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terça-feira, 21 de outubro de 2014

Aécio Neves líder da oposição : "Governo federal falhou em não fazer parcerias com os estados para combater a falta de água"


Aécio: Governo federal falhou em não fazer parcerias com os estados para combater a falta de água



NACHO DOCE/REUTERS
Aécio Neves, candidato do Partido da Social Democracia Brasileira
Aécio Neves critica falta de parceria para combater falta de água

O candidato à Presidência do Brasil Aécio Neves, do Partido da Social Democracia Brasileira, criticou a falta de parceria entre o governo da sua oponente Dilma Rousseff e os Estados para combater a falta de água.

"Vi a água sendo discutida em São Paulo [na campanha] e vimos o resultado. O Estado fez algo adequado, que foi dar um bónus para quem economizar. Talvez tenha faltado uma parceria maior com o governo federal", afirmou Aécio Neves (PSDB, de centro-direita), na cidade de Caetés, em Minas Gerais, Estado onde foi governador.
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A crise hídrica que atinge os Estados brasileiros é mais grave em São Paulo, devido à falta de chuvas e perdas na distribuição, e os reservatórios registam níveis mínimos históricos. Os ambientalistas têm criticado a ausência do tema nas campanhas à Presidência.

Aécio Neves disputa com a atual presidente, Dilma Rousseff, a preferência do eleitorado no próximo domingo, na segunda volta das eleições no Brasil.

No compromisso de campanha desta segunda-feira afirmou que o Brasil vive a maior seca dos últimos 80 anos e tentou descolar a responsabilidade sobre a falta de água do atual governador do Estado, e seu companheiro de partido, Geraldo Alckmin.

O candidato participou numa missa no Santuário Nossa Senhora de Piedade, em Caetés, onde costuma começar e encerrar suas campanhas.


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terça-feira, 29 de julho de 2014

O candidato Aécio Neves ressalta a importância do terceiro setor para o desenvolvimento do Brasil


Aécio ressalta a importância do terceiro setor para o desenvolvimento do Brasil





Governo perdeu capacidade de gerar expectativas positivas na economia, diz Aécio

Agência Brasil


O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, defendeu hoje (28), em reunião com empreendedores sociais na capital paulista, mais diálogo com organizações não governamentais (ONGs) para a proposição de políticas públicas. O evento reuniu representantes de sete entidades, a maioria da área cultural.

“O Estado brasileiro, governos de todos os níveis, tem que ter humildade e reconhecer as experiências exitosas que o terceiro setor viveu e vive e aprender com elas. É isso que estamos buscando nesses diálogos que se iniciam hoje”, disse Aécio após o encontro.

Segundo Aécio, o objetivo é dar escala às iniciativas que estão em prática há muitos anos e se demonstram exitosas. “O Brasil desperdiça um potencial enorme de experiências que resgataram crianças fora da idade escolar e que qualificaram pessoas para entrar no mercado de trabalho, para citar alguns exemplos”, disse o candidato a representantes de organizações como o Afro Reggae, o Comitê para a Democratização da Informática, os grupos Doutores da Alegria e Olodum e o Centro Cultural Waly Salomão.

Aécio defendeu também uma legislação que regule a atuação do terceiro setor no país. “Quero permitir um salto de patamar nas chamadas relações intersetoriais, seja do ponto de vista de um marco civil, que é essencial como um estímulo às pessoas para que participem mais dessas atividades”, explicou o candidato tucano. Para ele, essa mudança será importante também para permitir a desburocratização da relação de tais instituições com o governo.

Ao comentar o comunicado que o banco Santander enviou a alguns correntistas, no qual a instituição apontou efeitos negativos que a reeleição da presidenta Dilma Rousseff poderia ter para a economia, Aécio disse: “Quanto mais provável uma candidatura da oposição, melhor o ambiente e as expectativas de futuro que movem a economia." Para ele, o governo perdeu a capacidade de gerar expectativas positivas na economia brasileira. O candidato disse que não acha correto punir os analistas responsáveis pela mensagem. “Teriam que demitir praticamente todos de todas as instituições financeiras, porque eles são muito céticos quanto à economia brasileira, se permanecer o atual governo”, avaliou.

Sobre o contrato de profissionais cubanos no Programa Mais Médicos, o candidato do PSDB adiantou que, se for eleito, pretende rever o formato atual do convênio com o governo de Cuba, intermediado pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). “Pelo respeito que tenho pelo povo cubano, temos que buscar uma negociação que impeça a continuidade da discriminação em relação a eles”, disse Aécio, que destacou a necessidade de encontrar formas de não inviabilizar o programa. “Temos que ver isso lá na frente, criar condições para que os cubanos possam se qualificar para atender aqui no Brasil e receber remuneração mais digna.”

terça-feira, 17 de junho de 2014

Aécio Neves : "Não existe democracia sem imprensa livre"

 


terça-feira, 17 de junho de 2014



Aécio : " Não existe democracia sem imprensa livre "







Aecio na Associacao Paulista de Jornais 2São Paulo – O candidato à Presidência da República e presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, voltou a defender nesta segunda-feira (16) a liberdade de imprensa como fundamento principal da democracia. Para Aécio, a relação entre governo e imprensa pressupõe o respeito a liberdade de manifestação.



“Não existe democracia sem imprensa livre. E da nossa parte haverá absoluta defesa dessa liberdade. Já no campo de nossos adversários, volta e meia assistimos o retorno, mesmo que de forma velada, de ameaças a essa liberdade”, advertiu.



