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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Aécio Neves tem a grande maioria dos eleitores de BH. PSDB deve ter candidato em 2016


Aécio tem a grande maioria dos eleitores de BH. PSDB deve ter candidato em 2016



O desejo do PSDB é manter o prefeito de Belo Horizonte (PSB), Marcio Lacerda, como aliado em 2016, mas a sigla também insiste na tese da candidatura própria.

De acordo com o deputado estadual João Vítor Xavier (PSDB), “as duas legendas precisam uma da outra”. “Lacerda recebeu apoio do PSDB nas suas candidaturas, e ele apoiou o PSDB na eleição presidencial e estadual de 2014. Acredito que ele saberá, mais vez, reconhecer o que o PSDB fez por ele. Nós temos o entendimento de que precisamos caminhar juntos”, ressaltou.

O parlamentar ainda reiterou que os tucanos precisam lançar candidato próprio para voltar a ter força no Estado, principalmente depois de Pimenta da Veiga (PSDB) perder a disputa pelo Palácio Tiradentes para Fernando Pimentel (PT).

“Belo Horizonte é uma cidade que gosta do PSDB. Temos lideranças importantes, e o senador Aécio Neves (PSDB) foi escolhido por mais de 60% das urnas na capital. Não é bom para o PSDB ficar fora de uma disputa importante como a prefeitura.”

Um representante do PSB, que pediu para não ser identificado, disse que o PSDB pode preferir uma aliança em torno de um nome escolhido pelo PSB devido à mudança de lado de legendas que apoiavam os governos tucanos no Estado e agora estão fortalecendo a base do governador Fernando Pimentel na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), como o PV e o PSD. “A posição dos partidos no Estado influencia em Belo Horizonte. O PSDB pode ter menos opções de aliados do que tinha há alguns anos. Um composição com o PSB seria mais segura.”

GUILHERME REIS ? O TEMPO

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Aécio em vídeo no Facebook, se mostra indignado com as mentiras de Dilma na campanha.

Aécio em vídeo no Facebook, se mostra indignado com as mentiras de Dilma na campanha.



Assista ao vídeo abaixo:

https://www.facebook.com/video.php?v=947214658656749&set=vb.411754008869486&type=2&theater

A candidata Dilma mentiu aos brasileiros, porque disse inúmeras vezes - na campanha, nos debates eleitorais - que sob hipótese alguma haveria aumento da carga tributária. Essas medidas agora anunciadas significam um aumento de mais de R$ 20 bilhões de reais na arrecadação do governo. A responsabilidade sobre essas medidas não pode ser terceirizada como quer a presidente da República. A responsabilidade pelo que acontece, hoje, no Brasil é exclusiva da presidente Dilma Rousseff e do seu governo. - Aécio Neves



http://dropsmisto.blogspot.com

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Aécio Neves é premiado no Dia dos Pais


Aécio é premiado no Dia dos Pais





No Dia dos Pais, Aécio Neves deixa hospital com filho nos braços
Acompanhado da mulher, Letícia Weber, ele foi buscar o filho Bernardo, que, depois de 65 dias de internação


O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, deu uma pausa na campanha para um compromisso muito especial neste dia dos pais. Acompanhado da mulher, Letícia Weber, ele foi buscar o filho Bernardo, que, depois de 65 dias de internação, teve alta em maternidade no Rio de Janeiro.


O bebê nasceu prematuro, assim como sua irmã gêmea, Julia, que está em casa desde o dia 20 de julho. Para ele, foi mais que um presente de Dias dos Pais: “É o dia mais feliz da minha vida”.

Depois da difícil experiência pela qual acabou de passar com o filho por mais de dois meses internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal, Aécio anunciou que apresentará projeto de lei propondo que o período de quatro meses de licença-maternidade das mães de filhos prematuros comece a contar a partir da alta do bebê.

