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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Aécio Neves líder da oposição recebe parlamentares da União Europeia


Aécio Neves recebe parlamentares da União Europeia

O senador Aécio Neves recebeu, nesta quarta-feira (04/11), delegação de parlamentares da União Europeia, presidida pelo português Paulo Rangel, que visita pela primeira vez o Brasil.

Durante a reunião, os parlamentares europeus mostraram-se preocupados com a crise brasileira. O presidente nacional do PSDB avaliou que a face mais grave da crise é a social, com a crescente alta do desemprego no país.

Aécio Neves ressaltou que desde presidente da Câmara, em 2001, incentivou a diplomacia parlamentar e considerou como injustificável o atraso nas negociações comerciais do Brasil com a União Européia.

O senador lamentou ainda que o governo brasileiro não faça valer a natural liderança que o Brasil exerce na América do Sul para rechaçar com veemência a escalada autoritária que ocorre na Venezuela.

Além dos parlamentares europeus, estavam presentes ao encontro o embaixador da União Europeia no Brasil, João Gomes Cravinho, e os senadores Antonio Anastasia e Tasso Jereissati, e os deputados Eduardo Barbosa e Bruna Furlan.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Aécio Neves: Dilma é a "não presidente". Até quando?


Aécio Neves : Dilma é a "não presidente". Até quando?




A "não presidente"


Por Aécio Neves - Folha de São Paulo


O arremedo de reforma ministerial que acaba de ser anunciado expõe ao limite máximo a constrangedora fragilidade da presidente da República e tem como principal efeito o adensamento da desqualificação da sua gestão à frente do país.

No momento em que o Brasil precisava de um gesto de desprendimento e coragem para fazer mais do que uma reforma, uma revolução gerencial, com intervenções profundas na estrutura governamental e a introdução de mecanismos inovadores em busca de eficiência e resultados, além de uma imperativa limpeza ética, o que se viu foi uma reforma marcada pela covardia e pela farta distribuição de nacos de poder, como se fossem mercadorias entregues àqueles que, de alguma forma, ameaçavam a permanência da presidente no cargo.

Ou alguém em sã consciência pode acreditar que a escolha dos novos ministros - para ficar apenas nas duas pastas mais relevantes - teve como objetivo melhorar a qualidade da saúde pública oferecida aos brasileiros ou colocar de pé a falaciosa "pátria educadora"?

A lógica da reforma não foi servir ao Brasil, mas, uma vez mais, atender às conveniências e aos interesses nada republicanos do governo e do PT. A verdade é que a presidente capitulou e jogou pela janela o pouco de autoridade que lhe restava.

Com o país mergulhado em crises cada vez mais graves, meses de discussões foram consumidos nos gabinetes de Brasília com o único propósito de evitar o encontro de contas com a Justiça, de uma presidente eleita através de manobras sob drástica suspeição e pressionada por sucessivas denúncias de que o dinheiro da corrupção alimentou o caixa de sua campanha eleitoral.

Está chegando a hora de esclarecer com rigor tudo o que aconteceu. Os órgãos de controle do país saberão cumprir com independência, e sob o olhar atento da sociedade brasileira, o papel que deles se espera. Porque ninguém pode estar acima da lei, em especial quem deveria dar o exemplo - a presidente da República.

Se antes tínhamos uma presidente frágil, acossada pela crise econômica que seu próprio governo criou; pelos seus efeitos sociais que atingem de forma avassaladora principalmente os mais pobres, com o desemprego alarmante, juros escorchantes e inflação crescente; e por uma crise moral sem precedentes, com denúncias que chegam cada vez mais próximas do seu governo e do seu antecessor, resta agora uma "não presidente", que, para continuar no Palácio da Alvorada e frequentando o escritório do Planalto, parece ter abdicado das suas responsabilidades constitucionais.

A sensação que nos resta está expressa na frase proferida pelo ex-presidente Fernando Henrique: "A presidente já não governa mais. Ela é governada".

Até quando?

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Senador Aécio Neves diz "Não" para aumento de impostos. "Por decreto é ilegal!"


Aécio diz "Não" para aumento de impostos. "Por decreto é ilegal!"







Aécio diz que é inconstitucional aumentar impostos por decreto

Brasília, 08 - O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), afirmou nesta terça-feira, que considera "inconstitucional" um eventual aumento de impostos pelo governo por meio de decretos presidenciais. Segundo o tucano, a oposição é absolutamente contrária a qualquer tentativa de aumento de impostos e vai reagir no Congresso contra "qualquer artifício" para se aprovar uma elevação da carga tributária.

"Nós obstruiremos qualquer tentativa que o governo queira fazer nessa direção e inclusive se quiser aumentar impostos por decreto, nós iremos reagir no Congresso Nacional buscando esse decreto", criticou. Para Aécio, a intenção do governo é mais uma "demonstração de desespero" que, mesmo diante da gravidade, não sabe apontar o caminho para superar a crise que não a "forma rudimentar" de supressão de direitos e aumento de impostos. Ele disse que não topa um aumento de impostos nem se for por prazo determinado. "Nem se for temporário, nós já passamos da idade de acreditar em conto da carochinha", disse ele, ao destacar que impostos temporários posteriormente se tornaram permanentes.


Repatriação


O tucano afirmou ver com "muita preocupação" a proposta do governo de aprovar uma repatriação de recursos de brasileiros ou empresas nacionais que mantém recursos no exterior sem declará-los ao Fisco. Segundo ele, até o momento não foram apresentadas as salvaguardas para impedir que recursos de corrupção e narcotráfico possam retornar ao País de forma legal.