Aécio concedeu nesta segunda-feira (16) entrevista a representantes da Associação Paulista de Jornais (APJ), entidade que reúne 15 dos principais veículos impressos do estado, com circulação em 80% do território estadual.



Ao chegar ao evento promovido pela APJ, Aécio também criticou a estratégia petista de tentar dividir o país com o discurso do ódio. Aécio reforçou que o PSDB irá fazer uma campanha focada no futuro e no debate dos problemas nacionais, ao contrário do PT, que insiste em olhar o país pelo retrovisor da história.



sexta-feira, 13 de junho de 2014

Senador Aécio Neves : "Dilma é uma presidente sitiada , sem condições de se apresentar a população!"


Aécio : "Dilma é uma presidente sitiada, sem condições de se apresentar a população!"



Para Aécio, Dilma está ‘sitiada’

Luciana Nunes Leal | Agência Estado

Depois de assistir à estreia da seleção brasileira na maternidade onde, no último sábado, nasceram seus filhos gêmeos, o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, comentou o resultado do jogo e as vaias e xingamentos recebidos pela presidente Dilma Rousseff no estádio. Aécio disse que Dilma está "sitiada" e precisa se resguardar nas forças de segurança. "O que fica para a história é que temos uma Copa do Mundo em que o chefe de Estado não se vê em condições de se apresentar à população", disse Aécio.

O tucano criticou mais uma vez Dilma pela convocação de cadeia de rádio e TV para fazer um pronunciamento sobre a Copa, na última quarta-feira. "A presidente usa e abusa de instrumentos do Estado para fazer proselitismo político", criticou.

Aécio comentou rapidamente a investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro, aberta a pedido do PSDB, sobre ofensas dirigidas a ele na internet, que resultou na apreensão de computadores e equipamentos de pessoas que estariam difamando o pré-candidato tucano. O comando da campanha tucana teme desgaste da imagem de Aécio depois da operação que envolveu a Polícia Federal. "Liberdade de imprensa é fundamental, mas o crime acontece fora e dentro da rede. Cabe à Justiça fazer essa avaliação. Está nas mãos da Justiça", respondeu o pré-candidato.

Ele também falou sobre os confrontos entre policiais e manifestantes ocorridos nesta quinta-feira, 12, em São Paulo, horas antes do jogo no Itaquerão, e disse que atos de violência têm de ser reprimidos, ao mesmo tempo em que as manifestações pacíficas devem ser garantidas. "A violência a que assistimos de novo hoje, a depredação de patrimônio tem que ser contida. Vemos que o número (de manifestantes) é bem menos expressivo do que assistimos há tempos. As forças de segurança têm que conter o que nada tem a ver com manifestações. Atos de violência inibem manifestações pacíficas", disse o tucano, companheiro de partido do governador Geraldo Alckmin, que comanda a polícia paulista.

Desde o nascimento prematuro dos gêmeos Julia e Bernardo, no sábado, 7, o senador tucano tem passado a maior parte do tempo no Rio de Janeiro. Os bebês estão na UTI Neonatal da maternidade Perinatal, em Laranjeiras (zona sul), onde Letícia também continua internada.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Felipão agradece mensagem de apoio de Aécio Neves


quinta-feira, 12 de junho de 2014

Felipão agradece mensagem de apoio de Aécio Neves



Diplomático, Felipão agradece mensagens de Dilma e Aécio

Antes da estreia diante dos croatas, treinador usa tom diplomático e cita os apoios recebidos por membros do governo e da oposição



A eleição presidencial será apenas em 5 de outubro, mas ela já chegou à Seleção Brasileira. Na entrevista que antecede a estreia contra a Croácia, o treinador Luiz Felipe Scolari agradeceu o apoio de dois dos candidatos presidenciáveis: Dilma Rousseff (atual presidente e que briga que pela reeleição pelo PT) e Aécio Neves (PSDB).

Desde que assumiu o governo em 2011, a presidente Dilma sempre procurou ficar distante das principais autoridades da CBF – Ricardo Teixeira e depois sucedido por José Maria Marin. As poucas aparições ao lado de Marin se limitaram a um dos jogos da Copa das Confederações, seguidas por uma visita do cartola com a delegação da Seleção ao Palácio da Alvorada, em um amistoso realizado no ano passado em Brasília diante da Austrália e ao sorteio da Copa de 2014, na Bahia.

Como faz historicamente, a CBF se apresenta neutra em relação à disputa presidencial, apesar de Marin ter sido do antigo Arena (partido que foi base de sustentação do governo militar). Segundo a última pesquisa do Vox Populi, Dilma lidera com 40% das intenções de voto para o primeiro turno, contra 21% de Aécio e 8% de Eduardo Campos (PSB).


Para não se comprometer com A ou B entre os líderes da pesquisa, Felipão optou por agradecer a Dilma e Aécio, e até mesmo a um dos ministros do Supremo Tribunal Federal. “Quero agradecer as mensagens recebidas pela presidente Dilma, pelo senador Aécio Neves. Recebemos também do ex-presidente Lula, do ministro Gilmar Medes (do Supremo Tribunal Federal), assim como de muitos outros”, disse Felipão.
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“Foram milhares de cartas e incentivos à Seleção Brasileira. Desde os treinos na Granja Comary, muita gente mostrou carinho para com a Seleção. A todos estes, eu quero dizer: chegou a hora e vamos todos juntos. É o nosso Mundial”, completou o treinador, campeão mundial em 2002.

