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sexta-feira, 13 de maio de 2016

Aécio Neves: "Novo governo assume com perspectivas que não será apenas temporário"


Aécio : "Novo governo assume com perspectivas que não será apenas temporário"




Brasília, 12 - O senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), afirmou que o total de 55 votos pelo afastamento da presidente Dilma Rousseff (PT) faz com que o novo governo assuma com perspectiva de que não será apenas temporário. O resultado da votação garantiria, inclusive, a cassação definitiva da presidente pelo Senado. Em até 180 dias, os senadores votarão novamente o futuro da presidente, e, em caso de o afastamento ser aprovado por no mínimo 54 senadores, Dilma deixa o cargo de forma definitiva.

"O número de votos pelo afastamento é uma sinalização positiva para o novo governo, que assume com perspectivas de que não será apenas temporário", disse.

Aécio afirmou que o governo interino do vice-presidente Michel Temer precisa assumir e apresentar um conjunto de reformas ao Congresso e enfatizou a oposição que derrubou a presidente. "A votação mostra que a sociedade se fez ouvir pelo Congresso", afirmou o senador, derrotado por Dilma nas eleições presidenciais de 2014.

Aécio disse que o "não é dia de comemorações, mas de reafirmação da Constituição e dos valores democráticos" e que, com serenidade, o Brasil precisa trabalhar para "construir uma nova página da história".

Já o líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB), avaliou que o total de votos pelo afastamento mostra que o processo poderia ser abreviado com a renúncia da presidente. "Dilma daria gesto de grandeza e de espírito público renunciando ao mandato para virar a página e dar início a uma nova etapa a história do Brasil", afirmou.

quarta-feira, 30 de março de 2016

Senador Aécio Neves: "A saída do PMDB do governo fecha o caixão da gestão petista"


Aécio : " A saída do PMDB do governo fecha o caixão da gestão petista"




Aécio diz que saída do PMDB 'fecha caixão' do governo; mostra disposição a colaborar com Temer
Reuters

BRASÍLIA (Reuters) - O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse nesta terça-feira que o desembarque do PMDB do governo da presidente Dilma Rousseff fecha o caixão da gestão da petista, e afirmou que os tucanos estão dispostos a colaborar em um eventual governo liderado pelo vice-presidente Michel Temer.

Dilma é alvo de um pedido de abertura de processo de impeachment que tramita em comissão especial na Câmara dos Deputados, e o rompimento do PMDB com o governo, que deve ser oficializado nesta terça, complica as chances de o governo ter os votos necessários para barrar o impedimento.

"O governo Dilma acabou. A saída do PMDB fecha a tampa de um caixão de um governo moribundo que não tem mais condições mínimas para sinalizar o que todos nós queremos, a retomada do crescimento, a geração de empregos, a melhoria dos indicadores sociais", disse o tucano em entrevista a correspondentes estrangeiros.

“A saída do PMDB levará com ele outras forças partidárias que ainda sustentavam o governo", acrescentou.

Aécio disse ter se reunido com Temer e oferecido ao vice, que também preside o PMDB, apoio em um governo de transição, que assumiria o país em caso de impeachment de Dilma. O tucano garantiu que não condicionou o apoio a cargos, alegando que ocupar ministérios em um eventual governo Temer "não é prioridade para o PSDB".

"A nossa primeira aliança deve ser em torno de um programa mínimo e emergencial", disse. "Nós estaremos dispostos a construir um ambiente adequado para que essa agenda emergencial possa ser colocada em curso."

O PMDB reunirá nesta tarde seu diretório nacional e deve decidir por aclamação pelo rompimento do partido, o maior da base aliada, com o governo da presidente Dilma Rousseff.



(Reportagem de Anthony Boadle)

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/brasil/aecio-diz-que-saida-do-pmdb-fecha-caixao-do-governo-mostra-disposicao-colaborar-com-temer-18975193.html#ixzz44OmIDuws

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

A verdade sobre a denúncia contra o senador Aécio Neves


A verdade sobre a denúncia contra o senador Aécio Neves 







Nota da assessoria do senador Aécio Neves:


A Folha de S. Paulo traz em sua edição dessa quarta (30/12/15) matéria sobre a declaração de uma pessoa que teria prestado serviço a Alberto Youssef, que diz ter ouvido de um diretor da empresa UTC que o senador Aécio Neves teria sido, uma vez, o destinatário de recursos da empresa.


Essa absurda e irresponsável citação do nome do senador, sem nenhum tipo de comprovação, já foi desmentida três vezes: pela empresa, que afirmou na própria matéria da Folha "que a acusação não tem fundamento", pelo dono da UTC, Ricardo Pessoa, que em delação premiada relacionou os políticos que teriam sido beneficiados pela empresa - entre eles não está o senador Aécio Neves - e por Youssef, que anteriormente, através de seu advogado, já havia afirmado que não conhece o senador e nunca teve com ele qualquer tipo de relação ou negócio, posição reafirmada por ele em depoimento prestado à Policia Federal.


A falsidade da acusação pode ser constatada também pela total ausência de lógica: o senador não exerce influência nas empresas do governo federal com as quais a empresa atuava e não era sequer candidato à época mencionada. Além disso, a UTC não executou nenhuma obra vinculada ao Governo de Minas Gerais no período em que o senador governou o estado.


O senador não conhece a pessoa mencionada e de todas as eleições que participou a única campanha que recebeu doação da UTC foi a de 2014, através do comitê financeiro do PSDB.


Trata-se de mais uma falsa denúncia com o claro objetivo de tentar constranger o PSDB, confundir a opinião pública e desviar o foco das investigações, como ocorreu no caso do senador Antonio Anastasia. Não deixa de ser curioso observar que essa nova falsa denuncia surge exatamente um ano depois da que atingiu injustamente o senador Anastasia, coincidentemente durante período de recesso das instituições.


Em respeito ao país e ao importante trabalho que vem sendo desenvolvido pela Operação Lava Jato, é importante que sejam investigadas as verdadeiras motivações daqueles que misturam denúncias verdadeiras com afirmações nitidamente falsas, sem nenhum tipo de comprovação, desmentidas até mesmo pelas próprias pessoas citadas pelo denunciante, com o claro intuito de tumultuar as investigações.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Aécio Neves líder da oposição recebe parlamentares da União Europeia


Aécio Neves recebe parlamentares da União Europeia

O senador Aécio Neves recebeu, nesta quarta-feira (04/11), delegação de parlamentares da União Europeia, presidida pelo português Paulo Rangel, que visita pela primeira vez o Brasil.

Durante a reunião, os parlamentares europeus mostraram-se preocupados com a crise brasileira. O presidente nacional do PSDB avaliou que a face mais grave da crise é a social, com a crescente alta do desemprego no país.

Aécio Neves ressaltou que desde presidente da Câmara, em 2001, incentivou a diplomacia parlamentar e considerou como injustificável o atraso nas negociações comerciais do Brasil com a União Européia.

O senador lamentou ainda que o governo brasileiro não faça valer a natural liderança que o Brasil exerce na América do Sul para rechaçar com veemência a escalada autoritária que ocorre na Venezuela.