Pelas redes sociais o candidato disse: “O dia dos pais mais feliz da minha vida. Depois de 65 dias na UTI, o meu filho Bernardo chega em casa, forte e saudável. Agradeço a Deus, à maravilhosa equipe médica e a todos os que torceram e rezaram pela saúde do Bermardo e da Julia. - #AecioNeves #Aecio #Leticia #Bernardo #Julia #Familia #DiaDosPais #Brasil”.
Ele também desejou felicidade a todos os pais do país.



Estado de Minas

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

O candidato Aécio Neves não quer ministros marqueteiros em seu governo


Aécio não quer ministros marqueteiros em seu governo


Aécio Neves participa de evento com o candidato do PSDB ao governo do Distrito Federal, Luiz Pitiman, na Associação Médica de Brasília (Foto: Filipe Matoso / G1)


Aécio diz que não terá ministros como ‘marqueteiros’ do governo
Indagado sobre o PAC, tucano declarou não estar preocupado com slogans.
Presidenciável participou de evento político com candidato do PSDB ao DF.

Filipe MatosoDo G1, em Brasília

O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, afirmou nesta terça-feira (5), durante ato político em Brasília, que, se for eleito, seus eventuais ministros não atuarão como “marqueteiros” do governo.

Ao participar de sabatina do G1 nesta segunda (4), Aécio afirmou que, caso vença a eleição de outubro, criará o Ministério da Infraestrutura, que reunirá áreas como transportes, aeroportos e energia. Questionado nesta terça sobre se o futuro ministério extinguiria programas da atual gestão, como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Aécio disse que não se preocupa com marcas ou slogans.

“O meu governo não estará preocupado com marcas, com slogans. No meu governo, não terá os ministros mais importantes atuando como marqueteiros do governo. O que eu quero é resultado. O PAC é um conjunto de investimentos, alguns iniciados, alguns poucos concluídos, e grande parte deles pelo meio do caminho, abandonados”, declarou.

O presidenciável tucano participou nesta terça de evento com o candidato do PSDB ao governo do Distrito Federal, Luiz Pitiman, na Associação Médica de Brasília. Aécio tem criticado reiteradamente o número de ministérios no governo Dilma Rousseff – atualmente, são 39.

Durante a entrevista ao G1, o candidato tucano afirmou que reduzirá o número de pastas e citou como exemplo o Ministério da Pesca que, segundo ele, poderia ser incorporado ao Ministério da Agricultura.

Diante da plateia de militantes do PSDB e de médicos, Aécio também afirmou que as ações do governo federal são baseadas no "marketing" e na "superficialidade". Ele defendeu que o Brasil precisa “resgatar” a dignidade que perdeu no mundo e que isso se dará a partir do momento em que respeitar os profissionais da área de saúde.
saiba mais

Saúde pública
Ao afirmar que investirá mais recursos na saúde pública, Aécio garantiu que criará carreira federal específica para médicos, umas das reivindicações das entidades médicas. Sem citar diretamente o programa Mais Médicos, o tucano afirmou que o Brasil precisa de mais profissionais, mas que é preciso haver mais diálogo entre governo e entidades.

“Claro que queremos mais médicos, mas queremos mais que isso. Queremos mais saúde, mais responsabilidade, mais solidariedade e, sobretudo, mais diálogo com as entidades que representam os agentes públicos de saúde em todas as suas manifestações”, acrescentou.

Indagado sobre se os médicos cubanos que atuam no programa continuarão em seu eventual mandato, Aécio respondeu que não os deixará passar pela "discriminação" que existe atualmente, em razão de os profissionais da ilha caribenha receber menos que os demais participantes do programa.

