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quarta-feira, 15 de março de 2017

Incrível: Lula também "não sabe" quanto ganha por mês






O primeiro depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como réu da Operação Lava Jato, realizado na manhã desta terça-feira (14), foi marcado pelas mesmas justificativas incoerentes usadas pelo petista para se defender de acusações desde que virou alvo das investigações do Ministério Público Federal. Logo na primeira pergunta, ao ser questionado sobre sua renda líquida mensal pelo juiz Ricardo Leite, na 10ª Vara Federal, em Brasília, Lula não soube sequer dizer com precisão quanto ganha a cada mês.

De acordo com informações de reportagem da revista Veja, o petista alegou receber R$ 6 mil de aposentadoria, além de cerca de R$ 30 mil da LILS, sua empresa de palestras, que também é alvo por suspeita de recebimento de propinas. O ex-presidente ainda citou doações de seus filhos como parte de seus ganhos mensais, mas não respondeu com clareza em nenhum momento ao questionamento do juiz federal.

“Depois o advogado manda para o senhor o total de rendimentos. Eu mando por escrito. Pode chegar a R$ 50 mil, estou chutando, eu não sei. Tem doações dos meus filhos”, argumento o petista.

O deputado federal Nilson Pinto (PSDB-PA) criticou duramente as declarações dadas pelo ex-presidente. Na visão do tucano, as justificativas do petista comprovam o “estágio de degradação” tanto do próprio ex-presidente quanto do Partido dos Trabalhadores.

“Isto [fala de Lula] é ridículo. O Lula, como sempre, não sabe de nada, não viu nada, aliás nem foi ele que recebeu”, ironizou o parlamentar. “É uma posição lamentável de uma figura pública que ocupou o maior posto do país e que não tem sequer a responsabilidade de assumir com clareza os seus atos. É uma pena, é o estágio final da degradação da figura do ex-presidente e da figura do partido”, analisou Pinto.

Vitimização

Além da falta de clareza ao falar sobre seus ganhos mensais, Lula também voltou a se colocar em uma posição de vítima das investigações da Lava Jato. “Os dados são falsos. Há mais ou menos três anos tenho sido vítima quase de um massacre. Me ofende profundamente a insinuação de que o PT é uma organização criminosa”, disse o petista ao juiz Ricardo Leite.


Nilson Pinto acredita que esse tipo de narrativa, utilizada à exaustão não apenas por Lula como por várias figuras de destaque do PT, não surte mais efeito na população brasileira. “Obviamente que isto é uma aposta na alienação da população e na cegueira da justiça. Não pode ser outra coisa, não tem como se explicar uma posição desse tipo. Felizmente, a população está absolutamente de olhos abertos e antenada. Desta vez, tenho a impressão de que a população cansou e o PT e Lula chegaram ao fim da linha”, ressaltou o tucano.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

PSDB cria jogo "Legado do PT" para nunca mais ser esquecido




AGÊNCIA ESTADO/OTempo


PSDB lança na internet jogo da memória com 'legado do PT'

Partido tucano tem investido em comunicações que reforçam a necessidade de o Brasil "superar" o período de administração petista, de olho nas próximas eleições presidenciais


O PSDB lançou na internet um jogo da memória online para criticar o PT e apontar que a legenda que comandou o País por 13 anos deixou um legado que "faz mal para o Brasil".

De olho em 2018, o partido tucano tem investido em comunicações que reforçam a necessidade de o Brasil "superar" o período de administração petista, reforçando o apoio ao governo de Michel Temer (PMDB) e de olho nas próximas eleições presidenciais.

Em artigo publicado na segunda-feira (2), o presidente nacional da legenda, senador Aécio Neves (MG), escreveu que o ano de 2017 representa a hipótese "um recomeço" após "a tormenta" da crise que gerou milhões de desempregados.

O game, que recebeu o nome de "Legado do PT - Para Nunca Mais ser Esquecido" foi lançado em uma página temática dentro do site do PSDB. Ao acessar, o internauta se depara com uma imagem dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff e com oito peças para encontrar as imagens em comum.

Na abertura do site, o PSDB apresenta o jogo afirmando que "o governo petista foi marcado por escândalos de corrupção e incompetência". As imagens que compõe o jogo são acompanhadas com textos que apontam rombo R$ 300 bilhões nas contas públicas, caos na saúde, segurança e educação, 12 milhões de desempregados, cinco mil obras paradas em todo o País, além de outros "legados".

Ao completar o jogo da memória, o PSDB parabeniza o jogador e diz que "o que está em jogo é o futuro do País", afirmando que o Partido dos Trabalhadores causou um mal que não pode ser esquecido. "Agora que você já reforçou a sua memória, compartilhe o jogo com seus amigos. Quanto mais gente jogar, mais gente vai lembrar!", finaliza o texto.

http://www.psdb.org.br/


http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/psdb-lan%C3%A7a-na-internet-jogo-da-mem%C3%B3ria-com-legado-do-pt-1.1418937

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Triplex de Lula era parte de propina ao PT,diz empresário






Segundo delação, imóvel seria abatido de créditos que partido tinha a receber por suborno em obras
São Paulo. O apartamento triplex em Guarujá (SP) destinado ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seria abatido das propinas que a OAS tinha de pagar ao PT por obras na Petrobras, disse o empresário Léo Pinheiro a investigadores da Lava Jato. O depoimento, revelado pela revista “Veja” e confirmado pela “Folha de S.Paulo”, consta da negociação de delação premiada de Pinheiro, que foi suspensa pelo procurador geral da República, Rodrigo Janot, após vazamento de trechos que mencionariam o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli.

A nova revelação vem um dia após o ex-presidente ser indiciado pela Polícia Federal (PF). No relatório, a PF acusa Lula de corrupção passiva, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro no inquérito que investiga o triplex.

(...)

“Ficou acertado que esse apartamento seria abatido dos créditos que o PT tinha a receber por conta de propinas em obras da OAS na Petrobras”, disse Pinheiro, sobre conversa com o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto em 2010. “Nesse contato, perguntei para Vaccari se o ex-presidente Lula tinha conhecimento do fato, e ele respondeu positivamente”, completou.

Pinheiro afirmou ainda que a reforma feita no triplex pela OAS “não seria cobrada do ex-presidente”, porque seria abatida “também como uma retribuição dos serviços prestados por Lula com a OAS na área internacional”.

Em outra parte da delação, o empreiteiro tratou do sítio em Atibaia (SP) atribuído a Lula. Pinheiro disse que o petista solicitou “abertamente”, em 2014, uma reforma no sítio, sem perguntar quanto custaria nem mencionar como seria paga. Da mesma forma, disse, ficou “implícito que a OAS atuaria e seria remunerada com o abatimento dos créditos com o PT e em retribuição ao serviço prestado por Lula em favor dos negócios internacionais da empresa”.

Pinheiro disse ainda que contratou Lula para uma palestra na Costa Rica, em 2011, por US$ 200 mil. A OAS tinha interesses no país e Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, havia dito que o petista poderia “influenciar autoridades locais em prol dos negócios da OAS”. Após a palestra, segundo Pinheiro, Lula o levou a um jantar com a então presidente Laura Chinchilla.

