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sexta-feira, 12 de maio de 2017

Aécio lidera movimento para a tão necessária reforma política





Estadão Conteúdo


Pedro França/Arquivo Senado /
O Senador anunciou a flexibilização da proposta que sugere a criação da cláusula de desempenho e o fim das coligações partidárias

Em reunião na residência oficial da presidência da Câmara dos Deputados, dirigentes partidários costuraram um acordo para viabilizar a aprovação da reforma política. Porta-voz do grupo, o presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), anunciou a flexibilização da proposta que sugere a criação da cláusula de desempenho e o fim das coligações partidárias. Segundo Aécio, a proposta será aprovada na comissão especial em 11 sessões, o que permite a apreciação do plenário da Câmara em três semanas.

Com a participação do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, ficou acertado que a Proposta de Emenda à Constituição de autoria de Aécio e do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) será flexibilizada na questão da cláusula de desempenho. Inicialmente, a proposta estabelecia a restrição do funcionamento parlamentar, do acesso ao Fundo Partidário e do acesso gratuito ao rádio e à televisão aos partidos que não alcançassem pelo menos 3% dos votos válidos nas eleições para a Câmara dos Deputados em 2022, distribuídos em pelo menos 14 Estados, com um mínimo de 2% em cada uma delas.

Após a reunião desta tarde, a cláusula começará com 1,5% em 2018, subindo o porcentual em 0,5% a cada ano eleitoral até chegar a 3% em 2030. Também houve a redução de exigência dos 14 Estados para 9. Houve acordo para o fim das coligações partidárias em 2020 e a manutenção da proposta de federação partidária. "É o primeiro avanço objetivo concreto", comemorou Aécio.

O encontro reuniu os presidentes Rui Falcão (PT), Gilberto Kassab (PSD), Carlos Siqueira (PSB), Agripino Maia (DEM), Romero Jucá (PMDB) e representantes do Solidariedade, PR, PCdoB, além do ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), se comprometeu em anunciar hoje a instalação da comissão especial. A relatoria da PEC deve ficar com um parlamentar do PSDB.

Aécio acredita que a proposta vai ajudar a reduzir as representações no Congresso Nacional de 28 para 15 partidos. "Ainda é um excesso, mas um avanço considerável", comentou. O presidente do PSDB admitiu que não haverá unanimidade em todos os temas, mas disse que nesta tarde o grupo chegou a um acordo que possibilita a aprovação do texto com ampla margem de votos.

Houve consenso também para que a reforma política estabeleça o financiamento público de campanhas eleitorais com a criação de um fundo. O texto do relator Vicente Cândido (PT-SP) vai propor o sistema eleitoral com lista fechada, evoluindo para um sistema distrital misto no futuro.

Representando o PCdoB, um dos partidos pequenos que resistiam à cláusula de desempenho, o deputado Orlando Silva (SP) deixou a reunião dizendo que não se sentia completamente contemplado, mas admitindo a nova proposta de Aécio e reconheceu que está em construção um entendimento em torno do tema, já que os nanicos terão a chance de se fortalecer em 2018. "Considero que houve um avanço. Ele (Aécio) apresentou uma proposta mais flexível", declarou.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Monica Moura delata:Pimentel carregou mala de dinheiro





Matéria no Jornal Extra de Hoje:



BRASÍLIA — A empresária Mônica Moura, mulher do marqueteiro João Santana, afirmou em sua delação premiada que o atual governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT-MG), levou até ela pessoalmente uma mala com R$ 800 mil em espécie para quitar uma dívida de campanha da candidatura de Patrus Ananias (PT) a prefeito de Belo Horizonte. Mônica disse que o avisou da impossibilidade de transportar o valor para realizar os pagamentos em Minas Gerais e que Pimentel, então, lhe disse que encontraria uma forma de enviar os recursos a Belo Horizonte, o que efetivamente ocorreu.

"Depois de muitos atrasos nos pagamentos, e sempre cobrado por Mônica Moura, Fernando Pimentel, em uma ocasião, levou pessoalmente cerca de R$800.000,00 (oitocentos mil reais) em espécie, em uma mala para Mônica Moura em São Paulo, que a recebeu em mãos. Mas Mônica ponderou com Pimentel que não tinha meio seguro de transportar este dinheiro para Belo Horizonte, onde tinha pagamentos da campanha a saldar. Fernando Pimentel, então, se dispôs a transportar o dinheiro em espécie de São Paulo para Belo Horizonte. Ela soube que Fernando Pimentel levou os R$ 800.000,00 (oitocentos mil reais) em um avião particular (jatinho), de São Paulo a Belo Horizonte, e a referida foi entregue na produtora em BH", contou a delatora em um dos anexos de sua colaboração.

Como uma das provas do relato, Mônica anexou cópias de passagens de voos dela entre Rio e São Paulo no dia 15 de fevereiro de 2013 e identificou o funcionário seu que recebeu os recursos posteriormente em Belo Horizonte.


Segundo o relato, Santana e sua mulher receberam R$ 12 milhões pela campanha, sendo R$ 4 milhões por caixa dois. O restante dos recursos recebidos de forma irregular foram depositados em uma offshore do casal no exterior pela Odebrecht. Foram anexados extratos da conta para comprovar o recebimento.

Fonte:
http://extra.globo.com/noticias/brasil/pimentel-carregou-mala-de-dinheiro-pessoalmente-diz-monica-moura-21326136.html

Leia mais: https://oglobo.globo.com/oglobo-21326121#ixzz4gnt3OI7b

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Senador Aécio Neves: "É injusto tratar de forma igual aquilo que é diferente"





Coluna Aécio Neves / Folha de São Paulo

" A quem interessa fazer parecer igual o que é diferente?

Marcelo Odebrecht, em depoimento de 12/12/2016, diz: "Ele (Aécio) nunca teve uma conversa para mim de pedir nada vinculado a nada."

Benedito Jr., em depoimento prestado em 14/12/2016, diz: "Nós dissemos que poderíamos pagar lá fora, que não tínhamos como pagar no Brasil e lá fora eles (minha campanha de 2014) não quiseram receber".

É provável que, mesmo com os noticiários inundados de reportagens referentes às delações da Odebrecht, você não tenha visto essas afirmações de dois dos mais importantes colaboradores da empresa.

O fim do sigilo das delações foi passo importante na busca da verdade que nos move neste momento. Foi também fundamental para que a população pudesse ter acesso direto à integra dos depoimentos, sem mediações ou manipulações.

No meu caso, ele não trouxe nenhuma novidade, já que todo o conteúdo havia sido antecipadamente vazado e divulgado em amplas reportagens. Cinco inquéritos foram abertos para investigar citações feitas ao meu nome.

Três deles investigarão solicitações de apoio que eu teria feito na condição de líder partidário para campanhas de aliados em 2010 e 2014.

