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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

O candidato Aécio Neves agradece a seus 51 milhões de eleitores


Aécio agradece a seus 51 milhões de eleitores

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Amigos
Agradeço, mais uma vez, aos 51.041.155 brasileiros que votaram a favor da mudança. Dediquei todas as forças do meu coração à oportunidade de construirmos um novo Brasil. Juntos, enfrentamos uma campanha desigual. Uma campanha de mentiras e infâmias. Uma campanha em que a máquina pública foi colocada a serviço de um partido, afrontando todos os brasileiros.

Apesar de tudo isso, tenho imenso orgulho de cada um de vocês e do que, juntos, construímos nos últimos meses. O Brasil despertou. Ocupamos as ruas com alegria e esperança. Descobrimos que somos muitos. Que somos milhões.

Assumo com cada um de vocês o compromisso de permanecer firme no exercício da oposição e na defesa de um país honesto, digno e justo.

Faço aqui duas convocações, homenageando dois grandes brasileiros:
"Não vamos desistir do Brasil!", nos disse Eduardo Campos
"Não vamos nos dispersar!", nos disse Tancredo Neves

Vamos em frente, unidos, pelo Brasil!

Obrigado pela sua confiança! Um forte abraço! -Aécio Neves

http://dropsmisto.blogspot.com

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Marina Silva declara apoio ao candidato Aécio Neves no segundo turno


Marina declara apoio a Aécio Neves no segundo turno






Após uma semana de negociações com o PSDB, a candidata derrotada à Presidência pelo PSB, Marina SMarina Silva declara apoio a Aécio Neves no segundo turno
Decisão ocorre um dia após tucano divulgar compromissos para área social.
No sábado, viúva de Campos anunciou que votará no candidato do PSDB.

Paulo Toledo PizaDo G1 SP

ilva, anunciou neste domingo (12) que apoiará o candidato tucano Aécio Neves no segundo turno. A decisão foi divulgada, em São Paulo, um dia depois de o presidenciável do PSDB assumir, por meio de uma carta aberta, uma série de compromissos para a área social, entre os quais parte das condições impostas pela ex-senadora para apoiá-lo na reta final da corrida pelo Palácio do Planalto.

"Tendo em vista os compromissos assumidos por Aécio Neves, declaro meu voto e o meu apoio a sua candidatura. Votarei em Aécio e o apoiarei. Votando nesses compromissos, dando um crédito de confiança à sinceridade de propósitos do candidato e de seu partido e, principalmente, entregando à sociedade brasileira a tarefa de exigir que sejam cumpridos", disse Marina, ao final de um pronunciamento de cerca de meia hora, ao lado de seu candidato a vice na eleição presidencial, deputado Beto Albuquerque (PSB-RS).

"Não estou com isso fazendo nenhum acordo ou aliança para governar. O que me move é a minha consciência, e assumo a responsabilidade pelas minhas escolhas", complementou.

Entre as promessas assumidas pelo tucano no sábado, em resposta às condições apresentadas pela ex-senadora, está, caso seja eleito, adotar uma política ambiental sustentável, priorizar o ensino integral no país e a criar um fundo para tentar solucionar os conflitos entre índios e produtores rurais, além do compromisso de que irá trabalhar para que o Congresso Nacional aprove o fim da reeleição para cargos executivos.

Em meio ao discurso deste domingo, Marina afirmou que um dos motivos que a motivaram a apoiar o antigo adversário do PSDB foi sua convicção sobre a importância da alternância de poder fará bem ao país. Ela também destacou trechos da carta de Aécio que, de acordo com a ex-senadora, atendem ao programa elaborado conjuntamente pelo PSB e pela Rede.

A ex-ministra do Meio Ambiente ressaltou, entre outros pontos, o compromisso do tucano de combater a discriminação; a aprovação de uma lei que transforme o Bolsa Família em programa de Estado; a promessa de buscar o desmatamento zero; a proteção dos direitos indígenas; compromisso com a educação, a saúde e a reforma agrária; e a reforma política.

Sobre esse último item, Marina enfatizou a importância de pôr fim à possibilidade de reeleição para cargos executivos. Segundo ela, essa prerrogativa se tornou fonte de corrupção e do mau uso das instituições de Estado.

Marina comparou os compromissos assumidos por Aécio Neves para a área social à Carta ao Povo Brasileiro assinada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na campanha presidencial de 2002. À época, diante dos temores do mercado de que ele pudesse promover mudanças drásticas na política econômica se assumisse o Palácio do Planalto, o petista se comprometeu, por escrito, a manter a espinha dorsal do Plano Real, dando continuidade à ortodoxia na condução da economia brasileira.

“Aécio retoma o fio da meada virtuoso e corretamente manifesta-se na forma de um compromisso forte, a exemplo de Lula”, observou Marina. “Doze anos depois, temos um passo adiante, uma segunda carta aos brasileiros, intitulada: ‘Juntos pela democracia, a inclusão social e o desenvolvimento sustentável’”, comentou.

Os termos de Marina
Marina Silva substituiu Eduardo Campos - que morreu em um acidente aéreo, em agosto, durante a campanha eleitoral -, na corrida presidencial. Ela se filiou ao PSB, em outubro de 2013, em razão de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter negado registro partidário à Rede Sustentabilidade, o grupo político da ex-senadora.

Em meio à disputa pela Presidência, Marina chegou a ser apontada pelas pesquisas eleitorais em empate técnico com a candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, deixando Aécio na terceira posição nas simulações.

No entanto, na votação do último domingo (5), Marina Silva obteve 22.176.619 votos (21,32%) e ficou em terceiro lugar, mesma colocação da eleição de 2010. A petista recebeu 43.267.668 votos (41,59%) e o tucano, 34.897.211 (33,55%).

Na quarta-feira (8), três dias depois do primeiro turno, a executiva nacional do PSB anunciou, em Brasília, apoio ao presidenciável tucano. Marina, entretanto, não participou da reunião e decidiu condicionar seu apoio à inclusão no programa de governo do PSDB de uma lista de pontos que ela considerava "fundamentais" que fossem adotados pelo candidato tucano para que ela abrisse o voto na candidatura dele.
Marina anunciou apoio a Aécio Neves ao lado de
seu candidato a vice na disputa presidencial, Beto
Albuquerque (Foto: Reprodução / GloboNews)

Ela solicitou, por exemplo, que ele se comprometesse a acelerar a reforma agrária no país, manter os direitos dos trabalhadores, dar continuidade às demarcações de terras indígenas e de unidades de conservação, além de adotar uma política “progressista” em relação ao clima.

Marina também pediu que Aécio incluísse em seu programa de governo os compromissos de implantar escolas em tempo integral, oferecer passe livre a estudantes de escolas públicas e revisar a regra do fator previdenciário.

O texto divulgado pelo tucano no sábado, que ele disse que foi inspirado nas propostas divulgadas pela Rede – o grupo político da candidata derrotada do PSB –, contemplou parte das exigências de Marina. Não foram incluídas no programa tucano, por exemplo, as propostas envolvendo a gratuidade do transporte público e a reforma na regra previdenciária que inibe as aposentadorias precoces.
saiba mais

Ao final do evento na capital de Pernambuco, o deputado federal Beto Albuquerque (RS), que concorreu a vice na chapa de Marina, afirmou que o documento divulgado por Aécio contemplava as reivindicações apresentadas pela ex-senadora e abria caminho para ela declarar apoio ao tucano. "Esse documento responde as contribuições que o PSB, a Rede, eu, Marina e todos nós encaminhamos", enfatizou.

