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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB irá universalizar creches e pré-escola


Aécio irá universalizar creches e pré-escola






Aécio: se eleito, candidato diz que garantirá pré-natal adequado para todas as mulheres do país

Aécio Neves propõe universalizar creches e pré-escola
De acordo com o candidato, as duas medidas servirão de base para a fundação de uma “nova escola brasileira”
Bruno Bocchini, da 

De acordo com o candidato, as duas medidas servirão de base para a fundação de uma “nova escola brasileira”.

“Vamos garantir acesso universalizado às creches, em parcerias não só com o Poder Público, não só com municípios, estados, mas com todas as outras organizações da sociedade que possam ser nossas parceiras para rapidamente ampliarmos o número de vagas nas creches”, disse Aécio Neves, em entrevista coletiva na produtora em que grava propaganda eleitoral para a televisão, na zona sul da capital paulista.

“A partir daí vamos universalizar a pré-escola, o acesso das crianças de 4 anos de idade à pré-escola, e vamos fundar a nova escola brasileira”, reforçou.

De acordo com ele, a “nova escola” será adequada fisicamente, bem equipada, com professores valorizados e capacitados e o ensino médio terá currículos flexíveis que tenham identidade com cada uma das regiões do país.

“Ao lado disso, vamos resgatar os 20 milhões de brasileiros que não completaram o ensino fundamental e o ensino médio. De todas as grandes prioridades que nós vamos ter, a educação será sempre a primeira delas, porque é com a educação que nós vamos transformar de verdade o Brasil de hoje no Brasil que nós queremos”, destacou.

Aécio disse também que, se eleito, garantirá um pré-natal adequado para todas as mulheres do país, com sete consultas médicas, independentemente da região.

O candidato voltou a agradecer o apoio recebido da ex-candidata pelo PSB à Presidência da República, Marina Silva, e da família do do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), que morreu em um acidente aéreo em agosto, quando também era candidato à Presidência.

“Eu sou um homem feliz por ter recebido o apoio da Marina como eu recebi, de forma espontânea, refletida. Sei que não deve ter sido uma decisão fácil para ela, já que ela representa um conjunto de pensamento na sociedade que não era o mais próximo a nós. Mas tomou uma decisão em favor do Brasil”, disse.

“Cabe a mim agradecer o apoio da Marina, o apoio e a generosidade da minha amiga Renata Campos [viúva de Eduardo Campos], da forma como ela também se manifestou, dos partidos que se somaram a nós nessa última semana”, acrescentou.



http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/aecio-neves-propoe-universalizar-creches-e-pre-escola

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Aécio garante aos aposentados rever o fator previdenciário


Aécio garante aos aposentados rever o fator previdenciário




Aécio Neves: "vamos encontrar um caminho para a substituição do fator previdenciário"

Aécio promete caminho para substituir fator previdenciário
A extinção do fator previdenciário é uma antiga reivindicação dos movimentos sindica
Paulo Whitaker/Reuters

São Paulo - O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, afirmou nesta sexta-feira que, se for eleito, encontrará um caminho para a substituição do fator previdenciário

"Vamos encontrar um caminho que permita a superação, a substituição do fator previdenciário, mesmo que seja ao longo dos próximos anos, para uma forma que não penalize de forma tão grave como vem penalizando hoje os aposentados brasileiros", disse o tucano em discurso a mulheres sindicalistas, em São Paulo.

A extinção do fator previdenciário, implantado durante o segundo governo de Fernando Henrique Cardoso(PSDB) para evitar aposentadorias precoces e desafogar as contas da Previdência Social, é uma antiga reivindicação dos movimentos sindicais.

Aécio também disse que, na reunião, reiterou o compromisso de reajustar a tabela do Imposto de Renda com base na inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e prometeu "recuperar a defasagem" da tabela nos próximos anos.

Ele também voltou a assegurar que, se eleito, manterá a política atual de valorização no salário mínimo, calculada com base na inflação e no crescimento da economia.

"Só que como no nosso governo o país vai voltar a crescer, o reajuste vai ser muito maior", disse o tucano, aproveitando para alfinetar a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, pelo baixo crescimento da economia.

Sobre a busca do fim do fator previdenciário, Aécio disse a jornalistas após seu discurso que se trata de um "compromisso pessoal" assumido por ele.

"Minha equipe econômica vai estar mergulhada nisso", assegurou o tucano, afirmando que encontrará uma "alternativa responsável" para o fim do mecanismo sem dar detalhes.

O tucano prometeu manter um "diálogo permanente" com o movimento sindical e, ao falar para as mulheres, disse que vai cumprir a promessa feita e não concretizada por Dilma na eleição de 2010 de construir 6 mil creches.

Aécio voltou a dizer que é a melhor alternativa de mudança, numa referência à candidata do PSB, Marina Silva, e comemorou o resultado da pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta e que sinalizou crescimento de suas intenções de voto.

"A pesquisa, na verdade, aponta na direção daquilo que já estamos percebendo em todo o Brasil. A nossa candidatura cresce em praticamente todas as regiões e nós já temos a partir de avaliações internas que fazemos sinais maiores do que o que as pesquisas demonstram", disse.

Pesquisa Datafolha divulgada nesta madrugada mostrou Dilma passando de 36 a 37 por cento das intenções de voto para o primeiro turno, Marina recuando de 33 a 30 por cento e Aécio indo de 15 para 17 por cento. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.

Nas simulações de segundo turno, Marina e Dilma estão em empate técnico, com vantagem numérica para a candidata do PSB: 46 a 44 por cento. Já no confronto entre a presidente e o tucano, a petista vence por 49 a 39 por cento.
Revista Exame

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

O candidato Aécio, o único que sobe na última pesquisa do Ibope


Aécio, o único que sobe na última pesquisa do Ibope








Aécio sobe 4 pontos, segundo pesquisa IbopeCandidato do PSDB à presidência foi o único que apresentou desempenho favorável nos resultados
Estado de Minas



Em mais uma prévia das intenções de votos para as eleições presidenciais de outubro, o candidato do PSDB Aécio Neves subiu novamente. O candidato avançou quatro pontos porcentuais e diminuiu ainda mais a diferença para a candidata do PSB, Marina Silva. Os dados são da pesquisa Ibope contratada pelo Estadão e pela Rede Globo e mostraram uma queda na intenção de voto na presidente Dilma Rousseff (PT) e uma diminuição da distância entre a candidata do PSB, Marina Silva, e o candidato do PSDB, Aécio Neves, no primeiro turno. Os dados mostram que Aécio subiu de 15% para 19%, enquanto Marina oscilou de 31% para 30% e Dilma caiu de 39% para 36%.


Saiba mais... "Estamos preparados para a grande arrancada", diz Aécio Neves A pedido de Lula, Dilma intensifica campanha em São Paulo Para Aécio, Marina repete PT Aécio critica vaivém de MarinaO pastor Everaldo Pereira (PSC) manteve 1% das intenções de voto na comparação com a pesquisa anterior, realizada entre 5 e 8 de setembro. A soma dos outros candidatos também se manteve em 1%. Brancos e nulos oscilaram de 8% para 7% e indecisos, de 5% para 6%.

Espontânea

Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados nomes aos eleitores, Dilma apareceu com 31% das intenções de voto, seguida de Marina, com 24%, e Aécio, com 15%. Outros nomes somam 1%. Brancos e nulos são 10%, e 18% não sabem ou não responderam.

No levantamento anterior, Dilma era preferida por 35%, Marina, por 23% e Aécio, por 12%. Brancos e nulos eram 11%, e 19% não souberam ou não responderam à questão.

