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domingo, 30 de novembro de 2014

Senador Aécio Neves : "Não precisou de 30 dias para a presidente Dilma me dar razão"



Aécio : Não precisou de 30 dias para a Presidente Dilma me dar razão



Aécio Neves: Trinta dias


Completamos um mês do fim das eleições presidenciais. Tudo o que se viu neste período comprova, na prática, o que a oposição denunciou no processo eleitoral: a grave situação em que o país se encontra.


Além dos prejuízos causados pela má gestão e pela corrupção endêmica, o PT prestou, recentemente, mais dois grandes desserviços ao Brasil. Um na campanha, outro nos dias que se seguiram.

O primeiro, na ânsia de vencer a qualquer custo, o de legitimar a mentira e a difamação como armas do embate político. O segundo, o de contribuir para a perda da credibilidade da atividade política ao fazer, sem qualquer constrangimento, nos dias seguintes à eleição, tudo o que afirmou que não faria.

Como a atividade política é instrumento fundamental da vida democrática, sua desmoralização só interessa aos autoritários, para quem o discurso político não é compromisso, mas encenação que desrespeita e agride a cidadania.


Finda a eleição, a candidata eleita, rapidamente, pôs de lado as determinações do marketing e colocou em prática tudo o que acusou a oposição de pretender fazer.

Fez isso sem dar satisfação à opinião pública. Sem dar explicação sequer a seus próprios eleitores. Os mesmos eleitores que observam, atônitos, a presidente implantar as "medidas impopulares", que usou como matéria-prima do terrorismo eleitoral contra seus adversários.
Marcelo Cipis



Hoje a realidade demonstra que ela concordava com todos os alertas que fiz sobre os problemas enfrentados pelo país, mas entre o respeito à verdade e aos brasileiros, e a insinceridade ditada pela conveniência do marketing, a presidente escolheu o marketing, o que não contribui para engrandecer a sua vitória.



Na campanha, o PT dizia que aumentar os juros tiraria comida da mesa do trabalhador. Três dias depois da eleição, foi justamente isso o que o governo Dilma fez.

No discurso do PT, se eleita, a oposição iria reajustar a gasolina, governar com banqueiros e patrões. Vencida a eleição, o governo anunciou o aumento dos combustíveis e convidou um banqueiro para a Fazenda. Anunciou ainda dois novos ministros: para cuidar da agricultura e da indústria, a dirigente e o ex-dirigente das confederações patronais.

Mesmo conhecendo a realidade, a candidata teve coragem de dizer que a inflação e as contas públicas estavam sob controle. Agora, deparamos com mais um rombo espetacular e manobras inimagináveis para maquiar as obrigações da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Surpresos, os brasileiros assistem àquilo que muitos estão chamando de estelionato eleitoral. Tudo isso explica a indignação de milhares de pessoas que vão às ruas e se mantêm mobilizadas nas redes sociais.


São pessoas que se sentem lesadas, mas esse sentimento não tem relação com o resultado eleitoral em si. Processos eleitorais fortalecem a democracia, qualquer que seja o resultado da eleição. Vencer e perder são faces da mesma moeda. As pessoas estão se sentindo lesadas porque os valores que saíram vencedores na disputa envergonham o país.

Além do grave descalabro econômico e administrativo agora revelado, é assustador o que ocorre com a nossa maior empresa. Nos debates, ofereci várias oportunidades para a candidata oficial pedir desculpas aos brasileiros por ter tirado a Petrobras das páginas econômicas e a levado para o noticiário policial.


A situação, desde então, agravou-se de uma maneira jamais imaginada. A Petrobras hoje é um caso de polícia internacional. Não há mais como se desculpar.

Por outro lado, não deixa de ser simbólico o fato de a presidente ter se negado a participar do anúncio dos novos ministros da área econômica. É possível que ela tenha se sentido constrangida por correr o risco de se encontrar com a candidata Dilma Rousseff.

Os últimos 30 dias são uma amostra da situação real do Brasil e do que vem pela frente. E nos mostram por que não podemos nos dispersar.