Segundo o Blog do Camarotti, antes de fazer o pronunciamento deste sábado, o candidato do PSDB encaminhou os pontos de seus compromissos a integrantes da Rede, que aprovaram os termos programáticos do tucano para a área social.
Candidato do PSDB posou para fotos ao lado de
sua filha, Gabriela, e dos familiares de Campos.
(Foto: Luna Markman)

Viúva de Campos
No sábado, após divulgar a carta compromisso, Aécio Neves se reuniu com Renata Campos, viúva do ex-governador pernambucano Eduardo Campos, que morreu em um acidente aéreo em agosto. No encontro, que tem peso simbólico para o presidenciável do PSDB, ele almoçou com a família de Campos e líderes do PSB e do PSDB de Pernambuco.

Renata não falou com a imprensa, mas divulgou uma carta na qual listou os motivos que a levaram a declarar apoio ao candidato do PSDB no segundo turno. O texto destaca a consternação de sua família com a morte trágica de Eduardo Campos e afirma que o governo federal se tornou "incapaz" de promover as mudanças idealizadas por seu marido.

A viúva também ressaltou na carta pontos em comum na trajetória política entre Aécio e Campos e disse que acredita na capacidade de "diálogo e gestão" do tucano.

(...)

http://g1.globo.com/sao-paulo/eleicoes/2014/noticia/2014/10/marina-silva-declara-apoio-aecio-neves-no-segundo-turno.html

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

O senador Aécio Neves cobra posição de Dilma quanto a Petrobrás


Aécio cobra posição de Dilma quanto a Petrobrás







http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/politica/2014/09/08/interna_politica,127170/aecio-cobra-posicao-de-dilma.shtml

Para tucano, 'não dá para a presidente dizer que não sabia o que vinha acontecendo' na Petrobras



Marcelo da Fonseca



Aécio participou ontem em São Gonçalo, no Rio, de evento com evangélicos, onde afirmou ser contrário à legalização do aborto (Igo Estrela/Coligação Muda Brasil)

Aécio participou ontem em São Gonçalo, no Rio, de evento com evangélicos, onde afirmou ser contrário à legalização do aborto

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, disse que é preciso uma posição contundente da presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) sobre as denúncias de um esquema de propinas envolvendo políticos da base do governo na Câmara e no Senado em obras da Petrobras. O tucano afirmou que a petista não poderá dizer que “não sabia o que vinha acontecendo”, já que os principais cargos da estatal são ocupados por indicações do PT.



“Não dá para a presidente Dilma dizer que não sabia o que vinha acontecendo. A marca mais perversa do governo do PT é o aparelhamento do Estado. Eles têm um plano para se perpetuar no poder, causando situações como esta da Petrobras. Os cargos de direção precisam ser ocupados por pessoas sem ligação com partidos políticos, e não por pessoas que negociem, troquem favores”, disse o senador.



Ele voltou a se referir ao caso como “mensalão 2” e disparou contra a gestão petista citando atos de corrupção envolvendo empresas públicas. “Aguardamos que outras informações possam vir, mas essas denúncias mostram que o mensalão não acabou, ou pelo menos que se criou o mensalão 2 durante todo esse período de governo do PT. As empresas públicas se submeteram a um projeto de poder”, afirmou.



Aécio sugeriu que o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa volte a prestar depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) instalada no Congresso para dar mais detalhes sobre como funcionava o esquema. Ressaltou que será importante ter “cautela” ao lidar com as denúncias. “Não condeno previamente ninguém, mas que existia, segundo o diretor mais importante da empresa, uma organização criminosa funcionando dentro dela durante todo esse período de governo, isso parece que é, segundo a Polícia Federal, um fato inquestionável. É uma empresa que teve sempre atenção muito próxima da presidente da República”, alfinetou o tucano.



Pastores Na manhã de ontem, Aécio visitou a igreja evangélica Ministério Flor de Lis, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Durante a visita, o tucano ouviu os depoimentos de pastores da igreja, ex-traficantes do Comando Vermelho, facção criminosa que atua em vários morros da capital fluminense. O candidato ainda recebeu declaração de apoio dos dirigentes da igreja evangélica e se comprometeu com os cerca de 300 fiéis presentes a ser contrário à legalização do aborto e à descriminalização das drogas.



“Reafirmo meu compromisso, as minhas crenças com estes temas. Nesta luta contra o tráfico, a ideia é colocar em prática um programa de assistência aos jovens de ensino médio entre 15 e 18 anos. O Poupança Jovem deposita um valor na conta desse aluno que, ao fim do período, retira o valor depositado desde que tenha 80% de frequência nas aulas e não tenha qualquer envolvimento com o crime”, disse Aécio. Ao descer do palco, o tucano brincou com o crescimento da candidata Marina Silva (PSB) nas pesquisas, que o colocou no terceiro lugar na corrida presidencial. “Ainda bem que faltam quatro semanas para a eleição”, disse.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB prega mudanças contra a recessão, mudanças consciente e não de improviso


Aécio prega mudanças contra a recessão, mudanças consciente e não de improviso




Candidato Aécio Neves: "mais do que nunca fica claro que este modelo que está aí fracassou"

Aécio ataca governo por recessão e diz que é preciso mudança

Candidato culpou o governo pelo fraco desempenho da economia brasileira, que entrou em recessão técnica no segundo trimestre

São Paulo - O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, responsabilizou nesta sexta-feira o governo da presidente Dilma Rousseff (PT), que busca a reeleição, pelo fraco desempenho da economia brasileira, que entrou em recessão técnica no segundo trimestre. "Hoje é um dia triste para o Brasil, o país entrou em recessão técnica", disse Aécio a jornalistas em São Paulo

"Na verdade, o governo do PT terminou antes da hora e o legado será crescimento baixo, investimento baixo, com inflação alta, juros altos e uma perda crescente da confiança na nossa economia, o que impacta nos investimentos e no emprego." O Produto Interno Bruto do Brasil caiu 0,6 por cento no segundo trimestre sobre os primeiros três meses do ano, com forte retração nos investimentos e na indústria, segundo dados divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira.

Como o resultado do primeiro trimestre sobre os últimos meses de 2103 foi revisado para contração de 0,2 por cento, o país entrou no que os economistas chamam de recessão técnica, que é quando a atividade econômica cai por dois trimestres seguidos.

"Mais do que nunca fica claro que este modelo que está aí fracassou", disse Aécio, acrescentando que é preciso mudar e que ele representa a mudança consistente.

"Na verdade o atual governo fracassou, e fracassou principalmente na condução da economia brasileira." Perguntado sobre as últimas pesquisas eleitorais --nas quais aparece em terceiro lugar, atrás de Marina Silva, nova candidata do PSB, que se aproxima de Dilma no primeiro turno e bate a petista no segundo turno--, Aécio voltou a criticar o que chamou de "mudança do improviso".

"A grande questão que se colocará daqui por diante é: que mudança nós queremos para o Brasil? A mudança do improviso ou a mudança consistente, verdadeira, que pode levar o Brasil a um novo patamar de desenvolvimento?" Antes das declarações de Aécio, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o PIB do segundo trimestre foi afetado por menos dias úteis e que já está havendo crescimento neste trimestre e que a perspectiva é de crescimento moderado no período de julho a setembro.

http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/aecio-ataca-governo-por-recessao-e-diz-que-e-preciso-mudanca

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Aécio Neves : "Não vou temer tomar as medidas necessárias para fazer o Brasil voltar a crescer"


Aécio : " Não vou temer tomar as medidas necessárias para fazer o Brasil voltar a crescer"



Caso vença a eleição, Aécio Neves (PSDB) vai preparar na transição inevitável pacote de medidas drásticas para recolocar o País no rumo, o Plano Trimestral. A despeito de o Brasil atravessar sem sobressaltos a crise internacional, a economia estagnada e medidas paliativas de incentivo à indústria não têm dado resultados, segundo a oposição.


