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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Aécio Neves líder da oposição : "PSDB se prepara para um grande Debate"


Marcadores: Aécio NevesDEM


Aécio Neves : " PSDB se prepara para um grande debate "



Aécio Neves: PSDB se prepara para um grande debate

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, afirmou, nesta quinta-feira (06/02), que o partido se prepara para um grande debate durante as eleições presidenciais desse ano. A declaração foi dada após reunião com o presidente do Democratas, senador Agripino Maia, em que foi discutida a aliança entre os partidos nos estados.

Aécio Neves criticou a falta de solidariedade do governo federal junto a estados e municípios em saúde, educação e segurança pública. O senador também lamentou o uso do Estado brasileiro para atender aos interesses do PT, e não da sociedade brasileira.

“O que me anima nessa aliança com o Democratas é que o nosso discurso é muito afinado, muito convergente. Somos contra o aparelhamento da máquina pública, contra essa visão ideológica que conduz a política externa brasileira. Somos contra esse centralismo absurdo do governo federal que impede uma ação mais solidária na segurança pública com estados e municípios, na saúde, onde o governo federal a cada ano vem se omitindo em relação aos anos anteriores, e até na qualidade da educação. O PSDB se prepara para um grande debate e para dizer aos brasileiros que esse ciclo de governo do PT exauriu-se”, disse.

Aécio Neves também afirmou que a aliança entre PSDB e DEM, além do plano nacional, está encaminhada em praticamente todos os estados brasileiros.

“Em 90% dos estados a aliança do PSDB com o Democratas está consolidada, até porque é uma aliança natural. E as alianças que funcionam na política são as que têm naturalidade, aquelas que respeitam a história de cada estado, que respeitam a tradição de cada região do Brasil. Essas alianças feitas por cima, a fórceps, através da distribuição de cargos, de favores, acabam não tendo uma correspondência na realidade local e o feito eleitoral que alguns acham que terão. As alianças que temos buscado construir são alianças que respeitam a aliança de cada estado e que possam expressar nossa visão de Brasil”, disse Aécio Neves.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Senador Aécio Neves : "Viagem de Dilma a Portugal foi uma ofensa aos brasileiros"




Marcadores: Aécio Neves, PSDB


Aécio Neves : "Viagem de Dilma a Portugal foi uma ofensa aos brasileiros"



Aécio Neves: “Viagem de Dilma a Portugal foi uma ofensa aos brasileiros”


O senador Aécio Neves criticou o comportamento da presidente Dilma Rousseff e de sua comitiva na passagem por Lisboa, em Portugal, no último sábado (25). Segundo ele, novamente o PT confunde o público com o privado.

Aécio Neves: presidente do PSDB

Provável candidato do PSDB à Presidência da República neste ano, o senador Aécio Neves (MG) reforçou nesta segunda-feira (27) o coro da oposição contra a viagem a Portugal realizada no final de semana pela presidente Dilma Rousseff.

Sem compromissos oficiais em Lisboa, onde parou no sábado (25) após decolar de Davos (Suiça) rumo à Cuba, Dilma jantou no restaurante Eleven, um dos três únicos da cidade a ter uma estrela no guia Michelin, e ficou hospedada no Ritz Four Seasons, um dos mais luxuosos da capital.

Para Aécio, a viagem foi feita "de forma dissimulada", porque, segundo ele, "tinha uma agenda que não era pública".

“Infelizmente, é mais um péssimo exemplo. O PT sempre teve dificuldade de separar o que é público do que é pessoal e partidário. A história se repete. A presidente ter escolhido ficar numa suite cuja diária custa mais de 30 salários mínimos em uma viagem sem qualquer compromisso oficial, carregando um séquito de dezenas de pessoas, agride o país e ofende os brasileiros”, afirmou o senador.

Em nota, a Presidência da República afirmou que a parada técnica em Lisboa foi "adequada" porque o Airbus presidencial não tem autonomia para voar da Suíça a Cuba, onde Dilma cumpre agenda a partir desta segunda-feira.

Tratada como segredo de Estado pelo Palácio do Planalto, a passagem da presidente Dilma Rousseff por Portugal já estava confirmada e foi comunicada ao governo local na quinta-feira, o que contradiz o ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, segundo quem a decisão de parar em Lisboa só foi tomada "no dia da partida" da Suíça, no sábado passado.

A última fase da viagem também rendeu críticas à presidente, que participou ontem da inauguração da primeira etapa do Porto de Mariel, a 45 quilômetros de Havana. O porto custou US$ 957 milhões, dos quais US$ 682 milhões foram financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Aécio disse que os contratos do governo federal com Cuba "não têm transparência", e que o PSDB irá solicitar informações sobre a aplicação desses recursos.

"Não são recursos privados do PT que estão sendo investidos, é verba pública, e elas precisam de transparência", acrescentou.