AÉCIO NEVES, 54, senador por Minas Gerais, foi candidato à Presidência da República pelo PSDB na eleição deste ano


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2014/11/1555159-aecio-neves-trinta-dias.shtml

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Senador Aécio Neves : "Eu me sinto vitorioso porque os brasileiros acordaram!"



Aécio :" Eu me sinto vitorioso porque os brasileiros acordaram!"



RASÍLIA — Ao chegar ao Senado aclamado por militantes e servidores tucanos, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) teve dificuldades para chegar até o plenário da Casa pela quantidade de pessoas que o cercavam, gritando seu nome. Antes de entrar, afirmou que a mobilização por melhorias não terminou com o resultado da eleição. Devido ao tumulto, o senado adiou um pronunciamento que faria hoje na tribuna da Casa para esta quarta-feira.


– Agora sendo recebido desta forma no Congresso Nacional, o Brasil despertou, o Brasil hoje é um Brasil diferente do Brasil antes da eleição. Emergiu um Brasil que quer ser protagonista da construção do seu próprio futuro. As pessoas não deixaram de estar mobilizadas a partir do resultado da eleição. O que eu percebo é o contrário. Pessoas continuam emocionadas, continuando querendo construir um futuro melhor para suas famílias e para seus filhos. Essa é uma mobilização inédita na nossa história contemporânea.

Aécio também minimizou a presença da oposição no Congresso, bastante inferior numericamente em relação à base governista.

– O que eu tenho visto aqui hoje no Congresso e o que tenho visto nesses últimos dias por onde eu tenho andado é um sentimento de que, quando o governo olhar para a oposição, eu sugiro que não contabilize mais o número de cadeiras e assentos no Senado e na Câmara. Olhe bem e vai encontrar mais de 50 milhões de brasileiros que vão estar vigilantes e cobrando atitudes deste governo, cobrando investigações em relação às denúncias de corrupção, cobrando a melhoria dos nossos indicadores econômicos, nossos indicadores sociais – disse.

– Nós somos hoje um grande exército a favor do Brasil e prontos para fazer a oposição que a opinião pública determinou que se fizesse. Eu chego hoje ao Congresso Nacional para exercer o papel que me foi delegado por grande maioria da população brasileira, por 51 milhões de brasileiros. Vou ser oposição sem adjetivos – completou Aécio.

A respeito da fala da presidente Dilma Rousseff no dia de sua reeleição, de que queria diálogo com as demais forças políticas, Aécio afirmou que o governo deve apresentar propostas de interesse público e cobrou transparência e combate à corrupção.

– Se quiserem dialogar, apresentem propostas que interessem aos brasileiros. No mais, vamos cobrar eficiência na gestão pública, transparência nos gastos públicos, vamos cobrar que as denúncias de corrupção sejam apuradas e investigadas em profundidade. Portanto, hoje o Brasil se encontra com o seu futuro a partir das manifestações que estamos vendo ocorrerem em várias partes do país. A nossa posição será sempre em defesa intransigente da democracia, das liberdades, contra qualquer tentativa de cerceamento da liberdade de imprensa e de quaisquer outras liberdades, sejam coletivas ou individuais – afirmou o senador.
Aécio Neves (PSDB-MG) é recebido com festa na sua volta ao Congresso Nacional - Ailton de Freitas / O Globo

Aécio rejeitou manifestações que pedem o impeachment da presidente Dilma Rousseff:

– Eu respeito a democracia permanentemente e qualquer utilização dessas manifestações no sentido de qualquer tipo de retrocesso terá a nossa mais veemente oposição. Eu fui o candidato das liberdades, da democracia, do respeito. Aqueles que agem de forma autoritária e truculenta estão no outro campo político, não estão no nosso campo político – pontuou.

SENADOR NEGA DEFENDER IMPEACHMENT DE DILMA

Carregado pelos corredores do Senado por uma multidão, o senador Aécio Neves disse nunca ter visto no Parlamento um candidato derrotado a presidente ser recebido com tanta festa em seu retorno a Casa. Disse que essa campanha teve um lado “macabro”, que foi o medo, o terrorismo e o uso além do respeitável da máquina pública por seus adversários, mas também teve um lado “lindo”, que foi o despertar de velhos, crianças e jovens que foram para as ruas vestindo verde e amarelo.

