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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Aécio Neves líder da oposição: "Maior parte das pedaladas fiscais foi abastecer as grandes empresas"


Aécio: " Maior parte das pedaladas fiscais foi abastecer as grandes empresas"




Aécio: maior parte das pedaladas foi para grandes empresas

Brasília - O presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), afirmou nesta terça-feira, 8, que a maior parte dos recursos das chamadas pedaladas fiscais abasteceu grandes empresas. A afirmação é uma contraposição às alegações da presidente Dilma Rousseff, que afirmou que os recursos se destinaram a pagar programas sociais como o Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida.


"A parte do pagamento do Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida foi a parte menor dessas pedaladas. O maior volume de recursos foi para grandes empresas através do PSI (Programa de Sustentação do Investimento) e do BNDES", afirmou Aécio.

Aécio questionou o fato de a presidente e o governo passarem meses negando as pedaladas e pediu que Dilma assumisse a real destinação dos recursos. "Se ela se dispõe a falar, em parte, a verdade, sugiro que ela diga que a grande parte das pedaladas foi para grandes empresas brasileiras através do BNDES e do PSI", completou.


http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2015/12/08/aecio-maior-parte-das-pedaladas-foi-para-grandes-empresas.htm

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Aécio Neves líder da oposição : "(In) feliz aniversário do governo Dilma"


Aécio : "(In)feliz aniversário do governo Dilma"




(In)feliz aniversário

Aécio Neves / Folha de São Paulo


Há exatamente um ano os brasileiros foram às urnas carregados de esperança. Era enorme a expectativa de que o país iniciasse uma era de prosperidade e reencontrasse seus valores mais caros.

Um breve olhar para esses 12 meses só faz aumentar minha convicção de que a oposição travou na eleição o bom combate.

Falando a verdade, apresentamos aos brasileiros os problemas que o país precisava enfrentar e as nossas ideias para superá-los. Infelizmente a candidatura vitoriosa privou o Brasil desse debate, optando por criar uma grande ilusão em relação à situação do país, usando e abusando da mentira e da calúnia como principais armas de campanha.

O que prevíamos –e a presidente negava– aconteceu: o país parado, a economia em recessão, corrupção institucionalizada, ineficiência do governo escancarada, inflação e desemprego em disparada.

Os riscos se avolumaram. Soluções que apresentamos e foram hostilizadas passaram a ser agora perseguidas, ainda que de forma deturpada. A candidata vencedora fez o inverso do que prometera na campanha.

Mesmo sabendo da gravidade da situação fiscal do país e da necessidade urgente de ajustes, a presidente candidata insistiu na estratégia ilusionista até a última hora. No dia da eleição, publicou nesta Folha artigo pródigo em autoelogios e repleto de indicadores que já sabia serem insustentáveis.

Nele, ela se vangloriou das baixas taxas de desemprego, da inflação sobre controle e de "um importante equilíbrio macroeconômico". Vendeu a ideia de um país governado com responsabilidade fiscal, quando já havia sido gestado o desastre em curso.

Somos um povo generoso que tende a perdoar erros e até mesmo a relevar a incompetência, quando percebe que há boa intenção. O engodo deliberado e a má-fé é que são imperdoáveis para nós, brasileiros. E é exatamente isso o que a população está dizendo todos os dias à presidente Dilma e ao PT.

Não há na política, especialmente nas crises, ativos mais valiosos do que confiança e credibilidade. A perda desses atributos é extremamente grave porque dificilmente se consegue recuperá-los. Essa é a verdadeira crise que atormenta o petismo.

Se a vitória nas urnas não nos coube, a missão que nos foi delegada pela população não foi menos nobre: fiscalizar o governo eleito e zelar pelo país.

Em um dos anos mais difíceis das últimas décadas, enfrentamos dois desafios centrais: proteger os brasileiros do caos econômico e social ao qual fomos dragados pelo governo do PT e, em aliança com a sociedade, defender a verdade, as instituições e a democracia, bases do novo Brasil que buscamos.

Aniversários são datas em que o tempo ganha concretude e nos lembra que colhemos o que plantamos.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Aécio Neves líder da oposição : "O governo do PT está sempre flertando com o autoritarismo"


Aécio Neves : "O governo PT está sempre flertando com o autoritarismo"






Aécio Neves - Folha de São Paulo


Em meio às imensas dificuldades por que passa o país, os últimos dias foram pródigos em mostrar que vale a pena acreditar em tempos melhores. As decisões tomadas pelo TCU e pelo TSE lavaram a alma da nossa cidadania e deram um banho de vigor em nosso sistema democrático.

Foram dois dias históricos.

Num deles, a Justiça Eleitoral autorizou a reabertura das investigações sobre possíveis irregularidades cometidas pela campanha vencedora na eleição presidencial de ano passado. Em português claro, serão apuradas, entre outras, as suspeitas de uso de dinheiro sujo e de abuso da máquina pública para reeleger a presidente Dilma Rousseff.

No dia seguinte, o Tribunal de Contas da União rejeitou, por unanimidade, as contas da presidente relativas ao ano passado. A lista de ilícitos identificados pela equipe de técnicos da corte é extensa, mas, como síntese, vale citar um dado das conclusões: as distorções fiscais promovidas pela presidente somaram R$ 106 bilhões. Segundo o TCU, nunca antes na história deste país se agiu com tanta irresponsabilidade com o dinheiro público.

As duas decisões são evidências de um mesmo enredo: acabou o tempo em que governantes julgavam que poderiam "fazer o diabo" para se manter no poder! A crença na impunidade e a reiterada prática de ilegalidades receberam um freio e uma resposta das nossas instituições, hoje pilares essenciais do nosso sistema democrático. Algo que sinaliza para um futuro diferente daquilo que tivemos até aqui.

Com a investigação autorizada pelo TSE, a manifestação do TCU e os avanços da Operação Lava Jato escreve-se um nova página na história política do Brasil. A partir de agora, não haverá mais espaço para governantes que se colocam acima do bem e do mal, por considerarem-se inalcançáveis pela Justiça. O que, na verdade, nossas instituições estão dizendo ao país e, em especial, à classe política é que a lei deve valer para todos. Principalmente para quem deveria dar o exemplo.

Mas precisamos permanecer atentos, pois o governo petista tem insistido em trilhar o caminho da truculência, sempre flertando com o autoritarismo. A cada passo que reafirma a independência das instituições, corresponde uma contramarcha patrocinada pelo Palácio do Planalto na forma de afronta e desrespeito à nossa democracia. Melhor (ou pior) exemplo disso foi a patética operação intimidadora montada na semana passada para constranger o TCU. Deu no que deu.

Tenho convicção de que estamos avançando para chegar onde merecemos: na restauração do respeito à lei, à ética e ao bem comum. No fim da era da impunidade, com a vitória da cidadania e o início de um novo tempo para o Brasil e para os brasileiros.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

PSB, PV e PSC declaram apoio ao candidato Aécio Neves


PSB, PV e PSC declaram apoio a Aécio Neves 





PSB, PV e PSC aprovam apoio a Aécio Neves no segundo turno
Partidos reuniram as cúpulas e oficializaram; PPS anunciou apoio na terça. Embora PSB tenha aprovado, Marina só deve declarar posição nesta quinta.
Do G1, em Brasília



A candidatura de Aécio Neves (PSDB) à Presidência recebeu nesta quarta-feira (9) o apoio formal de PSB, PSC e PV – na terça (8), o PPS havia aprovado o apoio. O PSOL também anunciou nesta quarta a posição para o segundo turno – não apoiar nem Aécio nem Dilma Rousseff. Mas a candidata a presidente pelo partido, Luciana Genro, recomendou aos militantes que votem em branco, nulo ou em Dilma.


