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quinta-feira, 31 de julho de 2014

Aécio Neves : "A pista de Cláudio é usada há 30 anos. Eu usei algumas vezes, mas é preciso também que a ANAC trabalhe"


Aécio : "A pista de Cláudio é usada há 30 anos. Eu usei algumas vezes, mas é preciso tambem que a ANAC trabalhe


Aécio admite e diz ter cometido equívoco ao usar pista não homologada

http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/a%C3%A9cio-admite-e-diz-ter-cometido-equ%C3%ADvoco-ao-usar-pista-n%C3%A3o-homologada-1.891864


DA REDAÇÃO


O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, admitiu nesta quarta-feira (30) que usou o aeroporto de Cláudio (MG) para pousar em um avião de sua família umas "três ou quatro vezes" nos últimos anos, mesmo sem o espaço ser homologado pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). Depois de se recusar por 10 dias a responder se teria utilizado o aeroporto, Aécio disse que os pousos e decolagens ocorreram quando não era mais governador do Estado - depois de 2010.


"Eu já utilizei [o local] várias vezes antes dessa pista ser asfaltada nos últimos 30 anos, desde a minha juventude. Ele era usado por empresários, fazendeiros, pessoas da região. Depois da conclusão da obra, quando não era mais governador do Estado, usei algumas poucas vezes, pousei ali algumas poucas vezes em avião da minha família", afirmou.


A Folha de S.Paulo revelou no dia 20 de julho que o governo de Minas gastou quase R$ 14 milhões na construção do aeroporto, que ficou pronto em outubro de 2010 e é administrado por familiares de Aécio. O tio-avô do tucano, Múcio Guimarães Tolentino, guarda as chaves do aeroporto.
Antes da construção do aeródromo, havia no local uma pista de pouso mais simples, de terra, construída em 1983, quando Tancredo Neves, avô de Aécio, era governador de Minas.


O candidato disse ter cometido o "equívoco" de utilizar uma pista não homologada pela Anac, mas afirmou não ter conhecimento de que o aeroporto não tinha autorização legal para operar.


"Eu admito uma culpa: eu devia ter buscado mais informações sobre isso. Mas é preciso que a Anac trabalhe. A pista está há três anos sem homologação, é investimento público feito e, obviamente, sendo usada de forma inadequada."


O candidato negou ter escolhido o local do aeroporto com o objetivo de beneficiar seus familiares, já que a pista fica na fazenda de Tolentino. O senador, sua mãe e suas irmãs também são donas da Fazenda da Mata, a 6 km do aeroporto. Segundo Aécio, a região é um pólo industrial de exportação de ferro, por isso o aeroporto era necessário para alavancar a economia da região.


"Eu teria duas alternativas: ignorar demanda de crescimento dessa região ou ter feito numa outra área de região montanhosa. Ali foi, na nossa avaliação, o terreno mais adequado. Talvez se a área não fosse de parente meu, não seria essa celeuma. Apesar do fato relevante ser o de ele [Tolentino] estar hoje sem receber nada e pleiteando do Estado uma indenização muito maior", disse em referência ao fato do governo de Minas ter desapropriado a área antes da licitação do aeroporto.


O impasse sobre a desapropriação está na Justiça porque o Estado fez um depósito judicial de mais de R$ 1 milhão pelo terreno, mas o tio de Aécio contesta o valor. Segundo o senador, isso é prova de que não havia "interesses familiares" na construção do aeroporto.


"A obra foi legal, necessária do ponto de vista econômico e não beneficiou absolutamente ninguém da minha família. Ao contrário, não estaria o antigo proprietário na Justiça reivindicando um valor nove vezes maior do que aquele que o Estado ofereceu", afirmou.


Sobre o fato de Tolentino ter as chaves do aeroporto, Aécio disse que se sente "incomodado", mas responsabilizou a Prefeitura de Cláudio (MG) pelo fato. "Eu soube que 6 ou 7 pessoas tinham a chave, gente que voava. É responsabilidade da Prefeitura que o prefeito assume e tem que coordenar. Se eles entregam a chave para 4, 5 ou 6 é um erro, muito mais ainda por ser um parente meu


Montezuma


Aécio disse que o avião da família utilizado nos pousos e decolagens em Cláudio era de Gilberto Faria, que foi marido de sua mãe. O tucano nega ter utilizado avião oficial no local, assim como no aeroporto da cidade de Montezuma - onde admite ter pousado uma vez quando era governador.
"Eu desci lá uma vez, há cerca de dez anos atrás, pouco mais de 10 anos. Eu era governador, mas desci da mesma forma, não em avião do Estado."