A pesquisa Ibope entrevistou 3.010 eleitores entre 13 e 15 de setembro em 204 municípios de todo o País. A margem de erro máxima é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, em um nível de confiança estimado de 95%. Ou seja, se fossem feitas 100 pesquisas idênticas a esta, 95 deveriam apresentar resultados dentro da margem de erro. A pesquisa foi registrada na Justiça eleitoral com o número BR-00657/2014.
(Com Agência Estado)

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

O candidato Aécio Neves para Dilma "Somos muito diferentes do PT" Eu não bebo desse cálice do PT"


Aécio para Dilma " Somos muito diferentes do PT" "Eu não bebo desse cálice do PT"




O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, reagiu nesta sexta-feira à declaração da presidente Dilma Rousseff, que, durante sabatina realizada pelo GLOBO, disse que todos os partidos têm corruptos. O tucano, que cumpriu agenda nesta tarde na capital paulista, disse que o PSDB é diferente do PT e acusou o partido adversário de ser "leniente" com a corrupção na Petrobras.


— Nós somos muito diferentes do PT. Eu não bebo desse cálice do PT. O PT permitiu que a maior empresa pública brasileira fosse instrumento de uma organização criminosa — afirmou o tucano.

Aécio também questionou as declarações de Dilma de que ela desconheceria os feitos na estatal.

— Esse diretor que hoje está preso e começa a denunciar para onde ia esse dinheiro era alguém que convivia com alguma intimidade com o governo, como um todo, e com ela própria (Dilma) quando presidente do conselho (da Administração da estatal).

Em seguida, o tucano afirmou que considera o governo conivente com supostos desvios de recursos da Petrobras.

— Não há como tapar o sol com a peneira.O governo do PT foi absolutamente leniente com todas as estruturas que se montaram dentro do estado brasileiro.

O candidato do PSDB comentou a afirmação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disse nesta quinta-feira, em Manaus, ser "amigo" do tucano.

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— O Lula era um bom reserva da lateral esquerda do meu time quando éramos deputados em Brasília. Depois, quando presidente, tivemos uma relação institucional correta e republicana. Não trato meus adversários como inimigos e fico feliz que o presidente Lula, diferente do que disse em outras ocasiões, vem nessa mesma direção.

Aécio voltou a criticar o tom adotado por Dilma na campanha e disse que a adversária "baixou o nível do debate". Por outro lado, o tucano acusou a candidata Marina Silva (PSB) de "não querer o debate".

— Temos uma candidata que baixou o nível do debate e uma outra que não quer o debate e que se ofende simplesmente com a lembrança de que ela militou por mais de 20 anos no PT.

fonte : http://www.paraiba.com.br/2014/09/13/89063-aecio-neves-para-dilma-eu-nao-bebo-desse-calice-do-pt

180 Graus

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

PSDB se reorganiza e promete reagir. O tom de confronto vai subir


PSDB se reorganiza e promete reagir. O tom de confronto vai subir



PSDB reconhece falhas e avisa: 'acabou a campanha comportadinha'

http://www.otempo.com.br/blogs/pol%C3%ADtica-19.298822/psdb-reconhece-falhas-e-avisa-acabou-a-campanha-comportadinha-19.310022




A campanha do PSDB vai mudar e adotar um tom de confronto contra o candidato do PT, Fernando Pimentel, que lidera as pesquisas ao governo de Minas. O presidente do partido em Minas Gerais, deputado federal Marcus Pestana, revelou ao blog Olho Neles que, a partir de agora, a estratégia de Pimenta da Veiga será mais dura com o adversário. A avaliação do tucano é que a campanha de seu partido apresentava erros, que agora serão corrigidos para alcançar o rival. Na prática, Pimenta irá para o ataque direto.


"A campanha estava errada, permitindo ao Pimentel falar mentiras, desconstruir o projeto do PSDB, prometer o que já existe. Enquanto isso, nossa campanha ficava ali, 'olímpica', permitindo tudo isso", afirmou.


Para dar o exemplo de como irá funcionar a partir de agora, Marcus Pestana citou situações na Argentina e nos Estados Unidos, onde o debate é mais pesado.
"Vamos ao confronto, politizar a campanha. O Brasil tem um marketing político que já se esgotou. Essa coisa de jingle, de ir às ruas mostrar apoio do povo, fazer caminhada, essa coisa de o candidato se mostrar caçando o povo não funciona mais. Está ultrapassado. É o que um amigo marketeiro argentino me diz: lá é porradaria pura e ganha quem ficar de pé. Nos Estados Unidos, os democratas compram comerciais na televisão. Os republicanos, também. E não é para falar bem deles não. É para falar mal do adversário. Todos desconstroem o adversário. É o que precisa ser feito", diz.


Pestana afirma que hoje "todo mundo tem medo de falar mal do outro" e que com isso a "campanha fica muito bem comportadinha", prometendo que agora será diferente.


"O Brasil inteiro está votando contra o PT. O PT só tem perspectiva real de vitória o Acre e no Piauí, que são eleitorados pequenos. O Brasil está dizendo um retumbante 'não' ao PT e aqui o Pimentel está tentando se passar por tucano. E nós estamos deixando. Não vamos mais", avisou.


Pestana afirmou que o adversário usa de "desfaçatez" ao falar sobre projetos de ligação asfáltica, enquanto Aécio e Anastasia, juntos, cuidaram de acessos a 220 cidades.


"Ele fala na cara de pau e nossa campanha continuava lá, olímpica, sem reagir", reclamou.


"Pimentel fala de desenvolvimento econômico e não pede desculpas por ter levado para Pernambuco a fábrica da Fiat quando era ministro. E nossa campanha não politizava isso. É o que estamos mudando", explicou.


Apesar da mudança radical de postura, Pestana afirma que não há crise na campanha. Ele afirma que a leitura das pesquisas mostra uma quantidade muito grande de indecisos e de pessoas que, na espontânea, demonstram não conhecer os candidatos.


"O que há é uma frieza, uma indiferença", diz Pestana, que culpa o desgaste do sistema político, culpando "a corrupção patrocinada em Brasília no governo do PT".
"Isso afeta a credibilidade do sistema e afeta os políticos todos. Mas os nossos eleitores, que se identificam com Aécio e Anastasia estão esperando que comecemos a oferecer os argumentos, os elementos para que decidam votar no Pimenta. E isso vai acontecer. Vamos melhorar a campanha para isso", disse.


Crise econômica


O candidato do PSDB afirmou que as dificuldades financeiras na campanha afetam todos os candidatos e culpou o Congresso Nacional, do qual faz parte, pelo quadro de falta de doadores eleitorais.


"Há um ambiente contrário a isso. E é bem feito para o Congresso que, em quatro anos, não fez a reforma política. Eu estou até gostando disso para o Congresso aprender", diz.


Pestana nega que haja uma mudança de rota em relação à presença de Aécio no Estado. Ele diz que o candidato a presidente estará em Minas na quinta-feira e que estão faltando ainda cinco semanas, o que é tempo suficiente para que esse apoio seja solidificado. "Há muita água para rolar. Vivemos uma eleição dramática por conta do acidente trágico com Eduardo Campos. É como se o ano todo tivesse sido anulado. Agora é outra eleição. Marina começou a ser exposta agora. É esperar a onda passar e ver o que acontece", diz.
ta irá para o confronto com Pimentel


A campanha do PSDB vai mudar e adotar um tom de confronto contra o candidato do PT, Fernando Pimentel, que lidera as pesquisas ao governo de Minas. O presidente do partido em Minas Gerais, deputado federal Marcus Pestana, revelou ao blog Olho Neles que, a partir de agora, a estratégia de Pimenta da Veiga será mais dura com o adversário. A avaliação do tucano é que a campanha de seu partido apresentava erros, que agora serão corrigidos para alcançar o rival. Na prática, Pimenta irá para o ataque direto.


"A campanha estava errada, permitindo ao Pimentel falar mentiras, desconstruir o projeto do PSDB, prometer o que já existe. Enquanto isso, nossa campanha ficava ali, 'olímpica', permitindo tudo isso", afirmou.