A assessoria de Eduardo Campos (PSB), outro candidato à presidência, informou ao Terra que o ex-governador de Pernambuco enviará uma mensagem de apoio à Seleção nesta quinta-feira, data da estreia da equipe de Felipão, contra a Croácia.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Senador Aécio Neves : "Seremos a mudança que o Brasil espera"


Aécio : " Seremos a mudança que o Brasil espera"



Fonte: Site do PSDB Nacional
Aécio Neves: “Seremos a mudança que o Brasil espera”


Convenção PSDB-MG -Belo Horizonte (MG) - Em Belo Horizonte para participar da convenção estadual do PSDB, nesta segunda-feira (10), o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, celebrou a escolha do tucano Pimenta da Veiga para concorrer ao governo de Minas, com Dinis Pinheiro (PP) como vice e Antonio Anastasia como candidato ao Senado. A chapa será formada pelo PSDB e mais 19 partidos que integram o Movimento Todos por Minas.

“O Brasil quer Minas Gerais. O Brasil quer mudanças, e nós seremos a mudança que o Brasil espera”, afirmou. Além do PSDB, o Movimento Todos por Minas tem o apoio do DEM, PDT, PEN, PHS, PMN, PP, PPS, PR, PRP, PSC, PSD, PSDC, PSL, PTB, PTC, PTdoB, PTN, PV e Solidariedade.

Aplaudido por deputados, prefeitos, vereadores e milhares de militantes, Aécio declarou estar esperançoso por um tempo melhor, “de maior seriedade na vida pública e eficiência nas ações do governo”.

“Uma obra de governo é uma obra permanentemente contínua. Não temos o direito de interromper o trabalho de Anastasia e de Alberto Pinto Coelho. Minas precisa da seriedade e honradez de seus melhores quadros políticos e, hoje, eles estão aqui a oferecer-se para dar continuidade a mais uma etapa dessa trajetória”, disse.

Governo Dilma

Aécio Neves lamentou as declarações da presidente Dilma Rousseff, que participou de atos políticos, nesta terça, e trouxe novo recado pessimista aos brasileiros.

“Que triste ter uma presidente que encerra 11 anos de mandato sem ter uma palavra de esperança e de coragem para dizer aos brasileiros. Falou olhando no retrovisor da história, culpando governos de mais de dez anos atrás pelo descontrole inflacionário ou pelo pífio crescimento da economia”, avaliou.

Para Aécio, Dilma age “de forma acintosa para com os brasileiros” ao dizer que deixará para o futuro um legado de inflação controlada e crescimento contínuo da economia.

“Logo a presidente da República que permitiu o descontrole da inflação, que volta a atormentar a vida da trabalhadora e do trabalhador brasileiro. Logo a presidente que deixará como herança o terceiro pior ciclo de crescimento do Brasil em toda a nossa história republicana”, justificou.

Aposentadoria

O presidente nacional do PSDB classificou ainda como audaciosa a declaração dada pela presidente Dilma Rousseff, durante participação na convenção do Partido Democrático Trabalhista (PDT), ao se auto-intitular “invencível”.

“Invencível é a nossa coragem e determinação em mudar tudo isso que está aí. Não vou atacá-la, como tentou fazer em relação a nossa candidatura. A boa educação mineira só me orienta a desejar à presidente da República uma bela aposentadoria pelos próximos quatro anos”, declarou, sob fortes aplausos.

Disputa

Aécio reiterou ainda que, na disputa pela Presidência da República, não estão em jogo a vitória de um candidato, partido ou coligação.

“O que temos nas nossas mãos é uma oportunidade concreta de encerrar este ciclo perverso de governo, que tanto vem infelicitando a nação brasileira. A cada mentira e a cada infâmia espalhada pelo outro lado, eu responderei com a minha história de vida, e com uma verdade a cada momento. Isso nos diferenciará dos nossos adversários”, disse Aécio Neves.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Aécio Neves líder da oposição : "Não vou perder tempo com indelicadeza"


terça-feira, 10 de junho de 2014

Aécio : "Não vou perder tempo com indelicadeza"





Aécio: ‘Não vou perder tempo com indelicadeza’

Josias de Souza

Em entrevista à Rádio Jornal, de Recife, Aécio Neves ratificou o acordo que prevê o apoio do PSDB a Paulo Câmara (PSB), candidato de Eduardo Campos ao governo de Pernambuco. Aproveitou para ironizar de Campos ter roído a corda em Minas Gerais. Ali, sob influência de Marina Silva, o PSB trocou a promessa de apoio ao tucano Pimenta da Veiga pela decisão de lançar um candidato próprio.

“Da minha parte, eu não tenho qualquer motivo para mudar os meus compromissos. A minha palavra foi dada e se essa for a vontade, e me parece que é, majoritária dos companheiros do PSDB, nós manteremos esse entendimento”, disse Aécio. Indagado sobre as alfinetadas que vem recebendo de Campos, Aécio deu a entender que tem coisa mais importate com o que se preocupar.

“Eu hoje conduzo uma candidatura que tem por objetivo encerrar esse ciclo de governo do PT, que tão mal vem fazendo ao Brasil… Não vou perder tempo com indelicadeza.” Para se diferenciar de Campos, Aécio disse sere ele o real adversário do PT.

Eduardo Campos “tem todas as credenciais para disputar essas eleições. Quem se dispõe a enfrentar o que nós estamos enfrentando —e eu, pessoalmente, estou enfrentando como adversário histórico do PT— sabe que teremos dificuldades. Não dá para dispersar as nossas energias em coisas que têm menos relevância.”