Em outra parte da delação, Léo Pinheiro disse que pagou caixa 2 à campanha de Dilma em 2014, por meio de contrato fictício com a agência de comunicação Pepper. Foram três parcelas de R$ 239,3 mil, segundo Pinheiro, valor solicitado pelo então tesoureiro Edinho Silva “para o pagamento de despesas da campanha”. Por fim, Pinheiro disse que, a pedido de Okamotto, custeou a armazenagem de bens pessoais de Lula a partir de 2010, em troca de ajuda para a OAS no exterior.

(...)
(...)
(...)


http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/triplex-de-lula-era-parte-de-propina-ao-pt-diz-empres%C3%A1rio-1.1362347

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Pesquisa CNT/MDA aponta que Aécio Neves líder da oposição seria presidente,se eleições fossem hoje


Pesquisa CNT/MDA aponta que Aécio Neves seria presidente, se eleições fossem hoje





O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, seria eleito presidente da República se as eleições acontecessem hoje. De acordo com pesquisa divulgada nesta quarta-feira (8) pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), em parceria com a MDA, o tucano venceria em todos os cenários em que aparece como candidato no segundo turno. As informações foram divulgadas pelo jornal Folha de S. Paulo.

Num hipotético embate com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Aécio teria 34,3% dos votos, contra 29,9% do petista. Brancos e nulos somaram 28,8% das intenções de voto, além de outros 7% que se disseram indecisos.

O tucano também venceria o presidente em exercício, Michel Temer, no segundo turno. 32,3% dos entrevistados votariam em Aécio, contra apenas 15,8% do peemedebista. Outros 42,7% votariam branco ou nulo, enquanto 9,7% estavam indecisos.

No terceiro cenário em que foi citado como candidato no segundo turno, o presidente nacional do PSDB teria 29,7%, enquanto sua adversária, Marina Silva, seria a escolhida de 28% das pessoas consultadas. Brancos e nulos somaram 33,4%, e indecisos, 7,7%.


A pesquisa também revelou que a maioria dos entrevistados (62,4%) é favorável ao impeachment de Dilma Rousseff. A margem de erro é de 2,2 pontos para mais ou para menos.

terça-feira, 5 de abril de 2016

Dilma coloca a Educação do país na negociação do "saldão de cargos"


Dilma coloca a Educação do país na negociação do "saldão de cargos"



Brasília (DF) – A estratégia de aliados do governo federal de incluir o Ministério da Educação na negociação de cargos que vem sendo promovida para tentar blindar a presidente Dilma Rousseff contra o processo de impeachment foi bastante criticada pelo presidente nacional da Juventude do PSDB, Henrique Vale. Para o tucano, o ‘saldão de cargos’ promovido por Dilma evidencia que o governo relega a educação a segundo plano: a prioridade é manter-se no poder.

Ele lembrou que o ministério da Educação é uma das pastas que mais foi alvo de barganha do governo federal. Somente no segundo mandato de Dilma, a pasta já passou pelas mãos de Cid Gomes, Renato Janine Ribeiro e Aloizio Mercadante, que agora pode sair do cargo para dar lugar a um nome indicado por partidos aliados.

“Essa barganha só reforça a cisão do governo federal com a educação pública: além de cortarem verbas e deixarem os estudantes na mão com os contratos do Fies [Fundo de Financiamento Estudantil], acima de tudo ainda vendem, mais uma vez, o ministério da Educação. O Aloizio Mercadante está aí para mostrar isso. Vendem a pasta de Educação como moeda de troca política”, criticou Vale.

Segundo reportagem publicada no jornal Folha de S. Paulo (02/04), aliados do governo Dilma sugeriram à presidente que oferecesse o ministério da Educação ao PP, ao invés do da Saúde. Dessa forma, o ministro Celso Pansera deixaria o Ministério da Ciência e Tecnologia, possivelmente deixando o cargo para Aloizio Mercadante. Também pode deixar o governo o ministro recém-empossado Mauro Lopes, do PMDB. A pasta dele, a Aviação Civil, também seria uma das oferecidas em negociações com PP ou PR.

‘A UNE não nos representa’

O presidente da Juventude do PSDB questionou a atuação da União Nacional dos Estudantes (UNE), que vai às ruas para defender a presidente Dilma e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, investigado pela Operação Lava Jato, mas não representa mais os estudantes do Brasil, e certamente não defende os seus interesses.

“A UNE no mínimo deveria ser vigilante com as qualificações da pessoa que venha a assumir esse ministério [da Educação], mas muito provavelmente o circo vai estar armado como sempre foi, e a UNE vai abaixar a cabeça para o que o governo federal determinar”, lamentou.

Henrique Vale destacou que o governo federal está acuado e, sem saber o que fazer para se reafirmar, recorre a estratagemas como a transformação de eventos em comícios e a realização de discursos frente a audiências ensaiadas. Ele ressaltou que, como uma entidade que deveria lutar pelos estudantes do Brasil, ao invés de por uma ideologia política, a UNE deve ser questionada.

“Nós [da Juventude do PSDB] estamos agora remapeando os nossos DCEs [Diretório Central de Estudantes] e vamos começar nesse ano uma mobilização muito forte para começar a questionar as atitudes da UNE frente ao que o governo federal tem feito. Mas uma mudança na política de educação só vai realmente se concretizar se trocarmos o presidente, se a Dilma sair do cargo”,

terça-feira, 22 de março de 2016

Senador Aécio Neves: "O Brasil merece o início de um novo tempo"


Aécio : " O Brasil merece o início de um novo tempo"




Senado tem o dever de dar uma satisfação para o sentimento das ruas, afirma Aécio Neves

“As ruas do País inteiro, de forma espontânea, vêm se manifestando. Esta Casa tem o dever de ser a ressonância dos sentimentos múltiplos, vários, estratificados por todas as regiões do País, que nós temos colhido durante esses dias”, afirmou o senador Aécio Neves em pronunciamento no Senado nesta quinta-feira (17/03) ao ocupar a tribuna com outros líderes da oposição para avaliar os desdobramentos da posse do ex-presidente Lula como ministro da Casa-Civil, ocorrida esta manhã no Palácio do Planalto.

O senador também comentou a gravidade do conteúdo das gravações, feitas com autorização da Justiça, de ligações telefônicas mantidas entre o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff.

Leia, a seguir, trechos do pronunciamento do senador Aécio Neves:

“Hoje não é um dia comum, e não podemos perder a percepção disso. As ruas do País inteiro, de forma espontânea, vêm se manifestando. Esta Casa tem o dever de ser a ressonância dos sentimentos múltiplos, vários, estratificados por todas as regiões do País, que nós temos colhido durante esses dias. Portanto, eu quero sugerir que hoje seria o dia para o Senado Federal, durante todas as horas que se sucederão, e se for o caso, durante o dia de amanhã, debatermos em profundidade, mas com responsabilidade, a gravidade desta crise e os caminhos que esta Casa tem a sugerir, as contribuições que os senadores, experientes que são, muitos governadores de Estado, outros tantos com larga experiência nas mais variadas atividades, não apenas na política. Mas quem sabe, em alto nível, como convém aos belos momentos desta Casa, que tem como patrono Rui Barbosa, quem sabe nós possamos transformar o dia de hoje num dia de um grande debate, duro, como é natural em tempos duros como os que estamos vivendo, mas respeitoso, como é dever desta Casa.

