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sexta-feira, 16 de maio de 2014

Pesquisas 2014 : Senador Aécio Neves já passa Dilma em algumas regiões do Brasil


Pesquisas 2014: Aécio já passa Dilma em algumas regiões do Brasil



Fonte: odiario.com


Richa e Aécio ganhariam a eleição em Londrina, aponta pesquisa Pauline Almeida

Nas eleições de outubro deste ano, Beto Richa (PSDB) e Aécio Neves (PSDB) têm a preferência do eleitorado de Londrina, como aponta a pesquisa divulgada na manhã desta sexta-feira (16) pela rádio Paiquerê AM e o Instituto Multicultural, registrada sob o protocolo 00111/2014 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

16/05/2014 08:39:00

Kireeff tem ligeiro crescimento na aprovação e ganha nota 6

A pesquisa estimulada mostra que o atual governador do Paraná, Beto Richa, tem 48,5% das intenções de voto, com chances de obter a reeleição. Ele é seguido por Gleisi Hoffmann (PT) com 15,5%, Roberto Requião (PMDB) com 11% e Joel Malucelli (PSD) com 1,5%. Outros 10% não votariam em nenhum dos pré-candidatos e 13,5% não souberam responder.

Os três primeiros candidatos vêm mostrando crescimento nas pesquisas realizadas pela rádio Paiquerê e o Instituto Multicultural. Richa tinha 25% em julho de 2013, subiu para 32,5% em outubro e manteve o percentual em dezembro. Gleisi subiu de 4% para 8,5% e 13% no final do ano passado. Requião também teve uma evolução expressiva saindo de 4,5% para 11%.

AEN

Richa e Aécio ganhariam a eleição em Londrina, aponta pesquisa

Richa tem 48,5% das intenções de voto em Londrina

O PSDB ainda leva a melhor em Londrina nas eleições para presidente, mantendo uma rejeição histórica ao PT. Aécio Neves tem 39,5% das intenções de voto, Dilma Rousseff (PT) 10%, Eduardo Campos (PSB) 9%, Eduardo Jorge (PV) 0,8% e Eymael (PSDC) 0,7%. Chama a atenção o alto índice de brancos e nulos de 15% e de indecisos com 25%.

Participação

A pesquisa mostra em números o descontentamento com a política e a falta de vontade na participação. Questionados sobre o interesse nas eleições de outubro deste ano, 28,5% dos entrevistados responderam que têm muito interesse, 27% nenhum interesse, 22,5% médio, 11,5% pouco e 4,5% não souberam responder.

Se o voto não fosse obrigatório, 50,5% disseram que não participariam do pleito, 46% que votariam e 3,5% não sabem. Segundo o diretor de Estatística do Instituto Multicultural, Edmilson Vicente Leite, os dados mostram o distanciamento visualizado pela população entre as ações do governo, presidência e a comunidade.

Avaliação

Sobre o atual governo do Paraná, encabeçado por Beto Richa, 37,5% responderam que acham a administração boa, 30% regular, 9% ruim, 8% ótima, 8% péssima e 7,5% não sabem. No caso da gestão de Dilma Rousseff como presidente, 34% consideram péssima, 29% regular, 17,5% ruim, 13% bom, 4% não souberam responder e 2,5% ótimo.

http://dropsmisto.blogspot.com

sexta-feira, 21 de março de 2014

Fortalecimento do Bolsa Família proposto por Aécio será votado na próxima semana


sexta-feira, 21 de março de 2014

Fortalecimento do Bolsa Família proposto por Aécio Neves será votado na próxima semana





Senador propõe ações que garantam relocação no mercado de trabalho. Beneficiados que alcançarem teto da renda terão extensão do benefício.

Fim do assistencialismo

Proposta de Aécio que garante avanços ao Bolsa Família será votada na próxima semana

“Ninguém pode ter o monopólio da sensibilidade social. O governo do PT tem muitas falhas, mas a maior delas é a falta de generosidade, é a incapacidade de aceitar sugestões e contribuições para que não se perca a paternidade sobre o programa”, diz Aécio Neves

A oposição de parlamentares do PT adiou mais uma vez, nesta quarta-feira (18/03), a votação no Senado do projeto de lei do senador Aécio Neves (PSDB-MG) que estende por mais seis meses continuados o direito das famílias de permanecer no programa Bolsa Família. A proposta (PL 458) estabelece que no recadastramento do programa, realizado a cada dois anos, a família que acabou de superar a renda mensal fixada pelo governo possa ter um novo prazo de cobertura, dando, assim, maior segurança aos chefes de família que hoje preferem permanecer no mercado informal de trabalho por receio de perder o benefício.