Outro inquérito diz respeito à Cidade Administrativa, obra muito falada e pouco conhecida. Aproveito para convidar você a conhecer o projeto no site www.cidadeadministrativamg.com.br. O edital de licitação foi previamente apresentado ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas e a obra foi auditada em tempo real por empresa independente, sem que qualquer irregularidade tivesse sido identificada.

O quinto investigará o tipo de ajuda que eu poderia ter dado a obras de hidrelétricas licitadas e conduzidas pelo governo federal do PT.

Mesmo nesse tema, o delator informa que a única conversa que teria tido comigo ocorreu na presença de Marcelo Odebrecht e que teria sido uma "conversa republicana" e que "em nenhum momento se falou de propina, de pagamento, de nada".

Agora é importante que as investigações avancem para que cada situação possa ganhar o seu contorno próprio de realidade.

Há muito tempo defendo que precisamos enfrentar o debate das diferenças de condutas e situações que acabam parecendo semelhantes em narrativas apressadas, quando não estimuladas por interesses políticos específicos.

A quem interessa fazer parecer igual o que é diferente?

Falei em separar o joio do trigo. Em artigo publicado nesta Folha (16/4), o ministro Carlos Ayres Britto falou em separar o joio do joio.

Podemos estar falando, sim, em separar o joio do joio. Mas há que separar. Repito o que já disse: tão injusto quanto tratar de forma diferente o que é igual é tratar de forma igual o que é diferente."

Aécio Neves

quinta-feira, 30 de março de 2017

Governador de Minas é condenado pelo TJMG a devolver R$ 5 bilhões a justiça






Governador Fernando Pimentel terá de devolver R$ 5 bilhões confiscados

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) determinou que Fernando Pimentel devolva parte dos R$ 5 bilhões confiscados de fundos de depósitos judiciais. O dinheiro foi usado para pagar despesas do estado, que está falido.

O governo mineiro pode usar parte de depósitos judiciais, conforme permite uma lei aprovada em 2015. Porém, o estado de Minas exagerou na dose, avançando sobre recursos que deveriam ser preservados (para o pagamento de cidadãos ou empresas que ganharam litígios na Justiça e receberam o direito de sacar valores depositados em juízo).


O Tribunal notificou o governo mineiro depois de denúncias de pessoas que não conseguiram sacar valores depositados em juízo, apesar de terem alvará judicial.

http://www.jornaldeuberaba.com.br/cadernos/geral/35402/pimentel-e-condenado-pelo-tjmg-a-devolver-rs-5-bilhoes-a-justica

segunda-feira, 27 de março de 2017

Aécio Neves: "Sem disfarces, é muito difícil a realidade deixada pelo PT"




Sem disfarces, é muito difícil a realidade deixada pelo PT
Aécio Neves ? coluna Folha de São Paulo

A informação divulgada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), de que o Brasil ficou estagnado no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), chamou a atenção. Foi a primeira vez, depois de 11 anos, que deixamos de avançar.

Antes que os opositores do atual governo digam que essa estagnação é culpa do impeachment, vale avisar aos desavisados: o estudo refere-se a 2015.

A PNAD daquele ano já havia mostrado que a pobreza crescera mais de 19%, segundo dados da FGV Social. Com a recessão instaurada, o desemprego e a crise social legados pelo governo petista, é de se esperar que o próximo relatório sobre o IDH brasileiro traga ainda mais notícias ruins.

Os dados divulgados pelo PNUD com base no quinto ano do governo Dilma mostram que o Brasil se mantém na 79ª posição do ranking de IDH. Quando levada em conta a desigualdade, o Brasil é o terceiro país que mais perdeu posições. Dados trágicos e inaceitáveis.

Por ironia, é desse mesmo governo o slogan: "O fim da miséria é apenas o começo". Hoje -e especialmente depois da campanha de 2014- vemos que a eficácia da propaganda petista estava não em comunicar de forma eficiente a realidade, mas em mascará-la.

Vale a pena ver as contradições entre os números de pessoas que teriam deixado a miséria e a pobreza apresentados oficialmente pelo PT e pelas administrações do partido, que evidenciam a falta de consistência das estatísticas então apregoadas.

Foi para impedir manipulações como essa que apresentei no Congresso iniciativa que obriga os governos a identificarem a fonte oficial e o responsável pelas informações divulgadas à população.

O desempenho brasileiro no IDH começou a estagnar em 2014, com a falta de reajustes do Bolsa Família, o desemprego e o descontrole da inflação somados à má qualidade da educação. O modelo petista, que optou em fazer a gestão diária da pobreza durante 13 anos, começou a desmoronar por não ter se preocupado de fato com uma inclusão social sustentável.

O número de pessoas inseridas no Bolsa Família passou a ser apresentado como um fim, ao invés de ser tratado como um primeiro e fundamental passo da travessia para uma verdadeira emancipação social desses brasileiros. Estatísticas alimentavam propagandas que davam a entender que o benefício, por si só, havia resolvido definitivamente o problema de parcela importante da população. Isso nunca foi verdade.

O alerta dessa estagnação deve servir para construir uma agenda social responsável, efetiva e de longo prazo no Brasil.

É hora de agir em respeito a milhões de brasileiros que alimentaram estatísticas e propagandas sem que efetivamente tenham tido a real oportunidade de deixarem de ser pobres.


Aécio Neves 

quarta-feira, 15 de março de 2017

Incrível: Lula também "não sabe" quanto ganha por mês






O primeiro depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como réu da Operação Lava Jato, realizado na manhã desta terça-feira (14), foi marcado pelas mesmas justificativas incoerentes usadas pelo petista para se defender de acusações desde que virou alvo das investigações do Ministério Público Federal. Logo na primeira pergunta, ao ser questionado sobre sua renda líquida mensal pelo juiz Ricardo Leite, na 10ª Vara Federal, em Brasília, Lula não soube sequer dizer com precisão quanto ganha a cada mês.

De acordo com informações de reportagem da revista Veja, o petista alegou receber R$ 6 mil de aposentadoria, além de cerca de R$ 30 mil da LILS, sua empresa de palestras, que também é alvo por suspeita de recebimento de propinas. O ex-presidente ainda citou doações de seus filhos como parte de seus ganhos mensais, mas não respondeu com clareza em nenhum momento ao questionamento do juiz federal.

“Depois o advogado manda para o senhor o total de rendimentos. Eu mando por escrito. Pode chegar a R$ 50 mil, estou chutando, eu não sei. Tem doações dos meus filhos”, argumento o petista.

O deputado federal Nilson Pinto (PSDB-PA) criticou duramente as declarações dadas pelo ex-presidente. Na visão do tucano, as justificativas do petista comprovam o “estágio de degradação” tanto do próprio ex-presidente quanto do Partido dos Trabalhadores.

“Isto [fala de Lula] é ridículo. O Lula, como sempre, não sabe de nada, não viu nada, aliás nem foi ele que recebeu”, ironizou o parlamentar. “É uma posição lamentável de uma figura pública que ocupou o maior posto do país e que não tem sequer a responsabilidade de assumir com clareza os seus atos. É uma pena, é o estágio final da degradação da figura do ex-presidente e da figura do partido”, analisou Pinto.

