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terça-feira, 1 de abril de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB promete apresentar ministério ainda na campanha


Sem surpresas: Aécio promete apresentar ministério ainda na campanha



Fonte: Poder Online

Link: http://poderonline.ig.com.br/index.php/2014/04/01/aecio-promete-apresentar-ministerio-ainda-na-campanha/

Aécio promete apresentar ministério ainda na campanha


O pré-candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves (MG), diz já estar pensando em como será seu ministério. Para criar um clima de “confiança” entre os tucanos, o tucano fala em definir entre o final de julho e o início de agosto nomes que fariam parte de seu governo, se eleito.

A promessa é ter uma equipe formada por entre 22 e 24 ministros, a exemplo da gestão do ex-presidente do Fernando Henrique Cardoso. O número é cerca de metade do atual.

Aécio diz se basear em uma pequisa de universidade norte-americana que apontou que esse número é o ideal para uma boa gestão. O governador de Minas Gerais,Antonio Anastasia (PSDB-MG), deve ajudar na elaboração da proposta.

Já o anúncio do vice, segundo o senador, será feito na última semana de maio ou primeira semana de junho.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Senador Aécio Neves critica relação do governo do PT com partidos aliados





Fonte: [VIA EMAIL] Assessoria de Imprensa do Senador Aécio Neves
Data: 12/03/2014

Aécio Neves critica relação do governo do PT com partidos aliados



Aécio Neves critica relação do governo do PT com partidos aliados

“Um governo autoritário que não quer aliados, quer vassalos. Um governo que não quer partidos para compartilhar um projeto de Brasil, quer aliados para vencer as eleições”, diz senador

O senador Aécio Neves criticou, nesta quarta-feira (12/10), a relação política mantida pelo governo federal do PT com os partidos que compõem sua base de apoio. Em entrevista coletiva concedida à imprensa no Senado Federal, AécioNeves afirmou que a crise que atinge os trabalhos do Congresso Nacional nos últimos dias é resultado da ação autoritária de um governo que quer aliados para obter vantagens eleitorais, e não desenvolver um projeto para o Brasil.

Para Aécio Neves, o grande objetivo do governo do PT é obter maior de tempo na propaganda eleitoral gratuita, que vai ao ar durante as eleições, por meio da distribuição de dinheiro e cargos públicos para aliados.

“Essa crise é consequência daquilo que anunciávamos há muito tempo, de um governo autoritário que não quer aliados, quer vassalos. Um governo que não quer partidos para compartilhar um projeto de Brasil, quer aliados para vencer as eleições. Isso tudo é consequência da arrogância com que o PT vem conduzindo o governo até aqui, e agora colhe esses frutos. Todo esse esforço do governo, à custa de cargos públicos e dinheiro público, especialmente através de emendas, para manter o PMDB na base, pode ter um ganho para o governo, que são os minutos a mais no tempo de televisão. Porque a base do PMDB, do PMDB histórico, da resistência, da democracia, do PMDB que quer ver avanços no Brasil, essa o PT já perdeu”, disse o senador.

Aécio Neves cobrou que o governo e o Congresso retomem a discussão de assuntos de interesse da sociedade brasileira, como as deficiências em áreas sociais e o baixo crescimento da economia.

“É preciso propostas, uma discussão séria sobre a crise no setor elétrico, sobre o crescimento pífio da nossa economia, sobre a tragédia da nossa segurança pública, com a omissão e a passividade do governo, a crise na saúde. Não há espaço no Brasil para essa discussão mais. A agenda do governo é a agenda eleitoral única e exclusivamente. É ela que toma conta da presidente da República. E o Brasil tem problemas seríssimos a serem enfrentados que, infelizmente, não vêm tendo a atenção que deveriam estar tendo por parte do governo. É um final triste de um governo que perdeu a capacidade de ousar e de transformar para se contentar única e exclusivamente com um projeto de poder”, disse o presidente tucano.

A presidente da República foge do povo, diz Aécio

O senador Aécio Neves também destacou a decisão da presidente Dilma Rousseff de não discursar nas partidas de abertura e de encerramento da Copa do Mundo, como divulgado pela imprensa ontem. Durante o carnaval, a presidente já havia cancelado agenda anunciada em Salvador (BA) com receio de receber vaias. Para o senador, ambas as decisões demonstram que presidente tem evitado ficar frente a frente com a população.

"Na verdade existem dois Brasis. O Brasil virtual, da propaganda virtual, onde distribui-se fotografias com sorrisos da presidente da República, e o Brasil real, aquele em que a presidente da República foge do povo, como fugiu no carnaval e pretende, ou de alguma forma prepara-se, para aparecer camuflada nos jogos da Copa do Mundo. Esses dois Brasis serão colocados frente a frente na propaganda eleitoral. O Brasil tem problemas seriíssimos a serem enfrentados que, infelizmente, não vêm tendo a atenção que deveriam estar tendo por parte do governo. É um final triste de um governo que perdeu a capacidade de ousar e de transformar para se contentar única e exclusivamente com um projeto de poder", afirmou Aécio Neves.

sexta-feira, 7 de março de 2014

"Aécio líder da oposição é quem inspira mais confiança" dizem eleitores em pesquisa


sexta-feira, 7 de março de 2014

"Aécio é quem inspira mais confiança" dizem eleitores em pesquisa





Eleições 2014: Aécio é o que inspira mais confiança


Datafolha: eleitores do senador Aécio Neves têm entre 45 e 49 anos e renda de mais de 3 salários mínimos.

Eleições 2014

‘Ele tem postura que inspira mais confiança’

Aos 32 anos, o funcionário público Júlio Rocha quer ver mudanças na condução do país. No leque de nomes que podem disputar o Palácio do Planalto em outubro, acredita que Aécio Neves (PSDB) é quem mais se aproxima das ideias que considera fundamentais: a defesa de um Estado mínimo e pouco intervencionista.

Nascido em Brasília, o técnico em Sistemas da Informação e em Contabilidade aposta seu futuro na carreira jurídica. Iniciou o curso de Direito neste ano, depois de ter sido nomeado, em novembro de 2013, para seu primeiro emprego público. Hoje trabalha na área técnica da assessoria de comunicação de um órgão federal. Espera se tornar procurador.

Júlio mora sozinho em Vicente Pires, uma das regiões administrativas de classe média baixa do Distrito Federal, a 13 km de Brasília.