A decisão mais aguardada era a do PSB, que se definiu no final da tarde, após reunião da comissão executiva do partido, em Brasília. No primeiro turno, a candidata do PSB foi a ex-senadora Marina Silva. Embora a executiva do PSB tenha aprovado o apoio, a candidata somente anunciará sua decisão nesta quinta (9). Marina pertence à Rede Sustentabilidade, mas não conseguiu registrar o partido na Justiça Eleitoral a tempo de disputar a eleição. Por isso, os integrantes do grupo político dela aceitaram convite para se filiar ao PSB e poder concorrer neste ano.

Dos 29 integrantes da Executiva do PSB que compareceram à reunião em Brasília que definiu a posição do partido, 21 votaram pelo apoio a Aécio, sete pela neutralidade e um pelo apoio a Dilma Rousseff (PT).

Marina deverá declarar publicamente seu posicionamento nesta quinta (9), após encontro com as lideranças dos demais partidos da coligação (PSB-PPS-PPL-PHS-PRP-PSL). O apoio de Marina deve ser condicionado à inclusão no programa de governo de Aécio de alguns pontos, como o fim da reeleição para presidente e ações de sustentabilidade.

Nesta quarta, o Partido Verde também aprovou o apoio a Aécio no segundo turno. O anúncio foi feito após reunião da comissão executiva do PV, que decidiu pelo apoio ao tucano por 33 votos a favor, seis contra e três abstenções. O candidato a presidente pelo PV, Eduardo Jorge, foi a um evento de campanha de Aécio Neves para informar sobre a decisão.


O PV elaborou um documento de quatro páginas, que foi entregue nesta quarta-feira à campanha de Aécio Neves. O texto explica o apoio do partido e as posições da legenda para o segundo turno. Em quatro blocos, defende temas como a reforma política, o fim do financiamento privado de campanhas, a redução da jornada de trabalho de 40 horas e a defesa do meio ambiente.

Outra legenda que formalizou o apoio à candidatura do tucano foi o PSC, do candidato a presidente Pastor Everaldo. "Ouvi a bancada. A executiva nacional decidiu que Aécio é a melhor opção para o nosso Brasil, a opção de mordenidade para o país, a opção de cuidar dos pobres e mais necessitados deste país, a opção de cuidar do empreendedores deste país", disse Everaldo.

Ele participou de encontro do PSDB nesta quarta, no qual estiveram presentes lideranças da legenda de todo o país, além de presidentes e membros de partidos que fazem parte da coligação tucana à Presidência.

O PPS foi a primeira legenda a anunciar o apoio a Aécio após o primeiro turno. Na tarde desta terça, o presidente nacional do partido, o deputado federal Roberto Freire, afirmou que que a decisão foi unânime.

Para ele, Marina Silva deverá seguir o mesmo caminho. “Eu tenho a impressão de que os partidos estão caminhando para isso. E ela [Marina], no seu discurso logo antes das eleições, deu a entender claramente que, dentro de um acordo programático, isso seria possível muito mais com Aécio do que com qualquer outra alternativa", afirmou.


http://g1.globo.com/politica/eleicoes/2014/noticia/2014/10/quatro-partidos-aderem-candidatura-de-aecio-neves-no-segundo-turno.html

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Aécio garante aos aposentados rever o fator previdenciário


Aécio garante aos aposentados rever o fator previdenciário




Aécio Neves: "vamos encontrar um caminho para a substituição do fator previdenciário"

Aécio promete caminho para substituir fator previdenciário
A extinção do fator previdenciário é uma antiga reivindicação dos movimentos sindica
Paulo Whitaker/Reuters

São Paulo - O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, afirmou nesta sexta-feira que, se for eleito, encontrará um caminho para a substituição do fator previdenciário

"Vamos encontrar um caminho que permita a superação, a substituição do fator previdenciário, mesmo que seja ao longo dos próximos anos, para uma forma que não penalize de forma tão grave como vem penalizando hoje os aposentados brasileiros", disse o tucano em discurso a mulheres sindicalistas, em São Paulo.

A extinção do fator previdenciário, implantado durante o segundo governo de Fernando Henrique Cardoso(PSDB) para evitar aposentadorias precoces e desafogar as contas da Previdência Social, é uma antiga reivindicação dos movimentos sindicais.

Aécio também disse que, na reunião, reiterou o compromisso de reajustar a tabela do Imposto de Renda com base na inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e prometeu "recuperar a defasagem" da tabela nos próximos anos.

Ele também voltou a assegurar que, se eleito, manterá a política atual de valorização no salário mínimo, calculada com base na inflação e no crescimento da economia.

"Só que como no nosso governo o país vai voltar a crescer, o reajuste vai ser muito maior", disse o tucano, aproveitando para alfinetar a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, pelo baixo crescimento da economia.

Sobre a busca do fim do fator previdenciário, Aécio disse a jornalistas após seu discurso que se trata de um "compromisso pessoal" assumido por ele.

"Minha equipe econômica vai estar mergulhada nisso", assegurou o tucano, afirmando que encontrará uma "alternativa responsável" para o fim do mecanismo sem dar detalhes.

O tucano prometeu manter um "diálogo permanente" com o movimento sindical e, ao falar para as mulheres, disse que vai cumprir a promessa feita e não concretizada por Dilma na eleição de 2010 de construir 6 mil creches.

Aécio voltou a dizer que é a melhor alternativa de mudança, numa referência à candidata do PSB, Marina Silva, e comemorou o resultado da pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta e que sinalizou crescimento de suas intenções de voto.

"A pesquisa, na verdade, aponta na direção daquilo que já estamos percebendo em todo o Brasil. A nossa candidatura cresce em praticamente todas as regiões e nós já temos a partir de avaliações internas que fazemos sinais maiores do que o que as pesquisas demonstram", disse.

Pesquisa Datafolha divulgada nesta madrugada mostrou Dilma passando de 36 a 37 por cento das intenções de voto para o primeiro turno, Marina recuando de 33 a 30 por cento e Aécio indo de 15 para 17 por cento. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.

Nas simulações de segundo turno, Marina e Dilma estão em empate técnico, com vantagem numérica para a candidata do PSB: 46 a 44 por cento. Já no confronto entre a presidente e o tucano, a petista vence por 49 a 39 por cento.
Revista Exame

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

O senador Aécio Neves cobra posição de Dilma quanto a Petrobrás


Aécio cobra posição de Dilma quanto a Petrobrás







http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/politica/2014/09/08/interna_politica,127170/aecio-cobra-posicao-de-dilma.shtml

Para tucano, 'não dá para a presidente dizer que não sabia o que vinha acontecendo' na Petrobras



Marcelo da Fonseca



Aécio participou ontem em São Gonçalo, no Rio, de evento com evangélicos, onde afirmou ser contrário à legalização do aborto (Igo Estrela/Coligação Muda Brasil)

Aécio participou ontem em São Gonçalo, no Rio, de evento com evangélicos, onde afirmou ser contrário à legalização do aborto

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, disse que é preciso uma posição contundente da presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) sobre as denúncias de um esquema de propinas envolvendo políticos da base do governo na Câmara e no Senado em obras da Petrobras. O tucano afirmou que a petista não poderá dizer que “não sabia o que vinha acontecendo”, já que os principais cargos da estatal são ocupados por indicações do PT.