Além dos parlamentares europeus, estavam presentes ao encontro o embaixador da União Europeia no Brasil, João Gomes Cravinho, e os senadores Antonio Anastasia e Tasso Jereissati, e os deputados Eduardo Barbosa e Bruna Furlan.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

"Crise social, por Aécio Neves"





- Artigo publicado pelo portal PSDB Nacional: “Crise social, por Aécio Neves”, em que destaca o último artigo do senador, Aécio Neves para a Folha de S. Paulo. Comentando a difícil situação econômica e social do país, o presidente do PSDB argumentou a falta de sensibilidade do governo, que em momento de reajuste fiscal vira as costas para a população e planeja reduzir os benefícios sociais. Tudo isso atrelado ao mal momento da economia, que encolhe e que não apresenta novas oportunidades de emprego, puxa para baixo as famílias que nos últimos anos conquistaram pequenas vitórias no estabelecimento de uma vida melhor: “Basta ver as imensas diferenças entre números do mesmo governo sobre o que seriam os avanços na realidade social do país. O que temos hoje de fato é que, nos últimos meses, mais de 1 milhão de famílias voltaram para as classes D e E. A miséria voltou a aumentar, segundo fontes oficiais como o Ipea, num retrocesso real na condição de vida de crianças, jovens, mães e pais que sonharam com outro futuro. Este triste quadro evidencia os limites das políticas sociais que se restringem à transferência de renda sem levar em conta as privações enfrentadas pelas famílias. Bastou a torneira das receitas começar a secar para os mais pobres se verem onde sempre estiveram: em péssimas condições e sem perspectivas verdadeiras de melhoria de vida.”

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Senador Aécio Neves critica silêncio do governo brasileiro após Venezuela vetar Jobim na missão que acompanhará eleições


Aécio critica silêncio do governo brasileiro após Venezuela vetar Jobim na missão que acompanhará eleições



O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, reforçou nesta terça-feira (20/10), as críticas de parlamentares da oposição ao silêncio do governo brasileiro diante da decisão da Venezuela de vetar o ex-presidente do TSE, Nelson Jobim, na missão da Unasul (União das Nações Sul-americanas) que acompanhará as eleições legislativas marcadas para dezembro no país vizinho.

Diante da recusa do governo venezuelano e da falta de garantias de que a missão poderá de fato acompanhar as fases do processo eleitoral e verificar se existe igualdade na disputa, o TSE desistiu de participar da missão da Unasul.

“Assistimos agora ao TSE se manifestar, de forma veemente e positiva, em relação também à não aceitação da indicação do ex-ministro Nelson Jobim como presidente desta comissão. E nada oficial do governo federal. Mais uma vez, o governo caudatário. O que assistimos é o governo do Brasil abdicando da sua liderança regional natural que a natureza e o trabalho de séculos de brasileiros nos possibilitaram ter”, disse Aécio Neves em aparte ao senador Aloysio Nunes Ferreira, presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado.

Para o senador, o governo brasileiro é omisso e faz vistas grossas à escalada autoritária no governo de Nicolás Maduro. “Quando se fala de liberdade e democracia não há de se respeitar fronteiras. Infelizmente, a submissão do governo brasileiro causa gravíssimos prejuízos à liberdade e à democracia nesse país irmão que é a Venezuela”, afirmou.

Leia, a seguir, o pronunciamento feito pelo senador Aécio Neves sobre as eleições na Venezuela:

“Nos últimos meses, temos vivido intensamente as preocupações em relação ao que acontece não apenas na Venezuela, mas na região, mas, obviamente, pela gravidade da situação especial, na Venezuela. E essa questão, como aqui disse adequadamente o Senador José Agripino, de observadores internacionais foi sempre colocada, inclusive quando nós lá estivemos, como talvez a virada de página. Seria a concessão, o gesto que o governo Maduro faria no sentido de legitimar quaisquer que fossem os resultados das próximas eleições marcadas agora para o início de dezembro. Essa reação patrocinada pela Unasul, na verdade, vai ao encontro na direção das nossas mais profundas e graves preocupações.

E o que é mais grave ainda é que nós temos assistido a manifestações, Senador Renan, inclusive com o apoio de V. Exª, marcantes do Parlamento brasileiro em relação a essa questão da supressão dos direitos e das liberdades democráticas na Venezuela. Assistimos agora ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) se manifestar, de forma veemente e positiva, em relação também à não aceitação da indicação do ex-ministro Nelson Jobim como Presidente desta comissão. E nada oficial do Governo Federal. Mais uma vez, o Governo caudatário.

Mais uma vez, o Poder Executivo olhando para frente como se nada enxergasse, como se não fosse ele, de alguma forma, também responsável pela aliança que ele firmou, que com o governo venezuelano firmou e, na verdade, a incapacidade de cobrar avanços de maior transparência nas várias ações daquele país, em especial aos, ainda, presos políticos, o que assistimos é o governo do Brasil abdicando da sua liderança natural regional que a natureza e o trabalho de séculos de brasileiros nos possibilitaram ter.

Na verdade, se aqui, internamente, as coisas vão, da forma que sabemos, muito mal na economia, no ambiente social, muito mal na questão moral, agora também assistimos a responsabilidade do governo federal também pela falta de transparência que me parece orientará ou conduzirá mais essas eleições venezuelanas. Fica aqui o apoio do PSDB a essa moção aqui apresentada pelo senador José Serra, mas em especial, os cumprimentos à Vossa Excelência pelo papel que tem desempenhado à frente da Comissão de Relações Exteriores desta Casa.

Firme, sempre equilibrado, como é da natureza da Vossa Excelência. Mas sempre firme para dizer aquilo que repetimos tantas vezes, quando se fala de liberdade e democracia não há de se respeitar fronteiras. Infelizmente, a submissão do governo brasileiro causa gravíssimos prejuízos à liberdade e à democracia nesse país irmão que é a Venezuela.”- See more at: http://psdb-mg.org.br/agencia-de-noticias/aecio-critica-silencio-do-governo-brasileiro-apos-venezuela-vetar-jobim-na-missao-da-unasul-que-acompanhara-eleicoes#sthash.XNiIKKOZ.dpuf

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Aécio Neves líder da oposição : "O governo do PT está sempre flertando com o autoritarismo"


Aécio Neves : "O governo PT está sempre flertando com o autoritarismo"






Aécio Neves - Folha de São Paulo


Em meio às imensas dificuldades por que passa o país, os últimos dias foram pródigos em mostrar que vale a pena acreditar em tempos melhores. As decisões tomadas pelo TCU e pelo TSE lavaram a alma da nossa cidadania e deram um banho de vigor em nosso sistema democrático.

Foram dois dias históricos.

Num deles, a Justiça Eleitoral autorizou a reabertura das investigações sobre possíveis irregularidades cometidas pela campanha vencedora na eleição presidencial de ano passado. Em português claro, serão apuradas, entre outras, as suspeitas de uso de dinheiro sujo e de abuso da máquina pública para reeleger a presidente Dilma Rousseff.

No dia seguinte, o Tribunal de Contas da União rejeitou, por unanimidade, as contas da presidente relativas ao ano passado. A lista de ilícitos identificados pela equipe de técnicos da corte é extensa, mas, como síntese, vale citar um dado das conclusões: as distorções fiscais promovidas pela presidente somaram R$ 106 bilhões. Segundo o TCU, nunca antes na história deste país se agiu com tanta irresponsabilidade com o dinheiro público.

As duas decisões são evidências de um mesmo enredo: acabou o tempo em que governantes julgavam que poderiam "fazer o diabo" para se manter no poder! A crença na impunidade e a reiterada prática de ilegalidades receberam um freio e uma resposta das nossas instituições, hoje pilares essenciais do nosso sistema democrático. Algo que sinaliza para um futuro diferente daquilo que tivemos até aqui.