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Ética na campanha : 7x1 não será usado por Aécio Neves líder da oposição




Ética na campanha: 7x1 não será usado por Aécio



7 x 1 não será usado por Aécio

http://www.otempo.com.br/7-x-1-n%C3%A3o-ser%C3%A1-usado-por-a%C3%A9cio-1.880297


Brasília. Com o fim da Copa do Mundo, o candidato a presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), vai dividir seu comportamento em dois. De imediato, se portará como torcedor frustrado, mas aguerrido, quando falar do que houve dentro dos gramados. Passado o “luto profundo”, vai retomando sua pauta preferida de campanha eleitoral, que são os problemas econômicos do Brasil e como eles afetam o dia-a-dia da população.


Há ainda a avaliação de que a saída humilhante da seleção brasileira do torneio acabou revertendo as expectativas dos oposicionistas e se tornou um antídoto para protegê-los das tentativas da presidente Dilma Rousseff de vincular sua gestão política ao sucesso do mundial, como ela tentou fazer especialmente na última semana. Apesar disso, está definido que a derrota de 7x1 para a Alemanha não será explorada como tema de campanha.


A ideia é, quando falar do campeonato, creditar o sucesso extra-campo ao povo brasileiro, e não ao governo, e insistir que o legado da Copa poderia ter sido muito melhor se o governo tivesse entregado as dezenas de obras previstas. Mas os estrategistas não acreditam que as discussões sobre o tema sobrevivam até outubro, mês das eleições.


Enquanto não passar a euforia, os agentes políticos do PSDB estarão pisando em ovos nos próximos dias para não deixar escapar frases infelizes que possam ferir o fragilizado torcedor/eleitor e serem exploradas nos programas eleitorais de TV pela situação, que já acusa seus opositores de serem “pessimistas” e “urubus”.


Ontem, Aécio se reuniu com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e apoiadores de Santa Catarina.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB denuncia o fracasso da política de segurança de Dilma


segunda-feira, 2 de junho de 2014

Aécio denuncia o fracasso da política de segurança de Dilma






“Tragédia nacional”, por Aécio Neves



A grave crise de segurança em curso é um fantasma que assombra o povo brasileiro, atingindo especialmente os mais pobres. São cidadãos de baixa renda e moradores das periferias urbanas as maiores vítimas, embora o medo atinja todas as classes sociais.

O recorde histórico dos homicídios, revelado pelo último Mapa da Violência, mostra com toda a crueza a omissão e o descompromisso do atual governo com esta tragédia. São 56 mil vidas perdidas por assassinatos no Brasil por ano –cerca de 10% de todos os homicídios registrados no planeta.

A outra face dramática da violência aponta a ocorrência de cerca de 50 mil estupros no mesmo período, mas o número real pode ser ainda muito maior, em função da subnotificação.

E há ainda a tragédia diária das mortes no trânsito, impactada pelo aumento do número de veículos sem uma estrutura de mobilidade adequada.

A taxa por 100 mil habitantes em 2002 era de 19,1, e passamos para 23,7. Em números absolutos, o salto foi de 33.288 mortos em 2002 para 46.051.

Todo este quadro confirma o que venho afirmando reiteradamente: o Brasil não possui uma política nacional de segurança pública. Na prática, o governo federal limita-se a justificar a sua omissão com o discurso de que segurança pública é responsabilidade dos Estados, adensando a ideia de uma federação anêmica e pouco solidária.

No plano das atribuições federais, as fronteiras permanecem abertas ao tráfico. O problema das drogas segue em ritmo ascendente, sem falar do sucateamento da Polícia Federal, envolvida em uma crise sem precedentes.

A ausência de prioridade revela-se nos números: nos últimos três anos, apenas 35% do orçamento federal para a área de segurança foi executado.

Apesar do grave problema da superlotação carcerária, nesse mesmo período, ínfimos 11% dos recursos do Fundo Penitenciário foram liberados. Do total de gastos do setor, só 13% saem dos cofres da União.

Brasil afora, a realidade se repete, gerada por um regime concentrador e pela dependência de recursos em relação ao poder central: contingentes insuficientes das forças de segurança, baixa remuneração, pouca integração do trabalho policial, defasagem tecnológica e quase nenhum esforço para o compartilhamento de responsabilidades.

Transformar esta realidade vai nos exigir uma profunda mudança de modelo.

A União tem que assumir o papel coordenador de uma política de Estado nesta área, com o fim do contingenciamento dos recursos públicos e liderança para fazer as reformas necessárias, como a do Código de Processo Penal, que se arrasta por anos e serve à reincidência e a impunidade.