Para dar o exemplo de como irá funcionar a partir de agora, Marcus Pestana citou situações na Argentina e nos Estados Unidos, onde o debate é mais pesado.
"Vamos ao confronto, politizar a campanha. O Brasil tem um marketing político que já se esgotou. Essa coisa de jingle, de ir às ruas mostrar apoio do povo, fazer caminhada, essa coisa de o candidato se mostrar caçando o povo não funciona mais. Está ultrapassado. É o que um amigo marketeiro argentino me diz: lá é porradaria pura e ganha quem ficar de pé. Nos Estados Unidos, os democratas compram comerciais na televisão. Os republicanos, também. E não é para falar bem deles não. É para falar mal do adversário. Todos desconstroem o adversário. É o que precisa ser feito", diz.


Pestana afirma que hoje "todo mundo tem medo de falar mal do outro" e que com isso a "campanha fica muito bem comportadinha", prometendo que agora será diferente.


"O Brasil inteiro está votando contra o PT. O PT só tem perspectiva real de vitória o Acre e no Piauí, que são eleitorados pequenos. O Brasil está dizendo um retumbante 'não' ao PT e aqui o Pimentel está tentando se passar por tucano. E nós estamos deixando. Não vamos mais", avisou.


Pestana afirmou que o adversário usa de "desfaçatez" ao falar sobre projetos de ligação asfáltica, enquanto Aécio e Anastasia, juntos, cuidaram de acessos a 220 cidades.


"Ele fala na cara de pau e nossa campanha continuava lá, olímpica, sem reagir", reclamou.


"Pimentel fala de desenvolvimento econômico e não pede desculpas por ter levado para Pernambuco a fábrica da Fiat quando era ministro. E nossa campanha não politizava isso. É o que estamos mudando", explicou.


Apesar da mudança radical de postura, Pestana afirma que não há crise na campanha. Ele afirma que a leitura das pesquisas mostra uma quantidade muito grande de indecisos e de pessoas que, na espontânea, demonstram não conhecer os candidatos.


"O que há é uma frieza, uma indiferença", diz Pestana, que culpa o desgaste do sistema político, culpando "a corrupção patrocinada em Brasília no governo do PT".
"Isso afeta a credibilidade do sistema e afeta os políticos todos. Mas os nossos eleitores, que se identificam com Aécio e Anastasia estão esperando que comecemos a oferecer os argumentos, os elementos para que decidam votar no Pimenta. E isso vai acontecer. Vamos melhorar a campanha para isso", disse.


Crise econômica


O candidato do PSDB afirmou que as dificuldades financeiras na campanha afetam todos os candidatos e culpou o Congresso Nacional, do qual faz parte, pelo quadro de falta de doadores eleitorais.


"Há um ambiente contrário a isso. E é bem feito para o Congresso que, em quatro anos, não fez a reforma política. Eu estou até gostando disso para o Congresso aprender", diz.


Pestana nega que haja uma mudança de rota em relação à presença de Aécio no Estado. Ele diz que o candidato a presidente estará em Minas na quinta-feira e que estão faltando ainda cinco semanas, o que é tempo suficiente para que esse apoio seja solidificado. "Há muita água para rolar. Vivemos uma eleição dramática por conta do acidente trágico com Eduardo Campos. É como se o ano todo tivesse sido anulado. Agora é outra eleição. Marina começou a ser exposta agora. É esperar a onda passar e ver o que acontece", diz.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Senador Aécio Neves : "Nosso adversário é o governo do PT. Não estou preocupado com Marina"


Aécio :"Nosso adversário é o governo do PT . Não estou preocupado com Marina"



Eleições 2014 »
Aécio Neves diz que não está preocupado com Marina Silva

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, disse que não está preocupado com a entrada da ex-senadora Marina Silva na disputa presidencial após a morte do ex-governador Eduardo Campos. "Nosso adversário é o governo (da presidente Dilma Rousseff)", disse o tucano. Aécio está nesta quarta-feira na capital paulista com o governador Geraldo Alckmin (PSDB), com quem visitou uma carreta do projeto Mulheres de Peito, do governo estadual, que atua na prevenção do câncer de mama.

Após visitar o projeto, no Largo da Concórdia, no bairro do Brás Aécio, Alckmin e outros correligionários fizeram um pequeno périplo pelas ruas do tradicional bairro comercial. Em uma das lojas, os dois pararam para comer esfirra, pastel e tomar suco de laranja. Depois desta agenda, os dois se encontrarão com sindicalistas na Casa de Portugal.



http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/politica/2014/08/20/interna_politica,524034/aecio-neves-diz-que-nao-esta-preocupado-com-marina-silva.shtml

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Pesquisa DataFolha : Mesmo debaixo de toda comoção nacional, Aécio Neves e Marina estão empatados


Pesquisa DataFolha: Mesmo debaixo de toda comoção nacional, Aécio e Marina estão empatados





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Pesquisa Eleitoral: : Dilma Rousseff tem 36%, Marina Silva, 21% e Aécio Neves 20% em18 de Agosto

Pesquisa feita pelo Datafolha para o jornal "Folha de S.Paulo" divulgada na edição desta segunda-feira (18) mostra Dilma Rousseff (PT) com 36% das intenções de voto para presidente, seguida de Marina Silva (PSB), com 21%, e Aécio Neves (PSDB), com 20%.

É a primeira pesquisa que inclui um cenário em que a ex-senadora Marina Silva é o possível nome do PSB no lugar do ex-governador Eduardo Campos, que morreu na quarta-feira (13), em um acidente de avião. O PSB ainda não definiu se Marina será a candidata substituta, mas lideranças dão a escolha como certa.

No levantamento anterior do Datafolha, realizado nos dias 15 e 16 de julho e divulgado no dia 17,Dilma tinha 36%, Aécio, 20%, e Eduardo Campos, 8%.

O percentual de entrevistados que disseram não saber em quem votar ou que não responderam foi de 14% em julho e agora atingiu 9%. Brancos e nulos eram 13%; agora são 8%. O quarto colocado na pesquisa, pastor Everaldo (PSC), aparece com 3% das intenções de voto; no levantamento anterior, tinha os mesmos 3%.

A pesquisa mostra que, se a eleição fosse hoje, haveria segundo turno: Dilma teria 36% contra 46% da soma dos demais candidatos. Na pesquisa anterior, Dilma tinha 36% contra 36% dos demais, o que indicava uma incerteza sobre a necessidade de segundo turno.

O resultado da atual pesquisa mostra que, se for confirmada candidata do PSB no lugar de Campos, Marina começa a campanha em situação de empate técnico com Aécio Neves, numericamente à frante do tucano: 21% a 20%, dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais.

Marina larga também em situação de empate técnico com Dilma na simulação de segundo turno: Marina com 47% e Dilma com 43%. O Datafolha não pesquisou um cenário entre Marina e Aécio. No cenário entre Dilma e Aécio, a petista tem 47%, e o tucano, 39%.

O levantamento foi encomendado pelo jornal “Folha de S.Paulo”. O Datafolha ouviu 2.843 eleitores em 176 municípios nos dias 14 e 15 de agsoto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso quer dizer que o instituto tem 95% de certeza de que os resultados obtidos estão dentro da margem de erro.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00386/2014.

Veja os números do Datafolha para a pesquisa estimulada (em que a relação dos candidatos é apresentada ao entrevistado):

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Veja entrevista do candidato Aécio Neves ao G1


Veja entrevista de Aécio ao G1 





Aécio anuncia em entrevista ao G1 criação de Ministério da Infraestrutura
Candidato do PSDB disse que, eleito, extinguirá o Ministério da Pesca.
Ele participou da série de entrevistas do G1 com presidenciáveis.
Do G1, em Brasília

O candidato a presidente da República pelo PSDB, o senador Aécio Neves (MG), anunciou nesta segunda-feira (4) durante entrevista ao vivo ao G1 que, se eleito, criará o Ministério da Infraestrutura e extinguirá o Ministério da Pesca. Segundo ele, a pasta da Infraestrutura reunirá setores como transporte e energia, que atualmente têm ministérios específicos.