O Plano Trimestral, com austeridade total e corte de cargos, é herança do avô Tancredo Neves, guardado a sete chaves desde a sua morte. Por isso o tucano soltou na entrevista ao Jornal Nacional que ‘não vou temer tomar as medidas que forem necessárias’

A revelação
A revelação do Plano Trimestral foi feita por Tancredo ao neto em outubro de 1984, durante a festa do Círio de Nazaré em Belém, enquanto ambos eram ovacionados.

Vovô quem disse
‘Meu avô, olha isso, o que o senhor vai fazer com toda essa popularidade?’, perguntou Aécio. E o velho, com ponta de sorriso: ‘Vou gastar em três meses’.

Memória
Aécio depois entenderia. Com a perspectiva clara de assumir o Planalto, Tancredo esboçara uma dura reforma sócio-econômica e administrativa. Mas não deu tempo.


http://www.opovo.com.br/app/colunas/esplanada/2014/08/21/noticiascolunaesplanada,3301361/as-medidas-secretas-de-aecio.shtml

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

O senador Aécio Neves cobra ética e verdade de seus militantes na rede


Aécio cobra ética e verdade de seus militantes na rede




Veja o Manual


RIO - O candidato à Presidência da República Aécio Neves (PSDB) divulgou um manual de conduta para os que militam nas redes sociais a favor de sua campanha. O texto, com tom "politicamente correto" tem, entre outras recomendações como "diga não aos ataques, mentiras ou calúnias contra pessoas ou partidos" e "não aceite o uso de perfis falsos a e utilização de robôs".

Entre as dicas, publicadas no Facebook oficial do tucano na última terça, a maioria pede que os internautas evitem entrar em ataques virtuais. "Não agrida ninguém. Difamar ou provocar não são boas práticas nas redes sociais", afirma uma das regras. O manual, chamado de "Dez passos para uma campanha mais limpa na internet", também faz pedidos aos militantes com relação ao conteúdo divulgado. "Evite postar a mesma mensagem diversas vezes. Seja criativo e inovador!", está entre elas.

Outras campanhas para a Presidência também instruem militantes. O Comitê Digital de Eduardo Campos (PSB) tem uma equipe de fala diretamente com internautas chamados 'mobilizadores', explicando procedimentos e recomendações. São esses mobilizadores que articulam a equipe de simpatizantes -anônimos que defendem a chapa do PSB no Facebook, no Twitter e no Instagram.

Já a campanha de Dilma Rousseff (PT) afirmou que não organiza cartilhas ou eventos para instruir a militância online.

(...)
Fonte : Yahoo Notícias

Postado por Carlos Guimaraes de Matos Jr. às 13:43 Links para esta postagem
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Marcadores: ..Aécio Líder da Oposição, Aécio Neves, verdade, Ética


Empresários mineiros tambem apostam nos tucanos



Tucanos festejam arrecadação recorde em Minas

http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/tucanos-festejam-arrecadac-o-recorde-em-minas-1.260005

Recursos arrecadados pelos candidatos são utilizados no pagamento de pessoal e material na campanha

Ana Luiza Faria

A credibilidade da coligação “Todos por Minas” foi determinante para a arrecadação recorde feita pela campanha ao governo do Estado. É no que acredita o candidato a vice na chapa do tucano Pimenta da Veiga, Dinis Pinheiro (PP. “É compreensível que todo mundo deposite maior confiança naqueles que têm uma vida pautada pela ética, que têm boas propostas”, afirmou.


De acordo com a primeira prestação de contas dos candidatos junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Pimenta arrecadou R$ 3,8 milhões, quase três vezes mais que seu principal adversário político, Fernando Pimentel (PT). De acordo com Dinis, as doações de empresas são “algo claro, transparente, agasalhado pela legislação”. A maioria das doações veio da direção estadual do PSDB, além das empresas Supermercados BH, Pavidez Engenharia e JSS Empreendimentos e ADM LTDA.


Já a campanha da coligação “Minas pra Você”, de Fernando Pimentel (PT), arrecadou R$1,1 milhão. O petista avaliou o valor como “suficiente” e alegou que não fará uma campanha milionária. “Estamos trabalhando com nossa militância, a do PMDB, do PcdoB, do PROS e do PRB. Estamos muito satisfeitos com isso. A adesão virá espontaneamente. Então, a arrecadação pequena não nos preocupa”, afirmou.


Pimentel acredita que, em Minas, há uma “tendência natural” de que os cidadãos tenham um pouco de temor em contribuir para sua campanha por representar a oposição no Estado. Para ele, as empresas hoje temem fazer doações porque existe, de acordo com o petista, uma criminalização do doador. “Isso é muito ruim, porque quem doa dinheiro para as campanhas quer fortalecer a democracia no país. Tem que acabar com esse clima de suspeita sobre as contribuições das campanhas que são lícitas”, afirmou. Além dos quadros do PT, doaram a Pimentel a MRV Engenharia e a Esdeva Indústria Gráfica.


O candidato do PSB ao Palácio Tiradentes, Tarcísio Delgado, arrecadou R$ 474 mil, doados pelo banco Santander e pela Cosan Lubrificantes e Especialidades.


Principal representante dos candidatos nanicos, Fidélis Alcântara (PSOL) disse ter recebido doações apenas de pessoas físicas. “Nossa campanha tem o rabo preso com os trabalhadores de Minas, por isso não aceita financiamento de bancos, grandes empresas e multinacionais”.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB quer redução da maioridade penal para crimes hediondos


Aécio quer redução da maioridade penal para crimes hediondos




Aécio Neves defende redução da maioridade penal para crimes hediondos
Por Agência Brasil |

'Estamos falando de casos gravíssimos. Mas a solução é a educação, é a oportunidade, é fazer o Brasil crescer', afirmou

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, defendeu nesta sexta-feira (25) a redução da maioridade penal para crimes hediondos ao visitar a comunidade de Vigário Geral, na zona norte do Rio de Janeiro, onde assistiu a apresentações de dança e música na sede da ONG Afro Reggae e conversou com moradores.

Candidato do PSDB Aécio Neves participa de caminhada em Vigário Geral, no Rio (25/7). Foto: Orlando Brito/Coligação Muda Brasil

Segundo Aécio Neves, a redução da maioridade penal para crimes hediondos “pode sinalizar um caminho para a diminuição da impunidade". "Estamos falando de casos gravíssimos. Crimes hediondos significam 1% do total de jovens que cometem algum delito. Mas essa não é a solução, é uma questão paliativa. A solução é a educação, é a oportunidade, é fazer o Brasil crescer”, afirmou.

Entre as propostas do candidato estão iniciativas de reinserção de egressos do sistema penitenciário e oportunidades de trabalho e renda para os jovens. Ele citou projeto de Minas Gerais que pretende levar para todo o País, caso seja eleito, que oferece uma poupança para jovens do ensino médio, a qual pode ser resgatada, ao final do terceiro ano, se o jovem tiver uma frequência mínima na escola, participar de oficinas de capacitação e não cometer nenhum crime.



