O título do Blog já traduz a nossa busca. Liberdade e Transparencia,valores tão escassos em nosso país.Um país que justifica o roubo, a mentira, a corrupção, o desmatamento, o assistencialismo,a miseria, em prol de um grupo que se considera dono do poder.
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quarta-feira, 26 de julho de 2017
O Senador Aécio Neves anuncia liberação de R$ 20 milhões do Governo Federal para Santa Casa de Belo Horizonte.
O senador Aécio Neves anunciou, nesta quarta-feira, em Brasília, a decisão do governo federal de liberar de forma emergencial R$ 20 milhões para socorrer a Santa Casa BH, que vive uma grave crise financeira após meses sem receber recursos do governo do Estado.
“Conversei com o presidente Michel Temer e o ministro da Saúde sobre a gravidade da crise na Santa Casa de Belo Horizonte. Acertamos que o governo federal, a nosso pedido e a pedido da bancada federal, feito através do deputado Fábio Ramalho e de vários outros mineiros aqui que apoiam o governo Temer, a liberação de recursos na ordem de R$ 20 milhões.
Segundo me disse o provedor da Santa Casa, o ex-deputado Saulo Coelho, isso permitirá a retomada de determinadas ações que estavam sendo paralisadas e, obviamente, uma sobrevida à Santa Casa”, afirmou o senador Aécio Neves.
A Santa Casa BH é o maior hospital público do Estado e atende pacientes de várias cidades mineiras. Sem aporte de recursos do governo estadual há vários meses, o hospital enfrenta uma grave crise financeira que já resultou no fechamento de 450 leitos.
“Ela tem um débito enorme, o governo do Estado já há vários meses não paga a sua parte, isso faz com que vários serviços da Santa Casa estejam sendo paralisados e até a perspectiva de umas férias coletivas para uma boa parte de corpo de funcionários”, disse Aécio.
A gravidade da situação financeira da Santa Casa BH foi discutida com deputados estaduais de Minas no gabinete do senador Aécio Neves. Presente no encontro, o deputado Gustavo Valadares (PSDB) afirmou que a atuação do senador Aécio Neves foi essencial para a liberação do recurso emergencial para o hospital.
“O senador Aécio, por conta da relação que tem com o governo federal e com o ministério da Saúde, liberou R$ 20 milhões para salvar a Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte, um dos principais hospitais que atende não apenas os belo-horizontinos, mas todo o povo de Minas Gerais. Aquilo que era obrigação do governo do Estado fazer, ele não faz. Foi o senador Aécio quem liderou esse movimento para agora levantar R$ 20 milhões para salvar, mesmo que temporariamente, a Santa Casa de Belo Horizonte”, destacou Valadares.
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quarta-feira, 30 de março de 2016
Senador Aécio Neves: "A saída do PMDB do governo fecha o caixão da gestão petista"
Aécio : " A saída do PMDB do governo fecha o caixão da gestão petista"

Aécio diz que saída do PMDB 'fecha caixão' do governo; mostra disposição a colaborar com Temer
Reuters
BRASÍLIA (Reuters) - O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse nesta terça-feira que o desembarque do PMDB do governo da presidente Dilma Rousseff fecha o caixão da gestão da petista, e afirmou que os tucanos estão dispostos a colaborar em um eventual governo liderado pelo vice-presidente Michel Temer.
Dilma é alvo de um pedido de abertura de processo de impeachment que tramita em comissão especial na Câmara dos Deputados, e o rompimento do PMDB com o governo, que deve ser oficializado nesta terça, complica as chances de o governo ter os votos necessários para barrar o impedimento.
"O governo Dilma acabou. A saída do PMDB fecha a tampa de um caixão de um governo moribundo que não tem mais condições mínimas para sinalizar o que todos nós queremos, a retomada do crescimento, a geração de empregos, a melhoria dos indicadores sociais", disse o tucano em entrevista a correspondentes estrangeiros.
“A saída do PMDB levará com ele outras forças partidárias que ainda sustentavam o governo", acrescentou.
Aécio disse ter se reunido com Temer e oferecido ao vice, que também preside o PMDB, apoio em um governo de transição, que assumiria o país em caso de impeachment de Dilma. O tucano garantiu que não condicionou o apoio a cargos, alegando que ocupar ministérios em um eventual governo Temer "não é prioridade para o PSDB".
"A nossa primeira aliança deve ser em torno de um programa mínimo e emergencial", disse. "Nós estaremos dispostos a construir um ambiente adequado para que essa agenda emergencial possa ser colocada em curso."
O PMDB reunirá nesta tarde seu diretório nacional e deve decidir por aclamação pelo rompimento do partido, o maior da base aliada, com o governo da presidente Dilma Rousseff.
(Reportagem de Anthony Boadle)
Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/brasil/aecio-diz-que-saida-do-pmdb-fecha-caixao-do-governo-mostra-disposicao-colaborar-com-temer-18975193.html#ixzz44OmIDuws
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
Aécio Neves presidente nacional do PSDB: "Entre o Brasil e o PT, a presidente mais uma vez escolheu o PT"
Aécio : "Entre o Brasil e o PT, a presidente escolheu mais uma vez o PT"

Aécio Neves - Folha de São Paulo
Entre o Brasil e o PT
Semana passada, antes de completar um ano de seu segundo mandato, a presidente Dilma Rousseff trocou seu ministro da Fazenda, Joaquim Levy, pelo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa. Não se pode dizer que houve surpresa na escolha.
O ministro Levy assumiu a pasta com a missão de fazer o ajuste fiscal necessário e aprovar uma agenda de reformas estruturais para a superação da crise econômica e a retomada do crescimento do país. O erro foi ter acreditado que a presidente Dilma -a mesma que na campanha eleitoral negava a necessidade de ajustes e afirmava que tudo estava bem- havia mudado.
Não mudou. A presidente Dilma é a mesma superministra do segundo governo Lula, a mesma presidente economista que nos legou uma grave recessão, com inflação alta, e quase quebrou duas das principais estatais brasileiras: a Petrobras e a Eletrobras.
O novo ministro da Fazenda não é alguém que chega agora ao governo do PT. Assumiu diversos cargos importantes na gestão do ex-ministro Mantega e foi um dos principais arquitetos da "Nova Matriz Econômica", a pior experiência de política econômica desde a década de 1970.
A questão em aberto é se o "novo" ministro, o mesmo que defendeu as "pedaladas fiscais" e que conta com a simpatia do PT, terá condições de encaminhar alguma agenda das reformas necessárias.
Das duas uma: ou agrada ao PT e agrava a crise econômica ou tenta implementar a agenda do antecessor que sai e que não teve apoio do partido, nem de Lula e da presidente Dilma.
Em princípio, a presença de Barbosa à frente da Fazenda é uma escolha também partidária e não apenas uma mudança na economia, porque atende a pressões de parte do petismo ao seu próprio governo.
Enquanto isso, o Brasil real fica em compasso de espera. Continuamos em uma situação de grave desequilíbrio fiscal, recessão profunda, inflação elevada, queda do investimento, aumento do desemprego e redução dos salários reais.
Analistas independentes mostram que a trajetória de crescimento da dívida pública do Brasil já é insustentável, mas muitos alimentam a esperança de que o governo Dilma se curve ao bom senso e adote as medidas necessárias para correção dos graves desequilíbrios.
A falta de rumo da economia decorre da má gestão do governo e das ideias arcaicas de quem ainda acredita que uma crise econômica se combate com aumento do gasto público, desequilíbrio fiscal e intervenções do Estado.
Por enquanto, com ou sem mudanças na equipe econômica, não existem razões para otimismo. Entre o Brasil e o PT, a presidente escolheu mais uma vez o PT. E como geralmente ocorre, quando o PT vence, quem perde é o Brasil.
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
Aécio espera rapidez do STF na decisão do impeachment
Aécio espera rapidez do STF na decisão do impeachment

