezão e brincou com os militantes que o movimento importante era o “Evezão”, voto em Everaldo e Pezão. “Falam de um movimento de outro candidato e você. Mas o que teremos é Everaldo e Pezão, o Evezão”, afirmou. Antes da fala de Pezão, iniciada com uma chuva de papel, outros políticos discursaram alternando pedidos de votos para Dilma e para Aécio. Na frente dos militantes, o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), amenizou a frente de briga que comprou com o presidente do PMDB fluminense, Jorge Picciani, ao defender uma mobilização de prefeitos em favor de Dilma. Picciani, que lidera o Aezão, cobrou fidelidade partidária de Paes depois que o prefeito defendeu voto na presidente. Paes minimizou a divergência.

“Esse time está unido para eleger Pezão e não vai se dividir jamais”, discursou Paes. Os delegados com poder de voto na convenção aprovaram a coligação majoritária do PMDB no Rio com outros 17 partidos (PDT, PP, PSD, PTB, PSC, PSDB, PPS, DEM, PTN, PEN, PSL, PMN, PTC, PRP, PSDC, PRTB e SDD) e a lista de candidatos a deputado federal e estadual. Também foi delegado à comissão executiva efetivar deliberações futuras sobre a inclusão, ou exclusão, de partidos da coligação.

Por Reinaldo Azevedo

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Aécio Neves líder da oposição : "Todos os brasileiros tem o direito de deixar de ser pobres!"


segunda-feira, 26 de maio de 2014

Aécio : " Todos os brasileiros tem o direito de deixar de ser pobres!"

Aécio Neves : "Todos os brasileiros tem o direito de deixar de ser pobres !

O fim da miséria, por Aécio Neves

Artigo do senador Aécio Neves, presidente do PSDB, no jornal Folha de S.Paulo – 26/05/14

Não existe um único brasileiro que não queira o fim da miséria no país.

Este é um desafio que precisa ser enfrentado com responsabilidade e requer que o compromisso com a propaganda não supere o compromisso com a transformação da dura realidade vivida por milhões de pessoas no país.

Para que a miséria de fato seja vencida é preciso garantir proteção integral à família contra desproteções econômicas, sociais e comunitárias que desagregam o núcleo mais importante da sociedade.

Ao contrário do que entende o governo federal, a miséria não pode ser identificada apenas pela ausência de renda. O PSDB defende duas visões e compromissos para enfrentar esta questão:

a) No campo da renda, além da manutenção atual do Bolsa Família, buscamos o que foi pactuado nos Objetivos do Milênio no ano 2000 e que, apesar de anunciado pelo governo federal em 2011, não vem sendo cumprido: que nenhum brasileiro tenha renda inferior a 1,25 dólar/dia.

b) Adotar o Índice de Pobreza Multidimensional (IPM) do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), que mede a pobreza a partir das privações de saúde, educação, moradia e qualidade de vida. O IPM leva em conta um conjunto de ausências que vão muito além da ausência de renda.

Minas Gerais foi a primeira unidade subnacional (Estado) do mundo a pactuar com o Pnud, em 2011, o uso do IPM para identificar as famílias e as comunidades em situação de extrema pobreza.

Precisamos mapear os territórios brasileiros e o risco social das famílias. Temos que trabalhar com inteligência e com metas para que possamos afirmar que uma área não tenha mais analfabetos e moradias inseguras, que todas as crianças e adolescentes estão estudando e que todas as famílias são acompanhadas por equipes sociais. Isso, sim, significaria o fim da miséria.

Precisamos construir o caminho para uma verdadeira transparência cidadã em que todos os brasileiros inscritos no Cadastro Único sejam informados anualmente de seus direitos sociais ainda não conquistados. Um sistema direto de informação, com gestão social de um conselho formado por usuários, trabalhadores sociais, gestores e Ministério Público. As famílias precisam conhecer os direitos que não estão vivenciando. Que a criança tem direito a uma vaga na escola, que o adulto pode voltar a estudar e que a moradia em que vivem não está segura.

Todos os brasileiros devem ter o direito de deixar de ser pobres. A pobreza não pode ser uma herança, não pode ser uma condição intransponível.

A superação real da miséria se dará quando de fato as famílias tiverem plena educação, pleno trabalho e autonomia em relação à dependência estatal.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB na CPI do Metrô : "Vamos investigar tudo ! Ninguém tem que ter medo de nada"


quinta-feira, 8 de maio de 2014

Aécio na CPI do Metrô :"Vamos investigar tudo ! Ninguém tem que ter medo de nada"

Fonte: 

Yahoo! Notícias




ink: https://br.noticias.yahoo.com/aécio-assina-pedido-cpmi-metrô-sp-214900741.html

Aécio assina pedido de CPMI do Metrô de SP

O senador Aécio Neves, pré-candidato do PSDB à Presidência da República, rebateu as críticas da base aliada sobre o "uso político" da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras. O tucano disse que a iniciativa dos aliados do governo de instalar uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar a suposta formação de cartel no Metrô de São Paulo acontece de forma tardia. Segundo o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), Aécio foi o único senador da oposição a assinar o requerimento de criação da CPMI do Metrô paulista, que deve ser protocolada ainda hoje.