A família é petista, mas ele afirma que suas referências culturais e políticas o levaram a se distanciar da opção dos parentes.

“Acredito que o Aécio tem uma postura que inspira mais confiança. Eu acho que tanto a postura dele quanto a carreira que ele tem são um diferencial em relação aos presidenciáveis anteriores do PSDB“, afirma.

Com uma rotina apertada, sai de casa por volta das 6h e segue para a faculdade. De lá, encara sete horas de trabalho. Mesmo assim, consegue se divertir. “Gosto de sair para comer. Acho Brasília um excelente polo gastronômico, apesar de ser caro.”

PERFIL DO ELEITOR DE AÉCIO*

Sexo Homem

Idade 45 a 59 anos

Renda Mais de 3 SM

Região Sudeste

Ensino Superior

Cidade Mais de 500 mil

* Características que mais destoam da média ** Não é possível identificar tendência nessa categoria

Fonte: Datafolha /19 e 20.fev / 2.614 entrevistas em 161 municípios / Margem de erro: 2 pts

quinta-feira, 6 de março de 2014

PMDB insatisfeito com Dilma flerta com Aécio Neves presidente do PSDB





PMDB insatisfeito com Dilma flerta com Aécio


onte: Em.com.br

Link: http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2014/03/06/interna_politica,504953/cupula-petista-busca-solucoes-para-ministerios-crise-com-o-pmdb-e-eleicoes.shtml

Cúpula petista busca soluções para ministérios, crise com o PMDB e eleições


Reforma ministerial, crise com PMDB e palanques regionais são discutidos por Lula e Dilma com staff da campanha à reeleição

Paulo de Tarso LyraGrasielle Castro


Ex e atual presidentes possam no Palácio da Alvorada: os sorrisos na fotografia contrastam com a tensão do partido

Brasília – Passada a folia do carnaval, a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltaram à realidade em reunião no Palácio da Alvorada com o staff da campanha ao Planalto. Uma reforma ministerial paralisada, uma crise com o PMDB mais forte do que nunca, impasses nos palanques eleitorais e as negociações para que integrantes do governo deixem a máquina para assumir funções na corrida eleitoral foram os principais pontos do encontro, que contou ainda com as presenças do chefe da Casa Civil, ministro Aloizio Mercadante; o presidente nacional do PT, Rui Falcão; o chefe de gabinete Gilles Azevedo e o ex-ministro da Comunicação de Lula, Franklin Martins.

Falcão, inclusive, é um dos protagonistas da nova crise com o PMDB, principal aliado do PT no plano nacional. No domingo, durante o desfile das escolas de samba no Sambódromo, no Rio, Falcão afirmou que as declarações dadas pelo presidente do PMDB fluminense, Jorge Picciani, de que o partido apoiaria a pré-candidatura presidencial de Aécio Neves (PSDB), decorriam de uma insatisfação pela demora da presidente Dilma em concluir a reforma ministerial.

O líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ) não gostou das palavras de Falcão. Acusou o petista de sempre atrapalhar as negociações por onde passa e ameaçou apoiar o desembarque do PMDB nacional da aliança com Dilma Rousseff. Ontem, o presidente nacional do PMDB tentou jogar água na fervura. “O partido é aliado de primeira hora da presidente. Temos o vice-presidente da República (Michel Temer), o presidente da Câmara (Henrique Eduardo Alves), o presidente do Senado (Renan Calheiros), maior bancada no Senado, a segunda bancada da Câmara. Mas essa (a reforma ministerial) é uma decisão única e exclusiva da presidente da República”, afirmou o senador Valdir Raupp (RO).

Ele também minimizou o bate-boca indireto entre Cunha e Falcão. “Troca de farpas acontece até dentro dos partidos. De vez em quando o PT se digladia internamente. O PMDB também não é diferente. De vez em quando sobe um parlamentar do partido na tribuna para criticar o próprio partido. Se não fosse assim, não seria democracia”, declarou Raupp.

Um dos vice-presidentes do PT, o deputado José Guimarães (CE) acha que chegou o momento da direção dos dois partidos sentarem de maneira séria à mesa para discutir a relação e fazer um pente-fino estado por estado. “Temos que deixar de misturar isso com reforma ministerial e pagamento de emendas. Isso é atribuição do governo. Cabe aos partidos estabelecer uma estratégia política”, cobrou ele.

MINAS Os problema se avolumam. Quem acompanha de perto as negociações acha que o PMDB fluminense já escapou por entre os dedos do PT, algo que também está ocorrendo no Ceará e pode acontecer em Minas Gerais e em Goiás. No Ceará, a crise envolve a disputa entre o senador Eunício Oliveira (PMDB) e o próprio PT de José Guimarães pela aliança com o governador Cid Gomes (PROS). Em Minas, o ainda ministro da Agricultura, Antônio Andrade, luta para ser vice do candidato petista ao governo mineiro, o ex-ministro Fernando Pimentel. Mas parte da legenda flerta abertamente com Aécio Neves.

Dilma ainda encontra dificuldades para concluir a reforma ministerial. Antes escanteado, o senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) voltou a ser cotado para ministro, mas agora no Turismo, não mais na Integração Nacional. O problema é que a pasta é ocupada por Gastão Vieira, indicado pela bancada da Câmara. Embora rompido com o Planalto e líder de um bloquinho de 250 deputados para infernizar o Planalto, Eduardo Cunha deverá aumentar ainda mais a voz contra o governo caso os deputados percam um dos dois ministérios que comandam atualmente.