A votação do projeto nesta manhã, na Comissão de Ação Social, foi adiada depois que senadores do PT fizeram oposição à proposta.

“Nossa proposta é que, mesmo com carteira assinada, durante seis meses, o pai ou a mãe chefe de família que consegue um emprego melhor possa continuar recebendo o Bolsa Família por mais seis meses. É um estímulo para que esses trabalhadores possam se reinserir no mercado de trabalho. O projeto é de grande importância para milhares de famílias. Hoje muitos chefes de família, mesmo com uma oferta de trabalho, têm receio de que amanhã, se forem demitidos, não conseguirem rapidamente a reinserção no programa”, disse Aécio.

Os valores pagos hoje pelo Bolsa Família variam de R$ 32 a R$ 306, de acordo com a renda mensal da família por pessoa, número de crianças, jovens até 17 anos e de gestantes. Na prática, a data do recadastramento do programa tem funcionado como uma ameaça às famílias que, nos meses que antecedem o levantamento, acabam por evitar empregos formais que signifiquem maior renda, em razão da perda do beneficio.

“O trabalhador, a chefe de família muitas vezes não quer a regulamentação, a carteira assinada, com medo de perder o benefício. A burocracia para retornar ao programa é grande e ela prefere ficar na informalidade”, disse o senador Cícero Lucena.

O projeto do senador Aécio Neves teve o apoio da relatora senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), e dos senadores Cícero Lucena (PSDB-PA), Cyro Miranda (PSDB-GO), Casildo Maldaner (PMDB-SC) e Rodrigo Rollemberg (PSB-DF).

Falta generosidade ao PT

Aécio Neves lamentou que a bancada do PT venha discutindo um avanço na política social do país de forma eleitoral. Para ele, o tratamento dado ao projeto de lei seria outro caso a autoria fosse de um parlamentar do PT.

“Surpreende a forma pouco generosa para com os beneficiários do Bolsa Família com que o Partido dos Trabalhadores (PT) encara essa questão. Será que se essa proposta, que busca dar serenidade, tranquilidade, segurança aos beneficiários do Bolsa Família, sempre inquietos, sobretudo em períodos pré-eleitorais, se essa discussão se desse fora do ambiente eleitoral? Será que se essa proposta fosse apresentada por um líder do PT, ela estaria sendo tratada da mesma forma que está sendo tratada aqui?”, questionou Aécio.

O senador Aécio Neves destacou ainda que o governo age politicamente contra os avanços propostos por temer perder o controle sobre o Bolsa Família.

“Ninguém pode ter o monopólio da sensibilidade social. O governo do PT tem muitas falhas, mas a maior delas é a falta de generosidade, é a incapacidade de aceitar sugestões e contribuições para que não se perca a paternidade sobre o programa”, afirmou Aécio Neves.

Bolsa Família como política de Estado

O senador Aécio Neves é autor também do Projeto de Lei 448, de 2013, que incorpora o Bolsa Família ao conjunto de ações sociais do Estado garantidos pela Lei Orgânica de Assistência Social (Loas).

A inclusão à Loas garantirá o Bolsa Família dentro do conjunto de diretos assegurados às famílias, independentemente da vontade do governo, como os benefícios já garantidos de assistência à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice.

Para o senador a posição contrária da base do governo, liderada pelo PT, revela que a prioridade do partido é apenas o uso eleitoral do Bolsa Família.

“É aquilo que prevíamos: o uso desse programa como instrumento eleitoral. Ao buscar transformar o Bolsa Família em um programa de Estado, onde as assistentes sociais possam visitar anualmente cada uma das famílias beneficiárias, onde os detentores do benefício possam sim estar estimulados a buscar uma renda maior no próprio mercado de trabalho, queremos exatamente que esses brasileiros tenham a segurança de uma ação permanente, independentemente de governos ou de partidos”, concluiu Aécio Neves.
fonte PSDB

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Aécio Neves volta a cobrar de Dilma decisão sobre dívidas dos estados


Aécio volta a cobrar de Dilma decisão sobre dívidas dos estados



Aécio Neves protesta contra adiamento de decisão sobre dívida dos estados

O senador Aécio Neves (MG) protestou, na noite desta quarta-feira (05/02), contra o adiamento da votação de projeto que reduz os juros da dívida de estados e municípios com a União. O PLC 99, de 2013, seria votado na tarde desta quarta-feira (05/02), mas foi adiado por quebra de acordo do governo e manobra de sua base aliada no Senado, que fez com que a proposta retornasse à Comissão de Assuntos Econômicos antes da votação em plenário.