Para o tucano, os governistas têm maioria no Congresso e já poderiam ter pedido a CPMI do Metrô de São Paulo antes. "(A base aliada) tem toda legitimidade para fazê-lo (pedir a CPMI do Metrô). Lamento até que venha com enorme atraso. Se essas denúncias que estão aí há anos circulando incomodassem realmente o PT, já poderia ter feito isso", comentou. Aos jornalistas, o presidenciável disse ser favorável a qualquer investigação. "Vamos investigar tudo, ninguém tem que ter medo de nada", enfatizou.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

STF da razão para o Senador Aécio Neves e autoriza CPI exclusiva da Petrobrás


STF da razão para Aécio e autoriza CPI exclusiva da Petrobrás



Aécio Neves elogia decisão de Rosa Weber

Erich Decat e Felipe Recondo | Agência Estado

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), comemorou a decisão da ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, publicada na noite desta quarta-feira, 23, pela criação de uma CPI exclusiva para investigar a Petrobras.

A ministra ainda determinou que, até que o mérito da ação seja julgado, que o Senado suspenda a discussão em plenário da abrangência da CPI.

"A ministra Rosa Weber acaba de decidir em favor da Constituição e em respeito ao regimento do Senado Federal. Essa decisão engrandece o Supremo Tribunal Federal, pois preserva o direito sagrado das oposições", afirmou o senador mineiro, um dos principais articuladores para a criação da CPI.

Logo após a decisão da ministra, o tucano também passou a cobrar do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que solicite das bancadas a indicação, ainda nesta quinta-feira, dos integrantes que deverão compor a comissão.

"Trazer luzes às denúncias de irregularidades que se sucedem em relação à Petrobras não é uma demanda das oposições e sim da sociedade brasileira. Vamos atuar com serenidade e responsabilidade na busca da apuração dos fatos, sem pré-julgamentos, mas garantindo que todos esses episódios sejam esclarecidos em benefício da democracia e da ética na vida pública", afirmou Aécio Neves.

A decisão da ministra é liminar. O mérito da ação ainda será julgada pelo plenário do Supremo, mas ainda não há data definida para isso acontecer.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Entrevista de Aécio Neves : "A modernidade e a ética tem que caminhar juntas"


Entrevista de Aécio Neves : "A modernidade e a ética tem que caminhar juntas"




Entrevista do presidente do PSDB, senador Aécio Neves em Mato Grosso

Assuntos: viagem ao Mato Grosso, agronegócio, CPI da Petrobras, eleições 2014

Sobre a viagem ao Mato Grosso e visita à Parecis SuperAgro

É um reconhecimento ao Brasil que produz e que contribui de forma definitiva para o nosso crescimento. E para fazer aqui uma profissão de fé. Tenho dito sempre que o Estado, o governo, se não atrapalhar quem produz já está fazendo um grande favor. Queremos um Estado que possa ser parceiro. Parceiro no planejamento da mobilidade, portanto, da infraestrutura. Parceiro para simplificar a questão tributária. Parceiro do ponto de vista de dar tranquilidade a quem produz no campo, com respeito a regras absolutamente claras. Temos uma visão de Brasil que se aproxima muito daqueles que aqui nessa região têm desbravado fronteiras e feito o Brasil crescer. Não fosse o agronegócio brasileiro, e o Mato Grosso tem um papel vital nisso, estaríamos praticamente com um crescimento nulo.

Então, é hora de termos um governo que possa compreender a importância do trabalho que se faz no campo, onde somos os mais produtivos do mundo. Disse quando estive em Sorriso, pouco tempo atrás, que da porteira pra dentro não há ninguém mais produtivo e eficiente do que o brasileiro, sobretudo aqueles que estão nesta região. O problema é da porteira para fora, quando falta tudo, falta ferrovia, falta hidrovia, faltam portos e falta, principalmente, planejamento. Vamos falar aqui hoje de um choque de planejamento para que possamos desbravar outras fronteiras, produzir cada vez mais e ter um retorno, uma renda cada vez maior.

Sobre a CPI da Petrobras.

O Brasil está acompanhando com indignação aquilo que vem acontecendo com as nossas empresas. A Petrobras, talvez por ser o patrimônio mais afetivo de todos nós brasileiros, pela luta na sua construção, pelo que ela representou para o Brasil, até pela nossa autoestima, além da importância para a economia brasileira, para o crescimento do país, éramos há quatro anos, a 12ª maior empresa do mundo. Hoje, somos a 120ª. A Petrobras, apenas neste período da atual presidente da República, perdeu mais de 50% do seu valor de mercado. Somos a empresa não financeira mais endividada do mundo. O governo do PT permitiu que este patrimônio de todos os brasileiros fosse embora. E o que é mais grave, permitiu uma governança pouco respeitosa a padrões éticos.