Sempre repetindo que chega mandato com o aval de 51 milhões de brasileiros para fazer uma oposição dura, mandou um recado para o outro lado da Esplanada: a presidente Dilma Rousseff deve tomar muito cuidado, senão seu governo chega no dia 1º de janeiro com cheiro de fim de festa.

— Eu não me lembro de ter visto na história política brasileira um candidato derrotado chegar e ser recebido no Congresso com essa emoção nos olhos das pessoas. Eu sugiro que a presidente Dilma a partir de agora, quando olhar para o Congresso, não contabilize apenas as cadeiras que ocupamos aqui. Que passe a enxergar aqui os 51 milhões de brasileiros que não aguentam mais tanta maracutaia e descaso com a máquina pública. Estamos renovados e faremos uma oposição sem adjetivos, cobrando tudo que o governo prometeu e não entregou - disse Aécio.

Ele acusou a existência de pessoas infiltradas nas manifestações legítimas da sociedade para defender intervenção militar. Aécio também diz que não defende impeachment da presidente Dilma.


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— Essas manifestações tem o nosso repúdio mais radical e veemente. Está havendo uma apropriação indevida de um sentimento livre da sociedade. Vou estar aqui na trincheira para defender sempre a democracia e coibir qualquer medida do governo que implique em censura a liberdade de Imprensa - disse Aécio.

O candidato derrotado do PSDB disse que nem ele nem os aliados defendem o impeachment da presidente Dilma e que foi um dos primeiros a ligar para cumprimentá-la pela vitória.
Devido ao tumulto, o senado adiou um pronunciamento que faria hoje na tribuna da Casa para esta quarta-feira - Ailton de Freitas / O Globo

— O departamento jurídico do PSDB entendeu que era legitimo entrar com o pedido de auditoria nas urnas e nos boletins de apuração, pela forma como foi feita a totalização dos resultados. Não queremos mudar o resultado da eleição. Mas é legítimo ter acesso a totalização e boletins de urnas. É um direito de todos. Até porque se fosse o PT o derrotado, também ia pedir. É uma contribuição que estamos dando á transparência do processo no TSE — disse Aécio.

Com o tumulto, ele optou por fazer o seu primeiro pronunciamento só amanhã.

NO AEROPORTO DE BRASÍLIA, AÉCIO DIZ QUE SE SENTE VITORIOSO

Na primeira aparição pública depois de dez dias de reclusão e descanso, o senador Aécio Neves (PSDB), candidato à presidência derrotado no segundo turno, pegou um voo de carreira e chegou no começo da tarde desta terça-feira a Brasília. No aeroporto, foi recebido por políticos e lideranças de vários partidos aliados.

Aécio disse, no aeroporto, que chegou para assumir o seu papel de líder da oposição que o Brasil lhe conferiu.

— Estou chegando para assumir o meu papel de líder da oposição. Vamos cobrar tudo que o governo prometeu e não está fazendo — disse Aécio, que desembarcou sem nenhum assessor por perto, e tirou muitas fotos com eleitores durante o voo de Rio a Brasília. No Rio, o senador foi muito assediado no aeroporto, assim como na capital federal.

Ao ser questionado se ele se sente derrotado pelo resultado do segundo turno, o tucano disse que o sentimento é positivo, e que “os brasileiros acordaram”.

— Eu não me sinto um derrotado. Eu sou um vitorioso porque o que defendemos está vivo no coração dos brasileiros, que é a esperança. Os brasileiros acordaram.

O deputado Paulo Feijó (PR-RJ) veio no mesmo voo que o tucano.

— O Aécio virou um popstar. Vai ter que ter uma paciência... não vai ter um minuto de sossego.

Um rapaz disse:

— Eu votei no senhor.

— Pois é, rapaz. Quase deu, né? — respondeu o senador, que perdeu o segundo turno por cerca de três pontos percentuais, o melhor resultado da oposição em 12 anos.

Uma senhora o abraçou e falou:


— Deixa eu pegar na sua mão, e da próxima vez eu vou pegar na mão do senhor como presidente.