Diante da resistência do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de votar um texto oriundo do Senado, o governo deve editar uma medida provisória com a proposta de repatriação. Aécio disse que não considera que os recursos da repatriação são suficientes para financiar o fundo de compensação previsto para acabar com a guerra fiscal entre os Estados
Estado de Minas

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

A verdade sobre o "ouvir falar" dito por Yousseff


A verdade sobre o "ouvir falar" dito por Youssef



Como já foi afirmado pelo advogado de Alberto Youssef e, conforme concluiu a Procuradoria Geral da República (PGR) e o Supremo Tribunal Federal (STF), as referências feitas ao senador Aécio Neves são improcedentes e carecem de quaisquer elementos que possam minimamente confirmá-las.

Não se tratam de informações prestadas, mas sim de ilações inverídicas feitas por terceiros já falecidos, a respeito do então líder do PSDB na Câmara dos Deputados, podendo, inclusive, estar atendendo a algum tipo de interesse político de quem o fez à época.

Em seu depoimento à Polícia Federal, conforme a petição da PGR, Youssef afirma que: “Nunca teve contato com Aécio Neves” (página 18) e que “questionado se fez alguma operação para o PSDB, o declarante disse que não” (página 20).

Na declaração feita hoje, diante da pressão de deputados do PT, Yousseff repetiu a afirmativa feita meses atrás: de que nunca teve qualquer contato com o senador Aécio Neves e de que não teve conhecimento pessoal de qualquer ato, tendo apenas ouvido dizer um comentário feito por um terceiro já falecido.

Dessa forma, a tentativa feita pelo deputado do PT Jorge Solla, durante audiência da CPI que investiga desvios na Petrobras, buscou apenas criar um factoide para desviar a atenção de fatos investigados pela Polícia Federal e pela Justiça e que atingem cada vez mais o governo e o PT.-

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Aécio Neves presidente nacional do PSDB : "Governo Dilma amplia recessão e pune trabalhadores com fim das desonerações"


Aécio : "Governo Dilma amplia recessão e pune trabalhadores com fim das desonerações"








Governo Dilma amplia recessão e pune trabalhadores com fim das desonerações, critica Aécio Neves

A medida aprovada ontem pela base do governo no Senado aumenta a carga tributária para as empresas e terá, por consequência, o agravamento da recessão e o aumento do desemprego.

Em discurso na tribuna do Senado, na noite dessa quarta-feira (19/08), o senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, criticou duramente o governo da presidente Dilma Rousseff por acabar com a política de desonerações sobre a folha de pagamento de 56 setores da economia. A medida aprovada ontem pela base do governo no Senado aumenta a carga tributária para as empresas e terá, por consequência, o agravamento da recessão e o aumento do desemprego.

"É sim papel da oposição dizer não a essa reoneração, porque ela é altamente recessiva, pune os trabalhadores. É mais uma medida na mão inversa, na mão contrária, de muitos discursos da base do governo que falam em retomada do crescimento da economia", afirmou Aécio Neves ao anunciar a posição contrária do PSDB.

Em seu discurso, Aécio Neves lembrou que o governo Dilma usou as desonerações em 2014 para vencer as eleições, prometendo que a redução de impostos seria permanente. Com isso estimulou empresários a investir em seus negócios e a ampliar a contratação de trabalhadores.

"Cai a máscara de um governo que subordinou os interesses da sociedade brasileira aos seus interesses eleitorais. Em julho do ano passado, o governo, a três meses das eleições, apresentava ao empresariado brasileiro, em reuniões com enorme cobertura da mídia e com um discurso que atingia a classe trabalhadora, para dizer que o Brasil ia muito bem e estava em condições de abrir mão de parcela da arrecadação para estimular o desenvolvimento dessas empresas e, em especial, a geração de empregos", afirmou Aécio Neves.

Trabalhadores desempregados

Aécio Neves também citou em seu discurso os recentes números da crise. Hoje, segundo a Pnad Contínua, 8 milhões de trabalhadores brasileiros estão desempregados. Na indústria, o desemprego cresceu 5,2% nos primeiros seis meses do ano, a maior alta em 14 anos.

Já o PIB, de acordo com dados do Banco Central, registrou queda de 2,5% no primeiro semestre.

"Quem vai pagar ao final a conta dessa reoneração são os empregos, os trabalhadores, porque não haverá empresa brasileira que não deixará de transferir o ônus que recebe agora do governo para os trabalhadores", lamentou.

Aécio Neves destacou que o governo perdeu a credibilidade e a confiança dos brasileiros.

"Estamos vivendo os mais altos indicadores do desemprego da nossa história contemporânea. A crise é extremamente grave e se aprofunda porque o governo perdeu o essencial, perdeu credibilidade e confiança. A crise se agrava a cada dia, os empregos estão indo embora, a atividade econômica diminui, e o governo não consegue reagir a não ser pelo mais arcaico dos caminhos, que é a distribuição, sem qualquer pudor, de cargos e funções públicas", criticou o senador Aécio Neves.
Autor: Assessoria PSDB Nacional
Fonte: O Nortao

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Aécio Neves fala do povo nas ruas "Quem vai dar jeito no Brasil são os brasileiros"


Aécio fala do povo nas ruas "Quem vai dar jeito no Brasil são os brasileiros"





A legitimidade das ruas


por Aécio Neves / Folha de São Paulo


As ruas voltaram a vibrar com energia e indignação neste domingo.

Tratadas com ironia e quase desprezo no último programa partidário do PT, as manifestações da sociedade são expressão legítima da cidadania e traduzem o mal-estar generalizado que tomou conta do país, como reação ao fracasso e aos desmandos do atual ciclo de poder.

Ainda sobrevive no campo do governismo uma drástica dificuldade em entender que protestos como o de ontem fazem parte da vida democrática e revelam uma dinâmica social ativa e madura. É impressionante como os brasileiros permanecem mobilizados, nas ruas ou fora delas. Em apenas oito meses, milhões de pessoas, de forma pacífica, ocuparam várias vezes as ruas do país. Uns chamando os outros. Uns se reconhecendo nos outros.