Com a investigação autorizada pelo TSE, a manifestação do TCU e os avanços da Operação Lava Jato escreve-se um nova página na história política do Brasil. A partir de agora, não haverá mais espaço para governantes que se colocam acima do bem e do mal, por considerarem-se inalcançáveis pela Justiça. O que, na verdade, nossas instituições estão dizendo ao país e, em especial, à classe política é que a lei deve valer para todos. Principalmente para quem deveria dar o exemplo.

Mas precisamos permanecer atentos, pois o governo petista tem insistido em trilhar o caminho da truculência, sempre flertando com o autoritarismo. A cada passo que reafirma a independência das instituições, corresponde uma contramarcha patrocinada pelo Palácio do Planalto na forma de afronta e desrespeito à nossa democracia. Melhor (ou pior) exemplo disso foi a patética operação intimidadora montada na semana passada para constranger o TCU. Deu no que deu.

Tenho convicção de que estamos avançando para chegar onde merecemos: na restauração do respeito à lei, à ética e ao bem comum. No fim da era da impunidade, com a vitória da cidadania e o início de um novo tempo para o Brasil e para os brasileiros.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Senador Aécio Neves para Lula : "É preferível perder a presidência do que perder a dignidade"


Aécio para Lula: "É preferível perder a presidência do que perder a dignidade"




Aécio Neves critica Dilma por negociar Ministério da Saúde em troca de apoio no Congresso

"Fazer trocas de ministérios com a lógica única e exclusiva de se manter no governo é um retrocesso que o Brasil não merece mais viver", diz Aécio.

"Fazer trocas de ministérios com a lógica única e exclusiva de se manter no governo é um retrocesso que o Brasil não merece mais viver", diz Aécio ao criticar a presidente Dilma e o PT pela nova negociação de cargos federais promovida pelo governo


O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, criticou, nesta quinta-feira (24/09), a presidente Dilma Rousseff por envolver o Ministério da Saúde, uma das pastas mais importantes para a população, no balcão de negócios montado pelo Palácio do Planalto em troca de apoio político no Congresso. Em entrevista coletiva, em Goiânia, onde participou de ato de filiação de várias lideranças regionais ao partido, Aécio afirmou que a reforma administrativa proposta pelo governo federal deveria seguir padrões de gestões eficientes e não as velhas práticas políticas da negociação de cargos e ministérios em troca de votos na base aliada do governo.

"O que o governo se dispõe a fazer neste instante, entregando áreas essenciais à vida dos brasileiros, como o Ministério da Saúde e o Ministério da Infraestrutura, para citar os que estão hoje nos jornais, em troca de 20 ou 30 votos no Congresso Nacional, é um desrespeito à população brasileira. Fazer a reforma administrativa, enxugar ministérios como propúnhamos durante a campanha eleitoral, deveria ter como lógica a melhoria da qualidade do serviço público. Novas metas, gente qualificada e preparada para que a saúde melhore, para que a educação e a segurança pública melhorem", afirmou Aécio Neves.
Saiba mais:

O presidente tucano e o governador Marconi Perillo comandaram, em Goiânia, o encontro do partido que recebeu, nesta quinta-feira, mais de 500 novos filiados. Entre eles, o vice-governador de Goiás Zé Eliton e 14 prefeitos. O ato contou com a presença de diversas lideranças nacionais e regionais.

Lula

Aécio Neves criticou também a declaração dada ontem pelo ex-presidente Lula sobre a perda de ministérios ocupados pelo PT, seu partido, para o PMDB. Lula disse que o PT preferia perder ministérios do que perder a presidência da República. Aécio criticou a declaração e disse que pior do que perder a presidência da República é perder a dignidade.

"O ex-presidente Lula deu uma declaração que está estampada nos jornais, uma declaração de que é preferível perder os ministérios do que perder a Presidência da República, referindo-se a esse balcão de negócios à luz do dia que se estabeleceu no Palácio do Planalto. Quero responder ao ex-presidente da República: muitas vezes é preferível perder a presidência da República do que perder a dignidade", afirmou o líder tucano.


http://www.onortao.com.br/noticias/aecio-neves-critica-dilma-por-negociar-ministerio-da-saude-em-troca-de-apoio-no-congresso,51886.php

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Aécio Neves presidente nacional do PSDB : "Golpe é usar dinheiro do crime para obter votos"


Aécio : " Golpe é usar dinheiro do crime para obter votos"




Para Aécio, golpe é 'usar dinheiro de crime' para obter votos
Frase do tucano é uma resposta à declaração da presidente Dilma Rousseff.
Dilma disse que usar crise para chegar ao poder é 'versão moderna do golpe'.

Do G1, em Brasília
O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), respondeu nesta quinta-feira (17) a declaração da presidente Dilma Rousseff de que "usar a crise para chegar ao poder é versão moderna do golpe". Para Aécio, "golpe é utilizar de dinheiro do crime ou de irresponsabilidade fiscal para obter votos".

O senador comentou a fala da presidente antes de participar de um seminário promovido pelo PSDB em Brasília. Ele disse ainda que Dilma está "obcecada" com a palavra golpe.

"Golpe e atalho para se chegar ao poder é utilizar de dinheiro do crime ou de irresponsabilidade fiscal para obter votos. Não faço aqui prejulgamentos, mas nós temos que garantir que as instituições estejam blindadas", afirmou Aécio. Ele fez referências a uma ação no Tribunal Superior Eleitoral que apura se houve irregularidades nas doações de campanha da presidente e também a uma ação no Tribunal de Contas da União sobre supostas "pedaladas" fiscais do governo.

Nesta terça-feira, deputados de seis partidos da oposição (PSDB, DEM, PPS, SD, PSC e PTB) apresentaram uma questão de ordem indagando formalmente o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), sobre os mais de dez pedidos de abertura de processo de impeachment da presidente da República enviados à Casa. A estratégia abre caminho para que se discuta oficialmente o tema na Câmara.

Depois da frase sobre usar a crise ser uma versão moderna do golpe, dada em uma entrevista a uma rádio de Presidente Prudente (SP), Dilma voltou ao tema durante discurso em evento de entrega de casas na cidade paulista. Ela declarou que "usar atalhos questionáveis" para alcançar o poder é golpe.

"Nós hoje quando abrimos os jornais vimos uma presidente da república obcecada com o próprio fim do seu governo. A presidente ontem por duas vezes, sem ser instada fala em golpismo, fala em atalhos pra se chegar ao poder", criticou Aécio.
Fonte: G1
http://dropsmisto.blogspot.com.br

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Senador Aécio Neves diz "Não" para aumento de impostos. "Por decreto é ilegal!"


Aécio diz "Não" para aumento de impostos. "Por decreto é ilegal!"







Aécio diz que é inconstitucional aumentar impostos por decreto

Brasília, 08 - O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), afirmou nesta terça-feira, que considera "inconstitucional" um eventual aumento de impostos pelo governo por meio de decretos presidenciais. Segundo o tucano, a oposição é absolutamente contrária a qualquer tentativa de aumento de impostos e vai reagir no Congresso contra "qualquer artifício" para se aprovar uma elevação da carga tributária.

"Nós obstruiremos qualquer tentativa que o governo queira fazer nessa direção e inclusive se quiser aumentar impostos por decreto, nós iremos reagir no Congresso Nacional buscando esse decreto", criticou. Para Aécio, a intenção do governo é mais uma "demonstração de desespero" que, mesmo diante da gravidade, não sabe apontar o caminho para superar a crise que não a "forma rudimentar" de supressão de direitos e aumento de impostos. Ele disse que não topa um aumento de impostos nem se for por prazo determinado. "Nem se for temporário, nós já passamos da idade de acreditar em conto da carochinha", disse ele, ao destacar que impostos temporários posteriormente se tornaram permanentes.