Aécio deve fazer um pronunciamento no Senado.

— Vim cumprir o meu papel. Agora é pé na estrada.

O Globo

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Aécio : "Minha disputa é para valer e eu vou chegar no segundo turno"


Aécio " Minha disputa é para valer e eu vou chegar no segundo turno"



Aécio: Não saí de casa para figurar numa campanha

http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/a%C3%A9cio-n%C3%A3o-sa%C3%AD-de-casa-para-figurar-numa-campanha-1.921566

Candidato evitou falar sobre o posicionamento que adotará caso não dispute o segundo turno da corrida ao Palácio do Planalto



DA REDAÇÃO

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, evitou nesta quinta-feira (25), mais uma vez, falar sobre o posicionamento que adotará caso não dispute o segundo turno da corrida ao Palácio do Planalto. Em entrevista à rádio gaúcha, o senador mineiro foi questionado sobre quem receberá o seu apoio - Dilma Rousseff (PT) ou Marina Silva (PSB) - adversárias mais bem posicionadas nas recentes pesquisas de intenção de voto, caso não passe para a próxima etapa deste pleito. "Não saí de casa para figurar numa campanha eleitoral, minha disputa é para valer e eu vou chegar ao segundo turno", disse, reiterando que o País está entrando na onda da razão.



Ao falar da adversária do PSB, Aécio disse que ela não tem condições para administrar o quadro complexo que o País vai enfrentar no ano que vem. "A situação é tão grave que o País precisa de alguém que coloque ordem na casa e eu não vejo em Marina as condições de fazer a sinalização adequada que estamos fazendo", disse, lembrando que foi o único presidenciável a anunciar o nome de seu ministro da Fazenda, o ex-BC Armínio Fraga. Além das críticas na seara econômica, o tucano atacou também a intenção da ex-senadora em criar a Rede. "Eu vou fazer a reforma política porque precisamos diminuir o atual número de partidos, é assustadora a proposta de Marina se permitir a criação de novos partidos." "Marina militou durante 24 anos no PT. E, neste período, ela se omitiu quando ocorreu a denúncia do mensalão, não me lembro dela ter se manifestado contra a velha política (naquele período). Somos aquilo que fizemos ao longo de nossa vida e Marina não gosta que lembrem que ela foi do PT." E advertiu: "As propostas de Marina não são para quem quer governar o Brasil."



Na entrevista, o tucano voltou a criticar duramente a condução da política econômica pelo governo da presidente e candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff. "O PT prefere administrar a pobreza a incentivar o crescimento da economia do País", frisou. E disse que o ano de 2015 já está precificado em razão dos equívocos cometidos pela atual gestão petista. "Se Dilma for reeleita, a retração dos investimentos será maior, pois ninguém sabe qual política econômica o governo irá adotar se Dilma for reeleita."



O candidato do PSDB falou que se for eleito irá acabar com o Regime Diferenciado de Contratação (RDC) utilizado para a contratação emergencial de obras para a realização da Copa do Mundo de Futebol no País. "O RDC permite o descontrole do dinheiro público, este regime diferenciado de contratação criado para as obras da Copa do Mundo não é o caminho, pois permite o controle absoluto das empresas sobre os processos e, estamos fazendo obras sem projetos executivos", disse, destacando que o caminho para as obras públicas continua sendo a lei 8.666 (de 1993). "Esta lei é o caminho, podemos simplificá-la, mas não podemos tirar do Estado o seu poder de fiscalização e controle sobre o dinheiro público."





Ainda nas críticas, o presidenciável tucano disse que a gestão de Dilma Rousseff "demonizou o setor privado e as parcerias". E ironizou: "O sonho do brasileiro é morar na propaganda do PT, mas este não é o Brasil real." Agência Estado

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

O candidato Aécio Neves pede ajuda para tirar o PT do Brasil


Aécio pede ajuda para tirar o PT do Brasil



Aécio fala em 'hora da virada' e pede ajuda para 'tirar o PT do Brasil'

http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/aecio-fala-em-hora-da-virada-e-pede-ajuda-para-tirar-o-pt-do-brasil-1.269198



O candidato a presidente Aécio Neves (PSDB) desfilou em caminhão aberto na tarde desta quinta-feira (18), em Itabuna, no interior da Bahia, onde foi falar sobre "a hora da virada" de sua campanha e pedir ajuda "para tirar o PT do Brasil". E discursou: "Eleição não se ganha de véspera".