Vitimização

Além da falta de clareza ao falar sobre seus ganhos mensais, Lula também voltou a se colocar em uma posição de vítima das investigações da Lava Jato. “Os dados são falsos. Há mais ou menos três anos tenho sido vítima quase de um massacre. Me ofende profundamente a insinuação de que o PT é uma organização criminosa”, disse o petista ao juiz Ricardo Leite.


Nilson Pinto acredita que esse tipo de narrativa, utilizada à exaustão não apenas por Lula como por várias figuras de destaque do PT, não surte mais efeito na população brasileira. “Obviamente que isto é uma aposta na alienação da população e na cegueira da justiça. Não pode ser outra coisa, não tem como se explicar uma posição desse tipo. Felizmente, a população está absolutamente de olhos abertos e antenada. Desta vez, tenho a impressão de que a população cansou e o PT e Lula chegaram ao fim da linha”, ressaltou o tucano.

quinta-feira, 2 de março de 2017

Aécio Neves presidente nacional do PSDB: "Por culpa de Dilma, brasileiros vão pagar conta de luz cara até 2024"




Brasileiros vão pagar conta de luz mais cara até 2024 por erro do governo Dilma, lamenta Aécio
O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, cobrou da ex-presidente Dilma Rousseff e da sua equipe no governo a conta de luz a ser paga pelos brasileiros a partir do mês que vem.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou ontem que o valor a ser pago como indenização às transmissoras de energia em razão da MP 579, de 11 de setembro de 2012, será de R$ 62,2 bilhões. O rombo será pago pelos consumidores até 2024 a partir de março. Com isso, o aumento médio na conta de luz no país deverá ser de 7,7%.

“Quem vai pagar isso? A sra. Dilma Rousseff? Os seus áulicos que ao seu entorno defendiam aquela medida? Os membros da sua base de apoio que aqui de forma ensandecida defendiam aquela medida extremamente equivocada? Não. Quem vai pagar o preço daquele gravíssimo e irresponsável equívoco, na verdade daquela ação populista, são as famílias brasileiras de todas as regiões do país”, criticou o senador Aécio, em entrevista à imprensa no Senado nesta quarta-feira (22/02).

Aécio lembrou que as bancadas do PSDB no Congresso votaram contra a MP e o partido foi acusado por parlamentares do PT de prejudicar a população.

“Foi um debate talvez dos mais acalorados que tivemos aqui. Os técnicos respeitáveis do setor elétrico alertavam para a inconsistência daquelas medidas. Nós votamos contra. Fica agora um ensinamento, pelo menos isso. Para que medidas populistas que mexam estruturalmente com setores da economia brasileira, não sejam mais tomadas com objetivos meramente eleitorais”, ressaltou Aécio.

MP 579

A MP 579 foi publicada com amplo estardalhaço do governo do PT na mídia. A então presidente Dilma Rousseff anunciou a medida como uma política para reduzir a conta de luz dos brasileiros. A promessa era uma redução de 20%. Em 2015, no entanto, sem condições de cobrir os subsídios dados, o governo reajustou as tarifas de luz em 50%.

A indenização às empresas transmissoras de energia deveria ter sido paga em 2013, mas o governo Dilma adiou o compromisso para não prejudicar sua imagem na eleição presidencial disputada em 2014.

“Talvez esta medida provisória de 2012 tenha sido o início de um processo de rompimento do governo com a racionalidade e com a responsabilidade. Em 2014 assistimos ao agravamento de tudo isso com as medidas que foram tomadas com o único objetivo de vencer as eleições. Venceram as eleições, mas perderam o governo e mergulharam os brasileiros nessa crise sem precedentes”, afirmou Aécio Neves.



Para o senador, o caso deve servir de lição para gestores públicos que se aventuram em medidas populistas para se manterem no poder.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Governo de Minas: Irresponsabilidade petista!






IRRESPONSABILIDADE PETISTA!

Embora tenha causado um déficit bilionário em Minas Gerais e decretado estado de calamidade financeira, o governador Fernando Pimentel, ex-ministro de Dilma Rousseff e duas vezes denunciado pela Procuradoria-Geral da República por corrupção, concede aumento aos servidores públicos e mostra que aprendeu bem com a petista quando o assunto é irresponsabilidade com o dinheiro público. O governo tem parcelado os salários dos servidores em até três vezes desde o início de 2016. Quem vai pagar a conta? Leia mais: http://psdb.vc/aBG35


Embora tenha ultrapassado o limite de gastos com pessoal em 2016 e fechado o ano pela segunda vez com deficit bilionário, o governo de Minas Gerais aumentou salários, promoveu funcionários e fez 1.867 nomeações só no mês de janeiro.

Mais de mil delas aconteceram no sábado (28), dois dias antes de o governo mineiro divulgar que estourou em 0,29% o limite de gastos com pessoal da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal). Em compensação, foram exonerados 1.275 cargos.

No anúncio do estouro, o secretário de Planejamento Helvécio Magalhães disse que o governo faria "restrições mais severas" na folha de pagamento, descartou aumentos e pediu "compreensão" dos servidores.

No entanto, a própria secretaria já havia elevado na última quarta (25) as gratificações a funcionários da pasta, inclusive do alto escalão.

Três subsecretários, a intendente da Cidade Administrativa (espécie de "prefeita" da sede da administração local) e o coordenador do UAI (o "Poupatempo" mineiro), que tinham vencimentos de R$ 9.000, passaram a receber R$ 11.000. Segundo o "Diário Oficial" do Executivo, o aumento é justificado porque são "gratificações temporárias estratégicas".

Funcionários da Secretaria da Fazenda também foram promovidos na última semana –recebendo, no mínimo, R$ 2.500 mensais a mais.

Segundo a LRF, se a despesa exceder 95% do limite, não pode haver admissão ou contratação de pessoal, a não ser em casos de aposentadoria ou falecimento de servidores nas áreas de educação, saúde ou segurança.

Procurado, o governo disse que "não há e nem houve qualquer inobservância ou descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal".

Afirma ainda que não haverá impacto na folha de pagamento e que "as exonerações e nomeações publicadas no 'Diário Oficial' correspondem às ações de reorganização da estrutura do Estado, a partir da reforma administrativa em curso".

O governo tem parcelado os salários dos servidores em até três vezes desde o início de 2016. No ano anterior, o rombo havia sido de R$ 9 bilhões.

A gestão de Fernando Pimentel (PT) é uma das que buscam um acordo de socorro com a União, mas espera que o governo federal apresente um projeto ao Congresso para definir as bases do acerto com os Estados.

A Câmara chegou a aprovar um projeto de ajuda em dezembro, mas foi vetado pelo presidente Michel Temer pela falta de contrapartidas.