A questão central hoje, e que colho como presidente do PSDB, é que os brasileiros se sentem ultrajados com uma decisão tomada com um sentido que não seria o mais nobre deles, com um sentido explicitado pelas últimas gravações tornadas públicas, que significava a possibilidade de impedir que o ex-Presidente da República – e nada de pessoal contra o ex-Presidente da República – pudesse ter a sua prerrogativa (Fora do microfone.) de foro alterada. Eu não vou adentrar ainda esse tema. Vamos estar aqui, nós da oposição, durante todo o dia. Acho que é importante que a base também esteja – nos reunimos até agora há pouco – para demonstrar ao País a necessidade de, por meio da política, da boa política, das boas formulações da política, apresentarmos para o País um desfecho para esta Crise, que não pode ainda continuar a ser alimentada.

O Brasil merece o início de um novo tempo, de uma nova quadra, para que nós possamos, oposicionistas, governistas, não importa, mas cidadãos brasileiros como um todo, iniciar uma nova história no Brasil, com respeito às instituições, com respeito à Lei e à Constituição, da qual somos todos escravos, mas com a coragem necessária para rompermos com o que está aí e, dentro daquilo que prevê a Constituição, iniciarmos uma nova página, como disse, na história do País. Fica, portanto, esse convite, e nós da oposição estaremos aqui prontos para um debate contundente, mas obviamente no nível que os membros do Senado Federal certamente saberão manter.

Não vou tomar muito tempo deste plenário, neste instante, pretendo voltar ainda à tribuna, e talvez com o senador Paulo Rocha um pouco mais sereno, um pouco mais tranquilo, mas para dizer algo aqui que me parece muito distante das preocupações do senador. Ele nos acusa de ter acirrado os ânimos do país. Teremos nós esta força? Nós da oposição acirramos os ânimos do país? Ou são essas denúncias sucessivas que não cessão, ou são as medidas absolutamente equivocadas, irresponsáveis e atrapalhadas na economia que nos levam a pior recessão da nossa história, um desemprego sem precedentes no Brasil que estão levando as pessoas às ruas. Me acusa o senador Paulo Rocha de, como presidente do PSDB, ter impetrado uma ação na Justiça Eleitoral a partir de inúmeras denúncias que nos chegavam.

O PT fez isso corriqueiramente em inúmeros estados. Se não tivesse cumprido a minha obrigação, e não é o PSDB que produz essas provas, de solicitar ao Tribunal Eleitoral de investigar as denúncias que nos chegavam, eu certamente estaria prevaricando. Mais, se não entro eu com esta ação como presidente do PSDB o Brasil não estaria tendo conhecimento das gravíssimas denúncias que vinculam sim recursos da Petrobras ou do propinoduto ao financiamento da campanha eleitoral. É essencial que o direito à livre e ampla defesa seja garantido. A presidente terá lá todas as condições de demonstrar que essas acusações ou que essas delações são falsas.

Agora o que eu percebo de forma muito clara e essas degravações de ontem trazem tudo isso à luz. Há sim uma tentativa de nivelar aquilo que não é nivelável. Percebi claramente em algumas dessas gravações que vale a pena sim, vamos citar uma, duas, dez, quinze vezes alguma figura independentemente do que isso represente para que quem sabe com isso haja uma pressão explícita como uma dessas gravações coloca em torno do procurador geral da República ou do Supremo Tribunal Federal. Não, temos instituições que funcionam. Que funcionam com independência, que funcionam com altivez. Se eventuais excessos forem cometidos por alguma delas caberá à sociedade reagir a esses excessos. Mas em relação a aquilo que é dito sobre o PSDB, a nossa postura é muito diferente da postura do PT. Não atacamos as nossas instituições, não demonizamos a imprensa. Ao contrário, não consideramos como considera o PT um ataque à democracia.

Queremos que tudo seja investigado em profundidade, não há, para os homens de bem, nada, absolutamente nada mais relevante do que a verdade e é isso que estamos buscando. Não acredito que serão apenas essas as citações a nomes da oposição e ao meu próprio, muitas outras virão e todas serão respondidas de forma cabal, clara, com serenidade, mas com absoluta firmeza. Mas é preciso, que coloquemos nossos olhos no futuro, vamos olhar o que está acontecendo com o Brasil, vamos encontrar caminhos para que o Brasil rompa definitivamente com o que está aí ancorado na Constituição, para construirmos um tempo novo, de convergência e não de divisões.

Quisera ter o poder de mobilizar as massas que ocuparam ontem e no último domingo as ruas do Brasil inteiro. Não tenho! E, se V. Exªs não compreenderam de forma clara o que está acontecendo no sentimento e na alma dos brasileiros, certamente não estarão em condições de contribuir para uma saída que seja de interesse dos brasileiros e dos trabalhadores. Por último, jamais senador Paulo Rocha, quando V. Exª teve seu nome citado no mensalão e depois absolvido, V. Exª jamais teve, desse parlamentar, uma citação que não fosse digna e de respeito. É isso que o PSDB e os tucanos esperam também de V. Exª.”

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

PSDB quer criar CPI para investigar Lula


PSDB quer criar CPI para investigar Lula




PSDB tentará criar CPI sobre a Bancoop para investigar Lula

Estadão Conteúdo


Com as investigações da Operação 'Lava Jato' apertando o cerco ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PSDB tenta viabilizar a criação de uma CPI para apurar irregularidades envolvendo a Bancoop (Cooperativa Habitacional do Sindicato dos Bancários).

Deputados discutem com os correligionários do Senado a possibilidade de formar uma comissão mista de investigação, mas, caso a ideia não prospere, contentam-se com um colegiado apenas na Câmara.

Dentre as principais estratégias da oposição a Dilma Rousseff e ao PT neste ano está a criação de CPIs com potencial de desgastar o partido e a presidente. Até março, devem ser abertas três vagas de CPI na Câmara. A primeira a ser instalada deve ser a do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), a segunda será a da Fifa e a terceira, por ordem de inscrição, seria do DPVAT, que pode ser derrubada para dar lugar a uma CPI que mire a Bancoop.

O alvo da CPI, por trás da cooperativa, seria o ex-presidente Lula e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, que está preso em Curitiba por causa da Operação Lava Jato e foi presidente da Bancoop.

A mulher do ex-presidente Lula, Marisa Letícia, comprou cotas da cooperativa para o condomínio Solaris, no Guarujá (SP), empreendimento que foi assumido pela empreiteira OAS, investigada pela Lava Jato, após a falência da Bancoop. Segundo a defesa de Lula, o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro foi quem teve a iniciativa de fazer a reforma em um tríplex que caberia ao casal Lula da Silva. Porém, ainda conforme a assessoria, o petista nunca soube dos valores da obra.

Em nota, a assessoria também confirmou que Lula chegou a visitar o condomínio Solaris junto com Léo Pinheiro.

Ministro

Nesta terça-feira, 2, em reunião com líderes da base aliada da Câmara, o chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, fez um desabafo aos presentes. Segundo alguns líderes ele se queixou do que chamou de "perseguição ao ex-presidente Lula". Citou ocasiões em que disse ter sido alvo de acusações que foram "estampadas", porém nunca comprovadas, e pediu a união de todos na defesa das propostas do governo Dilma Rousseff.

Wagner se referia a mensagens de telefone interceptadas por investigadores da Lava Jato que apontaram a relação dele com Léo Pinheiro, um dos condenados por participação no esquema de corrupção da Petrobras.