O projeto possibilitaria a retomada de investimentos por parte de estados e municípios brasileiros em áreas fundamentais para a população, como saúde, educação, segurança pública e transportes. Apenas Minas Gerais teria ganho de R$ 3,64 bilhões.
Aécio Neves lamentou a quebra de compromisso do governo e o atribuiu à fragilidade na condução da política econômica.

“O ministro da Fazenda, Guido Mantega, vem ao Senado Federal desfazer um acordo firmado pelo próprio governo depois de extensas discussões dessa Casa. Um acordo equilibrado, que não era aquilo que os estados pleiteavam, mas que o governo achava razoável. Na verdade, o pano de fundo de tudo isso é que o ministro da Fazenda hoje vem mostrar à sociedade de forma absolutamente e escancarada aquilo que vínhamos apontando e denunciando ao longo dos últimos meses: a absoluta fragilidade da condução da política econômica do Brasil. Como fazer novos compromissos com um governo que não honra sua palavra?”.

Entenda a proposta

Atualmente, a dívida é corrigida pelo IGP-DI mais juros que variam de 6% a 9%, índice mais alto que o cobrado pelo governo federal nos financiamentos feitos à iniciativa privada por meio do BNDES. O projeto passa a reajustar a dívida pelo IPCA, além de reduzir os juros para 4% ao ano. Caso a soma dos juros com o IPCA ultrapasse o percentual da taxa básica de juros, a Selic será considerada. Essa nova fórmula retroagiria a janeiro de 2013.
Injustiça
O IGP-DI era o indexador mais benéfico para os estados em 1997, ano em que foram firmados os contratos das dívidas, mas tornou-se nocivo ao longo dos anos e, somado aos altos juros das dívidas, inviabilizou os investimentos executados pelos estados em saúde, educação, segurança, saneamento e infraestrutura, além de outras áreas. Atualmente, o governo federal concede empréstimos a juros mais baixos para a iniciativa privada.
Minas Gerais, por exemplo, devia R$ 14,6 bilhões em 1998. Desde então, foram pagos R$ 29,5 bilhões. Ainda assim, o estado deve cerca de R$ 67,4 bi apenas em razão da correção financeira do débito, ou seja, ainda que nenhuma outra dívida tenha sido contraída desde então.

sábado, 11 de janeiro de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB é o caminho natural para quem não quer o PT


Aécio é o caminho natural para quem não quer o PT

Erro tático ou estratégico



A nova moda no governo e no PT é alardear que eles temem mais Eduardo Campos do que Aécio Neves, mas isso induz a concluir justamente o oposto: a maior ameaça é o tucano Aécio Neves. Dilma é franca favorita e os dois opositores parecem em pé de igualdade, mas, se Campos vai ganhar um enorme gás com o anúncio de Marina Silva como sua vice,
Aécio tem um partido mais estruturado, os governos de São Paulo e Minas e a polarização direta com o PT. Ou seja, sua campanha é um destino mais natural para os eleitores que não querem um novo mandato petista.
(...)
Folha de São Paulo /

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Aécio Neves líder da oposição enumera cinco erros do governo Dilma


segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Aécio enumera os 5 maiores erros do governo Dilma



Fonte: Folha de S.Paulo - 06/01/2014 - Coluna de Aécio Neves
Link para assinantes: 
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/146502-nervosinhos.shtml

'Nervosinhos'


Aécio Neves

Ao antecipar o anúncio do cumprimento do superavit primário, na sexta-feira, o ministro Guido Mantega agiu como aquele chefe que gosta de contar uma piada para desanuviar um ambiente carregado. Todo mundo dá uma gargalhada forçada, por obrigação, a reunião termina, as pessoas vão embora, mas os problemas continuam sobre a mesa sem qualquer solução à vista.

Com base apenas em fatos recentes, preparei aqui uma lista resumida de cinco motivos para que o ministro possa entender por que os brasileiros estão "nervosinhos" com a situação da economia.

1) Fragilidade no superavit primário: o resultado foi atingido com ajuda de receitas extras, como o bônus da privatização do campo de petróleo de Libra, que não vão se repetir em 2014, tornando o equilíbrio fiscal ainda mais duro de ser alcançado ao longo do ano.

2) Queda na balança comercial: divulgados na última semana, os números da balança comercial brasileira tiveram o pior desempenho em 13 anos.