AUMENTOS PASSADOS

Em maio de 2016, já em meio à crise, os 15 conselheiros da Cemig (companhia estatal de energia) haviam recebido o segundo aumento consecutivo nos jetons desde 2015 –três deles eram secretários de Pimentel.

No começo da gestão, o jetom era de R$ 7.100 e havia pulado para R$ 14.300.

À época, a Cemig disse que a mudança "foi definida a partir da proposição dos próprios acionistas durante a assembleia".

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/02/1854720-com-deficit-bilionario-minas-gerais-da-aumento-para-servidores.shtml?cmpid=twfolha

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Aécio Neves líder da oposição: "Um debate franco e honesto precisa pautar mudanças na Previdência"





Aécio Neves / Folha de São Paulo

Um debate franco e honesto precisa pautar mudanças na Previdência

Neste ano temos pela frente uma intensa agenda de reformas que visam restaurar a confiança, a solidez e a responsabilidade em relação aos destinos do país.

Desponta nesta agenda com destaque a reforma da Previdência. A realidade é incontestável: tal como está, o sistema brasileiro simplesmente não sobrevive, é impagável, insustentável. Mudar é, portanto, imperativo. A questão é como fazer.

Os contornos da reforma foram apresentados em novembro pelo governo Michel Temer. São bons, apontam na direção correta ao aproximar nosso sistema dos modelos prevalentes ao redor do mundo. Em especial, acertam ao instituir idade mínima para concessão de benefícios e equalizar os diversos regimes existentes.

Mas a proposta, claro, não é perfeita e, como em todo processo reformista, merece ajustes. Fruto de debate franco, aberto e honesto de toda sociedade.

Na minha avaliação, preocupam, sobretudo, dois aspectos: as regras de transição para o sistema com idade mínima, só foram franqueadas a trabalhadores com mais de 50 anos de idade, mas que deveriam ser melhor escalonadas, e as mudanças na concessão dos benefícios de prestação continuada, o BPC.

No BPC a questão é mais profunda, delicada. Trata-se de importante programa de assistência social que garante renda mínima —hoje de um salário mínimo— a idosos muito pobres e a pessoas com deficiência. São 4,4 milhões de brasileiros beneficiados, com custo, ano passado, próximo de R$ 46 bilhões.

O que a reforma faz? Prevê mudanças nos critérios de acesso ao BPC, a serem estipuladas em lei previsivelmente mais restritiva para futuros beneficiários. O valor do benefício também deixa de ser vinculado ao piso salarial praticado no país e poderá ser proporcional ao tempo de contribuição, hoje sequer exigido.

Considero que o BPC, política de assistência garantida pela Constituição de 88, cumpre preciosa função social ao dar condições mínimas de sobrevivência a brasileiros muito pobres. Defendo que as regras atuais de concessão desse benefício sejam mantidas.

Para dar ideia de quanto isso custaria, se todos os atuais benefícios fossem alterados —o que não é o objeto da reforma, que atingirá apenas os futuros assistidos—, a economia obtida entre 2017 e 2021 seria algo como R$ 5,2 bilhões, muito pouco para um sistema que atualmente enfrenta déficits de R$ 150 bilhões/ano.

São discussões desta natureza, de mérito, que precisam pautar o debate sobre a reforma da Previdência. Negar o óbvio da necessidade imperiosa da reforma, ou transformar o tema em plataforma para proselitismo político, como o PT e seus satélites já começam a fazer, não ajuda ninguém. E prejudica o país.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

PSDB cria jogo "Legado do PT" para nunca mais ser esquecido




AGÊNCIA ESTADO/OTempo


PSDB lança na internet jogo da memória com 'legado do PT'

Partido tucano tem investido em comunicações que reforçam a necessidade de o Brasil "superar" o período de administração petista, de olho nas próximas eleições presidenciais


O PSDB lançou na internet um jogo da memória online para criticar o PT e apontar que a legenda que comandou o País por 13 anos deixou um legado que "faz mal para o Brasil".

De olho em 2018, o partido tucano tem investido em comunicações que reforçam a necessidade de o Brasil "superar" o período de administração petista, reforçando o apoio ao governo de Michel Temer (PMDB) e de olho nas próximas eleições presidenciais.

Em artigo publicado na segunda-feira (2), o presidente nacional da legenda, senador Aécio Neves (MG), escreveu que o ano de 2017 representa a hipótese "um recomeço" após "a tormenta" da crise que gerou milhões de desempregados.

O game, que recebeu o nome de "Legado do PT - Para Nunca Mais ser Esquecido" foi lançado em uma página temática dentro do site do PSDB. Ao acessar, o internauta se depara com uma imagem dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff e com oito peças para encontrar as imagens em comum.

Na abertura do site, o PSDB apresenta o jogo afirmando que "o governo petista foi marcado por escândalos de corrupção e incompetência". As imagens que compõe o jogo são acompanhadas com textos que apontam rombo R$ 300 bilhões nas contas públicas, caos na saúde, segurança e educação, 12 milhões de desempregados, cinco mil obras paradas em todo o País, além de outros "legados".

Ao completar o jogo da memória, o PSDB parabeniza o jogador e diz que "o que está em jogo é o futuro do País", afirmando que o Partido dos Trabalhadores causou um mal que não pode ser esquecido. "Agora que você já reforçou a sua memória, compartilhe o jogo com seus amigos. Quanto mais gente jogar, mais gente vai lembrar!", finaliza o texto.

http://www.psdb.org.br/


http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/psdb-lan%C3%A7a-na-internet-jogo-da-mem%C3%B3ria-com-legado-do-pt-1.1418937

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Aécio Neves pede ao STF que decida rápido sobre Renan Calheiros




O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), fez um apelo à presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, para que a decisão definitiva do afastamento do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Senado ocorra na sessão desta quarta-feira (7).

"Fizemos um apelo ao STF que decida sobre o afastamento de Renan até amanhã", afirmou o tucano em entrevista coletiva. A pressa do PSDB, principal partido da base do governo Temer, se deve ao fato de que a estratégia dos petistas é justamente jogar com o "caos institucional" instaurado com o afastamento de Renan, ocorrido por medida liminar, para ganhar tempo.

A ideia da bancada do PT é de, no comando do Senado, não realizar sessões no plenário evitando-se dessa forma que seja feita a contagem de prazo para a votação da PEC do Teto. "A cadeira da presidência do Senado não pode ser bunker de partido", disse Aécio.

A votação do segundo turno da proposta está inicialmente prevista para ocorrer na próxima terça-feira (13). "Queremos que a PEC seja vota independente de afastamento", emendou o senador. Segundo ele, a bancada do PSDB manterá o quórum na próxima semana para tentar avançar na votação.

Impacto

A possibilidade de se adiar para 2017 a votação da PEC do teto, no entendimento, de consultores do Congresso, não causará nenhum impacto na questão orçamentária.