“Não dá para a presidente Dilma dizer que não sabia o que vinha acontecendo. A marca mais perversa do governo do PT é o aparelhamento do Estado. Eles têm um plano para se perpetuar no poder, causando situações como esta da Petrobras. Os cargos de direção precisam ser ocupados por pessoas sem ligação com partidos políticos, e não por pessoas que negociem, troquem favores”, disse o senador.



Ele voltou a se referir ao caso como “mensalão 2” e disparou contra a gestão petista citando atos de corrupção envolvendo empresas públicas. “Aguardamos que outras informações possam vir, mas essas denúncias mostram que o mensalão não acabou, ou pelo menos que se criou o mensalão 2 durante todo esse período de governo do PT. As empresas públicas se submeteram a um projeto de poder”, afirmou.



Aécio sugeriu que o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa volte a prestar depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) instalada no Congresso para dar mais detalhes sobre como funcionava o esquema. Ressaltou que será importante ter “cautela” ao lidar com as denúncias. “Não condeno previamente ninguém, mas que existia, segundo o diretor mais importante da empresa, uma organização criminosa funcionando dentro dela durante todo esse período de governo, isso parece que é, segundo a Polícia Federal, um fato inquestionável. É uma empresa que teve sempre atenção muito próxima da presidente da República”, alfinetou o tucano.



Pastores Na manhã de ontem, Aécio visitou a igreja evangélica Ministério Flor de Lis, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Durante a visita, o tucano ouviu os depoimentos de pastores da igreja, ex-traficantes do Comando Vermelho, facção criminosa que atua em vários morros da capital fluminense. O candidato ainda recebeu declaração de apoio dos dirigentes da igreja evangélica e se comprometeu com os cerca de 300 fiéis presentes a ser contrário à legalização do aborto e à descriminalização das drogas.



“Reafirmo meu compromisso, as minhas crenças com estes temas. Nesta luta contra o tráfico, a ideia é colocar em prática um programa de assistência aos jovens de ensino médio entre 15 e 18 anos. O Poupança Jovem deposita um valor na conta desse aluno que, ao fim do período, retira o valor depositado desde que tenha 80% de frequência nas aulas e não tenha qualquer envolvimento com o crime”, disse Aécio. Ao descer do palco, o tucano brincou com o crescimento da candidata Marina Silva (PSB) nas pesquisas, que o colocou no terceiro lugar na corrida presidencial. “Ainda bem que faltam quatro semanas para a eleição”, disse.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

PSDB se reorganiza e promete reagir. O tom de confronto vai subir


PSDB se reorganiza e promete reagir. O tom de confronto vai subir



PSDB reconhece falhas e avisa: 'acabou a campanha comportadinha'

http://www.otempo.com.br/blogs/pol%C3%ADtica-19.298822/psdb-reconhece-falhas-e-avisa-acabou-a-campanha-comportadinha-19.310022




A campanha do PSDB vai mudar e adotar um tom de confronto contra o candidato do PT, Fernando Pimentel, que lidera as pesquisas ao governo de Minas. O presidente do partido em Minas Gerais, deputado federal Marcus Pestana, revelou ao blog Olho Neles que, a partir de agora, a estratégia de Pimenta da Veiga será mais dura com o adversário. A avaliação do tucano é que a campanha de seu partido apresentava erros, que agora serão corrigidos para alcançar o rival. Na prática, Pimenta irá para o ataque direto.


"A campanha estava errada, permitindo ao Pimentel falar mentiras, desconstruir o projeto do PSDB, prometer o que já existe. Enquanto isso, nossa campanha ficava ali, 'olímpica', permitindo tudo isso", afirmou.


Para dar o exemplo de como irá funcionar a partir de agora, Marcus Pestana citou situações na Argentina e nos Estados Unidos, onde o debate é mais pesado.
"Vamos ao confronto, politizar a campanha. O Brasil tem um marketing político que já se esgotou. Essa coisa de jingle, de ir às ruas mostrar apoio do povo, fazer caminhada, essa coisa de o candidato se mostrar caçando o povo não funciona mais. Está ultrapassado. É o que um amigo marketeiro argentino me diz: lá é porradaria pura e ganha quem ficar de pé. Nos Estados Unidos, os democratas compram comerciais na televisão. Os republicanos, também. E não é para falar bem deles não. É para falar mal do adversário. Todos desconstroem o adversário. É o que precisa ser feito", diz.


Pestana afirma que hoje "todo mundo tem medo de falar mal do outro" e que com isso a "campanha fica muito bem comportadinha", prometendo que agora será diferente.


"O Brasil inteiro está votando contra o PT. O PT só tem perspectiva real de vitória o Acre e no Piauí, que são eleitorados pequenos. O Brasil está dizendo um retumbante 'não' ao PT e aqui o Pimentel está tentando se passar por tucano. E nós estamos deixando. Não vamos mais", avisou.


Pestana afirmou que o adversário usa de "desfaçatez" ao falar sobre projetos de ligação asfáltica, enquanto Aécio e Anastasia, juntos, cuidaram de acessos a 220 cidades.


"Ele fala na cara de pau e nossa campanha continuava lá, olímpica, sem reagir", reclamou.


"Pimentel fala de desenvolvimento econômico e não pede desculpas por ter levado para Pernambuco a fábrica da Fiat quando era ministro. E nossa campanha não politizava isso. É o que estamos mudando", explicou.


Apesar da mudança radical de postura, Pestana afirma que não há crise na campanha. Ele afirma que a leitura das pesquisas mostra uma quantidade muito grande de indecisos e de pessoas que, na espontânea, demonstram não conhecer os candidatos.


"O que há é uma frieza, uma indiferença", diz Pestana, que culpa o desgaste do sistema político, culpando "a corrupção patrocinada em Brasília no governo do PT".
"Isso afeta a credibilidade do sistema e afeta os políticos todos. Mas os nossos eleitores, que se identificam com Aécio e Anastasia estão esperando que comecemos a oferecer os argumentos, os elementos para que decidam votar no Pimenta. E isso vai acontecer. Vamos melhorar a campanha para isso", disse.


Crise econômica


O candidato do PSDB afirmou que as dificuldades financeiras na campanha afetam todos os candidatos e culpou o Congresso Nacional, do qual faz parte, pelo quadro de falta de doadores eleitorais.


"Há um ambiente contrário a isso. E é bem feito para o Congresso que, em quatro anos, não fez a reforma política. Eu estou até gostando disso para o Congresso aprender", diz.