Perguntado sobre qual pasta deixaria de existir em eventual governo tucano, ele afirmou: "Daria o exemplo do Ministério da Pesca. Não se justifica de maneira nenhuma até porque precisamos fortalecer o MInistério da Agricultura. Estamos estudando a criação de um forte ministério da Infraestrutura. Ele trataria de investimentos em rodovias, energia. Estou adiantando em primeira mão, mas não vou entrar em detalhes."

Durante pouco mais de 40 minutos, ele respondeu a perguntas de internautas e do portal, em três blocos, conduzidos pelos jornalistas Tonico Ferreira, da TV Globo, e Nathalia Passarinho, do G1. A ordem dos entrevistados (veja ao final desta reportagem) foi definida por sorteio na presença de representantes dos partidos de todos os candidatos. A candidata sorteada para o primeiro dia (28 de julho), a presidente Dilma Rousseff, não compareceu por problemas de agenda, segundo a assessoria do Palácio do Planalto. No último dia 31, foi entrevistado o candidato Zé Maria (PSTU). O próximo, na quinta-feira (7), será Mauro Iasi (PCB).

Aécio Neves reafirmou a proposta de redução para quase a metade o número de ministérios, atualmente em 39. Para o tucano, que mencionou estudo da Universidade de Cornell (EUA), "22 ou 23 ministérios" é o número "adequado".

Segundo ele, o ex-governador de Minas Gerais Antonio Anastasia e um grupo de especialistas está "redesenhando o estado brasileiro".

Aécio disse que a criação do Ministério da Infraestrutura permitiria uma "ação estratégica" para o país, que precisa ter "marcos regulatórios claros". "Precisa ser algo que planeje, tenha interlocução com o setor privado", completou. De acordo com o presidenciável, o governo e os PT "demonizaram" as parcerias com o setor privado, mas agora "se curvam a elas com atraso enorme".

O tucano disse que pretende cortar um terço dos cargos comissionadosdo Executivo e defendeu o fim da reeleição, com a fixação de mandatos de cinco anos.

PMDB
Indagado em pergunta de um internauta se seria possível governar sem o apoio de José Sarney, Renan Calheiros e outras lideranças do PMDB - "todos adversários meus nesta campanha" -, atualmente aliados do governo, Aécio Neves respondeu que sim, mas disse que, se "quadros do partido" decidirem apoiar um eventual governo tucano, aceitará.

"Da forma como se estabelecerem as relações políticas, sim (é possivel governar sem o PMDB). Não é possivel governar nessas relações mercantilistas. Essa talvez seja uma das heranças malditas desse govero, que nivelou por baixo as relações politicas", declarou.

Aeroporto de Cláudio
Aécio Neves também foi perguntado sobre o motivo de ter levado 10 dias para admitir o uso do aeroporto de Cláudio, em Minas Gerais, em terras que pertenceram à família dele.

Ele afirmou que esperou que a denúncia fosse "esclarecida", já que num primeiro momento se afirmava que foi realizada obra pública em terreno privado.

"Isso não é um improviso. Foi feita à luz do dia, uma dessas obras foi na cidade de Cláudio, uma demanda antiga de asfaltamento de terra. A terra mais disponível era de um tio-avô meu. Houve desapropriação e ele está na Justiça até hoje. Tem quase 90 anos, está na Justiça e não recebeu um tost]ao. Quem levou vantagem nisso? O interesse do Estado foi preservado."

O tucano voltou a confirmar que usou a pista "algumas vezes", mas, segundo ele, "lamentavelmente" a Anac não homologou o logo após três anos.

Mensalão mineiro
Perguntado sobre a afirmação da presidente Dilma Rousseff de que houve "dois pesos e umas 19 medidas" no julgamento do mensalão do PT, no qual o Supremo Tribunal Federal (STF) condenou 24 pessoas, e sobre o mensalão tucano, em Minas Gerais, que o Supremo enviou para julgamento na primeira instância da Justiça, Aécio Neves afirmou que "são coisas distintas".

Segundo ele, o mensalão do PT "foi um grupo dentro do poder que pagava mesada a parlamentares" enquanto, no mensalão tucano, as suspeitas recaem sobre "uma campanha eleitoral".

"Vamos deixar que a Justiça julgue. O PT tem dificuldade muito grande de reconhecer seus equívocos. Recentemente, o ex-presidente da República disse que não existiu o mensalão. Eu não sou juiz, apenas acato decisões da Justiça. Vamos aguardar que a Justiça mineira

O tucano disse que "se houve algum companheiro do partido, membro do partido, que houver cometido irregularidade, não o transformaremos em herói nacional como fez o PT". "A impunidade não pode ser a regra da política."

Relações exteriores
Aécio Neves declarou que pretende "mudar o nível" das relações internacionais. Segundo ele, "política externa hoje é mercado". O candidato afirmou que uma "posição de equilíbro" orientará as relações com outros países.

"Vamos mudar o nível da nossa relação internacional. Enquanto vizinhos fizeram inúmeros acordos bilaterais, o Brasil fez só três" (Egito, Israel e Palestina), disse. "O tempo perdido não volta mais. Estamos adiando um entendimento com a União Europeia."

Ao final da entrevista, os jornalistas pediram ao candidato respostas "sim" ou "não" para perguntas num formato "pinga-fogo". Depois, ele ainda fez as considerações f

terça-feira, 29 de julho de 2014

O candidato Aécio Neves ressalta a importância do terceiro setor para o desenvolvimento do Brasil


Aécio ressalta a importância do terceiro setor para o desenvolvimento do Brasil





Governo perdeu capacidade de gerar expectativas positivas na economia, diz Aécio

Agência Brasil


O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, defendeu hoje (28), em reunião com empreendedores sociais na capital paulista, mais diálogo com organizações não governamentais (ONGs) para a proposição de políticas públicas. O evento reuniu representantes de sete entidades, a maioria da área cultural.

“O Estado brasileiro, governos de todos os níveis, tem que ter humildade e reconhecer as experiências exitosas que o terceiro setor viveu e vive e aprender com elas. É isso que estamos buscando nesses diálogos que se iniciam hoje”, disse Aécio após o encontro.

Segundo Aécio, o objetivo é dar escala às iniciativas que estão em prática há muitos anos e se demonstram exitosas. “O Brasil desperdiça um potencial enorme de experiências que resgataram crianças fora da idade escolar e que qualificaram pessoas para entrar no mercado de trabalho, para citar alguns exemplos”, disse o candidato a representantes de organizações como o Afro Reggae, o Comitê para a Democratização da Informática, os grupos Doutores da Alegria e Olodum e o Centro Cultural Waly Salomão.

Aécio defendeu também uma legislação que regule a atuação do terceiro setor no país. “Quero permitir um salto de patamar nas chamadas relações intersetoriais, seja do ponto de vista de um marco civil, que é essencial como um estímulo às pessoas para que participem mais dessas atividades”, explicou o candidato tucano. Para ele, essa mudança será importante também para permitir a desburocratização da relação de tais instituições com o governo.

Ao comentar o comunicado que o banco Santander enviou a alguns correntistas, no qual a instituição apontou efeitos negativos que a reeleição da presidenta Dilma Rousseff poderia ter para a economia, Aécio disse: “Quanto mais provável uma candidatura da oposição, melhor o ambiente e as expectativas de futuro que movem a economia." Para ele, o governo perdeu a capacidade de gerar expectativas positivas na economia brasileira. O candidato disse que não acha correto punir os analistas responsáveis pela mensagem. “Teriam que demitir praticamente todos de todas as instituições financeiras, porque eles são muito céticos quanto à economia brasileira, se permanecer o atual governo”, avaliou.