PSDB/oficial
http://dropsmisto.blogspot.com

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

PSDB de Minas quer facilitar campanha de Aécio Neves líder da oposição



PSDB de Minas quer facilitar campanha de Aécio

PSDB de Minas antecipa decisão para Aécio cuidar de sua campanha

Brasil Econômico


Os tucanos de Minas Gerais resolveram antecipar o anúncio de quem será o candidato do partido à sucessão do governador Antonio Anastasia (PSDB), que deve disputar a eleição ao Senado. A ideia inicial era decidir até março, mas eles querem agora fechar o nome até o mês que vem, para deixar o senador Aécio Neves mais concentrado em sua campanha presidencial. A decisão no Estado, obviamente, passa por ele e por Anastasia, mas depende também das possibilidades de coligação nacional e estadual. Ministro das Comunicações no governo Fernando Henrique e ex-prefeito de Belo Horizonte, Pimenta da Veiga disputa a indicação com o deputado federal Marcus Pestana, presidente estadual do PSDB. A candidatura de Pimenta agrada mais a setores conservadores da aliança.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Dilma diz que "observa" crise de presídios. Aécio diz que ela "lava as mãos"



terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Dilma diz que "observa" crise de presídios. Aécio diz que ela" lava as mãos"



Dilma diz que governo observa, mas não pode se impor sobre crise nos presídios


A presidente Dilma Rousseff afirmou que os governos do PT não “lavaram as mãos” sobre a violência no Brasil em meio à crise nos presídios, mas depende de um pedido dos Estados para atuar. Dilma garante que está observando o decorrer dos fatos e estão sendo feitas ações, como o envio da Força Nacional de Segurança, aos Estados que solicitam essa atuação – como aconteceu em gestões federais anteriores. As informações são do jornal O Globo.


“Nós, pelo menos o meu governo e o governo do presidente Lula, nunca dissemos que a violência era um problema dos Estados e que, portanto, nós lavávamos as nossas mãos. Outros governos alegaram isso, não os nossos”, disse a presidente. Na semana passada, o pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, disse que o governo “lava as mãos” quando trata de segurança pública.


Em entrevista a rádios mineiras na segunda-feira, a presidente não citou o Maranhão, que enfrenta uma crise no sistema prisional, com conflitos no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, mas garantiu que o governo federal tem sido atuante em suas atribuições na área de segurança, disponibilizando vagas em presídios federais para que os Estados transfiram líderes do crime para esses presídios - o que ajudaria a reduzir a insegurança no País.


noticias.terra.com.br

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Senador Aécio Neves volta a denunciar o improviso do governo Dilma



Aécio volta a denunciar o improviso do governo Dilma

Adversários criticam veto de Dilma na LDO



Após a presidente Dilma Rousseff vetar pontos da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que ajudavam a controlar os custos de obras, editando-os em decreto, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, provável candidato à Presidência pelo PSB, afirmou que a retirada desses parâmetros da lei "é uma regressão" e "um equívoco". O senador Aécio Neves, que deve disputar o Planalto pelo PSDB, criticou o que chama de "improviso" do governo.
(...)
Para Aécio, "a substituição das bases utilizadas nos cálculos das obras devia ter merecido um amplo debate, incluindo setores da sociedade, os órgãos de controle e fiscais públicos.
(...)
Estado de São Paulo

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Aécio Neves líder da oposição enumera cinco erros do governo Dilma


segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Aécio enumera os 5 maiores erros do governo Dilma



Fonte: Folha de S.Paulo - 06/01/2014 - Coluna de Aécio Neves
Link para assinantes: 
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/146502-nervosinhos.shtml

'Nervosinhos'


Aécio Neves

Ao antecipar o anúncio do cumprimento do superavit primário, na sexta-feira, o ministro Guido Mantega agiu como aquele chefe que gosta de contar uma piada para desanuviar um ambiente carregado. Todo mundo dá uma gargalhada forçada, por obrigação, a reunião termina, as pessoas vão embora, mas os problemas continuam sobre a mesa sem qualquer solução à vista.

Com base apenas em fatos recentes, preparei aqui uma lista resumida de cinco motivos para que o ministro possa entender por que os brasileiros estão "nervosinhos" com a situação da economia.

1) Fragilidade no superavit primário: o resultado foi atingido com ajuda de receitas extras, como o bônus da privatização do campo de petróleo de Libra, que não vão se repetir em 2014, tornando o equilíbrio fiscal ainda mais duro de ser alcançado ao longo do ano.

2) Queda na balança comercial: divulgados na última semana, os números da balança comercial brasileira tiveram o pior desempenho em 13 anos.

3) Desvalorização da Petrobras: para tristeza da memória de tantos nacionalistas que se recordam da campanha "O petróleo é nosso", em 2013 a estatal foi a empresa de capital aberto que mais perdeu valor de mercado em termos nominais, segundo a consultoria financeira Economatica. Em apenas três anos, o governo Dilma conseguiu a façanha de reduzi-la a menos da metade do seu valor. Entre os motivos, está a gestão orientada para render dividendos políticos ao Partido dos Trabalhadores.