Segundo assessores da Comissão Mista do Orçamento do Congresso, ouvidos pela reportagem, no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2017, encaminhado pelo Executivo e aprovado em agosto pelos congressistas, já havia a previsão dos efeitos da PEC para o próximo ano. Na LDO, segundo consultores, é como a PEC já "estivesse valendo".


http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/a%C3%A9cio-cadeira-da-presid%C3%AAncia-do-senado-n%C3%A3o-pode-ser-bunker-de-partido-1.1408589

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Aécio Neves presidente nacional do PSDB: "Qualquer tentativa de alterar o calendário de votação não será aceita"





Aécio diz que PSDB não aceitará qualquer tentativa de adiar votação da PEC dos gastos


(Reuters) - O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse nesta terça-feira que a bancada do partido na Casa quer a manutenção do acordo de líderes que prevê para o próximo dia 13 o segundo turno de votação da Proposta de Emenda à Constituição do teto dos gastos públicos.

Aécio disse a jornalistas que qualquer tentativa de alterar o calendário não será aceita.

Na segunda-feira, o ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello decidiu, por meio de liminar, afastar o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do cargo. Com isso, quem deve assumir a presidência da Casa é seu primeiro-vice-presidente, Jorge Viana (AC), do PT, partido contrário à PEC.

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/brasil/aecio-diz-que-psdb-nao-aceitara-qualquer-tentativa-de-adiar-votacao-da-pec-dos-gastos-20599026.html#ixzz4SANC3sJI

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

STF julgará ação contra governador de Minas Fernando Pimentel no dia 01/12




O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar no dia 1º de dezembro a validade da norma da Constituição de Minas Gerais que impede o governador do estado de responder a uma ação penal sem autorização da Assembleia Legislativa. A decisão que for tomada pela Corte será aplicada ao atual governador, Fernando Pimentel, que é investigado na Operação Acrônimo, da Polícia Federal.

A ação foi proposta pelo partido Democratas. A legenda afirma que a norma é inconstitucional e pede que a Corte declare que não há necessidade de autorização da Assembleia Legislativa para o recebimento de denúncia contra o governador.

Em outubro, o STJ decidiu encaminhar a denúncia contra o governador à Assembleia Legislativa após a maioria dos ministros entender que precisavam de autorização previa do Legislativo local para dar prosseguimento ao processo.

Operação Acrônimo

A denúncia contra Pimentel presentada pela PGR em maio é baseada nas investigações da Polícia Federal (PF) no âmbito da Operação Acrônimo, instaurada para apurar esquemas ilegais que teriam beneficiado o governador na campanha eleitoral de 2014. Segundo a PF, empresas teriam pago vantagens ilegais durante o período em que Pimentel comandou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, entre 2011 e 2014.

O advogado do governador, Eugênio Pacelli, sustenta que a denúncia da PGR é frágil e “feita com base exclusivamente em depoimento de colaborador, não se apoiando em nenhum meio de prova admitido pela Justiça”.

http://istoe.com.br/stf-deve-julgar-acao-contra-fernando-pimentel-na-proxima-semana/

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

PGR denuncia governador de Minas por crime de corrupção passiva e lavagem de dinheiro



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Fernando e Carolina Pimentel foram padrinhos de casamento de Eduardo Serrano, o He-Man, também indiciado por corrução

Procuradoria Geral da República denuncia Fernando Pimentel de novo pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro

Secretário Geral do Governo de Minas, Eduardo Serrano (o He-Man), também foi denunciado por supostamente ter intermediado o recebimento de propina paga pelo grupo Odebrecht

Reportagem publicada nesta sexta-feira (11/11) no blog do repórter Eduardo Militão, do jornal Correio Braziliense, revela que a Procuradoria Geral da República (PGR) denunciou, pela segunda vez, o governador de Minas Gerais, Fernando Damata Pimentel, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Com base em investigações da Operação Acrônimo, da Polícia Federal, a PGR acusa o petista e o presidente afastado do grupo Odebrecht, Marcelo Bahia Odebrecht, de terem comandado um esquema fraudulento de financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na época em que Pimentel foi Ministro do Desenvolvimento Indústria e Comércio do governo Dilma Rousseff.

De acordo com a Polícia Federal, o empresário Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, o Bené – amigo e operador do caixa dois da campanha de Pimentel ao governo de Minas em 2014 — intermediava propinas de Marcelo Odebrecht para Pimentel em troca de atuação de Pimentel, então ministro do Desenvolvimento, em projetos na Argentina e em Moçambique. Os repasses, conforme o próprio Bené delatou, eram feitos em hotéis em São Paulo, entre 2012 e início de 2014, às vésperas de o petista deixar o Ministério para se candidatar a candidato ao governo de Minas.

Secretário Geral do Governo de Minas também foi denunciado

Fernando e Carolina Pimentel foram padrinhos de casamento de Eduardo Serrano, o He-Man, também indiciado por corrução

Ainda de acordo com a reportagem, a Procuradoria Geral da República denunciou também o atual Secretário Geral do Governo do Estado de Minas Gerais, Eduardo Serrano (conhecido como “He-Man”), que foi um dos principais assessores de Pimentel do Ministério do Desenvolvimento e atualmente é um dos integrantes do “núcleo duro” do governador mineiro.

De acordo com outra reportagem, publicada em setembro pelo jornal O ESTADO DE S. PAULO, Eduardo Serrano, que agora foi denunciado pelo crime de corrupção passiva, foi citado na delação premiada de Bené como um dos intermediários de propina que teria sido paga pela Odebrecht a Pimentel. Segundo a matéria, nestes encontros, Eduardo Serrano (ou “He-Man”) teria negociado pagamento de propina de R$ 20 milhões ao hoje governador de Minas para que a CAMEX e o BNDES, órgãos ligados ao Ministério do Desenvolvimento, atendessem aos pedidos de financiamento da Odebrecht nas obras do metrô de Buenos Aires e em Moçambique.

Ainda segundo a mesma reportagem, Bené também deu detalhes de um encontro que o ex-presidente da construtora, Marcelo Odebrecht, manteve com o então ministro Pimentel em Brasília para acertar o pagamento da propina.

Pimentel já foi denunciado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro

Em maio deste ano, a Procuradoria Geral da República já havia denunciado Pimentel pelos mesmos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Neste caso específico, a Procuradoria Geral da República acusa Pimentel de ter recebido propina de pelo menos R$ 2 milhões da montadora CAOA, representante da coreana

Hyundai no Brasil, em troca de um programa de isenções do BNDES, assinado por Pimentel, para beneficiar a montadora. De acordo com a Polícia Federal, os repasses foram feitos por intermédio de empresas do empresário Benedito de Oliveira Neto, o Bené, amigo de Pimentel e operador do caixa dois de sua campanha ao governo de Minas em 2014.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Por crime comum, ALMG poderá cassar governador de Minas






Para oposição, trabalho da Justiça deve seguir sem interferência do Legislativo já que as denúncias contra o governador são de crimes praticados fora do mandato


A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) terá que decidir nos próximos dias se autoriza a abertura de ação penal contra o governador Fernando Pimentel, denunciado pelo Ministério Público Federal por crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva, investigados pela Operação Acrônimo. O ofício do Superior Tribunal de Justiça (STJ) com a solicitação da consulta foi recebido pela mesa diretora da Assembleia nessa terça-feira (25/10).