Diante de militantes, o tucano pediu ajuda ao candidato ao governo da Bahia líder nas pesquisas, Paulo Souto (DEM). "Você, Paulo Souto, vai ganhar a eleição do PT na Bahia, mas vamos fazer essa obra completa. Me ajude a tirar o PT do Brasil. Me ajude a dar ao Brasil um governo decente e honrado. Eu serei, governador Paulo Souto, o seu maior companheiro para que os investimentos voltem a essa região", pediu Aécio.



Mais entusiasmado depois do aumento de quatro pontos apontado esta semana pela pesquisa Ibope/Estadão/TVGlobo, mas ainda sete pontos atrás de sua adversária Marina Silva (PSB), o candidato entoou discurso otimista e recorreu à memória de seu avô, Tancredo Neves. "Me lembrei quando Tancredo estava em um momento de extrema dificuldade em sua campanha. E teve a palavra forte de um baiano que disse que aqui na Bahia não se aceita 'canga' de ninguém e que o povo baiano apoiaria Tancredo Neves. Foi o que disse Antônio Carlos Magalhães naquele instante. A partir dali, mudou-se o cenário das eleições. E hoje, a partir de agora, tudo vai mudar", disse.



Aécio relativizou a importância das pesquisas eleitorais. "Ninguém ganha eleição de véspera. A eleição se decidirá no momento em que cada brasileiro e cada brasileira se levantar no domingo, cinco de outubro, e encaminhar-se à urna para dizer o que quer", discursou.



Pela reação da população que trabalha na avenida Cinquentenário, por onde o candidato passou, ficou evidente que ele ainda é pouco conhecido na região, mas conseguiu atrair a atenção dos populares por estar cercado de algumas das lideranças mais expressivas do Estado, como o candidato a governador Paulo Souto (DEM), líder nas pesquisas de intenção de voto, o concorrente ao Senado Geddel Vieira Lima (PMDB), que também lidera a preferência dos eleitores, e o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), cujo slogan é "o melhor prefeito do Brasil".

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Senador Aécio Neves sinaliza endurecer relações com países produtores de drogas


Aécio sinaliza endurecer relações com os países produtoraes de drogas


Aécio sinaliza endurecer relações com países produtores de droga

http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/a%C3%A9cio-sinaliza-endurecer-rela%C3%A7%C3%B5es-com-pa%C3%ADses-produtores-de-droga-1.917384

Candidato destaca que o principal alvo da estratégia deve ser a Bolívia e que a gestão petista assiste ao crescimento da violência


DA REDAÇÃO


O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, disse nesta quarta-feira (17), que deverá rever as relações diplomáticas com países produtores de droga, destacando que o principal alvo da estratégia deve ser a Bolívia, mas citando também Colômbia e Paraguai. A sinalização foi feita em encontro com mulheres tucanas, no diretório estadual da legenda na Capital.

"Nós sabemos que as drogas e as armas que matam no Brasil não são produzidas aqui, são produzidas aqui ao lado, tem uma coisa que ninguém tocou ainda que eu estou tocando e no primeiro momento que falei isso as pessoas se surpreenderam, que é a Bolívia. Vamos por o dedo na ferida", afirmou, destacando que a Bolívia produz hoje quatro vezes mais cocaína do que consome. "E produzem com a complacência, conveniência e vistas grossas do governo de lá."

Aécio criticou o governo do PT, dizendo que a gestão petista assiste ao crescimento da violência e criminalidade e financia obras nesses países. "Não faremos parceria e nem daremos financiamento a países que não tenham programa de inibição da produção de drogas", disse, reiterando que não se pode fazer vistas grossas a este tema e dizendo que no governo petista, "o BNDES está volta e meia dando financiamento a esses países".