O que aconteceu na Petrobras, a partir do aparelhamento do governo federal, e infelizmente isso não acontece apenas na Petrobras – Eletrobras é outra empresa também que perdeu mais da metade do seu valor –, esse aparelhamento absurdo da máquina pública leva a desvios, à corrupção, é diretor preso, eu diria que o que aconteceu na Petrobras é uma vergonha. Por isso, estamos, ao lado do senador Pedro Taques, uma das vozes mais corajosas, hoje, do Congresso Nacional, esperando que, na próxima terça-feira, possamos ter, por parte do Supremo Tribunal Federal, a autorização ou a determinação para que a CPI da Petrobras possa ser instalada. E vamos investigar. Quem não tiver culpa no cartório não tem o que temer. Mas quem cometeu irregularidades à frente da Petrobras ou de qualquer outra empresa tem que pagar, e pagar exemplarmente. Essa é a questão fundamental.

Sobre aproximação com setores do PMDB.

Hoje, sou condutor de uma proposta. A proposta moderna de Brasil, onde a eficiência e a ética possam caminhar juntas. Sou portador de uma nova visão de mundo, que fuja desse alinhamento ideológico com alguns vizinhos que benefício algum traz ao Brasil. Acredito na meritocracia da gestão pública. Acredito na parceria com o setor privado como algo essencial ao crescimento do país. O maior avanço social, a medida mais efetiva e de maior impacto social que podemos ter em qualquer país – e no Brasil não é diferente – é a boa aplicação do dinheiro público, com planejamento e com metas.

Estou muito feliz de ver que, quanto mais eu ando, mais apoio viemos recebendo. Apoios naturais, porque as coisas naturais, tanto na vida quanto na política, são as que dão certo. O que vejo é a convergência de pensamentos, não apenas de companheiros de partido, ou de partidos aliados, mas de pessoas que querem encerrar esse ciclo que tem nos legado, deixado como herança, um crescimento pífio da economia e uma inflação crescente com aguda perda de credibilidade, para iniciarmos um novo ciclo onde o crescimento sustentável e o desenvolvimento sejam a nossa principal marca.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Aécio Neves líder da oposição lança seu principal espaço na internet:http://www.mineirobrasileiroaecio.com.br/


sexta-feira, 4 de abril de 2014

Aécio lança seu principal espaço na internet: http://www.mineirobrasileiroaecio.com.br/




O principal espaço de Aécio Neves na rede.


http://www.mineirobrasileiroaecio.com.br/


O portal: "Mineiro, Brasileiro, Aécio" - uma plataforma de integração de conteúdo multimídia que vai servir de base para todas as ações digitais, bem como para reunir a militância espontânea na rede. Com vídeos, artigos e blogs, o portal conta também com um sistema de cadastramento.
Participe!! . Se inscreva !

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Aécio Neves líder da oposição: "A política externa brasileira é anacrônica ! O Brasil perde oportunidades no turismo !"


Aécio : " A política externa brasileira é anacrônica ! O Brasil perde oportunidades no turismo !"



“Brasil perde oportunidades no turismo“, diz Aécio


O senador Aécio Neves (foto), candidato à presidência da República, criticou o crescimento econômico brasileiro no último ano, superior apenas ao da Venezuela na região. “O Brasil vem perdendo oportunidades em muitas áreas, entre elas o turismo”, disse, no palco do Fórum PANROTAS. Ele classificou como “anacrônica” a política externa brasileira, lembrando que enquanto o Brasil estabeleceu três acordos internacionais, o Chile foi capaz de alcançar mais de 50, destacando os parceiros estratégicos.

“Praticamos a boa gestão pública em Minas Gerais, onde 100% dos servidores são avaliados por desempenho, em busca de metas. Queremos levar para o governo federal essa gestão por meritocracia”, defendeu, lembrando que o Minas está “longe de ser o mais rico dos Estados, mas tem a melhor educação básica do País”. O senador defendeu ainda a atração de capital privado para a gestão pública, por meio de parcerias, e lembrou das que já existem em Minas, em áreas como rodovias, saúde e penitenciárias. “Quanto mais parceiro o Estado for do setor privado, melhor para a sociedade”, disse. “Se o Estado não atrapalhar, já faz favor enorme para quem investe, para quem produz”, pontuou.

O Fórum PANROTAS é realizado em aliança institucional com CNC Sesc Senac, com patrocínio do Sebrae, Chile, CVC, Gol, Pernambuco, American Airlines, GJP Hotels & Resorts, Sabre, Tap Portugal, Noah Gastronomia, R1 Audiovisual, Esferatur, Gapnet, GTA, Totvs Reserve, Best Western, Dallas/Fort Worth International Airport, Farecompare, Localiza, Royal Palm Resort Campinas, StarAlliance e apoio de Bysense, B4T, Tour House, Shift Mobilidade Corporativa e Vice Versa Intérpretes. O Prêmio PANROTAS de Inovação em Tecnologia para o Turismo – patrocinado pela Alatur JTB – será entregue durante o evento.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Aécio Neves em artigo relembra a luta de Tancredo contra o golpe militar de 64


segunda-feira, 31 de março de 2014

Aécio em artigo relembra a luta de Tancredo contra o golpe militar de 64




Ontem e hoje

Mais opções


Há 50 anos, o golpe militar impôs a longa noite de duas décadas de ditadura no Brasil.