Uma comissão de deputados do bloco de oposição, juntamente com representantes da base e da assessoria técnica da ALMG, irá a Brasília no início da próxima semana para se reunir com o presidente da Câmara Federal e discutir o rito processual da ação. Não há na ALMG precedentes desse tipo de processo, uma vez que a Constituição Mineira é clara, em seu artigo 92, ao não exigir consulta prévia à Assembleia para abertura de processo contra governador de Estado que tenha contra si denúncia de crimes comuns recebida pelo STJ.


“Primeiro é de se estranhar a decisão do STJ. Ministros tão preparados deviam saber que a Constituição Mineira já estabelece a abertura de processo, em casos de crimes comuns envolvendo o governador, sem que haja necessidade de autorização da Assembleia. Mas já que a consulta foi solicitada, nós da oposição estamos prontos. Não seremos coniventes e não vamos permitir que o governador utilize seu cargo para tentar se esconder das denúncias de crimes praticados fora do mandato”, explicou o líder da Minoria, deputado Gustavo Valadares (PSDB).


As denúncias contra o governador de Minas são em decorrência da Operação Acrônimo, da Polícia Federal, e foram entregues em maio ao STJ. Para tentar atrasar o processo, a defesa de Pimentel apresentou recurso para levar a decisão para o Legislativo, onde conta com apoio da maioria dos parlamentares. O relator do processo, ministro Herman Benjamin, já havia destacado em seu voto que a Constituição do Estado não prevê a necessidade de autorização prévia da Assembleia Legislativa. Mas a maioria dos ministros da Corte Especial do STJ entendeu que os deputados estaduais precisam ser consultados.


“Não é papel da Assembleia julgar Fernando Pimentel já que as denúncias contra ele não são crimes administrativos, e sim crime comum. O que está em jogo nessa votação é se a Assembleia autoriza abertura do processo. O governador terá todo o direito de se defender das acusações que pesam sobre ele, que por sinal são gravíssimas. O que não podemos permitir é que o trabalho da Justiça seja obstruído pelo Legislativo”, disse o líder da Minoria.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

PSDB-MG elegeu 132 prefeitos, o que corresponde a 50% dos candidatos lançados pelo partido.







Ao todo, 387 coligações majoritárias integradas pela legenda saíram vitoriosas, incluindo a eleição de 105 vice-prefeitos tucanos


A exemplo do que ocorreu em todo o País, o PSDB de Minas Gerais teve um ótimo desempenho no 1º turno das eleições municipais deste ano. O partido saiu vitorioso em 387 coligações majoritárias das quais fez parte em municípios de todas as regiões do estado. Em 2012, os tucanos integraram 380 coligações vitoriosas.


Dos 266 candidatos tucanos que disputaram o cargo de prefeito em Minas, 132 foram eleitos, o que representa um sucesso em 49,6% das candidaturas. Em 2012, o PSDB apresentou 311 candidatos a prefeito e elegeu 137, o equivalente a 44% das candidaturas.


Com o resultado deste ano, os prefeitos eleitos pelo PSDB governarão, ao todo, 2.726.757 pessoas em Minas, de acordo com dados do IBGE. Este número poderá chegar a 5,8 milhões caso o partido vença as eleições em Belo Horizonte e Contagem, onde disputa o 2º turno respectivamente com os candidatos João Leite e Alex de Freitas.


Entre as prefeituras conquistadas pelo PSDB há importantes polos regionais, como Governador Valadares, Poços de Caldas, Pouso Alegre, Extrema, Janaúba, Jequitinhonha, Rubim, Itaobim, Paracatu, Unaí, Coronel Fabriciano, João Monlevade, Vespasiano e Viçosa.

Além dos 132 prefeitos, o PSDB mineiro elegeu 105 vice-prefeitos em municípios de todas as regiões do Estado, como Ipatinga, Varginha, Nova Lima, Barbacena, Conselheiro Lafaiete, Caxambu, Ituiutaba, Guaxupé e Pedra Azul. Em Juiz de Fora, o candidato a vice do atual prefeito, que disputa o 2º turno, também é tucano.

Para as câmaras municipais de Minas foram eleitos 901 vereadores tucanos, cerca de 17% do total de 5.511 candidatos lançados ao legislativo municipal. Ao todo, o PSDB teve cerca de 945 mil votos para o legislativo, dos quais 105 mil foram para a legenda.

Para o presidente do diretório do PSDB de Minas Gerais, deputado federal Domingos Sávio, o desempenho do partido nas eleições municipais deste ano mostram o vigor do partido em todas as regiões do Estado.

“Mesmo estando fora do poder estadual, conseguimos vencer em importantes colégios eleitorais e nos firmamos como segundo maior partido do Estado em número de prefeituras”, afirma o líder tucano. “Estes ótimos resultados refletem bem o trabalho de organização partidária que fizemos nos últimos meses e também que temos bons quadros e propostas que inspiram confiança no eleitorado”, acrescenta.

Derrocada do PT

Ao contrário do PSDB, o PT de Minas Gerais sofreu um derrocada nas eleições deste ano. Em 2016, o partido, que há dois anos ocupa o Governo do Estado, elegeu apenas 41 prefeitos, cerca de um terço do total que conseguiu eleger em 2012, quando conquistou 113 prefeituras.



“Em algumas regiões mineiras, o PT foi praticamente dizimado”, afirma Domingos Sávio. “É o preço que o partido está pagando pelo desastre econômico e ético que promoveu em Minas e no país nos últimos anos”, conclui.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Aécio Neves presidente nacional do PSDB escreve sobre o recado que veio das urnas







O recado que veio das urnas


Aécio Neves - Jornal Estado de Minas -


Os brasileiros falaram alto nas eleições municipais do último domingo. Com clareza e coragem, os eleitores apontaram a direção para onde desejam ver caminhando o país. Até mesmo na elevada taxa de abstenção e de votos brancos e nulos é possível identificar as vozes que clamam por um país novo. Reconhecer este país que emerge das urnas de outubro é essencial para fundamentar as escolhas a serem feitas para o futuro.


O Brasil quer mudança. A mensagem ficou mais clara na derrota do PT em todas as regiões. Depois de governar por 13 anos, o partido perdeu quase dois terços das prefeituras que ganhou em 2012. Um desempenho tão frágil que o deixou atrás de outros nove partidos. Foi uma dieta de votos radical, com o seu eleitorado municipal caindo para menos da metade.