A presidente também deve liberar Gilles Azevedo para assumir uma função na pré-campanha presidencial. Ele exercerá o mesmo papel que teve em 2010 – organizar a agenda de viagens e comícios de Dilma. O provável substituto de Gilles é Beto Vasconcelos, que retornou recentemente ao Brasil após uma temporada de estudos em Londres. Beto é homem de confiança da presidente. Foi o responsável pela área jurídica da Casa Civil quando Dilma era ministra. Em 2011, foi nomeado secretário-executivo da pasta durante a gestão de Antonio Palocci e continuou no mesmo posto com a ex-ministra Gleisi Hoffmann, até pedir exoneração para estudar no

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Pesquisa para Presidente. Senador Aécio Neves ultrapassa Dilma no DF

Pesquisa para Presidente. Aécio ultrapassa Dilma no DF
No DF, Aécio ultrapassa Dilma e lidera para presidente
Pesquisa no DF: tucano Aécio Neves tem 22,9%, contra 21,7% de Dilma

Ao menos no DF, o tucano Aécio Neves pode rir à toa

O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves (MG), lidera as intenções de voto no Distrito Federal, segundo pesquisa do Instituto Dados realizada entre os dias 10 e 17 de fevereiro. Aécio tem 22,9% das preferencias do eleitor do DF, contra 21,7% de Dilma Rousseff (PT) e 8,7% de Eduardo Campos (PSB). O DF é a primeira unidade da Federação onde Aécio supera Dilma.
A pesquisa do Instituto Dados, com detalhes do universo apurado e metodologia, foi registrada no TSE (nº 013/2014) e no TRE (001/2014).
Para apurar as intenções de voto para presidente, no Distrito Federal, o Instituto Dados entrevistou 3.000 eleitores.
O PSDB e o possível candidato do partido ao governo do DF, deputado Luiz Pitiman, comemoraram o desempenho de Aécio na pesquisa. Leia na coluna Claudio Humberto

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Aécio Brasil : novo portal de Aécio Neves para as redes sociais




Aécio Brasil, novo portal de Aécio para as redes sociais



Aécio Brasil: novo portal faz ponte com redes sociais

Quem quer conhecer melhor Aécio Neves tem agora um novo espaço para consultar. O “Aécio Brasil“, que já faz sucesso no facebook e no twitter, como um espaço de interação dos apoiadores de Aécio na rede, passa a ter, hoje (18/02), o seu portal (www.aeciobrasil.com), com notícias, histórias e muitas imagens sobre Aécio, como político e cidadão.

O projeto, que começou há anos com o Aécio Blog, agora está mais consistente. O portal tem a proposta de contar a história de Aécio, de uma forma mais leve e pessoal. Os principais espaços são o “Aécio Blog“, com notícias atuais; o “Aécio Memória“, com pequenas histórias e informações sobre o seu passado; e o “Agora é com Você“, com mensagens de colaboradores.

De forma complementar, o tumblr “120 dias com Aécio“, integrado ao projeto, apresenta, diariamente, momentos da vida do político. Hoje, o Aécio Brasil conta com 8 mil seguidores no twitter e mais de 56.500 no facebook.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Senador Aécio Neves sabe e valoriza a importância estratégica de São Paulo


Aécio sabe e valoriza a importância estratégica de São Paulo.



Fonte: O Globo Online



Aécio corteja PSDB paulista de olho em vitória no estado em outubro

Senador deverá dar cargos na campanha a tucanos de SP para garantir amplo apoio no maior colégio eleitoral do país

Visitas do presidenciável ao estado têm sido frequentes


SÃO PAULO - As visitas feitas pelo senador e pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, a diversas regiões do estado de São Paulo são apenas uma parte visível da estratégia montada pelo mineiro para garantir o engajamento total do PSDB paulista ao seu projeto eleitoral. Aécio tem apostado também em, pelo menos, outras duas frentes para viabilizar uma vitória na urnas no maior colégio eleitoral do país.

Uma delas é a distribuição de funções na equipe de campanha a tucanos paulistas. A outra iniciativa deverá ser confirmada em breve com o anúncio de que São Paulo será escolhido para sediar o lançamento da pré-candidatura de Aécio.

Os convites a paulistas para integrarem o núcleo da campanha têm sido feito aos poucos pelo senador. Algumas sondagens já foram confirmadas, como a indicação do deputado Carlos Sampaio, da região de Campinas, para a coordenação jurídica, e do ex-deputado Xico Graziano para comandar a área de redes sociais e internet. O ex-prefeito de Piracicaba Barjas Negri está auxiliando na elaboração do programa de governo para a saúde. Ele acompanhou Aécio a uma reunião mês passado na capital.

Para essa montagem, há um foco especial sobre aliados do ex-governador José Serra. O vereador Andrea Matarazzo deverá assumir um posto na coordenação da equipe de campanha na capital paulista e o senador Aloysio Nunes Ferreira é cotado para a coordenação nacional — se não for indicado para a vice de Aécio.

Os convites a paulistas são uma tentativa de envolver diretamente lideranças da sigla no estado na coordenação da campanha e evitar que se repita este ano o cenário de divisão partidária e de certo revanchismo das duas últimas eleições presidenciais entre o PSDB de São Paulo e Minas Gerais. Além dos escalados para atuar na campanha, Aécio tem aproveitado toda oportunidade para fazer pedidos de engajamento a tucanos em São Paulo.

No caso do lançamento da pré-campanha, a data do evento ainda não foi definida, embora esteja previsto para o fim de março. A cúpula do partido espera uma decisão de Serra sobre seus planos eleitorais para acertar a data e o local. Seria importante, segundo aliados do senador, que Serra participasse do evento.

O ex-governador tem mantido conversas com lideranças do partido, mas, por enquanto, não anunciou a que cargo disputará a eleição — senador ou deputado federal. Interlocutores próximos dele já consideram uma possibilidade factível uma candidatura dele à Câmara dos Deputados. O PSDB vê essa como a melhor opção para o partido, já que, com uma votação expressiva, ele poderia ajudar a ampliar a bancada tucana.

— Eu reencontrei o Aécio num almoço semanas atrás em São Paulo depois de muito tempo que não nos víamos. Ele pediu para que eu sentasse à mesa e me pediu que trabalhasse pela candidatura dele no estado. Não foi um convite para integrar a equipe, mas um pedido de apoio político — afirmou o ex-deputado Arnaldo Madeira.

“Me deem a vitória em SP”

O que move Aécio a fazer a corte aos paulistas é a necessidade de vencer a eleição em São Paulo para ter um mínimo de chance de levar a Presidência da República. "Me deem a vitória em São Paulo que eu dou a vocês a Presidência da República". A frase tem sido dita por ele nos encontros regionais no estado com políticos e militantes do PSDB e mostra o peso que São Paulo terá para a candidatura de Aécio. O senador quer evitar que aconteça em São Paulo o que houve em Minas Gerais em 2010, quando o candidato do PSDB, José Serra, perdeu para a então candidata do PT, Dilma Rousseff, nos dois turnos.

A mais recente sondagem, em janeiro, sinalizou que Aécio teria chegado aos 19% das intenções de voto dos paulistas. Embora muito aquém da marca histórica dos tucanos, o dado foi comemorado.

