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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Senador Aécio Neves defende nova CPI da Petrobrás após PT promover "fim vexatório"

Aécio Neves defende nova CPI da Petrobras após PT promover “fim vexatório”


O senador e presidente nacional do PSDBAécio Neves, disse que a oposição já começou a colher assinaturas no Congresso Nacional para instalar uma nova CPMI da Petrobras no início de 2015. O anúncio foi feito um dia após o PT finalizar o relatório da atual comissão sem o indiciamento de nenhum dos investigados na Operação Lava Jato da Polícia Federal.



“Já estamos colhendo assinaturas para instalar uma nova CPMI já a partir do início de fevereiro, porque o Congresso não pode privar-se de avançar nas investigações diante de algo de tamanha gravidade e tamanha irresponsabilidade”, disse Aécio Neves, em entrevista à imprensa em Belo Horizonte (MG) nesta quinta-feira (11).

Para Aécio Neves, a sociedade espera punição exemplar para os envolvidos no que chamou de “maior crime de corrupção da história brasileira”. “Se existe CPMI hoje é por causa da oposição. Infelizmente, a base do governo foi quem abafou as investigações. Contamos com a opinião pública para que essa nova CPMI não tenha o desfecho vexatório que essa proporcionou ao Brasil”, afirmou Aécio Neves.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Armínio Fraga declara que só trabalhará para o governo de Aécio Neves


Armínio Fraga declara que só trabalhará para o governo de Aécio Neves 





Armínio diz que só vai para o governo com Aécio


Agência Estado

Publicação: 23/09/2014 17:01 Atualização: 23/09/2014 17:22
O ex-presidente do Banco Central e principal assessor econômico do candidato Aécio Neves (PSDB) à Presidência, Armínio Fraga, reafirmou que não tem intenções de ir para o Poder Executivo, caso Marina Silva vença as eleições. "Não pretendo ir para o governo se não for com Aécio", destacou. "Não sou filiado a partido algum. Sou cardosista e aecista", ponderou.


Saiba mais... Armínio defende Marina em ataques à autonomia do BC Aécio volta a dizer que Armínio Fraga será ministro Armínio: debate econômico teria sido melhor com Campos Representante de Aécio debate direitos dos deficientes"Como potencial ministro da Fazenda falo que é preciso arrumar a casa", destacou, frisando que isso ocorreria numa administração Aécio Neves. "O governo vem adotando medidas pontuais com transtorno para a economia", disse. "A reforma tributária como a que queremos fazer é complexa, pois unifica a legislação do ICMS. Mas se tudo der certo, é possível aprovar em um ano ou pouco mais", afirmou.

Embora a economia nacional precise de um processo intenso de "arrumação", ele avaliou que isso provocou um patamar de juros muito elevados, que são tão atraentes que mantém o apetite de investidores em aplicar no Brasil, especialmente em ativos de renda fixa. "Quando um País como esse paga juros de 11% ao ano, enquanto em boa parte do mundo é 0%, é irresistível não vir para cá", ponderou. Ele fez os comentários em palestra promovida pela Eurocâmaras e Câmara de Comércio França-Brasil.

Fraga ponderou que não será uma tarefa fácil, embora seja possível, que o senador do PSDB vá para o segundo turno na disputa pelo governo federal. "Sigo esperançoso. Reconheço que é um desafio muito grande", comentou.

Armínio destacou que, no caso da presidente Dilma Rousseff ser reeleita, há baixas expectativas de que ela corrigirá a gestão da política macroeconômica. "Sempre há a esperança de que as coisas mudem. Mas há poucas evidências de que isso vai acontecer", disse.

Fraga ponderou que a proposta econômica de Aécio Neves é mais conhecida pela sociedade e que, no caso de Marina Silva, "há mais incerteza" sobre este e outros temas. "Espero que Marina aproveite para se apresentar e expor suas ideias", afirmou.