O tucano reconheceu que existe uma relação de solidariedade com essas nações, mas que só será mantida a partir do momento em que tenham responsabilidade. "No meu governo só vai haver relação com esses países quando eles tiverem a responsabilidade de inibir o cultivo, seja da matéria prima, da maconha ou da própria droga."

Após o evento, o candidato do PSDB à Presidência da República voltou a tocar no tema, dizendo mais uma vez que o Brasil tem um número grande de parcerias com esses países e não cobra, em contrapartida, nenhuma ação efetiva para coibir a produção de drogas, "que atravessam as fronteiras do País de forma absolutamente livre para matar vidas". E reiterou: "Temos de tratar segurança pública num plano mais amplo, com controle mais efetivo das fronteiras e também numa relação diferenciada com os países produtores de drogas."

O tucano disse que se eleito não concederá financiamento e nem estabelecerá parcerias com países que não tiverem internamente um programa confiável de diminuição e inibição da produção de drogas. "Estou sinalizando de forma muito clara, nós vamos ter uma conversa no nível diferenciado com os países que aceitam a produção ou de drogas ou de matéria prima de drogas em seu território. Chega de fazermos vistas grossas."

Segundo ele, o número de dependentes do crack chega a 1 milhão. "A matéria prima disso tudo não é feita no Brasil, vamos conduzir uma política externa não para ser gostado pelos países vizinhos, como fez o PT, pelos menos em relação a alguns deles, mas para ser respeitado por esses países." E voltou às críticas ao governo petista: " Não irei terceirizar responsabilidades, o atual governo assiste ao crescimento da criminalidade, da violência, terceirizando responsabilidades e não executando o orçamento de segurança pública. No meu governo vai ser diferente." Agência Estado

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Aécio Neves líder da oposição : "Eleição se ganha no dia 5 de outubro"


Aécio : "Eleição se ganha no dia 5 de outubro"


“Não vou ganhar toda eleição”


http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/n%C3%A3o-vou-ganhar-toda-elei%C3%A7%C3%A3o-1.910315
Aécio Neves admite possibilidade de derrota no pleito, mas diz que vai “lutar até o último dia”


SÃO PAULO e SANTOS. Pela primeira desde que passou a ocupar o terceiro lugar nas pesquisas de intenções de voto, o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, admitiu a possibilidade de uma derrota na eleição. Em entrevista à rádio CBN nesta quarta, o presidenciável por duas vezes declarou que “eleições se perdem”. Apesar disso, repetiu estar confiante.


“Eu tenho que confiar. Mas não estou dizendo que vou ganhar todas as eleições. Eleições se perdem. Já perdi, inclusive, e acho que se aprende muito com isso. Agora, o que não se pode perder é a capacidade de defender aquilo em que se acredita”, disse o candidato tucano.


Aécio reafirmou que vai “lutar até o último dia” por um Brasil “diferente, eficiente e ético”.


Pouco antes, quando perguntado se o PSDB já havia desistido da candidatura dele por causa da mudança de quadro ocorrida com a entrada de Marina Silva (PSB) na disputa, ele defendeu que o resultado da eleição tem que ser encarado com naturalidade.


“Eleição se ganha no dia 5 de outubro. Essa pressa em fazer um diagnóstico não faz bem à boa política. Ganhar ou perder é normal. Acredito que vou vencer por uma razão: tenho o melhor projeto”, afirmou.


Confusão. Um tumulto causado por integrantes dos programas “Pânico” e “CQC” impediu Aécio de concluir ato de campanha em Santos. Já na chegada ao lado do governador Geraldo Alckmin (PSDB), Aécio foi abordado por integrantes dos dois programas. Os humoristas do “Pânico” levaram seguranças para fechar o acesso ao candidato.


O senador Aloysio Nunes, candidato a vice do tucano, chegou a reclamar da abordagem dos humoristas. “Respeitem os seus colegas e o candidato, que está tentando fazer campanha”, pediu. Não foi atendido.


Aécio conseguiu se posicionar para a coletiva, mas foi interrompido diversas vezes durante a entrevista por um homem que estava com microfone da Rede TV! e, aos gritos, repetia: “E o desemprego?”.