Solidariedade entre entes federados é a palavra-chave quando se fala em segurança pública.

*Aécio Neves é senador (PSDB-MG) e presidente nacional do PSDB

**Artigo publicado na Folha de S. Paulo – 02/06/2014

terça-feira, 27 de maio de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB : "Não vamos aceitar passivamente as calúnias do PT como arma eleitoral"



terça-feira, 27 de maio de 2014

Aécio : " Não vamos aceitar passivamente as calúnias do PT como arma eleitoral"


“Não vamos aceitar passivamente a ofensa e a calúnia como arma eleitoral”, afirma Aécio Neves


– Em entrevista nesta segunda-feira (26/05) ao colunista Reinaldo Azevedo, na Rádio Jovem, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, anunciou que o partido pretende reagir com vigor contra guerrilha virtual montada pelo PT para disseminar falsas acusações e calúnias contra seus adversários políticos. Aécio fez referência à reportagem publicada pelo jornal Folha de São Paulo, no último domingo (25), relatando que funcionários da prefeitura de Guarulhos, sob comando há 14 anos pelo PT, foram identificados como responsáveis pelos ataques contra ele na internet. Segundo o senador, os advogados do PSDB deverão acionar a Justiça para pedir a punição de todos os envolvidos neste crime.

Segue a íntegra da entrevista concedida pelo senador Aécio Neves:

Senador, o senhor anda navegando muito na internet ultimamente?

Menos do que eu gostaria, Reinaldo. Mas hoje é essencial você acompanhar o que acontece na internet. Ninguém vive mais sem as redes.

Senador, sua equipe descobriu que uma das bases de ataque ao senhor na internet é a prefeitura de Guarulhos, do PT. Como o senhor vê isso?

Olha, Reinaldo, nós já vínhamos denunciando há alguns meses a tentativa de, através da internet, os nossos adversários criarem fantasias, ofensas e calúnias em relação ao meu nome. Mas essa questão vem tomando uma gravidade maior, porque isso vem se avolumando. São robôs utilizados de forma criminosa para criar o falso debate. E agora os nossos advogados conseguiram provar que uma prefeitura do PT – e veja a gravidade disso – ao invés de estar se preparando para o bom debate, para discutir as suas ideias, para debater aquilo que é importante para o Brasil, utiliza a máquina pública e funcionários públicos para o cometimento de crimes, porque isso é crime. Nós reagiremos sempre que um espaço tão democrático, tão importante para a democracia que é o espaço da internet, for utilizado para o cometimento de crimes. Sempre que você fala dessa história da internet aparece alguém dizendo que se quer censurar a internet ou coisa assim.

O senhor é favorável, defende alguma forma de censura na internet?

Absolutamente nenhuma. Aliás, os nossos adversários do PT que volta em meia falam em censura. A internet é um espaço democrático, transformou a nossa sociedade, transformou para muito melhor. Agora o crime, Reinaldo, ele é crime na internet, ele é crime na máquina de escrever, ele é crime na Petrobras, ele é crime quando alguém assalta um carro na rua e contra o crime nós temos que nos levantar. Portanto, nós estamos identificando agora a origem, os instrumentos que são utilizados para o cometimento desses crimes e não vamos aceitar passivamente a ofensa e a calúnia como arma eleitoral. Eu estou pronto Reinaldo para um grande debate. O debate a favor do país, de resgate da ética, da eficiência na gestão pública. E, vamos combater também aqueles que se utilizam de um instrumento tão valioso como esse para fazer o debate subalterno, fazer o debate menor. Nós vamos reagir com todo vigor a esse tipo de crime que o PT infelizmente, e agora na Prefeitura de Guarulhos isso fica comprovado, gosta de fazer ou gosta de cometer. Portanto, vamos tomar as providências devidas para restabelecer o debate que o Brasil precisa ouvir: o debate de ideias e de propostas. Não esse do submundo da internet.

E, que tipo de providências o senhor acha que podem ser tomadas? O que vocês estão pensando em fazer exatamente?

Olha, os nossos advogados hoje mesmo estão se reunindo. Nós vamos apresentar uma ação, obviamente, de responsabilização àqueles que circularam falsas denúncias e ataques pessoais a mim, até porque isso é uma questão preventiva, Reinaldo. Hoje, sou eu. Amanhã é outro. O que o PT não pode continuar tratando os seus adversários como se fossem inimigos a serem abatidos de qualquer forma. Eu acho que é pedagógico nós reagirmos sempre.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Aécio Neves : " O PT faz terrorismo na TV"


segunda-feira, 19 de maio de 2014

Aécio : "O PT faz terrorismo na TV"



Link: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/aecioneves/2014/05/1456388-o-medo-do-pt.shtml

O medo do PT – Aécio Neves

Enquanto o PT faz terrorismo na TV, com o intuito de amedrontar os brasileiros e levá-los a votar pela reeleição da candidata Dilma Rousseff, é importante colocar o debate político nos trilhos da sensatez.