Ouso dizer que estamos testemunhando o florescimento de uma nova consciência nacional e uma autêntica mudança de patamar, que, aos poucos, mas de forma muito determinada, avança e está presente em todos os estratos sociais. As pesquisas de opinião recentes confirmam este agudo senso crítico, que tem como consequência a flagrante e espantosa deterioração da base de apoio popular do petismo, que paga o alto preço do descrédito pela sua arrogância e pelas suas próprias contradições.

Hoje o PT paga esse alto preço não apenas pelos graves erros cometidos, mas porque insiste em fingir que não os cometeu!

Estão equivocados os que, com intolerância, teimam em manchar com um julgamento preconceituoso os que caminharam pedindo respeito e decência. As vozes nas avenidas e das sacadas precisam ser ouvidas atentamente e absorvidas, pois ampliam a nossa compreensão da realidade. Todos eles, cidadãos que são, têm o legítimo direito de fazer ecoar seus sonhos, reivindicações e cobranças.

Os brasileiros protestam porque estão simplesmente esgotados de assistir a tanta roubalheira. Protestam para não se renderem à impotência diante da escalada dos escândalos. Protestam para honrar a própria esperança, para honrar o futuro que querem viver ou plantar para seus filhos e netos. Protestam porque estão cansados de ser enganados por um marketing de ocasião, oportunista, que não cumpre o que promete, prega o que não pratica e institucionalizou a mentira como discurso oficial de governo.

Neste domingo, senti nos apertos de mão, nos abraços, nos acenos e nos gestos de otimismo, que o Brasil vai encontrar o seu caminho. Não pelas ações de um governo que tornou-se incapaz de ouvir e dialogar. Mas pela força das pessoas, das famílias, do ativismo dos jovens, das crianças que vieram para as ruas apenas para dizer que o Brasil é muito maior! Que o Brasil tem jeito. E quem vai dar jeito no Brasil são os brasileiros.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Aécio: "Não cabe à oposição buscar a saída!"


Aécio : "Não cabe à oposição buscar a saída!"





Aécio Neves: 'Não cabe à oposição buscar saída'
No Maranhão, a presidenta afirma que, durante uma crise, é natural que as pessoas fiquem inseguras e apreensivas

O DIA

Brasília - O senador e presidente do PSDB, Aécio Neves (MG), afirmou que cabe ao governo, e não à oposição, buscar soluções para as crises política e econômica enfrentadas pelo país.


Para o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), a presidente Dilma Rousseff não pode “responsabilizar os outros” por problemas que ela própria criou. Aécio e Alckmin estiveram ontem em Recife para participar de homenagem pelos 50 anos que o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) completaria se estivesse vivo.


“Não cabe ao PSDB escolher qual o melhor desfecho para essa crise, até porque as alternativas que estão colocadas não dependem do PSDB. Seja a continuidade da presidente, seja a discussão na Câmara dos Deputados sobre o impeachment, seja a questão do TSE”, disse Aécio.


(...)

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Aécio Neves líder da oposição fala da ascensão e queda do atual governo


Aécio fala da ascensão e queda do atual governo






Ascensão e Queda

Aécio Neves / Folha de São Paulo


Em 2008, quando o Brasil recebeu da agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P) o grau de investimento, o então presidente Lula e todo o seu governo comemoraram.

Era o reconhecimento de que somos "um país sério, que tem políticas sérias, que cuida de suas finanças com seriedade", disse Lula. Semana passada, a mesma instituição alterou a perspectiva da nota de crédito do Brasil para negativa.


Em bom português, corremos o risco de perder o selo de bom pagador conferido pelo grau de investimento. Isso não é pouco. Goste-se ou não dessas agências, elas influenciam o mundo dos negócios e o mundo da economia.


O rebaixamento do Brasil tende a provocar um movimento perturbador em cadeia. Empresas (e até estados e municípios) também são impactados. Outras agências de classificação podem seguir o procedimento e, se duas cortam a nota, vários fundos estrangeiros tendem a retirar os recursos do país.


Resultado: alta do dólar, juros mais altos, empresas retraídas, aumento do desemprego. É um cenário de muitas perdas.


O selo de bom pagador não foi uma benesse gratuita. O Brasil fez com rigor o seu dever de casa, desde a implantação do real. Contas públicas sob controle, transparência, Lei de Responsabilidade Fiscal, foram muitos os degraus que subimos, gradualmente, até vir a merecer a confiança de investidores e o respeito da comunidade internacional. O governo petista vem se encarregando de destruir esse legado.



A má gestão da política econômica e a corrupção voraz como pilar de um projeto de poder foram letais para a saúde do país. O resultado é essa conta salgada nas costas da sociedade: recessão, inflação beirando os dois dígitos, inadimplência elevada, conquistas sociais em risco.


São muitos os sonhos que se perdem quando um governo erra tanto. A compra do apartamento, a escola melhor para o filho, o novo plano de saúde, a troca do carro, tudo se esvai.


E o que faz o governo? Nada à altura do problema que ele mesmo criou. Aliás, o governo sequer assume que errou. Não vem a público falar da gravidade da situação e do que pretende fazer. Ao contrário, continua a vender quimeras.


A presidente anuncia que a crise será breve no mesmo dia em que o governo apresenta um rombo inédito em suas contas públicas. No mesmo dia em que se anunciam mais cortes em áreas essenciais como educação e saúde.