O Senador afirmou que, se houver o recesso do Judiciário, haverá "uma incompreensão grande por parte da sociedade brasileira"
Presidente nacional do PSDB, o senador Aécio Neves (MG) disse nesta segunda-feira (10) esperar que o Supremo Tribunal Federal (STF) se manifeste sobre o rito do impeachment até o início da próxima semana, de modo que a Câmara possa retomar os procedimentos para eleição da comissão que vai analisar a questão.
O tucano demonstrou preocupação com o recesso do Judiciário, que começa oficialmente no dia 20 de dezembro, embora o STF tenha anunciado a última sessão do ano para o dia 18. “Não me parece adequado que o Supremo entre em recesso sem que o Congresso resgate seu poder de conduzir o processo. Se isso ocorrer, acho que, aí sim, haverá uma incompreensão grande por parte da sociedade brasileira.”George Gianni/ PSDB -
Aécio prometeu acionar nesta sexta-feira a Procuradoria-Geral da República sobre impeachment
Aécio disse ainda que a decisão do ministro Edson Fachin será “bem-vinda” se ajudar a esclarecer o rito do processo que pode culminar no impedimento da presidente Dilma Rousseff, "mas não deve ultrapassar esse limite".
“A meu ver, adentrar em atribuições que são do Poder Legislativo ou legislar em vácuos que podem existir no regimento em relação à questão do impeachment pode agravar essa crise. Portanto, nossa expectativa é que a decisão do ministro Fachin possa dar celeridade ao procedimento e não criar um novo e desnecessário impasse”, afirmou.
O presidente do PSDB propôs ao presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), a autoconvocação, a partir de meados de janeiro, de modo que os parlamentares trabalhem no recesso legislativo, com a anuência dos líderes e presidentes das duas Casas. "Assim, seria concedida breve interrupção para as comemorações de Natal e Ano Novo e os parlamentares voltariam a se reunir por volta do dia 12 de janeiro." De acordo com o senador, “não faz sentido atravessarmos todo o período de recesso com esse impasse”.
Ainda sobre o processo de impeachment, Aécio Neves prometeu acionar nesta sexta-feira (11) a Procuradoria-Geral da República (PGR), a fim de pedir que a PGR observe se a presidente está fazendo uso da estrutura presidencial em sua defesa.
“Utilizar o convescote dos chamados juristas e também os inúmeros eventos oficiais financiados pela estrutura do Estado para se defender dessas acusações é mais uma incorreção da presidente da República. Vamos solicitar que a procuradoria se manifeste para informá-la que o Palácio do Planalto, a sede do governo brasileiro, deve ser utilizada para questões do Estado e não para questões que se referem pessoalmente à presidente da República.”
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
Aécio Neves: "O Governo Dilma fez um estrago considerável nas contas públicas"
Aécio : "O Governo Dilma fez um estrago considerável nas contas públicas"
MADE IN BRASIL
por Aécio Neves - Folha de São Paulo
A notícia é catastrófica e triste. Assusta pelo tamanho e profundidade, e entristece pelos danos causados à sociedade e pela ineficácia das propostas apresentadas pelo governo para superá-la.
Nunca em nossa história republicana ostentamos tantos índices ruins. O tamanho do rombo na economia é proporcional ao desgoverno em ação. Com rara originalidade e exemplar mediocridade, o primeiro governo da presidente Dilma fez um estrago considerável nas contas publicas. Agora não adianta chorar o leite derramado, alegar desconhecimento prévio das dificuldades e impor ao país uma cota de sacrifícios que está levando a nossa economia à bancarrota.
É preciso consertar o mal feito. Mas alguém acredita que sairá alguma solução eficaz deste emaranhado de ideias frouxas e reencarnações assustadoras, como a tentativa de recriação da CPMF? Neste filme de horror, as vítimas são as mesmas: os trabalhadores perdem os seus empregos, as famílias pobres perdem os seus benefícios, os segmentos de classe média perdem as duras conquistas advindas desde a redemocratização do país.
Não adianta culpar o mundo. Quem não cresce é o Brasil, que ostenta um dos piores desempenhos entre os emergentes. A crise é 100% nacional, criada e alimentada no Brasil, com insumos preparados nos laboratórios petistas. O governo não apenas demorou a enxergar a crise, como postergou as medidas de correção e perdeu importantes oportunidades possíveis de reorientar o país para o crescimento.
Foi um desastre e tanto, agravado pelas revelações de um esquema de corrupção sem similar em magnitude no mundo, arquitetado para enriquecer alguns e sustentar um projeto longevo de poder. O resultado de tal combinação é trágico. Nos últimos meses, milhares de trabalhadores perderam seus empregos formais. Entre os jovens até 24 anos, a perspectiva é de um dramático crescimento no número de desempregados nos próximos seis meses. A inadimplência cresceu, o consumo caiu, o brasileiro ficou mais pobre.
Nos tempos de bonança, o país não cuidou dos problemas estruturais e das reformas indispensáveis. O retrato é este: indústrias paralisadas, carga tributária excessiva, inflação crescente, juros na estratosfera e desconfiança generalizada dos agentes econômicos.
O país quer e precisa olhar para o futuro. Voltar a sonhar. Antes, porém, precisamos dos olhos bem abertos e de toda a nossa energia e coragem para denunciar as mentiras que ajudaram a erguer a falácia do governo que finge nos governar. A solução para as diversas crises que enfrentamos terá que ter necessariamente como matéria prima a verdade
terça-feira, 16 de junho de 2015
Aécio Neves líder da oposição liderará visitas ao TCU no julgamento de contas de Dilma
Aécio liderará visitas ao TCU no julgamento de contas de Dilma