O que terá acontecido para que o partido se lançasse no desespero, no tudo ou nada, antes mesmo da campanha eleitoral começar oficialmente? Resposta: há uma vigorosa exigência de mudança pulsando no coração e na mente dos brasileiros. Para se ter a dimensão daquilo que realmente assusta o PT, vale a pena conferir alguns números pouco conhecidos do último Datafolha.

O desejo de que as ações do próximo presidente sejam diferentes das ações da presidente Dilma já é compartilhado em todas as camadas sociais, incluindo-se os mais pobres e a classe média: 69% entre os que ganham até dois salários mínimos, 76% entre dois e cinco salários mínimos, e 81% entre cinco e dez salários mínimos. Nas regiões Norte e Nordeste, já são 67% favoráveis à mudança. Nas faixas etárias de 16 a 34 anos, pode-se chegar a 80%.

O PT, que sempre se julgou dono de parcelas importantes da população, surpreendeu-se com a grande virada país afora. Não percebeu o esgotamento do falso modelo maniqueísta, dos bons vs. os maus, do nós vs. eles, que permanentemente tentam nos impor.

Com uma trajetória marcada pela arrogância, de dono da verdade, detentor de todas as virtudes, o partido abandonou os ideais sob os quais foi fundado. Da defesa intransigente da ética, acabou sócio da corrupção. Nasceu se apresentando como partido dos trabalhadores; virou um partido financiado pela elite econômica do país. Propunha um novo modo de governar e vem destruindo o patrimônio público dos brasileiros, cujo mais eloquente exemplo é o que ocorre na Petrobras. Pregava o respeito à democracia e vem assumindo, sem constrangimento, a defesa da censura aos meios de comunicação.

Essas e outras contradições estão na base da rejeição enfrentada hoje pelo PT.

Com a nova propaganda, o partido passa a si mesmo um atestado de fracasso. Depois de quase 12 anos no poder, não festeja o que deveria ser o seu legado. Não tendo mais esperança ou confiança, oferece aos brasileiros o medo e a ameaça.

Os fantasmas que estão assustando o país não são os do passado. São os fantasmas do presente. O fantasma da inflação, que voltou a assombrar as famílias, do crescimento medíocre da economia, da corrupção desenfreada, das promessas não cumpridas e da falta de rumo do país.

E, ao final, ainda subestimam a inteligência dos brasileiros ao tentar nos convencer de que, para mudar, é preciso deixar tudo como está.

O novo talvez ainda não tenha nome. Mas o velho tem: chama-se arrogância e manipulação. Chama-se PT.

Aécio Neves é senador pelo PSDB-MG. Foi governador de Minas Gerais entre 2003 e 2010. É formado em economia pela PUC-MG. Escreve às segundas-feiras.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Aécio Neves líder da oposição apoia Marco Civil da Internet. Lamenta não poder aprimorá-lo


Aécio apoia Marco Civil da Internet. Lamenta não poder aprimorá-lo



Fonte: Site do PSDB Nacional


Aécio defende aprovação do Marco Civil da Internet

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, defendeu, nesta terça-feira (22), a aprovação do Marco Civil da Internet, em análise no Senado.Aécio Neves lamentou, no entanto, que a base do governo do PT tenha impedido que os senadores pudessem aprimorar o projeto que, para ele, deve ser reconhecido como uma conquista de toda a sociedade brasileira.

“Todos somos a favor da neutralidade da rede e gostaríamos, única e simplesmente, de trazer os últimos aprimoramentos ao projeto. A nossa divergência é em relação ao respeito ao procedimento legislativo”, ressaltou o tucano.