— Atribuímos o crescimento dele no estado às visitas realizadas no interior. A nossa meta era chegar a esse patamar em maio. A orientação agora é prosseguir com as viagens até completar todas as regiões do estado — disse o presidente do PSDB em São Paulo, Duarte Nogueira.

Na próxima semana, Aécio estará no litoral sul do estado. Até o fim de março, visitará o Vale do Ribeira, região mais pobre do estado, e o Vale do Paraíba, uma das mais desenvolvidas. Com isso, concluirá o tour pelo estado nessa fase de pré-campanha.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Aécio Neves líder da oposição : "O PT está à beira de uma crise de nervos"


terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Aécio :" O PT está à beira de uma crise de nervos"



Aécio Neves concede entrevista coletiva após reunião da Executiva Nacional


Brasília (DF) – O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, concedeu entrevista coletiva, após reunião da executiva da legenda, nesta terça-feira (11), em Brasília (DF). O senador respondeu a perguntas sobre a reunião da Executiva nacional do partido; alianças regionais nas eleições 2014; declarações da presidente Dilma Rousseff e de Rui Falcão, presidente nacional do PT.

A seguir, a entrevista.

Sobre a reunião da Executiva.

Tivemos uma decisão hoje, por unanimidade da Executiva nacional do partido, de que todos os entendimentos estaduais, que estimulamos que ocorram, seja em relação ao lançamento de candidaturas ou à formalização de coligações, terão que ser validados pela aprovação da Executiva nacional do partido. Isso, de alguma forma, reforça o caráter nacional do PSDB, a prioridade que temos hoje de buscar dar ao Brasil um modelo de governo alternativo a esse que está aí, reforça nossa posição no campo nacional. Mas minha expectativa é de que todos os impasses que eventualmente ocorram sejam resolvidos no entendimento, no diálogo. A nossa preocupação certamente não é onde tem candidatos colocados, seja a governador, seja ao Senado. Mas é uma cautela que devemos tomar em relação às seções do partido onde não há um quadro definido e não há candidatura majoritária colocada por parte do PSDB. Acho que o caráter de unanimidade que essa decisão teve é uma demonstração que o partido está unido como nunca na busca da viabilização do seu projeto nacional.

Como isso vai acontecer?

Os entendimentos regionais têm que preservar, obviamente, o partido localmente. Estou me referindo especificamente aonde não temos candidatos a governador. Então vamos dividir em duas etapas: onde temos candidaturas a governo colocadas, a questão está resolvida porque uma candidatura ao governo atende claramente ao interesse da candidatura nacional. Onde não temos candidaturas majoritárias colocadas, temos que atender a dois preceitos ou a duas especificidades. Uma delas a preservação da bancada do partido, seja nas Assembleias, seja na Câmara Federal ou eventualmente no Senado. E ao mesmo tempo não ser contraditória ao interesse nacional do partido. O que não podemos é, em determinado estado atender, por exemplo, a viabilização de uma coligação que eleja um deputado para o partido, mas que cause prejuízos à campanha nacional porque eventualmente coligou-se a uma chapa que tem outros candidatos.



Sobre palanques duplos. Pensa em não aceitar?

Não vamos violentar as soluções naturais. Em alguns casos, teremos coligações em que, dentro dessa coligação, os membros de determinado partido farão campanha para o seu candidato à Presidência e os membros do PSDB, e de partidos que conosco estejam coligados nacionalmente, farão campanha para o candidato do PSDB. Sem que haja impedimento de que ali, localmente, eles possam, por exemplo, estar apoiando a mesma candidatura a governador, porque isso não é uma invenção, isso é respeitar a lógica. O que não vamos admitir é que localmente quadros do PSDB de alguma forma apoiem uma candidatura (nacional) de outro partido, até porque não existe essa posição.

Há algum exemplo?

Esse exemplo não existe.

Sobre a possibilidade de PSDB e PSB dividirem palanque em algum estado.

Isso vai acontecer em vários locais naturalmente. Vamos ter coligações. Minas pode ser um exemplo desses, para ficar apenas no meu estado, que segue a naturalidade de um entendimento que já existe há 10, 11 anos. Ali é natural que ambos os partidos apoiem o mesmo candidato a governador, localmente. E dentro daquela coligação os deputados, por exemplo, do PSB, ou se eventualmente tiver alguém do PSB na chapa majoritária, apoiarão o seu candidato. Isso vai acontecer de forma inversa em outros locais. A violência seria outra. A violência seria se nós, que viemos construindo, por exemplo, em Minas Gerais, um projeto até aqui para qual o PSB foi muito importante, chegasse e dissesse ‘agora não, agora vocês vão em outro caminho, contra a continuidade do projeto que vocês mesmo construíram’. Porque eles estão dentro do governo, participam. Então, isso vai ser algo muito natural e o governador Eduardo Campos concorda comigo.

Por que essa decisão agora?

Porque é o momento dela. Porque, em vários locais, é preciso que haja uma orientação nacional. Na verdade, poderia se fazer amanhã uma intervenção se houvesse alguma decisão contrária ao interesse nacional do partido. É uma medida preventiva. É um sinal claro: o PSDB tem uma prioridade hoje, que supera todas as outras, eleger o próximo presidente da República.

Mas pelo histórico das últimas eleições presidenciais…

Acho que em alguns lugares nós deixamos de fazer coligações na direção que poderia ajudar mais fortemente a candidatura nacional. Não até por má vontade local, exatamente por falta dessa coordenação que nós estamos fazendo agora com razoável antecedência. Acho que esse é um fato novo. Nós estamos tendo a oportunidade de fazer essa construção com um mínimo de estratégia e racionalidade.

Sobre São Paulo.

Em São Paulo a condução será do governador Geraldo Alckmin. Ninguém questiona, ao contrário. Só de ter o nome do governador Geraldo Alckmin em São Paulo, a situação do partido tá bem resolvida.

No Rio de Janeiro, por exemplo, em que o partido pretende apoiar o Pezão, do PMDB, como é que vai ficar o palanque?

Não tem essa decisão, nem essa inclinação. É um estado ainda em aberto, mas não há essa inclinação. Nem decisão. Vamos construir algo que interesse a candidatura nacional do partido e preserve os nossos parlamentares. Essa é a regra. Não tem uma decisão tomada ainda em relação ao Rio de Janeiro.

Sobre crítica feita ontem pela presidente Dilma, que chamou adversários de “cara de pau”.