Salta aos olhos o desajuste entre o discurso oficial e a realidade. Assim, realmente, não há como reconquistar a confiança de ninguém. Nem de agências internacionais, nem, principalmente, dos brasileiros. Em sete anos, o que o Brasil mais perdeu foi credibilidade, em grande parte porque ainda hoje o governo nos tem privado da verdade.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Aécio Neves líder da oposição cobra de Dilma a sua posição sobre o fator previdenciário


Aécio cobra de Dilma a sua posição sobre o fator previdenciário





Aécio cobra definição de Dilma sobre fator previdenciário


“A presidente Dilma tem o compromisso com a manutenção do texto que ora chega da Câmara dos Deputados e que poderá ser aprovado pelo Senado Federal, em consonância com aquilo que disse na campanha eleitoral?”, questiona Aécio.


O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves cobrou esta tarde (27/05) do líder do governo no Senado qual será a decisão da presidente Dilma Rousseff sobre as mudanças aprovadas na Câmara dos Deputados nas regras de previdência social dos trabalhadores brasileiros.

Em pronunciamento no Senado, Aécio Neves disse que o governo federal precisa assumir com clareza quais medidas serão adotadas e, o principal, se haverá veto da presidente Dilma à mudança do fator previdenciário para os aposentados, como foi aprovado na Câmara dos Deputados.

A Medida Provisória 664 muda as regras do INSS para cálculo das aposentadorias ( o chamado fator previdenciário), atendendo reivindicação das centrais sindicais, mas também reduz conquistas dos trabalhadores ao alterar a lei das pensões por morte.

Com a mudança do fator previdenciário, as mulheres poderão se aposentar com valor integral do INSS quando a idade e o tempo de contribuição somarem 85 anos. Os homens terão o mesmo direito quando a soma for de 95 anos. Hoje, a idade mínima para mulheres é de 60 anos e para os homens 65.

Aécio Neves alertou para o risco de a presidente Dilma sancionar a perda dos direitos dos trabalhadores no caso das pensões, como defende o governo, mas vetar o novo cálculo das aposentadorias.

Segue íntegra e áudio do pronunciamento do senador Aécio Neves.

“Poucos temas foram tão debatidos e discutidos durante a campanha eleitoral e tive a oportunidade de assumir, com muita responsabilidade, o compromisso de debater com os trabalhadores brasileiros a flexibilização do atual modelo na busca de encontrarmos uma fórmula que penalizasse menos, ou que deixasse de penalizar os aposentados brasileiros.

Esse foi o meu compromisso e é dessa forma que queremos votar aqui nessa sessão de hoje. É preciso, portanto, que saibamos, isso é fundamental para o alinhamento das nossas posições. O governo federal, a presidente Dilma tem o compromisso com a manutenção do texto que ora chega da Câmara dos Deputados e que poderá ser aprovado pelo Senado Federal em consonância com aquilo que disse na campanha eleitoral?


Ou mais uma vez o discurso da campanha eleitoral terá uma desconexão forte com a ação da presidente da República.


Se for um grande engodo, se a base quiser apenas aprovar a proposta como um todo para que as maldades sejam mantidas e a questão do fator previdenciário seja vetada pela presidente da República, obviamente nosso caminho é votar contra o conjunto da Medida Provisória, destacando apenas a questão do fator previdenciário.


É preciso que saibamos qual o compromisso do governo federal e da presidente da República porque o histórico da presidente da República é não cumprir com os compromissos assumidos na campanha eleitoral”.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Aécio Neves presidente do PSDB: "Impeachment de Dilma não é prioridade para o PSDB"


Aécio : " Impeachment de Dilma não é prioridade para o PSDB"




Impeachment de Dilma não é prioridade para o PSDB, diz Aécio Neves

"Não vamos tomar nenhuma medida açodada, nem vamos deixar nenhuma das denúncias que se sucedem contra o governo sem apuração", diz Aécio

Brasília - Após receber nesta quarta-feira, 20, do ex-ministro da Justiça, Miguel Reale Junior, um parecer recomendando que a legenda desista de pedir no Congresso Nacional a abertura de processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), afirmou que o tema não é "prioridade" na agenda tucana nesta quarta-feira, 20.

"O impeachment não é prioridade na nossa agenda hoje. Até porque outras etapas precisam precedê-lo. Mas também não é algo impossível de acontecer no futuro", disse Aécio. Apesar disso, o tucano afirmou que o parecer de Reale Júnior traz informações "contundentes" contra a presidente e que ele vai se reunir nesta quinta-feira, 21, com os presidentes dos partidos de oposição para ver quais são os próximos passos que devem ser tomados. "Nós não vamos tomar nenhuma medida açodada, tampouco vamos deixar nenhuma das graves denúncias que se sucedem contra o governo sem apuração", afirmou.

A estratégia apresentada pelo jurista, que foi ministro da Justiça do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, é entrar com um pedido de ação penal contra a presidente no Ministério Público Federal pelas pedaladas fiscais, manobra que consiste em atrasar repasses do Tesouro Nacional aos bancos federais para o pagamento de benefícios sociais.

O recuo do PSDB a bancada do partido na Câmara, que pressionava a legenda por um pedido direto no Congresso. Essa tese perdeu força depois que o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), sinalizou que arquivaria o pedido

http://new.d24am.com/noticias/politica/impeachment-dilma-prioridade-para-psdb-aecio-neves/134287

terça-feira, 19 de maio de 2015

Aécio Neves líder da oposição : "O Brasil precisa saber quem roubou e quem mandou roubar"


Aécio : " O Brasil precisa saber quem roubou e quem mandou roubar"







'Brasil precisa saber quem roubou e quem mandou roubar', diz Aécio

Folha Pres
Geraldo Magela/ Agência Senado

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) vai usar o programa nacional de seu partido para cobrar publicamente a investigação das responsabilidades da presidente Dilma Rousseff no escândalo de corrupção da Petrobras.