“Mas eu entendo que após três anos [período em que os médicos ficam no país] nós não precisaremos mais de médicos estrangeiros, porque ao longo do tempo nossas políticas e ações permitirão que as vagas sejam ocupadas por médicos brasileiros”, concluiu.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

O Candidato Aécio Neves quer autonomia nacional e rejeita normas de Cuba


Aécio quer autonomia nacional e rejeita normas de Cuba



Aécio rejeita norma de Cuba

http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/politica/2014/07/17/interna_politica,122121/aecio-rejeita-norma-de-cuba.shtml

Candidato do PSDB garante manter programa Mais médicos, mas não vai financiar a ilha com repasse de recursos para aquele país. Profissionais devem receber salário integral


Daniel Camargos


Aécio Neves, senador e candidato do PSDB à Presidência: "Nós vamos manter o Mais médicos, vamos fazer com que eles se qualifiquem e estabelecer novas regras para os profissionais. Não vamos aceitar as regras do governo cubano"



O candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves, afirmou ontem que não aceitará as regras do governo cubano para pagamento de profissionais do programa Mais médicos. Atualmente, as bolsas pagas aos médicos brasileiros e estrangeiros são de R$ 10 mil. Porém, diferentemente dos outros países, a remuneração dos profissionais cubanos é paga ao governo do país e apenas R$ 3 mil chegam ao bolso dos profissionais. Cerca de 80% dos médicos do programa federal, instituído pelo governo federal no ano passado, é proveniente de Cuba.



“Nós vamos manter os Mais médicos, vamos fazer com que eles se qualifiquem e estabelecer novas regras para os profissionais. Não vamos aceitar as regras do governo cubano”, disse o senador, em sabatina realizada por grupos de comunicação, em São Paulo. Aécio disse ainda que esse acordo terá que ser refeito, mas não explicou como garantirá que o atual número de médicos seja mantido caso Cuba não aceite um novo acordo.



O senador também afirmou que o atual governo "financia" Cuba com parte da remuneração dos profissionais contratados pelo país. Para o tucano, os médicos estrangeiros devem ser qualificados no Brasil e passar pelo exame Revalida. Aécio disse ainda que a saúde não pode ser “circunscrita” ao programa Mais médicos – uma das principais vitrines da gestão da presidente Dilma Rousseff (PT), que tenta ser reeleita e é adversária do senador mineiro.



Durante a sabatina, Aécio tentou inverter o discurso sobre “medidas impopulares” que tomaria caso eleito e disse que o governo de Dilma Rousseff é que tem tomado esse tipo de decisão. “O mal, as medidas impopulares estão sendo feitas por esse governo. O Brasil vive um processo de estagflação, de crescimento pífio, com inflação ultrapassando o teto da meta sem que se acene de forma absolutamente clara sobre medidas que tomaria no futuro para reverter esse quadro perverso”, entende o candidato.



Em abril, o tucano havia afirmado, em jantar para empresários, que, se o preço a pagar para fazer reformas necessárias era a impopularidade, ele estaria preparado para tomar esse tipo de decisão. Questionado pelos jornalistas, Aécio não negou que tenha dito a frase, mas afirmou que a fala “está virando lenda” e que “o que tem dito em todos os encontros” é que vai tomar “as medidas necessárias para retomar o Brasil no rumo do crescimento”.



O tucano explicou que sua fala para os partidos dissidentes da base de apoio do governo federal para que “suguem um pouco mais” da gestão petista e, “então, nos apoiem”, foi “uma brincadeira”. “Nós temos que ter cuidado com essas ironias. Foi no dia em que eu recebi a notícia que o governo estava demitindo um ministro para entregar ao PR”, afirmou.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Entrevista do candidato Aécio Neves : "Quero um governo honrado e decente!"




Entrevista de Aécio Neves : "Quero um governo honrado e decente!"


Entrevista do candidato da Coligação Muda Brasil à Presidência da República, Aécio Neves

"Um governo honrado e decente, que melhore a qualidade da saúde pública, da educação e da segurança, principalmente que dê mais esperança para as pessoas".

Sobre o governo desejado pela Coligação Muda Brasil.

Um governo honrado e decente, que melhore a qualidade da saúde pública, da educação e da segurança, principalmente que dê mais esperança para as pessoas. Quero construir isso ao lado do senador Aloysio Nunes, do governador Geraldo Alckmin e do senador José Serra. Espero daqui a três meses estar pintando outro olho [referindo-se ao boneco da sorte].