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Eleições 2014 : Datafolha : Aécio Neves líder da oposição já está a 4 pontos de Dilma no 2º turno




Eleições 2014: Datafolha: Aécio já está a 4 pontos de Dilma no 2º turno



Datafolha: diferença de Aécio para Dilma no segundo turno é de apenas 4 pontos.

O fato mais importante da pesquisa Datafolha é que a diferença entre Dilma e Aécio, no segundo turno, agora, não é de 8 pontos.
Na verdade, é de apenas 4 pontos, considerando-se que se o candidato tucano conquistar estes eleitores e a petista perdê-los, haverá um empate entre os dois.
Observem que nos últimos três meses, Dilma perdeu 12 pontos no segundo turno e Aécio ganhou 11 pontos.
Quanto mais conhecido fica o candidato do PSDB, mais cai a a atual presidente da República.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB diz concordar com o marqueteiro do PT quando ele diz que "A coisa está feia"


Aécio diz concordar com o marqueteiro do PT quando ele diz que " A coisa está feia"




Aécio diz concordar com Santana: “a coisa está feia”

Presidenciável pelo PSDB afirma que concorda com o "marqueteiro-mor" do governo, que segundo o colunista Bernardo Mello Franco, apresentou pesquisas mostrando um cenário de alerta para a campanha da presidente Dilma Rousseff; "Concordo com o marqueteiro-mor do governo João Santana. A coisa está realmente feia para o governo, mas deveria ter percebido isso lá atrás", disparou Aécio Neves nesta quarta-feira; segundo o tucano, "o governo vem se equivocando em cada medida autoritária que toma"; sentimento é de que "já deu", diz

247 – O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, disse concordar com o marqueteiro da campanha da presidente Dilma Rousseff à reeleição, João Santana. Segundo o colunista Bernardo Mello Franco, Santana deixou a equipe de campanha do PT em alerta ao apresentar pesquisas mostrando que caiu a confiança do eleitor na capacidade do governo para promover mudanças
"Concordo com o marqueteiro-mor do governo João Santana. A coisa está realmente feia para o governo, mas deveria ter percebido isso lá atrás, quando aparelharam de forma irresponsável a máquina pública, desqualificando a gestão pública, permitindo que os maus feitos pudessem avançar por todas as áreas do governo, em especial pelas nossas empresas públicas, como acontece com a Petrobras", disse o senador.

Na avaliação de Aécio Neves, "o governo vem se equivocando em cada medida autoritária que toma, a cada intervenção que faz em setores da economia". O parlamentar voltou a dizer que tem percebido o sentimento de que o povo quer mudança. "O sentimento que já deu, ninguém aguenta mais o que está existindo no Brasil. E nós seremos a alternativa responsável, com experiência, com quadros e corajosa para fazer as mudanças que o Brasil espera".


Aécio recebeu hoje o apoio de quatro partidos nanicos à sua campanha. PMN, PTdoB, PTC e PTN, que, juntos, não acrescentam um minuto na propaganda eleitoral do PSDB, formalizaram apoio ao tucano. "Estou imensamente feliz de poder receber aqui o apoio de alguns outros partidos que se somam a nós nessa caminhada para restabelecer a ética e a eficiência na gestão pública. Vamos aguardar ainda, nas próximas semanas, porque outras novidades podem vir", celebrou Aécio.
Brasil247

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB denuncia o fracasso da política de segurança de Dilma


segunda-feira, 2 de junho de 2014

Aécio denuncia o fracasso da política de segurança de Dilma






“Tragédia nacional”, por Aécio Neves



A grave crise de segurança em curso é um fantasma que assombra o povo brasileiro, atingindo especialmente os mais pobres. São cidadãos de baixa renda e moradores das periferias urbanas as maiores vítimas, embora o medo atinja todas as classes sociais.

O recorde histórico dos homicídios, revelado pelo último Mapa da Violência, mostra com toda a crueza a omissão e o descompromisso do atual governo com esta tragédia. São 56 mil vidas perdidas por assassinatos no Brasil por ano –cerca de 10% de todos os homicídios registrados no planeta.

A outra face dramática da violência aponta a ocorrência de cerca de 50 mil estupros no mesmo período, mas o número real pode ser ainda muito maior, em função da subnotificação.

E há ainda a tragédia diária das mortes no trânsito, impactada pelo aumento do número de veículos sem uma estrutura de mobilidade adequada.

A taxa por 100 mil habitantes em 2002 era de 19,1, e passamos para 23,7. Em números absolutos, o salto foi de 33.288 mortos em 2002 para 46.051.

Todo este quadro confirma o que venho afirmando reiteradamente: o Brasil não possui uma política nacional de segurança pública. Na prática, o governo federal limita-se a justificar a sua omissão com o discurso de que segurança pública é responsabilidade dos Estados, adensando a ideia de uma federação anêmica e pouco solidária.

No plano das atribuições federais, as fronteiras permanecem abertas ao tráfico. O problema das drogas segue em ritmo ascendente, sem falar do sucateamento da Polícia Federal, envolvida em uma crise sem precedentes.

A ausência de prioridade revela-se nos números: nos últimos três anos, apenas 35% do orçamento federal para a área de segurança foi executado.

Apesar do grave problema da superlotação carcerária, nesse mesmo período, ínfimos 11% dos recursos do Fundo Penitenciário foram liberados. Do total de gastos do setor, só 13% saem dos cofres da União.

Brasil afora, a realidade se repete, gerada por um regime concentrador e pela dependência de recursos em relação ao poder central: contingentes insuficientes das forças de segurança, baixa remuneração, pouca integração do trabalho policial, defasagem tecnológica e quase nenhum esforço para o compartilhamento de responsabilidades.