Foi no mesmo evento em que participou o presidente do partido também, não é? Olha, é lamentável que, em primeiro lugar, o presidente do partido que está no governo redija um discurso de sete laudas e não dê uma palavra em relação, por exemplo, à gravíssima crise de energia que assola o país e preocupa a todos os brasileiros; ou uma palavra em respeito aos direitos trabalhistas dos médicos cubanos, que nós defendemos; ou em relação, por exemplo, ao estado de calamidade que tomou conta da Petrobras, que perdeu mais de 50% de seu valor de mercado; ou sobre a crise de confiança que se abateu sobre o Brasil. Absolutamente nada.

Nós assistimos ali, de forma patética, uma sucessão de neologismos absolutamente desencontrados, que remontam aos mais gloriosos tempos dos aloprados. Na sequência devem vir aí mais alguns dossiês fajutos.

Infelizmente, acho que o PT protagonizou não uma festa, um evento partidário, mas, eu diria que inspirado talvez em Almodóvar, nós assistimos ali um partido à beira de uma crise de nervos. E está muito cedo, para um partido que nós sabemos que está preocupado com o cenário eleitoral, mostrar tanto desequilíbrio.

Em relação às ofensas ou ao palavreado da presidente da República, a minha boa formação mineira me impede de respondê-la no mesmo tom.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB : "Política energética negligente de Dilma tornou o Brasil vulnerável aos apagões"


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Aécio : "Política energética negligente de Dilma tornou o Brasil vulnerável aos apagões"

Fonte: Folha de S.Paulo online


Link: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/aecioneves/2014/02/1409780-vulneravel.shtml

Vulnerável – Aécio Neves


Discussões em torno da importância do planejamento e da capacidade de gestão dos governos tendem a ser consideradas áridas e distantes dos interesses da população.

No entanto, são cruciais e a atual crise do sistema de energia é um exemplo concreto da falta que fazem ao país.

A semana começa sem resposta para mais um apagão que deixou às escuras 6 milhões de pessoas em 13 Estados brasileiros.

Para efeito de análise de conjuntura, mais importante que o fator pontual, específico, que justifique a interrupção, é constatar a evidente vulnerabilidade do sistema, exposto à pressão das altas temperaturas registradas, ao declínio dos níveis dos reservatórios e à alta do consumo.

A demanda média do período está 8% acima das previsões feitas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico. Para se ter uma ideia mais clara do quadro, 75% da nossa produção energética vêm de fonte hidráulica e os reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste terminarão fevereiro com menos de 40% da capacidade.

Não pode ser simplesmente negligenciado ou reduzido a uma mera coincidência o fato de que, na terça-feira, o Sul atingiu seu recorde de carga apenas três minutos antes da falha no sistema de transmissão que causou o apagão.

Sintoma que expõe, em princípio, a hipótese de estar começando a haver desequilíbrio estrutural entre a capacidade de oferta e a demanda de energia no país, que o governo, a todo custo, tenta descartar, fazendo piadas diversionistas com descargas elétricas, ou sugerindo mais terceirização de responsabilidades.

Como parece ser menos provável que haja problema de geração, tudo converge para uma eventual precariedade das linhas de transmissão. Mais de dois terços das que estão em construção sofrem atrasos (média de 13,5 meses) e pode estar havendo investimento muito menor que o previsto na manutenção, em face da atabalhoada mudança de regulação, que provocou incertezas, desconfianças e -quem sabe- até um investimento menor que o necessário.

Poderíamos estar contando com os parques eólicos para compensar os problemas no segmento hidroelétrico. Infelizmente isso também não é possível, porque simplesmente não foram concluídas até hoje as respectivas linhas de transmissão.

Para o governo, o espaço para manobras vai se reduzindo e restam poucas alternativas: se reajustar tarifas, alimenta a inflação; se subsidiar ainda mais o custo, amplia o deficit nas contas públicas.

No geral, são erros imperdoáveis, para quem passou praticamente uma década inteira à frente do sistema energético nacional, advogando a excelência da gestão.

A realidade sempre cobra o seu preço. Pena que, mais uma vez, a conta pelo improviso seja paga pelos brasileiros.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.
http://dropsmisto.blogspot.com

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Aécio Neves líder da oposição : "PSDB se prepara para um grande Debate"


Marcadores: Aécio NevesDEM


Aécio Neves : " PSDB se prepara para um grande debate "



Aécio Neves: PSDB se prepara para um grande debate

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, afirmou, nesta quinta-feira (06/02), que o partido se prepara para um grande debate durante as eleições presidenciais desse ano. A declaração foi dada após reunião com o presidente do Democratas, senador Agripino Maia, em que foi discutida a aliança entre os partidos nos estados.

Aécio Neves criticou a falta de solidariedade do governo federal junto a estados e municípios em saúde, educação e segurança pública. O senador também lamentou o uso do Estado brasileiro para atender aos interesses do PT, e não da sociedade brasileira.

“O que me anima nessa aliança com o Democratas é que o nosso discurso é muito afinado, muito convergente. Somos contra o aparelhamento da máquina pública, contra essa visão ideológica que conduz a política externa brasileira. Somos contra esse centralismo absurdo do governo federal que impede uma ação mais solidária na segurança pública com estados e municípios, na saúde, onde o governo federal a cada ano vem se omitindo em relação aos anos anteriores, e até na qualidade da educação. O PSDB se prepara para um grande debate e para dizer aos brasileiros que esse ciclo de governo do PT exauriu-se”, disse.

Aécio Neves também afirmou que a aliança entre PSDB e DEM, além do plano nacional, está encaminhada em praticamente todos os estados brasileiros.

“Em 90% dos estados a aliança do PSDB com o Democratas está consolidada, até porque é uma aliança natural. E as alianças que funcionam na política são as que têm naturalidade, aquelas que respeitam a história de cada estado, que respeitam a tradição de cada região do Brasil. Essas alianças feitas por cima, a fórceps, através da distribuição de cargos, de favores, acabam não tendo uma correspondência na realidade local e o feito eleitoral que alguns acham que terão. As alianças que temos buscado construir são alianças que respeitam a aliança de cada estado e que possam expressar nossa visão de Brasil”, disse Aécio Neves.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Para Aécio Neves líder da oposição, apagão é fruto da incompetência do governo Dilma


Para Aécio, apagão é fruto da incompetência do governo Dilma

Aécio critica 'má gestão' petista em energia após apagão






O presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, criticou a "má gestão" do governo federal na área de energia, apontada como a causa do apagão que atingiu Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além do Tocantins. "Essa excessiva intervenção do governo federal vai certamente custar muito caro a todos os brasileiros que são afetados por esses apagões, e que, se não chover rapidamente, poderão ser maiores ainda no futuro", afirmou em nota.