Inúmeros relatos revisitaram, nos últimos dias, aquele trecho sombrio da nossa história. Convergimos para as perdas irreparáveis, lembrando as várias faces da violência e do autoritarismo.

Entre tudo o que pode e deve ser lembrado, há uma triste página escrita pelo Congresso brasileiro.

Ouvi o relato da tensão daqueles dias, várias vezes, pela voz de uma testemunha muito especial, o então líder do governo João Goulart na Câmara dos Deputados, Tancredo Neves. Mas é valioso relembrá-lo através de outras narrativas. Para tanto, peço emprestadas as palavras de Augusto Nunes:

"Num artigo publicado em fevereiro de 1985, na Folha de S.Paulo, Almino Affonso recordou a indignação manifestada por Tancredo, naquele dia, quando soldados do Exército tentaram impedi-lo de alcançar o avião, estacionado na pista ao aeroporto em que Jango aguardava o momento da decolagem. Antes disso, Almino testemunhara a reação indignada de Tancredo na sessão realizada pelo Congresso na tarde de 1° de abril, quando o presidente do Senado, o pessedista Auro de Moura Andrade, declarou vago o cargo de presidente da República" (embora tivesse oficialmente informado de que Goulart se encontrava a caminho de Porto Alegre, em território nacional e, portanto, na plenitude de seus poderes constitucionais).

"Até hoje me recordo com espanto", diz Almino, "do deputado Tancredo Neves em protestos de uma violência verbal inacreditável para quantos, acostumados à sua elegância de trato, o vissem encarnando a revolta que sacudia a consciência democrática do país. Não deixava de ser chocante ver a altivez da indignação de Tancredo e o silêncio conivente de muitas lideranças do PSD."

Foi pensando nos desafios atuais do Congresso que lembrei-me dessa passagem.

O que teria acontecido se, 50 anos atrás, a instituição tivesse cumprido seu dever democrático? O que poderá acontecer hoje se a instituição não se render às pressões e às conveniências do momento e optar por ser leal aos interesses dos brasileiros?

Nos acostumamos a contabilizar as perdas do país em cifras e bilhões, mas há algo mais valioso do que isso. O que custa a uma nação o tempo perdido?

Quando olhamos para trás, podemos imaginar que país o Brasil seria se não nos tivessem tirado duas décadas de democracia. E hoje, que alto preço o país terá que pagar por tanto tempo desperdiçado em decisões adiadas ou equivocadas? O que tem custado aos brasileiros a falta de coragem das autoridades em fazer o que precisa ser feito?

Custa mais do que gigantescos prejuízos econômicos. Custam esperanças, oportunidades e sonhos. Custa o futuro.



Aécio Neves é senador pelo PSDB-MG. Foi governador de Minas Gerais entre 2003 e 2010. É formado em economia pela PUC-MG. Escreve às segundas-feiras.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Senador Aécio Neves une a oposição e consegue aprovar CPI sobre escândalos da Petrobrás


Aécio une a oposição e consegue aprovar CPI sobre escândalos da Petrobrás



Fonte: Site do PSDB Nacional
Aécio conseguiu unir a oposição em torno da CPI da Petrobras, diz Carlos Sampaio

Brasília – Com a liderança do presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, a oposição reuniu, na quarta-feira (26), 28 assinaturas em apoio à criação da CPI da Petrobras no Senado.

Os parlamentares buscam agora a aprovação de 171 deputados federais para a instalação de uma CPI mista, que uniria Senado e Câmara. Para integrantes do PSDB, a ação de Aécio foi essencial para que a oposição alcançasse o objetivo.

“Aécio conseguiu unir a oposição em torno de uma causa nacional”, afirmou o deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP). Para o tucano, Aécio expôs aos senadores que a defesa da Petrobras não é uma pauta específica da oposição, e sim do país. “A ação e a metodologia de trabalho implantadas por Aécio foram essenciais para que chegássemos ao número de assinaturas necessárias”, afirmou.

O também deputado federal tucano Hélio Santos (MA) apontou que a credibilidade de Aécio Neves foi decisiva para a conquista das assinaturas.

“Aécio é uma liderança nacional, com um trabalho grande e uma credibilidade respeitada em todo o país, e sua atuação é fundamental para que o Legislativo investigue o que realmente houve com a Petrobras”, disse.

Expectativas

Sampaio afirmou que está confiante em relação à obtenção das 171 assinaturas na Câmara. “Na terça-feira, já tínhamos 110 apoios, e isso sem contar os quatro partidos que compõem a oposição. Com a oposição, passamos a 170. Ou seja, precisamos de apenas mais uma assinatura para o quórum mínimo. Acredito que seja apenas uma questão de tempo para chegarmos ao número”, disse.

O deputado disse que a atuação do senador Aécio ajudará também na conquista dos apoios na Câmara. “Ele deve ter um papel fundamental, dado que é uma das principais vozes da oposição”, destacou.

Para Hélio Santos, a CPI trará transparência à Petrobras. “o povo brasileiro precisa saber o que está acontecendo com a estatal, que é um importante patrimônio de todos nós. É importante que Câmara e Senado atuem para isso”.



quarta-feira, 26 de março de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB culpa governo Dilma pelo rebaixamento do País





quarta-feira, 26 de março de 2014

Aécio culpa governo Dilma pelo rebaixamento do País !