Pestana nega que haja uma mudança de rota em relação à presença de Aécio no Estado. Ele diz que o candidato a presidente estará em Minas na quinta-feira e que estão faltando ainda cinco semanas, o que é tempo suficiente para que esse apoio seja solidificado. "Há muita água para rolar. Vivemos uma eleição dramática por conta do acidente trágico com Eduardo Campos. É como se o ano todo tivesse sido anulado. Agora é outra eleição. Marina começou a ser exposta agora. É esperar a onda passar e ver o que acontece", diz.
ta irá para o confronto com Pimentel


A campanha do PSDB vai mudar e adotar um tom de confronto contra o candidato do PT, Fernando Pimentel, que lidera as pesquisas ao governo de Minas. O presidente do partido em Minas Gerais, deputado federal Marcus Pestana, revelou ao blog Olho Neles que, a partir de agora, a estratégia de Pimenta da Veiga será mais dura com o adversário. A avaliação do tucano é que a campanha de seu partido apresentava erros, que agora serão corrigidos para alcançar o rival. Na prática, Pimenta irá para o ataque direto.


"A campanha estava errada, permitindo ao Pimentel falar mentiras, desconstruir o projeto do PSDB, prometer o que já existe. Enquanto isso, nossa campanha ficava ali, 'olímpica', permitindo tudo isso", afirmou.


Para dar o exemplo de como irá funcionar a partir de agora, Marcus Pestana citou situações na Argentina e nos Estados Unidos, onde o debate é mais pesado.
"Vamos ao confronto, politizar a campanha. O Brasil tem um marketing político que já se esgotou. Essa coisa de jingle, de ir às ruas mostrar apoio do povo, fazer caminhada, essa coisa de o candidato se mostrar caçando o povo não funciona mais. Está ultrapassado. É o que um amigo marketeiro argentino me diz: lá é porradaria pura e ganha quem ficar de pé. Nos Estados Unidos, os democratas compram comerciais na televisão. Os republicanos, também. E não é para falar bem deles não. É para falar mal do adversário. Todos desconstroem o adversário. É o que precisa ser feito", diz.


Pestana afirma que hoje "todo mundo tem medo de falar mal do outro" e que com isso a "campanha fica muito bem comportadinha", prometendo que agora será diferente.


"O Brasil inteiro está votando contra o PT. O PT só tem perspectiva real de vitória o Acre e no Piauí, que são eleitorados pequenos. O Brasil está dizendo um retumbante 'não' ao PT e aqui o Pimentel está tentando se passar por tucano. E nós estamos deixando. Não vamos mais", avisou.


Pestana afirmou que o adversário usa de "desfaçatez" ao falar sobre projetos de ligação asfáltica, enquanto Aécio e Anastasia, juntos, cuidaram de acessos a 220 cidades.


"Ele fala na cara de pau e nossa campanha continuava lá, olímpica, sem reagir", reclamou.


"Pimentel fala de desenvolvimento econômico e não pede desculpas por ter levado para Pernambuco a fábrica da Fiat quando era ministro. E nossa campanha não politizava isso. É o que estamos mudando", explicou.


Apesar da mudança radical de postura, Pestana afirma que não há crise na campanha. Ele afirma que a leitura das pesquisas mostra uma quantidade muito grande de indecisos e de pessoas que, na espontânea, demonstram não conhecer os candidatos.


"O que há é uma frieza, uma indiferença", diz Pestana, que culpa o desgaste do sistema político, culpando "a corrupção patrocinada em Brasília no governo do PT".
"Isso afeta a credibilidade do sistema e afeta os políticos todos. Mas os nossos eleitores, que se identificam com Aécio e Anastasia estão esperando que comecemos a oferecer os argumentos, os elementos para que decidam votar no Pimenta. E isso vai acontecer. Vamos melhorar a campanha para isso", disse.


Crise econômica


O candidato do PSDB afirmou que as dificuldades financeiras na campanha afetam todos os candidatos e culpou o Congresso Nacional, do qual faz parte, pelo quadro de falta de doadores eleitorais.


"Há um ambiente contrário a isso. E é bem feito para o Congresso que, em quatro anos, não fez a reforma política. Eu estou até gostando disso para o Congresso aprender", diz.


Pestana nega que haja uma mudança de rota em relação à presença de Aécio no Estado. Ele diz que o candidato a presidente estará em Minas na quinta-feira e que estão faltando ainda cinco semanas, o que é tempo suficiente para que esse apoio seja solidificado. "Há muita água para rolar. Vivemos uma eleição dramática por conta do acidente trágico com Eduardo Campos. É como se o ano todo tivesse sido anulado. Agora é outra eleição. Marina começou a ser exposta agora. É esperar a onda passar e ver o que acontece", diz.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Em Minas, Aécio tem 34%, Dilma 31% e Marina 20% aponta Ibope


quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Em Minas, Aécio tem 34%, Dilma 31% e Marina 20% aponta Ibope



Em Minas, Aécio tem 34%, Dilma, 31%, Marina, 20%, aponta Ibope

http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/em-minas-aecio-tem-34-dilma-31-marina-20-aponta-ibope-1.264033


Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (26), mostra que o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, está empatado tecnicamente com a presidente e candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, em Minas Gerais. Ele tem 34% das intenções de voto contra 31% da petista. Marina Silva, do PSB, aparece com 20%. Na mesma mostra, Pastor Everaldo (PSC) tem 1%. Brancos e nulos somam 7% e não sabe e não respondeu, 6%.


O levantamento do Ibope, encomendado pela Rede Globo, ouviu 1.806 eleitores em 103 municípios de Minas Gerais, entre os dias 23 e 25 de agosto. A margem de erro da mostra é de três pontos porcentuais para mais ou para menos e o nível de confiança, 95%. A pesquisa está registrada no TRE sob o número MG-00069/2014 e no TSE sob o número BR-00423/2014.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB : "Eduardo Campos fará falta imensa à política nacional"


Aécio : " Eduardo Campos fará falta imensa à política nacional"



É com imensa tristeza que recebi a notícia do acidente que vitimou o ex-governador e meu amigo Eduardo Campos. O Brasil perde um dos seus mais talentosos políticos, que sempre lutou com idealismo por aquilo em que acreditava. A perda é irreparável e incompreensível. Nesse momento, minha família e eu nos unimos em oração à família de Eduardo, seus amigos e a milhões de brasileiros que, com certeza, partilham a mesma perplexidade e pesar. -

O acidente que nos levou Eduardo Campos causou perdas irreparáveis a outras seis famílias: meu amigo e ex-colega de Câmara, Pedrinho Valadares, o jornalista Carlos Augusto Leal Filho, o fotógrafo Alexandre Severo Gomes e Silva, o cinegrafista Marcelo de Oliveira Lyra e os pilotos Geraldo Magela Barbosa da Cunha e Marcos Martins. Todos estavam trabalhando e lutando por um Brasil melhor. Minhas orações e solidariedade aos familiares, nessa hora tão difícil. - Aécio Neves

candidato à Presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves, também fez um pronunciamento, no início da noite desta quarta-feira, sobre a morte de Eduardo Campos, presidenciável pelo PSB.

Mesmo em partidos diferentes, Aécio ressaltou que ainda possui admiração pelo opositor. “Tenho por ele admiração que não terminará com sua morte trágica. Fomo governadores de estado juntos e fará falta imensa à política nacional.”

O tucano falou ainda sobre a relação com Campos fora do cenário político. No dia do Pais, Aécio afirmou ter conversado com o socialista e desejado Feliz Aniversário e também o parabenizou pelos filhos. “Uma família extraordinária, alegre, feliz e coesa. Desejei paz, saúde e sucesso aos filhos”, disse, lembrado que também recebeu votos de saúde para seu filho recém-saído do hospital. “Perde a politica brasileira, mas a família é que mais precisa de orações e força.”