Falha em sistema nacional causa apagão em diversos municípios
Após apagão, governo diz que estiagem não ameaça abastecimento
Uma falha no Sistema Interligado Nacional afetou o fornecimento de energia em diversos municípios na tarde desta terça-feira. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o problema interrompeu o fluxo de 5 mil MW para essas regiões.


Para evitar a propagação do evento, houve o desligamento automático de cargas pré-selecionadas pelos agentes distribuidores locais, visando restabelecer a frequência do sistema. A falha aconteceu às 14h03. O ONS afirma que às 14h41 a interligação Norte-Sudeste foi religada e a frequência normalizada.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Senador Aécio Neves critica viagem sem transparência de Dilma

Marcadores: Aécio Neves, Dilma


Aécio cobra mais transparência no governo Dilma



Aécio critica viagem sem transparência de Dilma


Aécio Neves disse que o Governo Dilma tem omitido informações de como o BNDES concedeu recursos para financiamento do porto cubano.

Sem transparência

Aécio critica viagem sem transparência de Dilma

Senador Aécio Neves disse que a A ausência (de transparência) causou mais danos do que a verdade causaria.
Aécio critica viagem de Dilma e promete governar com metade dos ministérios

Pré-candidato tucano também criticou a reforma ministerial em andamento

Na primeira entrevista coletiva concedida em 2014, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), pré-candidato à Presidência da República, criticou nesta segunda-feira recente viagem a Portugal da presidente Dilma Rousseff (PT), afirmando o episódio serve como uma amostra da falta de transparência do governo federal. Aécio esteve em Cascavel (PR), onde prestigiou, ao lado do governador Beto Richa (PSDB) e do senador Alvaro Dias (PSDB), a abertura do Show Rural Coopavel, evento direcionado à difusão da tecnologia do agronegócio.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB : "Ano novo, agenda velha"


Aécio Neves : " Ano novo, agenda velha "



2014 começou replicando as agruras do ano passado: desconfiança, expectativa de baixo crescimento e indisposição para investir; balança comercial no vermelho, juros mais altos para conter a ameaça inflacionária que continua rondando o país; atrasos crônicos nas obras, movidas muito mais a foguetório e palanque, do que planejamento e gestão.

Isso sem contar as estranhezas de sempre, que se repetem em novas edições da contabilidade criativa. Desta vez, nem mesmo áreas convulsionadas como saúde e segurança escaparam dos cortes improvisados para compor o indefectível superávit primário gerado a fórceps.

Bastam alguns instantes acompanhando a política econômica do governo federal para concluir que não devemos esperar muito mais do que os remendos dos últimos anos. A agenda principal é paralisante, voltada para corrigir erros criados pela própria administração federal, refletindo um tempo perdido em que discurso e realidade se distanciaram "como nunca antes na história desse país".

A necessidade do Brasil inaugurar uma nova agenda parece que ficará mesmo circunscrita à reedição dos debates tradicionais em ano de sucessão presidencial. Pouco ou quase nada se acrescentará de prático, como medida para destravar o país. Nunca é demais lembrar que poderíamos estar em outro estágio, caso o ciclo de governo petista não tivesse levado dez longos anos para decidir sobre as concessões em infra-estrutura. Ou que poderíamos estar entregando agora as importantes obras de mobilidade urbana, que tanto serviram de argumento para justificar os esforços para realizar a Copa do Mundo de 2014 em nosso território, e que, em grande parte, vão acabar ficando mesmo no meio do caminho.

Não há qualquer sinal no horizonte ou disposição mínima para abrir discussão sobre o que interessa -- o isolamento do país das mais importantes cadeias produtivas do mundo, a competitividade perdida e o grande esforço que precisamos realizar para incentivar inovação.

A esse respeito, lembrei-me de recente entrevista de um dos mais prestigiados e reconhecidos economistas brasileiros, José Alexandre Scheinkman, às páginas amarelas da revista "Veja". Nelas, ele aponta o fraco desempenho do PIB como resultado de erros do governo em questões cruciais para o avanço da economia -- os excessos de protecionismo e intervenção no livre mercado e a omissão na criação das condições para que o Brasil melhore a sua produtividade.

Scheinkman nos lembra que produtividade é a força propulsora das economias que mais cresceram no mundo. Desde 1989, segundo ele, os Estados Unidos aumentaram a produtividade em 12%, a China, em mais de 50%, e a Coreia do Sul, em 65%. E o Brasil praticamente não saiu do lugar. Não por falta de competência ou talento das forças produtivas nacionais, mas de estratégia e estímulos na direção correta.

2014 nasce refém dos erros de 2013, 2012, 201

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Aécio Neves líder da oposição reúne tucanos para discutir programa de governo

Marcadores: CamposMarina


Aécio reúne tucanos para discutir programa de governo



Aécio reúne tucanos para discutir programa de governo

O vereador Andrea Matarazzo, o ex-ministro de Relações Exteriores Celso Lafer, o deputado federal Sérgio Guerra e o ex-embaixador Rubens Barbosa também estiveram presentes no encontro

São Paulo - Provável candidato tucano na disputa pelo Palácio do Planalto, o senador mineiro Aécio Neves reuniu em São Paulo nesta tarde um grupo de peso que deve auxiliá-lo na elaboração do projeto de governo que irá apresentar à população durante a campanha eleitoral. Participaram de um almoço organizado pelo senador o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso, o ex-governador do Ceará Tasso Jereissati, o vereador Andrea Matarazzo, o jurista e ex-ministro das relações exteriores Celso Lafer, o deputado federal Sérgio Guerra e o ex-embaixador Rubens Barbosa.

Durante cerca de uma hora e meia, o grupo conversou em um restaurante na capital paulista sobre programa de governo e sobre Brasil, de acordo com Aécio. O tucano ressaltou a "preocupação com os rumos" que o País está tomando e, ao sair do local, disse ao Broadcast estar satisfeito com a disposição das pessoas na construção conjunta de um programa.