Repatriação


O tucano afirmou ver com "muita preocupação" a proposta do governo de aprovar uma repatriação de recursos de brasileiros ou empresas nacionais que mantém recursos no exterior sem declará-los ao Fisco. Segundo ele, até o momento não foram apresentadas as salvaguardas para impedir que recursos de corrupção e narcotráfico possam retornar ao País de forma legal.


Diante da resistência do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de votar um texto oriundo do Senado, o governo deve editar uma medida provisória com a proposta de repatriação. Aécio disse que não considera que os recursos da repatriação são suficientes para financiar o fundo de compensação previsto para acabar com a guerra fiscal entre os Estados
Estado de Minas

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Aécio Neves líder da oposição fala da ascensão e queda do atual governo


Aécio fala da ascensão e queda do atual governo






Ascensão e Queda

Aécio Neves / Folha de São Paulo


Em 2008, quando o Brasil recebeu da agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P) o grau de investimento, o então presidente Lula e todo o seu governo comemoraram.

Era o reconhecimento de que somos "um país sério, que tem políticas sérias, que cuida de suas finanças com seriedade", disse Lula. Semana passada, a mesma instituição alterou a perspectiva da nota de crédito do Brasil para negativa.


Em bom português, corremos o risco de perder o selo de bom pagador conferido pelo grau de investimento. Isso não é pouco. Goste-se ou não dessas agências, elas influenciam o mundo dos negócios e o mundo da economia.


O rebaixamento do Brasil tende a provocar um movimento perturbador em cadeia. Empresas (e até estados e municípios) também são impactados. Outras agências de classificação podem seguir o procedimento e, se duas cortam a nota, vários fundos estrangeiros tendem a retirar os recursos do país.


Resultado: alta do dólar, juros mais altos, empresas retraídas, aumento do desemprego. É um cenário de muitas perdas.


O selo de bom pagador não foi uma benesse gratuita. O Brasil fez com rigor o seu dever de casa, desde a implantação do real. Contas públicas sob controle, transparência, Lei de Responsabilidade Fiscal, foram muitos os degraus que subimos, gradualmente, até vir a merecer a confiança de investidores e o respeito da comunidade internacional. O governo petista vem se encarregando de destruir esse legado.



A má gestão da política econômica e a corrupção voraz como pilar de um projeto de poder foram letais para a saúde do país. O resultado é essa conta salgada nas costas da sociedade: recessão, inflação beirando os dois dígitos, inadimplência elevada, conquistas sociais em risco.


São muitos os sonhos que se perdem quando um governo erra tanto. A compra do apartamento, a escola melhor para o filho, o novo plano de saúde, a troca do carro, tudo se esvai.


E o que faz o governo? Nada à altura do problema que ele mesmo criou. Aliás, o governo sequer assume que errou. Não vem a público falar da gravidade da situação e do que pretende fazer. Ao contrário, continua a vender quimeras.


A presidente anuncia que a crise será breve no mesmo dia em que o governo apresenta um rombo inédito em suas contas públicas. No mesmo dia em que se anunciam mais cortes em áreas essenciais como educação e saúde.

Salta aos olhos o desajuste entre o discurso oficial e a realidade. Assim, realmente, não há como reconquistar a confiança de ninguém. Nem de agências internacionais, nem, principalmente, dos brasileiros. Em sete anos, o que o Brasil mais perdeu foi credibilidade, em grande parte porque ainda hoje o governo nos tem privado da verdade.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Aécio Neves sobre pedido de conversa de Lula: "Não se conversa com quem não se confia"


Aécio sobre pedido de conversa de Lula : "Não se conversa com quem não se confia "



O senador Aécio Neves (PSDB-MG) endossou a posição do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de rejeitar uma aproximação com o governo e com o ex-presidente Lula em um momento em que a presidente Dilma Rousseff enfrenta uma “grave crise” de confiança.

Lula tentou articular uma conversa entre os petistas e o ex-presidente tucano com o intuito de discutir a crise e tentar impedir que a oposição aumente a pressão pelo impeachment de Dilma. No fim de semana, no entanto, FHC publicou uma nota afirmando que o “momento não é para a busca de aproximações com o governo, mas sim com o povo”.

Após a revelação da estratégia petista, tucanos pressionaram Fernando Henrique a não aceitar o encontro. Para Aécio, FHC deu o tom certo. “Em torno do que o ex-presidente Lula quer discutir com o ex-presidente Fernando Henrique? Só se for para ele fazer um mea-culpa e assumir a responsabilidade por tudo o que está aí. Ou então querem é criar um pano de fundo para mostrar que somos todos iguais ao PT. Não somos. Nossa aliança é com o povo”, disse.

Ele sinalizou ainda que não há espaço para este tipo de diálogo no momento. “Não se conversa com quem não se confia e nós não confiamos no PT”, disse. Segundo Aécio, a frase de Fernando Henrique sintetiza “um sentimento amplamente majoritário nas oposições”.

O tucano ironizou a dificuldade do governo em lidar com a crise política e econômica que o assola desde o início do ano. “Mesmo quando a oposição dá uma folga, o governo não dá alívio a ele próprio. […] A instabilidade que atravessam é obra desse governo. Não nos culpem. Isso não é mais um governo. É um arremedo de governo e o desfecho da presidente Dilma é responsabilidade exclusiva dela, não das oposições”, disse.


fonte: http://www.dm.com.br/politica

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Aécio Neves líder da oposição desmascara Dilma e lamenta o marketing de "Pátria Educadora"


Aécio desmascara Dilma e lamenta o marketing de "Pátria Educadora"


Educadora?



Por Aécio Neves / Folha de São Paulo

São muitos os problemas da educação brasileira. Falta de planejamento, inadequação da grade curricular, pouca valorização dos professores, investimento baixo em pesquisa e outros desafios se acumulam há anos, sem solução.

Essa precariedade generalizada é fruto da mesma fonte: a incapacidade do país de tratar a educação como política de Estado prioritária.

Nada mais falacioso do que o slogan "Pátria Educadora", anunciado com júbilo pela presidente Dilma como âncora de seu segundo mandato, e solenemente ignorado em sua gestão. Programas como Fies, Pronatec e Ciência sem Fronteiras sofreram uma degola radical. O Ministério da Educação foi dos mais atingidos no arrocho fiscal em curso.

É nesse contexto de fragilidade que o país assiste, com assombro, ao desmonte das universidades públicas brasileiras. Trata-se de uma das piores crises vividas pelo setor em toda a sua história.

Neste ano, a verba repassada para as universidades federais foi reduzida em 30%, provocando adiamento de obras, paralisação de cursos e atraso no pagamento de bolsas.

Grandes universidades como a UFMG, UFRJ ou a UNB, entre outras, enfrentam graves dificuldades. Milhares de alunos são prejudicados, mas não apenas eles. O colapso do sistema universitário atinge também o cidadão ao afetar o atendimento em hospitais universitários, os serviços de atenção jurídica e uma série de programas voltados para a sociedade.

É também muito grave a situação de órgãos capazes de impactar a modernização de nossa economia. Instituições de importância estratégica como o CNPq e a Capes nunca estiveram tão abandonadas.