Aécio liderará visita ao TCU para tratar do julgamento das contas do governo
O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), afirmou nesta segunda-feira, 15, que lideranças da oposição vão visitar o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU)
O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), afirmou nesta segunda-feira, 15, que lideranças da oposição vão visitar o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Aroldo Cedraz, para reiterar a confiança numa decisão técnica da Corte no julgamento das contas de governo da presidente Dilma Rousseff. A visita ocorrerá amanhã, dia 16, no final da manhã, véspera do julgamento previsto pelo TCU.
Mesmo tomando decisão semelhante – a de visitar um integrante do tribunal -, o tucano criticou duramente a presença quase diária de ministros do governo, como o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, ao TCU. Aécio classificou a iniciativa de membros do Executivo como “algo absolutamente inédito e inaceitável”. Para ele, é uma tentativa de influenciar a decisão dos membros do tribunal.
Para Aécio, a visita buscará garantir que o tribunal não vai se influenciar diante de “qualquer tipo de pressão e chantagem” ocorridas nos últimos dias, segundo ele.
“Temos enorme respeito pelo TCU, que é composto por homens e mulheres altamente preparados. Temos absoluta convicção de que a decisão do Tribunal de Contas será técnica. E, se a decisão for técnica, obviamente – por todas as informações já divulgadas, que inclusive levaram ao estabelecimento, à entrada de uma ação criminal junto à PGR (Procuradoria-Geral da República) – deverá ser pela rejeição das contas”, disse o presidente do PSDB, em entrevista coletiva.
Para o tucano, houve uma “burla” à Lei de Responsabilidade Fiscal pelo governo Dilma durante o ano passado nas chamadas “pedaladas fiscais”. Ele disse que o relator do processo, ministro Augusto Nardes, já sinalizou ter havido o erro. “Falta agora a votação do Pleno daquele Tribunal”, disse.
http://www.ultimoinstante.com.br/ultimas-noticias/politica/aecio-liderara-visita-ao-tcu-para-tratar-do-julgamento-das-contas-do-governo/87742/#axzz3dAw3dDHD
quarta-feira, 13 de maio de 2015
Aécio Neves presidente do PSDB : "Justificativas para impeachment estão próximas da comprovação"
Aécio : " Justificativas para impeachment estão próximas da comprovação"

Justificativas para impeachment estão próximas da comprovação, diz Aécio
Justificativas para impeachment estão próximas da comprovação
Declaração foi feita pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG) em entrevista antes de evento em homenagem ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em Nova York
As denúncias que justificariam o impeachment da presidente Dilma Rousseff estão cada vez mais próximas de serem comprovadas, afirmou o senador Aécio Neves (PSDB-MG) em entrevista antes de evento em homenagem ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em Nova York, nos EUA.
Segundo ele, há indícios muito fortes contra Dilma. "As denúncias que surgem em relação à Lava Jato, inclusive na última semana, mostram que houve dinheiro de propina para a campanha presidencial. E isso é extremamente grave", disse Aécio.
O senador afirmou que o PSDB investiga todas as denúncias contra a presidente, "seja pela utilização de recursos de propina para campanha eleitoral, sejam as chamadas pedaladas fiscais ou a utilização de empresas públicas com fins eleitorais".
Por causa da divisão entre os tucanos, Aécio adiou, na semana passada, para o final de maio a decisão sobre o pedido de investigações contra a presidente. Não há consenso dentro do PSDB, nem em outros partidos da oposição, sobre a apresentação do pedido de impeachment neste momento.
A reunião com presidentes e líderes de partidos da oposição, em que o grupo prometeu tomar uma decisão formal sobre o impeachment, está marcada para o dia 20.
O governador Geraldo Alckmin também compareceu ao evento em Nova York. A jornalistas, disse que o Brasil é maior que a crise. "Ela é passageira, conjuntural, fruto de escolhas erradas", afirmou.
Alckmin elogiou FHC, escolhido a "Pessoa do Ano" pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, a quem chamou de "precursor na construção da responsabilidade fiscal."
"O Fernando Henrique nunca flertou com o populismo, foi importante na questão da responsabilidade fiscal", afirmou. "O tempo está mostrando que o modelo de governar social democrata do PSDB é totalmente diferente do PT."
http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/justificativas-para-impeachment-est%C3%A3o-pr%C3%B3ximas-da-comprova%C3%A7%C3%A3o-1.1037931
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Aécio Neves líder da oposição alerta para a conta amarga que os brasileiros estão pagando
Aécio alerta para a conta amarga que os brasileiros estão pagando

Na contramão da economia global, que crescerá 3,5% este ano, o Brasil está no pequeno grupo de 16 entre 189 países que caminham para a recessão, segundo o FMI.
O PIB encolheu, o salário real teve a sua maior queda desde 2004, segundo o IBGE, e o desemprego encosta nos 8%, pelos dados da PNAD. A inflação acelerou, superando 8% em doze meses e em apenas quatro meses deste ano já superou 4,5%, a meta oficial para o ano.
Diante de tamanha deterioração, o governo promove uma das mais chocantes mutações já registradas em nossa história contemporânea, adotando uma política de arrocho que contraria tudo o que sempre pregou e havia prometido em campanha. A receita é rudimentar e injusta: aumento de tributos, elevação das tarifas públicas e corte de benefícios trabalhistas como o seguro-desemprego e o abono salarial.
Ao se recusar a fazer as reformas que o país demanda, ao inventar uma nova matriz econômica que desorganizou as contas públicas e ao impor uma política de crescimento baseada quase que estritamente no consumo, o governo colocou em risco inúmeras conquistas brasileiras. E, agora, chama a sociedade para pagar a conta de suas escolhas erradas.
Encorajado a consumir e se endividar, o cidadão caiu em uma cilada. Nada menos que 55,6 milhões de brasileiros estão sem condições de arcar com suas dívidas e os juros continuam subindo. Em conjunto, esta dívida chega a R$ 235 bilhões. O brasileiro está mais pobre, mais pessimista e se sentindo mais desprotegido.
A tendência é que este quadro se agrave, com a alta do desemprego. As famílias fazem o que podem –cortam despesas, criam alternativas como as compras em grupo no atacado e começam a sacar sua poupança.
Na contramão da população, o governo é incapaz de fazer qualquer gesto de alguma responsabilidade, como, por exemplo, reduzir a paquidérmica estrutura de estado - ministérios em profusão e milhares de cargos que servem exclusivamente à garantia de apoio da sua base congressual, como assistimos agora nas votações do chamado ajuste fiscal.
O que ainda esperar do petismo? O pacote de maldades parece que está só no começo. Os investimentos sociais já desabaram e mesmo na área onde brilha o slogan "Pátria Educadora" o dinheiro secou, como é o caso do Fies.
E a emoldurar tudo isso temos uma presidente que não consegue se manifestar sequer em cadeias de rádio e TV e que demonstra receio em participar de eventos públicos, como agora, quando cancelou a agenda no Rio para comemorar os 70 anos da vitória dos aliados.
E são apenas cinco meses de governo.
Aécio Neves Folha de São Paulo
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
Entrevista Veja : Aécio Neves líder da oposição : "Pela primeira vez temos uma oposição conectada com a realidade"
Entrevista Veja : Aécio : "Pela primeira vez temos uma oposição conectada com a realidade"