Assim como os outros presidenciáveis, Aécio Neves também cancelou sua agenda de campanha desta quarta-feira.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Aécio Neves promete guerra ao "Custo Brasil!"


Aécio promete guerra ao " Custo Brasil!



Os problemas do agronegócio brasileiro passam pela falta de competitividade e a insegurança jurídica. Foi o que disse, nesta segunda-feira (4/8) o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves. Ele participou da abertura do 13º Congresso Brasileiro do Agronegócio, promovido pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), em São Paulo (SP).

Com relação à competitividade, o presidenciável tucano defendeu que seja declarada uma “guerra” ao chamado custo Brasil, que afeta os ganhos do setor. Segundo ele, é preciso uma simplificação do sistema tributário do país e regras claras que garantam o retorno dos investimentos no setor, especialmente em áreas como a infraestrutura.

“A nossa agenda para o agronegócio é a da competitividade, da produtividade e da busca por novos mercados”, disse Aécio, em tom de crítica ao governo.

O candidato à Presidência mencionou, entre os setores que sofrem com a falta de competitividade no Brasil, o de etanol. Disse que é preciso fazer um “resgate” da indústria do combustível à base de cana-de-açúcar. “Vamos discutir, inclusive, política de preços mínimos, para que o etanol possa resgatar sua capacidade competitiva”, afirmou.

Sobre a insegurança jurídica, disse que ela está “todas as áreas”. Questionado sobre como lidaria com discussões como a questão indígena e fundiária no país, um dos principais pontos de insegurança para o agronegócio, de acordo com lideranças do setor, disse apenas que o faria com “autoridade e liderança”, com o cumprimento da lei e da Constituição.

“O governo não vai se omitir nesses contenciosos. O que queremos é um ambiente seguro para a produção, compatibilizando com a questão ambiental e com os direitos indígenas. O que não podemos aceitar é a ideia de que a produção é inimiga da proteção ambiental.”

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Aécio Neves : "A pista de Cláudio é usada há 30 anos. Eu usei algumas vezes, mas é preciso também que a ANAC trabalhe"


Aécio : "A pista de Cláudio é usada há 30 anos. Eu usei algumas vezes, mas é preciso tambem que a ANAC trabalhe


Aécio admite e diz ter cometido equívoco ao usar pista não homologada

http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/a%C3%A9cio-admite-e-diz-ter-cometido-equ%C3%ADvoco-ao-usar-pista-n%C3%A3o-homologada-1.891864


DA REDAÇÃO


O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, admitiu nesta quarta-feira (30) que usou o aeroporto de Cláudio (MG) para pousar em um avião de sua família umas "três ou quatro vezes" nos últimos anos, mesmo sem o espaço ser homologado pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). Depois de se recusar por 10 dias a responder se teria utilizado o aeroporto, Aécio disse que os pousos e decolagens ocorreram quando não era mais governador do Estado - depois de 2010.


"Eu já utilizei [o local] várias vezes antes dessa pista ser asfaltada nos últimos 30 anos, desde a minha juventude. Ele era usado por empresários, fazendeiros, pessoas da região. Depois da conclusão da obra, quando não era mais governador do Estado, usei algumas poucas vezes, pousei ali algumas poucas vezes em avião da minha família", afirmou.


A Folha de S.Paulo revelou no dia 20 de julho que o governo de Minas gastou quase R$ 14 milhões na construção do aeroporto, que ficou pronto em outubro de 2010 e é administrado por familiares de Aécio. O tio-avô do tucano, Múcio Guimarães Tolentino, guarda as chaves do aeroporto.
Antes da construção do aeródromo, havia no local uma pista de pouso mais simples, de terra, construída em 1983, quando Tancredo Neves, avô de Aécio, era governador de Minas.


O candidato disse ter cometido o "equívoco" de utilizar uma pista não homologada pela Anac, mas afirmou não ter conhecimento de que o aeroporto não tinha autorização legal para operar.


"Eu admito uma culpa: eu devia ter buscado mais informações sobre isso. Mas é preciso que a Anac trabalhe. A pista está há três anos sem homologação, é investimento público feito e, obviamente, sendo usada de forma inadequada."


O candidato negou ter escolhido o local do aeroporto com o objetivo de beneficiar seus familiares, já que a pista fica na fazenda de Tolentino. O senador, sua mãe e suas irmãs também são donas da Fazenda da Mata, a 6 km do aeroporto. Segundo Aécio, a região é um pólo industrial de exportação de ferro, por isso o aeroporto era necessário para alavancar a economia da região.


"Eu teria duas alternativas: ignorar demanda de crescimento dessa região ou ter feito numa outra área de região montanhosa. Ali foi, na nossa avaliação, o terreno mais adequado. Talvez se a área não fosse de parente meu, não seria essa celeuma. Apesar do fato relevante ser o de ele [Tolentino] estar hoje sem receber nada e pleiteando do Estado uma indenização muito maior", disse em referência ao fato do governo de Minas ter desapropriado a área antes da licitação do aeroporto.


O impasse sobre a desapropriação está na Justiça porque o Estado fez um depósito judicial de mais de R$ 1 milhão pelo terreno, mas o tio de Aécio contesta o valor. Segundo o senador, isso é prova de que não havia "interesses familiares" na construção do aeroporto.


"A obra foi legal, necessária do ponto de vista econômico e não beneficiou absolutamente ninguém da minha família. Ao contrário, não estaria o antigo proprietário na Justiça reivindicando um valor nove vezes maior do que aquele que o Estado ofereceu", afirmou.


Sobre o fato de Tolentino ter as chaves do aeroporto, Aécio disse que se sente "incomodado", mas responsabilizou a Prefeitura de Cláudio (MG) pelo fato. "Eu soube que 6 ou 7 pessoas tinham a chave, gente que voava. É responsabilidade da Prefeitura que o prefeito assume e tem que coordenar. Se eles entregam a chave para 4, 5 ou 6 é um erro, muito mais ainda por ser um parente meu


Montezuma


Aécio disse que o avião da família utilizado nos pousos e decolagens em Cláudio era de Gilberto Faria, que foi marido de sua mãe. O tucano nega ter utilizado avião oficial no local, assim como no aeroporto da cidade de Montezuma - onde admite ter pousado uma vez quando era governador.
"Eu desci lá uma vez, há cerca de dez anos atrás, pouco mais de 10 anos. Eu era governador, mas desci da mesma forma, não em avião do Estado."

terça-feira, 29 de julho de 2014

O candidato Aécio Neves ressalta a importância do terceiro setor para o desenvolvimento do Brasil


Aécio ressalta a importância do terceiro setor para o desenvolvimento do Brasil





Governo perdeu capacidade de gerar expectativas positivas na economia, diz Aécio

Agência Brasil


O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, defendeu hoje (28), em reunião com empreendedores sociais na capital paulista, mais diálogo com organizações não governamentais (ONGs) para a proposição de políticas públicas. O evento reuniu representantes de sete entidades, a maioria da área cultural.

“O Estado brasileiro, governos de todos os níveis, tem que ter humildade e reconhecer as experiências exitosas que o terceiro setor viveu e vive e aprender com elas. É isso que estamos buscando nesses diálogos que se iniciam hoje”, disse Aécio após o encontro.