Transformar esta realidade vai nos exigir uma profunda mudança de modelo.

A União tem que assumir o papel coordenador de uma política de Estado nesta área, com o fim do contingenciamento dos recursos públicos e liderança para fazer as reformas necessárias, como a do Código de Processo Penal, que se arrasta por anos e serve à reincidência e a impunidade.

Solidariedade entre entes federados é a palavra-chave quando se fala em segurança pública.

*Aécio Neves é senador (PSDB-MG) e presidente nacional do PSDB

**Artigo publicado na Folha de S. Paulo – 02/06/2014

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Aécio se diz otimista com a CPI da Petrobrás




Aécio se diz otimista com a CPI da Petrobrás


Fonte: Brasil 247

Minas 247 – Aécio se diz otimista com a CPMI da Petrobras


Segundo o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, trata-se de "uma demanda da sociedade brasileira, que está indignada com tantas e tão sucessivas denúncias de irregularidades, de desvios e de incapacidade do governo em responder tudo isso"


247 - Presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, reiterou nesta terça-feira (27) a defesa pela instauração da CPI Mista da Petrobras. “A CPMI será o instrumento para que possamos assistir a transparência, quem sabe, voltar a ter espaço na vida pública brasileira”, afirmou ele.

Leia trechos de entrevista publicada pelo PSDB:

"A instalação da CPI Mista é uma demanda da sociedade brasileira, que está indignada com tantas e tão sucessivas denúncias de irregularidades, de desvios e de incapacidade do governo em responder tudo isso. A CPMI será o instrumento para que possamos assistir a transparência, quem sabe, voltar a ter espaço na vida pública brasileira".

"A CPMI será um bom momento para que os governistas possam lá se defender, ou aquelas pessoas que tiveram eventualmente algum vínculo com essas acusações possam se defender, e possamos, ao final, julgar. Ela não prende ninguém. A CPMI, a princípio, não condena ninguém. Ela apenas permite que os esclarecimentos sejam dados. E quem quer os esclarecimentos não é o PSDB, é a sociedade brasileira. Estou otimista".

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Senador Aécio Neves: "Fortalecerei o Programa Bolsa Família"




Aécio : Fortalecerei o Programa Bolsa Família "

Link: http://tvuol.uol.com.br/video/aecio-pt-faz-terrorismo-mas-bolsa-familia-sera-mantido-se-eu-vencer121-0402CC193864D0815326

Aécio: PT faz terrorismo, mas Bolsa Família será mantido se eu vencer(1:21) – TV UOL


O pré-candidato a presidente pelo PSDB, Aécio Neves, afirma que, se eleito, manterá o Bolsa Família e fará com que ele se torne um programa de Estado.
Segundo o tucano, o PT usa o programa para fazer terrorismo contra a sua pré-candidatura. "Hoje, o governo do PT prefere que ele seja um programa coordenado por uma secretaria, dentro de um ministério, para poder a toda véspera de eleição praticar o terrorismo usual de que o programa vai ser extinto" diz. Aécio Neves concedeu entrevista ao UOL e à Folha em 20.mai.2014.
A gravação ocorreu no estúdio do Grupo Folha em Brasília. Leia a entrevista e acesse a página do programa Poder e Política.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Senador Aécio Neves é o político mais bem preparado da nossa geração, diz Beto Richa


Aécio é o político mais bem preparado da nossa geração, diz Beto Richa



Fonte: Site do PSDB Nacional

– O governador do Paraná, Beto Richa, defendeu nesta segunda-feira (19) a pré-candidatura do senador AécioNeves à Presidência República. Em discurso na na Assembleia Legislativa durante lançamento de um livro de fotografias em homenagem a seu pai, José Richa, o governador destacou a trajetória do presidente nacional do PSDB e disse que ele reúne todas as qualidades para disputar o cargo mais importante do Executivo brasileiro.

“Tenho muito orgulho em estar ao lado dele e ser seu soldado. É nossa obrigação! Nas ruas não se fala outra coisa a não ser o seu nome. Nada mais patriótico do que defender os legítimos interesses da sociedade brasileira. Meu pai, se aqui estivesse, estaria com muito entusiasmo cerrando as fileiras do projeto nacional do Aécio”, afirmou Beto Richa.

Aécio esteve em Curitiba para lançamento do livro “José Richa – Imagens e História de um Político de Verdade”. A cerimônia foi acompanhada pelo presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado do PSDB Valdir Rossoni, pelo senador Alvaro Dias, pelo deputado federal Duarte Nogueira, pelo deputado estadual por São Paulo, Bruno Covas, pelo ex-deputado Euclides Scalco, um dos fundadores do PSDB, e por diversos parlamentares e lideranças paranaenses.

O livro foi organizado pelo Instituto Teotônio Vilela (ITV) e reúne fotos do fotógrafo Ivan Bueno que documentam vários períodos da trajetória política do ex-governador do Paraná de 1983 a 1986.

Para Beto Richa, Aécio já é visto como real alternativa de mudança pelo eleitorado, como mostram as últimas pesquisas de intenção de votos feitas por diferentes institutos de pesquisa.