Na saída do restaurante popular onde almoçou, Aécio comentou o pacote divulgado nesta sexta-feira pelo Banco Central, que visa a incentivar os bancos a transformar em crédito ao consumidor valores retidos como depósitos compulsórios. Ele classificou a medida como "um improviso”. “Como não houve planejamento e o Brasil não conseguiu manter um mínimo de credibilidade para que os investimentos retornassem, essas medidas paliativas e emergenciais podem ter um custo alto lá na frente.”

“O Brasil é hoje um país com enorme desconfiança dos investidores internos e externos pelo excessivo intervencionismo do Estado em setores fundamentais da economia, como o setor energético e o de petróleo. Temos de estabelecer regras claras", disse, acrescentando que “é preciso adotar um novo modelo, baseado na meritocracia, no Estado enxuto e eficiente”.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Entrevista Uol : O senador Aécio Neves diz que tomará as medidas necessárias sem visar popularidade


quarta-feira, 16 de julho de 2014

Entrevista Uol : Aécio diz que tomará as medidas necessárias sem visar popularidade


Reinaldo Canato -UOL




Aécio diz que tomará medidas "necessárias" sem visar popularidade
Do UOL, em Brasília e em São Paulo

O UOL e a Folha, com o SBT e a rádio Jovem Pan promovem nesta quarta-feira (16) uma sabatina com o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, que também foi governador de Minas Gerais

Candidato ao Palácio do Planalto pelo PSDB, o senador Aécio Neves (MG) afirmou nesta quarta-feira (16) que irá adotar medidas "necessárias" para o Brasil e que não pretende "governar de olho nas curvas de popularidade".

Em sabatina promovida pelo UOL e pelo jornal "Folha de S.Paulo", em parceria com o SBT e a rádio Jovem Pan, o tucano, porém, desconversou quando perguntado sobre quais medidas seriam essas.

Aécio negou ainda que tais ações sejam impopulares e aproveitou para atacar o atual governo, da petista Dilma Rousseff, candidata à reeleição, dizendo que é ele que adota medidas pouco populares na economia.

"Não existem medidas impopulares, são medidas necessárias. Eu tomarei medidas necessárias (...) para botar o Brasil no caminho do crescimento. Quem mais é penalizado, são aqueles que o governo julga proteger. O aumento real do salario mínimo [deste ano] é de 1%", disse. "Eu não vou governar de olho nas curvas de popularidade."




16.jul.2014 - O UOL e a Folha, com o SBT e a rádio Jovem Pan promovem nesta quarta-feira (16) uma sabatina com o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, que também foi governador de Minas Gerais Leia mais Reinaldo Canato/UOL
Bastidores

Houve fila para entrar no auditório do Teatro Folha, no shopping Higienópolis, onde ocorre a sabatina.

Entre os políticos presentes, estão Andrea Matarazzo, o deputado federal Orlando Morando, José Aníbal, e o vereador Floriano Pesaro.

Aécio é sabatinado pelos jornalistas Josias de Souza (UOL), Ricardo Balthazar ("Folha"), Kennedy Alencar (SBT) e Patrick Santos (Jovem Pan).
Nas pesquisas de intenção de voto, o tucano tem aparecido em segundo lugar. Na última pesquisa Datafolha, divulgada no começo do mês, ele estava com 20%.


Manterei programas que dão certo, diz Aécio sobre Bolsa e Mais Médicos

O candidato à Presidência pelo PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse nesta quarta-feira (16) que, se eleito, pretende manter os programas sociais do governo do PT, como o Mais Médicos e o Bolsa Família.

"Política é copiar o que dá certo e aprimorar, nós vamos manter e aprimorar. Não há nenhum constrangimento nisso", declarou.
O tucano disse que pretende pagar aos doutores cubanos do programa Mais Médicos o mesmo valor que os estrangeiros, mas não responde como vai fazer isso durante sabatina realizada pelo UOL e pela "Folha", com o SBT e a rádio Jovem Pan.

Os médicos do programa do governo federal de outras nacionalidade ganham em média R$ 10 mil e os cubanos US$ 1.245, ou cerca de R$ 3.000 líquidos. Os cubanos representam 80% da força de trabalho do Mais Médicos.

"A questão do Mais Médicos é importante sim, não tem porque não reconhecer, mas não pode ser tratada como uma panaceia, não é justo para com os brasileiros. O PT assumiu em 2003, o governo gastava 54% com saúde. Passaram 11 anos e a participação é de apenas 45%. Treze mil leitos foram fechados (...) não houve planejamento.

Após ser questionado como Aécio faria para equiparar os salários já que isso alteraria o programa como é hoje, o candidato evitou explicar como isto seria possível. Durante toda a pergunta, o candidato não respondeu de forma objetiva como será reformulado, caso seja eleito.

"O que eu não permitirei é que haja discriminação em relação aos cubanos. Médicos estrangeiros são bem-vindos. [O que se tem que fazer] é criar cursos de qualificação para que os médicos se submetam ao Revalida e que recebam a mesma remuneração. O Brasil precisa estabelecer um acordo em outro nível. O governo brasileiro financia o governo cubano, nós vamos financiar os médicos cubanos"

Segundo o candidato do PSDB, o acordo com os médicos cubanos será reavaliado. "Vamos estabelecer acordo através da Organização Pan-Americana da Saúde com outras regras e não vamos aceitar as regras impostas por Cuba. Vamos dar a qualificação para que os médicos possam se submeter ao Revalida, mas não vamos cometer o equívoco de subscrever a questão da saúde pública ao Mais Médicos, mas pela qualificação e financiamento."

O tucano também disse que irá manter o Bolsa Família em seu governo, como "programa de Estado", o que irá retirar o programa da pauta eleitoral.

O candidato tucano iniciou nesta semana uma ofensiva na internet, com o lançamento de um portal e de uma conta no Twitter.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Equipe do candidato Aécio Neves rebate o balanço da Copa feito por Dilma




Equipe de Aécio rebate o balanço da Copa feito por Dilma



Equipe de Aécio rebate balanço

http://www.otempo.com.br/equipe-de-a%C3%A9cio-rebate-balan%C3%A7o-1.883506

“Ela (Dilma) tem feito isso sistematicamente, mas acho que não pega. É um esforço público jogado fora. Ficaria melhor para ela governar”, afirmou o vice de Aécio

Brasília. Integrantes da campanha de Aécio Neves (PSDB), principal adversário da presidente Dilma Rousseff nas eleições deste ano, criticaram a cerimônia balanço da Copa do Mundo realizada esta tarde. O vice na chapa tucana, Aloysio Nunes, e o coordenador geral da campanha, José Agripino (DEM-RN), classificaram o evento que contou com a participação de 16 ministros como “uso da máquina pública” para campanha. “Ela não tem legitimidade para falar sobre desempenho da Copa. No caso dos aeroportos, por exemplo, ela aderiu às concessões porque sabia que não daria conta de entregar o que prometeu, o que precisava ser feito” avaliou Agripino, para quem a transmissão da cerimônia dessa segunda pela NBR configura claro uso da máquina pública em favor da campanha petista.

O mesmo raciocínio é defendido por Aloysio Nunes, que complementa: “Ela (Dilma) tem feito isso sistematicamente, mas acho que não pega. É um esforço público jogado fora. Ficaria melhor para ela governar”, afirmou o vice de Aécio na disputa presidencial.

O coordenador da campanha tucana garantiu que o assunto Copa está superado e não terá mais espaço nos discursos de Aécio. “Eles (os petistas) querem provocar um debate, mas não vai colar”, disse Agripino. Para o senador, a avaliação do governo da presidente Dilma “pode ser medido pela manifestação do público nos estádios”. No domingo, Dilma voltou a ser alvo de vaias e xingamentos durante o encerramento do Mundial.