Denúncias revelam que a Capes cortou 75% da verba de custeio para apoio à pós-graduação. É como desligar a tomada que nos dá acesso a setores de ponta do conhecimento. Menos pesquisa, menos inovação, menor competitividade.

A educação deficiente está na raiz de nossa baixa produtividade. Não há como competir no mercado global a bordo dos nossos indicadores.

O momento exige responsabilidade e compromisso. Não há milagre capaz de reverter a presente situação. Bons resultados na Educação não surgem da noite para o dia, dependem de políticas públicas consistentes e de longo prazo.

Mas é possível, em curto prazo, fazer mais do que promover cortes orçamentários destinados a encobrir rombos fiscais provenientes de má gestão.

Ao escolher um slogan que contraria na realidade, o governo dá mais uma demonstração da opção pelo marketing.

Ao golpear a universidade brasileira, a "Pátria Educadora" atinge o sonho de milhares de jovens que enxergam na formação superior uma fonte de qualificação e de ascensão social. Não é justo que façamos isso com aqueles que irão responder pelo futuro do país.

terça-feira, 7 de julho de 2015

Aécio em entrevista analisa o momento atual : "O PT é um partido sitiado"


Aécio em entrevista analisa o momento atual : " O PT é um partido sitiado"



“Na base de governo e dentro do próprio PT, há dúvidas se a presidente fica”


O PT é um partido sitiado, e a presidente não pode sair do Palácio'

Crise econômica, reprovação de contas no TCU e Lava Jato tornam segundo semestre decisivo, diz tucano
CARLA ALVES E MURILO ROCHAUm dia após ser reconduzido à presidência nacional do PSDB, o senador Aécio Neves não esconde estar agora à espera de uma espécie de tempestade perfeita sobre o Palácio do Planalto. E, na opinião do principal líder da oposição, o tempo se fecha de forma decisiva contra o governo da presidente Dilma Rousseff (PT) já no segundo semestre deste ano.

Em entrevista exclusiva a O TEMPO, o tucano enxerga na conjunção da crise econômica com o desgaste do Executivo frente ao Legislativo e ao Judiciário, somada ainda ao relatório do TCU apontando crime de responsabilidade fiscal da União e aos desdobramentos da operação Lava Jato, podendo atingir em cheio o financiamento da campanha de Dilma no ano passado, um cenário impossível para se manter a governabilidade, já enfraquecida.

“O desfecho desse processo todo não depende da gente, depende dos tribunais, da Justiça, depende do que a Constituição determina”, avalia Aécio, com um tom, calculadamente, mais sereno que o adotado nos primeiros meses do ano.

Em cerca de 40 minutos de conversa, em um confortável apartamento no bairro Anchieta, o senador, derrotado nas últimas eleições presidenciais, não se referiu à palavra “impeachment” de forma espontânea nenhuma vez. “Quem tem falado em impeachment é a base do governo... O papel da oposição é estar vigilante, garantindo também que o TCU cumpra o seu papel, que o TSE investigue, e vamos aguardar o que vai acontecer. Não depende só de nós”, pondera, sem deixar de transparecer certo otimismo na máxima de que, quanto pior, melhor. O tucano ainda diz que a oposição não pode ser cobrada, mas, o governo, sim.


O PSDB saiu da convenção do domingo com um discurso de poder assumir o país antes do fim do mandato da presidente Dilma. É essa a mensagem?
OT

É um momento positivo para o PSDB, com toda essa queda do PT em todos os campos. Essa convenção encontra o PSDB talvez no melhor momento desses 27 anos. O PSDB está se preparando realmente, mas o desfecho desse processo todo não depende da gente, depende dos tribunais, da Justiça, depende do que a Constituição determina. Há um sentimento de perda de governabilidade da atual presidente crescente hoje em todas as áreas.
AN



Por que ninguém falou a palavra “impeachment” na convenção?
OT

Não somos nós que vamos decidir o que vai acontecer, não depende de uma ação do PSDB, mas o PSDB tem que estar pronto para qualquer que seja a saída e, enfim, cumprir o seu papel. Porque por um lado a gente não pode permitir que as instituições sejam de alguma forma atacadas. Quando a gente vê o PT cobrando que o ministro da Justiça intervenha na Polícia Federal para impedir que as investigações avancem, do outro lado temos que dizer: “Isso não, essas são instituições de Estado que têm que cumprir o seu papel”. O papel da oposição é estar vigilante, garantindo também que o TCU cumpra o seu papel, que o TSE investigue, e vamos aguardar o que vai acontecer. Não depende só de nós.


Confira a íntegra da entrevista com o senador Aécio Neves (PSDB) no vídeo abaixo


O PSDB não pretende tomar uma atitude de protagonista?
OT

Eu acho que não deve. Quanto mais jurídica e menos política for a movimentação, mais legítima ela será. Da mesma forma, as manifestações a que assistimos nas ruas. Quando eu optei por não ir, era exatamente para sinalizar o seguinte: isso é uma movimentação espontânea, natural da sociedade e não tem uma condução partidária, com objetivo definido. É a mesma coisa. Só que agora as coisas aconteceram com muita velocidade. O fato novo é que não é o PSDB apenas. Dentro da base de governo e dentro do próprio PT, você tem setores que têm dúvidas se a presidente fica. Tem setores que têm dúvidas, até para objetivos futuros, se será bom que ela fique. Há movimentações de outros partidos avaliando os cenários futuros. O governo é que está usando a palavra “impeachment”.
AN



"Na base de governo e dentro do próprio PT, há dúvidas se a presidente fica"


O relatório do TCU apontando para crime de responsabilidade fiscal nas contas da presidente pode ser um fato objetivo para o Congresso requerer o impeachment?
OT

Na nossa avaliação, a presidente cometeu o crime de responsabilidade ao burlar a lei de responsabilidade fiscal. A lei tinha como um dos princípios fundamentais impedir que os bancos públicos financiassem seu controlador. Por isso, acabaram vários bancos estaduais. Inclusive, aqui em Minas, foram liquidados porque chegou um momento em que só faziam isso: financiavam o seu controlador e se endividavam sempre de forma inconsequente, e quem pagava a conta no final era a população. E ela (Dilma) fez isso de forma deliberada e reiterada. Com qual objetivo? Vencer as eleições. Então, a Caixa Econômica passa a assumir atribuições que seriam do Tesouro, como o pagamento do Bolsa Família, o Banco do Brasil dando crédito rural. Tudo isso é responsabilidade do Tesouro. Então, isso tem que ser responsabilizado, independentemente de qual seja o partido, qual seja a pessoa, ninguém está acima da lei. O relatório é feito por auditores do Tribunal de Contas. O relatório inicial mostra de forma clara onde foi feito o crime de responsabilidade. Então, hoje, a perspectiva dela é perder para o Tribunal de Contas. Eu não sei o que vai acontecer.
AN



Mas é o Congresso que vota no final a aprovação dessas contas?
OT

Se há, na verdade, a derrota da avaliação das contas dela, isso vem para o Congresso. Obviamente isso vai gerar também, do ponto de vista da sociedade, reações. Cabe a nós o quê? Garantir que tenha essa votação no Tribunal de Contas sem qualquer tipo de pressão.
AN