'Pela primeira vez temos uma oposição conectada com a realidade', diz Aécio
http://veja.abril.com.br/multimidia/video/pela-primeira-vez-temos-uma-oposicao-conectada-com-a-realidade-diz-aecio?utm_source=redesabril_veja&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_veja&utm_content=feed&
O senador e presidente nacional do PSDB garantiu que em 2015 a "oposição chega revigorada e com representação contundente". "Será a oposição que mostrou força durante a discussão da LDO." Quanto as sabatinas no Senado, a bancada deve assumir um tom mais duro. Aécio admitiu ainda que houve uma espécie de acordo entre oposição e situação para chancelar o nome de Vital do Rêgo para o Tribunal de Contas da União. Ou seria Vital ou um petista.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Aécio : "Base aliada concede anistia para Dilma por crime fiscal"
Aécio : "Base aliada concede anistia para Dilma por crime fiscal"


O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), lamentou nesta terça-feira (09/12) a aprovação do PLN 36, projeto que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na prática livra a presidente Dilma Rousseff de cumprir a meta fiscal de 2014.
Em entrevista, Aécio Neves disse que a mudança, aprovada depois de o governo já ter realizado gastos acima dos autorizados, concede anistia à presidente e fere a Lei de Responsabilidade Fiscal, criando insegurança no cumprimento das metas do ano que vem.
"Isso ao meu ver afugenta investimentos, desaquece a economia e deixa de gerar empregos para os brasileiros. Infelizmente, o que assistimos aqui foi a base da presidente da República dar a ela uma anistia para um crime que foi cometido. O que se faz agora é modificar a lei para que ela seja anistiada. A base do governo começa muito mal", afirmou Aécio Neves.
Popularmente conhecido como Lei do Calote de Dilma, o projeto foi aprovado após uma longa batalha entre oposição e governo. Durante duas semanas, lideranças do PSDB e de outros partidos usaram vários instrumentos regimentais para obstruir a votação, mas o governo pressionou, inclusive com liberação de verbas para emendas parlamentares, para aprovar o projeto.
O PLN 36 foi a saída encontrada pelo Palácio do Planalto para livrar a presidente da República do crime de responsabilidade por ter gasto além do previsto e não ter feito a economia necessária para o pagamento de juros da dívida, o chamado superávit primário.
A LDO fixou a meta de superávit primário para 2014 em R$ 116,1 bilhões. O governo já havia aprovado no Congresso autorização para descontar até R$ 67 bilhões. Ocorreu, no entanto, o pior cenário: o governo perdeu o controle sobre os gastos e o Tesouro Nacional acumulou até o mês de setembro déficit de mais de R$ 15,7 bilhões.
"Isso traz uma sinalização para a economia extremamente preocupante. O governo já anuncia um superávit para 2015. Quem garante que esse superávit será efetivamente cumprido? O governo estabelece agora um novo padrão. Quando a lei não é cumprida, muda-se a lei, mudam-se as metas", criticou o senador.
http://dropsmisto.blogspot.com
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Entrevista do senador Aécio Neves na rádio Jovem Pan: "O diálogo tem que vir com propostas concretas"
Entrevista de Aécio na rádio Jovem Pan: " O diálogo tem que vir com propostas concretas"

CLIQUE AQUI para ouvir a entrevista de Aécio Neves para Reinaldo Azevedo
Aécio Neves dá entrevista para Reinaldo Azevedo na rádio Jovem Pan e põe "pingos nos is"
Em entrevista ao Portal Jovem Pan pouco antes de participar de "Os Pingos nos Is", o senador Aécio Neves (PSDB) criticou proposta de Dilma para mudar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que permitiria o descumprimento da meta para o pagamento de dívidas do superávit primário.
Ainda nesta quinta-feira, o Governo pediu urgência na aprovação da lei para fechar as contas de 2014. "(A mudança da LDO) é claramente um tiro no pé. É um gesto na direção contrária daquilo que se espera. Responsabilidade fiscal e estabelecimento de metas são um dos tripés fundamentais da nossa política econômica, que o governo está jogando fora sem qualquer satisfação à sociedade brasileira", criticou o presidente do PSDB. Aécio Neves também questionou: "O que o Governo vai fazer, por exemplo, no ano que vem para que possamos alcançar a meta de superávit mais adequadas? Não se sabe".
Questionado se tentaria o diálogo com a presidente Dilma Rousseff em seu segundo mandato ou se manteria firme na oposição, Aécio Neves disse: "O nosso papel não foi escolhido por nós. Eu preferia ser Governo e fazer uma mudança profunda em tudo o que acontece no Brasil do ponto de vista moral, do ponto de vista da eficiência do setor público. Mas o mandato que nós tivemos é o mandato da oposição. E é fundamental para que um governo vá bem que a oposição seja vigilante e atenta". "O diálogo que a oposição propõe tem que vir acompanhado de medidas concretas, iniciativas concretas, mas começa muito mal porque há uma desconexão entre aquilo que se diz e aquilo que se pratica", complementou o senador, citando a proposta de mudança na LDO. Sobre o discurso do diálogo, o congressista tucano afirmou: "É preciso que o Governo não apenas proponha o diálogo, mas envie ao Congresso ou apresente propostas que possibilitem que o diálogo se dê em torno daquilo que interesse aos brasileiros e não daquilo que interesse ao Governo".
Aécio Neves falou ainda a respeito de seu papel do papel da oposição, no qual tem se destacado como líder desde que foi recebido calorosamente por aliados em seu retorno a Brasília após as eleições. "Eu estou absolutamente convencido de que este Governo terá pela primeira vez uma oposição conectada com a sociedade, com setores vivos da vida nacional que já não aceitam mais passivamente tanto descontrole, tanto descompromisso com a ética e tantos maus serviços públicos", previu Aécio Neves, cheio de otimismo. "Portanto, pela primeira vez um governo do PT vai enfrentar uma oposição vigorosa, não apenas no parlamento, mas na sociedade brasileira", concluiu.
FONTE: http://poncheverde.blogspot.com.br/2014/11/aecio-neves-da-entrevista-para-reinaldo.htm
http://dropsmisto.blogspot.com
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Senador Aécio Neves : "Eu me sinto vitorioso porque os brasileiros acordaram!"
Aécio :" Eu me sinto vitorioso porque os brasileiros acordaram!"