Fonte: Yahoo! Notícias
Link: http://br.financas.yahoo.com/noticias/aécio-critica-governo-dilma-rebaixamento-país-211200677--finance.html

Aécio critica governo Dilma por rebaixamento do País


Um dos principais concorrentes na corrida presidencial do Brasil deste ano atribuiu nesta terça-feira, 25, a culpa pelo rebaixamento do rating de crédito do País à presidente Dilma Rousseff e seu governo, dizendo que eles foram incapazes de manter políticas macroeconômicas confiáveis.

"A decisão foi de certa fora esperada, tendo em vista tudo que aconteceu até agora", afirmou o senador Aécio Neves (PSDB). O provável candidato à presidência para as eleições de outubro foi entrevistado pelo Wall Street Journal no Congresso, em Brasília.

Aécio e Eduardo Campos (PSB) provavelmente vão concorrer com a atual presidente Dilma Roussef nas eleições, de acordo com pesquisas. Atualmente, ambos estão atrás de Dilma nas intenções de votos.

"Um crescimento econômico muito fraco, o retorno da inflação, a perda da credibilidade dos investidores no País e a falta de qualquer habilidade para avançar em reformas muito necessárias" levaram ao rebaixamento de ontem, afirmou Aécio ao WSJ. A agência de classificação de risco Standard & Poor's rebaixou ontem o rating de crédito soberano do Brasil para BBB-, de BBB, com perspectiva estável.

Aécio também criticou o uso do que chamou de "manobras contábeis" pelo governo de Dilma para escorar as finanças do governo. Se eleito, Aécio prometeu manter um pulso firme sobre os gastos. O provável candidato disse que se concentraria em reduzir a inflação para mais perto do centro da meta, de 4,5%.

Durante o governo de Dilma, a taxa de desemprego no Brasil permaneceu em níveis historicamente baixos, em torno de 5,0%, e os salários subiram. No entanto, os preços aumentaram continuamente e a inflação anual está perto de 6,0%, enquanto o crescimento econômico geral tem sido fraco. Fonte: Dow Jones Newswires.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Aécio presidente do PSDB : "Dilma já não sabe mais o que dizer ao Brasil"


segunda-feira, 24 de março de 2014

Aécio : " Dilma já não sabe mais o que dizer ao Brasil ".



Fonte: Folha de S.Paulo online

Link: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/aecioneves/2014/03/1429786-ja-deu.shtml

Já deu! – Aécio Neves

Protagonista de um governo refém dos interesses do regime de aparelhamento que se abateu sobre o Estado nacional, a presidente Dilma Rousseff já não sabe mais o que dizer ao Brasil, além de terceirizar responsabilidades.

Atônitos, os brasileiros são informados que, em poucos anos, a 12ª maior empresa do mundo foi transformada na 120ª e começam a perceber que, infelizmente, a PTrobras, longe de ser uma exceção, é o retrato do governo sob o comando do PT.

Incapacidade de gestão e planejamento. Desvios e suspeições. Excesso de compromisso com os companheiros, falta de compromisso com o país.

De um lado, a gravidade das revelações objetivas que vêm à tona e fazem a realidade superar as versões, que, antes sussurradas no meio político, já pareciam inverossímeis.

De outro, a vaidade e a onipotência daqueles que parecem acreditar que somos, os brasileiros, um conjunto de tolos.

O que se tornou conhecido por todos recentemente já era, há muito, de domínio do governo. Por que, então, por exemplo, só agora o diretor que passou a ser o bode expiatório do escândalo foi demitido?

Por que personagens das páginas policiais estiveram, até ontem, protegidos em posições de extrema confiança?

O que mudou? O que transformou um bem feito num malfeito foi apenas a percepção da sociedade? Que governo é este que só age ou ensaia providências quando é confrontado pela opinião pública?

De onde vem tanta arrogância, que faz com que os representantes do PT tripudiem sobre a percepção dos brasileiros?

Primeiro, inventaram os "recursos não contabilizados". Na semana passada, o presidente do Banco Central chamou de mera "realocação contábil" a iniciativa da Caixa de lançar os recursos confiscados dos correntistas como lucro. Agora, na ausência de um mordomo, a culpa parece ser do "relatório".

Os brasileiros vêm sendo desrespeitados todos os dias por ações concretas, sempre envoltas em coincidências demais e transparência de menos, mas também pela forma com que o governo responde a elas.

Estamos cansados de ver o interesse público e coletivo, razão de ser da própria República e da democracia, confundido com os interesses privados e os projetos individuais de poder de pessoas e de partidos.

Uma coisa são os desafios da nação. Outra, são os problemas criados pelo governo.

O governo que o eleitor escolheu para ser solução se transformou no principal problema do país. A verdade é que o governo colocou o Brasil no caminho errado -é simples assim. E o Brasil precisa voltar para o caminho certo.

Precisamos de um governo que volte a ser solução.

Entre a indignação, a revolta e o cansaço diante de repetidos absurdos, o sentimento geral dos brasileiros é um

só: já deu!