Aécio, que tem feito duras críticas à gestão da presidente Dilma Rousseff, disse que o grupo não se deteve na conversa sobre as recentes viagens da presidente. Depois de ir ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, Dilma passou um final de semana em Lisboa, antes de partir para Cuba. "Só lamentamos", disse Aécio, questionado se o grupo, composto por um ex-embaixador e um ex-ministro das Relações Exteriores, conversou sobre o assunto. "Falamos que finalmente a presidente inaugurou a primeira grande obra de seu governo. Pena que não foi no Brasil", disse Aécio, em referência ao financiamento do BNDES ao Porto de Mariel, a 45 quilômetros de Havana. "Falamos de Mercosul, de economia, nosso projeto é Brasil", reforçou o senador mineiro.

No encontro, Tasso Jereissati foi novamente abordado por Aécio para que se candidate mais uma vez a uma cadeira no Senado pelo Ceará. Ele é tido pelos tucanos com um nome forte para projetar Aécio no Nordeste, região do País em que o PSDB tenta ganhar espaço e zona do provável adversário Eduardo Campos (PSB), governador de Pernambuco. Aécio enfatizou a possibilidade de candidatura de Tasso, que desconversou sobre a decisão. "Como ele (Aécio) será presidente, pedi para tirarmos uma foto com a mão dele no meu ombro", brincou. O mineiro foi enfático e afirmou que Jereissati caminha para a candidatura ao Senado. Mas Tasso é apontado também como um possível coordenador geral da campanha de Aécio, posto que pode ser destinado ainda ao senador tucano Aloysio Nunes.

Já o ex-embaixador Rubens Barbosa foi assediado por Aécio para que se comprometesse a auxiliar os trabalhos do PSDB. Depois do almoço, assumiu o desafio e deve atuar junto ao atual governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia. A marca que os tucanos devem apontar como bandeira é o da eficiência da gestão em Minas Gerais.

O vereador Andrea Matarazzo chegou atrasado ao encontro. Para o almoço, que aconteceu no restaurante Ici Bistrô, em Higienópolis, bairro onde reside o ex-presidente, Aécio escolheu um robalo como prato principal e Fernando Henrique preferiu um frango ao molho rôti.

Mais tucanos. Na segunda, 27, o senador mineiro já havia se encontrado com tucanos: o governador paulista, Geraldo Alckmin, e o ex-governador José Serra. Os três se encontraram durante evento em homenagem às vítimas do holocausto, realizado no Palácio dos Bandeirantes. Informações do Estadão.
Guardian DF

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Senador Aécio Neves : "Viagem de Dilma a Portugal foi uma ofensa aos brasileiros"




Marcadores: Aécio Neves, PSDB


Aécio Neves : "Viagem de Dilma a Portugal foi uma ofensa aos brasileiros"



Aécio Neves: “Viagem de Dilma a Portugal foi uma ofensa aos brasileiros”


O senador Aécio Neves criticou o comportamento da presidente Dilma Rousseff e de sua comitiva na passagem por Lisboa, em Portugal, no último sábado (25). Segundo ele, novamente o PT confunde o público com o privado.

Aécio Neves: presidente do PSDB

Provável candidato do PSDB à Presidência da República neste ano, o senador Aécio Neves (MG) reforçou nesta segunda-feira (27) o coro da oposição contra a viagem a Portugal realizada no final de semana pela presidente Dilma Rousseff.

Sem compromissos oficiais em Lisboa, onde parou no sábado (25) após decolar de Davos (Suiça) rumo à Cuba, Dilma jantou no restaurante Eleven, um dos três únicos da cidade a ter uma estrela no guia Michelin, e ficou hospedada no Ritz Four Seasons, um dos mais luxuosos da capital.

Para Aécio, a viagem foi feita "de forma dissimulada", porque, segundo ele, "tinha uma agenda que não era pública".

“Infelizmente, é mais um péssimo exemplo. O PT sempre teve dificuldade de separar o que é público do que é pessoal e partidário. A história se repete. A presidente ter escolhido ficar numa suite cuja diária custa mais de 30 salários mínimos em uma viagem sem qualquer compromisso oficial, carregando um séquito de dezenas de pessoas, agride o país e ofende os brasileiros”, afirmou o senador.

Em nota, a Presidência da República afirmou que a parada técnica em Lisboa foi "adequada" porque o Airbus presidencial não tem autonomia para voar da Suíça a Cuba, onde Dilma cumpre agenda a partir desta segunda-feira.

Tratada como segredo de Estado pelo Palácio do Planalto, a passagem da presidente Dilma Rousseff por Portugal já estava confirmada e foi comunicada ao governo local na quinta-feira, o que contradiz o ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, segundo quem a decisão de parar em Lisboa só foi tomada "no dia da partida" da Suíça, no sábado passado.

A última fase da viagem também rendeu críticas à presidente, que participou ontem da inauguração da primeira etapa do Porto de Mariel, a 45 quilômetros de Havana. O porto custou US$ 957 milhões, dos quais US$ 682 milhões foram financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Aécio disse que os contratos do governo federal com Cuba "não têm transparência", e que o PSDB irá solicitar informações sobre a aplicação desses recursos.

"Não são recursos privados do PT que estão sendo investidos, é verba pública, e elas precisam de transparência", acrescentou.

PSDB/oficial
http://dropsmisto.blogspot.com

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

PSDB de Minas quer facilitar campanha de Aécio Neves líder da oposição



PSDB de Minas quer facilitar campanha de Aécio

PSDB de Minas antecipa decisão para Aécio cuidar de sua campanha

Brasil Econômico


Os tucanos de Minas Gerais resolveram antecipar o anúncio de quem será o candidato do partido à sucessão do governador Antonio Anastasia (PSDB), que deve disputar a eleição ao Senado. A ideia inicial era decidir até março, mas eles querem agora fechar o nome até o mês que vem, para deixar o senador Aécio Neves mais concentrado em sua campanha presidencial. A decisão no Estado, obviamente, passa por ele e por Anastasia, mas depende também das possibilidades de coligação nacional e estadual. Ministro das Comunicações no governo Fernando Henrique e ex-prefeito de Belo Horizonte, Pimenta da Veiga disputa a indicação com o deputado federal Marcus Pestana, presidente estadual do PSDB. A candidatura de Pimenta agrada mais a setores conservadores da aliança.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Dilma diz que "observa" crise de presídios. Aécio diz que ela "lava as mãos"



terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Dilma diz que "observa" crise de presídios. Aécio diz que ela" lava as mãos"



Dilma diz que governo observa, mas não pode se impor sobre crise nos presídios


A presidente Dilma Rousseff afirmou que os governos do PT não “lavaram as mãos” sobre a violência no Brasil em meio à crise nos presídios, mas depende de um pedido dos Estados para atuar. Dilma garante que está observando o decorrer dos fatos e estão sendo feitas ações, como o envio da Força Nacional de Segurança, aos Estados que solicitam essa atuação – como aconteceu em gestões federais anteriores. As informações são do jornal O Globo.


