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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Aécio Neves, através de uma carta, presta homenagem a Eduardo Campos


Aécio, atraves de uma carta, presta homenagem a Eduardo Campos 



Amigo, escrevo nesse domingo, Dia dos Pais.

Aqui, em Brasília, os dias secos chegaram e as crianças já sentem. Balde com água e toalha molhada no quarto têm sido a solução caseira, mas acho que já está na hora de comprar um umidificador.

Nesta segunda, em que você completaria 50 anos estarei na sua Recife. Quero muito dar um beijo na Renata e nos meninos e agradecer, mais uma vez, o carinho e a generosidade que tiveram comigo no ano passado, quando você, inexplicavelmente, nos deixou.

Amanheci pensando na falta que o seu abraço e seu sorriso largo fazem a eles. Aprendi com meu pai, Aécio, que para a educação dos filhos duas coisas são muito importantes: a presença, sempre que possível, e os bons exemplos. No seu caso, os bons exemplos estão por toda parte e os acompanharão para sempre.

Como deve estar vendo aí de cima, por aqui as coisas não vão nada bem.

Estava me lembrando da nossa conversa no apartamento de sua mãe, dona Ana, no fim de 2013, quando, após uma apetitosa carne de sol, falamos da necessidade da correção de rumos na economia. Lembro-me que chegamos à conclusão de que deveríamos concorrer à Presidência em trincheiras próprias, para fortalecer as oposições, e de que nos encontraríamos mais adiante, para somarmos forças em um novo projeto de Brasil, caso um de nós dois viesse a ser vitorioso.

Nesses dias de incertezas, Eduardo, sinto falta das nossas conversas francas, verdadeiras, em que falávamos do futuro com responsabilidade, mas também com alegria e com o bom humor que nunca lhe faltou. Disse a você, muitas vezes, como me chamava atenção a união da sua família e o afeto que toca a todos que têm o privilégio de conviver com ela. Nesse último ano, você não tem ideia dos exemplos que Renata e os meninos deram a todos os brasileiros.

Não me sai da cabeça um dos últimos jantares na sua casa, com carne de boi e frutos do mar à mesa, que naturalmente você não comeu. Após muitas histórias sobre Arraes e Tancredo (que adaptávamos ao sabor do ouvinte), nos reunimos em volta daquela máquina de música na varanda, que funciona com fichas, e que o José, até então seu caçula, com um sorriso no rosto, manejava como ninguém. Miguel ainda não havia chegado.

Após ouvirmos algumas vezes a sua preferida, "Evidências", na voz dos amigos Chitãozinho e Xororó, colocamos "Tocando em frente", de Renato Teixeira e Almir Sater: "Ando devagar, porque já tive pressa e levo esse sorriso porque já chorei demais"...

É isso que fica. A lembrança do seu sorriso franco e leal. Os nossos sonhos comuns. E uma amizade para toda vida.

Você faz muita falta ao Brasil, amigo.

O abraço do Aécio.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Aécio Neves líder da oposição presta emocionante homenagem à Eduardo Campos


Aécio presta emocionante homenagem à Eduardo Campos




Pronunciamento do presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, durante homenagem ao ex-governador Eduardo Campos

Não estou na política apenas desde ontem ou anteontem. Tenho 30 anos de mandato. E vi pouquíssimos líderes políticos liderarem com a naturalidade de Eduardo.

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, participou, nesta quarta-feira (10/06), de homenagem ao ex-governador Eduardo Campos, realizada pelo Instituto Brasiliense de Direito Público, durante Seminário Internacional de Direito Administrativo e Administração Pública, em Brasília.

Principais trechos

Começo por dizer que Eduardo (Campos) tinha características muito próprias. Não estou na política apenas desde ontem ou anteontem. Tenho 30 anos de mandato. E vi pouquíssimos líderes políticos liderarem com a naturalidade de Eduardo. A lealdade de seus companheiros, e aqui estão inúmeros deles, não se dava pela imposição ou pelo uma circunstancial possível expectativa de poder que Eduardo pudesse gerar. Era algo absolutamente natural. Era sua forma de expressar, era a sinceridade das suas palavras, era a capacidade dele de enxergar sempre adiante.



Isso talvez distinga os políticos, muitos de nós políticos comuns dos políticos chamados de estadistas. A capacidade de enxergar mais longe que os outros. Tive o privilégio de compartilhar com Eduardo um momento para as nossas vidas extremamente profícuo, quando governamos nossos estados. Ele em Pernambuco, eu em Minas Gerais, começamos a compreender que gestão pública não tem que ser ineficiente apenas por ser pública.



Introduzimos em nossos governos, e outros governantes também fizeram isso, práticas absolutamente inovadoras de gestão. Não foram poucas as vezes em que nos sentamos em Minas, em Pernambuco, aqui em Brasília, buscando introduzir na gestão pública aquilo que o setor privado já fazia há muito e muito tempo: avaliação de desempenho, remuneração por metas e certamente a marca que Eduardo deixa em Pernambuco, do ponto de vista da gestão pública mostra uma outra face, de um político com muitas virtudes. Mas não quero falar aqui do político, nesses poucos minutos que ainda vou tomar da paciência de vocês.



Quando acontece uma tragédia como essa e alguém de alguma forma marcante, seja do ponto de vista pessoal ou mesmo pela sua dimensão política, o caso de Eduardo, acho que muitos de nós nos lembramos em outros episódios marcantes que têm acontecido, onde estávamos naquele exato instante onde a tragédia aconteceu. Eu me lembro que também em campanha, como Eduardo, pousava naquele instante num avião exatamente igual ao avião ao dele em Natal, na capital do Rio Grande do Norte, e dentro do avião começaram a vir as notícias, de início desencontradas e depois as confirmações para estarrecimento de todos nós também começavam a vir e a única coisa que vinha à minha mente era a efemeridade, a fragilidade da vida. Me vinha à cabeça a sua família, porque Eduardo tinha uma capacidade, e é isso talvez também que tenha feito dele um político tão vitorioso, de ser feliz, de ter alegria no que fazia. Ele tinha prazer em estar com os companheiros, tinha prazer em ser parlamentar, quando foi ministro da mesma forma. E foi de forma muito especial enquanto governador.



Então, esse prazer pela vida, esse afeto que ele demonstrava ao lado da sua família é algo que, para mim, e tenho certeza que para tantos que com ele compartilharam momentos da sua vida, é a faceta mais marcante da trajetória desse jovem idealista.