4) Recorde na carga tributária: enganou-se quem acreditava que a situação dos impostos no Brasil não podia mais piorar. A Receita Federal divulgou a carga tributária de 2012, que bateu mais um recorde e chegou a 35,85% da renda nacional.

5) PIB em baixa, inflação em alta: a bravata do "pibão" na casa dos 4%, prometidos para 2013, deve acabar reduzida a um humilde "pibinho" abaixo de 2,5%. Além disso, o ano de 2013 ficará conhecido como aquele em que a inflação, de péssima lembrança, voltou a assombrar as feiras e os supermercados.

Essa é a realidade que as autoridades se recusam a admitir publicamente.

Em junho, a presidente Dilma Rousseff acusou a oposição de agir como o Velho do Restelo, personagem de Camões que representa o pessimismo. A economia, entretanto, continuou à deriva. Agora, a presidente reclama de uma suposta "guerra psicológica", "capaz de inibir investimentos e retardar iniciativas". Já para o ministro Guido Mantega, são os "nervosinhos" que atrapalham o sucesso dos planos formidáveis do governo.

As crianças costumam ter amigos imaginários. Os petistas cultivam os inimigos imaginários. Assim, fica mais fácil livrar-se das responsabilidades para as quais foram eleitos.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Pesquisa aponta 46% para Aécio e 35% para Dilma em Minas

 




Pesquisa aponta 46% para Aécio e 35% para Dilma em Minas



O senador Aécio Neves (PSDB-MG) é o preferido dos eleitores mineiros para as eleições presidenciais do próximo ano, mas seu desempenho precisa ainda melhorar no Estado para atingir o que os tucanos traçaram como meta. Pesquisa de intenção de voto divulgada ontem e realizada pela MDA em parceria com o jornal "Estado de Minas", mostra Aécio com 46,6% das intenções de voto dos mineiros. A presidente Dilma Rousseff (PT) aparece com 35,4%. Nesse cenário, o terceiro candidato é o governador do Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), que teve 6,6% das intenções. Se a terceira candidata for a ex-senadora Marina Silva (PSB), os mineiros dariam a ela 13,2% dos votos. Aécio teria 43,8% e Dilma, 33,8%. No segundo turno, o senador venceria em todos os cenários.

(...)
Valor Econômico

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Aécio presidente do PSDB, Campos e Marina atacam Dilma


Aécio, Campos e Marina atacam Dilma

Candidatos atacam política econômica e acenam a empresas


Os três principais candidatos que devem enfrentar a presidente Dilma Rousseff nas eleições de 2014 criticaram ontem a política econômica do governo e fizeram acenos ao setor privado, num esforço para conquistar a confiança do empresariado na sua capacidade de conduzir o país. Reunidos para um fórum organizado pela revista "Exame", a ex-senadora Marina Silva, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), disseram que Dilma foi incapaz de criar um ambiente de segurança para os investimentos privados.
Em seu discurso para os empresários, Aécio falou em um "eventual governo do PSDB" e defendeu quatro medidas em termos genéricos: simplificação do sistema tributário, investimento em educação, abertura da economia e incentivo à inovação.

(...)
Folha de São Paulo

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Um atraso histórico ....PT tenta recuperar decisoes equivocadas.....


Um atraso histórico


07 Abr 2010 às 13:02:15

Em nota, PSDB, DEM e PPS dizem ser tardia homenagem de Dilma a Tancredo

A homenagem de Dilma Rousseff a Tancredo Neves chega com 25 anos de atraso e sem explicações devidas e nunca apresentadas todo esse tempo.

O PT, partido ao qual Dilma Rousseff aderiu recentemente, mas que hoje representa no nível mais alto, negou apoio a Tancredo Neves e ao pacto de transição democrática que sua candidatura presidencial possibilitou.

Intransigente no erro, o PT expulsou seus deputados que entenderam a importância desse pacto para o Brasil e votaram em Tancredo no colégio eleitoral.

Luis Inácio Lula da Silva, numa de suas lamentáveis bravatas oposicionistas, desprezou a proposta de diálogo entre trabalhadores e empresários formulada por Tancredo em sua pregação.

Com a arrogância habitual, nem o PT, nem Dilma Rousseff, nem Lula da Silva jamais se retrataram por suas posições equivocadas e mesquinhas nesse passo decisivo da caminhada do Brasil rumo à democracia.

Da mesma forma, jamais se retrataram da negativa de apoio a outro mineiro ilustre, Itamar Franco, quando lhe coube a missão de resgatar a democracia brasileiras dos descaminhos de Collor de Mello - hoje aliado dileto do governo Lula e da candidatura de Dilma Rousseff.

Tardia e mal explicada, a homenagem a Tancredo Neves se reduz a uma encenação com as marcas inconfundíveis da impostura e do oportunismo, presentes em outras passagens da carreira da neo-petista Dilma Rousseff.

Senador Sérgio Guerra (PE) - Presidente Nacional do PSDB

Deputado Rodrigo Mais (RJ) - Presidente Nacional do DEM

Roberto Freire - Presidente Nacional do PPS

Brasília, 07 de abril de 2010