Sobre o contrato de profissionais cubanos no Programa Mais Médicos, o candidato do PSDB adiantou que, se for eleito, pretende rever o formato atual do convênio com o governo de Cuba, intermediado pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). “Pelo respeito que tenho pelo povo cubano, temos que buscar uma negociação que impeça a continuidade da discriminação em relação a eles”, disse Aécio, que destacou a necessidade de encontrar formas de não inviabilizar o programa. “Temos que ver isso lá na frente, criar condições para que os cubanos possam se qualificar para atender aqui no Brasil e receber remuneração mais digna.”

quinta-feira, 17 de julho de 2014

O Candidato Aécio Neves quer autonomia nacional e rejeita normas de Cuba


Aécio quer autonomia nacional e rejeita normas de Cuba



Aécio rejeita norma de Cuba

http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/politica/2014/07/17/interna_politica,122121/aecio-rejeita-norma-de-cuba.shtml

Candidato do PSDB garante manter programa Mais médicos, mas não vai financiar a ilha com repasse de recursos para aquele país. Profissionais devem receber salário integral


Daniel Camargos


Aécio Neves, senador e candidato do PSDB à Presidência: "Nós vamos manter o Mais médicos, vamos fazer com que eles se qualifiquem e estabelecer novas regras para os profissionais. Não vamos aceitar as regras do governo cubano"



O candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves, afirmou ontem que não aceitará as regras do governo cubano para pagamento de profissionais do programa Mais médicos. Atualmente, as bolsas pagas aos médicos brasileiros e estrangeiros são de R$ 10 mil. Porém, diferentemente dos outros países, a remuneração dos profissionais cubanos é paga ao governo do país e apenas R$ 3 mil chegam ao bolso dos profissionais. Cerca de 80% dos médicos do programa federal, instituído pelo governo federal no ano passado, é proveniente de Cuba.



“Nós vamos manter os Mais médicos, vamos fazer com que eles se qualifiquem e estabelecer novas regras para os profissionais. Não vamos aceitar as regras do governo cubano”, disse o senador, em sabatina realizada por grupos de comunicação, em São Paulo. Aécio disse ainda que esse acordo terá que ser refeito, mas não explicou como garantirá que o atual número de médicos seja mantido caso Cuba não aceite um novo acordo.



O senador também afirmou que o atual governo "financia" Cuba com parte da remuneração dos profissionais contratados pelo país. Para o tucano, os médicos estrangeiros devem ser qualificados no Brasil e passar pelo exame Revalida. Aécio disse ainda que a saúde não pode ser “circunscrita” ao programa Mais médicos – uma das principais vitrines da gestão da presidente Dilma Rousseff (PT), que tenta ser reeleita e é adversária do senador mineiro.



Durante a sabatina, Aécio tentou inverter o discurso sobre “medidas impopulares” que tomaria caso eleito e disse que o governo de Dilma Rousseff é que tem tomado esse tipo de decisão. “O mal, as medidas impopulares estão sendo feitas por esse governo. O Brasil vive um processo de estagflação, de crescimento pífio, com inflação ultrapassando o teto da meta sem que se acene de forma absolutamente clara sobre medidas que tomaria no futuro para reverter esse quadro perverso”, entende o candidato.



Em abril, o tucano havia afirmado, em jantar para empresários, que, se o preço a pagar para fazer reformas necessárias era a impopularidade, ele estaria preparado para tomar esse tipo de decisão. Questionado pelos jornalistas, Aécio não negou que tenha dito a frase, mas afirmou que a fala “está virando lenda” e que “o que tem dito em todos os encontros” é que vai tomar “as medidas necessárias para retomar o Brasil no rumo do crescimento”.



O tucano explicou que sua fala para os partidos dissidentes da base de apoio do governo federal para que “suguem um pouco mais” da gestão petista e, “então, nos apoiem”, foi “uma brincadeira”. “Nós temos que ter cuidado com essas ironias. Foi no dia em que eu recebi a notícia que o governo estava demitindo um ministro para entregar ao PR”, afirmou.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Candidato Aécio Neves : "Derrota não apaga o brilho do futebol brasileiro"


Aécio: " Derrota não apaga o brilho do futebol brasileiro"





O candidato à presidência da República Aécio Neves (PSDB) recorreu nesta terça-feira, 08, à redes sociais para comentar sobre a derrota da seleção brasileira para a Alemanha na Copa do Mundo. "Como torcedor e como brasileiro, compartilho a frustração que estamos todos sentindo. Uma derrota sofrida, difícil de entender, mas que não apaga o brilho do futebol brasileiro e muito menos do nosso povo", escreveu o tucano após a partida em sua página oficial do Facebook.

"Apesar do resultado, envio o meu abraço aos nossos jogadores, à comissão técnica e a todos que lutaram para colocar o Brasil no lugar mais alto do pódio. Dessa vez não deu, mas vamos em frente! Outras vitórias virão!", acrescentou. Acompanhado da filha, Aécio esteve na última sexta-feira no jogo das quartas de finais do Mundial em que a Alemanha derrotou a França no Maracanã. ...

terça-feira, 8 de julho de 2014

Para o senador Aécio Neves, apito final da Copa vai despertar eleitor


Para Aécio, apito final da Copa vai despertar eleitor





http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/politica/2014/07/08/interna_politica,121195/para-aecio-apito-final-da-copa-vai-despertar-eleitor.shtml
Após reunir equipe para definir coordenações regionais, tucano promete campanha propositiva, destaca papel de FHC e avalia que disputa só chamará a atenção do brasileiro depois do Mundial


Amanda Almeida




Brasília – Um dia depois do início oficial da campanha eleitoral, o candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves, avaliou que a disputa só fará parte da rotina do eleitor brasileiro após o fim da Copa do Mundo, no próximo fim de semana. O tucano se reuniu ontem, em São Paulo, com a sua equipe para definir coordenações regionais. Aécio aproveitou o encontro para demonstrar que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso será figura presente durante a campanha e terá o legado defendido.


Nas últimas corridas presidenciais, FHC foi escanteado pelos candidatos tucanos, pois eles temiam que o desgaste na reta final de seus oito anos à frente do Palácio do Planalto atrapalhasse as campanhas do PSDB. A presença do ex-presidente foi “resgatada” na campanha de Aloysio Nunes Ferreira (SP) ao Senado em 2010. Com forte discurso de defesa do mandato de FHC, ele conseguiu 11 milhões de votos, mais do que a ministra da Cultura, Marta Suplicy, também eleita, com 8 milhões de votos.


“Considero-me um privilegiado. Ter a companhia, o espírito público de um estadista como o presidente Fernando Henrique, que veio aqui em um gesto muito simbólico, para mim até de surpresa, prestar a sua solidariedade, dizer do seu empenho nesta caminhada é um privilégio que, esse, realmente, só eu que tenho”, disse Aécio, depois da reunião com a coordenação, acrescentando que FHC será um “conselheiro” durante a campanha e citando legados do governo tucano, como a criação do Plano Real.


Sobre a Copa, Aécio voltou a insinuar que o PT está fazendo uso político do evento, cujo fim, para ele, será a real largada para as eleições de outubro. “Após a Copa do Mundo, as pessoas vão estar mais conectadas com a eleição, que entrará na agenda de boa parte da população brasileira que ainda está alheia a ela hoje”, comentou. Para o tucano, a presidente Dilma Rousseff não será beneficiada eleitoralmente por uma eventual vitória da Seleção Brasileira. “Apenas fiz um comentário, e continuo achando que as pessoas não vão se iludir em relação a um resultado, seja positivo ou negativo.”