"O Brasil precisa saber definitivamente quem roubou, quem mandou roubar e quem, sabendo de tudo, se calou ou nada fez para impedir", dirá o tucano na TV.

O filme, uma das maiores ofensivas públicas já produzidas pelo partido contra o PT, irá ao ar em cadeia nacional de rádio e televisão nesta terça-feira (19) e começará exibindo um panelaço, que se tornou símbolo da insatisfação com o atual governo.

O mais duro ataque ao petismo virá da boca do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Usando de forma irônica um bordão de seu sucessor, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), FHC dirá que "nunca antes na história desse país se roubou tanto em nome de uma causa".

FHC ainda atribui a Lula a origem da crise que hoje assola o governo. "A raiz da crise foi plantada bem antes da eleição da atual presidente. Os enganos e desvios começaram já no governo Lula", diz. "O que já se sabe sobre o petrolão é grave o suficiente para que a sociedade condene todos os que promoveram tamanho escândalo, tamanha vergonha", encerra.

Aécio também aborda os problemas na estatal e diz, de maneira velada, que há um risco para o país com a manutenção do PT no poder. "Se a corrupção ganhar, ela vai voltar cada vez pior, cada vez mais forte. É hora de fazer o que é certo", diz.

O filme é todo permeado por frases que defendem a atuação da oposição. "Contra um governo que é a favor de um partido, uma oposição que é a favor de um país", diz um dos slogans. O programa também repete a tese de que a presidente Dilma mentiu pela reeleição.

MENTIRA

Frases ditas por Dilma durante a campanha do ano passado serão exibidas, relembrando garantias como a de que ela não tiraria direitos dos trabalhadores e que a inflação seria controlada.

O filme também critica o ajuste fiscal. Diz que o governo está repassando a conta de seus erros para a população, economizando no "cafezinho" enquanto o povo corta comida em casa.

Numa vacina ao discurso de aliados do governo de que está engrossando um coro "golpista", Aécio diz, ao encerrar o filme, que respeita a decisão das urnas, mas que o país também elegeu uma oposição. "Para nós, palavra empenhada numa eleição é para ser honrada", finaliza.


Jornal Hoje em Dia

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Aécio Neves líder da oposição alerta para a conta amarga que os brasileiros estão pagando


Aécio alerta para a conta amarga que os brasileiros estão pagando



A conta do populismo e da irresponsabilidade da gestão petista começa a chegar ao bolso dos brasileiros. E ela será bem alta, especialmente para os que menos têm.

Na contramão da economia global, que crescerá 3,5% este ano, o Brasil está no pequeno grupo de 16 entre 189 países que caminham para a recessão, segundo o FMI.

O PIB encolheu, o salário real teve a sua maior queda desde 2004, segundo o IBGE, e o desemprego encosta nos 8%, pelos dados da PNAD. A inflação acelerou, superando 8% em doze meses e em apenas quatro meses deste ano já superou 4,5%, a meta oficial para o ano.

Diante de tamanha deterioração, o governo promove uma das mais chocantes mutações já registradas em nossa história contemporânea, adotando uma política de arrocho que contraria tudo o que sempre pregou e havia prometido em campanha. A receita é rudimentar e injusta: aumento de tributos, elevação das tarifas públicas e corte de benefícios trabalhistas como o seguro-desemprego e o abono salarial.

Ao se recusar a fazer as reformas que o país demanda, ao inventar uma nova matriz econômica que desorganizou as contas públicas e ao impor uma política de crescimento baseada quase que estritamente no consumo, o governo colocou em risco inúmeras conquistas brasileiras. E, agora, chama a sociedade para pagar a conta de suas escolhas erradas.

Encorajado a consumir e se endividar, o cidadão caiu em uma cilada. Nada menos que 55,6 milhões de brasileiros estão sem condições de arcar com suas dívidas e os juros continuam subindo. Em conjunto, esta dívida chega a R$ 235 bilhões. O brasileiro está mais pobre, mais pessimista e se sentindo mais desprotegido.

A tendência é que este quadro se agrave, com a alta do desemprego. As famílias fazem o que podem –cortam despesas, criam alternativas como as compras em grupo no atacado e começam a sacar sua poupança.

Na contramão da população, o governo é incapaz de fazer qualquer gesto de alguma responsabilidade, como, por exemplo, reduzir a paquidérmica estrutura de estado - ministérios em profusão e milhares de cargos que servem exclusivamente à garantia de apoio da sua base congressual, como assistimos agora nas votações do chamado ajuste fiscal.

O que ainda esperar do petismo? O pacote de maldades parece que está só no começo. Os investimentos sociais já desabaram e mesmo na área onde brilha o slogan "Pátria Educadora" o dinheiro secou, como é o caso do Fies.

E a emoldurar tudo isso temos uma presidente que não consegue se manifestar sequer em cadeias de rádio e TV e que demonstra receio em participar de eventos públicos, como agora, quando cancelou a agenda no Rio para comemorar os 70 anos da vitória dos aliados.

E são apenas cinco meses de governo.


Aécio Neves Folha de São Paulo

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Aécio cobra criação de CPI do Postalis, fundo de pensão dos Correios


Aécio cobra criação de CPI do Postalis, fundo de pensão dos Correios





O jornal O Estado de S. Paulo traz, hoje, novas comprovações de irregularidades na gestão do Postalis, o fundo de pensão dos funcionários dos Correios.



Além de todas as denúncias de uso político da empresa durante as eleições de 2014, agora, a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) concluiu, após seis meses de investigação, que dirigentes e conselheiros do Postalis são responsáveis por parte do rombo de mais de R$ 5,6 bilhões no plano de benefício definido dos participantes do fundo.