Sobre o risco de baixo nível na campanha.

Campanha para mim não é uma guerra. Campanha é a oportunidade de defender as ideias nas quais você acredita. Vamos fazer uma campanha decente, propositiva e de alto nível, acreditando na capacidade das pessoas discernirem aquilo que é correto e aquilo que não é. A nossa melhor companhia durante essa campanha é a verdade. A verdade e a coragem para fazer o que precisa ser feito. Estou extremamente honrado com essa oportunidade e, principalmente, com os companheiros que estão ao nosso lado nessa empreitada. Iniciando a nossa campanha eleitoral, oficialmente, ao lado do governador Geraldo Alckmin, do senador José Serra, ex-governador do estado [de São Paulo], [senador] Aloysio Nunes, e de tantos companheiros é a demonstração que temos um projeto coletivo a ser implementado no Brasil. Não vai nos faltar a coragem e a disposição de debater todos os temas com quem quer que seja. Acreditando que o Brasil merece um governo melhor do que está tendo, mais eficiente, mais ético e, sobretudo, mais corajoso para fazer aquilo que, infelizmente, não foi feito nos últimos onze anos.

Sobre a importância do Festival do Japão.

São Paulo já é conhecida como a maior cidade japonesa fora do Japão. A cultura japonesa está enraizada na nossa. São seis gerações de japoneses e descendentes, que vem ajudando o Brasil a ser o que é hoje, seja no agronegócio, na indústria e nos seus valores.

Sobre seleção e Neymar.

Estou me organizando para ver o jogo terça-feira em Belo Horizonte. Agora é raça, não é? É o coração na ponta da chuteira. Todos nós lamentamos profundamente a perda do Neymar e a não punição do atleta que fez aquela entrada quase criminosa no maior atleta brasileiro. Mas o Brasil será capaz de se superar. Agora, cada jogo é um grande desafio. Estava dizendo ontem, é uma pedreira que cada um de nós terá pela frente, mas a torcida vai fazer a diferença. Acho que o Brasil vai vencer a Copa do Mundo e vai vencer em cinco de outubro, iniciando um novo ciclo de desenvolvimento e de decência na vida pública brasileira.

Sobre eleições 2014 e Copa do Mundo.

O vamos mostrar no nosso tempo de propaganda é o sentimento dos brasileiros, que estão cansados de tudo isso que está aí. Alguns acham que podem confundir Copa do Mundo com eleição. Não. O brasileiro está suficientemente maduro e consciente para perceber que são coisas absolutamente diferentes. Vejo uma tentativa de uma certa apropriação desses eventos para o campo político. Vamos debater em qualquer campo todas as nossas propostas. A campanha eleitoral para mim não é uma guerra, é uma oportunidade de nós apresentarmos as nossas propostas. Vamos fazer isso com transparência.

Terei como maior aliado e como minha mais importante companhia, em toda essa caminhada que hoje se inicia, a verdade. A verdade e a coragem para fazer aquilo que não foi feito até aqui. E inicio essa campanha muito feliz. Com as companhias que estão ao meu lado, Geraldo Alckmin, governador e agora futuro senador José Serra, senador Aloysio Nunes. Isso é uma demonstração da qualidade dos quadros que nós temos para disputar a eleição e nos ajudar nessa obra de governo. Estou extremamente honrado de poder apresentar ao Brasil uma proposta que reúna decência e eficiência na administração pública.

Sobre a agenda em SP e as eleições 2014.

Estamos na maior cidade japonesa fora do Japão e com as companhias com as quais vou fazer essa grande e bela travessia para chegarmos a um Brasil mais justo, mais solidário, que cresça sem o fantasma da inflação que aí está. Não considero eleição uma guerra. Da minha parte, jamais permitirei que queiram dividir o Brasil entre nós e eles.