Torcida sem uso político


Em evento de turismo pela manhã, FHC já havia criticado o uso político da Copa do Mundo. “Não se deve misturar a emoção da Copa com a política. O povo sabe distinguir. Todos nós torcemos para o Brasil. Acho que a Copa é um evento nacional e a torcida pelo Brasil é de todos nós. Depois da Copa vamos discutir eleições. Agora, o povo está querendo é que o Brasil ganhe”, afirmou. Mais uma vez, o ex-presidente criticou a condução da política econômica durante os governos petistas. Questionado se o PT estava “cuidando bem do seu filho”, que seria o Plano Real, o ex-presidente respondeu: “Até um certo momento, mas, quando chegou à adolescência, eles (petistas) maltrataram. A partir da crise de 2007 e 2008 eles passaram a maltratar o filho”, disse. Para ele, é necessária uma mudança nos rumos da economia.


Além de FHC, Aloysio Nunes e o senador Agripino Maia (DEM-RN) participaram da reunião. Agripino é o coordenador-geral da equipe de Aécio e deve se mudar para um flat em São Paulo, onde fica o comitê central de Aécio. Segundo o tucano, o coordenador-geral definirá esta semana os nomes que coordenarão a campanha regionalmente. Haverá dois líderes nas cinco regiões do país: um político e um administrativo.


“Da nossa parte, será uma campanha propositiva. Vamos debater ideias, um novo modelo de gestão, uma nova visão de mundo, uma nova concepção em relação à questão econômica. Vamos construir uma agenda que permita ao Brasil voltar a crescer, controlar a inflação, resgatando a credibilidade para que os investimentos voltem a vir para o Brasil, e aumentando a qualidade dos nossos investimentos na área social”, prometeu Aécio.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Eleições 2014 : PSDB consolida base de Aécio Neves líder da oposição no Paraná


Eleições 2014: PSDB consolida base de Aécio no Paraná

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Convenção PSDB-PR consolida apoio aos nomes de Beto Richa, Aécio Neves e Alvaro Dias
Por CBN Foz | Para: CBN Foz

Milhares de pessoas se uniram em torno dos nomes de Beto Richa, candidato à reeleição no governo do Paraná, e do senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB e candidato à presidência da República, durante a Convenção Estadual do PSDB-PR, na manhã deste domingo (29), em Curitiba (PR).




Convenção do PSDB realizada neste domingo (29) reuniu milhares de militantes emCuritiba (PR). Foto: PSDB
O sentimento geral foi o desejo de continuidade das boas políticas desenvolvidas no estado do Paraná, e de mudança na condução do governo federal.


“O Paraná hoje é exemplo de desenvolvimento. A mudança que está acontecendo aqui vai acontecer no Brasil, com Aécio Neves na presidência da República”, afirmou o senador Alvaro Dias (PSDB), também candidato à reeleição.

“O povo brasileiro não pode ser o silencioso espectador dos escândalos de corrupção emBrasília. Um governo não pode ser um balcão de negócios. O povo brasileiro, de dignidade e decência, não pode admitir que um governo tenha sede no Palácio do Planalto e sub-sede na penitenciária da Papuda [onde estão presos os condenados pelo mensalão]“, disse. “O tempo é de mudança, e esse vento de mudança vai se transformar em tsunami e tirar do Palácio do Planalto aqueles que envergonham o país”.


Diálogo
O vice-governador e secretário de Educação do estado, Flávio Arns, destacou que a principal característica do governo de Beto Richa foi a nova política, “do diálogo, da ética, do entendimento”.

“Para que o novo Paraná seja construído em bases sólidas, vamos juntos, expandir, melhorar. É um momento de decisão. Com os dois, Richa e Aécio, garantimos uma política ética, uma política de respeito”, ressaltou.

Exemplo
A secretária estadual da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa, destacou o exemplo de respeito à população que o governo do Paraná inspira no resto do país.

“É um governo que pratica a divisão de responsabilidades, com prefeitos, autoridades, com a população. Que representa os nossos interesses. Que briga em Brasília, com quem quer que seja”, acrescentou.

Para o líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado estadual Ademar Traiano, o povo paranaense não pode retroceder, opinião partilhada pelo presidente do PSDB-PR, o deputado estadual Valdir Rossoni.

“Cada um de nós tem que dar a sua contribuição para o que o Paraná não volte atrás, no atraso, no ódio. Voltar atrás, nunca mais”, completou.

Fonte: PSDB

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Pezão afirma que Rio vai estar com o candidato Aécio Neves


sexta-feira, 27 de junho de 2014

Pezão afirma que Rio vai estar com Aécio Neves








Pezão afirma que Aécio terá mais apoio que Dilma entre partidos de coalizão no Rio



Por Daniel Haidar, na VEJA.com:

Na convenção que confirmou sua candidatura à reeleição, o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), afirmou nesta quinta-feira que o tucanoAécio Neves deve ter a maior base de apoio da coligação majoritária liderada pelos peemedebistas no Estado. Nacionalmente, o PMDB fechou apoio à candidatura da presidente Dilma Rousseff, mas uma rebelião fluminense liderada pelo presidente da agremiação no estado, Jorge Picciani, converteu a máquina do partido ao movimento Aezão, com o objetivo de buscar votos em Aécio para presidente e Pezão para governador. De acordo com Pezão, mais da metade dos 18 partidos da coligação vai concentrar esforços em apoiar a campanha de Aécio. Ele afirmou que sete ou oito partidos estarão empenhados na reeleição de Dilma. Já o PSC tem candidato próprio, o pastor Everaldo. Pela manhã, Pezão tinha afirmado apoio a presidente Dilma, mas no discurso na convenção ele não citou nenhum candidato.

“Darei tratamento igualitário a todos os partidos. Mais da metade da coligação está com Aécio e sete ou oito estão com Dilma”, afirmou Pezão. O pastor Everaldo, presidenciável do PSC, subiu ao palanque ao lado de Pezão e brincou com os militantes que o movimento importante era o “Evezão”, voto em Everaldo e Pezão. “Falam de um movimento de outro candidato e você. Mas o que teremos é Everaldo e Pezão, o Evezão”, afirmou. Antes da fala de Pezão, iniciada com uma chuva de papel, outros políticos discursaram alternando pedidos de votos para Dilma e para Aécio. Na frente dos militantes, o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), amenizou a frente de briga que comprou com o presidente do PMDB fluminense, Jorge Picciani, ao defender uma mobilização de prefeitos em favor de Dilma. Picciani, que lidera o Aezão, cobrou fidelidade partidária de Paes depois que o prefeito defendeu voto na presidente. Paes minimizou a divergência.

“Esse time está unido para eleger Pezão e não vai se dividir jamais”, discursou Paes. Os delegados com poder de voto na convenção aprovaram a coligação majoritária do PMDB no Rio com outros 17 partidos (PDT, PP, PSD, PTB, PSC, PSDB, PPS, DEM, PTN, PEN, PSL, PMN, PTC, PRP, PSDC, PRTB e SDD) e a lista de candidatos a deputado federal e estadual. Também foi delegado à comissão executiva efetivar deliberações futuras sobre a inclusão, ou exclusão, de partidos da coligação.

Por Reinaldo Azevedo

quinta-feira, 26 de junho de 2014

PMDB do Ceará sinaliza apoio a Aécio Neves presidente do PSDB




PMDB do Ceará sinaliza apoio a Aécio Neves


Fonte: Diário do Congresso
Aécio sinaliza acordo do PSDB com PMDB no Ceará

O presidenciável tucano Aécio Neves tem se animado com as dissidências da coligação pela reeleição da presidente Dilma Rousseff. ”Muito mais gente já desembarcou e o governo ainda não percebeu. Vão sugar um pouco mais. E eu digo para eles: façam isso mesmo, suguem mais um pouquinho e depois venham para o nosso lado”, disse ontem ao comentar troca no Ministério dos Transportes pelo PR (leia aqui).

Após conquistar o apoio do PTB e do PMDB em estados estratégicos, como no Rio de Janeiro, ele espera ampliar seu palanque no Nordeste, reduto político do PT nas últimas eleições.