3) Desvalorização da Petrobras: para tristeza da memória de tantos nacionalistas que se recordam da campanha "O petróleo é nosso", em 2013 a estatal foi a empresa de capital aberto que mais perdeu valor de mercado em termos nominais, segundo a consultoria financeira Economatica. Em apenas três anos, o governo Dilma conseguiu a façanha de reduzi-la a menos da metade do seu valor. Entre os motivos, está a gestão orientada para render dividendos políticos ao Partido dos Trabalhadores.

4) Recorde na carga tributária: enganou-se quem acreditava que a situação dos impostos no Brasil não podia mais piorar. A Receita Federal divulgou a carga tributária de 2012, que bateu mais um recorde e chegou a 35,85% da renda nacional.

5) PIB em baixa, inflação em alta: a bravata do "pibão" na casa dos 4%, prometidos para 2013, deve acabar reduzida a um humilde "pibinho" abaixo de 2,5%. Além disso, o ano de 2013 ficará conhecido como aquele em que a inflação, de péssima lembrança, voltou a assombrar as feiras e os supermercados.

Essa é a realidade que as autoridades se recusam a admitir publicamente.

Em junho, a presidente Dilma Rousseff acusou a oposição de agir como o Velho do Restelo, personagem de Camões que representa o pessimismo. A economia, entretanto, continuou à deriva. Agora, a presidente reclama de uma suposta "guerra psicológica", "capaz de inibir investimentos e retardar iniciativas". Já para o ministro Guido Mantega, são os "nervosinhos" que atrapalham o sucesso dos planos formidáveis do governo.

As crianças costumam ter amigos imaginários. Os petistas cultivam os inimigos imaginários. Assim, fica mais fácil livrar-se das responsabilidades para as quais foram eleitos.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Aécio : "Dilma perdeu em 4 das 5 capitais que fez campanha"

Blog Drops Misto
Aécio líder da oposição



Fonte: Estado de Minas -  Coluna de Tereza Cruvinel
Link para assinantes: http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/politica/2012/11/01/interna_politica,56309/tereza-cruvinel-sotaque-de-candidato.shtml

Sotaque de candidato


"Eu farei o meu papel. A eternização do PT no poder não fará bem à democracia." Qual papel? O de candidato a presidente da República? O senador Aécio Neves tangencia a pergunta e a palavra candidato: "O papel que o partido me delegar. Mas, a partir de agora, estarei trabalhando pela renovação do PSDB, pela mudança de sua fisionomia, a atualização de seu discurso, o resgate de seu papel na democratização e na modernização do Brasil", diz o senador, agora falando (quase) como presidenciável.

Entre abril e maio, diz Aécio, o PSDB fará um grande evento nacional, por ocasião de sua convenção, que elegerá a nova direção nacional. "Vamos apresentar um projeto alternativo para o Brasil, revelando caras novas para sua implantação e apontando as deficiências do atual governo. Há espaço para o PSDB e vamos entrar em campo com muita disposição para conquistá-lo." O discurso pró-renovação não parece comportar a proposta da eleição de José Serra para a presidência do partido. Mas ele mesmo evita o assunto, dizendo ter lamentado muito a derrota tucana em São Paulo, porque ela proporcionou ao PT uma parte do fôlego perdido com o mensalão.

Os efeitos das eleições municipais, diz Aécio, são importantes durante um período, mas logo se dissipam, porque outros fatores passam a pesar no tabuleiro nacional. "Para nós, duas coisas foram importantes. Primeiro, o PDSB foi confirmado como contrapolo de poder no Brasil. Depois, conquistamos posições importantes no Norte e no Nordeste, de onde havíamos praticamente desaparecido. Mais que nossas vitórias ali, as derrotas do PT têm um significado importante. Elas indicam que o messianismo de Lula está se volatizando e que os benefícios dados à região, como o Bolsa-Família, já estão eleitoralmente precificados". Vale dizer, o retorno em forma de votos já foi colhido em eleições passadas.

Some-se a esses resultados, prossegue ele, o fato de que o PSDB, já dispondo de uma base estável, ainda que não majoritária, na Região Sul, continua sendo a maior força partidária no Sudeste. "Isso não pode ser subestimado numa disputa presidencial. O PT conquistou a prefeitura da capital paulista, mas o PSDB continua tendo os governos de Minas e de São Paulo. Nossa vitória em todo o estado de Minas foi muito expressiva. O Rio ainda é algo indefinido, com a prefeitura e o governo estadual nas mãos do PMDB. Vamos investir muito em nossa relação com o Rio, com a população e os setores que formam opinião, na cultura, nas artes e no mundo acadêmico", diz Aécio.