Portanto, não tenho dúvidas em reafirmar aqui o que já afirmava lá atrás, no início daquela caminhada eleitoral. Eduardo e eu sabíamos que estaríamos juntos em um projeto de país. Ambos já denunciávamos a fraude daquilo que estabeleceu-se chamar de uma nova matriz econômica no Brasil, e hoje está aí o desastre sendo inevitavelmente e infelizmente compartilhado por todos os brasileiros, de uma visão equivocada que ambos denunciávamos lá atrás.



Mas sabíamos, não importasse qual fosse o destino, o resultado daquela eleição, que estaríamos juntos fosse agora ou no futuro de um projeto de país. E devo agradecer imensamente, aproveitando a presença das principais lideranças do PSB pela solidariedade e pelo apoio que tive para buscar, claro que com as minhas limitações, dar sequência ao sonho de Eduardo, ao sonho de cada um de vocês. Me lembro, e encerro essas minhas palavras, porque disputamos a eleição e não são públicas toda as conversas que tivemos e nós brincávamos, inclusive algumas das vezes na casa de Ana Arraes, mãe de Eduardo, que me oferecia sempre um almoço muito suculento de comida nordestina, e ali era nossa trincheira para conversas que tínhamos aqui em Brasília. Então brincávamos. Nós dois somos candidatos, mas sabemos que, em determinado momento, a gente não controla as coisas, mas vamos pensar sempre adiante. O que nos move é um projeto de país, um projeto vigoroso de país.

Compreendíamos que era importante que houvesse duas forças políticas na oposição para combater um governo bem estruturado, que utilizava a máquina pública sem limites, como assistíamos na eleição. Não imaginávamos que tanto. Mas sempre sabíamos que em algum momento íamos nos encontrar. A campanha começou, é claro que os contatos ficaram um pouco mais raros, mas a dor da morte de Eduardo é algo avassalador para todos aqueles que compreendem a importância da vida pública. Não há transformação de uma sociedade democrática sem homens públicos honrados e cernes como era Eduardo.

Quero encerrar essas minhas palavras pedindo que leve à Renata (Campos) e aos meninos, a minha palavra de carinho, de amizade e de extrema saudade pelo Eduardo. Lembrando aqui, e com absoluta sinceridade espero que me compreendam, o depoimento que deu Ulysses Guimarães pouco tempo depois da morte de Tancredo. Do plenário da tribuna da Câmara dos Deputados, talvez essa frase de todas tenha sido a que mais me marcou. Ulysses referiu-se a Tancredo, parou por um instante e disse: Eu temia e eu amava Tancredo. Peço licença ao grande timoneiro para dizer: Eu temia e amava Eduardo.

http://www.onortao.com.br/noticias/pronunciamento-do-presidente-nacional-do-psdb-senador-aecio-neves-durante-homenagem-ao-ex-governador-eduardo-campos,43946.php

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Aécio Neves líder da oposição começa campanha na TV com homenagem a Campos


Aécio começa campanha na TV com homenagem a Campos

Aécio diz à coordenação de 

campanha que vai gravar homenagem a Campos

http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/a%C3%A9cio-diz-%C3%A0-coordena%C3%A7%C3%A3o-de-campanha-que-vai-gravar-homenagem-a-campos-1.899932
Adversários nessas eleições, Aécio e Campos tinham uma relação pessoal, se conheciam há mais de 20 anos e se tratavam como amigos


DA REDAÇÃO


O senador Aécio Neves (MG), candidato do PSDB à Presidência da República, avisou aliados e integrantes da coordenação de sua campanha que vai gravar uma homenagem a Eduardo Campos (PSB-PE) para exibir em seu primeiro programa da propaganda eleitoral gratuita.


Segundo pessoas ligadas à campanha do tucano, ele decidiu prestar o tributo a Campos no fim da noite desta quarta-feira (13), horas depois da confirmação da morte do pernambucano em um acidente aéreo.


Adversários nessas eleições, Aécio e Campos tinham uma relação pessoal. Se conheciam há mais de 20 anos e se tratavam como amigos. Nos últimos meses, com a aproximação da campanha oficial, se afastaram, mas não deixaram de ter uma relação pessoal cordial.
Após receber a notícia do falecimento de Campos, Aécio decidiu se recolher. Ele cancelou sua agenda de campanha, fez um pronunciamento oficial em São Paulo na noite desta quarta e, depois, viajou para o Rio de Janeiro, onde dormiu com a família.


Ainda na capital paulista, depois de fazer sua fala à imprensa, o senador disse a um grupo de pessoas em seu comitê que a morte de Eduardo o havia abalado "como poucas coisas na vida". "Eu quero ir para casa, rever minha mulher, meus filhos. Nesses momentos a gente repensa tudo, olha para as coisas que realmente têm valor."


Embora seu entorno esteja se movimentando, Aécio tem evitado falar sobre política. Ele passou esta quinta-feira no Rio de Janeiro, sem assessores. Agência Estado

quarta-feira, 30 de julho de 2014

O senador Aécio Neves, Dilma e Eduardo Campos juntos hoje na CNI


Aécio, Dilma e Campos juntos hoje na CNI



Brasília - A presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff, se encontrará nesta quarta-feira pela primeira vez na campanha eleitoral com seus dois maiores adversários,Aécio Neves e Eduardo Campos, em um evento de apresentação das propostas econômicas.


Os três grandes protagonistas do processo eleitoral participarão de um evento na Confederação Nacional da Indústria (CNI) e apresentarão, separadamente, as propostas para o setor e escutarão os planos que têm os candidatos para impulsionar a atividade industrial.

Desde que começou a campanha, em 5 de julho, na reta final da Copa do Mundo, os três candidatos mantiveram uma atividade política limitada, principalmente por causa do torneio.

A reunião na CNI será, de algum modo, o início para valer da campanha para as eleições de 5 de outubro, que têm Dilma como favorita, mas não descartam a possibilidade de segundo turno com Aécio, o que colocaria Campos como o fiel da balança.

As últimas pesquisas mostram Dilma com quase 40% das intenções de voto, contra 22% de Aécio e 10% para Campos.

Esses resultados levariam a definição para o segundo turno, no qual, de acordo com as pesquisas, Dilma teria pouco mais de 40% e Aécio chegaria aos 35%.

A diferença entre eles diminuiu nos últimos meses, e as empresas de pesquisa atribuíram essa tendência à queda do crescimento da economia, sentida pela população principalmente pela inflação, estimada pelo Banco Central para este ano muito próxima do teto da meta.

O aumento dos preços diminuiu o consumo interno, que foi nos últimos anos o motor da atividade econômica, o que diminuiu o ritmo do investimento privado.