O jornal O Estado de S. Paulo revelou no mês passado diálogos entre os ministro e Pinheiro durante a segunda gestão Wagner (2011-2015) no governo da Bahia. Os investigadores suspeitam que parte das conversas trate de doações para a campanha petista na disputa pela prefeitura de Salvador. Wagner nega qualquer irregularidade nas conversas.


http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/psdb-tentara-criar-cpi-sobre-a-bancoop-para-investigar-lula-1.376783

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Pesquisa aponta Aécio Neves : Aécio teria mais que o triplo de votos de Lula em São Paulo



Pesquisa aponta Aécio: Aécio teria mais que o triplo de votos de Lula em São 
Paulo


Aécio teria mais que o triplo de votos de Lula em São Paulo, mostra pesquisa
9 de janeiro de 2016


Uma pesquisa feita pelo Instituto Paraná Pesquisas no estado de São Paulo revela que o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, teria 58,8% das intenções de voto se disputasse um segundo turno de eleições presidenciais contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que somaria 17,7%.
A intenção de voto no senador é superior ao triplo da obtida pelo petista.

Quanto ao impeachment de Dilma Rousseff, 66,3% dos paulistas são a favor e 70,8% consideram o procedimento um ato legal, dentro dos limites da Constituição, de acordo com a pesquisa

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Bumlai, amigo de Lula revela: "A estrutura da Petrobrás era do PT"


Bumlai, amigo de Lula revela: "A estrutura da Petrobrás era do PT"




'A estrutura da Petrobras era do PT', diz José Carlos Bumlai
Fausto Macedo, Ricardo Brandt e Julia Affonso /

Entre tantas revelações que fez durante seu interrogatório na Polícia Federal na segunda-feira, 14, uma em especial do pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Lula, chamou a atenção dos investigadores. Ele afirmou que "a estrutura da Petrobras era do Partido dos Trabalhadores".

O delegado Filipe Hille Pace, da PF, insistiu para que Bumlai explicasse melhor sua afirmação. Ele disse. "Sabia que o partido indicava grande parte dos nomes para ocupação de cargos essenciais."

A Operação Lava Jato, até aqui, trabalhava com informações de que a influência do PT na Petrobras teria ficado restrita à Diretoria de Serviços - com a nomeação do engenheiro Renato Duque, suposta indicação do ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu (Casa Civil/Governo Lula), ambos capturados por suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro.

Outras unidades estratégicas da estatal, durante o reinado da corrupção e dos desvios (2004/2014), foram administradas por outras agremiações políticas - PP dominou a Diretoria de Abastecimento e o PMDB controlou a Internacional, aponta a Lava Jato.

A Operação Passe Livre, desdobramento da Lava Jato, foi deflagrada em 24 de novembro e colocou na cadeia o amigo de Lula. Amigo de churrascos e boa prosa durante longos anos.

Num primeiro depoimento, na sexta-feira, 11, José Carlos Bumlai negou tudo. Disse que os R$ 12 milhões que tomou emprestado no Banco Schahin, em outubro de 2004, cobriram dívidas suas. Negou taxativamente que o dinheiro tivesse sido repassado para o PT.

Na segunda-feira, 14, mudou a versão. Abriu o jogo. Disse que o real destinatário dos R$ 12 milhões era mesmo o PT. Incluiu em seu relato o poder do PT na Petrobras entregue ao esquema de cartel e propinas. Acrescentou que "sabia que havia indicação por parte de outros partidos da base governista."
http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/a-estrutura-da-petrobras-era-do-pt-diz-jose-carlos-bumlai-1.367185

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Governo Pimentel: Após pedido de investigação. "Pixuleko" visita casa de Pimental


Governo Pimentel: Após pedido de investigação. "Pixuleko" visita casa de Pimentel





Oposição ao PT em Minas ergue boneco inflável de Lula, Dilma e do governador Fernando Pimentel

Após pedido de investigação, grupos levam 'Pixuleko' à casa de Pimentel

JOSÉ MARQUES
DE BELO HORIZONTE
17/10/2015 13h46
José Marques/Folhapress


Manifestantes de oposição ao PT em Minas Gerais protestaram neste sábado (17) em frente à residência oficial do governador Fernando Pimentel com um boneco inflável do ex-presidente Lula, da presidente Dilma Rousseff e do próprio governador. A mobilização reuniu 16 pessoas por volta das 11h em frente ao Palácio das Mangabeiras, em Belo Horizonte. Eles ergueram o boneco, tiraram fotos, gravaram vídeos e levantaram bandeiras.

O ato foi feito em resposta a um documento enviado pelo PT às polícias Civil e Federal e ao Ministério Público, na última quarta-feira (14), com pedido de abertura de investigação criminal contra os opositores.

No texto, o partido diz que os movimentos cometeram difamação, injúria, difusão do ódio, formação de quadrilha e perturbação de cerimônia funerária. São citados os grupos Patriotas, Brava Gente e Mulheres da Inconfidência.

Todos negam as acusações e afirmam que decidiram fazer o novo protesto para negar a autoria de atos creditados a eles na representação criminal, como a distribuição de panfletos com a inscrição "petista bom é petista morto" no velório do ex-presidente do PT José Eduardo Dutra, no último dia 5.

"As pessoas que sofreram representação estão todas aqui, de cara limpa e mostrando como protestamos, ao contrário do que estão imputando à gente. Não é porque outros fizeram ações isoladas no mesmo local em que estávamos, como no velório, que as acusações têm que cair sobre nós", afirma Maurício Vidal, membro dos Patriotas.

"Em resposta à ditadura que Pimentel está implantando em Minas Gerais, nós estamos aqui, em frente à casa dele", disse Marcela Valente, dos movimentos Brava Gente e Mulheres da Inconfidência.

Na versão mineira do "Pixuleko", Lula tem chifres de diabo e Dilma e Pimentel têm corpo de rato. A presidente também segura um osso com a boca. Segundo os criadores, o boneco tem 12 metros. Para o PT, por si só, o "Pixuleko" já é ofensivo a figuras públicas e motiva a representação criminal.

Ainda neste sábado, outro grupo, o Vem Pra Rua, também fez um protesto em frente a um dos prédios da Justiça Federal de Belo Horizonte. Com cartazes e faixas, eles defenderam a Operação Lava Jato e o juiz Sérgio Moro.
http://m.folha.uol.com.br/poder/2015/10/1695255-apos-pedido-de-investigacao-grupos-levam-pixuleko-a-casa-de-pimentel.shtml?mobile

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

PSDB quer Lula investigado


PSDB quer Lula investigado




PSDB pede que Procuradoria investigue suspeitas contra Lula


O líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (SP), protocolou nesta quinta-feira (1º) uma representação junto à Procuradoria-Geral da República para que suspeitas de prática de corrupção passiva pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sejam investigadas.

As suspeitas vieram à tona após a publicação de uma reportagem do jornal "O Estado de São Paulo" que afirma que a aprovação da Medida Provisória 471 –aprovada pelo Congresso em novembro de 2009 e que prorrogava incentivos fiscais de R$ 1,3 bilhão por ano para favorecer montadoras de veículos– foi "comprada".

Segundo Sampaio, "não é a edição desta medida provisória, que teve um importante papel para o país, que estamos questionando, mas sim, o fato dos responsáveis pela mesma terem obtido vantagem ilícita para editá-la. A investigação, por parte do Ministério Público Federal, é essencial pois estiveram envolvidos na confecção da citada MP 471 um ex-presidente da república, a atual presidente Dilma Rousseff e o senhor Gilberto Carvalho, que foi Ministro Chefe da Secretaria Geral da Presidência no governo de ambos".