O tucano encerrou a entrevista após apenas três perguntas. Disse que iria descentralizar a gestão portuária e promover um choque de infraestrutura para escoar a produção nacional.


Para tentar sair da confusão, Aécio foi a uma tradicional pastelaria. No trajeto, de menos de 500 metros, houve empurra-empurra, e uma senhora chegou a cair no chão, tendo sido erguida por um apoiador do PSDB. A confusão se reproduziu dentro da lanchonete, e Aécio, menos de 30 minutos depois de chegar, deixou o local.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Aécio Neves defende a simplificação de tributos para micro e pequenas empresas


Aécio defende a simplificação de tributos para micro e pequenas empresas




Aécio Neves defende a simplificação de tributos para micro e pequenas empresas
por
Vinícius Lisboa - Repórter da Agência Brasil


O candidato à Presidência da República Aécio neves (PSDB) fez uma caminhada nesta segunda (25.08) na Rua da Alfândega, centro de comércio popular no Rio de Janeiro, e defendeu a simplificação da carga tributária com foco nas micro e pequenas empresas.

O presidenciável prometeu que, se for eleito, uma de suas primeiras propostas enviadas ao Congresso será a simplificação do sistema tributário.

"Temos que conseguir melhores condições de competitividade focadas no micro e no pequeno empresário, que são os que mais empregam na economia brasileira. Alguns passos vêm sendo dados, mas outros, focados, na diminuição da burocracia e na simplificação do sistema são absolutamente necessários", disse Aécio.

Na caminhada, Aécio cumprimentou transeuntes e comerciantes, entrou em lojas e foi acompanhado por políticos aliados do Rio e cabos eleitorais. A movimentação mudou a rotina na rua, que é fechada ao trânsito de automóveis pela grande movimentação de pedestres.

Sobre a candidatura de Marina Silva, pelo PSB, ele respondeu que a posição da candidata nas pesquisas é uma "onda", e que, em meados de setembro, os eleitores terão maior conhecimento das propostas dos candidatos.

"A televisão e as nossas caminhadas vão ajudar para que diminua o desconhecimento. E o conhecimento em relação às nossas propostas precisa ser aumentado também. Tenho muita confiança de que tenho o melhor projeto para o Brasil", disse.

Aécio viaja para São Paulo para acompanhar o enterro do corpo do empresário Antônio Ermirío de Moraes, que morreu nesta segunda-feira aos 86 anos. A assessoria do candidato divulgou nota em que o candidato lamentou a morte do empresário.

"Referência de correção e de sensibilidade social, Antônio Ermírio deixa a inspiração para todos os brasileiros. Eu me lembro do Dr. Antônio, em especial, nas muitas conversas que teve com meu avô Tancredo na construção de sua candidatura. Fica meu grande respeito pelas suas lições de cidadania e democracia

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Aécio Neves em Teresina: "O PT só tem um objetivo: se manter no poder"


Aécio em Teresina : "O PT só tem um objetivo: se manter no poder"





'Objetivo deles é de apenas se manter no poder', ataca Aécio Neves ao PT

O presidenciável Aécio que esteve em Teresina na última terça-feira (12/08) em seu primeiro discurso ainda no Aeroporto não exitou em alfinetar o Governo Federal, em especial a presidente Dilma.

De acordo com ele esse Governo perdeu sua capacidade e só declina. "Hoje vemos um grupo político que assumiu o poder e perdeu a capacidade de mostrar um projeto político transformador e generoso com as pessoas o PT tem como objetivo apenas se manter no poder, mas não adianta o desejo majoritário da população é mudança. Eles se utilizam de instrumento de estado para se manter no poder. Nós propomos um tempo novo", ataca.

Quando questionado sobre a última pesquisa IBOPE em que Dilma se mantem a frente e ele bem a baixo e com uma grande distância, Aécio rebate: "O crescimento vai acontecer na hora certa".

Fonte : http://180graus.com/eleicoes-2014/objetivo-deles-e-de-apenas-se-manter-no-poder-ataca-aecio-neves-ao-pt