Segundo Aécio, o objetivo é dar escala às iniciativas que estão em prática há muitos anos e se demonstram exitosas. “O Brasil desperdiça um potencial enorme de experiências que resgataram crianças fora da idade escolar e que qualificaram pessoas para entrar no mercado de trabalho, para citar alguns exemplos”, disse o candidato a representantes de organizações como o Afro Reggae, o Comitê para a Democratização da Informática, os grupos Doutores da Alegria e Olodum e o Centro Cultural Waly Salomão.

Aécio defendeu também uma legislação que regule a atuação do terceiro setor no país. “Quero permitir um salto de patamar nas chamadas relações intersetoriais, seja do ponto de vista de um marco civil, que é essencial como um estímulo às pessoas para que participem mais dessas atividades”, explicou o candidato tucano. Para ele, essa mudança será importante também para permitir a desburocratização da relação de tais instituições com o governo.

Ao comentar o comunicado que o banco Santander enviou a alguns correntistas, no qual a instituição apontou efeitos negativos que a reeleição da presidenta Dilma Rousseff poderia ter para a economia, Aécio disse: “Quanto mais provável uma candidatura da oposição, melhor o ambiente e as expectativas de futuro que movem a economia." Para ele, o governo perdeu a capacidade de gerar expectativas positivas na economia brasileira. O candidato disse que não acha correto punir os analistas responsáveis pela mensagem. “Teriam que demitir praticamente todos de todas as instituições financeiras, porque eles são muito céticos quanto à economia brasileira, se permanecer o atual governo”, avaliou.

Sobre o contrato de profissionais cubanos no Programa Mais Médicos, o candidato do PSDB adiantou que, se for eleito, pretende rever o formato atual do convênio com o governo de Cuba, intermediado pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). “Pelo respeito que tenho pelo povo cubano, temos que buscar uma negociação que impeça a continuidade da discriminação em relação a eles”, disse Aécio, que destacou a necessidade de encontrar formas de não inviabilizar o programa. “Temos que ver isso lá na frente, criar condições para que os cubanos possam se qualificar para atender aqui no Brasil e receber remuneração mais digna.”

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB quer redução da maioridade penal para crimes hediondos


Aécio quer redução da maioridade penal para crimes hediondos




Aécio Neves defende redução da maioridade penal para crimes hediondos
Por Agência Brasil |

'Estamos falando de casos gravíssimos. Mas a solução é a educação, é a oportunidade, é fazer o Brasil crescer', afirmou

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, defendeu nesta sexta-feira (25) a redução da maioridade penal para crimes hediondos ao visitar a comunidade de Vigário Geral, na zona norte do Rio de Janeiro, onde assistiu a apresentações de dança e música na sede da ONG Afro Reggae e conversou com moradores.

Candidato do PSDB Aécio Neves participa de caminhada em Vigário Geral, no Rio (25/7). Foto: Orlando Brito/Coligação Muda Brasil

Segundo Aécio Neves, a redução da maioridade penal para crimes hediondos “pode sinalizar um caminho para a diminuição da impunidade". "Estamos falando de casos gravíssimos. Crimes hediondos significam 1% do total de jovens que cometem algum delito. Mas essa não é a solução, é uma questão paliativa. A solução é a educação, é a oportunidade, é fazer o Brasil crescer”, afirmou.

Entre as propostas do candidato estão iniciativas de reinserção de egressos do sistema penitenciário e oportunidades de trabalho e renda para os jovens. Ele citou projeto de Minas Gerais que pretende levar para todo o País, caso seja eleito, que oferece uma poupança para jovens do ensino médio, a qual pode ser resgatada, ao final do terceiro ano, se o jovem tiver uma frequência mínima na escola, participar de oficinas de capacitação e não cometer nenhum crime.



Na saída do restaurante popular onde almoçou, Aécio comentou o pacote divulgado nesta sexta-feira pelo Banco Central, que visa a incentivar os bancos a transformar em crédito ao consumidor valores retidos como depósitos compulsórios. Ele classificou a medida como "um improviso”. “Como não houve planejamento e o Brasil não conseguiu manter um mínimo de credibilidade para que os investimentos retornassem, essas medidas paliativas e emergenciais podem ter um custo alto lá na frente.”

“O Brasil é hoje um país com enorme desconfiança dos investidores internos e externos pelo excessivo intervencionismo do Estado em setores fundamentais da economia, como o setor energético e o de petróleo. Temos de estabelecer regras claras", disse, acrescentando que “é preciso adotar um novo modelo, baseado na meritocracia, no Estado enxuto e eficiente”.

sábado, 26 de julho de 2014

Entrevista com Aécio Neves


sábado, 26 de julho de 2014

Entrevista com Aécio Neves



Assuntos: eleições 2014; agenda SP; economia; política externa


Sobre agenda em São Paulo.

É um privilégio poder conhecer uma obra como essa, ao lado do governador Alckmin, que também é parceiro dessa obra. Esse é o Brasil que precisa ser construído. É o Brasil do empreendedorismo. É o Brasil que qualifica as pessoas para buscarem espaço no mercado de trabalho para crescerem. É uma palavra que e o Brasil precisa buscar cada vez mais: é empreender. E só se empreende com resultado e êxito com qualificação. E tive a oportunidade hoje de visitar mais uma extraordinária obra do governo Alckmin, as ETECs e as Fatecs, que são referências para o Brasil. Precisamos é estendê-las cada vez mais ao Brasil. São escolas extremamente qualificadas que têm um foco extremamente importante, porque busca qualificar as pessoas para o mercado de trabalho real, que exista naquelas regiões que elas atuam. Por isso a diversificação enorme dos cursos. Tivemos experiências em Minas Gerais, anteriores inclusive ao Pronatec, que acho que de alguma forma se inspira no programa PEP, de Minas Gerais, e nas ETECs de São Paulo, que precisarão continuamente ser aperfeiçoados. É um bom programa, mas que precisa ter esse foco: atender às demandas reais dos mercados de trabalho que existam ou de outros que virão a ser criados. O que vamos fazer também nessa campanha é apresentar ações que melhoram, e melhoraram e muito, a vida das pessoas. Em São Paulo, por onde se olha, você vai encontrar exemplos exitosos de uma gestão pública eficiente focada em grande parte no que estou dizendo, educação de qualidade e capacitação das pessoas para o mercado de trabalho.



Sobre avaliações de analistas de mercado de que o Sr. tem mais chances de ganhar a eleição.


Essas avaliações apontam na mesma direção: o fracasso da política econômica da atual presidente da República. Existe algo quando se fala de economia que é essencial e fundamental, chama-se expectativa. A economia se move em função de expectativas. A inflação se move em função de expectativas. Se você tem uma função represada, há uma expectativa de que em determinado momento ela vai ser liberada, isso já gera uma prevenção, que acaba por alimentar a inflação. O atual governo, o governo da presidente Dilma, perdeu a capacidade de gerar expectativas positivas, seja nos agentes internos, seja nos agentes externos. Isso impacta fortemente no nosso crescimento.