Não é uma contradição o PSDB votar contra o ajuste econômico do governo?
OT

De forma alguma. Até porque esse ajuste que está aí não seria o nosso ajuste. A austeridade e o equilíbrio fiscal sempre foram um marco do PSDB, mas esse ajuste proposto pelo ministro Levy é absolutamente rudimentar. A estrutura do ajuste é de dois pilares. De um lado, o aumento da carga tributária, do outro, a supressão de direitos trabalhistas, e só. Eu me oponho ao conjunto da obra porque ela não vai levar o Brasil para a retomada do crescimento. A nossa posição é que o Estado dê o exemplo, que enxugue o tamanho da máquina.
AN



Por que o PSDB votou a favor do reajuste de até 78% do Judiciário?
OT

Essa votação do aumento do Judiciário, absolutamente impagável, é a radiografia clara do fim de um governo. O governo, que tem essa responsabilidade, sabe como votou? Votou a favor. A oposição votou até de forma pedagógica para mostrar que não existia governo, certo de que a presidente ia vetar. Queríamos mostrar ali é que não existe governo. Não é possível cobrar da oposição, que é minoria.
AN



Como o senhor analisa a figura do presidente da Câmara, Eduardo Cunha?
OT

O Eduardo Cunha tem um jeito muito articulado, mas não conduz a nossa agenda. Eu conduzi o PSDB para votar em outra candidatura que não a dele. Eduardo Cunha ocupa o vácuo que o governo deixa. Jamais um presidente da Câmara, nas últimas décadas, encontrou um presidente tão fragilizado. Então ele impõe a sua agenda e passa a ser protagonista maior até do que deveria ser.
AN



"Quem é responsável pela organização criminosa que tomou conta do país é o PT"


Na operação Lava Jato, há indícios de que outros partidos, fora da base, receberam doações de empresas investigadas. No PSDB, o senador Aloysio Nunes foi citado como um dos beneficiados pela UTC?
OT

O eleitor que tiver o mínimo de isenção vai ver que um partido político se estabeleceu há 12 anos no poder, assaltou a Petrobras, chantageou as empresas e assaltou o Brasil, que está pagando o preço por isso. Se no meio do caminho, outras pessoas, sem qualquer influência na relação da Petrobras, receberam dinheiro para a campanha, certamente vão ter que se justificar e responder por isso. Mas não se pode misturar uma organização criminosa, que se estabeleceu no seio da maior empresa brasileira, com quatro de seus diretores presos, já com dinheiro sendo repatriado, dinheiro utilizado nas campanhas de 2006, 2010 e 2014, com apoio de campanha que outras figuras de outros partidos receberam. Quem é responsável pela organização criminosa que tomou conta do país é o PT, e é por isso que o PT hoje é um partido sitiado, que não pode ir para as ruas. Temos uma presidente que não pode sair do Palácio, ministros do governo que não podem sair às ruas sob o risco de serem hostilizados pelas pessoas comuns.
AN



O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa falou que não existe almoço grátis numa referência às doações para campanha como favores depois retribuídos pelos governos.
OT

Não concordo de forma alguma. Disputei dez eleições na minha vida e as doações que recebi não foram para depois arranjar uma obra para alguém ou um benefício para quem me ajudou. Eu acredito que existam pessoas ou empresas que apoiam determinadas candidaturas por acreditarem nelas. O Brasil tem em todos os partidos pessoas honradas, corretas, que disputam eleição com financiamento e prestam contas do que receberam efetivamente, não mascaram o que receberam. Isso existe e posso dizer que eu sou um desses caras.
AN

fonte: http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/o-pt-%C3%A9-um-partido-sitiado-e-a-presidente-n%C3%A3o-pode-sair-do-pal%C3%A1cio-1.1065468

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Aécio cobra investigação dos beneficiários de R$ 200 Mi desviados da Petrobras para o PT


Aécio cobra investigação dos beneficiários de R$ 200 Mi desviados da Petrobras para o PT





O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, comentou a deflagração da nona fase da operação Lava Jato da Polícia Federal, que levou à intimação do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto. Leia abaixo a fala do senador.

“As denúncias tornadas públicas hoje do depoimento de um ex-dirigente da Petrobras são estarrecedoras. Mais de US$ 200 milhões, segundo ele, foram desviados ao longo dos últimos anos da nossa maior empresa para o Partido dos Trabalhadores. Durante a campanha eleitoral, eu várias vezes cobrava, inclusive da candidata Dilma Rousseff, uma posição sobre se ela confiava ou não no tesoureiro do seu partido, hoje, denunciado por este dirigente da Petrobras como o receptor de parte deste recurso desviado. Nada como o tempo para trazer luz à verdade.

É absolutamente fundamental que as investigações continuem ocorrendo e os responsáveis pelo maior escândalo de corrupção da nossa história sejam punidos exemplarmente. E nós da oposição estamos e estaremos atentos para que não haja qualquer manobra que desvie o centro desta questão. É preciso que saibamos, de forma muito clara, quem foram os responsáveis por estes desvios, quem foram aqueles responsáveis por suas indicações e, em especial, quem foram os beneficiários desse esquema. É triste para o Brasil. Estamos absolutamente atentos para que no Congresso Nacional, através da CPI na Câmara, possamos avançar nessas investigações

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Aécio " Falar a verdade não faz bem a ninguém nesse governo"


Aécio " Falar a verdade não faz bem a ninguém nesse governo"



https://www.facebook.com/video.php?v=955826397795575&set=vb.411754008869486&type=2&theater


O curioso na saída de Graça Foster da presidência da Petrobras é que depois de mais de um ano fazendo de tudo para proteger a presidente da República, sua amiga Dilma Rousseff, a presidente Graça Foster resolveu falar a verdade e, há poucos dias, admitiu no balanço da empresa, uma perda de ativos de mais de R$88 bilhões. 

No mesmo momento, admitiu um prejuízo de mais de R$2,5 bilhões pelo início das obras feitas irresponsavelmente nas refinarias do Ceará e do Maranhão. Falar a verdade não faz bem a ninguém neste governo - Aécio Neves

Postado por Carlos Guimaraes de Matos Jr. às 00:05  Links para esta postagem
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Marcadores: Aécio Neves


sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Governo do PT em Minas, 30 dias de puro desacertos



Há 30 dias começou o governo do PT em Minas.

Nesse período, o governo foi na contramão do país: inchou a máquina pública aumentando em 25% o número de secretarias e, depois de suspender o reajuste dos servidores, o governo anunciou aumento de 40% nos salários do governador e dos secretários.

Junto com isso, o governo introduziu outra coisa ruim: a mentira.

Todo o Brasil enfrenta hoje uma grave crise de energia e de água.

A de energia causada pelas trapalhadas e politicagem do governo federal. A presidente anunciou que ia baixar a conta de luz, logo depois a conta voltou a subir e, agora, teremos uma tarifação de mais de 30% de aumento na conta de luz.

No caso da água, outra irresponsabilidade do governo federal.

Em 2010, a presidente Dilma prometeu que ia diminuir os impostos das empresas de saneamento. (imagem do vídeo dela prometendo ou de jornal)

Folha


http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/po1810201012.htm

Site Compesa

http://www.compesa.com.br/noticias/crise-por-agua-pode-ser-atenuada-com-desoneracao-do-piscofins

Site EBC

http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/noticia/2010-10-17/dilma-garante-isencao-de-piscofins-para-setores-de-saneamento-energia-e-transportes

Tribuna do Ceará

http://tribunadoceara.uol.com.br/noticias/politica/dilma-promete-zerar-pis-e-cofins-para-saneamento/

Mas essa foi uma das promessas que ela não cumpriu.