Segundo a reportagem, dois escritórios de advocacia foram contratados por lobistas para atuarem pela edição da medida provisória 471.

Os dois escritórios, que confirmam terem atuado pela MP, mas negam terem feito lobby, são investigados por atuar para as montadoras no esquema de corrupção do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais), órgão vinculado ao Ministério da Fazenda.

Ainda segundo a reportagem, as empresas do setor negociaram pagamentos de até R$ 36 milhões a lobistas para conseguir do Executivo o tal "ato normativo", que, de acordo com as investigações, veio por meio da MP.
Mensagens mencionam a oferta de propina a agentes públicos e parlamentares para viabilizar o texto, em vigor até o fim deste ano. O jornal afirma que os papéis não trazem nomes de deputados e senadores que estariam envolvidos.

De acordo com o jornal, as empresas MMC Automotores, subsidiária da Mitsubishi no Brasil, e o Grupo Caoa -fabricante de veículos Hyundai e revendedora das marcas Ford, Hyundai e Subaru- contrataram os escritórios SGR Consultoria Empresarial, do advogado José Ricardo da Silva e Marcondes & Mautoni Empreendimentos, do empresário Mauro Marcondes Machado, para obter a extensão da desoneração fiscal até o fim deste ano.

Os incentivos fiscais expirariam em 31 de dezembro de 2010 se não fossem prorrogados.

José Ricardo, dono da SGR, é amigo e parceiro de negócios do lobista Alexandre Paes dos Santos, ligado à advogada Erenice Guerra, que foi secretária-executiva da presidente Dilma Rousseff quando ela era ministra da Casa Civil do governo Lula.

A ação do PSDB ainda solicita a apuração de participações da presidente Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil (para ser publicada, a MP passou pelo crivo de Dilma), de Luís Cláudio Lula da Silva, filho do ex-presidente (que teria recebido de um dos escritórios envolvidos), e do então ministro Gilberto Carvalho (anotações de um dos envolvidos no esquema indicavam reuniões com Carvalho para tratar da medida).

FILHO DE LULA

Ainda de acordo com "O Estado de S. Paulo", Luís Cláudio Lula da Silva, filho do ex-presidente, recebeu R$ 2,4 milhões em pagamentos da Marcondes & Mautoni Empreendimentos.

Ao jornal, ele confirmou os pagamentos –disse que prestou serviços na área de marketing esportivo, sem especificá-los, e alegou que sempre trabalhou com esporte, "exclusivamente na esfera privada"


http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/10/1689101-psdb-pede-que-procuradoria-investigue-suspeitas-contra-lula.shtml

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Senador Aécio Neves para Lula : "É preferível perder a presidência do que perder a dignidade"


Aécio para Lula: "É preferível perder a presidência do que perder a dignidade"




Aécio Neves critica Dilma por negociar Ministério da Saúde em troca de apoio no Congresso

"Fazer trocas de ministérios com a lógica única e exclusiva de se manter no governo é um retrocesso que o Brasil não merece mais viver", diz Aécio.

"Fazer trocas de ministérios com a lógica única e exclusiva de se manter no governo é um retrocesso que o Brasil não merece mais viver", diz Aécio ao criticar a presidente Dilma e o PT pela nova negociação de cargos federais promovida pelo governo


O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, criticou, nesta quinta-feira (24/09), a presidente Dilma Rousseff por envolver o Ministério da Saúde, uma das pastas mais importantes para a população, no balcão de negócios montado pelo Palácio do Planalto em troca de apoio político no Congresso. Em entrevista coletiva, em Goiânia, onde participou de ato de filiação de várias lideranças regionais ao partido, Aécio afirmou que a reforma administrativa proposta pelo governo federal deveria seguir padrões de gestões eficientes e não as velhas práticas políticas da negociação de cargos e ministérios em troca de votos na base aliada do governo.

"O que o governo se dispõe a fazer neste instante, entregando áreas essenciais à vida dos brasileiros, como o Ministério da Saúde e o Ministério da Infraestrutura, para citar os que estão hoje nos jornais, em troca de 20 ou 30 votos no Congresso Nacional, é um desrespeito à população brasileira. Fazer a reforma administrativa, enxugar ministérios como propúnhamos durante a campanha eleitoral, deveria ter como lógica a melhoria da qualidade do serviço público. Novas metas, gente qualificada e preparada para que a saúde melhore, para que a educação e a segurança pública melhorem", afirmou Aécio Neves.
Saiba mais:

O presidente tucano e o governador Marconi Perillo comandaram, em Goiânia, o encontro do partido que recebeu, nesta quinta-feira, mais de 500 novos filiados. Entre eles, o vice-governador de Goiás Zé Eliton e 14 prefeitos. O ato contou com a presença de diversas lideranças nacionais e regionais.

Lula

Aécio Neves criticou também a declaração dada ontem pelo ex-presidente Lula sobre a perda de ministérios ocupados pelo PT, seu partido, para o PMDB. Lula disse que o PT preferia perder ministérios do que perder a presidência da República. Aécio criticou a declaração e disse que pior do que perder a presidência da República é perder a dignidade.

"O ex-presidente Lula deu uma declaração que está estampada nos jornais, uma declaração de que é preferível perder os ministérios do que perder a Presidência da República, referindo-se a esse balcão de negócios à luz do dia que se estabeleceu no Palácio do Planalto. Quero responder ao ex-presidente da República: muitas vezes é preferível perder a presidência da República do que perder a dignidade", afirmou o líder tucano.


http://www.onortao.com.br/noticias/aecio-neves-critica-dilma-por-negociar-ministerio-da-saude-em-troca-de-apoio-no-congresso,51886.php

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Aécio: "Falta a este governo competência, credibilidade e apoio político"


Aécio : " Falta a este governo competência, credibilidade e apoio político"



Na contramão



Aécio Neves/Folha de São Paulo

Na semana passada, o Brasil perdeu o grau de investimento, pelos sucessivos erros de política econômica dos governos Lula e Dilma.

Como se sabe, de 2003 até 2008, o governo do PT se caracterizou pela continuidade da política econômica do governo FHC. Nesse período, o maior crescimento da economia mundial, o boom de commodities e a melhora da produtividade, fruto de reformas iniciadas no final de década de 1980, nos levaram a conquistar o grau de investimento no auge da crise financeira internacional em 2008.

A partir dali, o presidente Lula começou a implementar o programa econômico do PT, que partiu da premissa de que o governo é onipotente e decide quem serão os vencedores; que taxa de juros poderia ser fixada por decreto; que o aumento da dívida pública e a concessão exagerada de subsídios levariam a um maior crescimento; que o controle de tarifas públicas poderia conter a inflação e que o gigantismo do Estado era a única forma de aumentar oferta de serviços de educação e saúde.

O resultado foi que, a partir de 2011, a produtividade parou de crescer, o buraco das contas externas mais do que dobrou –um superavit primário que era de R$ 128 bilhões em 2011 transformou-se em um deficit de R$ 32,5 bilhões, em 2014 e a dívida bruta do Brasil cresceu em mais de R$ 500 bilhões decorrente de empréstimos para bancos públicos e da concessão indiscriminada de subsídios.