Conversava com alguns analistas nessa semana, e esses dados publicados hoje vão na mesma direção, boa parte deles já projeta um crescimento esse ano abaixo de 1%, inimaginável há algum tempo. E não adianta mais terceirizarmos responsabilidades, porque vizinhos nossos, com economias muito menos complexas e estruturadas do que a nossa, vão crescer mais do que crescemos. O governo da presidente Dilma fracassou. E concordo com a maioria dessas análises. Mais quatro anos do atual governo do PT significa mais quatro anos de baixíssimo crescimento, mais quatro anos com a inflação sem controle e, infelizmente, com impactos que já começamos a perceber também no emprego.



Sobre política externa e Israel.


O Brasil sempre se caracterizou por ter uma política diplomática, uma política externa do equilíbrio, e é isso que deve retornar a conduzir as nossas ações, as nossas manifestações. O Brasil ao longo dos últimos anos optou por um alinhamento ideológico na sua política externa, e é ele que conduz as principais ações do governo, a meu ver, com prejuízos graves ao Brasil, seja em relação à incapacidade que tivemos ao longo desses últimos anos para ampliar as nossas relações com o mundo.


Conversava nesses últimos dias com o ministro Durão Barroso, que preside a Comissão Europeia, e ele próprio testemunhava a perda de espaço do Brasil com o atraso, por exemplo, das negociações com a comunidade europeia. Ao mesmo tempo em que eles avançam em entendimentos, a União Europeia, com o Canadá e com os Estados Unidos, apenas um exemplo muito claro, o espaço que havia sido negociado para produtos do agronegócio, onde o Brasil é extremamente competitivo, essas cotas estão sendo ocupadas a partir dessas outras negociações, os espaços para o Brasil ficarão cada vez mais estreitos. O Brasil, algumas décadas atrás, chegou a participar com 2,3% do conjunto do comércio exterior, do comércio internacional. Hoje participa com 1,3% e essa posição nossa é declinante.



Em relação a essa última manifestação, faltou o equilíbrio. Todos temos que condenar o uso excessivo da força por parte de Israel, mas da mesma forma temos que condenar também as ações do Hamas, com o lançamento sucessivo de foguetes. Faltou um brado, uma palavra mais clara de convocação a um cessar-fogo e a um entendimento entre as partes. O Brasil se precipitou, a meu ver, em uma nota com um viés muito mais unilateral do que seria conveniente e esperado de um país como o Brasil. Como disse, temos que condenar a violência de todos os lados. A palavra do Brasil tem que ser sempre a do equilíbrio e faltou [equilíbrio], mais uma vez, nesse campo.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Serra defende Aécio e diz que PT é especialista em denúncias vazias



Serra defende Aécio e diz que PT é especialista em denúncias vazias






PT é especialista em denúncias’

http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/pt-%C3%A9-especialista-em-den%C3%BAncias-1.888167


Candidato derrotado em 2010 e postulante ao cargo de senador, José Serra defende Aécio Neves

Rio de Janeiro. O candidato do PSDB ao Senado por São Paulo, José Serra, afirmou nesta quarta esperar para este ano uma campanha presidencial mais dura do que a de 2010 com relação a trocas de denúncias entre os postulantes ao Palácio do Planalto.

“(Os petistas) não vão querer perder o poder suavemente”, disse, após almoço fechado com empresários na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), no centro da capital fluminense. “O PT é especialista nisso (em denúncias eleitorais)”. O tucano concorreu à Presidência em 2010 pelo PSDB e perdeu para Dilma Rousseff.

Serra fez os comentários ao falar de reportagem do jornal “Folha de S. Paulo” que revelou a construção de um aeroporto em Cláudio (MG), na fazenda de um parente do presidenciável pelo PSDB, Aécio Neves. A obra foi feita quando Aécio era governador de Minas Gerais, e virou alvo do PT.

Para o tucano paulista, a questão está explicada. “Está totalmente esclarecido”, declarou. “Está tudo explicadinho. Houve uma desapropriação da área, que até foi contestada na Justiça. Não há nada que torne o fato mais insuspeito.” O postulante ao Senado por São Paulo reconheceu, porém, que campanhas eleitorais sempre serão marcadas por denúncias entre adversários. “Sempre vai haver troca de tiros”, afirmou. “Da parte do PT, não tenho dúvida (de que haverá ataques). A gente não sabe fazer. O PSDB não tem know how para isso. Eu mesmo não tive.


Para Serra, a peculiaridade da disputa de 2014 torna maior a possibilidade de ataques. “Porque o risco (do PT) de perder é maior”, disse. O tucano argumenta que as Segundo

Serra, as pesquisas mais recentes mostram que a tendência na corrida eleitoral é de estreitamento das diferenças. “Realmente, isso parece, até agora, isso tem sido inexorável. Nesse sentido, tenho otimismo quanto ao resultado da eleição”, declarou. Ele afirmou que o principal ponto contra apresidente e candidata a reeleição pelo PT “é a inépcia de ponta a ponta”.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Aécio Neves se licenciará como Senador, sem remuneração, a partir do dia 5 de agosto


quarta-feira, 23 de julho de 2014

Aécio se licenciará como Senador, sem remuneração, a partir do dia 5 de agosto





O senador Aécio Neves (MG), candidato do PSDB à Presidência da República, confirmou a que pedirá licença do Senado, sem vencimentos ou benefícios, assim que o Congresso Nacional voltar do recesso do meio do ano, na terça-feira, dia 5 próximo.

O senador não acha correto continuar recebendo salários enquanto percorre o país em campanha eleitoral e, consequentemente, falta a sessões do Senado — ainda que o Congresso pretenda permanecer em “recesso branco”, sem resolver nada de importante, até o dia 5 de outubro, data do primeiro turno da eleição presidencial.

Se passar para o segundo turno, Aécio deverá prosseguir em licença pelo menos até a data da realização dessa rodada, a 26 de outubro.

O senador também promete para as próximas horas informações “que mostram a lisura do processo” de construção de pista de pouso para aviões em uma área desapropriada pelo governo de Minas de um parente seu, quando ele estava no Palácio da Liberdade.



Fonte: Com informações da Veja
http://180graus.com/eleicoes-2014/aecio-neves-vai-se-licenciar-sem-remuneracao-como-senador

terça-feira, 22 de julho de 2014

O candidato Aécio Neves se encontra com o Presidente da Comissão Européia e lamenta omissão de Dilma




Aécio se encontra com o Presidente da Comissão Européia e lamenta omissão de Dilma





Após café da manhã com o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, presidenciável pelo PSDB, Aécio Neves, disse ter reiterado sua "convicção de que estamos atrasados com a negociação com a União Europeia, que poderia estar ampliando nossos mercados"; presidente Dilma Rousseff recebeu Barroso na semana passada no Palácio do Planalto


247 – O candidato pelo PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, se reuniu nesta segunda-feira 21 com o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, em café da manhã. Em nota sobre o encontro publicada no Facebook, o tucano chamou o ministro de "amigo" e afirmou que a reunião tratou de "temas internacionais".

"Reiterei minha convicção de que estamos atrasados com a negociação com a União Europeia, que poderia estar ampliando nossos mercados. Lamento o desinteresse do atual governo pelo tema, adiando mais uma vez, agora para o próximo ano, a conclusão dessas negociações", criticou o presidenciável.

Aécio acrescentou que, "enquanto isso, a União Europeia avança seus entendimentos com outras regiões do mundo, em especial com os Estados Unidos". E prometeu, caso seja eleito presidente da República, que "esse tema será tratado como prioridade". Aécio também disse que o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia será uma das prioridades de seu governo. A presidente Dilma Rousseff recebeu Barroso no Palácio do Planalto na semana passada.