– Agora sendo recebido desta forma no Congresso Nacional, o Brasil despertou, o Brasil hoje é um Brasil diferente do Brasil antes da eleição. Emergiu um Brasil que quer ser protagonista da construção do seu próprio futuro. As pessoas não deixaram de estar mobilizadas a partir do resultado da eleição. O que eu percebo é o contrário. Pessoas continuam emocionadas, continuando querendo construir um futuro melhor para suas famílias e para seus filhos. Essa é uma mobilização inédita na nossa história contemporânea.
Aécio também minimizou a presença da oposição no Congresso, bastante inferior numericamente em relação à base governista.
– O que eu tenho visto aqui hoje no Congresso e o que tenho visto nesses últimos dias por onde eu tenho andado é um sentimento de que, quando o governo olhar para a oposição, eu sugiro que não contabilize mais o número de cadeiras e assentos no Senado e na Câmara. Olhe bem e vai encontrar mais de 50 milhões de brasileiros que vão estar vigilantes e cobrando atitudes deste governo, cobrando investigações em relação às denúncias de corrupção, cobrando a melhoria dos nossos indicadores econômicos, nossos indicadores sociais – disse.
– Nós somos hoje um grande exército a favor do Brasil e prontos para fazer a oposição que a opinião pública determinou que se fizesse. Eu chego hoje ao Congresso Nacional para exercer o papel que me foi delegado por grande maioria da população brasileira, por 51 milhões de brasileiros. Vou ser oposição sem adjetivos – completou Aécio.
A respeito da fala da presidente Dilma Rousseff no dia de sua reeleição, de que queria diálogo com as demais forças políticas, Aécio afirmou que o governo deve apresentar propostas de interesse público e cobrou transparência e combate à corrupção.
– Se quiserem dialogar, apresentem propostas que interessem aos brasileiros. No mais, vamos cobrar eficiência na gestão pública, transparência nos gastos públicos, vamos cobrar que as denúncias de corrupção sejam apuradas e investigadas em profundidade. Portanto, hoje o Brasil se encontra com o seu futuro a partir das manifestações que estamos vendo ocorrerem em várias partes do país. A nossa posição será sempre em defesa intransigente da democracia, das liberdades, contra qualquer tentativa de cerceamento da liberdade de imprensa e de quaisquer outras liberdades, sejam coletivas ou individuais – afirmou o senador.
Aécio Neves (PSDB-MG) é recebido com festa na sua volta ao Congresso Nacional - Ailton de Freitas / O GloboAécio rejeitou manifestações que pedem o impeachment da presidente Dilma Rousseff:
– Eu respeito a democracia permanentemente e qualquer utilização dessas manifestações no sentido de qualquer tipo de retrocesso terá a nossa mais veemente oposição. Eu fui o candidato das liberdades, da democracia, do respeito. Aqueles que agem de forma autoritária e truculenta estão no outro campo político, não estão no nosso campo político – pontuou.
SENADOR NEGA DEFENDER IMPEACHMENT DE DILMA
Carregado pelos corredores do Senado por uma multidão, o senador Aécio Neves disse nunca ter visto no Parlamento um candidato derrotado a presidente ser recebido com tanta festa em seu retorno a Casa. Disse que essa campanha teve um lado “macabro”, que foi o medo, o terrorismo e o uso além do respeitável da máquina pública por seus adversários, mas também teve um lado “lindo”, que foi o despertar de velhos, crianças e jovens que foram para as ruas vestindo verde e amarelo.
Sempre repetindo que chega mandato com o aval de 51 milhões de brasileiros para fazer uma oposição dura, mandou um recado para o outro lado da Esplanada: a presidente Dilma Rousseff deve tomar muito cuidado, senão seu governo chega no dia 1º de janeiro com cheiro de fim de festa.
— Eu não me lembro de ter visto na história política brasileira um candidato derrotado chegar e ser recebido no Congresso com essa emoção nos olhos das pessoas. Eu sugiro que a presidente Dilma a partir de agora, quando olhar para o Congresso, não contabilize apenas as cadeiras que ocupamos aqui. Que passe a enxergar aqui os 51 milhões de brasileiros que não aguentam mais tanta maracutaia e descaso com a máquina pública. Estamos renovados e faremos uma oposição sem adjetivos, cobrando tudo que o governo prometeu e não entregou - disse Aécio.
Ele acusou a existência de pessoas infiltradas nas manifestações legítimas da sociedade para defender intervenção militar. Aécio também diz que não defende impeachment da presidente Dilma.
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— Essas manifestações tem o nosso repúdio mais radical e veemente. Está havendo uma apropriação indevida de um sentimento livre da sociedade. Vou estar aqui na trincheira para defender sempre a democracia e coibir qualquer medida do governo que implique em censura a liberdade de Imprensa - disse Aécio.
O candidato derrotado do PSDB disse que nem ele nem os aliados defendem o impeachment da presidente Dilma e que foi um dos primeiros a ligar para cumprimentá-la pela vitória.
Devido ao tumulto, o senado adiou um pronunciamento que faria hoje na tribuna da Casa para esta quarta-feira - Ailton de Freitas / O Globo
— O departamento jurídico do PSDB entendeu que era legitimo entrar com o pedido de auditoria nas urnas e nos boletins de apuração, pela forma como foi feita a totalização dos resultados. Não queremos mudar o resultado da eleição. Mas é legítimo ter acesso a totalização e boletins de urnas. É um direito de todos. Até porque se fosse o PT o derrotado, também ia pedir. É uma contribuição que estamos dando á transparência do processo no TSE — disse Aécio.
Com o tumulto, ele optou por fazer o seu primeiro pronunciamento só amanhã.
NO AEROPORTO DE BRASÍLIA, AÉCIO DIZ QUE SE SENTE VITORIOSO
Na primeira aparição pública depois de dez dias de reclusão e descanso, o senador Aécio Neves (PSDB), candidato à presidência derrotado no segundo turno, pegou um voo de carreira e chegou no começo da tarde desta terça-feira a Brasília. No aeroporto, foi recebido por políticos e lideranças de vários partidos aliados.
Aécio disse, no aeroporto, que chegou para assumir o seu papel de líder da oposição que o Brasil lhe conferiu.
— Estou chegando para assumir o meu papel de líder da oposição. Vamos cobrar tudo que o governo prometeu e não está fazendo — disse Aécio, que desembarcou sem nenhum assessor por perto, e tirou muitas fotos com eleitores durante o voo de Rio a Brasília. No Rio, o senador foi muito assediado no aeroporto, assim como na capital federal.
Ao ser questionado se ele se sente derrotado pelo resultado do segundo turno, o tucano disse que o sentimento é positivo, e que “os brasileiros acordaram”.
— Eu não me sinto um derrotado. Eu sou um vitorioso porque o que defendemos está vivo no coração dos brasileiros, que é a esperança. Os brasileiros acordaram.
O deputado Paulo Feijó (PR-RJ) veio no mesmo voo que o tucano.
— O Aécio virou um popstar. Vai ter que ter uma paciência... não vai ter um minuto de sossego.
Um rapaz disse:
— Eu votei no senhor.
— Pois é, rapaz. Quase deu, né? — respondeu o senador, que perdeu o segundo turno por cerca de três pontos percentuais, o melhor resultado da oposição em 12 anos.
Uma senhora o abraçou e falou:
— Deixa eu pegar na sua mão, e da próxima vez eu vou pegar na mão do senhor como presidente.
Aécio deve fazer um pronunciamento no Senado.
— Vim cumprir o meu papel. Agora é pé na estrada.
O Globo
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Senador Aécio Neves : Dilma apela para o "Vale Tudo" para tentar vencer
Aécio : Dilma apela para o " Vale Tudo" para tentar vencer
http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/dilma-promove-vale-tudo-contra-marina-critica-a%C3%A9cio-1.914240
O tucano classificou a estratégia petista como "absolutamente inaceitável" e disse que a presidente parte para o "vale tudo" para ganhar a eleição
DA REDAÇÃO
Candidato à Presidência pelo PSDB, Aécio Neves criticou nesta quinta-feira (11) os ataques da campanha de Dilma Rousseff contra Marina Silva (PSB).
O tucano classificou a estratégia petista como "absolutamente inaceitável" e disse que Dilma parte para o "vale tudo" para ganhar a eleição.
"Acho absolutamente inaceitável o tipo de acusação que ela [Marina] recebe hoje da presidente Dilma. Não entro nesse campo. Entro no campo político", afirmou o senador mineiro.
Aécio fez menção à propaganda petista que sugeriu problemas de governabilidade numa eventual gestão Marina, associando a candidata a presidentes que enfrentaram turbulências políticas e não terminaram os mandatos, como Jânio Quadros (1961) e Fernando Collor (1990-1992).
"Estamos vendo ataques pessoais na televisão, tenho visto as propagandas na televisão comparando a Marina a outros ex-presidentes da República. Eu não faço esse tipo de ataque pessoal. Não entro no vale tudo para ganhar a eleição", afirmou.
A campanha de Dilma recrudesceu os ataques a Marina após o crescimento da candidata nas pesquisas --hoje PT e PSB dividem a liderança em intenções de voto. Numa peça divulgada nesta semana, uma família vê a comida desaparecer do prato num cenário em que Marina adota a independência do Banco Central.
O candidato do PSDB manteve a estratégia de apontar supostas incoerências na trajetória de Marina, comparando posicionamentos da candidata sobre temas como transgênicos e responsabilidade fiscal. "Apenas é muito importante que a candidata Marina passe maior credibilidade em relação àquilo que pensa", afirmou.
O tucano, que era o segundo na preferência do eleitorado no começo da corrida eleitoral, perdeu o posto após a morte de Eduardo Campos, no dia 13 de agosto, e a consequente mudança na chapa do PSB, com a então vice Marina assumindo a postulação presidencial. Segundo pesquisa Datafolha concluída nesta semana, o tucano tem 15% das intenções de voto, ante 33% de Marina e 36% de Dilma.
Aécio disse ver uma "estabilização do quadro" das intenções de voto, após a "mudança muito rápida" desde a morte de Campos. Afirmou acreditar na possibilidade de vitória e citou o exemplo da eleição de Antonio Anastasia (PSDB), seu afilhado político, ao governo de Minas em 2010, quando ele começou atrás nas pesquisas e terminou vencendo no primeiro turno.
Em Montes Claros, onde Dilma já esteve nesta campanha, o tucano se encontrou com militantes e prefeitos do norte mineiro. O tucano também percorreu ruas do centro e se encontrou com o arcebispo local. Depois seguiu para Belo Horizonte, onde participará de uma conversa com jovens ainda nesta quinta. Folhapress
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Aécio Neves alerta para as dificuldades do ano de 2015
Aécio alerta para as dificuldades do ano de 2015