O Brasil, já neste ano, será o país emergente com maior endividamento bruto e com a maior conta de juros e, mesmo assim, a presidente Dilma mandou para o Congresso uma proposta orçamentária que prevê deficit primário de mais R$ 30 bilhões e um drástico crescimento da despesa.

Que ajuste fiscal é esse?

Ao final, a perda do grau de investimento não chegou a ser uma surpresa diante da avalanche de erros, agravada pelo maior escândalo de corrupção da história do Brasil, a Lava Jato, e a incapacidade política deste governo de planejar o futuro e de apresentar um caminho minimamente confiável para a superação da crise.

Recuperar o grau de investimento exige credibilidade para negociar com o Congresso e com a sociedade um ajuste fiscal estrutural e uma ampla agenda de reformas que aumente a produtividade e acelere o crescimento do país. Falta a este governo competência, credibilidade e apoio político para essa tarefa.

Em resumo: em 2008, no auge da crise, o Brasil recebe o selo de bom pagador, fruto das reformas do governo FHC e até ali mantidas em grande parte pelo governo Lula. Agora, enquanto o mundo se recupera e as principais economias voltam a crescer, o Brasil vê sua nota de crédito ser rebaixada. Obra de responsabilidade exclusiva do PT e seus governantes.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Aécio Neves cobra de Levy informações mais precisas


Aécio cobra de Levy informações mais precisas.




Levy merece nosso respeito pelo esforço que vem fazendo, diz Aécio

Agência Estado
O senador Aécio Neves usou os cinco minutos em que poderia questionar o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, para fazer discurso e criticar o governo Dilma Rousseff. O senador começou sua fala, entretanto, elogiando o ministro. "Levy merece nosso respeito pelo esforço que está fazendo", disse.

Parlamentares petistas, por outro lado, não têm poupado Levy. Sobre o governo, Aécio disse que considera o conjunto inicial de medidas enviadas ao Congresso "extremamente rudimentar", porque se concentra principalmente em aumento de tributos. Ele disse ainda que os "desatinos" da presidente Dilma foram os motivos do atual cenário econômico.

Encerrados os cinco minutos de prazo, Aécio fez então perguntas. Uma delas diz respeito a quando o País vai atingir o centro da meta de inflação. Ele também perguntou se Levy cogita usar reservas internacionais para ajudar a Petrobras.
O Estado de Minas

terça-feira, 24 de março de 2015

Aécio Neves presidente do PSDB : "Projeto de Dilma é querer o poder a todo custo"


Aécio : "Projeto de Dilma é querer o poder a todo custo"




Aécio diz que pesquisa mostra que Dilma deve se preocupar e 'pedir desculpas'
O tucano comentou o levantamento feito pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) sobre avaliação do governo federal


O senador Aécio Neves (PSDB) disse que a pesquisa mostra que o projeto de Dilma "quer o poder a todo custo"
O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, comentou a pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), divulgada nesta segunda-feira, que aponta que 64,8 % dos brasileiros avaliam negativamente a gestão da presidente Dilma. Segundo Aécio, o levantamento traz dados “que devem preocupar o governo” e que os números apresentados refletem a “perda de credibilidade” da presidência.

“A crescente falta de confiança na presidente Dilma, bem como a reprovação da maioria dos brasileiros à sua conduta pessoal à frente do governo são prova de que ela e o seu partido falharam ao terem optado por manter um projeto de poder a todo e qualquer custo e em prejuízo do Brasil”, comentou o tucano.

Ainda conforme Aécio, que disputou com Dilma as eleições para a Presidencia no final do ano passado, mas saiu derrotado do pleito, a presidente deve “bem mais que um pedido de desculpas”. “ Ela deve se desculpar por ter tirado de milhões de brasileiros a perspectiva de um futuro melhor”, afirmou.

De acordo com a pesquisa, 64,8% dos entrevistados fazem uma avaliação negativa do governo Dilma, 23,6% regular e apenas 10,8% classificaram como bom o desempenho do Palácio do Planalto.Quando questionados sobre a avaliação pessoal da presidente Dilma Russeff o quadro apresentado também mostra descontentamento com a petista. Ao todo 77,7% desaprovam a postura da presidente e 18,9% aprovam.

Sobre o desempenho no segundo mandato, 7,5% avaliam como positivo e 72,2% classificam como negativo. Ao comparar o início deste período de governo, em relação ao anterior, 75,4% concluíram que está pior e 16,4% que está a mesma coisa. Para 2,8% está melhor e 40,4% não souberam.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Aécio Neves líder da oposição : "Ontem, um dia do qual devemos nos orgulhar"


Aécio : " Ontem, um dia do qual devemos nos orgulhar"



"Ruas


Existem momentos na vida de um país em que a alma da nação parece se inquietar e transbordar, criando identidades que nos ajudam a lembrar que somos não um conjunto de indivíduos mergulhados em problemas e desafios pessoais, mas um povo que tem muito em comum.

O dia de ontem foi um momento assim. Em que a individualidade cedeu lugar à coletividade. Um dia do qual devemos nos orgulhar.

Curiosamente, há exatos 30 anos, o Brasil vivia um outro momento de forte identidade coletiva. Em outro 15 de março deveria ter ocorrido a posse do primeiro presidente civil e de oposição depois de 20 anos de ditadura. O calvário pessoal de Tancredo, paradoxalmente, ajudou na constituição e fortalecimento de laços coletivos.

Naquela época, pouco antes da morte do presidente, circulava no país uma anedota que dizia que uma enfermeira se encontrava no quarto com Tancredo quando ele começou a ouvir o barulho da multidão que se aglomerava na porta do hospital, em orações e homenagens. Que barulho é esse? perguntou ele. É o povo, presidente, o povo está todo aí embaixo, respondeu ela. E o que o povo está fazendo aqui? Ele veio se despedir, presidente. Ué, e o povo tá indo pra onde minha filha?, perguntou o presidente.

A delicadeza dessa cena fictícia, mas que combina bem com o espírito de Tancredo, me vem à memória de tempos em tempos. Não podemos nunca perder de vista que, em meio ao legítimo sentimento de indignação e revolta, existe um tipo de agressividade e de radicalização do ambiente político que interessa apenas àqueles a quem faltam argumentos, aos responsáveis pelo descalabro do país.

A estratégia do PT tem sido clara. Para esconder a verdadeira dimensão da insatisfação popular, tentam transformar todos os críticos do governo em defensores de um golpe ou do impeachment da presidente. Querem convencer o Brasil de que as manifestações populares, espontâneas, nascidas no coração de milhões de brasileiros, são, na verdade, ações ardilosas preparadas por partidos políticos. Não são. Fazem isso para não enfrentarem a realidade de que o governo deve satisfação a milhões de brasileiros. Fazem isso para tentar interditar o debate sobre temas que não interessam ao partido.

As ruas estão ocupadas por diferentes reivindicações e pela indignação com a corrupção, mas também contra a hipocrisia do discurso de parte das lideranças do país, que, por conveniência, e contraditoriamente, hoje repudiam posições que ontem defendiam.
As manifestações desse domingo, que superaram todas as previsões, não dizem respeito ao passado nem ao resultado das eleições. Dizem respeito ao futuro. E, por isso, preocupam tanto o governo"


Coluna Aécio Neves ? Folha de São Paulo

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Lula soma ao discurso do senador Aécio Neves e também critica Dilma


Lula soma ao discurso de Aécio e também critica Dilma


Blog do Josias
Desenvoltura de Lula torna Dilma subpresidente



Nas últimas 72 horas, Lula substituiu Aécio Neves no papel de líder da oposição. Fez três aparições, uma no Rio e duas em Brasília. Em todas elas apontou para os calcanhares de vidro de Dilma Rousseff. Com isso, diminuiu um governo que já havia começado por baixo. E converteu a inquilina do Planalto numa espécie de subpresidente da República.