Segundo a CNI, há também fatores estruturais que embarreiram o crescimento, diminuem os investimentos e favorecem a inflação, como o confuso e burocrático sistema tributário.

Nos documentos que entregarão amanhã aos candidatos à presidência, os industriais apresentarão a "urgência" de encarar uma profunda reforma tributária, que permita reduzir os impostos e simplificar a tributação.

Segundo a CNI, a atual carga tributária no Brasil é equivalente a cerca de 38% do Produto Interno Bruto (PIB), mas o Estado não o devolve para a sociedade com serviços públicos adequados e ainda existem sérias carências em infraestruturas, o que encarece os produtos.

Nesse sentido, a CNI proporá amanhã uma "modernização" da atual estrutura tributária, que acabe com uma "acumulação" de impostos cobrados em nível regional e nacional, e os unifique, a fim de baratear os custos tributários e simplificar a arrecadação.

Segundo cálculos da CNI, a atual forma de arrecadação encarece em média 10,6% todo projeto de investimento, por isso a reforma tributária estimularia o desenvolvimento de novas iniciativas na empresa privada.

De acordo com os industriais, o sistema tributário é um bloqueio para o crescimento econômico, que segundo cálculos da CNI será neste ano de apenas 1%.

Essa projeção está alinhada com as do sistema financeiro, que calculam que a economia brasileira crescerá em 2014 0,9%, mas é bem mais baixa do que a do governo, que no último relatório estimou o crescimento do PIB em 1,8%.
Revista Exame

quinta-feira, 26 de junho de 2014

PMDB do Ceará sinaliza apoio a Aécio Neves presidente do PSDB




PMDB do Ceará sinaliza apoio a Aécio Neves


Fonte: Diário do Congresso
Aécio sinaliza acordo do PSDB com PMDB no Ceará

O presidenciável tucano Aécio Neves tem se animado com as dissidências da coligação pela reeleição da presidente Dilma Rousseff. ”Muito mais gente já desembarcou e o governo ainda não percebeu. Vão sugar um pouco mais. E eu digo para eles: façam isso mesmo, suguem mais um pouquinho e depois venham para o nosso lado”, disse ontem ao comentar troca no Ministério dos Transportes pelo PR (leia aqui).

Após conquistar o apoio do PTB e do PMDB em estados estratégicos, como no Rio de Janeiro, ele espera ampliar seu palanque no Nordeste, reduto político do PT nas últimas eleições.

Alianças já estão garantidas na Bahia, Piauí e Maranhão. Tudo indica que o tucano também está prestes a fincar sua bandeira no Ceará. “Esperamos ter novidades no Nordeste nas próximas 48 horas”, afirmou Aécio sobre uma possível aliança do PSDB com o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE).

O partido deve lançar o tucano Tasso Jereissati a uma vaga no Senado pela chapa liderada por Eunício.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Aécio Neves líder da oposição : "Não vou perder tempo com indelicadeza"


terça-feira, 10 de junho de 2014

Aécio : "Não vou perder tempo com indelicadeza"





Aécio: ‘Não vou perder tempo com indelicadeza’

Josias de Souza

Em entrevista à Rádio Jornal, de Recife, Aécio Neves ratificou o acordo que prevê o apoio do PSDB a Paulo Câmara (PSB), candidato de Eduardo Campos ao governo de Pernambuco. Aproveitou para ironizar de Campos ter roído a corda em Minas Gerais. Ali, sob influência de Marina Silva, o PSB trocou a promessa de apoio ao tucano Pimenta da Veiga pela decisão de lançar um candidato próprio.

“Da minha parte, eu não tenho qualquer motivo para mudar os meus compromissos. A minha palavra foi dada e se essa for a vontade, e me parece que é, majoritária dos companheiros do PSDB, nós manteremos esse entendimento”, disse Aécio. Indagado sobre as alfinetadas que vem recebendo de Campos, Aécio deu a entender que tem coisa mais importate com o que se preocupar.

“Eu hoje conduzo uma candidatura que tem por objetivo encerrar esse ciclo de governo do PT, que tão mal vem fazendo ao Brasil… Não vou perder tempo com indelicadeza.” Para se diferenciar de Campos, Aécio disse sere ele o real adversário do PT.

Eduardo Campos “tem todas as credenciais para disputar essas eleições. Quem se dispõe a enfrentar o que nós estamos enfrentando —e eu, pessoalmente, estou enfrentando como adversário histórico do PT— sabe que teremos dificuldades. Não dá para dispersar as nossas energias em coisas que têm menos relevância.”

terça-feira, 20 de maio de 2014

Senador Aécio Neves é o político mais bem preparado da nossa geração, diz Beto Richa


Aécio é o político mais bem preparado da nossa geração, diz Beto Richa



Fonte: Site do PSDB Nacional

– O governador do Paraná, Beto Richa, defendeu nesta segunda-feira (19) a pré-candidatura do senador AécioNeves à Presidência República. Em discurso na na Assembleia Legislativa durante lançamento de um livro de fotografias em homenagem a seu pai, José Richa, o governador destacou a trajetória do presidente nacional do PSDB e disse que ele reúne todas as qualidades para disputar o cargo mais importante do Executivo brasileiro.

“Tenho muito orgulho em estar ao lado dele e ser seu soldado. É nossa obrigação! Nas ruas não se fala outra coisa a não ser o seu nome. Nada mais patriótico do que defender os legítimos interesses da sociedade brasileira. Meu pai, se aqui estivesse, estaria com muito entusiasmo cerrando as fileiras do projeto nacional do Aécio”, afirmou Beto Richa.

Aécio esteve em Curitiba para lançamento do livro “José Richa – Imagens e História de um Político de Verdade”. A cerimônia foi acompanhada pelo presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado do PSDB Valdir Rossoni, pelo senador Alvaro Dias, pelo deputado federal Duarte Nogueira, pelo deputado estadual por São Paulo, Bruno Covas, pelo ex-deputado Euclides Scalco, um dos fundadores do PSDB, e por diversos parlamentares e lideranças paranaenses.

O livro foi organizado pelo Instituto Teotônio Vilela (ITV) e reúne fotos do fotógrafo Ivan Bueno que documentam vários períodos da trajetória política do ex-governador do Paraná de 1983 a 1986.

Para Beto Richa, Aécio já é visto como real alternativa de mudança pelo eleitorado, como mostram as últimas pesquisas de intenção de votos feitas por diferentes institutos de pesquisa.