Dilma será um páreo duro? "Ela tem quase 80% de popularidade, mas perdeu em quatro das cinco capitais nas quais esteve fazendo campanha. Ela foi a São Paulo, Salvador, Manaus, Belo Horizonte e Campinas. Perdeu em todas, exceto em São Paulo, onde o cabo eleitoral decisivo não foi ela."

Nem é preciso perguntar sobre alianças, especialmente com o PSB de Eduardo Campos, hipótese que tem rendido tanta especulação. "Estamos numa situação confortável porque somos oposição. Nessa condição, não enfrentamos dilemas, como o de ficar ou sair do governo, buscar uma vice ou lançar candidato próprio. O PSB hoje é um partido da base governista. Devemos respeitar isso. Quem tem que se preocupar com a hipótese de o partido lançar candidato próprio é a presidente, é o governo. Agora, se em algum momento eles (o PSB) quiserem se juntar a nós para oferecermos um projeto alternativo ao Brasil, serão bem-vindos. De alianças vamos tratar no momento certo", diz ainda Aécio. Ou seja, quando o candidato, que só pode ser ele, vier a ser lançado.

Aécio teve na segunda-feira uma conversa de cinco horas com o ex-presidente Fernando Henrique, que, segundo o senador, tem sido um forte inspirador da renovação partidária e deve ter papel mais ativo no processo, como presidente de honra do PSDB. Não disse, mas está implícito: FH será uma espécie de patrono de sua candidatura na arena paulista. Esse é o tom quase presidenciável adotado por Aécio depois das eleições

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Aécio lembra o legado deixado por Ulisses Guimarães


Fonte: Folha de S.Paulo - 22/10/2012 - Coluna de Aécio Neves
Link para assinantes: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/73352-ulysses.shtml

Ulysses


Aécio Neves 

Os brasileiros lembram neste mês, com reverência, os 20 anos do desaparecimento de Ulysses Guimarães. Ele foi e será sempre símbolo da luta pela democracia e pela justiça social, que encontra sua melhor tradução na Constituição.

Guardamos para sempre sua imagem histórica erguendo o primeiro exemplar e anunciando a "Constituição Cidadã", trazendo luz ao país após um longo período de sombras.

Ulysses conviveu com uma singular geração de homens públicos. De Tancredo, como dizia Tales Ramalho, era parceiro em uma dança da qual só eles conheciam os passos. Os dois lideraram alas distintas da oposição e agiam de forma complementar, ciosos da necessidade de manter a coesão em torno do fundamental desafio daquele tempo: vencer o regime de exceção. São dois grandes exemplos da dimensão ética e transformadora que a ação política pode ter.

Eram líderes leais ao Brasil, honravam a palavra dada e colocavam sempre o interesse do país cima de quaisquer outros.

Permitiu o destino que, anos depois, eu me sentasse na cadeira de Ulysses, na Presidência da Câmara dos Deputados, e não foram poucas as vezes em que, para tomar decisões complexas, me inspirei no velho timoneiro. Foi nesse período que, com o apoio de diferentes forças políticas, acabamos com a imunidade parlamentar para crimes comuns e criamos na Câmara o conjunto de medidas que ficou conhecido como Pacote Ético.

Dr. Ulysses e sua geração nos deixaram um denso legado. A defesa das razões de Estado, o fortalecimento das instituições, o adensamento da democracia e o compromisso com a Federação criaram uma realidade nova e permitiram que mais adiante pudéssemos continuar avançando com a estabilidade econômica e a inclusão social de milhões de brasileiros.

Lamentavelmente perdemos essa ideia-força -o sentido da construção nacional como tarefa coletiva e dever de todos. Acabamos reféns de um modelo que substituiu o projeto de país por um projeto de poder. As grandes reformas foram abandonadas. As pontes construídas no passado em torno das causas nacionais sucumbiram a um ciclo de governo que apequenou-se e tenta reescrever a história de forma quase messiânica, como se o Brasil do nosso tempo fosse obra de poucos e tivesse sido fundado ontem. Não foi.