Numa noite, no Rio de Janeiro, Lula enfiou dentro de um discurso em “defesa” da Petrobras, uma crítica ao acanhamento de sua afilhada: “A Dilma tem de levantar a cabeça e dizer: ‘Eu ganhei as eleições’.'' Na noite seguinte, em Brasília, queixou-se aos senadores do PT da incapacidade do governo de explicar à plateia os objetivos das medidas econômicas que enviou ao Congresso.

Na manhã subsequente, ainda na Capital federal, reclamou da desarticulação política do Planalto num café da manhã com as raposas do PMDB do Senado. E tomou as dores do vice-presidente Michel Temer, excluído por Dilma do grupo de conselheiros da República, o G6, hoje 100% feito de ministros do PT.

Os políticos governistas vêem a volta de Lula à Presidência da República com grande otimismo, como se as coisas finalmente retornassem ao seu devido lugar, ainda que temporariamente. Embora sem trono, o rei do petismo exerce o poder de fato no Brasil.

Em verdade, o trono é o último lugar em que Lula deseja ser visto. Como eminência parda, ele maneja os fios de sua marionete e usufrui de todos os privilégios que o poder propicia. Com a vantagem de não ter de dar expediente no Palácio do Planalto.

Admita-se, para efeito de raciocínio, que o objetivo de Lula fosse o de socorrer Dilma. Para ficar no mais óbvio, poderia reconhecer que foi ele, não a madame, quem loteou as diretorias da Petrobras, entregando-as a prepostos corruptos de partidos com fins lucrativos.

Ao silenciar as próprias culpas, o presidente acidental deixa a impressão de que opera freneticamente para ajudar a si mesmo, escondendo suas pegadas embaixo de um discurso em que os ataques à ex-supergerente se misturam a declarações de guerra à oposição elitista e estocadas na mídia golpista. São ingredientes que não ornam com um plano de resgate da pupila. Combinam mais com uma plataforma pessoal para 2018. Como se não bastasse criticar a criatura, o criador antecipa o debate sucessório.



fonte: http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2015/02/27/desenvoltura-de-lula-torna-dilma-subpresidente/

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Aécio nos lembra, que há 30 anos, Tancredo Neves, reconstruindo a democracia no Brasil, dizia " Não vamos nos dispersar"


Aécio nos lembra, que há 30 anos, Tancredo Neves, reconstruindo a democracia no Brasil, dizia " Não vamos nos dispersar"




Tancredo posa em frente a Esplanada dos Ministérios após eleição do Colégio Eleitoral - Arquivo O Globo
Eleição de Tancredo, há 30 anos, foi a 'mais bem elaborada construção política que o Brasil viveu', diz Aécio
Ex-governador de Minas relembra eleição de seu avô, primeiro presidente civil depois de duas décadas de ditadura
POR THIAGO HERDY


SÃO PAULO - Ao desejar feliz ano novo a seus eleitores em vídeo divulgado em seus canais de divulgação no último dia de 2014, o senador e candidato derrotado à Presidência Aécio Neves (PSDB) repetiu a mesma frase do discurso da vitória da eleição de seu avô Tancredo no Colégio Eleitoral, que hoje completa exatamente 30 anos: "Não vamos nos dispersar".

A frase de Tancredo era um chamado à população para que continuasse reunida "nas praças públicas" e "com a mesma emoção, a mesma dignidade e a mesma decisão" que levou à escolha naquele 15 de janeiro do ex-governador de Minas Gerais como primeiro presidente civil, depois de 21 anos de uma ditadura que executou quatro centenas de opositores.

A frase de Aécio é um chamado aos 51 milhões de eleitores que no ano passado deram ao tucano votos de confiança, insuficientes para impedir a reeleição de Dilma Rousseff, naquela que ficou marcada como a mais apertada disputa da história política brasileira.

A frustração com a derrota no Congresso, em 1984, da emenda que previa eleição direta para presidente foi compensada, no ano seguinte, pela eleição de Tancredo - um dos entusiastas da campanha pela volta de um presidente civil ao poder. Entretanto, o mineiro morreu antes da posse e o cargo foi passado ao vice na chapa, José Sarney.

NOITE DE VÉSPERA INTERMINÁVEL

Na condição de secretário particular do avô, Aécio presenciou praticamente toda a articulação realizada antes das eleições junto a aliados e também a militares, naquela que o mineiro considera "a mais bem elaborada construção política que o Brasil viveu em sua história contemporânea", sacramentada em 15 de janeiro de 85.

- Era uma construção que começava por um líder de oposição que tinha uma parcela, no início, não disposta a ir para o Colégio Eleitoral, posição que depois ficou isolada apenas no PT. Ao mesmo tempo, havia uma administração para que setores ainda inconformados das Forças Armadas não tivessem chance de se rebelar - conta Aécio, que ainda tem na memória a noite insone anterior à eleição, lembrando-se até do gesto de retirar os óculos do rosto do avô quando ele adormeceu, ainda que por pouco tempo, lendo jornais na cama de seu apartamento, em Brasília.

Para ex-presidentes militares, Tancredo era o líder da oposição com quem era possível dialogar. "Tancredo não hostilizava", diria Ernesto Geisel (1907-1996) em entrevista ao projeto "Memória viva do regime militar", do economista e ex-colaborador de Tancredo, Ronaldo Costa Couto. "Era um bom relacionamento", repetiria o general Figueiredo, no mesmo livro.

Segundo Aécio, a opção do avô por fazer uma transição "sem revanchismo ou retaliações" era uma forma de fazê-la "sem traumas maiores do que aqueles já havidos durante os 21 anos do regime".

- Ele sabia que setores importantes das Forças Armadas compreendiam que o ciclo militar estava no final. Ao mesmo tempo, havia setores mais radicais, que esperavam um motivo qualquer para retroceder. Era um olho no gato e outro na frigideira - conta o tucano, lembrando que o avô ficou atento, "até o final, às movimentações mais extremadas do Exército".

AVENTURA, NÃO

Aécio admite que, para Tancredo, essa era uma eleição com resultado previsível e favorável, na medida em que ele havia tomado a decisão de ir ao Colégio Eleitoral apenas quando percebeu que as "condições mínimas de vitória estavam construídas e viabilizadas":

- Ele tinha uma frase onde dizia: para correr risco, contem comigo, isso é inerente à nossa atividade. Agora, aventura, não.

Se Tancredo evitou o revanchismo para viabilizar a transição democrática, o que diria Aécio sobre o relatório final da Comissão Nacional da Verdade (CNV), divulgado em dezembro?

- Era um direito dos brasileiros conhecer a sua história, e das famílias e amigos daqueles que desapareceram. Isso é legítimo. Independentemente das questões de governo específicas que nos envolvem, do ponto de vista institucional, os avanços foram muito consistentes de 85 até aqui - afirma.

O tucano pede, no entanto, que o apoio ao relatório não seja confundido com o tratamento dado no texto à autoanistia promovida pelo regime, citada ali como "ilegal diante da legislação internacional”, em especial por crimes cometidos contra a humanidade.