Aécio diz que 2015 será "muito difícil" mas que sua eleição resgatará os investimentos
quarta-feira, 10 de setembro de 2014 12:51 BRT
RIO DE JANEIRO (Reuters) - O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, afirmou nesta quarta-feira que o ano que vem será "muito difícil" e repetiu que em um eventual governo seu a política econômica terá "previsibilidade"
"A nossa eleição vai sinalizar a baixa dos juros em longo prazo e o resgate dos investimentos", afirmou o candidato durante sabatina do jornal O Globo, no Rio de Janeiro, ao ser perguntado como sairia de uma situação de inflação acima da meta e baixo crescimento.
O tucano afirmou ter uma meta ousada de investimento de 24 por cento do PIB até o fim do mandato. A taxa de investimento atual é de 16,5 por cento do PIB, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Aécio afirmou ainda que entre os empresários "está todo mundo temeroso". "Está todo mundo aguardando", disse.
Ao ser questionado se há necessidade de "tomar medidas amargas", como afirmou antes, o tucano voltou a dizer que sob o atual governo essa situação já existe.
"Amargas o governo fez todas as medidas. Fez desandar a economia brasileira", disse.
Se for vitorioso em outubro, Aécio disse que apresentaria uma simplificação do sistema tributário, "já na largada".
"Porque você falar em diminuição da carga enquanto os gastos correntes aumentam é uma falácia",
O tucano voltou a criticar a presidente por ter antecipado que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, não estará em seu ministério em um segundo mandato.
http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRKBN0H51SL20140910
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Senador Aécio Neves : "Nosso adversário é o governo do PT. Não estou preocupado com Marina"
Aécio :"Nosso adversário é o governo do PT . Não estou preocupado com Marina"

Aécio Neves diz que não está preocupado com Marina Silva
O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, disse que não está preocupado com a entrada da ex-senadora Marina Silva na disputa presidencial após a morte do ex-governador Eduardo Campos. "Nosso adversário é o governo (da presidente Dilma Rousseff)", disse o tucano. Aécio está nesta quarta-feira na capital paulista com o governador Geraldo Alckmin (PSDB), com quem visitou uma carreta do projeto Mulheres de Peito, do governo estadual, que atua na prevenção do câncer de mama.
Após visitar o projeto, no Largo da Concórdia, no bairro do Brás Aécio, Alckmin e outros correligionários fizeram um pequeno périplo pelas ruas do tradicional bairro comercial. Em uma das lojas, os dois pararam para comer esfirra, pastel e tomar suco de laranja. Depois desta agenda, os dois se encontrarão com sindicalistas na Casa de Portugal.
http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/politica/2014/08/20/interna_politica,524034/aecio-neves-diz-que-nao-esta-preocupado-com-marina-silva.shtml
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
O candidato Aécio Neves quer fortalecer a agricultura e manter o homem no campo
Aécio quer fortalecer a agricultura e manter o homem no campo
Aécio mira o campo
http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/politica/2014/08/20/interna_politica,125280/aecio-mira-o-campo.shtml
Candidato promete ampliar desapropriações de terras para resolver conflitos e investir em logística no Centro-Oeste
O candidato à Presidência da República pelo PSDB, senador Aécio Neves (MG), defendeu ontem, em Dourados (MS), o aumento das desapropriações de terras para solução de conflitos entre indígenas e produtores rurais. Para que isso possa ocorrer, o tucano disse que, caso eleito, vai ampliar o debate sobre as demarcações de terras, incluindo a Fundação Nacional do Índio (Funai) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no processo. “Vamos buscar a paz no campo, que não será alcançada com a omissão do governo. Vamos avançar na desapropriação de terras”, declarou o tucano.
Aécio Neves teve um intenso dia de campanha também em Mato Grosso, onde visitou a capital, Cuiabá, e Sinop, quarta maior cidade do estado, em encontros agendados com representantes do agronegócio e empresários. A eles, o tucano disse que é preciso fortalecer a logística do estado para viabilizar o escoamento da produção. “Todos os brasileiros de todas as partes do Brasil devem reconhecer o esforço que esta região vem fazendo, mesmo com a ausência de um governo que planeje. Então, venho oferecer uma grande parceria com o Centro-Oeste brasileiro e Mato Grosso, em especial”, disse.
A visita do tucano à Região Centro-Oeste teve início na Associação Comercial e Empresarial de Dourados, onde conversou com empresários. Ali, o presidenciável reafirmou seus planos de criação do superministério do Agronegócio e redução no número de pastas. Além disso, o senador – ao lado do candidato ao governo de Mato Grosso do Sul pelo seu partido, Reinaldo Azambuja, do postulante ao Senado Antônio João (PSD) e de candidatos a deputado estadual e federal – participou de uma carreata pelas principais ruas de Dourados. O mesmo foi feito em Cuiabá, na companhia do candidato ao governo de MT Pedro Taques (PDT), do candidato tucano ao Senado, Rogério Salles, e demais lideranças do grupo da oposição ao governo do estado.
Fronteiras Com olhos voltados para os problemas da região, Aécio Neves tocou ainda em um tema que vem desafiando o Brasil: o controle das fronteiras. Ele apontou a necessidade de intensificação do policiamento na região de fronteira com a Bolívia, usada para o contrabando, tráfico de drogas e armas, entre outros crimes. Para isso, anunciou que vai investir no fortalecimento da Polícia Federal, para que trabalhe em conjunto com a Força Nacional. “Temos que equipar mais a Polícia Federal. O Ministério da Justiça passará a ser o Ministério da Segurança Pública e da Justiça. Os recursos do Fundo Penitenciário Nacional e do Fundo de Segurança Pública serão usados, não serão contingenciados”, afirmou.
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Veja entrevista do candidato Aécio Neves ao G1
Veja entrevista de Aécio ao G1