"A Copa foi boa não por causa da Dilma, mas do povo, dos jogadores, do futebol. Há um gasto generalizado nas obras”, concluiu.

sábado, 5 de julho de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB diz que pesquisa Datafolha é positiva para a oposição


Aécio diz que pesquisa Datafolha é positiva para a oposição




Aécio diz que pesquisa Datafolha é 'positiva para a oposição'

Folhapress

ADRIANO BARCELOS RIO DE JANEIRO, RJ - O senador e candidato à Presidência da República Aécio Neves (PSDB) avalia que o resultado da pesquisa Datafolha, que aponta elevação dos índices de intenção de voto na presidente Dilma Rousseff (PT), de 34%, na rodada de junho, para 38% agora, não pode ser considerado positivo para a presidente.


O candidato tucano --;que oscilou na mesma pesquisa de 19% há um mês para 20% agora-- disse ainda que o resultado não tem relação com a realização da Copa do Mundo e reforça a convicção de que a oposição forçará o segundo turno. Aécio aposta que o quadro mudará quando os candidatos de oposição forem mais conhecidos do eleitorado.
O tucano vê ainda um indicativo de que os índices de nulos e brancos seguirão caindo nos próximos levantamentos. O índice de entrevistados que tendem a anular o voto ou votar em branco caiu de 17% para 13%. "Eu acho extremamente positivo o resultado da pesquisa num aspecto até agora pouco explorado: a diminuição no índice de votos nulos e brancos.
Eles asseguram o segundo turno e essa diminuição tende a continuar ocorrendo", afirmou o presidenciável, que prosseguiu: "Não vejo avanço (de Dilma na pesquisa). Analisada de forma mais ampla, o que percebemos é que o estreitamento na diferença levará ao segundo turno, mesmo (Dilma) tendo 100% de conhecimento por parte do eleitorado, o que não acontece com os candidatos de oposição. Essa pesquisa é muito positiva para a oposição".


No Rio nesta quinta-feira (3), Aécio se reuniu com o coordenador de seu programa de governo, o ex-governador de Minas Gerais Antonio Anastasia, para encaminhar o programa de governo que será protocolado pelo senador no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) no sábado, em Brasília. Anastasia e Aécio, que chegou ao prédio onde deverá funcionar o QG de sua campanha no Rio ao lado da filha Gabriela Neves, 22 anos, evitaram detalhar o plano.
O candidato tucano destacou que os pilares de sua política econômica serão o combate à inflação e a retomada da capacidade industrial. Fez ainda um aceno a governadores e prefeitos ao se comprometer com a descentralização do poder e indicou como princípios a transparência, a inovação, a simplicidade e o resgate da confiança interna e externa.


O documento que será divulgado no sábado trará ainda compromissos com reformas apontadas como "nucleares" por Anastasia: no serviço público, na segurança, tributária, política e de infraestrutura. No serviço público, o senador tem criticado o apadrinhamento político e apontado para a meritocracia --uma diretriz em suas gestões no governo mineiro.
Na segurança, Aécio tem repetido que a União deveria se envolver mais no tema e, em outras visitas ao Rio, citou reiteradas vezes que a experiência das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) poderia ser replicada em outras regiões metropolitanas do país. Nesta quinta-feira, Aécio explicou que o investimento em infraestrutura de um eventual governo tucano se daria por meio "de parcerias público-privadas", visto que os tucanos avaliam que a realidade das contas públicas indica dificuldades para a realização de obras.


http://www.bemparana.com.br/noticia/334883/aecio-diz-que-pesquisa-datafolha-e-positiva-para-a-oposicao

quinta-feira, 26 de junho de 2014

PMDB do Ceará sinaliza apoio a Aécio Neves presidente do PSDB




PMDB do Ceará sinaliza apoio a Aécio Neves


Fonte: Diário do Congresso
Aécio sinaliza acordo do PSDB com PMDB no Ceará

O presidenciável tucano Aécio Neves tem se animado com as dissidências da coligação pela reeleição da presidente Dilma Rousseff. ”Muito mais gente já desembarcou e o governo ainda não percebeu. Vão sugar um pouco mais. E eu digo para eles: façam isso mesmo, suguem mais um pouquinho e depois venham para o nosso lado”, disse ontem ao comentar troca no Ministério dos Transportes pelo PR (leia aqui).

Após conquistar o apoio do PTB e do PMDB em estados estratégicos, como no Rio de Janeiro, ele espera ampliar seu palanque no Nordeste, reduto político do PT nas últimas eleições.

Alianças já estão garantidas na Bahia, Piauí e Maranhão. Tudo indica que o tucano também está prestes a fincar sua bandeira no Ceará. “Esperamos ter novidades no Nordeste nas próximas 48 horas”, afirmou Aécio sobre uma possível aliança do PSDB com o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE).

O partido deve lançar o tucano Tasso Jereissati a uma vaga no Senado pela chapa liderada por Eunício.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Eleições 2014 : Aécio Neves : "Teremos o mais forte palanque no Rio de Janeiro"


quarta-feira, 25 de junho de 2014

Eleições 2014: Aécio : " Teremos o mais forte palanque no Rio de Janeiro"


Foto: Igo Estrela


Aécio: "Teremos o mais sólido e forte palanque no RJ"

Candidato à presidência pelo PSDB ressaltou aliança com pré-candidato do PMDB ao governo do Rio, Luiz Fernando Pezão
Brasil 247

A aliança dos tucanos com o pré-candidato do PMDB ao governo do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, "foi algo natural", que deixa "confortável" o campo político para o PSDB no estado, disse nesta segunda-feira 23 o presidenciável Aécio Neves.

"O Pezão é, dentro do quadro colocado, aquele que tem as melhores condições de garantir novos avanços para o Rio de Janeiro. É inequívoco que avanços ocorreram ao longo desses últimos anos. Certamente, problemas também. Acho que foi algo natural, que deixa o nosso campo político no Rio de Janeiro confortável", declarou o tucano.

Aécio deu as declarações antes do início do jogo do Brasil contra o Camarões pela terceira rodada da primeira fase da Copa do Mundo, que garantiu vitória de 4 a 1 à Seleção Brasileira. Aécio assistiu à partida no Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, na capital paulista, com o presidente da Força Sindical, Miguel Torres, e do Solidariedade, Paulinho da Força.

Segundo ele, o objetivo, com a aliança, era "trazer novos avanços para o Rio de Janeiro". "E não tenho dúvida de que isso ocorrerá", avaliou. Aécio também garantiu que "aquilo que foi no passado extremamente importante e alardeado como uma parceria do Rio de Janeiro com a União (...) haverá de ser garantida com a eleição de Pezão e com a nossa eleição".

O ex-governador do Rio Sérgio Cabral desistiu da candidatura ao Senado e cedeu a vaga a Cesar Maia, do DEM, aproximando Aécio do palanque de Pezão no estado. O peemedebista apoia oficialmente a candidatura da presidente Dilma Rousseff. Para o presidenciável, este foi um "gesto de desprendimento" de Cabral. "Posso dizer com muita alegria que teremos o mais sólido e mais forte palanque no Rio de Janeiro", comemorou.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

O candidato Aécio Neves costura acordo no Rio entre o DEM e o PMDB


segunda-feira, 23 de junho de 2014

Aécio costura acordo no Rio entre o DEM e o PMDB



Fonte: MSN Notícias

Data: 23/06/2014 — 03h00
Link: http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/aécio-leva-aliado-dem-para-a-chapa-do-pmdb-no-rio

Aécio leva aliado DEM para a chapa do PMDB no Rio

0 | Por Luciana Nunes Leal, estadao.com.br

Cesar Maia desiste de disputar governo e vai concorrer ao Senado em coligação liderada por Pezão; ação fortalece 'Aezão' no Estado

RIO - Aliado do PSDB no plano nacional, o DEM aceitou ingressar na chapa majoritária do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), candidato à reeleição. O ex-prefeito Cesar Maia (DEM) desistiu de concorrer ao Palácio Guanabara e deverá ser anunciado nesta segunda-feira, 23, candidato ao Senado na chapa. A articulação fortalece o movimento “Aezão” no Rio - o voto conjunto no candidato tucano à Presidência, Aécio Neves, e em Pezão para o governo do Estado.