- A Anistia foi um grande pacto, feito na sociedade brasileira em determinado tempo histórico, que se mostrou essencial para que tivéssemos avanços de lá até aqui. Não vejo a quem possa interessar hoje a sua revisão - diz.

MOVIMENTOS

Em entrevista para o livro de Costa Couto, doze anos depois da eleição do avô, Aécio analisou a estratégia de Tancredo. "Ele soube aguardar, esperar que as forças se movimentassem e se agrupassem em torno dele. Sabia exatamente o momento de avançar e o momento de recuar". Para o Aécio de 2015, este é o momento de avançar ou recuar?, pergunta o GLOBO.

- É o momento de persistir. Eu perco as eleições mas saio das urnas representando um movimento amplo da sociedade, indignado com tudo que está aí - responde o tucano, dando típicos sinais "tancredianos":

- Levo para minha militância oposicionista o mesmo vigor e a mesma coragem que eu teria se tivesse sido eleito presidente. Meu papel é organizar e fortalecer as oposições, cobrar do governo os compromissos que assumiu na campanha, suas contradições - avança.

- Mas (faço isso) sem pensar em eleições, por enquanto. Tenho os pés no chão. A oposição não pode ter uma cara, apenas, isso é um erro gravíssimo, a oposição tem que ser ampla - recua.

CONEXÃO

Aécio quer repetir o que fez Lula para encerrar oito anos de tucanos no poder. Ele aposta em seu vínculo "com setores expressivos da sociedade", que ele classifica “não como mais qualificado, porque todos são", mas "o mais antenado com o que está acontecendo com o Brasil".

- No governo Fernando Henrique, sabíamos que tinha um Lula conectado, claro que com outros setores, mas numa conexão forte com movimentos da sociedade, com os quais ele militava. Nós sabíamos que era mais difícil enfrentar uma oposição que tinha uma conexão muito forte com esses setores - diz.

No livro de Costa Couto, o ex-governador da Bahia e ex-senador Antônio Carlos Magalhães analisou o catalizador do governo militar: "1964 foi um movimento contra a corrupção e em defesa da moralidade".


Em 1997, já de volta ao regime democrático, o general Figueiredo definiu o governo de FH: "Estamos na mesma situação de 1963. Os escândalos estão aí, piores ainda".

Em janeiro de 2015, na declaração de Aécio, a história é movimento de moinho:

- Represento um movimento indignado com tudo que está aí. Indignado com a leniência com a corrupção, com a incompetência do governo. Cansado dessa forma atrasada de se fazer política.

Fonte : http://oglobo.globo.com/brasil/eleicao-de-tancredo-ha-30-anos-foi-mais-bem-elaborada-construcao-politica-que-brasil-viveu-diz-aecio-15056526

http://dropsmisto.blogspot.com

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Senador Aécio Neves: Pela campanha que fez, Dilma 'já é uma derrotada'


Eleição 2014
Aécio: Pela campanha que fez, Dilma 'já é uma derrotada'
Candidato do PSDB diz que ex-presidente Lula "sai menor" da campanha "mais sórdida" desde a redemocratização
Daniel Haidar, do Rio de Janeiro


O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, concede entrevista coletiva em Belo Horizonte (Evelson de Freitas/Estadão Conteúdo)

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, reagiu nesta quinta-feira com confiança à divulgação de pesquisa Datafolha em que aparece com 47% dos votos válidos, seis atrás da presidente-candidata Dilma Rousseff (PT). É o primeiro levantamento em que a petista aparece com vantagem acima da margem de erro. Para o tucano, porém, a presidente “já é uma derrotada pela campanha que se permitiu fazer”.

“As pesquisas servirão de entusiasmo para os companheiros que achavam que a coisa caminhava com naturalidade. A candidata oficial já é uma derrotada independentemente do resultado eleitoral, pela campanha que se permitiu fazer”, afirmou Aécio em entrevista no comitê de campanha do Rio de Janeiro.

Ao abordar os últimos episódios de baixaria contra a candidatura do PSDB, como as mensagens telefônicas enviadas para aterrorizar beneficiários do Bolsa Família e panfletos apócrifos com acusações injuriosas, Aécio ressaltou que é alvo de uma “campanha sórdida e criminosa” promovida pelo PT. “A responsabilidade vai vencer as informações caluniosas e criminosas que vem sendo disseminadas. Quem age de forma tão sórdida não está preparado para a democracia e teme o resultado das eleições. O Brasil não merece ter uma disputa desse nível”, afirmou.

Aécio lamentou a atuação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que passou a promover atos de campanha para proferir as mais baixas apelações contra o candidato tucano. O presidenciável do PSDB avalia que o ex-presidente termina a campanha “como uma figura menor da política brasileira”.

Leia também: Aécio: Lula 'apequena sua biografia' ao promover baixaria

“O ex-presidente Lula sai dessa campanha como uma figura menor da política brasileira. Pelo que ele dizia de outros adversários, essas acusações são elogios, mas apenas o apequenam. É lamentável ver o ex-presidente da República se sujeitando a cumprir esse papel em uma campanha sórdida e criminosa”, afirmou.

Aécio pediu aos eleitores que se vistam com as cores do Brasil no domingo e disse ter certeza de que o “sentimento de mudança vai ser efetivado”. “Nas próximas 48 horas da reta vamos estar com os companheiros mobilizados. O sentimento de mudança vai ser efetivado no dia 26 de outubro”, afirmou.

Diante da artilharia petista, Aécio pretende se defender de acusações caluniosas, mas promete ficar concentrado na apresentação de propostas até o fim da campanha. Nesta quinta-feira, ele reiterou compromissos com as mulheres e a educação no país. Prometeu manter creches abertas até 20h e garantir em lei que a licença-maternidade seja contabilizada somente a partir da data de alta de recém-nascidos que tenham de ficar hospitalizados.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB na CPI do Metrô : "Vamos investigar tudo ! Ninguém tem que ter medo de nada"


quinta-feira, 8 de maio de 2014

Aécio na CPI do Metrô :"Vamos investigar tudo ! Ninguém tem que ter medo de nada"

Fonte: 

Yahoo! Notícias




ink: https://br.noticias.yahoo.com/aécio-assina-pedido-cpmi-metrô-sp-214900741.html

Aécio assina pedido de CPMI do Metrô de SP

O senador Aécio Neves, pré-candidato do PSDB à Presidência da República, rebateu as críticas da base aliada sobre o "uso político" da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras. O tucano disse que a iniciativa dos aliados do governo de instalar uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar a suposta formação de cartel no Metrô de São Paulo acontece de forma tardia. Segundo o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), Aécio foi o único senador da oposição a assinar o requerimento de criação da CPMI do Metrô paulista, que deve ser protocolada ainda hoje.

Para o tucano, os governistas têm maioria no Congresso e já poderiam ter pedido a CPMI do Metrô de São Paulo antes. "(A base aliada) tem toda legitimidade para fazê-lo (pedir a CPMI do Metrô). Lamento até que venha com enorme atraso. Se essas denúncias que estão aí há anos circulando incomodassem realmente o PT, já poderia ter feito isso", comentou. Aos jornalistas, o presidenciável disse ser favorável a qualquer investigação. "Vamos investigar tudo, ninguém tem que ter medo de nada", enfatizou.