Segundo o órgão, os gestores "não agiram com zelo e ética". Entre os investimentos questionados estão investimentos atrelados à divida da Venezuela.

Mas os problemas não estão apenas no Postalis.


Por isso, apresentamos requerimento para criação da CPI dos Fundos de Pensão e conseguimos as 27 assinaturas necessárias.


O presidente do Senado se comprometeu a fazer, hoje, no plenário, a leitura do requerimento para a instalação da comissão. Estou confiante que todos os senadores manterão suas assinaturas.

Essa é uma CPI que vai trazer dor de cabeça para o governo.


Aécio Neves

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Aécio Neves presidente do PSDB : "Dilma obriga o povo brasileiro a pagar a conta de seu desgoverno"


Aécio: "Dilma obriga o povo brasileiro a pagar a conta de seu desgoverno"


O Dia do Trabalho

Quando se critica a má gestão do governo do PT e, em especial, os erros sucessivos da política econômica dos últimos anos, muitos acham que a oposição é pessimista e gosta de mostrar só o que não funciona. Mas é justamente o contrário.

Temos tudo para ser um grande país se o governo não atrapalhar tanto, com os seus sucessivos erros, o crescimento econômico e o avanço social dos brasileiros.

Ao contrário de vários países emergentes, no Brasil há uma Justiça e órgãos de controle independentes, que estão lutando contra o aparelhamento político das estatais, patrocinado pelo governo do PT; temos uma indústria diversificada e um setor agropecuário que é um dos mais competitivos do mundo e um amplo sistema de proteção social estabelecido pela Constituição em 1988.

O natural seria estarmos crescendo entre 4% e 5% ao ano, em vez de termos uma estagnação (crescimento econômico igual a "zero") no triênio 2014, 2015 e 2016, segundo projeções do mercado. Isso é ainda agravado pelo fato de, nesses mesmos três anos, a inflação média esperada ser de 6,7% ao ano, uma anomalia para um país que não cresce.


O baixo crescimento tem efeitos perversos para a vida dos trabalhadores. Na última semana, o IBGE mostrou que a taxa de desemprego cresceu pela terceira vez consecutiva neste ano e a renda real dos trabalhadores já teve queda de 3% neste período.


Além disso, como a correção real do salário mínimo está ligada ao crescimento do PIB, a estagnação da economia aponta para um crescimento "zero" no valor real do salário mínimo nos próximos dois anos e um aumento médio, no segundo governo Dilma, inferior a 1% ao ano!


O governo, depois de negar sistematicamente nas eleições a necessidade de qualquer ajuste fiscal, propõe agora um ajuste rudimentar cuja parte mais visível foi um corte real de 50% no investimentos dos ministérios da Saúde e da Educação, no primeiro trimestre do ano, redução dos direitos do trabalhadores e propostas de aumentos de vários impostos e da conta de luz, que somam R$ 52 bilhões de uma meta de R$ 58 bilhões de superavit primário do governo federal.

A presidente Dilma está chamando os trabalhadores para pagar do seu bolso 89% do custo do ajuste fiscal, sem ter fechado um único ministério ou cortado um único cargo de confiança. Não houve o que comemorar no Dia do Trabalho. O governo estragou a festa.


O presidente dos Correios escreveu artigo em resposta ao texto por mim publicado nesse espaço. Tendo em vista os erros e deliberadas imprecisões e omissões contidas no texto dele, convido a quem se interessar pelo tema a acessar psdb.org.br/acao-irregular-correios para mais informações.


Aécio Neves - Folha de São Paulo

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Senador Aécio e outros líderes da oposição se reúnem para analisar cenário anti-Dilma


Aécio e outros líderes da oposição se reúnem para analisar cenário anti-Dilma





Presidentes de partidos de oposição se reúnem com grupos anti-Dilma

Agência Estado
Brasília, 15 - Presidentes dos principais partidos de oposição ao governo estão reunidos na tarde desta quarta-feira, 15, no Senado com os líderes dos movimentos anti-Dilma.

O presidente nacional do DEM, José Agripino, defendeu que o impeachment seja colocado como uma pauta unificada da oposição. "Os fatos se impõem. Chegou a hora de colocar o impeachment e a investigação de Dilma para valer na pauta. A oposição está unida", afirmou.

O líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (SP), disse que o partido receberá até quarta-feira que vem pareceres jurídicos que poderão embasar a tese de impeachment.

Estão presente no encontro os presidentes do PSDB, Aécio Neves, do Solidariedade, Paulinho da Força, do PPS, Roberto Freire, do PV, Luiz Penna, e o ex-deputado Beto Albuquerque, representando o PSB.

"Nós estamos aqui para dizer 'sim' para a agenda das ruas", afirmou Albuquerque.

Antes do encontro com os manifestantes, os presidentes das siglas se reuniram no gabinete do senador Aécio Neves para afinar o discurso.

Mais cedo, os 25 grupos anti-Dilma que compõem a chamada Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos leram uma carta com reivindicações - o impeachment não foi mencionado no documento, que deve ser encaminhado para o Congresso Nacional.

fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2015/04/15/interna_politica,637964/presidentes-de-partidos-de-oposicao-se-reunem-com-grupos-anti-dilma.shtml

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Senador Aécio Neves : "Impeachment não é ilegal!"


Aécio: "Impeachment não é ilegal!"