“Aécio é o político mais preparado da nossa geração. É a grande esperança dos brasileiros. Não tinha dúvida de que quando ele fosse conhecido, apresentasse suas propostas e mostrasse sua história de vida e trajetória política de muito êxito o quadro mudaria e já está mudando rapidamente. Esse país não suporta mais tanta falta de ética e denúncia de dilapidação do patrimônio público, como acontece com a Petrobras”, ressaltou Beto Richa.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Senador Aécio Neves : "Vídeo do PT espelha o fracasso de um governo que não gera mais esperanças"


Aécio : " Vídeo do PT espelha o fracasso de um governo que não gera mais esperanças"


Fonte: O Globo Online


Link: http://oglobo.globo.com/pais/aecio-video-do-pt-o-espelho-do-fracasso-de-um-governo-que-nao-gera-mais-esperanca-12478993#ixzz31h8cqAVc

Aécio: vídeo do PT é o ‘espelho do fracasso’ de um governo que não gera mais esperança



BRASÍLIA - Os pré-candidatos dos PSB à Presidência, Eduardo Campos, e do PSDB, Aécio Neves, criticaram nesta terça-feira a propaganda do PT veiculado na noite deste terça-feira que usou o mesmo discurso do medo, utilizado pelo PSDB em 2002 na campanha do tucano José Serra contra Lula, com a atriz Regina Duarte como protagonista. O filmete mostra famílias sendo expulsas do campo, trabalhadores perdendo o emprego, e crianças, sem escola, lavando carros em semáforos. No final, aparece na tela um alerta contra a volta dos fantasmas do passado.

A propaganda foi assunto na reunião da Executiva nacional do PSB. Ao comentar o vídeo, Campos disse que a ideia de incutir o medo é uma proposta atrasada, e que está preparado para enfrentar o jogo pesado que está só começando.

— Tentam incutir o medo e o terror contra a mudança de governo. O jogo será muito duro e está só começando, mas estou preparado para enfrentá-lo. Tentam desconstruir não só minha candidatura, mas de toda a oposição — disse Eduardo Campos.

O senador Aécio Neves considerou o vídeo o “espelho do fracasso” de um governo que não gera mais esperança.

"É triste ver um partido que não se envergonha de assustar e ameaçar a população para tentar se manter no poder. Esse comercial é o retrato do que o PT se transformou e o espelho do fracasso de um governo que, após 12 anos de mandato, só tem a oferecer medo e insegurança porque perdeu a capacidade de gerar confiança e esperança. Os brasileiros não merecem isso. É um ato de um governo que vive seus estertores”, afirmou, em nota.

O líder do PSB no Senado, senador Rodrigo Rollemberg (DF), disse que todos estão chocados com o teor do vídeo do PT.

— É um retrocesso. Uma demonstração de medo. Estão morrendo de medo de perder, e vão perder! O vídeo do PT é um desserviço à democracia, mas acaba fazendo crescer um sentimento de aversão da população ao governo. Estão apelando e por isso vou repetir um jargão popular: apelou, perdeu! — disse Rollemberg, candidato do PSB ao governo do Distrito Federal.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Senador Aécio Neves : "O PT confunde o interesse público com o interesse privado"


segunda-feira, 12 de maio de 2014

Aécio Neves : "O PT confunde o interesse público com o interesse privado"



O público e o privado”, por Aécio Neves


Artigo do senador Aécio Neves, presidente do PSDB, publicado no jornal Folha de S.Paulo – 12/05/14

O que o PT tem contra as estatais?

Depois de anos de discursos condenando as privatizações e se apresentando como defensor das empresas públicas, chega a ser cruel ver como a retórica se transformou em exercício prático de poder. Os estragos provocados pela interferência do governo são de tal ordem que não permitem outra conclusão: o governo mais estatizante pós ditadura militar é o que mais maltrata as empresas estatais.

Os bordões repetitivos do partido, usados à exaustão como arma eleitoral, nos quais difunde-se um país dividido entre nacionalistas e entreguistas, já não surtem mais efeito diante do quadro de destruição perpetrado na administração pública. A mão pesada do Estado está levando as estatais federais às cordas. A Eletrobras perdeu grande parte do seu valor. As ações da Petrobras desabaram.

O que está em risco é o patrimônio do povo brasileiro. É a riqueza pública que se esvai na incompetência e na ingerência política sem limites. Antes, assistíamos orgulhosos às conquistas da Petrobras, uma empresa respeitada globalmente. Hoje, o que se vê é a dilapidação da credibilidade conquistada em 61 anos de história.

Os exemplos da intromissão excessiva do governo nas instituições públicas transbordam por todos os lados. Servidores estão quebrando o silêncio. No IBGE, os funcionários reagiram e o governo recuou da decisão autoritária de não divulgar a Pnad Contínua. O Ipea e a Embrapa não ficaram imunes à intervenção política.

Neste fim de semana, voltaram a surgir graves evidências de que o indiscriminado e ostensivo aparelhamento chegou também aos fundos de pensão, que apresentaram prejuízo recorde em 2013.

Diante de tantas e novas denúncias, a caixa preta das operações conduzidas pelas direções desses fundos, nos últimos anos, precisa ser aberta, para que sejam esclarecidas suspeições diversas de operações no mercado financeiro, maquiagens contábeis e prejuízos astronômicos.

O certo é que o petismo leva para dentro das estatais o que há de mais atrasado em gestão, confundindo o interesse do Estado com o interesse das pessoas no poder. Quando as coisas dão errado, a saída é a de sempre –ninguém sabe nada e tenta-se transformar fatos graves e sucessivos em ações isoladas e episódicas.

Os brasileiros não se enganam mais, como bem mostram as pesquisas de opinião que apontam para um profundo desejo de mudança. O país exige não só competência gerencial, mas também transparência e ética na condução dos negócios públicos. O recado é claro, no que se refere às estatais: precisamos devolver as empresas públicas ao seu verdadeiro dono –o povo brasileiro.
http://dropsmisto.blogspot.com

sábado, 10 de maio de 2014

Aécio Neves líder da oposição : "Me tornei um especialista em derrotar o PT em eleições"


Aécio : " Me tornei um especialista em derrotar o PT em eleições"



Fonte: Valor online

Link: http://www.valor.com.br/politica/3541550/aecio-sobre-marina-nao-devemos-ter-medo-das-nossas-convergencias

Aécio sobre Marina: não devemos ter medo das nossas convergências


Por Fernando Taquari | Valor

SÃO PAULO - O pré-candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves (MG), minimizou, nesta quinta-feira, 8, as declarações da ex-senadora Marina Silva (PSB) sobre as eleições de outubro. Em entrevista à Folha de S.Paulo, Marina afirmou que a candidatura de Aécio no segundo turno "tem cheiro de derrota". Além disso, ressaltou que Campos tem um perfil de administrar mais progressista do que o tucano.