Ao mesmo tempo em que declarou a sua insatisfação com a forma como o país vinha sendo conduzido, o eleitor brasileiro canalizou para a representação política que mais personificou a oposição ao petismo um testemunho inequívoco de confiança. O PSDB conseguiu resultados extraordinários. Nada menos que 17,6 milhões de votos para seus prefeitos e nove milhões para os vereadores.


Com isso, o PSDB se transforma no partido político que maior volume de votos recebeu em todo o país. É também o partido que elegeu proporcionalmente o maior número de prefeitos em relação à eleição de 2012. A partir de janeiro próximo, pelo menos 793 municípios brasileiros terão prefeitos tucanos – número esse que poderá se ampliar com os resultados do segundo turno. Em Minas, o PSDB já elegeu 132 prefeitos, enquanto o PT apenas 41.


A forma como o PT se apropriou do Estado para sustentar um ciclo político de continuidade, a inépcia e leniência na gestão dos recursos públicos, o desvio das bandeiras éticas e a tragédia econômica provocada por crenças equivocadas, afundando o país em uma das maiores crises de sua história, tudo isso constitui um retrato definitivo do Brasil que não queremos mais.


Em contraponto, o PSDB se apresenta como um partido que manteve a sua coerência programática, com posições claras em defesa de uma gestão responsável do ponto de vista econômico e fiscal, com uma agenda pública comprometida com a retomada do crescimento, com a eficiência administrativa, com o aperfeiçoamento dos programas sociais, com a visão de um país moderno e globalmente integrado. Só assim conseguiremos avançar, de fato.


O que as urnas também ecoam, não esqueçamos disso, é que há uma distância ainda expressiva entre a sociedade e a representação política parlamentar. Aparentemente menos interessados em política, o número de jovens eleitores entre 16 e 17 anos caiu 20% no pleito recente. Não se pode desperdiçar o vigor, a criatividade e a capacidade de mobilização desta parcela de brasileiros. A presença da juventude na vida pública é essencial para a reconstrução do país que se projeta desde o colapso do governo Dilma e que precisa ser aprofundada com a implementação de reformas estruturais.


É a hora de dar uma resposta clara a todos que votaram pela mudança. É alinhado com este sentimento de transformação que caminha o PSDB. Em direção a um país muito melhor.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Sob a liderança do senador Aécio Neves, o PSDB tem a sua melhor fase desde 2004




O presidente nacional do PSDB, o senador Aécio Neves, disse, nesta segunda-feira (3), que uma “onda azul varreu o país” nas eleições municipais, que, segundo o político, representaram uma vitória consagradora para o partido. Em uma coletiva de imprensa realizada em Belo Horizonte, ele fez um balanço do desempenho da legenda no Brasil. Aécio afirmou que o PSDB sai fortalecido e que a escolha de um nome do partido para a disputa das próximas eleições presidenciais deve ser tratada em 2018.

Nas capitais, o PSDB foi o que mais elegeu prefeitos no primeiro turno -- João Doria, em São Paulo, e Firmino Filho, em Teresina -- e é o que vai disputar mais prefeituras no segundo turno: oito ao todo. Uma delas é a da capital mineira, onde João Leite teve 33,40% dos votos válidos e Alexandre Kalil (PHS) ficou com 26,56%.


PSDB e PSD crescem em nº de prefeituras; PT encolhe

“Eu quero aqui afirmar que essa foi a mais consagradora vitória que o PSDB teve desde 2004, quando já não estávamos no governo federal. Na verdade, uma onda azul varreu o país”, disse Aécio.

O senador apresentou os principais números do PSDB nestas eleições, como o crescimento de mais de 15% no número de prefeituras em relação ao último pleito, e afirmou que a legenda é a que recebeu maior volume de votos no país. Aécio ressaltou, entretanto, a “pulverização maior dos partidos políticos”, o que, segundo ele, impactou nos partidos mais tradicionais. “Mesmo assim, o PSDB saltou, sem computar os cerca de 19 municípios onde estaremos disputando o segundo turno, de 686 para 791 prefeituras”, afirmou.

Enquanto destacava os números da legenda, o senador também falou sobre o desempenho do PT nas eleições, que, conforme ele, foi “dizimado em inúmeras regiões”. “Esses números por si só ilustram, não apenas o resultado isolado de uma eleição, mas a consequência do que aconteceu no Brasil ao longo desses últimos anos”, disse. Ele afirmou ainda que “a derrota do PT é tão expressiva quanto a vitória do PSDB”.

Eleições de 2018


Para Aécio, o PSDB sai fortalecido das eleições municipais. O senador pontuou que, apesar de saber que não há uma ligação direta e objetiva entre o que aconteceu nesta disputa e o que ocorrerá nas eleições de 2018, há, na opinião dele, um sinal de que o PSDB cresceu de forma “extremamente vigorosa” e de que existe uma conexão da legenda com uma parte da população.

Perguntado sobre a relação entre a vitória de Doria em São Paulo e o fortalecimento do governador paulista, Geraldo Alckmin, como candidato tucano à presidência em 2018, Aécio respondeu considerar esse fato “muito bom”. “Nós temos que parar de ter essa visão mesquinha da política, onde as pessoas só trabalham pelo seu projeto pessoal. (...) O momento da decisão da candidatura [à presidência] é 2018. E aquele que chegar em melhores condições deverá ser o candidato”, acrescentou.

Ele definiu as prévias no partido como um “belo caminho”, desde que bem organizadas, e destacou que elas não devem ser temidas. “Inclusive, no nosso estatuto está previsto as prévias. A prévia pressupõe uma questão apenas para que exista: mais de uma candidatura colocada formalmente. Se isso ocorrer, dentro do que estabelece o estatuto do partido, elas devem ser vistas como uma oportunidade e um debate democrático. Tanto eu, Geraldo [Alckmin], [José] Serra, todos nós estimulamos esse debate”, avaliou.

Ele não descartou, porém, que um nome surja de uma convergência, mas destacou que esta definição ocorrerá só no ano das próximas eleições. “Vamos deixar 18 para ser tratado em 18”, avaliou.

Sobre o atual governo federal, Aécio disse que estará ao lado de Michel Temer (PMDB) para viabilizar as medidas necessárias para retirar o Brasil da recessão. O senador afirmou que há uma aproximação natural do plano nacional do PSDB e de setores do PMDB, que apostam nas reformas. “Há uma parte expressiva do PMDB, representada pelo próprio presidente Michel Temer, que compreende que, sem essas reformas, o seu governo não terá qualquer chance de êxito. (...) O governo Michel Temer não pode governar preocupado com curvas de popularidade”, disse.

http://g1.globo.com/minas-gerais/eleicoes/2016/noticia/2016/10/aecio-fala-em-vitoria-consagradora-e-diz-que-2018-deve-ser-tratado-em-2018.html

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Governo Pimentel: Incompetência do PT em Minas levará o Estado a decretar calamidade financeira





Com menos da metade do mandato, desgoverno de Pimentel desestruturou o estado com inchaço da máquina pública e déficit crescente


O governo Fernando Pimentel, do PT, está explodindo as contas do Estado. Nesta terça-feira (15/09), o secretário de Estado de Fazenda, José Afonso Bicalho, admitiu que o Executivo deve decretar estado de calamidade financeira. Em menos de dois anos, e com duas reformas administrativas que incharam a máquina pública, o PT acumulou um estrondoso déficit, que cresce a cada dia. Para os deputados da oposição, o desequilíbrio das contas públicas atestam o desgoverno petista que conseguiu criar um rombo no orçamento mesmo depois de engordar os cofres públicos com o dinheiro dos depósitos judiciais e com a suspensão do pagamento da dívida com a União.