Para viabilizar a coligação, o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), que concorreria ao Senado, vai abrir mão da disputa. O acordo costurado por Aécio foi uma resposta à aliança do PSB com o PT local, avalizada pelo presidenciável Eduardo Campos (PSB). O deputado Romário (PSB) será o candidato ao Senado na chapa encabeçada pelo petista Lindbergh Farias.

O PSDB confia que a presença de Cesar Maia na aliança do PMDB fortaleça a candidatura de Aécio no terceiro colégio eleitoral do País, com 12 milhões de votantes. Embora ala expressiva do PMDB fluminense apoie o senador tucano, Pezão e Cabral prometem apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff.

“Nossa prioridade total e absoluta é a eleição de Aécio presidente. Goste eu ou não, a decisão do partido está voltada para o plano nacional, já que não temos candidato majoritário no Rio”, disse neste domingo o presidente do PSDB-RJ, deputado estadual Luiz Paulo Correa da Rocha, um dos principais opositores de Cabral e Pezão na Assembleia Legislativa.

O PSDB deverá anunciar nesta segunda-feira, 23, a entrada formal na coligação com o PMDB. A convenção estadual do partido, realizada no domingo, aprovou apenas a coligação proporcional com o PPS e deixou a decisão sobre apoio a governador para a executiva estadual.

A aliança em torno de Pezão já soma 16 partidos. Maia vinha negando categoricamente a proposta de Aécio para que desistisse da disputa e se aliasse ao PMDB. No entanto, segundo aliados do ex-prefeito, a oferta para disputar o Senado mudou o cenário. A negociação, feita entre a noite de sábado e a tarde de domingo, envolveu Aécio, Maia e o presidente do PMDB-RJ, Jorge Picciani, líder da dissidência pró-tucano.

Ao lado do PSDB, o DEM fazia oposição a Cabral e Pezão. Mas os aliados concordaram que era preciso reagir à aliança do PT com o PSB e fortalecer o movimento “Aezão”. Nesse novo desenho, Dilma terá de dividir espaço no Rio com dois adversários na disputa presidencial. De um lado, o PSB de Campos, que vai se apoiar na candidatura de Romário. De outro, Maia fará campanha para Aécio no palanque de Pezão.

A presença de Romário na disputa pelo Senado pesou na decisão de Cabral. A avaliação é que o ex-jogador tem grandes chances de vitória por ser muito popular. Cabral deixou o governo no início de abril com baixos índices de popularidade.

Além do governador e de Lindbergh, a disputa pelo governo fluminense deverá ter como candidatos Anthony Garotinho (PR) - que ainda não anunciou quem apoiará para presidente - e Marcelo Crivella (PRB), que apoia a reeleição de Dilma.

terça-feira, 27 de maio de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB : "Não vamos aceitar passivamente as calúnias do PT como arma eleitoral"



terça-feira, 27 de maio de 2014

Aécio : " Não vamos aceitar passivamente as calúnias do PT como arma eleitoral"


“Não vamos aceitar passivamente a ofensa e a calúnia como arma eleitoral”, afirma Aécio Neves


– Em entrevista nesta segunda-feira (26/05) ao colunista Reinaldo Azevedo, na Rádio Jovem, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, anunciou que o partido pretende reagir com vigor contra guerrilha virtual montada pelo PT para disseminar falsas acusações e calúnias contra seus adversários políticos. Aécio fez referência à reportagem publicada pelo jornal Folha de São Paulo, no último domingo (25), relatando que funcionários da prefeitura de Guarulhos, sob comando há 14 anos pelo PT, foram identificados como responsáveis pelos ataques contra ele na internet. Segundo o senador, os advogados do PSDB deverão acionar a Justiça para pedir a punição de todos os envolvidos neste crime.

Segue a íntegra da entrevista concedida pelo senador Aécio Neves:

Senador, o senhor anda navegando muito na internet ultimamente?

Menos do que eu gostaria, Reinaldo. Mas hoje é essencial você acompanhar o que acontece na internet. Ninguém vive mais sem as redes.

Senador, sua equipe descobriu que uma das bases de ataque ao senhor na internet é a prefeitura de Guarulhos, do PT. Como o senhor vê isso?

Olha, Reinaldo, nós já vínhamos denunciando há alguns meses a tentativa de, através da internet, os nossos adversários criarem fantasias, ofensas e calúnias em relação ao meu nome. Mas essa questão vem tomando uma gravidade maior, porque isso vem se avolumando. São robôs utilizados de forma criminosa para criar o falso debate. E agora os nossos advogados conseguiram provar que uma prefeitura do PT – e veja a gravidade disso – ao invés de estar se preparando para o bom debate, para discutir as suas ideias, para debater aquilo que é importante para o Brasil, utiliza a máquina pública e funcionários públicos para o cometimento de crimes, porque isso é crime. Nós reagiremos sempre que um espaço tão democrático, tão importante para a democracia que é o espaço da internet, for utilizado para o cometimento de crimes. Sempre que você fala dessa história da internet aparece alguém dizendo que se quer censurar a internet ou coisa assim.

O senhor é favorável, defende alguma forma de censura na internet?

Absolutamente nenhuma. Aliás, os nossos adversários do PT que volta em meia falam em censura. A internet é um espaço democrático, transformou a nossa sociedade, transformou para muito melhor. Agora o crime, Reinaldo, ele é crime na internet, ele é crime na máquina de escrever, ele é crime na Petrobras, ele é crime quando alguém assalta um carro na rua e contra o crime nós temos que nos levantar. Portanto, nós estamos identificando agora a origem, os instrumentos que são utilizados para o cometimento desses crimes e não vamos aceitar passivamente a ofensa e a calúnia como arma eleitoral. Eu estou pronto Reinaldo para um grande debate. O debate a favor do país, de resgate da ética, da eficiência na gestão pública. E, vamos combater também aqueles que se utilizam de um instrumento tão valioso como esse para fazer o debate subalterno, fazer o debate menor. Nós vamos reagir com todo vigor a esse tipo de crime que o PT infelizmente, e agora na Prefeitura de Guarulhos isso fica comprovado, gosta de fazer ou gosta de cometer. Portanto, vamos tomar as providências devidas para restabelecer o debate que o Brasil precisa ouvir: o debate de ideias e de propostas. Não esse do submundo da internet.

E, que tipo de providências o senhor acha que podem ser tomadas? O que vocês estão pensando em fazer exatamente?