Por tudo isso, é importante que as novas gerações conheçam as convicções, o espírito público e a grande generosidade com que o doutor Ulysses sempre trabalhou pelo Brasil. E reconheçamos aqueles que, com coragem, lucidez e coerência, nos ensinaram que é possível sempre semear um novo país. A memória pode ser um eficaz antídoto à descrença e ao desalento que vemos hoje nos brasileiros em relação à política.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras neste espaço.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Aécio critica a ineficiência do governo federal



Após pesquisa, Aécio sobe tom
...)
Ao lado do governador Antonio Anastasia, Aécio Neves participou do lançamento da nova fase do programa Caminhos de Minas e cobrou mais investimentos do Planalto. "O governo do PT caminha na lógica da centralização, pra ter força política e, de alguma forma, distribuir os benefícios", disse.

A falta de recursos para a ampliação do metrô e para a revitalização do Anel Rodoviário voltou a ser apontada como culpa do governo federal. "Estamos sem investimentos na Fernão Dias, o nosso Anel Rodoviário está causando mortes em quase todas as semanas, o metrô de Belo Horizonte continua sempre na promessa", disse.

Cinco trechos em estradas federais que não serão beneficiadas pelo projeto também foram alvo das críticas de Aécio. "Lamentavelmente, o que eu chamaria até de vergonhoso, apenas cinco municípios ficarão sem ligação asfáltica porque não houve da parte do governo federal a atenção que deveria ter com Minas Gerais", afirmou.

Aécio Neves atacou, também, a centralização do poder por parte do governo federal. "Quanto mais o governo federal acumula recursos, mais ele se torna ineficiente. O governo avoluma as suas receitas, bate recordes de arrecadação a todo o instante e isso não tem correspondência na eficiência da gestão, em realizações", criticou Aécio.

A falta de planejamento das ações do governo federal também foi alvo de críticas de Aécio. "O governo federal agiganta a sua máquina, são mais de 40 ministérios. Há paralisia em todas as áreas. As obras de infraestrutura do governo federal não avançam em parte alguma do país. Os governantes estaduais veem essa demora nas realizações. Isso acontece porque, lá, não há planejamento", disse Aécio.

...)
O Tempo


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quinta-feira, 14 de junho de 2012

Aécio espera papel de liderança do Brasil na Rio+20




Aécio Neves, líder da oposição
Aécio Neves: Brasil deve assumir papel de liderança na Rio+20


13 de junho de 2012 - 18:23

O senador Aécio Neves (PSDB/MG) afirmou, nesta quarta-feira (13/06), que espera que o Brasil assuma um papel de liderança na Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, iniciada hoje no Rio de Janeiro. Aécio Neves alertou que o País não pode se limitar a ser apenas anfitrião do evento. Ainda segundo ele, o desfecho das negociações em torno do novo Código Florestal já resultou em uma imagem negativa para o Brasil junto à comunidade internacional.

"O fato de não termos conseguido dar um fecho no Código Florestal é uma sinalização ruim que o Brasil dá para as outras partes do mundo. Tenho dito, há muito tempo, que o Brasil pode ser, pelas circunstâncias da natureza, que o destino nos proporcionou, do ponto de vista da emissão de carbono, um país autossustentável. Temos a matriz energética mais limpa do mundo, mas era preciso que houvesse, do ponto de vista do governo, uma ação mais coordenada e mais incisiva para que o Brasil assuma um papel de liderança e não seja apenas o hospedeiro, o anfitrião, de um evento destas proporções", disse.

Aécio Neves afirmou que avanços só serão possíveis quando cada país participante da conferência ceder dentro de suas possibilidades e contribuir para se chegar a um consenso.

"Começa a haver uma divisão entre países desenvolvidos, de um lado pouco propensos a fazerem esforços do ponto de vista exatamente da emissão de gases estufa, de busca de matrizes energéticas mais limpas, em contraponto com os países em desenvolvimento. Só teremos avanços consistentes quando cada um, no limite das suas possibilidades, contribuir para a construção, não apenas nas próximas décadas, mas até mesmo no próximo século. É um momento importante, um marco importante, mas espero que o Brasil tenha uma posição mais ousada do que apenas de ser o anfitrião do evento", afirmou o senador Aécio.

Assessoria de Imprensa do Senador Aécio Neves(PSDB/MG)



quarta-feira, 13 de junho de 2012

Aécio cobra de Dilma que as obras saiam das promessas



Aécio Neves Líder da oposição
“Vamos acompanhar dia a dia para que essas boas intenções anunciadas pela presidente da República se transformem, de fato, em investimentos”, diz Aécio


senador Aécio Neves (PSDB-MG) destacou, nesta terça-feira (12/06), a importância do ato de transferência para o Governo de Minas da coordenação das obras de reforma do Anel Rodoviário de Belo Horizonte. O ato foi assinado pela presidente Dilma Rousseff, e pelo governador Antonio Anastasia, sete anos depois de as obras terem sido prometidas pelo então presidente Lula.