Campanha é oportunidade de debatermos propostas, apresentarmos as nossas ideias para que a população brasileira possa fazer, no momento certo, a melhor escolha. Vamos fazer uma campanha olhando para o futuro, não olhando para o passado. Vamos fazer uma campanha em alto-astral, não com ataques pessoais e vis a quem quer que seja.

O Brasil, que vem amadurecendo a sua democracia ao longo dos últimos anos, merece uma campanha à altura dos desafios que temos pela frente. Estou pronto para o debate sobre qualquer tema, em qualquer campo, com quem quer que seja, desde que seja um debate que atenda aos interesses e às expectativas da população brasileira.

Começamos aqui com o pé direito, ao longo do grande governador Geraldo Alckmin, que vai governar São Paulo por mais quatro anos. Ao lado do companheiro José Serra, ao lado do companheiro Aloysio Nunes, o meu companheiro de chapa. Isso é uma demonstração da qualidade dos quadros que temos espalhados por todo o Brasil e que vão ser essenciais não apenas para vencermos, para vencermos também, mas principalmente para governarmos o Brasil.

O Brasil merece rapidamente inaugurar um novo ciclo, onde haja decência e onde haja eficiência na administração pública. Estou pronto para conduzir o nosso campo político nesse grande debate que se inicia.
Autor: Assessoria
Fonte: O Nortão

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Eleições 2014 : Aécio Neves : "Teremos o mais forte palanque no Rio de Janeiro"


quarta-feira, 25 de junho de 2014

Eleições 2014: Aécio : " Teremos o mais forte palanque no Rio de Janeiro"


Foto: Igo Estrela


Aécio: "Teremos o mais sólido e forte palanque no RJ"

Candidato à presidência pelo PSDB ressaltou aliança com pré-candidato do PMDB ao governo do Rio, Luiz Fernando Pezão
Brasil 247

A aliança dos tucanos com o pré-candidato do PMDB ao governo do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, "foi algo natural", que deixa "confortável" o campo político para o PSDB no estado, disse nesta segunda-feira 23 o presidenciável Aécio Neves.

"O Pezão é, dentro do quadro colocado, aquele que tem as melhores condições de garantir novos avanços para o Rio de Janeiro. É inequívoco que avanços ocorreram ao longo desses últimos anos. Certamente, problemas também. Acho que foi algo natural, que deixa o nosso campo político no Rio de Janeiro confortável", declarou o tucano.

Aécio deu as declarações antes do início do jogo do Brasil contra o Camarões pela terceira rodada da primeira fase da Copa do Mundo, que garantiu vitória de 4 a 1 à Seleção Brasileira. Aécio assistiu à partida no Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, na capital paulista, com o presidente da Força Sindical, Miguel Torres, e do Solidariedade, Paulinho da Força.

Segundo ele, o objetivo, com a aliança, era "trazer novos avanços para o Rio de Janeiro". "E não tenho dúvida de que isso ocorrerá", avaliou. Aécio também garantiu que "aquilo que foi no passado extremamente importante e alardeado como uma parceria do Rio de Janeiro com a União (...) haverá de ser garantida com a eleição de Pezão e com a nossa eleição".

O ex-governador do Rio Sérgio Cabral desistiu da candidatura ao Senado e cedeu a vaga a Cesar Maia, do DEM, aproximando Aécio do palanque de Pezão no estado. O peemedebista apoia oficialmente a candidatura da presidente Dilma Rousseff. Para o presidenciável, este foi um "gesto de desprendimento" de Cabral. "Posso dizer com muita alegria que teremos o mais sólido e mais forte palanque no Rio de Janeiro", comemorou.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

O candidato Aécio Neves costura acordo no Rio entre o DEM e o PMDB


segunda-feira, 23 de junho de 2014

Aécio costura acordo no Rio entre o DEM e o PMDB



Fonte: MSN Notícias

Data: 23/06/2014 — 03h00
Link: http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/aécio-leva-aliado-dem-para-a-chapa-do-pmdb-no-rio