Aécio anuncia em entrevista ao G1 criação de Ministério da Infraestrutura
Candidato do PSDB disse que, eleito, extinguirá o Ministério da Pesca.
Ele participou da série de entrevistas do G1 com presidenciáveis.
Do G1, em Brasília
O candidato a presidente da República pelo PSDB, o senador Aécio Neves (MG), anunciou nesta segunda-feira (4) durante entrevista ao vivo ao G1 que, se eleito, criará o Ministério da Infraestrutura e extinguirá o Ministério da Pesca. Segundo ele, a pasta da Infraestrutura reunirá setores como transporte e energia, que atualmente têm ministérios específicos.
Perguntado sobre qual pasta deixaria de existir em eventual governo tucano, ele afirmou: "Daria o exemplo do Ministério da Pesca. Não se justifica de maneira nenhuma até porque precisamos fortalecer o MInistério da Agricultura. Estamos estudando a criação de um forte ministério da Infraestrutura. Ele trataria de investimentos em rodovias, energia. Estou adiantando em primeira mão, mas não vou entrar em detalhes."
Durante pouco mais de 40 minutos, ele respondeu a perguntas de internautas e do portal, em três blocos, conduzidos pelos jornalistas Tonico Ferreira, da TV Globo, e Nathalia Passarinho, do G1. A ordem dos entrevistados (veja ao final desta reportagem) foi definida por sorteio na presença de representantes dos partidos de todos os candidatos. A candidata sorteada para o primeiro dia (28 de julho), a presidente Dilma Rousseff, não compareceu por problemas de agenda, segundo a assessoria do Palácio do Planalto. No último dia 31, foi entrevistado o candidato Zé Maria (PSTU). O próximo, na quinta-feira (7), será Mauro Iasi (PCB).
Aécio Neves reafirmou a proposta de redução para quase a metade o número de ministérios, atualmente em 39. Para o tucano, que mencionou estudo da Universidade de Cornell (EUA), "22 ou 23 ministérios" é o número "adequado".
Segundo ele, o ex-governador de Minas Gerais Antonio Anastasia e um grupo de especialistas está "redesenhando o estado brasileiro".
Aécio disse que a criação do Ministério da Infraestrutura permitiria uma "ação estratégica" para o país, que precisa ter "marcos regulatórios claros". "Precisa ser algo que planeje, tenha interlocução com o setor privado", completou. De acordo com o presidenciável, o governo e os PT "demonizaram" as parcerias com o setor privado, mas agora "se curvam a elas com atraso enorme".
O tucano disse que pretende cortar um terço dos cargos comissionadosdo Executivo e defendeu o fim da reeleição, com a fixação de mandatos de cinco anos.
PMDB
Indagado em pergunta de um internauta se seria possível governar sem o apoio de José Sarney, Renan Calheiros e outras lideranças do PMDB - "todos adversários meus nesta campanha" -, atualmente aliados do governo, Aécio Neves respondeu que sim, mas disse que, se "quadros do partido" decidirem apoiar um eventual governo tucano, aceitará.
"Da forma como se estabelecerem as relações políticas, sim (é possivel governar sem o PMDB). Não é possivel governar nessas relações mercantilistas. Essa talvez seja uma das heranças malditas desse govero, que nivelou por baixo as relações politicas", declarou.
Aeroporto de Cláudio
Aécio Neves também foi perguntado sobre o motivo de ter levado 10 dias para admitir o uso do aeroporto de Cláudio, em Minas Gerais, em terras que pertenceram à família dele.
Ele afirmou que esperou que a denúncia fosse "esclarecida", já que num primeiro momento se afirmava que foi realizada obra pública em terreno privado.
"Isso não é um improviso. Foi feita à luz do dia, uma dessas obras foi na cidade de Cláudio, uma demanda antiga de asfaltamento de terra. A terra mais disponível era de um tio-avô meu. Houve desapropriação e ele está na Justiça até hoje. Tem quase 90 anos, está na Justiça e não recebeu um tost]ao. Quem levou vantagem nisso? O interesse do Estado foi preservado."
O tucano voltou a confirmar que usou a pista "algumas vezes", mas, segundo ele, "lamentavelmente" a Anac não homologou o logo após três anos.
Mensalão mineiro
Perguntado sobre a afirmação da presidente Dilma Rousseff de que houve "dois pesos e umas 19 medidas" no julgamento do mensalão do PT, no qual o Supremo Tribunal Federal (STF) condenou 24 pessoas, e sobre o mensalão tucano, em Minas Gerais, que o Supremo enviou para julgamento na primeira instância da Justiça, Aécio Neves afirmou que "são coisas distintas".
Segundo ele, o mensalão do PT "foi um grupo dentro do poder que pagava mesada a parlamentares" enquanto, no mensalão tucano, as suspeitas recaem sobre "uma campanha eleitoral".
"Vamos deixar que a Justiça julgue. O PT tem dificuldade muito grande de reconhecer seus equívocos. Recentemente, o ex-presidente da República disse que não existiu o mensalão. Eu não sou juiz, apenas acato decisões da Justiça. Vamos aguardar que a Justiça mineira
O tucano disse que "se houve algum companheiro do partido, membro do partido, que houver cometido irregularidade, não o transformaremos em herói nacional como fez o PT". "A impunidade não pode ser a regra da política."
Relações exteriores
Aécio Neves declarou que pretende "mudar o nível" das relações internacionais. Segundo ele, "política externa hoje é mercado". O candidato afirmou que uma "posição de equilíbro" orientará as relações com outros países.
"Vamos mudar o nível da nossa relação internacional. Enquanto vizinhos fizeram inúmeros acordos bilaterais, o Brasil fez só três" (Egito, Israel e Palestina), disse. "O tempo perdido não volta mais. Estamos adiando um entendimento com a União Europeia."
Ao final da entrevista, os jornalistas pediram ao candidato respostas "sim" ou "não" para perguntas num formato "pinga-fogo". Depois, ele ainda fez as considerações f
terça-feira, 29 de julho de 2014
O candidato Aécio Neves ressalta a importância do terceiro setor para o desenvolvimento do Brasil
Aécio ressalta a importância do terceiro setor para o desenvolvimento do Brasil