Olha, os nossos advogados hoje mesmo estão se reunindo. Nós vamos apresentar uma ação, obviamente, de responsabilização àqueles que circularam falsas denúncias e ataques pessoais a mim, até porque isso é uma questão preventiva, Reinaldo. Hoje, sou eu. Amanhã é outro. O que o PT não pode continuar tratando os seus adversários como se fossem inimigos a serem abatidos de qualquer forma. Eu acho que é pedagógico nós reagirmos sempre.

sábado, 10 de maio de 2014

Aécio Neves líder da oposição : "Me tornei um especialista em derrotar o PT em eleições"


Aécio : " Me tornei um especialista em derrotar o PT em eleições"



Fonte: Valor online

Link: http://www.valor.com.br/politica/3541550/aecio-sobre-marina-nao-devemos-ter-medo-das-nossas-convergencias

Aécio sobre Marina: não devemos ter medo das nossas convergências


Por Fernando Taquari | Valor

SÃO PAULO - O pré-candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves (MG), minimizou, nesta quinta-feira, 8, as declarações da ex-senadora Marina Silva (PSB) sobre as eleições de outubro. Em entrevista à Folha de S.Paulo, Marina afirmou que a candidatura de Aécio no segundo turno "tem cheiro de derrota". Além disso, ressaltou que Campos tem um perfil de administrar mais progressista do que o tucano.

"Não vou cair na armadilha do PT de tentar dividir as oposições", afirmou o presidenciável, ao responder sobre as declarações da ex-senadora. "Concordo com grande parte do que disse Marina. Temos divergências. Agora as duas candidaturas não podem ter o receio de mostrar as convergências", acrescentou.

Sobre a previsão de Marina para um segundo turno entre PT e PSDB, Aécio afirmou que cabe ao eleitor fazer a decisão. Afirmou ainda que se tornou em Minas Gerais "especialista" em derrotar o PT em eleições.

Nesta quinta-feira, 8, o tucano cumpre agenda em São Paulo onde ministra palestra na Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). O senador deve aproveitar o encontro para desfazer o mal-estar com o setor, que manifestou preocupação com as críticas do pré-candidato à política de concessões de crédito pelos bancos públicos e ao Programa de Sustentação do Investimento (PSI).

"O PSI é o único instrumento eficaz de política industrial nesse país”, afirmou. “O nosso faturamento vem caindo, oinvestimento vem caindo. Mas não fosse o PSI o nosso setor estaria muito pior", disse Lourival Júnior Franklin, chefe de gabinete da presidência da Abimaq em entrevista ao Valor PRO — serviço de informação em tempo real do Valor.

Aécio também comentou a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPMI) mista para investigar denúncias de cartel nas obras do Metrô de São Paulo nas gestões do PSDB. Ele disse que assinou o pedido e assumiu um compromisso.

O senador colocou em dúvida, no entanto, a real intenção dos parlamentares em apurar as denúncias ao declarar que será a CPI da vingança, pelo fato de a oposição ter pressionado para criar outra comissão para investigar os negócios da Petrobras. "Não querem apurar, por exemplo, as denúncias de cartel em obras do governo federal."

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB na CPI do Metrô : "Vamos investigar tudo ! Ninguém tem que ter medo de nada"


quinta-feira, 8 de maio de 2014

Aécio na CPI do Metrô :"Vamos investigar tudo ! Ninguém tem que ter medo de nada"

Fonte: 

Yahoo! Notícias




ink: https://br.noticias.yahoo.com/aécio-assina-pedido-cpmi-metrô-sp-214900741.html

Aécio assina pedido de CPMI do Metrô de SP

O senador Aécio Neves, pré-candidato do PSDB à Presidência da República, rebateu as críticas da base aliada sobre o "uso político" da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras. O tucano disse que a iniciativa dos aliados do governo de instalar uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar a suposta formação de cartel no Metrô de São Paulo acontece de forma tardia. Segundo o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), Aécio foi o único senador da oposição a assinar o requerimento de criação da CPMI do Metrô paulista, que deve ser protocolada ainda hoje.

Para o tucano, os governistas têm maioria no Congresso e já poderiam ter pedido a CPMI do Metrô de São Paulo antes. "(A base aliada) tem toda legitimidade para fazê-lo (pedir a CPMI do Metrô). Lamento até que venha com enorme atraso. Se essas denúncias que estão aí há anos circulando incomodassem realmente o PT, já poderia ter feito isso", comentou. Aos jornalistas, o presidenciável disse ser favorável a qualquer investigação. "Vamos investigar tudo, ninguém tem que ter medo de nada", enfatizou.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Entrevista de Aécio Neves líder da oposição sobre CPI da Petrobrás


quarta-feira, 7 de maio de 2014

Entrevista de Aécio Neves sobre CPI da Petrobrás





Fonte: Site do PSDB Nacional


Aécio Neves concede entrevista coletiva sobre a CPI da Petrobras

(DF) – O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, concedeu entrevista coletiva nesta terça-feira (6) sobre a instauração da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras. A seguir, a entrevista.

Sobre reunião de hoje de parlamentares da oposição com o presidente do Senado, Renan Calheiros.

Não viemos pedir ao presidente Renan. Viemos saber do presidente Renan quais as providências tomadas. A oposição veio ao presidente do Senado, Renan Calheiros, para saber quais os procedimentos que ele irá tomar para instalação imediata da CPMI. O presidente Renan nos comunicou que amanhã, nesta quarta-feira, às 20 horas, convoca uma reunião do Congresso Nacional, e solicita aos líderes partidários a indicação dos membros que irão compor a CPMI. E se em um prazo de três sessões, sessões ordinárias da Câmara dos Deputados, não houver a indicação de membros por parte, por exemplo, de alguns partidos da base governista que não querem a apuração, num prazo máximo de três sessões o próprio presidente Renan Calheiros faz a indicação.

As oposições irão fazer amanhã a indicação dos membros para a CPMI, Comissão Parlamentar Mista de Inquérito. E vou repetir o que tenho dito: uma CPI não prejulga, muito menos pré-condena quem quer que seja. É a oportunidade que a sociedade brasileira vai ter para saber efetivamente de que forma a maior empresa brasileira, a Petrobras, vem sendo governada ao longo desses últimos anos. Não há mais como postergar, não há mais como adiar a instalação da CPMI. Amanhã, portanto, a indicação dos nomes para a CPMI, e achamos que é justo que o Senado e a Câmara dos Deputados participem da investigação.

Sobre recurso do presidente Renan à decisão da ministra Rosa Weber.

Não tem efeito suspensivo. Ele tem o direito de recorrer, como fez no Senado, é a sua própria decisão, e vai fará isso como presidente do Congresso, mas não há efeito suspensivo. A partir do momento em que os membros forem indicados, a CPMI começa a funcionar. Porque a liminar da ministra Rosa Weber vale para a CPI, onde ela determina a sua instalação. E ele compreende, isso ficou claro na nossa interlocução de agora, ficou claro que ele compreende que a decisão da ministra Rosa Weber vale também para a CPMI. O recurso não adia, o recurso não interrompe o processo de instalação e início dos trabalhos. Calculando as três sessões para que o conjunto das indicações possam chegar, no máximo na semana que vem teremos o início dos trabalhos da CPI.

Sobre CPI no Senado.

Não tem sentido, na nossa avaliação, termos duas comissões parlamentares de inquérito funcionando concomitantemente. Isso só serve àqueles que não querem investigação. Avaliamos, os líderes da oposição e setores da base, da Câmara em especial, que o correto seria uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), onde os deputados federais e senadores pudessem participar das investigações. E vamos aguardar amanhã a sessão do Congresso Nacional, esse é o compromisso formal do presidente Renan Calheiros, até porque ele não poderia fugir desse compromisso. Amanhã, indicam-se os nomes e, a partir da semana que vem, iniciam-se os trabalhos da CPMI.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Aécio Neves líder da oposição : "Dilma usa cadeia de rede nacional para fazer propaganda eleitoral"


Aécio : "Dilma usa cadeia de rede nacional para fazer propaganda eleitoral"




Aécio Neves contra-ataca Dilma
FOLHAPRESS

Pré-candidato do PSDB ao Palácio do Planalto, o senador Aécio Neves (MG) prepara uma espécie de contra-ataque ao anúncio da presidente Dilma Rousseff (PT) de reajuste da tabela do imposto de renda. Depois de criticar a medida dizendo que a correção de 4,5% não corrigia a inflação, o tucano avisou que vai propor projeto que prevê uma atualização com base no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).