Na solenidade de hoje, no Palácio da Liberdade, a presidente Dilma prometeu R$ 4 bilhões para as obras de reforma do Anel Rodoviário, construção do Rodoanel e duplicação das pistas da BR-381 entre Belo Horizonte e Governador Valadares, no Vale do Rio Doce. Desse total, apenas R$ 17 milhões foram autorizados hoje para elaboração do projeto executivo das obras no Anel.

“Todo anúncio de obras em Minas Gerais deve ser muito bem-visto. Mas, o que temos que ressaltar e alertar é que as obras anunciadas agora pela presidente da República são aquelas mesmas anunciadas lá atrás pelo presidente Lula e que ainda estão no papel. Não podemos permitir que apenas as boas intenções prevaleçam, em detrimento dos investimentos que não têm vindo para Minas Gerais”, disse o senador.

Aécio Neves acrescentou que a liberação dos recursos federais e a realização dos investimentos prometidos devem ser acompanhados dia a dia.

“Vamos acompanhar a par e passo, dia a dia, para que essas boas intenções anunciadas pela presidente da República se transformem, de fato, em investimentos que visem a minimizar as mortes e a tragédia que viraram, principalmente, as rodovias mineiras”, disse. Um total de 3 mil acidentes ocorreram no Anel Rodoviário de BH ano passado, com 33 mortes. Apenas no primeiro semestre deste ano, já somam 12 mortes. Cerca de 130 mil motoristas transitam diariamente pelo anel.

O ato assinada nesta terça-feira, o governo federal transferiu para o governo de Minas a coordenação do projeto executivo e das obras de reforma do Anel. Serão repassados pelo governo federal R$ 17 milhões para a elaboração do projeto executivo. Após o processo de licitação está prevista a liberação de R$ 1,5 bilhão.

Já na construção de um novo contorno rodoviário para a capital (Rodoanel), o governo federal anunciou a intenção de investir em parceria com o Governo de Minas e com a prefeitura de Belo Horizonte.

Ausência de investimentos

Aécio Neves também criticou o baixo nível de investimentos realizados pelo governo federal em Minas. O senador disse que o Estado é um dos que menos recebe retorno pela contribuição dada ao País.

“Minas vem sendo, ao longo dos últimos anos dos governos do PT, um dos estados que proporcionalmente ao que contribui para o Brasil menos recebe de retorno em investimentos. Ao contrário, pagamos dívidas extremamente sufocantes e as nossas questões estruturais, seja na área rodoviária, seja nos nossos aeroportos, e mesmo na área da saúde e da educação, continuam igual

terça-feira, 12 de junho de 2012

Senador Aécio Neves cobra obras do Anel Rodoviário de BH.



senador Aécio Neves cobrou agilidade do governo na autorização para que MG assuma as obras de melhoria do Anel Rodoviário de BH.

Senador Aécio Neves

Depois de dois anos completamente parada por causa de irregularidades no processo de licitação realizado pelo governo federal, as obras do Anel dependem agora da presidente Dilma Rousseff assinar o convênio transferindo para o Estado a coordenação e a execução das obras. E o senador Aécio Neves (PSDB-MG) cobra do Governo Federal:

“Há dez anos a cobrança por melhorias no Anel Rodoviário de BH vem sendo feita pela população, infelizmente sem qualquer resposta até aqui. Vamos torcer, como mineiros, para que agora, o governo federal enfim tome as medidas necessárias e o governo de Minas, com a capacidade administrativa já comprovada em obras importantes para BH, como a execução da Linha Verde, possa enfim tornar realidade as melhorias neste corredor viário vital para a capital mineira”, disse o senador Aécio Neves.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Senador Aécio volta a defender aumento nos royalties do minério.





O senador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB – MG) continua cobrando a revisão e o aumento dos royalties do minério.




O Governo promete o envio de novas regras para a mineração no País desde 2009. No entanto, três anos depois, não enviou nenhuma proposta ao Congresso – onde o tema deve ser discutido e votado.


O senador Aécio Neves elaborou uma nova proposta que triplica o valor dos royalties pagos pelas mineradoras aos municípios que sofrem com o impacto da atividade. Em Minas, os municípios receberiam R$ 715 mi. Pela proposta seriam R$ 2,3 bi. Uma variação de 225%.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

O Legado das Privatizações – Comentário de Caio Nárcio sobre artigo do Sen. Aécio Neves para a Folha de SP.