Em seguida, o senador acrescentou que: “Há uma convergência em 90%, 95% do texto. Reafirmo meu apoio ao projeto, que poderia ser aprimorado se tivéssemos, aqui, garantida a nossa prerrogativa básica, que é de legislar, aprimorar as propostas que vêm da Câmara dos Deputados. Isso nos foi tirado hoje. É uma discussão que interessa aos brasileiros e não apenas a um partido político. Esse marco é da sociedade brasileira, que lutou muito para que ele viesse”.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Aécio Neves líder da oposição lança seu principal espaço na internet:http://www.mineirobrasileiroaecio.com.br/


sexta-feira, 4 de abril de 2014

Aécio lança seu principal espaço na internet: http://www.mineirobrasileiroaecio.com.br/




O principal espaço de Aécio Neves na rede.


http://www.mineirobrasileiroaecio.com.br/


O portal: "Mineiro, Brasileiro, Aécio" - uma plataforma de integração de conteúdo multimídia que vai servir de base para todas as ações digitais, bem como para reunir a militância espontânea na rede. Com vídeos, artigos e blogs, o portal conta também com um sistema de cadastramento.
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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Aécio Neves líder da oposição denuncia que diplomacia brasileira se tornou partidária


Aécio denuncia que diplomacia brasileira se tornou partidária



Fonte: Folha de S.Paulo online

Link:
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/aecioneves/2014/02/1416724-diplomacia-a-deriva.shtml

Diplomacia à deriva – Aécio Neves

O Brasil perdeu mais uma oportunidade histórica de se colocar à altura de seu papel de liderança no continente.

Com a crise política, econômica e social na Venezuela e a escalada crescente da violência e a ameaça real à estabilidade institucional do país, esperava-se do governo brasileiro uma ação diplomática pró-ativa e firme, coerente com a tradição centenária do Itamaraty, pautada no respeito aos direitos humanos, à defesa da liberdade e da democracia.

Ao assinar as notas do Mercosul e do Unasul que emprestam respaldo ao presidente Nicolás Maduro, o Brasil ignora as respostas que o governo venezuelano tem dado às manifestações de protesto, com flagrante repressão contra toda e qualquer oposição ao regime e o cerceamento ostensivo à liberdade de expressão. Soma-se à vocação autoritária do chavismo uma grave instabilidade econômica, com a maior inflação da América Latina (57%) e a menor taxa de crescimento (1,1%). Arruinado pela má gestão, o país expõe seus cidadãos a uma rotina de escassez de alimentos e de energia.

No lugar de oferecer colaboração institucional para a promoção do diálogo entre as forças políticas em conflito, o Brasil submete sua política externa às conveniências ideológicas, deixando de representar os interesses permanentes do Estado brasileiro para defender o ideário do governo de plantão.

Longe de ser um fato isolado, a posição se inscreve no rol de desacertos desde que o governo impôs à atuação da Chancelaria o viés partidário. Nunca é demais lembrar episódios como a aceitação dócil da expropriação das refinarias da Petrobras em Santa Cruz, em 2006; a deportação dos boxeadores cubanos nos Jogos Pan-Americanos de 2007 e o tratamento dado ao senador boliviano exilado na Embaixada em La Paz. Onde está a coerência com a atitude adotada na crise paraguaia, em que foi invocada a cláusula democrática do Mercosul? Por afinidades ideológicas, o Brasil está deixando de assumir suas responsabilidades internacionais também na questão dos direitos humanos.

A partidarização da política externa tem consequências também na política de comércio exterior. As crises na Venezuela e na Argentina, pela passividade da reação do Itamaraty, estão trazendo prejuízos à credibilidade do governo brasileiro e às empresas nacionais que encontram barreiras para exportar e grandes dificuldades para receber seus pagamentos.

O mundo desconfia do Brasil, e não é à toa. Pouco adianta a presidente da República reafirmar no concerto internacional a posição do Brasil como país aberto, democrático, que respeita as regras internacionais, se, na prática, damos guarida a governos autoritários que desprezam a democracia e o Estado de Direito.
http://dropsmisto.blogspot.com

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Aécio Neves volta a cobrar de Dilma decisão sobre dívidas dos estados


Aécio volta a cobrar de Dilma decisão sobre dívidas dos estados



Aécio Neves protesta contra adiamento de decisão sobre dívida dos estados

O senador Aécio Neves (MG) protestou, na noite desta quarta-feira (05/02), contra o adiamento da votação de projeto que reduz os juros da dívida de estados e municípios com a União. O PLC 99, de 2013, seria votado na tarde desta quarta-feira (05/02), mas foi adiado por quebra de acordo do governo e manobra de sua base aliada no Senado, que fez com que a proposta retornasse à Comissão de Assuntos Econômicos antes da votação em plenário.

O projeto possibilitaria a retomada de investimentos por parte de estados e municípios brasileiros em áreas fundamentais para a população, como saúde, educação, segurança pública e transportes. Apenas Minas Gerais teria ganho de R$ 3,64 bilhões.
Aécio Neves lamentou a quebra de compromisso do governo e o atribuiu à fragilidade na condução da política econômica.