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Aécio Neves : "É preciso sair às ruas para ver a realidade e ouvir as vozes"


segunda-feira, 17 de março de 2014

Aécio : " É preciso sair ás ruas para ver a realidade e ouvir as vozes "




O lugar da política, por Aécio Neves

Aecio Neves

Artigo do senador Aécio Neves, presidente do PSDB, no jornal Folha de S.Paulo

O isolamento nunca fez bem aos governantes. Quem se afasta do contato popular e confia apenas num séquito de aduladores, tende a desenvolver, na clausura da poder, uma aversão crescente à realidade.

Temo que estejamos vivendo algo semelhante no Brasil. Isolada em seu palácio, se alimentando de estatísticas e informações oficiais, não raro, distorcidas, a presidente da República se distancia cada vez mais da pulsação intensa da vida diária. A palavra empenhada de aproximação com os movimentos sociais e um maior diálogo com a sociedade não conseguiu vencer as portas sempre fechadas, o acesso restrito, a redução dos canais de escuta e diálogo.

O governo se mostra acuado, temeroso de se expor. A figura da presidente tem sido poupada nos eventos mais populares, como o Carnaval. Até mesmo os discursos de abertura e encerramento da Copa do Mundo foram providencialmente suspensos, por medo das vaias que poderiam constranger as autoridades presentes.

É forçoso reconhecer que algo saiu errado no script minuciosamente montado para apresentar ao país uma versão edulcorada de sucesso, otimismo e crescimento. Não há enredo fantasioso que se sustente diante de uma realidade que teima em driblar as maquinações mais criativas. A economia cresce pouco. A inflação caminha célere. A inadimplência das famílias bate no teto. A indústria patina e produz o equivalente a 2008. A carga tributária é das mais altas do mundo e a conta dos erros no setor elétrico começa a ser cobrada de empresários e consumidores.

Nas áreas essenciais, os números são vergonhosamente ruins. Na saúde e na segurança, as crises se acumulam, denunciando diariamente a crônica precariedade dos serviços públicos. A anunciada austeridade fiscal não convence nem o próprio governo, que a atropela sistematicamente.

Há visível descompasso entre o Brasil real e o da propaganda. Em algum momento, eles deverão se encontrar frente a frente. Até lá, seria prudente distender a estratégia de confronto e isolamento em vigor.

Em tempos de crise, é preciso baixar a guarda, ouvir e conversar mais. A intolerância com os adversários, a ojeriza ao debate transparente e a arrogância no trato com interlocutores de vários segmentos chegou ao cúmulo de atingir agora os próprios aliados.

O debate democrático foi substituído por um discurso ufanista e autoritário, retrato de uma gestão encastelada em suas quimeras.

O Brasil merece mais. Acima da agenda eleitoral, os brasileiros clamam por boa governança. Para tanto, é preciso abrir as portas e sair às ruas para ver a realidade em movimento e ouvir as vozes que, hoje, não conseguem ultrapassar as antessalas do poder.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Senador Aécio Neves critica relação do governo do PT com partidos aliados





Fonte: [VIA EMAIL] Assessoria de Imprensa do Senador Aécio Neves
Data: 12/03/2014

Aécio Neves critica relação do governo do PT com partidos aliados



Aécio Neves critica relação do governo do PT com partidos aliados

“Um governo autoritário que não quer aliados, quer vassalos. Um governo que não quer partidos para compartilhar um projeto de Brasil, quer aliados para vencer as eleições”, diz senador

O senador Aécio Neves criticou, nesta quarta-feira (12/10), a relação política mantida pelo governo federal do PT com os partidos que compõem sua base de apoio. Em entrevista coletiva concedida à imprensa no Senado Federal, AécioNeves afirmou que a crise que atinge os trabalhos do Congresso Nacional nos últimos dias é resultado da ação autoritária de um governo que quer aliados para obter vantagens eleitorais, e não desenvolver um projeto para o Brasil.

Para Aécio Neves, o grande objetivo do governo do PT é obter maior de tempo na propaganda eleitoral gratuita, que vai ao ar durante as eleições, por meio da distribuição de dinheiro e cargos públicos para aliados.

“Essa crise é consequência daquilo que anunciávamos há muito tempo, de um governo autoritário que não quer aliados, quer vassalos. Um governo que não quer partidos para compartilhar um projeto de Brasil, quer aliados para vencer as eleições. Isso tudo é consequência da arrogância com que o PT vem conduzindo o governo até aqui, e agora colhe esses frutos. Todo esse esforço do governo, à custa de cargos públicos e dinheiro público, especialmente através de emendas, para manter o PMDB na base, pode ter um ganho para o governo, que são os minutos a mais no tempo de televisão. Porque a base do PMDB, do PMDB histórico, da resistência, da democracia, do PMDB que quer ver avanços no Brasil, essa o PT já perdeu”, disse o senador.

Aécio Neves cobrou que o governo e o Congresso retomem a discussão de assuntos de interesse da sociedade brasileira, como as deficiências em áreas sociais e o baixo crescimento da economia.