Se ela tivesse cumprido, as empresas de todos os estados, como a Copasa em Minas, teriam tido muito mais recurso pra investir. (notícia do Trata Brasil sobre impostos)

Mas apesar da omissão do governo federal, nos últimos anos, a Copasa em Minas fez m trabalho exemplar. Veja:

Nos últimos anos a Copasa investiu R$ 8,5 milhões na ampliação e melhoria dos serviços.

Em 2003, eram 34 Estações de Tratamento de Esgoto em todo o Estado. Em 2014 são 160.

Outras 60 ETEs estão em construção.

Como resultado desse trabalho a Copasa se transformou em exemplo para todo o pais. (relação dos prêmios de preferencia com imagem do diploma ou noticia de jornal)

Qualidade é sinônimo de prêmios

http://www.copasa.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=666&sid=261&tpl=printerview

Copasa é Platina pela sua eficiência de gestão



http://www.copasa.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=2245&sid=129&tpl=section_only

Diretorias de Operação são Diamante

http://www.copasa.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=2638&sid=129&tpl=section_only

(2009)

Serviços da Copasa conquistam prêmios nacionais de excelência

http://www.iof.mg.gov.br/index.php?/acao-do-governo/acao-do-governo-arquivo/Servicos-da-Copasa-conquistam-premios-nacionais-de-excelencia.html


Enquanto a Copasa e o Governo de Minas trabalhava, o PT fazia de tudo para atrapalhara e impedir a ampliação dos serviços. (colocar imagens noticias)

http://www.sindaguamg.com.br/ppp.htmhttp://www.rogeriocorreia.com.br/noticia/audiencia-publica-debate-ppp-para-explorar-o-sistema-rio-manso-apresentado-pela-copasa/

Agora, o novo governo do PT em Minas, esta mentindo pra você. Para fazer política menor, quer destruir o trabalho feito com seriedade durante todos esses anos.

Minas não merece isso.

Está na hora de o novo governo parar de falar mal do governo passado e começar a governar.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Governo do PT em Minas, 30 dias de puro desacertos


Governo do PT em Minas, 30 dias de puro desacertos



Há 30 dias começou o governo do PT em Minas.

Nesse período, o governo foi na contramão do país: inchou a máquina pública aumentando em 25% o número de secretarias e, depois de suspender o reajuste dos servidores, o governo anunciou aumento de 40% nos salários do governador e dos secretários.

Junto com isso, o governo introduziu outra coisa ruim: a mentira.

Todo o Brasil enfrenta hoje uma grave crise de energia e de água.

A de energia causada pelas trapalhadas e politicagem do governo federal. A presidente anunciou que ia baixar a conta de luz, logo depois a conta voltou a subir e, agora, teremos uma tarifação de mais de 30% de aumento na conta de luz.

No caso da água, outra irresponsabilidade do governo federal.

Em 2010, a presidente Dilma prometeu que ia diminuir os impostos das empresas de saneamento. (imagem do vídeo dela prometendo ou de jornal)

Folha


http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/po1810201012.htm

Site Compesa

http://www.compesa.com.br/noticias/crise-por-agua-pode-ser-atenuada-com-desoneracao-do-piscofins

Site EBC

http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/noticia/2010-10-17/dilma-garante-isencao-de-piscofins-para-setores-de-saneamento-energia-e-transportes

Tribuna do Ceará

http://tribunadoceara.uol.com.br/noticias/politica/dilma-promete-zerar-pis-e-cofins-para-saneamento/

Mas essa foi uma das promessas que ela não cumpriu.

Se ela tivesse cumprido, as empresas de todos os estados, como a Copasa em Minas, teriam tido muito mais recurso pra investir. (notícia do Trata Brasil sobre impostos)

Mas apesar da omissão do governo federal, nos últimos anos, a Copasa em Minas fez m trabalho exemplar. Veja:

Nos últimos anos a Copasa investiu R$ 8,5 milhões na ampliação e melhoria dos serviços.

Em 2003, eram 34 Estações de Tratamento de Esgoto em todo o Estado. Em 2014 são 160.

Outras 60 ETEs estão em construção.

Como resultado desse trabalho a Copasa se transformou em exemplo para todo o pais. (relação dos prêmios de preferencia com imagem do diploma ou noticia de jornal)

Qualidade é sinônimo de prêmios

http://www.copasa.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=666&sid=261&tpl=printerview

Copasa é Platina pela sua eficiência de gestão



http://www.copasa.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=2245&sid=129&tpl=section_only

Diretorias de Operação são Diamante

http://www.copasa.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=2638&sid=129&tpl=section_only

(2009)

Serviços da Copasa conquistam prêmios nacionais de excelência

http://www.iof.mg.gov.br/index.php?/acao-do-governo/acao-do-governo-arquivo/Servicos-da-Copasa-conquistam-premios-nacionais-de-excelencia.html


Enquanto a Copasa e o Governo de Minas trabalhava, o PT fazia de tudo para atrapalhara e impedir a ampliação dos serviços. (colocar imagens noticias)

http://www.sindaguamg.com.br/ppp.htmhttp://www.rogeriocorreia.com.br/noticia/audiencia-publica-debate-ppp-para-explorar-o-sistema-rio-manso-apresentado-pela-copasa/

Agora, o novo governo do PT em Minas, esta mentindo pra você. Para fazer política menor, quer destruir o trabalho feito com seriedade durante todos esses anos.

Minas não merece isso.

Está na hora de o novo governo parar de falar mal do governo passado e começar a governar.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Aécio : Dilma promoveu um " Impostaço"


Aécio : Dilma promoveu um " Impostaço"



Aécio vê 'falha' do Planalto
Senador critica Dilma por não admitir gravidade da situação econômica do país e põe a culpa no governo. Em artigo, PSDB afirma que a presidente promove 'impostaço


No vídeo postado em seu perfil no Facebook, Aécio acusa Dilma de mentir para os basileiros
São Paulo – Na semana em que o governo federal anunciou a elevação de impostos como parte do ajuste fiscal para este ano, o candidato da oposição na última eleição, senador Aécio Neves (PSDB-MG), acusou a presidente Dilma Rousseff de ser irresponsável ao não admitir antes a gravidade da situação do país, em vídeo postado no Facebook, ontem. “Faltou à então candidata Dilma Rousseff a responsabilidade para admitir a gravidade da crise econômica, a gravidade da crise do setor elétrico, para tomar as medidas necessárias para minimizar seus efeitos”, disse Aécio, que acusou a petista de mentir aos brasileiros durante a campanha.


Aécio diz que oposição vai se mobilizar contra 'estelionato' do governo Na opinião de Aécio, a presidente Dilma, ao adotar medidas amargas para tentar solucionar a crise, não deixa claro aos brasileiros que a situação é culpa de seu governo. “Falta coragem à presidente da República para, olhando nos olhos dos brasileiros, dizer que as medidas que estão sendo tomadas são consequências dos inúmeros equívocos de seu governo”, criticou o tucano.

O senador ressaltou ainda que o aumento de impostos renderá cerca de R$ 20 bilhões anuais aos cofres públicos. Durante o período eleitoral, a campanha de Dilma Rousseff dizia que Aécio, caso vencesse as eleições, tomaria “medidas impopulares”. Dilma ressaltou várias vezes seu compromisso com o emprego, a renda e os direitos trabalhistas.