Alianças já estão garantidas na Bahia, Piauí e Maranhão. Tudo indica que o tucano também está prestes a fincar sua bandeira no Ceará. “Esperamos ter novidades no Nordeste nas próximas 48 horas”, afirmou Aécio sobre uma possível aliança do PSDB com o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE).

O partido deve lançar o tucano Tasso Jereissati a uma vaga no Senado pela chapa liderada por Eunício.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

O candidato Aécio Neves costura acordo no Rio entre o DEM e o PMDB


segunda-feira, 23 de junho de 2014

Aécio costura acordo no Rio entre o DEM e o PMDB



Fonte: MSN Notícias

Data: 23/06/2014 — 03h00
Link: http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/aécio-leva-aliado-dem-para-a-chapa-do-pmdb-no-rio

Aécio leva aliado DEM para a chapa do PMDB no Rio

0 | Por Luciana Nunes Leal, estadao.com.br

Cesar Maia desiste de disputar governo e vai concorrer ao Senado em coligação liderada por Pezão; ação fortalece 'Aezão' no Estado

RIO - Aliado do PSDB no plano nacional, o DEM aceitou ingressar na chapa majoritária do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), candidato à reeleição. O ex-prefeito Cesar Maia (DEM) desistiu de concorrer ao Palácio Guanabara e deverá ser anunciado nesta segunda-feira, 23, candidato ao Senado na chapa. A articulação fortalece o movimento “Aezão” no Rio - o voto conjunto no candidato tucano à Presidência, Aécio Neves, e em Pezão para o governo do Estado.

Para viabilizar a coligação, o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), que concorreria ao Senado, vai abrir mão da disputa. O acordo costurado por Aécio foi uma resposta à aliança do PSB com o PT local, avalizada pelo presidenciável Eduardo Campos (PSB). O deputado Romário (PSB) será o candidato ao Senado na chapa encabeçada pelo petista Lindbergh Farias.

O PSDB confia que a presença de Cesar Maia na aliança do PMDB fortaleça a candidatura de Aécio no terceiro colégio eleitoral do País, com 12 milhões de votantes. Embora ala expressiva do PMDB fluminense apoie o senador tucano, Pezão e Cabral prometem apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff.

“Nossa prioridade total e absoluta é a eleição de Aécio presidente. Goste eu ou não, a decisão do partido está voltada para o plano nacional, já que não temos candidato majoritário no Rio”, disse neste domingo o presidente do PSDB-RJ, deputado estadual Luiz Paulo Correa da Rocha, um dos principais opositores de Cabral e Pezão na Assembleia Legislativa.

O PSDB deverá anunciar nesta segunda-feira, 23, a entrada formal na coligação com o PMDB. A convenção estadual do partido, realizada no domingo, aprovou apenas a coligação proporcional com o PPS e deixou a decisão sobre apoio a governador para a executiva estadual.

A aliança em torno de Pezão já soma 16 partidos. Maia vinha negando categoricamente a proposta de Aécio para que desistisse da disputa e se aliasse ao PMDB. No entanto, segundo aliados do ex-prefeito, a oferta para disputar o Senado mudou o cenário. A negociação, feita entre a noite de sábado e a tarde de domingo, envolveu Aécio, Maia e o presidente do PMDB-RJ, Jorge Picciani, líder da dissidência pró-tucano.

Ao lado do PSDB, o DEM fazia oposição a Cabral e Pezão. Mas os aliados concordaram que era preciso reagir à aliança do PT com o PSB e fortalecer o movimento “Aezão”. Nesse novo desenho, Dilma terá de dividir espaço no Rio com dois adversários na disputa presidencial. De um lado, o PSB de Campos, que vai se apoiar na candidatura de Romário. De outro, Maia fará campanha para Aécio no palanque de Pezão.

A presença de Romário na disputa pelo Senado pesou na decisão de Cabral. A avaliação é que o ex-jogador tem grandes chances de vitória por ser muito popular. Cabral deixou o governo no início de abril com baixos índices de popularidade.

Além do governador e de Lindbergh, a disputa pelo governo fluminense deverá ter como candidatos Anthony Garotinho (PR) - que ainda não anunciou quem apoiará para presidente - e Marcelo Crivella (PRB), que apoia a reeleição de Dilma.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Aécio Neves líder das oposição : "O problema não é o país, é o governo que está aí "


quinta-feira, 19 de junho de 2014

Aécio : "O problema não é o país, é o governo que está aí"








No primeiro ato político como candidato à presidente da república, o senador Aécio Neves (PSDB) repudiou a concentração de recursos nas mãos da União. Além das críticas ao Governo Federal, o tucano fez um discurso de agradecimento aos correligionários que estavam presentes no evento, no município de Jaboatão dos Guararapes, nesta quarta-feira (18). Caravanas de várias comunidades da cidade foram prestigiar a presença do neto de Tancredo Neves. Durante a cerimônia o parlamentar agradeceu a presença do público e até arriscou alguns passos de xaxado, dança típica da Região Nordeste.


“Apenas a União tem recurso e a consequência disso são desvios e as faltas de conexões com as necessidades essenciais da população. É um governo unitário. (...) Temos que ter coragem para dar férias prolongadas àqueles que usurparam o Brasil, aqueles que fizeram projetos exclusivamente para o poder”, disse o parlamentar.


O evento foi promovido pelo prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Elias Gomes (PSDB). Além do gestor, estiveram presentes no local o presidente estadual do partido, deputado Bruno Araújo (PSDB), e os deputados Daniel Coelho (PSDB), Terezinha Nunes (PSDB), Betinho Gomes (PSDB) e outros correligionários do partido.


“Os exemplos de coragem dessa terra mostrados em vários episódios, vão servir de inspiração na caminhada que se inicia simplesmente mostrando as teses em que acreditamos. (...) O problema não é o País, e sim no governo que está aí”, relatou.

O tucano também criticou o discurso feito nas últimas inserções do PT. “Tentaram o discurso do medo, como se o medo fosse à perda das conquistas que nós trouxeram aqui. Tentam agora o discurso do ódio. Ao medo e o ódio vamos responder com sorrisos, é isso que me move”, afirmou o parlamentar.


Apoio

Alguns tucanos discursaram em prol de Aécio Neves durante o ato político. Os deputados Bruno Araújo e Betinho Gomes pediram para a população presente conhecerem o projeto de governo do neto de Tancredo Neves. O prefeito Elias Gomes relatou que o PT inviabilizou-se no Governo e o PSDB precisa mostrar uma alternativa para o País.


“Algo de novo está para acontecer nesse País. Este algo novo que está para acontecer no Brasil tem marca, tem história, tem DNA político. (...) Você (Aécio) tem um papel muito importante, fazendo um combate no mundo das ideias. Saberá pacificar nosso País. Saberá mobilizar as redes sociais em favor de projetos, em favor de teses”, declarou.

sábado, 14 de junho de 2014

Aclamado candidato, Aécio Neves promete varrer o PT do poder e promover o reencontro da decência com o Brasil


sábado, 14 de junho de 2014

Aclamado candidato, Aécio promete varrer o PT do poder e promover o reencontro da decência com o Brasil



Fonte: Reuters Brasil


Link: http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRKBN0EP0X320140614?sp=true

Aécio diz que será o presidente que mudará o Brasil e prevê PT varrido do poder


Por Eduardo Simões e Bruno Federowski

SÃO PAULO (Reuters) - Em clima apoteótico e recheado de menções ao avô Tancredo, o senador Aécio Neves foi oficialmente declarado candidato do PSDB à Presidência da República e previu neste sábado que um "tsunami" varrerá o PT do poder e permitirá um "reencontro" do Brasil com a decência.

"Sou candidato à Presidência da República para mudar o Brasil!", disse Aécio ao término de seu discurso. "Até a vitória!"

Aécio fez elogios ao governo do ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso e bateu duramente no governo do PT, que há quase 12 anos comanda o Executivo federal.