Aécio falou sobre a iniciativa em entrevista à rádio Jovem Pan, na noite de ontem (01). A mudança será proposta em uma emenda à Medida Provisória que será enviada pelo Planalto.

"Quando fala da correção da tabela do Imposto de Renda, ela omite os percentuais desse reajuste. Na verdade ela propõe um reajuste de 4,5% para uma inflação de 6%. Por isso, vou apresentar na segunda-feira uma emenda garantindo a correção da tabela pelos próximos cinco anos pelo índice do IPCA, garantindo a reposição das perdas dos trabalhadores e zerando a utilização desse tema do debate eleitoral", afirmou.

Aécio afirmou que a presidente usou o anúncio na cadeia nacional de rádio e TV para fazer propaganda eleitoral e que o PSDB representará contra a petista no Ministério Público por improbidade administrativa.

"Nem no regime ditatorial assistimos um presidente dar tantos maus exemplos. A cadeia de rádio e televisão é um instrumento de Estado para comunicações que interessem a sociedade e ela usou para fins eleitorais. Por isso não vamos só à Justiça Eleitoral. Segunda-feira vamos ao Ministério Público por improbidade", afirmou.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Enquanto Aécio Neves sobe para 21,6% a presidente Dilma cai 7%


Dilma cai 7%. Aécio sobe para 21,6%



A menos de seis meses das eleições, a presidente Dilma Rousseff (PT) se mantém na liderança da disputa pelo Palácio do Planalto, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (29) pela CNT (Confederação Nacional do Transporte), realizada pelo instituto MDA.
No entanto, o levantamento apontou que Dilma caiu 6,7 pontos percentuais e tem agora 37,0% das intenções de votos (ante 43,7% em fevereiro) caso disputasse o pleito contra Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), cenário mais provável.
Tanto Aécio quanto Campos registraram aumento nas intenções de voto neste cenário. Se o pleito fosse hoje, o senador tucano receberia 21,6% (contra 17% na pesquisa anterior), e o ex-governador de Pernambuco, 11,8% (9,9% em fevereiro).

O número de brancos e nulos chegou a 20,0% nesse cenário, e 9,6% dos eleitores não souberam ou não responderam. Neste cenário, nenhum candidato pequeno foi incluído na sondagem.

Em outro cenário, considerando oito candidatos disputando o pleito, Dilma ainda assim lidera, com 36,4%; Aécio aparece em segundo, com 21,2% e Campos em seguida, com 11,1%. Os outros candidatos seriam Magno Malta (PR), com 0,6% dos votos; Pastor Everaldo (PSC) com 0,4%; Randolfe Rodrigues (PSOL) com 0,4%; José Maria Eymael (PSDC) com 0,4% e Levy Fidelix (PRTB) com 0,3%. Nesta situação, brancos e nulos somam 19,0% e o percentual dos que não sabem ou não responderam é de 10,2%.

Segundo turnoSe a disputa chegar ao segundo turno, Dilma venceria o Aécio com 39,2% (em fevereiro tinha 46,6%) contra 29,3% (ante 23,4%). Se a disputa fosse com Campos, Dilma teria 41,3% (em fevereiro, tinha 48,6%) e Campos 24% (tinha 18% em fevereiro).
Nesses dois cenários, Dilma diminui a vantagem de Dilma no segundo turno em relação aos dois candidatos em relação à pesquisa anterior, de fevereiro.

No total, foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 24 unidades federativas das cinco regiões, entre os dias 20 e 25 de abril.A pesquisa também ouviu a opinião da população a respeito de temas como saúde, segurança pública e custo de vida, além dos programas "Bolsa Família" e "Mais Médicos".
Foram ainda incluídas questões relativas ao caso Petrobras e à aquisição da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos. A compra da unidade pela estatal é alvo de investigação pela Polícia Federal e TCU (Tribunal de Contas da União) sob suspeita de ter representado prejuízo milionário. No Congresso, a disputa entre a base aliada e a oposição sobre a instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar as denúncias de irregularidades chegou até o STF (Supremo Tribunal Federal).
A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Aécio Neves líder da oposição denuncia o abandono do Etanol pelo governo Dilma


segunda-feira, 28 de abril de 2014

Aécio denuncia o abandono do Etanol pelo governo Dilma






“Etanol: até quando?”, por Aécio Neves


Pare para pensar: quantas vezes, nos últimos tempos, você passou num posto de combustíveis e abasteceu seu carro flex com etanol? Se você considera apenas o bolso, e é natural que seja assim, é provável que pouquíssimas vezes não tenha enchido o tanque com gasolina. Não é um contrassenso num país como o Brasil?

A mais verde e amarela das tecnologias alternativas, muito menos poluente e danosa ao ambiente e à saúde das pessoas, e uma das mais eficazes opções à queima do combustível fóssil, vive crise sem precedentes no país.

Tenho andado muito pelo interior do Brasil e visto de perto o vigor da nossa agropecuária e a dedicação dos nossos produtores. Por tudo isso, é contraditória a gravidade da crise por que passa a nossa produção de álcool.

Nos últimos anos, mais de 40 usinas fecharam. Outras estão em processo de recuperação judicial ou enfrentam graves dificuldades. Milhares de pessoas já perderam o emprego.

Trata-se de situação completamente distinta da que se projetava poucos anos atrás. Até então o Brasil estava fadado a ser a maior potência mundial de energia renovável.

Caminhávamos para ser a vanguarda da sustentabilidade, exemplo em um mundo em busca de fontes não fósseis, limpas e mitigadoras do aquecimento global pela redução das emissões de CO2.

Descarrilamos, contudo.

Não foi obra do acaso. Não foi barbeiragem de produtores, nem irresponsabilidade de investidores. Não foi mera consequência da mudança de ventos na economia global.

Foi, isso sim, produto de equívocos cometidos por uma gestão que está matando o etanol brasileiro. É um estrago de grandes proporções, que se espalha por longa cadeia de produção que envolve 2,5 milhões de trabalhadores e centenas de municípios do país.

Sem perspectivas de melhora, as usinas não investem, o mercado não reage e o Brasil chega ao ponto de importar etanol dos EUA -e com desoneração tributária concedida pelo governo federal. Como pode?

Os produtores não precisam de muito, mas têm nos faltado o básico. Basta que o governo não atrapalhe, como tem feito, defina uma política de longo prazo para o setor energético e reestabeleça condições mínimas de competitividade: equilíbrio na formação de preços, tributos adequados e algum amparo na forma de linhas de crédito que realmente funcionem.

Não é algo tão complicado, mas é tudo o que o governo petista não faz.

Há uma crise de confiança instalada no país. As vítimas vão caindo pelo caminho -e são cada vez mais numerosas.

É o futuro do Brasil que está sendo sabotado. No caso do etanol, é toda uma experiência de mais de 40 anos que está sendo jogada no lixo pela vanguarda do atraso.

*Aécio Neves é senador por Minas Gerais e presidente nacional do PSDB