Também ontem, o PSDB, presidido por Aécio, divulgou um artigo em que critica as recentes decisões tomadas pelo governo Dilma. O texto afirma que a presidente promove um “impostaço” e não poupa sequer o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, de cutucadas. “Não passa um dia sem que mais uma maldade salte do saco nefasto que Dilma Rousseff traz nas costas desde que foi reeleita. Ontem (segunda-feira), foi a vez do veto ao reajuste da tabela do Imposto de Renda, aumentando ainda mais a carga de tributos cobrada dos contribuintes. A presidente promove um ‘impostaço’ como há muito não se via”, diz o artigo do Instituto Teotônio Vilela (ITV), órgão de estudos e análises do partido.

Intitulado “O ‘impostaço’ diabólico de Dilma e Levy”, a análise sustenta que, para endireitar a economia que ela mesma “desvirtuou”, a presidente opta agora pela trilha do ajuste recessivo, penalizando os cidadãos, prejudicando os trabalhadores e esfriando ainda mais a já “anêmica” atividade produtiva no país. “Nada de uma reformulação estrutural no sistema tributário que aliviasse a carga de quem ganha menos e incentivasse a produção. Nada, também, de medidas de racionalização dos gastos, de diminuição da máquina pública, de uma reforma agrária no imenso latifúndio improdutivo que é seu paquidérmico ministério de 39 pastas”, afirma o partido no artigo.

O texto diz que a presidente se recolhe enquanto as maldades “saltam aos borbotões”. Cita o fato de que, há um mês, Dilma não dá entrevistas à imprensa, deixando para Joaquim Levy a função de porta-voz das más notícias. E questiona se é Dilma ou o ministro da Fazenda quem manda no País no momento. Em seguida, contudo, finaliza com uma resposta crítica a Dilma e a Levy. “Ambos, porém, mostram-se dispostos a fazer o diabo da vida dos brasileiro.”



Fonte : Estado de Minas

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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Aécio : " Aonde está a presidente? - Herança maldita assusta o país"


Aécio : " Aonde está a presidente? - Herança maldita assusta o país"

'Herança maldita' assusta o país, diz Aécio em texto

Em um texto intitulado "Onde está a presidente?", o tucano diz que faltam à presidente Dilma "responsabilidade e coragem" para assumir as medidas impopulares que vem sendo adotadas pelo governo


'Herança maldita' assusta o país, diz Aécio em texto com críticas a Dilma

FOLHAPRESS

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) divulgou na noite desta segunda-feira (19) uma nota com duras críticas à presidente Dilma Rousseff. Em um texto intitulado "Onde está a presidente?", o tucano diz que o "tamanho da herança maldita" deixada pelo primeiro mandato da petista assusta o país e que, neste momento, faltam à ela "responsabilidade e coragem" para assumir as medidas impopulares que vem sendo adotadas pelo governo.

Aécio, derrotado por Dilma na última eleição presidencial, relaciona "apagão, racionamento de energia, aumento de impostos e cortes de direitos trabalhistas" como resultados de erros da primeira administração da presidente reeleita e diz que a população foi enganada por ela durante a campanha.

"Os erros do governo do PT não podem mais ser 'escondidos embaixo do tapete' e a conta de todos esses erros será, injustamente, paga pela população", diz o senador. O tucano afirma que "focada apenas em vencer as eleições", Dilma "adiou medidas necessárias" e que por isso, o quadro se agravou.

"Hoje, falta à presidente coragem para olhar nos olhos dos brasileiros e reconhecer que está fazendo tudo o que se comprometeu a não fazer", critica. Aécio diz ainda que a presidente tem se omitido "no momento do anúncio de medidas que afetarão gravemente a vida do nosso povo" e que, com isso, parece querer "terceirizar responsabilidades que são essencialmente dela".

Nesta segunda, o ministro da Fazenda Joaquim Levy deu publicidade a uma série de medidas de ajuste fiscal, entre elas aumento de impostos e do preço da gasolina.
"A pergunta que milhões de brasileiros se fazem hoje é : Onde está a presidente?", diz o tucano no fim do texto.

Fonte : Jornal O TEMPO


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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Redemocratização do Brasil : Uma ação de Tancredo Neves e vivida por Aécio.


Redemocratização do Brasil : Uma ação de Tancredo Neves e vivida por Aécio.

Redemocratização completa 30 anos


Em 15 de janeiro de 1985, o Colégio Eleitoral elegeu o primeiro civil para a presidência após 21 anos

São Paulo. O senador Aécio Neves (PSDB-MG) tinha 25 anos e era o secretário particular de Tancredo Neves, seu avô, quando foi eleito presidente. Os dois moravam juntos em Brasília. Aécio se considera um espectador privilegiado daquele momento histórico.

“O mais marcante para mim foi o esforço que Tancredo fez para buscar a legitimação popular para o processo. Vimos uma eleição indireta com manifestações populares que reuniam centenas de milhares de pessoas pelo Brasil inteiro”, relembra o senador.

Aécio conta ainda que, mesmo vitorioso, Tancredo tinha receio de uma reviravolta. “Ele fez um esforço enorme andando pelo País, para impedir qualquer manobra radical”, conta.



Tancredo Neves discursa logo após ser eleito pelo Colégio Eleitoral


São Paulo. No Congresso Nacional, às 12h25 do dia 15 de janeiro de 1985, quando foi anunciado o resultado da eleição indireta para a Presidência da República, a multidão reunida na Esplanada dos Ministérios festejou. Celebrava-se a eleição de Tancredo Neves e, mais do que isso, o fim do ciclo dos governos militares. Após 21 anos, a escolha de um civil para o cargo, mesmo que por meio de eleições indiretas, significava a retomada da supremacia civil nos destinos da República.

Às vésperas do aniversário de 30 anos daquela festa, que ocorre na quinta-feira, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), diz que ela marcou o “reencontro do Brasil com a democracia”. Ainda segundo o senador, que na época tinha 25 anos e era secretário particular de Tancredo, seu avô, foi o momento culminante da “mais bem-sucedida construção política da história contemporânea”.

A candidatura de Tancredo começou a ser tecida após a derrota no Congresso, no dia 24 de abril de 1984, da emenda do deputado Dante de Oliveira (PMDB-GO) que propunha eleições diretas. Político experiente, conhecido sobretudo pela sua capacidade de conciliação, o então governador de Minas iria enfrentar no Colégio Eleitoral o ex-governador de São Paulo e deputado federal Paulo Maluf, do PDS, sigla que dava sustentação política ao regime.

Mesmo sem o apoio de parte da oposição, incluindo o PT e setores do PMDB, Tancredo costurou uma ampla aliança. Foi decisivo o surgimento de uma dissidência no PDS, capitaneada pelos ex-governadores José Sarney, do Maranhão, e Aureliano Chaves, de Minas.

Em troca desse apoio, Sarney foi escolhido para o cargo de vice. Tancredo teve 480 votos, contra 180 dados a Maluf, que saiu do plenário sob gritos de “fora corrupto”.

O mineiro não assumiria, no entanto, a Presidência. Internado na véspera da posse para uma cirurgia, nunca se recuperou. Morreu no dia 21 de abril. No dia da votação, atendendo a orientação do partido, a bancada do PT se ausentou. Três deputados, porém, ficaram e votaram em Tancredo. Mais tarde, ameaçados de expulsão, pediram o desligamento do PT. Um deles, o advogado Airton Soares, diz que apoiou Tancredo porque ele tinha força para negociar a saída para a democracia. “Colaborei, com meu voto, para que essa negociação fosse possível”.



Fonte O Tempo : http://www.otempo.com.br/a%C3%A9cio-foi-espectador-privilegiado-1.972251
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