"Impeachment não é ilegal", diz Aécio
Para senador, pode haver motivos para a abertura de processo de investigação contra a presidente Dilma. "É constitucional", afirma

Marcelo da Fonseca
Aécio se ofereceu para receber os líderes de manifestações hoje, no Congresso, quando farão ato público
O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, afirmou que considera “motivo extremamente forte” para pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT) a denúncia feita pelo ex-diretor da empresa holandesa SBM, Jonathan David Taylor, de que a Controladoria-Geral da União (CGU) adiou propositalmente a abertura de processo contra a SBM para após a eleição de outubro. Segundo Taylor, em agosto do ano passado, durante a campanha eleitoral, a empresa repassou ao órgão de controle interno do governo federal provas do esquema de corrupção, mas o processo só foi aberto em novembro. Nessa terça-feira (14), Aécio e parlamentares do PSDB e do DEM receberam, no Senado, organizadores dos protestos que ocorreram no fim de semana.

Numa mudança de tom, Aécio disse que a defesa do impeachment “não é golpe” e que pode haver motivos para a abertura de um processo de investigação contra a petista. “Impeachment não é uma palavra proibida. Impeachment não é golpe, é constitucional”, afirmou o senador.

O tucano afirmou que o suposto adiamento do processo de investigação sobre atos de corrupção demonstram que o governo petista usou de forma ilegal o aparato público para se beneficiar eleitoralmente. Aécio citou os Correios como outro exemplo de órgão público que foi usado durante a disputa eleitoral de 2014 “para beneficiar uma candidatura”. “É o Estado utilizado, como foram as empresas públicas, de forma criminosa a serviço de um projeto de poder. Os fatos falam com muito mais poder do que qualquer líder da oposição. E esses fatos podem levar tudo isso a um novo desfecho”, apostou o senador.

Segundo Jonathan Taylor, em 27 de agosto ele repassou ao órgão o relatório de uma auditoria interna da SBM, mensagens eletrônicas e depósitos em paraísos fiscais. A empresa é investigada na Operação Lava-Jato por irregularidades cometidas em negócios com a Petrobras. A CGU, no entanto, teria aberto processo contra SBM em 12 de novembro, duas semanas depois do segundo turno. Nessa terça-feira, os ministros da CGU, Valdir Simão, e da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmaram que o órgão tomou todas as providências cabíveis para investigar as denúncias ligadas à Petrobras com a empresa holandesa. Segundo Simão, a sindicância para apurar o pagamento de propina por representantes da SBM a empregados da estatal foi aberta em abril do ano passado.

Nessa terça-feira, Aécio se reuniu com representantes de movimentos que protestaram contra a presidente Dilma. O grupo “Vem para Rua” entregou ao tucano convite para um ato público que será realizado hoje, na Praça dos Três Poderes, em Brasília, em que será lida uma carta ao povo brasileiro. No documento, os movimentos contrários ao governo listam reivindicações que serão levadas ao Congresso. Aécio não deve participar do ato público, mas se ofereceu para recebê-los no Parlamento. “Eles merecem a nossa homenagem pelo esforço que fizeram e a mobilização que conseguiram manter”, disse o senador.



Estado de Minas

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Senador Aécio Neves denuncia os 100 dias de caos do governo Dilma


Aécio denuncia os 100 dias de caos do governo Dilma




Os 100 dias / Coluna Folha de São Paulo
Diz o provérbio popular que não há nada tão ruim que não possa piorar. Esse parece ser o lema dos cem primeiros dias do segundo governo Dilma, tal a capacidade que este tem de gerar a cada dia indicadores e projeções que agravam o cenário de crise econômica e paralisia política que assombra o país. Se não bastasse a corrupção em níveis estratosféricos, por si só uma mancha que envergonha o país, a nação se vê tomada por um sentimento de logro e decepção.

É a constatação de que o país foi levado às cordas, de forma irresponsável por motivações políticas menores: a manutenção de um projeto de poder a qualquer preço. A ruína é ética, econômica, política. O PT conseguiu, em poucos anos, o que parecia impossível: quase destruiu a nossa maior empresa, protagonizou os maiores escândalos de malversação dos recursos públicos da história do país, desorganizou todo o sistema elétrico, promoveu a desindustrialização e postergou um programa mínimo de investimentos na infraestrutura.

Empresas e famílias estão sofrendo com a alta dos custos financeiros. Em março, houve o maior saque líquido de recursos da caderneta de poupança em um único mês em toda a série histórica do BC, desde 1995. Foi o mês que registrou também a pior inflação dos últimos 12 anos, e o desemprego avançou em todas as regiões.

Não estamos diante apenas de um governo inapto à boa gestão. O que estamos assistindo é o fim melancólico de um ciclo de poder, com um legado que promete ser terrível. Nada mais simbólico deste ambiente do que uma presidente da República que terceiriza as suas principais responsabilidades.

A economia está nas mãos de um fiador e a política entregue a um partido que não é o seu. Ao abrir mão de gerir as duas áreas sobre as quais se fundamentam todas as decisões da administração, o que se constata é que a presidente mantém o cargo, mas renunciou ao governo. O resultado é um país sem rumo, imerso em desafios.

A verdade é que enquanto surfou na herança bendita do governo do PSDB e foi beneficiado por circunstâncias externas, o governo do PT conseguiu apresentar alguns resultados ao Brasil. Mas, quando começou a agir como o que de fato ele é, trouxe o país para o poço em que nos encontramos hoje.

O que é espantoso é que o PT continua como dantes, impávido, incapaz de esboçar qualquer autocrítica que reconheça a sua enorme responsabilidade pelo descalabro em que se encontra o Brasil. Acusados de corrupção são oficialmente recebidos sob aplausos em reuniões do partido, que se limita a enxergar os milhões de brasileiros indignados como mal agradecidos e desinformados.