Armínio foi perguntado se é possível manter confiança no Brasil e comprar ativos financeiros do País, a partir do que pode surgir das urnas em 26 de outubro, quando ocorrerá o segundo turno. "Acho que dá para comprar. O País tem mecanismos de correção. É um cenário binário. Para mim, é preciso cautela. Mas não é o caso de (investidores) irem embora daqui."


http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2014/09/23/interna_politica,572018/arminio-diz-que-so-vai-para-o-governo-com-aecio.shtml

quinta-feira, 17 de julho de 2014

O Candidato Aécio Neves quer autonomia nacional e rejeita normas de Cuba


Aécio quer autonomia nacional e rejeita normas de Cuba



Aécio rejeita norma de Cuba

http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/politica/2014/07/17/interna_politica,122121/aecio-rejeita-norma-de-cuba.shtml

Candidato do PSDB garante manter programa Mais médicos, mas não vai financiar a ilha com repasse de recursos para aquele país. Profissionais devem receber salário integral


Daniel Camargos


Aécio Neves, senador e candidato do PSDB à Presidência: "Nós vamos manter o Mais médicos, vamos fazer com que eles se qualifiquem e estabelecer novas regras para os profissionais. Não vamos aceitar as regras do governo cubano"



O candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves, afirmou ontem que não aceitará as regras do governo cubano para pagamento de profissionais do programa Mais médicos. Atualmente, as bolsas pagas aos médicos brasileiros e estrangeiros são de R$ 10 mil. Porém, diferentemente dos outros países, a remuneração dos profissionais cubanos é paga ao governo do país e apenas R$ 3 mil chegam ao bolso dos profissionais. Cerca de 80% dos médicos do programa federal, instituído pelo governo federal no ano passado, é proveniente de Cuba.



“Nós vamos manter os Mais médicos, vamos fazer com que eles se qualifiquem e estabelecer novas regras para os profissionais. Não vamos aceitar as regras do governo cubano”, disse o senador, em sabatina realizada por grupos de comunicação, em São Paulo. Aécio disse ainda que esse acordo terá que ser refeito, mas não explicou como garantirá que o atual número de médicos seja mantido caso Cuba não aceite um novo acordo.



O senador também afirmou que o atual governo "financia" Cuba com parte da remuneração dos profissionais contratados pelo país. Para o tucano, os médicos estrangeiros devem ser qualificados no Brasil e passar pelo exame Revalida. Aécio disse ainda que a saúde não pode ser “circunscrita” ao programa Mais médicos – uma das principais vitrines da gestão da presidente Dilma Rousseff (PT), que tenta ser reeleita e é adversária do senador mineiro.



Durante a sabatina, Aécio tentou inverter o discurso sobre “medidas impopulares” que tomaria caso eleito e disse que o governo de Dilma Rousseff é que tem tomado esse tipo de decisão. “O mal, as medidas impopulares estão sendo feitas por esse governo. O Brasil vive um processo de estagflação, de crescimento pífio, com inflação ultrapassando o teto da meta sem que se acene de forma absolutamente clara sobre medidas que tomaria no futuro para reverter esse quadro perverso”, entende o candidato.



Em abril, o tucano havia afirmado, em jantar para empresários, que, se o preço a pagar para fazer reformas necessárias era a impopularidade, ele estaria preparado para tomar esse tipo de decisão. Questionado pelos jornalistas, Aécio não negou que tenha dito a frase, mas afirmou que a fala “está virando lenda” e que “o que tem dito em todos os encontros” é que vai tomar “as medidas necessárias para retomar o Brasil no rumo do crescimento”.



O tucano explicou que sua fala para os partidos dissidentes da base de apoio do governo federal para que “suguem um pouco mais” da gestão petista e, “então, nos apoiem”, foi “uma brincadeira”. “Nós temos que ter cuidado com essas ironias. Foi no dia em que eu recebi a notícia que o governo estava demitindo um ministro para entregar ao PR”, afirmou.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Candidato Aécio Neves : "Derrota não apaga o brilho do futebol brasileiro"


Aécio: " Derrota não apaga o brilho do futebol brasileiro"





O candidato à presidência da República Aécio Neves (PSDB) recorreu nesta terça-feira, 08, à redes sociais para comentar sobre a derrota da seleção brasileira para a Alemanha na Copa do Mundo. "Como torcedor e como brasileiro, compartilho a frustração que estamos todos sentindo. Uma derrota sofrida, difícil de entender, mas que não apaga o brilho do futebol brasileiro e muito menos do nosso povo", escreveu o tucano após a partida em sua página oficial do Facebook.