“É preciso propostas, uma discussão séria sobre a crise no setor elétrico, sobre o crescimento pífio da nossa economia, sobre a tragédia da nossa segurança pública, com a omissão e a passividade do governo, a crise na saúde. Não há espaço no Brasil para essa discussão mais. A agenda do governo é a agenda eleitoral única e exclusivamente. É ela que toma conta da presidente da República. E o Brasil tem problemas seríssimos a serem enfrentados que, infelizmente, não vêm tendo a atenção que deveriam estar tendo por parte do governo. É um final triste de um governo que perdeu a capacidade de ousar e de transformar para se contentar única e exclusivamente com um projeto de poder”, disse o presidente tucano.

A presidente da República foge do povo, diz Aécio

O senador Aécio Neves também destacou a decisão da presidente Dilma Rousseff de não discursar nas partidas de abertura e de encerramento da Copa do Mundo, como divulgado pela imprensa ontem. Durante o carnaval, a presidente já havia cancelado agenda anunciada em Salvador (BA) com receio de receber vaias. Para o senador, ambas as decisões demonstram que presidente tem evitado ficar frente a frente com a população.

"Na verdade existem dois Brasis. O Brasil virtual, da propaganda virtual, onde distribui-se fotografias com sorrisos da presidente da República, e o Brasil real, aquele em que a presidente da República foge do povo, como fugiu no carnaval e pretende, ou de alguma forma prepara-se, para aparecer camuflada nos jogos da Copa do Mundo. Esses dois Brasis serão colocados frente a frente na propaganda eleitoral. O Brasil tem problemas seriíssimos a serem enfrentados que, infelizmente, não vêm tendo a atenção que deveriam estar tendo por parte do governo. É um final triste de um governo que perdeu a capacidade de ousar e de transformar para se contentar única e exclusivamente com um projeto de poder", afirmou Aécio Neves.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Em artigo na Folha, Aécio presta homenagem a Sérgio Guerra


segunda-feira, 10 de março de 2014

Em artigo na Folha, Aécio presta homenagem a Sérgio Guerra



Aécio Neves



Carta ao Sérgio

Sérgio, meu amigo.

Há três dias nos despedimos de você, em uma Recife consternada pela perda do homem público admirado em todo o país. Entre tantos de nós que fomos levar à sua família o nosso respeito, lutei para não me deixar tomar pela emoção da hora. Foi impossível não revisitar nossas caminhadas pelo Brasil e os encontros que marcaram nossa convivência.

Penso que algo estranho acontece quando nos despedimos de pessoas que nos são tão especiais. Por um lado, parece que envelhecemos subitamente, transformados em sobreviventes de outros tempos e histórias já vividas. Por outro, encontramos nessas mesmas histórias novos sentidos e o ânimo necessário para seguir em frente.

Nesses dias, com justiça, o país inteiro ouviu de seus companheiros de jornada --e mesmo de adversários tradicionais-- inquestionáveis elogios às virtudes que embalaram a sua vida pública. Quase sempre, o conciliador dedicado à construção de novas convergências em favor do país foi também lembrado como o crítico feroz aos desvios, malfeitos, contradições e desarranjos da vida nacional, especialmente presentes neste nosso trecho de história.

As mais de três décadas de intensa militância política --e nem mesmo as doenças graves que o abateram-- foram capazes de esmorecer uma indignação juvenil que, sei, movia-lhe, como se mantivesse intocado o líder estudantil da juventude e aquelas sempre grandiosas esperanças.

Guardo comigo uma grande admiração pela leveza e alegria com que você sempre conduziu as suas responsabilidades, afastando da política o peso do rancor e do confronto pessoal estéril. Talvez por isso, quase todas as suas relações nesse campo tenham se transformado em boas amizades. Da mesma forma, sou testemunha do seu esforço sobre-humano para não permitir que o líder tomado por compromissos se sobrepusesse ao pai dedicado, que de longe se afligia com a caminhada dos quatro filhos.

Outra imagem que ficou foi a do ativista em luta permanente e admirável pelas grandes causas do país. Do Brasil pobre, injusto e desigual, que continua existindo de forma dramática ainda mais visível no Nordeste, razão maior de sua militância política.

Sei que não o ouviremos mais recontando casos acontecidos com a gente simples do sertão pernambucano, de onde tirava exemplos e lições. Não o veremos cobrando à política nacional respeito aos brasileiros. Não o teremos mais à mesa, fazendo a defesa intransigente dos valores democráticos. Mas cuidaremos, querido amigo, com respeito e reconhecimento, para que suas ideias e seus compromissos se multipliquem na voz e na caminhada de cada um de nós pelo Brasil.

Com gratidão, Aécio.


AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

sexta-feira, 7 de março de 2014

"Aécio líder da oposição é quem inspira mais confiança" dizem eleitores em pesquisa


sexta-feira, 7 de março de 2014

"Aécio é quem inspira mais confiança" dizem eleitores em pesquisa





Eleições 2014: Aécio é o que inspira mais confiança


Datafolha: eleitores do senador Aécio Neves têm entre 45 e 49 anos e renda de mais de 3 salários mínimos.