“Aécio é o político mais preparado da nossa geração. É a grande esperança dos brasileiros. Não tinha dúvida de que quando ele fosse conhecido, apresentasse suas propostas e mostrasse sua história de vida e trajetória política de muito êxito o quadro mudaria e já está mudando rapidamente. Esse país não suporta mais tanta falta de ética e denúncia de dilapidação do patrimônio público, como acontece com a Petrobras”, ressaltou Beto Richa.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Pesquisas 2014 : Senador Aécio Neves já passa Dilma em algumas regiões do Brasil


Pesquisas 2014: Aécio já passa Dilma em algumas regiões do Brasil



Fonte: odiario.com


Richa e Aécio ganhariam a eleição em Londrina, aponta pesquisa Pauline Almeida

Nas eleições de outubro deste ano, Beto Richa (PSDB) e Aécio Neves (PSDB) têm a preferência do eleitorado de Londrina, como aponta a pesquisa divulgada na manhã desta sexta-feira (16) pela rádio Paiquerê AM e o Instituto Multicultural, registrada sob o protocolo 00111/2014 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

16/05/2014 08:39:00

Kireeff tem ligeiro crescimento na aprovação e ganha nota 6

A pesquisa estimulada mostra que o atual governador do Paraná, Beto Richa, tem 48,5% das intenções de voto, com chances de obter a reeleição. Ele é seguido por Gleisi Hoffmann (PT) com 15,5%, Roberto Requião (PMDB) com 11% e Joel Malucelli (PSD) com 1,5%. Outros 10% não votariam em nenhum dos pré-candidatos e 13,5% não souberam responder.

Os três primeiros candidatos vêm mostrando crescimento nas pesquisas realizadas pela rádio Paiquerê e o Instituto Multicultural. Richa tinha 25% em julho de 2013, subiu para 32,5% em outubro e manteve o percentual em dezembro. Gleisi subiu de 4% para 8,5% e 13% no final do ano passado. Requião também teve uma evolução expressiva saindo de 4,5% para 11%.

AEN

Richa e Aécio ganhariam a eleição em Londrina, aponta pesquisa

Richa tem 48,5% das intenções de voto em Londrina

O PSDB ainda leva a melhor em Londrina nas eleições para presidente, mantendo uma rejeição histórica ao PT. Aécio Neves tem 39,5% das intenções de voto, Dilma Rousseff (PT) 10%, Eduardo Campos (PSB) 9%, Eduardo Jorge (PV) 0,8% e Eymael (PSDC) 0,7%. Chama a atenção o alto índice de brancos e nulos de 15% e de indecisos com 25%.

Participação

A pesquisa mostra em números o descontentamento com a política e a falta de vontade na participação. Questionados sobre o interesse nas eleições de outubro deste ano, 28,5% dos entrevistados responderam que têm muito interesse, 27% nenhum interesse, 22,5% médio, 11,5% pouco e 4,5% não souberam responder.

Se o voto não fosse obrigatório, 50,5% disseram que não participariam do pleito, 46% que votariam e 3,5% não sabem. Segundo o diretor de Estatística do Instituto Multicultural, Edmilson Vicente Leite, os dados mostram o distanciamento visualizado pela população entre as ações do governo, presidência e a comunidade.

Avaliação

Sobre o atual governo do Paraná, encabeçado por Beto Richa, 37,5% responderam que acham a administração boa, 30% regular, 9% ruim, 8% ótima, 8% péssima e 7,5% não sabem. No caso da gestão de Dilma Rousseff como presidente, 34% consideram péssima, 29% regular, 17,5% ruim, 13% bom, 4% não souberam responder e 2,5% ótimo.

http://dropsmisto.blogspot.com

terça-feira, 13 de maio de 2014

Aécio diz que o PT maltrata as empresas estatais


Aécio Neves diz que PT maltrata as empresas estatais

Senador mineiro e presidenciável tucano cita efeitos da “intervenção política” na Eletrobras, no Ipea e na Embrapa
brasil247.com 12 Mai de 2014 - 09:43




O senador mineiro Aécio Neves, presidenciável pelo PSDB, critica o governo do PT por maltratar as empresas estatais com interferência política.

Ele cita efeitos negativos na Eletrobras, IBGE, Ipea e na Embrapa. Segundo ele, neste fim de semana, voltaram a surgir graves evidências de que o indiscriminado e ostensivo aparelhamento chegou também aos fundos de pensão, que apresentaram prejuízo recorde em 2013.

“O certo é que o petismo leva para dentro das estatais o que há de mais atrasado em gestão, confundindo o interesse do Estado com o interesse das pessoas no poder”

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Senador Aécio Neves escreve sobre um Brasil, que fica entre a ficção e a realidade


segunda-feira, 5 de maio de 2014

Aécio escreve sobre um Brasil, que fica entre a ficção e a realidade



Fonte: Folha de S.Paulo online

Link: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/aecioneves/2014/05/1449399-ficcao-e-realidade.shtml

Ficção e realidade – Aécio Neves


O governo se torna cada vez mais refém da ficção que vem sendo criada pelos seus marqueteiros. Com dificuldades de enfrentar o debate da –e na– realidade, inventa dados e tenta transformar seus adversários no que gostaria que eles fossem.

Pressionado pela queda nas pesquisas, o petismo recorre ao terrorismo em escala, tentando demonizar as oposições para confundir e dividir o país –reeditando o conhecido "nós e eles".

O "nós" são os "patriotas" do governo e os que se servem de fatias da administração federal como contrapartida ao alinhamento e ao silêncio obsequioso. Ou, pior, os que se prestam à posição vergonhosa de atacar quem cobra transparência e exige a apuração sobre a corrupção endêmica que atinge o país.

O "eles" são as oposições e os brasileiros que, nesta versão maniqueísta, ao combater e criticar os malfeitos do governismo, trabalham contra o Brasil. Simples assim.