“O ministro da Fazenda, Guido Mantega, vem ao Senado Federal desfazer um acordo firmado pelo próprio governo depois de extensas discussões dessa Casa. Um acordo equilibrado, que não era aquilo que os estados pleiteavam, mas que o governo achava razoável. Na verdade, o pano de fundo de tudo isso é que o ministro da Fazenda hoje vem mostrar à sociedade de forma absolutamente e escancarada aquilo que vínhamos apontando e denunciando ao longo dos últimos meses: a absoluta fragilidade da condução da política econômica do Brasil. Como fazer novos compromissos com um governo que não honra sua palavra?”.

Entenda a proposta

Atualmente, a dívida é corrigida pelo IGP-DI mais juros que variam de 6% a 9%, índice mais alto que o cobrado pelo governo federal nos financiamentos feitos à iniciativa privada por meio do BNDES. O projeto passa a reajustar a dívida pelo IPCA, além de reduzir os juros para 4% ao ano. Caso a soma dos juros com o IPCA ultrapasse o percentual da taxa básica de juros, a Selic será considerada. Essa nova fórmula retroagiria a janeiro de 2013.
Injustiça
O IGP-DI era o indexador mais benéfico para os estados em 1997, ano em que foram firmados os contratos das dívidas, mas tornou-se nocivo ao longo dos anos e, somado aos altos juros das dívidas, inviabilizou os investimentos executados pelos estados em saúde, educação, segurança, saneamento e infraestrutura, além de outras áreas. Atualmente, o governo federal concede empréstimos a juros mais baixos para a iniciativa privada.
Minas Gerais, por exemplo, devia R$ 14,6 bilhões em 1998. Desde então, foram pagos R$ 29,5 bilhões. Ainda assim, o estado deve cerca de R$ 67,4 bi apenas em razão da correção financeira do débito, ou seja, ainda que nenhuma outra dívida tenha sido contraída desde então.

sábado, 11 de janeiro de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB é o caminho natural para quem não quer o PT


Aécio é o caminho natural para quem não quer o PT

Erro tático ou estratégico



A nova moda no governo e no PT é alardear que eles temem mais Eduardo Campos do que Aécio Neves, mas isso induz a concluir justamente o oposto: a maior ameaça é o tucano Aécio Neves. Dilma é franca favorita e os dois opositores parecem em pé de igualdade, mas, se Campos vai ganhar um enorme gás com o anúncio de Marina Silva como sua vice,
Aécio tem um partido mais estruturado, os governos de São Paulo e Minas e a polarização direta com o PT. Ou seja, sua campanha é um destino mais natural para os eleitores que não querem um novo mandato petista.
(...)
Folha de São Paulo /

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

O Solidariedade monta bloco para apoiar Aécio Neves líder da oposição



quinta-feira, 9 de janeiro de 2014



Solidariedade monta bloco para apoiar Aécio



Os blocos da oposição



Recém-chegado ao quadro partidário, o Solidariedade se prepara para montar um bloco na Câmara dos Deputados com o PSDB, do senador Aécio Neves, e assim aumentar seu cacife no sentido de conquistar espaço nas comissões técnicas da Casa.

O Solidariedade também planeja para breve o alinhamento eleitoral ao PSDB como forma de se colocar primeiro na aliança tucana e participar das composições de palanques e de chapa.

O movimento pode inclusive deslocar o DEM, que até aqui era o aliado preferencial do PSDB. Os dois têm quase o mesmo número de deputados, sendo que o Solidariedade tem uma estrutura maior que os democratas em estados como São Paulo, praça importantíssima na hora da eleição.

(...)

Correioweb.com

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Aécio Neves : " O mensalão explicitou a prática do PT"




Fonte: Folha de S.Paulo - 01/04/2013 - Coluna de Aécio Neves   Link para assinantes: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/101534-realidade.shtml

Realidade


Aécio Neves 

O PT anunciou a realização de seminários para "construir uma narrativa própria" sobre os seus dez anos à frente do governo federal. É uma excelente oportunidade para um acerto de contas com a verdade.

Estou entre aqueles que acreditam que a política deve ser exercida com generosidade, reconhecendo, inclusive, as conquistas dos "adversaries". É uma pena que o pragmatismo muitas vezes acabe por prevalecer e a história passe a ser contada com os recursos da mistificação, quando não da fraude factual.

Ao longo de sua trajetória, os petistas buscaram se apropriar da bandeira da ética. Com o advento do mensalão, que explicitou o enorme abismo existente entre o discurso e a prática do PT, sob a regência do marketing, voltam agora a reivindicar o monopólio sobre as ações no campo social, até como tentativa de esmaecer suas graves e irremediáveis contradições.