"Não vou cair na armadilha do PT de tentar dividir as oposições", afirmou o presidenciável, ao responder sobre as declarações da ex-senadora. "Concordo com grande parte do que disse Marina. Temos divergências. Agora as duas candidaturas não podem ter o receio de mostrar as convergências", acrescentou.

Sobre a previsão de Marina para um segundo turno entre PT e PSDB, Aécio afirmou que cabe ao eleitor fazer a decisão. Afirmou ainda que se tornou em Minas Gerais "especialista" em derrotar o PT em eleições.

Nesta quinta-feira, 8, o tucano cumpre agenda em São Paulo onde ministra palestra na Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). O senador deve aproveitar o encontro para desfazer o mal-estar com o setor, que manifestou preocupação com as críticas do pré-candidato à política de concessões de crédito pelos bancos públicos e ao Programa de Sustentação do Investimento (PSI).

"O PSI é o único instrumento eficaz de política industrial nesse país”, afirmou. “O nosso faturamento vem caindo, oinvestimento vem caindo. Mas não fosse o PSI o nosso setor estaria muito pior", disse Lourival Júnior Franklin, chefe de gabinete da presidência da Abimaq em entrevista ao Valor PRO — serviço de informação em tempo real do Valor.

Aécio também comentou a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPMI) mista para investigar denúncias de cartel nas obras do Metrô de São Paulo nas gestões do PSDB. Ele disse que assinou o pedido e assumiu um compromisso.

O senador colocou em dúvida, no entanto, a real intenção dos parlamentares em apurar as denúncias ao declarar que será a CPI da vingança, pelo fato de a oposição ter pressionado para criar outra comissão para investigar os negócios da Petrobras. "Não querem apurar, por exemplo, as denúncias de cartel em obras do governo federal."

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Senador Aécio Neves: "A gestão do governo do PT é perdulária"


Aécio : " A gestão do governo do PT é perdulária"


Aécio fala de propostas de candidatura em palestra
SÃO PAULO - Em encontro realizado na Associação Comercial de São Paulo (ACSP), o ex-governador mineiro contou com a presença de correligionários

Amauri Vargas


foto: Agência Brasil

Aécio fala de propostas de candidatura em palestra

SÃO PAULO - O senador pelo estado de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Aécio Neves, falou em palestra promovida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) nesta segunda-feira (28) sobre suas propostas de governo à presidência da República.

No encontro, o senador afirmou que o Brasil teve, desde a redemocratização, uma economia sólida e progressista, porque na década de 90, vários governos construíram essa consolidação e atacou o governo da presidente Dilma e do ex-presidente Lula, ao dizer que "a gestão do Partido dos Trabalhadores (PT) é perdulária e diminuiu o tamanho de grandes ativos da União, como por exemplo 50% no valor da Petrobras e 45% da Eletrobras.

Neves afirmou que o Brasil pode estudar novas saídas para o fomento dos pequeno e micro empreendimentos e disse que já conversa com o atual ministro da Secretaria das Micro e Pequenas Empresas, Guilherme Afif Domingos (PSD-SP), ao categorizá-lo como "Homem certo, no governo errado".

Além disso, Aécio garantiu que se eleito, reduzirá o número dos 39 ministérios pela metade, em pelo menos seis meses, além de responsabilizar o Governo Federal pela segurança nacional, pauta que segundo o pré-candidato, é erroneamente deixado "sob responsabilidade unicamente de estados e municípios".

Numa gafe durante sua fala, o ex-governador de Minas Gerais, disse que estuda em sua plataforma, propor uma revisão de punição à crimes graves cometidos por menores de idade, e usou como referência o caso de "Champinha", (Roberto Aparecido Alves Cardoso), que assassinou com requintes de crueldade Liana Friedenbach e Felipe Café, em 2003, na cidade de Embu-Guaçu. "Precisamos instar uma política de segurança para evitar mais casos de Chambinhos da vida", ao falar o nome de um iogurte de uma fabricante suíça de alimentos, ao invés do apelido do criminoso.

Na questão energética, Aécio Neves indicou que o Brasil "só não teve mais apagões, porque tem crescimento pífio da economia", e confirmou que vai revisar a infraestrutura energética do País, sem citar como.

Estiveram no evento os senadores Pimenta da Veiga (PSDB-MG), Jorge Bornhausen (DEM), o governador Marconi Perillo (PSDB-GO), os ex-governadores de São Paulo, Alberto Goldman (PSDB) e do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto (PSDB), o ex-senador Heráclito Fortes (PSB) e o presidente da Telefonica-Vivo do Brasil (Antonio Carlos Valente), além do presidente da Associação Comercial de São Paulo, Rogerio Amato.o0i

quinta-feira, 24 de abril de 2014

STF da razão para o Senador Aécio Neves e autoriza CPI exclusiva da Petrobrás


STF da razão para Aécio e autoriza CPI exclusiva da Petrobrás



Aécio Neves elogia decisão de Rosa Weber

Erich Decat e Felipe Recondo | Agência Estado

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), comemorou a decisão da ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, publicada na noite desta quarta-feira, 23, pela criação de uma CPI exclusiva para investigar a Petrobras.

A ministra ainda determinou que, até que o mérito da ação seja julgado, que o Senado suspenda a discussão em plenário da abrangência da CPI.

"A ministra Rosa Weber acaba de decidir em favor da Constituição e em respeito ao regimento do Senado Federal. Essa decisão engrandece o Supremo Tribunal Federal, pois preserva o direito sagrado das oposições", afirmou o senador mineiro, um dos principais articuladores para a criação da CPI.

Logo após a decisão da ministra, o tucano também passou a cobrar do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que solicite das bancadas a indicação, ainda nesta quinta-feira, dos integrantes que deverão compor a comissão.

"Trazer luzes às denúncias de irregularidades que se sucedem em relação à Petrobras não é uma demanda das oposições e sim da sociedade brasileira. Vamos atuar com serenidade e responsabilidade na busca da apuração dos fatos, sem pré-julgamentos, mas garantindo que todos esses episódios sejam esclarecidos em benefício da democracia e da ética na vida pública", afirmou Aécio Neves.