Folha de São Paulo

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Aécio Neves presidente do PSDB : "Dilma inaugurou a "renúncia branca"


Aécio : "Dilma inaugurou a " renúncia branca" 




Senador Aécio Neves diz que Dilma Rousseff inaugurou "renúncia branca"
"Qual o papel exercido pela presidente Dilma Rousseff neste momento? Nenhum", disse o parlamentar

Paulo de Tarso Lyra
Senador Aécio Neves afirmou que o protesto contra o governo da presidente Dilma Rousseff, marcado para o próximo dia 12, deve contar com a presença da militância e das lideranças tucanas
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou, após reunião nesta quarta-feira da executiva do partido, que a presidente Dilma Rousseff inaugurou nessa terça-feira (7) a "renúncia branca". Para Aécio, isso está comprovado pelo fato de que a economia do país está sendo comandada por um ministro (Joaquim Levy, da Fazenda), que toma medidas contrárias ao que ela defendeu durante a campanha, e também pela definição do vice-presidente Michel Temer, que foi "desprezado durante todo o primeiro mandato", como o novo articulador político do governo. "Qual o papel exercido pela presidente Dilma Rousseff neste momento? Nenhum".


Aécio comentou também o anúncio do IPCA acumulado nos últimos 12 meses, que ultrapassou os 8%, e a possibilidade aventada pelo ministro de Minas e Energia Eduardo Braga e audiência no senado na manhã de hoje, na mudança do regime de partilha para concessão na exploração dos campos de petróleo do pré-sal. "O PT, a cada dia que se passa, revela-se um engodo eleitoral".

Aécio afirmou que a inflação de alimentos está descontrolada e que com isso quem sai mais prejudicado é a população carente que em tese seria a "defendida pelo governo do PT. "No meu governo não haveria privatização da caixa econômica federal, partidarização do Banco do Brasil ou ocupação criminosa da Petrobras."

Sobre as manifestações do próximo dia 12 de abril, Aécio afirmou que deve contar com a presença da militância e as lideranças tucanas, mas não confirmou ainda se participara´ou não pessoalmente dos atos. "O governo tem avaliado que a quantidade de pessoas deve ser menor. O que não diminui a insatisfação da população com este governo que ai esta."

Fonte Jornal O Estado de Minas

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Aécio Neves cobra de Levy informações mais precisas


Aécio cobra de Levy informações mais precisas.




Levy merece nosso respeito pelo esforço que vem fazendo, diz Aécio

Agência Estado
O senador Aécio Neves usou os cinco minutos em que poderia questionar o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, para fazer discurso e criticar o governo Dilma Rousseff. O senador começou sua fala, entretanto, elogiando o ministro. "Levy merece nosso respeito pelo esforço que está fazendo", disse.

Parlamentares petistas, por outro lado, não têm poupado Levy. Sobre o governo, Aécio disse que considera o conjunto inicial de medidas enviadas ao Congresso "extremamente rudimentar", porque se concentra principalmente em aumento de tributos. Ele disse ainda que os "desatinos" da presidente Dilma foram os motivos do atual cenário econômico.

Encerrados os cinco minutos de prazo, Aécio fez então perguntas. Uma delas diz respeito a quando o País vai atingir o centro da meta de inflação. Ele também perguntou se Levy cogita usar reservas internacionais para ajudar a Petrobras.
O Estado de Minas

terça-feira, 31 de março de 2015

Senador Aécio Neves : "Ciclo do governo do PT já acabou, para a felicidade dos brasileiros"


Aécio: " Ciclo do governo do PT já acabou, para a felicidade dos brasileiros"





FOTO: TÂNIA RÊGO/ AGÊNCIA BRASIL

Ao comentar a crise no Brasil durante seminário em Lima, no Peru, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), afirmou ontem (27/03), que “o ciclo de governo do PT já acabou, para a felicidade dos brasileiros”. A declaração foi feita em resposta a um questionamento do escritor peruano Álvaro Vargas Llosa — filho do prêmio Nobel de Literatura Mario Vargas Llosa — sobre o mistério do Brasil “que não termina de decolar e que todos os latino-americanos precisamos que decole para que se torne a potência da região, como uma Alemanha”. O tucano foi convidado para palestra durante o Seminário Internacional América Latina: Desafios e Oportunidades, organizado pela Fundação Internacional para a Liberdade (FIL). De acordo com o senador, um dos pontos principais da crise é a centralização de poder adotada pelo PT, que classificou como “presidencialismo imperial”.

O tucano afirmou ainda que governos populistas, como no Brasil, “têm muito pouco apreço” por regras de boa gestão fiscal e criticou o baixo crescimento do PIB do país em 2014, cujo índice foi de 0,1%. “Essa é a herança de um governo que abandonou os pilares macroeconômicos solidificados no governo do presidente Fernando Henrique e nos levou a uma absoluta aventura. E hoje o que existe no Brasil não é apenas uma insatisfação em relação aos vergonhosos casos de corrupção, não é apenas uma enorme indignação com a perda desses pilares econômicos que nos têm levado a esse crescimento medíocre, ao retorno da inflação, à fuga dos investimentos. Há, hoje, no Brasil, um sentimento que permeia a nossa sociedade, de engodo”, disse.

Impeachment

Em relação à pesquisa CNT/MDA, que mostrou que 59% de eleitores apoiam o impeachment de Dilma, Aécio disse que “os brasileiros se sentem enganados” e acusou o PT de abdicar de um projeto de país pra ter um “projeto de poder”, estabelecendo o “vale-tudo”. Apesar de classificar a crise brasileira como “gravíssima”, o senador Aécio Neves elogiou o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, em quem reconhece méritos, mas enxerga pouca margem de manobra. “É um técnico extremamente competente, mas está longe de ter a autonomia para fazer a reforma estruturante que o Brasil precisa. O que se apresenta até agora é absolutamente rudimentar, por mais que se apresente na direção correta. É rudimentar porque se limita ao aumento de tributos, e o Brasil já tem uma escorchante carga tributária de mais de 35% do PIB”, afirmou.

Com informações do Correio Braziliense