É nesse contexto que devem ser compreendidos os excessos representados pela milionária campanha publicitária, para informar ao país que a miséria acabou, e pela declaração da presidente Dilma de que o PT não herdou nada, iniciativas que geraram constrangimentos até entre membros do governo e do partido.

Há, no entanto, cada vez menos espaço para esse tipo de manipulação. É o que mostra, por exemplo, estudo de grande reputação internacional feito pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Trata-se do relatório 2013 sobre a evolução do IDH.

Na página 74, ele informa: "Quando começou a transformação do Brasil num Estado orientado para o desenvolvimento (cerca de 1994), já o governo havia implementado reformas macroeconômicas para controlar a hiperinflação através do Plano Real". Sobre educação, na página 82, é ressaltada a importância da criação do Fundeb, em 1996.

O começo do Bolsa Família aparece de maneira inequívoca na página 87: "O Brasil reduziu a desigualdade introduzindo um programa para a redução da pobreza. O seu programa de transferência condicionada de rendimentos, Bolsa Escola, lançado em 2001, (...) em 2003 foi alargado ao programa Bolsa Família por via da fusão de vários outros programas num único sistema".

O relatório nos permite concluir que foram grandes virtudes dos governos petistas a manutenção e a expansão de iniciativas legadas pelo PSDB.

Os programas sociais brasileiros precisam continuar. Mas, em respeito aos beneficiados, precisam avançar para além da gestão diária da pobreza. Isso significa agregar à importante dimensão da proteção social a da verdadeira emancipação dos cidadãos atendidos.

O Brasil tem ainda um longo e duro caminho a percorrer. Falsear a realidade com slogans e frases de efeito não o tornará mais fácil.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras neste espaço.

http://dropsmisto.com

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Aécio reage contra fala de Dilma



"O Brasil assistiu ontem a mais um exemplo inaceitável de como o PT usa, sem constrangimentos, estruturas de Estado para alcançar seus objetivos políticos.

Sem razão que justificasse a formação de uma rede nacional obrigatória, vimos a apropriação de um instrumento de Estado para fins político-partidários.
Falou à Nação não a presidente da República, mas um partido político, evidenciando, como nunca antes neste país, a mistura entre o público e o particular; o institucional e o partidário.

O PSDB manifestou-se em nota reiterando seu compromisso e responsabilidade com o país.

Como senador da República, registro meu pesar por este triste marco de quebra do princípio da impessoalidade no exercício da Presidência da República". -


Aécio Neves

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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Aécio : "O Brasil paga a conta pelo descaso do PT"




Fonte: Blog do PSDB-MG -


Entrevista coletiva do senador Aécio Neves - Brasília

Assuntos: balanço das eleições municipais, agenda do PSDB, mensalão/PT, royalties da mineração, reformas

Qual a sua análise das eleições?

Temos que avaliá-las no seu conjunto. Temos um quadro hoje pluripartidário no Brasil. Então houve uma distribuição de vitórias por vários partidos políticos. Mais do que havia em outras eleições. Mas no caso do PSDB em especial, nosso resultado foi muitas vezes além das expectativas que tínhamos há seis meses.

Na verdade, nos reinserimos, por exemplo, na região Nordeste do país, onde vencemos no conjunto das oposições já duas capitais em primeiro turno e disputamos outras três ou quatro. Nos reinserimos no Norte do país disputando o segundo em capitais da importância de Manaus e de Belém.

Mantivemos uma posição sólida no Sudeste, inclusive com vitórias importantes em Minas Gerais e, em São Paulo, indo na capital pra o segundo turno além de outras vitórias importantes no interior. E tivemos uma situação melhor do que nas outras eleições, no Sul e no Centro-Oeste.

Portanto o PSDB sai mais vivo do que nunca dessas eleições e o que é mais importante, com lideranças novas, com caras novas, com figuras que vem falando aquilo que o PSDB deve falar diretamente para as pessoas. De forma clara, objetiva. O PSDB tem falado da nova agenda, a agenda que o Brasil precisa viver pelos próximos dez ou vinte anos.

Então, além do resultado quantitativo que nos coloca mais uma vez como o segundo partido dentre todos com o maior número de prefeitos eleitos, o PSDB se renova também, não apenas do ponto de vista geracional, mas também do ponto de vista das ideias e da postura dos nossos candidatos.

Eu viajei por mais de 20 estados nessa campanha eleitoral e o que percebi que mais me animou e encantou foi exatamente a capacidade de renovação que tivemos. Não apenas nas disputas das capitais, mas em cidades extremamente importantes do país.