A decisão da ministra é liminar. O mérito da ação ainda será julgada pelo plenário do Supremo, mas ainda não há data definida para isso acontecer.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Senador Aécio Neves : "Gasto de 90 bilhões pela Petrobrás sem licitação é uma bofetada na cara dos brasileiros"


quarta-feira, 9 de abril de 2014

Aécio : Gasto de 90 bilhões pela Petrobras sem licitação é uma bofetada na cara dos brasileiros




The Brazilian Post » Aécio:- Gastos de R$ 90 bilhões pela Petrobras sem licitação são “bofetada na cara”


O senador Aécio Neves (PSDB) afirmou que revelação de que a Petrobras gastou R$ 90 bilhões com empresas contratadas sem licitação "é assustadora". SegundoAécio, "Não permitir a instalação é, no meu ver, quase uma confissão de culpa daqueles que não querem a investigação", criticou

Aécio Neves classificou como "bofetada na cara dos brasileiros" a revelação de que a Petrobras gastou dezenas de bilhões de reais com empresas contratadas sem licitação. "Esse dado que a imprensa nacional hoje revela é assustador: R$ 90 bilhões foram gastos sem licitação. Foram contratadas empresas sem licitação usando artifícios de uma lei de 1990. É uma bofetada na cara dos brasileiros", afirmou.



Aécio Neves disse que congressistas irão ao Supremo Tribunal Federal para garantir a instalação de uma CPI exclusiva sobre a estatal. "Não permitir a instalação (da CPI) é, no meu ver, quase uma confissão de culpa daqueles que não querem a investigação", disse Aécio, ressaltando que estatal saiu do noticiário econômico para "as páginas policiais".

segunda-feira, 31 de março de 2014

Aécio Neves em artigo relembra a luta de Tancredo contra o golpe militar de 64


segunda-feira, 31 de março de 2014

Aécio em artigo relembra a luta de Tancredo contra o golpe militar de 64




Ontem e hoje

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Há 50 anos, o golpe militar impôs a longa noite de duas décadas de ditadura no Brasil.

Inúmeros relatos revisitaram, nos últimos dias, aquele trecho sombrio da nossa história. Convergimos para as perdas irreparáveis, lembrando as várias faces da violência e do autoritarismo.

Entre tudo o que pode e deve ser lembrado, há uma triste página escrita pelo Congresso brasileiro.

Ouvi o relato da tensão daqueles dias, várias vezes, pela voz de uma testemunha muito especial, o então líder do governo João Goulart na Câmara dos Deputados, Tancredo Neves. Mas é valioso relembrá-lo através de outras narrativas. Para tanto, peço emprestadas as palavras de Augusto Nunes:

"Num artigo publicado em fevereiro de 1985, na Folha de S.Paulo, Almino Affonso recordou a indignação manifestada por Tancredo, naquele dia, quando soldados do Exército tentaram impedi-lo de alcançar o avião, estacionado na pista ao aeroporto em que Jango aguardava o momento da decolagem. Antes disso, Almino testemunhara a reação indignada de Tancredo na sessão realizada pelo Congresso na tarde de 1° de abril, quando o presidente do Senado, o pessedista Auro de Moura Andrade, declarou vago o cargo de presidente da República" (embora tivesse oficialmente informado de que Goulart se encontrava a caminho de Porto Alegre, em território nacional e, portanto, na plenitude de seus poderes constitucionais).

"Até hoje me recordo com espanto", diz Almino, "do deputado Tancredo Neves em protestos de uma violência verbal inacreditável para quantos, acostumados à sua elegância de trato, o vissem encarnando a revolta que sacudia a consciência democrática do país. Não deixava de ser chocante ver a altivez da indignação de Tancredo e o silêncio conivente de muitas lideranças do PSD."

Foi pensando nos desafios atuais do Congresso que lembrei-me dessa passagem.

O que teria acontecido se, 50 anos atrás, a instituição tivesse cumprido seu dever democrático? O que poderá acontecer hoje se a instituição não se render às pressões e às conveniências do momento e optar por ser leal aos interesses dos brasileiros?

Nos acostumamos a contabilizar as perdas do país em cifras e bilhões, mas há algo mais valioso do que isso. O que custa a uma nação o tempo perdido?

Quando olhamos para trás, podemos imaginar que país o Brasil seria se não nos tivessem tirado duas décadas de democracia. E hoje, que alto preço o país terá que pagar por tanto tempo desperdiçado em decisões adiadas ou equivocadas? O que tem custado aos brasileiros a falta de coragem das autoridades em fazer o que precisa ser feito?

Custa mais do que gigantescos prejuízos econômicos. Custam esperanças, oportunidades e sonhos. Custa o futuro.



Aécio Neves é senador pelo PSDB-MG. Foi governador de Minas Gerais entre 2003 e 2010. É formado em economia pela PUC-MG. Escreve às segundas-feiras.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Senador Aécio Neves une a oposição e consegue aprovar CPI sobre escândalos da Petrobrás


Aécio une a oposição e consegue aprovar CPI sobre escândalos da Petrobrás



Fonte: Site do PSDB Nacional
Aécio conseguiu unir a oposição em torno da CPI da Petrobras, diz Carlos Sampaio

Brasília – Com a liderança do presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, a oposição reuniu, na quarta-feira (26), 28 assinaturas em apoio à criação da CPI da Petrobras no Senado.

Os parlamentares buscam agora a aprovação de 171 deputados federais para a instalação de uma CPI mista, que uniria Senado e Câmara. Para integrantes do PSDB, a ação de Aécio foi essencial para que a oposição alcançasse o objetivo.

“Aécio conseguiu unir a oposição em torno de uma causa nacional”, afirmou o deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP). Para o tucano, Aécio expôs aos senadores que a defesa da Petrobras não é uma pauta específica da oposição, e sim do país. “A ação e a metodologia de trabalho implantadas por Aécio foram essenciais para que chegássemos ao número de assinaturas necessárias”, afirmou.

O também deputado federal tucano Hélio Santos (MA) apontou que a credibilidade de Aécio Neves foi decisiva para a conquista das assinaturas.

“Aécio é uma liderança nacional, com um trabalho grande e uma credibilidade respeitada em todo o país, e sua atuação é fundamental para que o Legislativo investigue o que realmente houve com a Petrobras”, disse.

Expectativas

Sampaio afirmou que está confiante em relação à obtenção das 171 assinaturas na Câmara. “Na terça-feira, já tínhamos 110 apoios, e isso sem contar os quatro partidos que compõem a oposição. Com a oposição, passamos a 170. Ou seja, precisamos de apenas mais uma assinatura para o quórum mínimo. Acredito que seja apenas uma questão de tempo para chegarmos ao número”, disse.

O deputado disse que a atuação do senador Aécio ajudará também na conquista dos apoios na Câmara. “Ele deve ter um papel fundamental, dado que é uma das principais vozes da oposição”, destacou.