"Infelizmente, temos hoje uma política externa que prioriza o alinhamento ideológico em detrimento de parcerias comerciais que poderiam gerar mais renda, mais emprego, a inclusão das empresas brasileiras nas cadeias globais de produção. No momento em que tivermos um governo que não busque apenas aliança entre vizinhos, mas alianças que possam ajudar a desenvolver a nossa economia, o entendimento com a União Europeia vai avançar. Espero que isso possa ocorrer a partir de 2015", disse


Brasil 247

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Aécio Neves líder da oposição : "Não sei se Dilma tem condições de andar na rua"





Aécio : Não sei se Dilma tem condições de andar na rua




O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, disse nesta sexta-feira,18, que a presidente Dilma Rousseff (PT) não tem condições de andar na rua e ter contato direto com o eleitor. O presidenciável tucano participou de uma caminhada no município de Queimados.

"Está se iniciando uma nova etapa da campanha eleitoral, que é esse contato físico, olho no olho. O candidato tem de transmitir confiança para o eleitor. Vamos andar o Brasil inteiro, e minha companheira de viagem é a verdade. Não sei se a presidente da República tem hoje condição de andar o Brasil e olhar nos olhos daqueles que nela confiaram e se decepcionaram", afirmou Aécio.

Aécio Neves estava acompanhado do candidato a vice do governado Luiz Fernando Pezão, senador Francisco Dornelles (PP), e o ex-prefeito Cesar Maia (DEM), que disputa o Senado. A coligação de Pezão tem 18 partidos e reúne aliados de Dilma, de Aécio e do candidato do PSC a presidente, Pastor Everaldo.
(...)

Brasil 247

quinta-feira, 17 de julho de 2014

O Candidato Aécio Neves quer autonomia nacional e rejeita normas de Cuba


Aécio quer autonomia nacional e rejeita normas de Cuba



Aécio rejeita norma de Cuba

http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/politica/2014/07/17/interna_politica,122121/aecio-rejeita-norma-de-cuba.shtml

Candidato do PSDB garante manter programa Mais médicos, mas não vai financiar a ilha com repasse de recursos para aquele país. Profissionais devem receber salário integral


Daniel Camargos


Aécio Neves, senador e candidato do PSDB à Presidência: "Nós vamos manter o Mais médicos, vamos fazer com que eles se qualifiquem e estabelecer novas regras para os profissionais. Não vamos aceitar as regras do governo cubano"



O candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves, afirmou ontem que não aceitará as regras do governo cubano para pagamento de profissionais do programa Mais médicos. Atualmente, as bolsas pagas aos médicos brasileiros e estrangeiros são de R$ 10 mil. Porém, diferentemente dos outros países, a remuneração dos profissionais cubanos é paga ao governo do país e apenas R$ 3 mil chegam ao bolso dos profissionais. Cerca de 80% dos médicos do programa federal, instituído pelo governo federal no ano passado, é proveniente de Cuba.



“Nós vamos manter os Mais médicos, vamos fazer com que eles se qualifiquem e estabelecer novas regras para os profissionais. Não vamos aceitar as regras do governo cubano”, disse o senador, em sabatina realizada por grupos de comunicação, em São Paulo. Aécio disse ainda que esse acordo terá que ser refeito, mas não explicou como garantirá que o atual número de médicos seja mantido caso Cuba não aceite um novo acordo.



O senador também afirmou que o atual governo "financia" Cuba com parte da remuneração dos profissionais contratados pelo país. Para o tucano, os médicos estrangeiros devem ser qualificados no Brasil e passar pelo exame Revalida. Aécio disse ainda que a saúde não pode ser “circunscrita” ao programa Mais médicos – uma das principais vitrines da gestão da presidente Dilma Rousseff (PT), que tenta ser reeleita e é adversária do senador mineiro.



Durante a sabatina, Aécio tentou inverter o discurso sobre “medidas impopulares” que tomaria caso eleito e disse que o governo de Dilma Rousseff é que tem tomado esse tipo de decisão. “O mal, as medidas impopulares estão sendo feitas por esse governo. O Brasil vive um processo de estagflação, de crescimento pífio, com inflação ultrapassando o teto da meta sem que se acene de forma absolutamente clara sobre medidas que tomaria no futuro para reverter esse quadro perverso”, entende o candidato.



Em abril, o tucano havia afirmado, em jantar para empresários, que, se o preço a pagar para fazer reformas necessárias era a impopularidade, ele estaria preparado para tomar esse tipo de decisão. Questionado pelos jornalistas, Aécio não negou que tenha dito a frase, mas afirmou que a fala “está virando lenda” e que “o que tem dito em todos os encontros” é que vai tomar “as medidas necessárias para retomar o Brasil no rumo do crescimento”.



O tucano explicou que sua fala para os partidos dissidentes da base de apoio do governo federal para que “suguem um pouco mais” da gestão petista e, “então, nos apoiem”, foi “uma brincadeira”. “Nós temos que ter cuidado com essas ironias. Foi no dia em que eu recebi a notícia que o governo estava demitindo um ministro para entregar ao PR”, afirmou.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Equipe do candidato Aécio Neves rebate o balanço da Copa feito por Dilma




Equipe de Aécio rebate o balanço da Copa feito por Dilma



Equipe de Aécio rebate balanço

http://www.otempo.com.br/equipe-de-a%C3%A9cio-rebate-balan%C3%A7o-1.883506

“Ela (Dilma) tem feito isso sistematicamente, mas acho que não pega. É um esforço público jogado fora. Ficaria melhor para ela governar”, afirmou o vice de Aécio

Brasília. Integrantes da campanha de Aécio Neves (PSDB), principal adversário da presidente Dilma Rousseff nas eleições deste ano, criticaram a cerimônia balanço da Copa do Mundo realizada esta tarde. O vice na chapa tucana, Aloysio Nunes, e o coordenador geral da campanha, José Agripino (DEM-RN), classificaram o evento que contou com a participação de 16 ministros como “uso da máquina pública” para campanha. “Ela não tem legitimidade para falar sobre desempenho da Copa. No caso dos aeroportos, por exemplo, ela aderiu às concessões porque sabia que não daria conta de entregar o que prometeu, o que precisava ser feito” avaliou Agripino, para quem a transmissão da cerimônia dessa segunda pela NBR configura claro uso da máquina pública em favor da campanha petista.

O mesmo raciocínio é defendido por Aloysio Nunes, que complementa: “Ela (Dilma) tem feito isso sistematicamente, mas acho que não pega. É um esforço público jogado fora. Ficaria melhor para ela governar”, afirmou o vice de Aécio na disputa presidencial.

O coordenador da campanha tucana garantiu que o assunto Copa está superado e não terá mais espaço nos discursos de Aécio. “Eles (os petistas) querem provocar um debate, mas não vai colar”, disse Agripino. Para o senador, a avaliação do governo da presidente Dilma “pode ser medido pela manifestação do público nos estádios”. No domingo, Dilma voltou a ser alvo de vaias e xingamentos durante o encerramento do Mundial.

"A Copa foi boa não por causa da Dilma, mas do povo, dos jogadores, do futebol. Há um gasto generalizado nas obras”, concluiu.