Portanto, o PSDB agora tem o dever de se preparar durante o ano de 2013, de construir o seu discurso, de renovar as suas ideias, para o grande embate de 2014.

Como o senhor avalia esse discurso do PT agora de que o mensalão não pegou. Isso é desculpa ?
A questão do mensalão é um marco definitivo na vida pública brasileira. A política brasileira tende a ser melhor do que era até o julgamento do mensalão.

O sentimento de impunidade, com o qual todos convivemos ao longo de décadas e décadas, não existirá mais a partir de agora. Os agentes públicos terão que ter muito mais cautela e muito mais respeito aos princípios éticos e morais.

É natural que o PT pague uma parcela dessa conta. Não como partido apenas, mas a partir do momento em que líderes importantes do partido estão aí, sendo condenados. Não pela oposição, mas pela Justiça.

Não acho que esse seja o tema eleitoral mais importante. As questões municipais se decidem pelo debate de ideias, de propostas, pelo perfil dos candidatos. É isso que assistimos pelo Brasil afora.

Mas é natural que a questão do mensalão paire como uma mácula, como uma mancha muito importante em um período expressivo de governo do PT há alguns anos atrás.

A presidente Dilma esteve em Minas Gerais e, em uma tentativa de ganhar as eleições lá, falou do projeto dos royalties da mineração como se fosse dela. Mas parece que o governo sentou em cima disso.

O governo do PT completa seu décimo ano sem que essa questão tenha sido enfrentada. Há cerca de cinco anos o governo promete o envio, ao Congresso, do marco regulatório do setor, que até hoje não chegou.

O que fizemos foi, exatamente, cobrar do PT não apenas esse contencioso com Minas Gerais e com estados mineradores, no caso dos royalties, mas vários outros que ficaram pelo meio do caminho.

As grandes reformas por fazer, há dez anos, são as mesmas reformas ainda por fazer hoje. O PT não aproveitou em um momento muito produtivo e positivo da economia internacional, com reflexos importantes no Brasil. Como a altíssima popularidade do presidente da República, veja o Lula, em boa parte do seu mandato, e a presidente Dilma agora e uma ampla base de apoio, como jamais houve na história desse país, para enfrentar os grandes gargalos que têm feito o Brasil crescer de forma inexpressiva ao longo dos últimos anos.

Portanto, os grandes contenciosos não foram enfrentados pelo PT. E quem paga a conta é o Brasil com um crescimento, mais uma vez, irrisório durante o ano passado, e também mais uma vez, neste ano de 2012. O que nos permite já prever dificuldades nos anos que virão.


segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Na vitória de Lacerda, Aécio diz que Minas jamais se curva

Lacerda e Aécio Neves comemoram vitória
Nidin Sanches/Nitro/Divulgação

Sem citar nomes ou fatos da campanha, o senador Aécio Neves (PSDB) disse no discurso da vitória, ao lado do prefeito reeleito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB), que Minas "não se curva" aos embates.

"Minas jamais se curva, ao contrário. Minas se engrandece com o embate", afirmou Aécio sobre um caminhão de som.

Ao longo da campanha, ele combateu --e alimentou-- a nacionalização da disputa, e principalmente a interferência do Palácio do Planalto, chegando a trocar farpas com a presidente Dilma Rousseff
Em rápida fala, contudo, ele disse respeitar a oposição. "Quero aqui externar o meu respeito pelos nossos adversários, em especial o candidato do PT, Patrus Ananias", afirmou.

Questionado se tinha alguma resposta para a presidente, ele disse que a eleição terminou e que, em campanha, é natural o "contraditório" e que tem "respeito pessoal pela presidente".

"Meus contatos com ela sempre foram muito respeitosos. Obviamente, em uma campanha eleitoral tem momentos que você critica, que você responde. Mas a eleição terminou, Marcio foi vitorioso", disse.

E acrescentou: "Eu tenho a absoluta certeza que honrando a maturidade da democracia brasileira, BH vai ter, como Minas Gerais, tratamento republicano por parte da presidente da República".

"2014 não está em pauta", disse também Aécio, embora alguns dos seus mais ilustres apoiadores, como o governador de Minas, Antonio Anastasia (PSDB), tenham colocado o assunto na pauta das festividades.

Do alto do mesmo caminhão de som, ao lado de Lacerda e Aécio, e para os apoiadores que comemoravam com cerveja e refrigerante, o quase sempre contido Anastasia disse: "Em 2014, temos outra função, Aécio presidente do Brasil".