"Apesar do resultado, envio o meu abraço aos nossos jogadores, à comissão técnica e a todos que lutaram para colocar o Brasil no lugar mais alto do pódio. Dessa vez não deu, mas vamos em frente! Outras vitórias virão!", acrescentou. Acompanhado da filha, Aécio esteve na última sexta-feira no jogo das quartas de finais do Mundial em que a Alemanha derrotou a França no Maracanã. ...

terça-feira, 8 de julho de 2014

Para o senador Aécio Neves, apito final da Copa vai despertar eleitor


Para Aécio, apito final da Copa vai despertar eleitor





http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/politica/2014/07/08/interna_politica,121195/para-aecio-apito-final-da-copa-vai-despertar-eleitor.shtml
Após reunir equipe para definir coordenações regionais, tucano promete campanha propositiva, destaca papel de FHC e avalia que disputa só chamará a atenção do brasileiro depois do Mundial


Amanda Almeida




Brasília – Um dia depois do início oficial da campanha eleitoral, o candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves, avaliou que a disputa só fará parte da rotina do eleitor brasileiro após o fim da Copa do Mundo, no próximo fim de semana. O tucano se reuniu ontem, em São Paulo, com a sua equipe para definir coordenações regionais. Aécio aproveitou o encontro para demonstrar que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso será figura presente durante a campanha e terá o legado defendido.


Nas últimas corridas presidenciais, FHC foi escanteado pelos candidatos tucanos, pois eles temiam que o desgaste na reta final de seus oito anos à frente do Palácio do Planalto atrapalhasse as campanhas do PSDB. A presença do ex-presidente foi “resgatada” na campanha de Aloysio Nunes Ferreira (SP) ao Senado em 2010. Com forte discurso de defesa do mandato de FHC, ele conseguiu 11 milhões de votos, mais do que a ministra da Cultura, Marta Suplicy, também eleita, com 8 milhões de votos.


“Considero-me um privilegiado. Ter a companhia, o espírito público de um estadista como o presidente Fernando Henrique, que veio aqui em um gesto muito simbólico, para mim até de surpresa, prestar a sua solidariedade, dizer do seu empenho nesta caminhada é um privilégio que, esse, realmente, só eu que tenho”, disse Aécio, depois da reunião com a coordenação, acrescentando que FHC será um “conselheiro” durante a campanha e citando legados do governo tucano, como a criação do Plano Real.


Sobre a Copa, Aécio voltou a insinuar que o PT está fazendo uso político do evento, cujo fim, para ele, será a real largada para as eleições de outubro. “Após a Copa do Mundo, as pessoas vão estar mais conectadas com a eleição, que entrará na agenda de boa parte da população brasileira que ainda está alheia a ela hoje”, comentou. Para o tucano, a presidente Dilma Rousseff não será beneficiada eleitoralmente por uma eventual vitória da Seleção Brasileira. “Apenas fiz um comentário, e continuo achando que as pessoas não vão se iludir em relação a um resultado, seja positivo ou negativo.”


Torcida sem uso político


Em evento de turismo pela manhã, FHC já havia criticado o uso político da Copa do Mundo. “Não se deve misturar a emoção da Copa com a política. O povo sabe distinguir. Todos nós torcemos para o Brasil. Acho que a Copa é um evento nacional e a torcida pelo Brasil é de todos nós. Depois da Copa vamos discutir eleições. Agora, o povo está querendo é que o Brasil ganhe”, afirmou. Mais uma vez, o ex-presidente criticou a condução da política econômica durante os governos petistas. Questionado se o PT estava “cuidando bem do seu filho”, que seria o Plano Real, o ex-presidente respondeu: “Até um certo momento, mas, quando chegou à adolescência, eles (petistas) maltrataram. A partir da crise de 2007 e 2008 eles passaram a maltratar o filho”, disse. Para ele, é necessária uma mudança nos rumos da economia.