Para Hélio Santos, a CPI trará transparência à Petrobras. “o povo brasileiro precisa saber o que está acontecendo com a estatal, que é um importante patrimônio de todos nós. É importante que Câmara e Senado atuem para isso”.



terça-feira, 25 de março de 2014

Aécio Neves líder da oposição mobiliza oposição para cobrar de Dilma respostas sobre a Petrobras


Aécio mobiliza oposição para cobrar de Dilma respostas sobre a Petrobras




Aécio mobiliza oposição para cobrar resposta de Dilma sobre Petrobras


O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, vai se reunir com líderes da oposição da Câmara e Senado na próxima terça-feira (25) para discutir a melhor estratégia para garantir uma resposta do governo Dilma ao prejuízo bilionário da Petrobras na operação de compra da Refinaria de Pasadena (EUA).

De acordo com reportagem do O Globo desta sexta-feira (21), líderes da oposição já teriam conseguido recolher pelo menos 102 assinaturas em favor do requerimento que propõe criação de uma CPI mista para investigar irregularidades na Petrobras. Para a instalação da comissão seriam necessárias pelo menos 171 assinaturas.

Aécio avalia como extremamente grave a revelação de que a presidente Dilma Rousseff deu aval para a Petrobras realizar o negócio, conforme relevou reportagem de O Estado de S.Paulo esta semana.

“O Brasil precisa que se esclareça quais foram as razões pelas quais a presidente da República, especialista na área de Minas e Energia, tomou uma decisão tão danosa para as finanças da Petrobras e para o próprio país”, cobrou Aécio Neves.


Em 2006, Dilma presidia o Conselho de Administração da Petrobras e autorizou a empresa a pagar US$ 360 milhões por 50% da refinaria, que um ano antes valia US$ 42,5 milhões. Quatro anos depois, a Petrobras perdeu uma batalha judicial e foi obrigada a desembolsar mais US$ 820,5 milhões. No total, a estatal brasileira desembolou US$ 1,18 bilhão por uma refinaria que hoje vale US$ 180 milhões.

Após a revelação, Dilma tentou jogar a responsabilidade para a área técnica da empresa, que teria fornecido “um parecer “técnica e juridicamente falho”, versão confrontada por diretores e especialistas do setor. De acordo com os executivos, Dilma e o Conselho de Administração tiveram acesso a todos os dados sobre a negociação.

O senador também classificou como inaceitável que o ex-diretor da área internacional da Petrobras, Nestor Cerveró, apontado pela presidente como o responsável pelo “parecer falho”, tenha permanecido no cargo e depois indicado para o alto escalão da BR Distribuidora, uma subsidiária da estatal.

“Se houve um encaminhamento equivocado por parte da diretoria internacional, como atesta a nota da presidente da República, o esperado é que aquele que fez esse encaminhamento ou fosse demitido ou fosse investigado. Ele foi promovido! Ele, no governo da própria presidente Dilma Rousseff, ocupa a diretoria na BR Distribuidora. Isso é inaceitável”, criticou Aécio Neves.
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terça-feira, 18 de março de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB : "Dilma é intolerante e arrogante com seus adversários"


Aécio : "Dilma é intolerante e arrogante com seus adversários"



Senador mineiro e presidenciável pelo PSDB diz que presidente da República se distancia cada vez mais da pulsação intensa da vida diária; “A intolerância com os adversários, a ojeriza ao debate transparente e a arrogância no trato com interlocutores de vários segmentos chegou ao cúmulo de atingir agora os próprios aliados”

247 – O senador mineiro e presidenciável tucano, Aécio Neves, fez nova crítica à gestão de Dilma Rousseff. Segundo ele, isolada em seu palácio, se alimentando de estatísticas e informações oficiais, não raro, distorcidas, a presidente da República se distancia cada vez mais da pulsação intensa da vida diária.

O tucano diz que a presidente tem sido poupada de aparições em eventos para diminuir o desgaste. “Não há enredo fantasioso que se sustente diante de uma realidade que teima em driblar as maquinações mais criativas”. Ele cita o crescimento baixo da economia, a inflação, a carga tributária e problemas nas áreas sociais.

“A intolerância com os adversários, a ojeriza ao debate transparente e a arrogância no trato com interlocutores de vários segmentos chegou ao cúmulo de atingir agora os próprios aliados”. (Leia aqui na íntegra).

Brsil 247


segunda-feira, 10 de março de 2014

Em artigo na Folha, Aécio presta homenagem a Sérgio Guerra


segunda-feira, 10 de março de 2014

Em artigo na Folha, Aécio presta homenagem a Sérgio Guerra



Aécio Neves



Carta ao Sérgio

Sérgio, meu amigo.

Há três dias nos despedimos de você, em uma Recife consternada pela perda do homem público admirado em todo o país. Entre tantos de nós que fomos levar à sua família o nosso respeito, lutei para não me deixar tomar pela emoção da hora. Foi impossível não revisitar nossas caminhadas pelo Brasil e os encontros que marcaram nossa convivência.

Penso que algo estranho acontece quando nos despedimos de pessoas que nos são tão especiais. Por um lado, parece que envelhecemos subitamente, transformados em sobreviventes de outros tempos e histórias já vividas. Por outro, encontramos nessas mesmas histórias novos sentidos e o ânimo necessário para seguir em frente.

Nesses dias, com justiça, o país inteiro ouviu de seus companheiros de jornada --e mesmo de adversários tradicionais-- inquestionáveis elogios às virtudes que embalaram a sua vida pública. Quase sempre, o conciliador dedicado à construção de novas convergências em favor do país foi também lembrado como o crítico feroz aos desvios, malfeitos, contradições e desarranjos da vida nacional, especialmente presentes neste nosso trecho de história.

As mais de três décadas de intensa militância política --e nem mesmo as doenças graves que o abateram-- foram capazes de esmorecer uma indignação juvenil que, sei, movia-lhe, como se mantivesse intocado o líder estudantil da juventude e aquelas sempre grandiosas esperanças.

Guardo comigo uma grande admiração pela leveza e alegria com que você sempre conduziu as suas responsabilidades, afastando da política o peso do rancor e do confronto pessoal estéril. Talvez por isso, quase todas as suas relações nesse campo tenham se transformado em boas amizades. Da mesma forma, sou testemunha do seu esforço sobre-humano para não permitir que o líder tomado por compromissos se sobrepusesse ao pai dedicado, que de longe se afligia com a caminhada dos quatro filhos.

Outra imagem que ficou foi a do ativista em luta permanente e admirável pelas grandes causas do país. Do Brasil pobre, injusto e desigual, que continua existindo de forma dramática ainda mais visível no Nordeste, razão maior de sua militância política.