Esta é a estratégia que restou, desde que o PT perdeu discursos e abandonou as suas bandeiras históricas.

Primeiro foi o do pretenso monopólio da ética, destruído pelos maiores escândalos da história da República, em 12 anos de governo. Depois, o conceito de um governo que só governa para os pobres. Será?

Enquanto a inflação corrói o salário do trabalhador e o reajuste do Bolsa Família repõe apenas metade da inflação dos últimos três anos, as "elites" tão demonizadas pelo PT não têm do que reclamar.

As instituições financeiras amealham lucros recordes, grandes empresários, selecionados a dedo pelos mandatários da Corte, recebem empréstimos bilionários a juros camaradas.

Quem mais reclama –e tem motivos de sobra para isso– são os mais pobres. Afinal, são eles que penam, horas a fio, todos os dias, no trânsito, porque as obras de mobilidade urbana prometidas simplesmente não aconteceram.

Que vão ao hospital público e não conseguem ser dignamente atendidos, porque milhares de leitos foram fechados pela irresponsabilidade oficial.

São os mais pobres que precisam das creches prometidas e não construídas.

É a classe média que não tem como blindar os carros e tem medo de andar na rua, porque o governo acha que segurança pública não é assunto do qual deva se ocupar, terceirizando responsabilidades a Estados endividados e prefeituras beirando à insolvência.

A verdade é que, por mais que o governo tente fugir da realidade, ela se impõe todos os dias. Denúncias sobre as falcatruas na Petrobras não param de surgir e a imprensa já lança luz naquele que parece ser o grande temor do governo: os negócios realizados nos fundos de pensão das estatais, que têm tudo para desafiar a paciência do mais crédulo dos brasileiros.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Aécio Neves é senador pelo PSDB-MG. Foi governador de Minas Gerais entre 2003 e 2010. É formado em economia pela PUC-MG. Escreve às segundas-feiras.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB critica correção da tabela do IR e classifica Petrobrás como 'barril de negócios suspeitos'





Fonte: Paraíba.com
Data: 01/05/2014

Aécio critica correção da tabela do IR e classifica Petrobras como ‘barril de negócios suspeitos’ | PARAÍBA.com.br



01/05/2014 | 12h53min

Foto: Mario Ângelo/01.05.2014/Estadão ConteúdoAécio disse que reajuste no Bolsa Família deveria ser maior para estar acima da linha da pobreza

O presidente do PSDB e possível candidato do partido ao Palácio do Planalto em 2014, senador Aécio Neves (MG), criticou nessa quinta-feira (1º) a correção de 4,5% da tabela do Imposto de Renda e o reajuste de 10% do programa Bolsa Família, anunciados pela presidente Dilma Rousseff ontem em rede nacional de rádio e televisão.

Durante evento da Força Sindical para comemorar o Dia do Trabalho, na zona norte de São Paulo, o tucano disse que a mudança na tributação da renda do brasileiro, que, na prática, isenta mais pessoas da mordida do Leão, “não atende aos índices inflacionários, que chega a 6%”. Sobre o Bolsa Família, Aécio disse que Dilma mentiu aos brasileiros.

— A presidente mente aos brasileiros ao afirmar que o reajuste de 10% no Bolsa Família permite que a remuneração atinja o patamar mínimo estabelecido pela ONU de US$ 25 por dia para estar acima da linha da pobreza. Para que isso fosse verdade, o reajuste deveria ser de R$ 83 e não R$ 77 como ela propõe.

O tucano também disparou contra Dilma quanto ao assunto Petrobras, que ele classificou como um “grande barril de negócios suspeitos”.

— A presidente acha que o responsável pela crise da Petrobras é a oposição e não aqueles que a transformaram num grande barril de negócios suspeitos.

Em tom de campanha e aproveitando os milhares de trabalhadores presentes na festa da Força Sindical, Aécio também acusou a presidente da República de fazer propaganda política antecipada por meio do pronunciamento feito ontem em rede nacional.

— A Presidente da República protagonizou ontem um momento patético da vida pública brasileira. Ela usou um instrumento de Estado, a rede publica de radio e televisão, para fazer propaganda politica e atacar adversários. O sentimento de mudança da maioria da população não inclui a permanecia da presidente no governo.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Senador Aécio Neves: "A gestão do governo do PT é perdulária"


Aécio : " A gestão do governo do PT é perdulária"


Aécio fala de propostas de candidatura em palestra
SÃO PAULO - Em encontro realizado na Associação Comercial de São Paulo (ACSP), o ex-governador mineiro contou com a presença de correligionários

Amauri Vargas


foto: Agência Brasil

Aécio fala de propostas de candidatura em palestra

SÃO PAULO - O senador pelo estado de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Aécio Neves, falou em palestra promovida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) nesta segunda-feira (28) sobre suas propostas de governo à presidência da República.

No encontro, o senador afirmou que o Brasil teve, desde a redemocratização, uma economia sólida e progressista, porque na década de 90, vários governos construíram essa consolidação e atacou o governo da presidente Dilma e do ex-presidente Lula, ao dizer que "a gestão do Partido dos Trabalhadores (PT) é perdulária e diminuiu o tamanho de grandes ativos da União, como por exemplo 50% no valor da Petrobras e 45% da Eletrobras.

Neves afirmou que o Brasil pode estudar novas saídas para o fomento dos pequeno e micro empreendimentos e disse que já conversa com o atual ministro da Secretaria das Micro e Pequenas Empresas, Guilherme Afif Domingos (PSD-SP), ao categorizá-lo como "Homem certo, no governo errado".