Governo perdeu capacidade de gerar expectativas positivas na economia, diz Aécio
Agência Brasil
O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, defendeu hoje (28), em reunião com empreendedores sociais na capital paulista, mais diálogo com organizações não governamentais (ONGs) para a proposição de políticas públicas. O evento reuniu representantes de sete entidades, a maioria da área cultural.
“O Estado brasileiro, governos de todos os níveis, tem que ter humildade e reconhecer as experiências exitosas que o terceiro setor viveu e vive e aprender com elas. É isso que estamos buscando nesses diálogos que se iniciam hoje”, disse Aécio após o encontro.
Segundo Aécio, o objetivo é dar escala às iniciativas que estão em prática há muitos anos e se demonstram exitosas. “O Brasil desperdiça um potencial enorme de experiências que resgataram crianças fora da idade escolar e que qualificaram pessoas para entrar no mercado de trabalho, para citar alguns exemplos”, disse o candidato a representantes de organizações como o Afro Reggae, o Comitê para a Democratização da Informática, os grupos Doutores da Alegria e Olodum e o Centro Cultural Waly Salomão.
Aécio defendeu também uma legislação que regule a atuação do terceiro setor no país. “Quero permitir um salto de patamar nas chamadas relações intersetoriais, seja do ponto de vista de um marco civil, que é essencial como um estímulo às pessoas para que participem mais dessas atividades”, explicou o candidato tucano. Para ele, essa mudança será importante também para permitir a desburocratização da relação de tais instituições com o governo.
Ao comentar o comunicado que o banco Santander enviou a alguns correntistas, no qual a instituição apontou efeitos negativos que a reeleição da presidenta Dilma Rousseff poderia ter para a economia, Aécio disse: “Quanto mais provável uma candidatura da oposição, melhor o ambiente e as expectativas de futuro que movem a economia." Para ele, o governo perdeu a capacidade de gerar expectativas positivas na economia brasileira. O candidato disse que não acha correto punir os analistas responsáveis pela mensagem. “Teriam que demitir praticamente todos de todas as instituições financeiras, porque eles são muito céticos quanto à economia brasileira, se permanecer o atual governo”, avaliou.
Sobre o contrato de profissionais cubanos no Programa Mais Médicos, o candidato do PSDB adiantou que, se for eleito, pretende rever o formato atual do convênio com o governo de Cuba, intermediado pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). “Pelo respeito que tenho pelo povo cubano, temos que buscar uma negociação que impeça a continuidade da discriminação em relação a eles”, disse Aécio, que destacou a necessidade de encontrar formas de não inviabilizar o programa. “Temos que ver isso lá na frente, criar condições para que os cubanos possam se qualificar para atender aqui no Brasil e receber remuneração mais digna.”
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Aécio Neves presidente do PSDB quer redução da maioridade penal para crimes hediondos
Aécio quer redução da maioridade penal para crimes hediondos

Aécio Neves defende redução da maioridade penal para crimes hediondos
Por Agência Brasil |
'Estamos falando de casos gravíssimos. Mas a solução é a educação, é a oportunidade, é fazer o Brasil crescer', afirmou
O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, defendeu nesta sexta-feira (25) a redução da maioridade penal para crimes hediondos ao visitar a comunidade de Vigário Geral, na zona norte do Rio de Janeiro, onde assistiu a apresentações de dança e música na sede da ONG Afro Reggae e conversou com moradores.
Candidato do PSDB Aécio Neves participa de caminhada em Vigário Geral, no Rio (25/7). Foto: Orlando Brito/Coligação Muda Brasil
Segundo Aécio Neves, a redução da maioridade penal para crimes hediondos “pode sinalizar um caminho para a diminuição da impunidade". "Estamos falando de casos gravíssimos. Crimes hediondos significam 1% do total de jovens que cometem algum delito. Mas essa não é a solução, é uma questão paliativa. A solução é a educação, é a oportunidade, é fazer o Brasil crescer”, afirmou.
Entre as propostas do candidato estão iniciativas de reinserção de egressos do sistema penitenciário e oportunidades de trabalho e renda para os jovens. Ele citou projeto de Minas Gerais que pretende levar para todo o País, caso seja eleito, que oferece uma poupança para jovens do ensino médio, a qual pode ser resgatada, ao final do terceiro ano, se o jovem tiver uma frequência mínima na escola, participar de oficinas de capacitação e não cometer nenhum crime.
Na saída do restaurante popular onde almoçou, Aécio comentou o pacote divulgado nesta sexta-feira pelo Banco Central, que visa a incentivar os bancos a transformar em crédito ao consumidor valores retidos como depósitos compulsórios. Ele classificou a medida como "um improviso”. “Como não houve planejamento e o Brasil não conseguiu manter um mínimo de credibilidade para que os investimentos retornassem, essas medidas paliativas e emergenciais podem ter um custo alto lá na frente.”
“O Brasil é hoje um país com enorme desconfiança dos investidores internos e externos pelo excessivo intervencionismo do Estado em setores fundamentais da economia, como o setor energético e o de petróleo. Temos de estabelecer regras claras", disse, acrescentando que “é preciso adotar um novo modelo, baseado na meritocracia, no Estado enxuto e eficiente”.
segunda-feira, 21 de julho de 2014
Aécio Neves líder da oposição : "Não sei se Dilma tem condições de andar na rua"
Aécio : Não sei se Dilma tem condições de andar na rua

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, disse nesta sexta-feira,18, que a presidente Dilma Rousseff (PT) não tem condições de andar na rua e ter contato direto com o eleitor. O presidenciável tucano participou de uma caminhada no município de Queimados.
"Está se iniciando uma nova etapa da campanha eleitoral, que é esse contato físico, olho no olho. O candidato tem de transmitir confiança para o eleitor. Vamos andar o Brasil inteiro, e minha companheira de viagem é a verdade. Não sei se a presidente da República tem hoje condição de andar o Brasil e olhar nos olhos daqueles que nela confiaram e se decepcionaram", afirmou Aécio.
Aécio Neves estava acompanhado do candidato a vice do governado Luiz Fernando Pezão, senador Francisco Dornelles (PP), e o ex-prefeito Cesar Maia (DEM), que disputa o Senado. A coligação de Pezão tem 18 partidos e reúne aliados de Dilma, de Aécio e do candidato do PSC a presidente, Pastor Everaldo.
(...)
Brasil 247
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