Aécio leva aliado DEM para a chapa do PMDB no Rio

0 | Por Luciana Nunes Leal, estadao.com.br

Cesar Maia desiste de disputar governo e vai concorrer ao Senado em coligação liderada por Pezão; ação fortalece 'Aezão' no Estado

RIO - Aliado do PSDB no plano nacional, o DEM aceitou ingressar na chapa majoritária do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), candidato à reeleição. O ex-prefeito Cesar Maia (DEM) desistiu de concorrer ao Palácio Guanabara e deverá ser anunciado nesta segunda-feira, 23, candidato ao Senado na chapa. A articulação fortalece o movimento “Aezão” no Rio - o voto conjunto no candidato tucano à Presidência, Aécio Neves, e em Pezão para o governo do Estado.

Para viabilizar a coligação, o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), que concorreria ao Senado, vai abrir mão da disputa. O acordo costurado por Aécio foi uma resposta à aliança do PSB com o PT local, avalizada pelo presidenciável Eduardo Campos (PSB). O deputado Romário (PSB) será o candidato ao Senado na chapa encabeçada pelo petista Lindbergh Farias.

O PSDB confia que a presença de Cesar Maia na aliança do PMDB fortaleça a candidatura de Aécio no terceiro colégio eleitoral do País, com 12 milhões de votantes. Embora ala expressiva do PMDB fluminense apoie o senador tucano, Pezão e Cabral prometem apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff.

“Nossa prioridade total e absoluta é a eleição de Aécio presidente. Goste eu ou não, a decisão do partido está voltada para o plano nacional, já que não temos candidato majoritário no Rio”, disse neste domingo o presidente do PSDB-RJ, deputado estadual Luiz Paulo Correa da Rocha, um dos principais opositores de Cabral e Pezão na Assembleia Legislativa.

O PSDB deverá anunciar nesta segunda-feira, 23, a entrada formal na coligação com o PMDB. A convenção estadual do partido, realizada no domingo, aprovou apenas a coligação proporcional com o PPS e deixou a decisão sobre apoio a governador para a executiva estadual.

A aliança em torno de Pezão já soma 16 partidos. Maia vinha negando categoricamente a proposta de Aécio para que desistisse da disputa e se aliasse ao PMDB. No entanto, segundo aliados do ex-prefeito, a oferta para disputar o Senado mudou o cenário. A negociação, feita entre a noite de sábado e a tarde de domingo, envolveu Aécio, Maia e o presidente do PMDB-RJ, Jorge Picciani, líder da dissidência pró-tucano.

Ao lado do PSDB, o DEM fazia oposição a Cabral e Pezão. Mas os aliados concordaram que era preciso reagir à aliança do PT com o PSB e fortalecer o movimento “Aezão”. Nesse novo desenho, Dilma terá de dividir espaço no Rio com dois adversários na disputa presidencial. De um lado, o PSB de Campos, que vai se apoiar na candidatura de Romário. De outro, Maia fará campanha para Aécio no palanque de Pezão.

A presença de Romário na disputa pelo Senado pesou na decisão de Cabral. A avaliação é que o ex-jogador tem grandes chances de vitória por ser muito popular. Cabral deixou o governo no início de abril com baixos índices de popularidade.

Além do governador e de Lindbergh, a disputa pelo governo fluminense deverá ter como candidatos Anthony Garotinho (PR) - que ainda não anunciou quem apoiará para presidente - e Marcelo Crivella (PRB), que apoia a reeleição de Dilma.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Aécio Neves líder da oposição : "Todos os brasileiros tem o direito de deixar de ser pobres!"


segunda-feira, 26 de maio de 2014

Aécio : " Todos os brasileiros tem o direito de deixar de ser pobres!"

Aécio Neves : "Todos os brasileiros tem o direito de deixar de ser pobres !

O fim da miséria, por Aécio Neves

Artigo do senador Aécio Neves, presidente do PSDB, no jornal Folha de S.Paulo – 26/05/14

Não existe um único brasileiro que não queira o fim da miséria no país.