Sei que não o ouviremos mais recontando casos acontecidos com a gente simples do sertão pernambucano, de onde tirava exemplos e lições. Não o veremos cobrando à política nacional respeito aos brasileiros. Não o teremos mais à mesa, fazendo a defesa intransigente dos valores democráticos. Mas cuidaremos, querido amigo, com respeito e reconhecimento, para que suas ideias e seus compromissos se multipliquem na voz e na caminhada de cada um de nós pelo Brasil.

Com gratidão, Aécio.


AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB comemora os 20 anos do Plano Real no Congresso


Aécio comemora os 20 anos do Plano Real no Congresso




Aécio: Plano Real foi ação de maior inclusão social no país


Aécio: plano que acabou com a inflação no Brasil e trouxe a estabilidade da moeda, permitiu melhoria na vida de todos os brasileiros.

Aécio: 20 anos do Plano Real

Aécio: “Se há um ponto fundamental para essa melhoria da condição de vida da população, melhoria das expectativas do mundo em relação ao Brasil, foi exatamente o Plano Real.

“Celebramos aqui no Congresso o maior programa de distribuição de renda da história do Brasil”, diz Aécio durante sessão pelos 20 anos do Plano Real

O senador Aécio Neves afirmou, nesta terça-feira (25/02), que o Plano Real foi o maior programa de inclusão social do Brasil, ao acabar com a hiperinflação no país.Aécio participou, em Brasília, da sessão solene que lembrou os 20 anos do Plano Real, com a presença do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, lideranças do PSDB e dos presidentes do Senado, senador Renan Calheiros, e da Câmara dos Deputados, deputado federal Henrique Eduardo Alves.

Aécio Neves afirmou que o plano que acabou com a inflação no Brasil e trouxe a estabilidade da moeda foi o programa de maior alcance e inclusão social no país ao permitir melhoria na vida de todos os brasileiros.

“Se há um ponto fundamental para essa melhoria da condição de vida da população, melhoria das expectativas do mundo em relação ao Brasil, foi exatamente o Plano Real. Me orgulho muito de estar aqui hoje ao lado do presidente Fernando Henrique, um dos principais construtores dessa extraordinária transição. Celebramos aqui no Congresso Nacional o maior programa de distribuição de renda da história do Brasil. Foi o momento de demonstrarmos que apenas o esforço coletivo permite que Brasil avance. Foi uma bela festa, uma bela homenagem, àquele que foi o mais sólido plano de estabilidade da moeda feito no mundo”, afirmou em seu discurso na tribuna.

Descaso do PT com a inflação

Em entrevista após a sessão, Aécio Neves lamentou a ausência de representantes do governo federal na solenidade de hoje e lembrou que o PT negou apoio ao Plano Real na época em que a população mais sofreu com a hiperinflação e a escalada de preços.

“Em uma celebração tão importante para o trabalhador brasileiro, não termos aqui sequer um representante governista. Não tivesse havido o Plano Real, não tivesse havido a estabilidade da moeda, não teria havido o governo do presidente Lula, com crescimento econômico. Acho que o PT não se fez presente aqui hoje por constrangimento. Constrangimento daqueles que consideraram, lá atrás, o Plano Real um estelionato eleitoral simplesmente porque não atendia aos interesses da sua candidatura presidencial”, disse Aécio Neves.

Em 1994, o Plano Real pôs fim a mais de 10 anos de hiperinflação e de perdas financeiras das famílias. Durante dez anos, a inflação consumia o salário dos trabalhadores. Em abril de 1990, a inflação acumulada em 12 meses chegou a 6.821%. O Plano Real pôs fim ao alto custo de vida e permitiu aos brasileiros dar início a um novo ciclo no país.

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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Aécio Neves líder da oposição denuncia que diplomacia brasileira se tornou partidária


Aécio denuncia que diplomacia brasileira se tornou partidária



Fonte: Folha de S.Paulo online

Link:
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/aecioneves/2014/02/1416724-diplomacia-a-deriva.shtml

Diplomacia à deriva – Aécio Neves

O Brasil perdeu mais uma oportunidade histórica de se colocar à altura de seu papel de liderança no continente.

Com a crise política, econômica e social na Venezuela e a escalada crescente da violência e a ameaça real à estabilidade institucional do país, esperava-se do governo brasileiro uma ação diplomática pró-ativa e firme, coerente com a tradição centenária do Itamaraty, pautada no respeito aos direitos humanos, à defesa da liberdade e da democracia.

Ao assinar as notas do Mercosul e do Unasul que emprestam respaldo ao presidente Nicolás Maduro, o Brasil ignora as respostas que o governo venezuelano tem dado às manifestações de protesto, com flagrante repressão contra toda e qualquer oposição ao regime e o cerceamento ostensivo à liberdade de expressão. Soma-se à vocação autoritária do chavismo uma grave instabilidade econômica, com a maior inflação da América Latina (57%) e a menor taxa de crescimento (1,1%). Arruinado pela má gestão, o país expõe seus cidadãos a uma rotina de escassez de alimentos e de energia.

No lugar de oferecer colaboração institucional para a promoção do diálogo entre as forças políticas em conflito, o Brasil submete sua política externa às conveniências ideológicas, deixando de representar os interesses permanentes do Estado brasileiro para defender o ideário do governo de plantão.

Longe de ser um fato isolado, a posição se inscreve no rol de desacertos desde que o governo impôs à atuação da Chancelaria o viés partidário. Nunca é demais lembrar episódios como a aceitação dócil da expropriação das refinarias da Petrobras em Santa Cruz, em 2006; a deportação dos boxeadores cubanos nos Jogos Pan-Americanos de 2007 e o tratamento dado ao senador boliviano exilado na Embaixada em La Paz. Onde está a coerência com a atitude adotada na crise paraguaia, em que foi invocada a cláusula democrática do Mercosul? Por afinidades ideológicas, o Brasil está deixando de assumir suas responsabilidades internacionais também na questão dos direitos humanos.

A partidarização da política externa tem consequências também na política de comércio exterior. As crises na Venezuela e na Argentina, pela passividade da reação do Itamaraty, estão trazendo prejuízos à credibilidade do governo brasileiro e às empresas nacionais que encontram barreiras para exportar e grandes dificuldades para receber seus pagamentos.

O mundo desconfia do Brasil, e não é à toa. Pouco adianta a presidente da República reafirmar no concerto internacional a posição do Brasil como país aberto, democrático, que respeita as regras internacionais, se, na prática, damos guarida a governos autoritários que desprezam a democracia e o Estado de Direito.
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