Senador Aécio Neves


O Legado das Privatizações – Comentário de Caio Nárcio sobre artigo do senador Aécio Neves para a Folha de S. Paulo



Fonte: JPSDB-MG



Um dado positivo sobre a telefonia no Brasil reflete bem o avanço que o país viveu em função das privatizações realizadas durante a década de 1990, nos governos de Fernando Henrique Cardoso. São números que mostram que hoje o Brasil tem 1,5 telefones por habitante, uma densidade de linhas igual a dos Estados Unidos. E que o responsável por este alto número é o celular pré-pago.




“No Brasil de hoje, o celular é o telefone do trabalhador. Cerca de 80% das linhas em funcionamento são pré-pagas” disse Aécio Neves em seu artigo semanal da Folha de São Paulo. Aécio enfatizou que esta conquista só foi possível graças às privatizações, tão demonizadas no passado pelo PT. No passado. Porque o PT assumiu o seu retrocesso histórico e fez tardiamente a privatização de alguns aeroportos. “As restrições ideológicas à privatização são, hoje, página virada na história do país”, completou Aécio.

O resultado das privatizações é, para o senador, motivo para que governos assumam responsabilidades, estabeleçam projetos e façam as transformações necessárias neste país. Alguém acredita que o PT no governo vai fazer algo assim? Como um partido poderá tomar as rédeas de governar, se não possui mais projetos? Para “O principal atributo de um governo deve ser a coragem. Coragem para fazer o que precisa ser feito.”

Ao governo do PT falta coragem para fazer as reformas, mas falta, principalmente, honestidade. Com o partido, com quem o elegeu. O PT não possui mais ideologia. Perdeu o compromisso com o povo brasileiro.


“Até bem pouco tempo atrás poderíamos mudar o mundo. Quem roubou nossa coragem?”, a música de Renato Russo, da banda Legião Urbana, virou hino no PT. PT saudações!

quarta-feira, 14 de março de 2012

Aécio líder da oposição congrega novos sindicatos ao PSDB


Aécio líder da oposição


(Tema: Aécio Neves , Líder da oposição, PSDB, Forças Sindicais)
Em reunião há uma semana, Ramalho acertou a filiação de cerca de 57 presidentes de sindicatos da Nova Central ao PSDB. O movimento será coordenado pelo presidente da Federação dos Funcionários Públicos Municipais do Estado de São Paulo (Fupesp), Damázio Sena, um dos diretores da NCST em São Paulo e que está filiado ao partido desde o fim do ano passado.

Damásio Sena, que é presidente do Conselho Fiscal da Confederação Nacional de Servidores Públicos (CSPB), também filiada à Nova Central, articulará para atrair sindicalistas para o PSDB em todo o país - a expectativa é filiar quase 400 dirigentes que representam o setor público.

Sena diz que ingressou no PSDB, um partido que historicamente não apoia o movimento sindical, por causa da mudança de postura da legenda. "Se um partido como o PSDB está se esforçando para atrair os trabalhadores, temos que aproveitar essa vontade deles para demarcar o nosso espaço", argumentou.

Essa "mudança de postura" também atraiu muitos representantes da Força Sindical e UGT, segundo Ramalho, que é vice-presidente da Força. Da UGT, que tem representantes no PPS e no PSD, como presidente da central, Ricardo Patah, saíram os presidentes do núcleo sindical do PSDB de Pernambuco e Tocantins.

O PDT perdeu espaço na Força Sindical de vários Estados com a investida do PSDB. No Piauí, Sergipe e Minas Gerais - apoiado pelo senador líder da oposição e pré-candidato à Presidência, Aécio Neves (PSDB) -, a mudança atingiu praticamente toda a central. Em Goiás, administrado pelo tucano Marconi Perillo, 75% dos pedetistas da Força foram para o PSDB.

As trocas ocorreram com consentimento do presidente nacional da Força, o deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT). Em conflito com o governo federal e sem conseguir indicar o novo ministro do Trabalho, Paulinho tem se aproximado dos tucanos.

Não deve desistir de ser pré-candidato à Prefeitura de São Paulo, mas tende a ficar do lado do ex-governador José Serra (PSDB) em um eventual segundo turno da eleição, e já garantiu apoio à reeleição do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), com a nomeação de um representante da Força Sindical e do PDT para a Secretaria Estadual de Emprego e Relações de Trabalho.