Eleições 2014

‘Ele tem postura que inspira mais confiança’

Aos 32 anos, o funcionário público Júlio Rocha quer ver mudanças na condução do país. No leque de nomes que podem disputar o Palácio do Planalto em outubro, acredita que Aécio Neves (PSDB) é quem mais se aproxima das ideias que considera fundamentais: a defesa de um Estado mínimo e pouco intervencionista.

Nascido em Brasília, o técnico em Sistemas da Informação e em Contabilidade aposta seu futuro na carreira jurídica. Iniciou o curso de Direito neste ano, depois de ter sido nomeado, em novembro de 2013, para seu primeiro emprego público. Hoje trabalha na área técnica da assessoria de comunicação de um órgão federal. Espera se tornar procurador.

Júlio mora sozinho em Vicente Pires, uma das regiões administrativas de classe média baixa do Distrito Federal, a 13 km de Brasília.

A família é petista, mas ele afirma que suas referências culturais e políticas o levaram a se distanciar da opção dos parentes.

“Acredito que o Aécio tem uma postura que inspira mais confiança. Eu acho que tanto a postura dele quanto a carreira que ele tem são um diferencial em relação aos presidenciáveis anteriores do PSDB“, afirma.

Com uma rotina apertada, sai de casa por volta das 6h e segue para a faculdade. De lá, encara sete horas de trabalho. Mesmo assim, consegue se divertir. “Gosto de sair para comer. Acho Brasília um excelente polo gastronômico, apesar de ser caro.”

PERFIL DO ELEITOR DE AÉCIO*

Sexo Homem

Idade 45 a 59 anos

Renda Mais de 3 SM

Região Sudeste

Ensino Superior

Cidade Mais de 500 mil

* Características que mais destoam da média ** Não é possível identificar tendência nessa categoria

Fonte: Datafolha /19 e 20.fev / 2.614 entrevistas em 161 municípios / Margem de erro: 2 pts

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Senador Aécio Neves e FHC discutem ações do PSDB




2014: Aécio e FHC discutem ações do PSDB



Origem . Valor Econômico

Eleições 2014: lideranças tucanas comentaram que o partido precisa ter estratégias diferentes para conquistar o eleitorado.

Fonte: Valor Econômico

Senador discute programa com FHC

Ao lado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o pré-candidato à Presidência pelo PSDB, senador Aécio Neves (MG), reuniu-se ontem, em São Paulo, com líderes tucanos para tratar de diretrizes de sua campanha presidencial e discutir seu programa de governo. Em almoço com o ex-embaixador Rubens Barbosa e o ex-ministro das Relações Exteriores Celso Lafer, Aécio fez um balanço sobre a atual política de comércio exterior, para moldar o discurso a ser apresentado a empresários. Participaram também o ex-presidente nacional do PSDB e deputado Sérgio Guerra, o ex-senador Tasso Jereissati e o vereador Andrea Matarazzo (SP).

Ao som das músicas francesas do restaurante Ici Bistrô, no bairro de Higienópolis, onde vive FHC, e em tom informal, os sete participantes falaram também sobre as manifestações populares que vêm acontecendo em diversas cidades. Alguns expressaram suas opiniões sobre a cobertura jornalística dos acontecimentos do país. Um deles comentou que “há um antipetismo” na imprensa brasileira.

Apertados em um sofá vermelho, os tucanos falaram sobre a crise econômica da Argentina, apontaram problemas no Mercosul e criticaram a “contaminação” da política externa brasileira por questões “ideológicas”. Aécio pretende fazer com que Rubens Barbosa e Celso Lafer colaborem com a construção de suas propostas na área de política externa. O coordenador do programa de governo deve ser o governador de Minas, Antonio Anastasia (PSDB).

Sobre diretrizes de campanha, as lideranças tucanas comentaram que o partido precisa ter estratégias diferentes para conquistar o eleitorado das capitais e do interior. Rapidamente e sem exatidão, também falaram sobre como tentar compensar a diferença de votos em relação à presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff.

Aécio propôs a Tasso Jereissati que se lance a uma nova candidatura para o Senado, no Ceará, para reforçar o palanque dos tucanos no Estado este ano. Tasso, no entanto, não deu certeza de que disputará esta eleição.

Antes do almoço, Aécio e FHC tiveram um encontro reservado no apartamento do ex-presidente. Tasso e Guerra participaram do fim dessa conversa.

Um dia antes, na noite de segunda-feira, o senador participou de um evento na capital com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e com o ex-governador José Serra (PSDB).

Presidente nacional do PSDB, o pré-candidato negocia quem deve ser seu vice na chapa. Um dos mais cotados é o do senador Aloysio Nunes Ferreira (SP), ligado a Serra.

Em sua passagem pela capital paulista, Aécio acertou detalhes do lançamento oficial da pré-candidatura, que deve ser feito até março, em São Paulo. Com isso, deve por fim às especulações de uma eventual candidatura de Serra à Presidência, que deve disputar uma cadeira na Câmara.

No próximo mês, Aécio planeja viagens pelo interior de São Paulo, Estado com o maior colégio eleitoral do país. O pré-candidato visitará Araçatuba, São Carlos e Santos, entre outras. As articulações políticas no Estado estão sob comando de Matarazzo, ex-ministro de FHC. (Colaborou Cristiane Agostine)