Este é um desafio que precisa ser enfrentado com responsabilidade e requer que o compromisso com a propaganda não supere o compromisso com a transformação da dura realidade vivida por milhões de pessoas no país.

Para que a miséria de fato seja vencida é preciso garantir proteção integral à família contra desproteções econômicas, sociais e comunitárias que desagregam o núcleo mais importante da sociedade.

Ao contrário do que entende o governo federal, a miséria não pode ser identificada apenas pela ausência de renda. O PSDB defende duas visões e compromissos para enfrentar esta questão:

a) No campo da renda, além da manutenção atual do Bolsa Família, buscamos o que foi pactuado nos Objetivos do Milênio no ano 2000 e que, apesar de anunciado pelo governo federal em 2011, não vem sendo cumprido: que nenhum brasileiro tenha renda inferior a 1,25 dólar/dia.

b) Adotar o Índice de Pobreza Multidimensional (IPM) do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), que mede a pobreza a partir das privações de saúde, educação, moradia e qualidade de vida. O IPM leva em conta um conjunto de ausências que vão muito além da ausência de renda.

Minas Gerais foi a primeira unidade subnacional (Estado) do mundo a pactuar com o Pnud, em 2011, o uso do IPM para identificar as famílias e as comunidades em situação de extrema pobreza.

Precisamos mapear os territórios brasileiros e o risco social das famílias. Temos que trabalhar com inteligência e com metas para que possamos afirmar que uma área não tenha mais analfabetos e moradias inseguras, que todas as crianças e adolescentes estão estudando e que todas as famílias são acompanhadas por equipes sociais. Isso, sim, significaria o fim da miséria.

Precisamos construir o caminho para uma verdadeira transparência cidadã em que todos os brasileiros inscritos no Cadastro Único sejam informados anualmente de seus direitos sociais ainda não conquistados. Um sistema direto de informação, com gestão social de um conselho formado por usuários, trabalhadores sociais, gestores e Ministério Público. As famílias precisam conhecer os direitos que não estão vivenciando. Que a criança tem direito a uma vaga na escola, que o adulto pode voltar a estudar e que a moradia em que vivem não está segura.

Todos os brasileiros devem ter o direito de deixar de ser pobres. A pobreza não pode ser uma herança, não pode ser uma condição intransponível.

A superação real da miséria se dará quando de fato as famílias tiverem plena educação, pleno trabalho e autonomia em relação à dependência estatal.

sábado, 10 de maio de 2014

Aécio Neves líder da oposição : "Me tornei um especialista em derrotar o PT em eleições"


Aécio : " Me tornei um especialista em derrotar o PT em eleições"



Fonte: Valor online

Link: http://www.valor.com.br/politica/3541550/aecio-sobre-marina-nao-devemos-ter-medo-das-nossas-convergencias

Aécio sobre Marina: não devemos ter medo das nossas convergências


Por Fernando Taquari | Valor

SÃO PAULO - O pré-candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves (MG), minimizou, nesta quinta-feira, 8, as declarações da ex-senadora Marina Silva (PSB) sobre as eleições de outubro. Em entrevista à Folha de S.Paulo, Marina afirmou que a candidatura de Aécio no segundo turno "tem cheiro de derrota". Além disso, ressaltou que Campos tem um perfil de administrar mais progressista do que o tucano.

"Não vou cair na armadilha do PT de tentar dividir as oposições", afirmou o presidenciável, ao responder sobre as declarações da ex-senadora. "Concordo com grande parte do que disse Marina. Temos divergências. Agora as duas candidaturas não podem ter o receio de mostrar as convergências", acrescentou.

Sobre a previsão de Marina para um segundo turno entre PT e PSDB, Aécio afirmou que cabe ao eleitor fazer a decisão. Afirmou ainda que se tornou em Minas Gerais "especialista" em derrotar o PT em eleições.

Nesta quinta-feira, 8, o tucano cumpre agenda em São Paulo onde ministra palestra na Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). O senador deve aproveitar o encontro para desfazer o mal-estar com o setor, que manifestou preocupação com as críticas do pré-candidato à política de concessões de crédito pelos bancos públicos e ao Programa de Sustentação do Investimento (PSI).