“Nós, pelo menos o meu governo e o governo do presidente Lula, nunca dissemos que a violência era um problema dos Estados e que, portanto, nós lavávamos as nossas mãos. Outros governos alegaram isso, não os nossos”, disse a presidente. Na semana passada, o pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, disse que o governo “lava as mãos” quando trata de segurança pública.


Em entrevista a rádios mineiras na segunda-feira, a presidente não citou o Maranhão, que enfrenta uma crise no sistema prisional, com conflitos no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, mas garantiu que o governo federal tem sido atuante em suas atribuições na área de segurança, disponibilizando vagas em presídios federais para que os Estados transfiram líderes do crime para esses presídios - o que ajudaria a reduzir a insegurança no País.


noticias.terra.com.br

Aécio Neves aposta na insatisfação do PMDB com Dilma




Postado por Carlos Guimaraes de Matos Jr. às 11:38 Links para esta postagem
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Marcadores: Aécio Neves


Aécio aposta na insatisfação do PMDB com Dilma

Aécio aposta em peemedebistas insatisfeitos com PT



Tucano mostra disposição em abrir espaços em seu arco de alianças para acomodar o PMDB


PMDB está sendo vítima da obsessão do PT por espaço”, diz Aécio


George Gianni/PSDB


Embora enfrente dificuldades para montar palanques em alguns Estados, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), quer tirar proveito das insatisfações geradas na base aliada do governo federal com a reforma ministerial.


O tucano mostra disposição em abrir espaços em seu arco de alianças para acomodar o PMDB — principal aliado da presidente Dilma Rousseff — nos locais onde o partido ameaça se rebelar. A ideia é aproveitar a crise do partido com o governo nas negociações da reforma ministerial para atrair apoios regionais do PMDB para sua candidatura à Presidência.


— O PMDB está sendo vítima dessa obsessão do PT por espaço. Mas dissidências ocorrerão em todos os Estados, porque não é fácil acomodar um latifúndio como esse em uma só chapa. Os interesses regionais acabam sendo conflitantes e o PT ainda nos ajuda ao querer tudo. O PT quer o poder federal, o poder nos Estados, quer o Senado, a maioria na Câmara e pode acabar ficando sem nenhuma dessas coisas.


noticias.R7.com

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Senador Aécio Neves alerta para os "truques contábeis" do Governo Dilma


segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Aécio alerta para os " truques contábeis" do Governo Dilma


Truques & riscos


O conhecido "jeitinho brasileiro" ameaça ganhar status de política de Estado, tal a frequência com que tem sido usado como estratégia de repaginação dos indicadores macroeconômicos. Os exemplos vão se acumulando, dia a dia.

Para calcular a inflação, nada melhor que contar com o controle político sobre preços administrados em setores estratégicos. E por que não atrasar a transferência de R$ 7 bilhões a Estados e municípios, inclusive recursos voltados para a saúde pública, prejudicando milhões de brasileiros, para dar a impressão de que cumpriu-se o superavit primário?

A inventividade do governo parece não ter limites.

É preciso reconhecer a habilidade dos truques contábeis e o uso de artifícios para melhorar a performance das contas públicas. Se há brechas legais, parece que a ordem é aproveitá-las.

Neste campo instalou-se um autêntico vale-tudo, como a estarrecedora operação da Caixa Econômica Federal, ainda sob grave suspeição, na transferência de recursos de contas de caderneta de poupança pretensamente inativas para engordar o seu balanço. É a velha tática: "se colar, colou"...

O resultado da economia brasileira certamente seria melhor se o esforço gasto em maquiar números fosse efetivamente aplicado no aperfeiçoamento da gestão. Instituições que guardam histórico compromisso com o rigor, a transparência e o profissionalismo, como o Banco Central, estão cada vez mais isoladas diante do descontrole fiscal generalizado e, não por acaso, patinam na implementação do ajuste necessário para amenizar o ambiente inflacionário.

"Estamos no limiar de um novo ciclo econômico do Brasil", disse o ministro da Fazenda, para justificar o injustificável. A verdade é que, infelizmente, o Brasil está perdendo oportunidades preciosas de ativar o seu crescimento, como a Copa, pródiga em promessas de realizações e pífia em resultados, até o momento.

Os investimentos em infraestrutura são praticamente inexistentes, em face ao que foi prometido. Em termos de desempenho, o que temos a mostrar à comunidade internacional, para nossa vergonha, é o segundo pior crescimento na América do Sul, atrás apenas da Venezuela.

A desconfiança generalizada da sociedade não é uma peça ficcional criada pelos críticos do governo, mas o resultado de uma gestão ineficaz, pouco transparente e incapaz de reintegrar o país a uma rota de desenvolvimento e de ampliação das conquistas sociais.

É urgente agir, com coragem e responsabilidade, para não permitir que o país retroceda e coloque em risco as conquistas que nos trouxeram até aqui.

Uma das principais, a credibilidade, nem mesmo o "jeitinho brasileiro" foi capaz de assegurar. Esta, infelizmente, já perdemos.



Folha de São Paulo
AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.



Aécio Neves é senador pelo PSDB-MG. Foi governador de Minas Gerais entre 2003 e 2010. É formado em economia pela PUC-MG. Escreve às segundas-feiras na página A2 da versão impressa

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Aécio Neves líder da oposição e Alckmin fecham acordo para campanha




Aécio e Alckmin fecham acordo para campanha

Alianças no cardápio tucano



O senador Aécio Neves (PSDB-MG), pré-candidato à Presidência da República, e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), discutiram ontem o quadro de alianças da legenda para as próximas eleições.
Os dois principais líderes tucanos almoçaram juntos no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, e no cardápio, elaborado pelo mineiro, foi apresentada uma "radiografia das alianças".
(...)
Estado de Minas