Além de FHC, Aloysio Nunes e o senador Agripino Maia (DEM-RN) participaram da reunião. Agripino é o coordenador-geral da equipe de Aécio e deve se mudar para um flat em São Paulo, onde fica o comitê central de Aécio. Segundo o tucano, o coordenador-geral definirá esta semana os nomes que coordenarão a campanha regionalmente. Haverá dois líderes nas cinco regiões do país: um político e um administrativo.


“Da nossa parte, será uma campanha propositiva. Vamos debater ideias, um novo modelo de gestão, uma nova visão de mundo, uma nova concepção em relação à questão econômica. Vamos construir uma agenda que permita ao Brasil voltar a crescer, controlar a inflação, resgatando a credibilidade para que os investimentos voltem a vir para o Brasil, e aumentando a qualidade dos nossos investimentos na área social”, prometeu Aécio.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

"Isto É" entrevista Andréa Neves: "Participei da fundação do PT"

 


quinta-feira, 3 de julho de 2014



"Isto É" entrevista Andrea Neves: "Participei da fundação do PT"








Participei da fundação do PT”

Em sua sala no comitê de campanha do irmão, em Belo Horizonte, Andréia Neves tem sobre a mesa de trabalho um porta-retrato com a foto do avô, Tancredo Neves. A fotografia, cercada por esculturas de anjos, lhe serve de amuleto. Grande conselheira do irmão, Andréia é a principal coordenadora da sua campanha:


Quando você se interessou por política?

Quando eu nasci, sem me dar conta (risos). No casamento do meu pai com a minha mãe havia no altar, como padrinhos, de um lado Juscelino pelo PSD e Jango pelo PTB. Do lado do meu pai era Artur Bernardes pelo PR e Cláudio Salgado pela UDN. A porta da nossa casa nunca ficou trancada. Quando descíamos a escada para o café havia mais de dez políticos. Era uma falta de privacidade (risos). Eu e Aécio envelopávamos três santinhos pedindo voto. Era nossa brincadeira.



Como era sua relação com Tancredo?

Meu avô era especial, tinha uma inteligência extraordinária e um grande senso de humor. Tinha ritos que sempre fazia com a gente. Toda noite cantava a mesma música: "Se essa rua, se essa rua fosse minha..." Acho que ele não sabia outra (risos). Também contava a mesma história de terror todo fim de semana. Todos detestavam, mas ele só sabia essa (risos). Eu tinha seis anos.


Na juventude você e o Aécio tinham divergências políticas. Como era isso?

Padeci mais do chamado arroubo da juventude. Quando morei no Rio tive militância política. Participei da fundação do PT. Eu era radical. Mas aí, como se diz aqui em Minas, eu sarei (risos).


Como você se envolveu no episódio do atentado Riocentro?

No dia 1º de Maio de 1981, fui a um show no Rio de Janeiro com Sérgio, meu namorado na época. Paramos o carro e escutamos o barulho. Achei que fosse pneu estourando. O Capitão Wilson passou na nossa frente segurando as vísceras com a mão. Socorremos ele e o deixamos no hospital. No dia seguinte quiseram envolver meu namorado porque tinha sido guerrilheiro. Disseram que ele e eu jogamos uma bomba dentro do carro pela janela.


O que seu avô disse quando soube?

No dia seguinte às 7h30 da manhã liguei e perguntei se ele tinha ouvido notícias sobre o atentado. Ele respondeu bravo: "Eu vi, coisa horrorosa. Eles estão perdendo os limites, ficando loucos". Contei a história aos poucos. Ele estava saindo para um comício e disse para eu ir até sua casa e esperar. Pediu que eu ligasse para a imprensa e contasse tudo.



Como você e o Aécio superaram a morte do Tancredo?

Não posso nem entrar nesse assunto que eu choro até hoje. É difícil falar. (Silêncio). Não superamos.



Isso aproximou vocês dois?

Sim. O momento foi difícil para a gente. Na morte do meu marido ele foi extremamente solidário. Nas primeiras noites, ele pegava o avião à noite, ficava comigo no hospital e voltava para Brasília de manhã. Ele dormia segurando minha mão.



ISTOÉ Gente

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