Além disso, Aécio garantiu que se eleito, reduzirá o número dos 39 ministérios pela metade, em pelo menos seis meses, além de responsabilizar o Governo Federal pela segurança nacional, pauta que segundo o pré-candidato, é erroneamente deixado "sob responsabilidade unicamente de estados e municípios".

Numa gafe durante sua fala, o ex-governador de Minas Gerais, disse que estuda em sua plataforma, propor uma revisão de punição à crimes graves cometidos por menores de idade, e usou como referência o caso de "Champinha", (Roberto Aparecido Alves Cardoso), que assassinou com requintes de crueldade Liana Friedenbach e Felipe Café, em 2003, na cidade de Embu-Guaçu. "Precisamos instar uma política de segurança para evitar mais casos de Chambinhos da vida", ao falar o nome de um iogurte de uma fabricante suíça de alimentos, ao invés do apelido do criminoso.

Na questão energética, Aécio Neves indicou que o Brasil "só não teve mais apagões, porque tem crescimento pífio da economia", e confirmou que vai revisar a infraestrutura energética do País, sem citar como.

Estiveram no evento os senadores Pimenta da Veiga (PSDB-MG), Jorge Bornhausen (DEM), o governador Marconi Perillo (PSDB-GO), os ex-governadores de São Paulo, Alberto Goldman (PSDB) e do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto (PSDB), o ex-senador Heráclito Fortes (PSB) e o presidente da Telefonica-Vivo do Brasil (Antonio Carlos Valente), além do presidente da Associação Comercial de São Paulo, Rogerio Amato.o0i

quinta-feira, 24 de abril de 2014

STF da razão para o Senador Aécio Neves e autoriza CPI exclusiva da Petrobrás


STF da razão para Aécio e autoriza CPI exclusiva da Petrobrás



Aécio Neves elogia decisão de Rosa Weber

Erich Decat e Felipe Recondo | Agência Estado

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), comemorou a decisão da ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, publicada na noite desta quarta-feira, 23, pela criação de uma CPI exclusiva para investigar a Petrobras.

A ministra ainda determinou que, até que o mérito da ação seja julgado, que o Senado suspenda a discussão em plenário da abrangência da CPI.

"A ministra Rosa Weber acaba de decidir em favor da Constituição e em respeito ao regimento do Senado Federal. Essa decisão engrandece o Supremo Tribunal Federal, pois preserva o direito sagrado das oposições", afirmou o senador mineiro, um dos principais articuladores para a criação da CPI.

Logo após a decisão da ministra, o tucano também passou a cobrar do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que solicite das bancadas a indicação, ainda nesta quinta-feira, dos integrantes que deverão compor a comissão.

"Trazer luzes às denúncias de irregularidades que se sucedem em relação à Petrobras não é uma demanda das oposições e sim da sociedade brasileira. Vamos atuar com serenidade e responsabilidade na busca da apuração dos fatos, sem pré-julgamentos, mas garantindo que todos esses episódios sejam esclarecidos em benefício da democracia e da ética na vida pública", afirmou Aécio Neves.

A decisão da ministra é liminar. O mérito da ação ainda será julgada pelo plenário do Supremo, mas ainda não há data definida para isso acontecer.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Aécio Neves líder da oposição : "A governança da Petrobrás está em xeque"


Aécio Neves : "A gorvernança da Petrobrás está em xeque"




Governança da Petrobras está em ‘xeque’, diz Aécio



Graça Foster disse que a aquisição de Pasadena 'não foi um bom negócio'.

Tucano disse que não foi à audiência porque que debaterá com Dilma.


O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse nesta terça-feira (15) que a presidente da Petrobras, Graça Foster, é "respeitável" mas que a governança da empresa "está em xeque". A executiva, que participou de audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, disse aos senadores que a aquisição da refinaria de Pasadena, no Texas, "não foi um bom negócio".

O líder tucano disse que as explicações de Graça Foster não esvaziam a necessidade de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a transação, estimada em US$ 1,25 bilhão, valor considerado alto pela própria executiva. A presença da chefe da petroleira, segundo o senador, "estimula" a instalação de uma comissão.

"A presidente da Petrobras é uma mulher respeitável. Não é ela que está em xeque, mas a governança da Petrobras. Há um fato. A governança da Petrobras está em xeque, assim como os fatos pontuais. Ela deixou claro que foi um mau negócio", disse Aécio Neves. "Ninguém questiona a Graça Foster na sua competência, na sua idoneidade. Mas, na governança, é falha, com diretores que tomam decisões com autonomia", concluiu.

Provável candidato à Presidência da República pelo PSDB, Neves não participou da audiência de Foster na comissão, que durou cerca de seis horas. O senador disse que a intenção foi evitar ser acusado de usar o depoimento como "palanque eleitoral" e lembrou que debaterá o assunto com Dilma Rousseff na TV, durante a campanha eleitoral deste ano.

"Eu tive um certo cuidado para não mostrar que esse é um tema eleitoral. Estou me preservando para o grande debate que pretendo ter com a chefe dela. Eu estava muito bem representado lá", afirmou.

Por outro lado, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que Graça Foster "convenceu a todos", mas também não descartou a instalação de uma CPI, que está pendente de decisão do Supremo Tribunal Federal, tribunal a que governo e oposição recorreram para garantir a instalação da comissão que os interessa.

"Ela convenceu a todos de que está procedendo uma rigorosa investigação interna, colaborando com a Polícia Federal. A investigação política é adicional [da CPI], extraordinária, é uma decisão política", disse Calheiros.

Expresso MT