"O PSI é o único instrumento eficaz de política industrial nesse país”, afirmou. “O nosso faturamento vem caindo, oinvestimento vem caindo. Mas não fosse o PSI o nosso setor estaria muito pior", disse Lourival Júnior Franklin, chefe de gabinete da presidência da Abimaq em entrevista ao Valor PRO — serviço de informação em tempo real do Valor.

Aécio também comentou a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPMI) mista para investigar denúncias de cartel nas obras do Metrô de São Paulo nas gestões do PSDB. Ele disse que assinou o pedido e assumiu um compromisso.

O senador colocou em dúvida, no entanto, a real intenção dos parlamentares em apurar as denúncias ao declarar que será a CPI da vingança, pelo fato de a oposição ter pressionado para criar outra comissão para investigar os negócios da Petrobras. "Não querem apurar, por exemplo, as denúncias de cartel em obras do governo federal."

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Senador Aécio Neves: "A gestão do governo do PT é perdulária"


Aécio : " A gestão do governo do PT é perdulária"


Aécio fala de propostas de candidatura em palestra
SÃO PAULO - Em encontro realizado na Associação Comercial de São Paulo (ACSP), o ex-governador mineiro contou com a presença de correligionários

Amauri Vargas


foto: Agência Brasil

Aécio fala de propostas de candidatura em palestra

SÃO PAULO - O senador pelo estado de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Aécio Neves, falou em palestra promovida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) nesta segunda-feira (28) sobre suas propostas de governo à presidência da República.

No encontro, o senador afirmou que o Brasil teve, desde a redemocratização, uma economia sólida e progressista, porque na década de 90, vários governos construíram essa consolidação e atacou o governo da presidente Dilma e do ex-presidente Lula, ao dizer que "a gestão do Partido dos Trabalhadores (PT) é perdulária e diminuiu o tamanho de grandes ativos da União, como por exemplo 50% no valor da Petrobras e 45% da Eletrobras.

Neves afirmou que o Brasil pode estudar novas saídas para o fomento dos pequeno e micro empreendimentos e disse que já conversa com o atual ministro da Secretaria das Micro e Pequenas Empresas, Guilherme Afif Domingos (PSD-SP), ao categorizá-lo como "Homem certo, no governo errado".

Além disso, Aécio garantiu que se eleito, reduzirá o número dos 39 ministérios pela metade, em pelo menos seis meses, além de responsabilizar o Governo Federal pela segurança nacional, pauta que segundo o pré-candidato, é erroneamente deixado "sob responsabilidade unicamente de estados e municípios".

Numa gafe durante sua fala, o ex-governador de Minas Gerais, disse que estuda em sua plataforma, propor uma revisão de punição à crimes graves cometidos por menores de idade, e usou como referência o caso de "Champinha", (Roberto Aparecido Alves Cardoso), que assassinou com requintes de crueldade Liana Friedenbach e Felipe Café, em 2003, na cidade de Embu-Guaçu. "Precisamos instar uma política de segurança para evitar mais casos de Chambinhos da vida", ao falar o nome de um iogurte de uma fabricante suíça de alimentos, ao invés do apelido do criminoso.

Na questão energética, Aécio Neves indicou que o Brasil "só não teve mais apagões, porque tem crescimento pífio da economia", e confirmou que vai revisar a infraestrutura energética do País, sem citar como.

Estiveram no evento os senadores Pimenta da Veiga (PSDB-MG), Jorge Bornhausen (DEM), o governador Marconi Perillo (PSDB-GO), os ex-governadores de São Paulo, Alberto Goldman (PSDB) e do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto (PSDB), o ex-senador Heráclito Fortes (PSB) e o presidente da Telefonica-Vivo do Brasil (Antonio Carlos Valente), além do presidente da Associação Comercial de São Paulo, Rogerio Amato.o0i