"A cada dia que passa, por cada Estado e região pelo qual ando, eu percebo que não há apenas mais uma brisa, mas uma ventania por mudança, um tsunami que vai varrer do governo federal aqueles que lá não têm se mostrado dignos e capazes de atender às demandas da população brasileira", disse.

O tucano, que foi aclamado com o slogan "Aécio, a gente quer você", também disse que o PSDB manteve sua coerência no período em que esteve na oposição, mas atacou o PT pelo que chamou de coerência do partido governista.

"Aqueles que foram contra o Plano Real é que hoje permitem a volta da inflação, quem foi contra a Lei de Responsabilidade Fiscal é quem hoje realiza a maldita contabilidade criativa", disparou, acrescentando que estava ali para "dar um basta".

Em tom emotivo, o candidato tucano agradeceu à família --sua filha mais velha Gabriela estava presente--, lembrou a mulher Letícia e seus gêmeos que nasceram recentemente e fez um agradecimento ao pai, Aécio Cunha, e ao avô Tancredo.

Entre as menções a Tancredo, destacou-se um vídeo do poeta Ferreira Gullar lendo um poema que fez em homenagem ao ex-presidente quando da sua morte.

Usou também boa parte de seu discurso para citar realizações do governo FHC, como os programas sociais que deram origem ao Bolsa Família no governo do petista Luiz Inácio Lula da Silva, a estabilização econômica e a criação das agências reguladoras, além de feitos na saúde e na educação.

"O Plano Real não garantiu apenas o poder de compra do salário. O Plano Real reconquistou para o Brasil o mais simbólico valor de que uma nação pode dispor: a confiança nela própria", disse.

"E não adianta nossos adversários quererem, a história não se reescreve. Ela está aí para ser revisitada e reconhecida", alfinetou o mineiro, que fez uma menção especial ao ex-governador de São Paulo José Serra, com quem posou de mãos dados ao fim do discurso do colega de partido.

Serra foi o presidenciável tucano pela segunda vez em 2010, quando Aécio já despontava como nome natural do partido. E novamente agora, durante um bom tempo houve sinais de que o ex-governador paulista desejava ser novamente candidato a presidente.

Aécio disparou críticas à gestão do governo do PT na economia e questionou os financiamentos secretos dados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para obras em países que classificou como "alinhadas ideologicamente" com a gestão petista.

"Asseguro aos senhores: dentro de pouco tempo vou mostrar ao Brasil em que condições esses financiamentos se deram e quais benefícios eventuais trouxeram ao país", prometeu.

O tucano criticou ainda o que chamou de "reiterada e perversa tentativa de dividir o Brasil ao meio" por parte do PT.

"Temos que lutar, com toda nossa energia, para derrubar os muros que dividem os brasileiros em várias condições."

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Senador Aécio Neves : "Dilma é uma presidente sitiada , sem condições de se apresentar a população!"


Aécio : "Dilma é uma presidente sitiada, sem condições de se apresentar a população!"



Para Aécio, Dilma está ‘sitiada’

Luciana Nunes Leal | Agência Estado

Depois de assistir à estreia da seleção brasileira na maternidade onde, no último sábado, nasceram seus filhos gêmeos, o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, comentou o resultado do jogo e as vaias e xingamentos recebidos pela presidente Dilma Rousseff no estádio. Aécio disse que Dilma está "sitiada" e precisa se resguardar nas forças de segurança. "O que fica para a história é que temos uma Copa do Mundo em que o chefe de Estado não se vê em condições de se apresentar à população", disse Aécio.

O tucano criticou mais uma vez Dilma pela convocação de cadeia de rádio e TV para fazer um pronunciamento sobre a Copa, na última quarta-feira. "A presidente usa e abusa de instrumentos do Estado para fazer proselitismo político", criticou.

Aécio comentou rapidamente a investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro, aberta a pedido do PSDB, sobre ofensas dirigidas a ele na internet, que resultou na apreensão de computadores e equipamentos de pessoas que estariam difamando o pré-candidato tucano. O comando da campanha tucana teme desgaste da imagem de Aécio depois da operação que envolveu a Polícia Federal. "Liberdade de imprensa é fundamental, mas o crime acontece fora e dentro da rede. Cabe à Justiça fazer essa avaliação. Está nas mãos da Justiça", respondeu o pré-candidato.

Ele também falou sobre os confrontos entre policiais e manifestantes ocorridos nesta quinta-feira, 12, em São Paulo, horas antes do jogo no Itaquerão, e disse que atos de violência têm de ser reprimidos, ao mesmo tempo em que as manifestações pacíficas devem ser garantidas. "A violência a que assistimos de novo hoje, a depredação de patrimônio tem que ser contida. Vemos que o número (de manifestantes) é bem menos expressivo do que assistimos há tempos. As forças de segurança têm que conter o que nada tem a ver com manifestações. Atos de violência inibem manifestações pacíficas", disse o tucano, companheiro de partido do governador Geraldo Alckmin, que comanda a polícia paulista.

Desde o nascimento prematuro dos gêmeos Julia e Bernardo, no sábado, 7, o senador tucano tem passado a maior parte do tempo no Rio de Janeiro. Os bebês estão na UTI Neonatal da maternidade Perinatal, em Laranjeiras (zona sul), onde Letícia também continua internada.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Felipão agradece mensagem de apoio de Aécio Neves


quinta-feira, 12 de junho de 2014

Felipão agradece mensagem de apoio de Aécio Neves



Diplomático, Felipão agradece mensagens de Dilma e Aécio

Antes da estreia diante dos croatas, treinador usa tom diplomático e cita os apoios recebidos por membros do governo e da oposição



A eleição presidencial será apenas em 5 de outubro, mas ela já chegou à Seleção Brasileira. Na entrevista que antecede a estreia contra a Croácia, o treinador Luiz Felipe Scolari agradeceu o apoio de dois dos candidatos presidenciáveis: Dilma Rousseff (atual presidente e que briga que pela reeleição pelo PT) e Aécio Neves (PSDB).

Desde que assumiu o governo em 2011, a presidente Dilma sempre procurou ficar distante das principais autoridades da CBF – Ricardo Teixeira e depois sucedido por José Maria Marin. As poucas aparições ao lado de Marin se limitaram a um dos jogos da Copa das Confederações, seguidas por uma visita do cartola com a delegação da Seleção ao Palácio da Alvorada, em um amistoso realizado no ano passado em Brasília diante da Austrália e ao sorteio da Copa de 2014, na Bahia.

Como faz historicamente, a CBF se apresenta neutra em relação à disputa presidencial, apesar de Marin ter sido do antigo Arena (partido que foi base de sustentação do governo militar). Segundo a última pesquisa do Vox Populi, Dilma lidera com 40% das intenções de voto para o primeiro turno, contra 21% de Aécio e 8% de Eduardo Campos (PSB).


Para não se comprometer com A ou B entre os líderes da pesquisa, Felipão optou por agradecer a Dilma e Aécio, e até mesmo a um dos ministros do Supremo Tribunal Federal. “Quero agradecer as mensagens recebidas pela presidente Dilma, pelo senador Aécio Neves. Recebemos também do ex-presidente Lula, do ministro Gilmar Medes (do Supremo Tribunal Federal), assim como de muitos outros”, disse Felipão.
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“Foram milhares de cartas e incentivos à Seleção Brasileira. Desde os treinos na Granja Comary, muita gente mostrou carinho para com a Seleção. A todos estes, eu quero dizer: chegou a hora e vamos todos juntos. É o nosso Mundial”, completou o treinador, campeão mundial em 2002.

A assessoria de Eduardo Campos (PSB), outro candidato à presidência, informou ao Terra que o ex-governador de Pernambuco enviará uma mensagem de apoio à Seleção nesta quinta-feira, data da estreia da equipe de Felipão, contra a Croácia.