Mineiros e servidores públicos já estão sentindo na pele os resultados dessa política equivocada do PT. Enquanto Minas fica sem investimentos, o funcionalismo recebe seus salários escalonados e em até três vezes. Já os secretários continuam desfrutando de supersalários, como é o caso do secretário de Estado de Planejamento e Gestão, Helvécio Magalhães, engordando por generosos jetons. Em agosto, somente os jetons renderam uma remuneração de R$ 31.631,82 para Helvécio, de acordo com dados disponíveis no Portal da Transparência.


Para tentar enganar os mineiros e justificar a inoperância, a ausência de investimentos e o parcelamento de salários, a cada dia os representantes do governo usam uma desculpa, entre elas queda de arrecadação do Estado e a dívida pública. Basta uma simples consulta ao Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) e aos relatórios contábeis publicados pela Secretaria de Estado de Fazenda para constatar que as alegações são mentirosas. Em relação às receitas, mesmo com a crise econômica no país provocada pela gestão do PT no governo federal petista e com a queda no ritmo de crescimento, a arrecadação tem apresentado variação positiva.


De janeiro a junho deste ano, as receitas do Estado somam R$ 38,7 bilhões e a previsão atualizada de arrecadação até o final do ano é de R$ 83,7 bilhões, o que significará um incremento de 9,93% na comparação com o ano anterior, índice superior à inflação prevista. Em 2015, a receita do governo petista somou R$ 76,154 bilhões, montante 3,83% maior que o arrecadado em 2014, quando a receita do Estado somou R$ 73,347 bilhões.


Além da variação positiva, o governo petista engordou o caixa no ano passado com quase R$ 5 bilhões confiscados dos depósitos judiciais. E, neste ano, o valor liquidado até julho de 2016 com a dívida com a União (que representa 78% da dívida do Estado em agosto de 2016) foi 55,76% menor que no mesmo período de 2015. Além disso, desde abril último, quando o Estado entrou com pedido de liminar junto ao STF, Pimentel suspendeu o pagamento da dívida com o governo Federal. E com a renegociação da dívida dos Estados com a União, deixará de pagar parcelas mensais de R$ 300 milhões de julho a dezembro deste ano, o que resultará em uma economia de aproximadamente R$ 2,1 bilhões.


“Pra onde está indo todo esse dinheiro? Para investimentos, sabemos que não é. Mesmo com as receitas a mais em caixa, com o dinheiro do confisco nos depósitos judiciais e com o que está deixando de pagar de dívida com a União, é inacreditável que o governo não consiga pagar salários em dia e tenha agora que decretar estado de calamidade financeira. Pimentel está assinando um atestado de incompetência para governar Minas Gerais”, afirma o deputado Gustavo Corrêa, líder do bloco de oposição Verdade e Coerência.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Sob a liderança de Aécio Neves, o PSDB se torna o partido que mais recebe apoio partidário!





Um levantamento feito pelo jornal Valor Econômico comprovou, mais uma vez, a força do PSDB. De acordo com a pesquisa, o partido é a legenda que mais recebe, para as eleições de 2016, apoio partidário nos 92 municípios com mais de 200 mil eleitores. No total, os 56 candidatos tucanos às prefeituras dessas cidades contam com 189 apoios. O número é quase o triplo do suporte ao PT, que com os mesmos 56 concorrentes, conta com apenas 69 apoios partidários.

Para o secretário-geral do PSDB, deputado federal Silvio Torres (SP), os expressivos números são um reflexo da preparação feita pelo partido para o pleito de outubro, especialmente nas cidades que possuem 100 mil eleitores ou mais. Para o tucano, o fato de o PSDB ser um partido com chances maiores de vitória, inclusive nas eleições presidenciais de 2018, faz com que mais siglas partidárias queiram se tornar aliadas do PSDB em coligações nas eleições municipais.

“Eu atribuo [a força do partido] a isso: à estruturação, para se preparar para as eleições municipais, e ao fato de, politicamente, apesar do todo o desgaste da classe política, os outros partidos, aqueles que são atores, protagonistas das eleições, preferem se juntar a quem tem uma expectativa próxima de poder”, avaliou o parlamentar.

O deputado federal Domingos Sávio (PSDB-MG) acredita que ainda mais importante do que a expressiva quantidade de aliados do PSDB nas eleições de outubro é a qualidade desses apoiadores. “É extremamente importante [o alto número de apoios partidários], mas mais do que coligação forte, ela tem que ser coligação com qualidade. E o PSDB hoje procura estar aliado aqueles que também querem uma mudança no Brasil”, ressaltou o presidente do PSDB-MG, que também destacou a necessidade de um novo tipo de gestão pública no Brasil.

“O PSDB está vigoroso, trabalhando para ganhar as eleições na maior parte das cidades mineiras, na maior parte das cidades do Brasil, e eu acho que é o momento da mudança. O Brasil acorda de um pesadelo que nós vivemos, infelizmente, patrocinado pelas mentiras do PT, e agora acho que a gente tem que buscar uma política da responsabilidade, da seriedade, e o PSDB tem uma história positiva, e tem buscado representar para a população essa esperança de mudança. Eu acredito, sinceramente, que o PSDB tem uma missão pela frente”, argumentou Sávio.

Isolamento petista

Com 69 apoios partidários nas 92 cidades com mais de 200 mil eleitores, o PT é apenas o quarto colocado no ranking elaborado pelo Valor Econômico. Além do PSDB, PMDB, com 123 apoios, e PSB, com 97, estão à frente dos petistas em número de coligados. Para o deputado federal Rocha, presidente do PSDB-AC, as más gestões do partido tanto em nível nacional quanto estadual e municipal deixaram uma “marca” no PT que não só gera rejeição dos eleitores, como também afasta possíveis aliados.

“Hoje, o eleitor, mais do que ações populistas ou qualquer outro tipo de coisa, ele quer na gestão pública pessoas que tenham compromisso com o desenvolvimento sustentável do país, do estado, do município”, salientou o deputado. “O PT, em todos os governos que esteve à frente, que conduziu, ele não conseguiu bons resultados. E isso é uma marca do partido. Essa questão da incompetência, do desgoverno, da corrupção, da mentira, são marcas que o PT dificilmente vai se livrar”, acrescentou o tucano.