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segunda-feira, 24 de março de 2014

Aécio presidente do PSDB : "Dilma já não sabe mais o que dizer ao Brasil"


segunda-feira, 24 de março de 2014

Aécio : " Dilma já não sabe mais o que dizer ao Brasil ".



Fonte: Folha de S.Paulo online

Link: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/aecioneves/2014/03/1429786-ja-deu.shtml

Já deu! – Aécio Neves

Protagonista de um governo refém dos interesses do regime de aparelhamento que se abateu sobre o Estado nacional, a presidente Dilma Rousseff já não sabe mais o que dizer ao Brasil, além de terceirizar responsabilidades.

Atônitos, os brasileiros são informados que, em poucos anos, a 12ª maior empresa do mundo foi transformada na 120ª e começam a perceber que, infelizmente, a PTrobras, longe de ser uma exceção, é o retrato do governo sob o comando do PT.

Incapacidade de gestão e planejamento. Desvios e suspeições. Excesso de compromisso com os companheiros, falta de compromisso com o país.

De um lado, a gravidade das revelações objetivas que vêm à tona e fazem a realidade superar as versões, que, antes sussurradas no meio político, já pareciam inverossímeis.

De outro, a vaidade e a onipotência daqueles que parecem acreditar que somos, os brasileiros, um conjunto de tolos.

O que se tornou conhecido por todos recentemente já era, há muito, de domínio do governo. Por que, então, por exemplo, só agora o diretor que passou a ser o bode expiatório do escândalo foi demitido?

Por que personagens das páginas policiais estiveram, até ontem, protegidos em posições de extrema confiança?

O que mudou? O que transformou um bem feito num malfeito foi apenas a percepção da sociedade? Que governo é este que só age ou ensaia providências quando é confrontado pela opinião pública?

De onde vem tanta arrogância, que faz com que os representantes do PT tripudiem sobre a percepção dos brasileiros?

Primeiro, inventaram os "recursos não contabilizados". Na semana passada, o presidente do Banco Central chamou de mera "realocação contábil" a iniciativa da Caixa de lançar os recursos confiscados dos correntistas como lucro. Agora, na ausência de um mordomo, a culpa parece ser do "relatório".

Os brasileiros vêm sendo desrespeitados todos os dias por ações concretas, sempre envoltas em coincidências demais e transparência de menos, mas também pela forma com que o governo responde a elas.

Estamos cansados de ver o interesse público e coletivo, razão de ser da própria República e da democracia, confundido com os interesses privados e os projetos individuais de poder de pessoas e de partidos.

Uma coisa são os desafios da nação. Outra, são os problemas criados pelo governo.

O governo que o eleitor escolheu para ser solução se transformou no principal problema do país. A verdade é que o governo colocou o Brasil no caminho errado -é simples assim. E o Brasil precisa voltar para o caminho certo.

Precisamos de um governo que volte a ser solução.

Entre a indignação, a revolta e o cansaço diante de repetidos absurdos, o sentimento geral dos brasileiros é um

só: já deu!

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB cobra de Dilma explicações sobre "negociata" da Petrobrás


quinta-feira, 20 de março de 2014

Aécio cobra de Dilma explicações sobre "negociata" da Petrobras



Fonte: Diário do Congresso

Aécio Neves chama compra de refinaria de ‘negociata’ e diz que Dilma deve explicações


O senador e pré-candidato à Presidência da República, Aécio Neves (PSDB), pediu nesta quarta-feira, durante pronunciamento no plenário do Senado, que a compra pela Petrobrás da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), em 2006, seja investigada. Em um discurso duro, o tucano afirmou que a presidente Dilma faz uma “gestão temerária” da estatal e que a transação se tratou de uma “negociata” além de ser a mais “ruinosa e mais lesiva operação feita pela empresa”. Ele ainda afirmou que durante os últimos anos, a empresa, juntamente com a Eletrobrás, perdeu mais de U$ 100 bilhões. Ainda segundo o senador, Dilma e os outros integrantes do conselho administrativo devem dar explicações sobre o negócio. “A resposta dada pela presidente não é suficiente, não permite que os brasileiros conheçam as motivações dessa negociata”, criticou.

O tucano ainda afirmou que a Comissão de Fiscalização e Controle deve abrir procedimento para acompanhar as denúncias. Segundo ele, as explicações da Presidência de que a compra ocorreu sobre um parecer falho, dado por Nestor Ceveró, ex-diretor da Petrobras, não são convincentes. Ainda de acordo com o tucano, não pode haver terceirização das justificativas. “Em nenhum momento colocamos em xeque a honradez da presidente. Considero a presidente uma senhora proba. Mas ela não buscou se embasar nos critérios da boa gestão”, afirmou. O senador também questionou o atual cargo de Ceveró, que atualmente é diretor financeiro da BR Distribuidora. “Aquele que levou a empresa ao prejuízo foi promovido”, atacou.

Aécio ainda ironizou as explicações da presidente sobre o valor da compra, que teria sido feita 1500% acima da quantia de mercado. “A Petrobrás se tornou a OGX da presidente Dilma”, disse.

Logo após a fala de Aécio, a senadora e ex-ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann(PT), questionou o tom com que o tucano fez seu discurso. Segundo a ex-ministra, a oposição tem o papel de pedir explicações, mas chamou de “oportunista” a fala de Aécio. “O assunto não é novo, porque Vossa Excelência não veio a público anteriormente?”.

O líder do governo Eduardo Braga (PMDB) também saiu em defesa da presidente. Ele lembrou que a Casa aprovou nesta quarta-feira, requerimentos para que a Petrobrás preste informações. O presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB) afirmou que o assunto “é velho”. “ O que há de novo nisso é a presença de Ceveró na Petrobrás”, comentou.

Já o líder do PSDB, Aloísio Nunes, disse que a presidente foi “incompetente”. Segundo ele, não resta dúvidas sobre a honestidade de Dilma, mas ela se comportou de forma temerária nesse assunto. “A presidente Dilma falhou como presidente do conselho de administração”, afirmou, dizendo que ela deveria ter registrado em ata que havia ressalvas sobre a transação.

Denúncia

Segundo denúncia devulgada nesta quarta-feira pelo jornal ‘O Estado de São Paulo’, a presidente Dilma Rousseff aprovou a compra de 50% da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), quando era chefe da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da Petrobras, em 2006, conforme mostram atas e documentos inéditos da estatal. O negócio, que viria a se completar em 2012, é alvo de investigação da Polícia Federal, Ministério Público, Tribunal de Contas da União e de uma comissão externa da Câmara dos Deputados por suspeitas de superfaturamento e evasão de divisas.

Os papéis mostram que “não houve nenhum voto em sentido contrário” na decisiva reunião do conselho em favor da operação de compra de metade da refinaria. Os documentos esclarecem a posição da então ministra de Luiz Inácio Lula da Silva na origem do negócio que viria a se tornar um problema para o governo, obrigado, mais tarde, a comprar os outros 50% da refinaria.

A ata 1.268, de 3 de fevereiro de 2006, no item cinco, mostra a posição unânime do conselho mesmo já havendo, à época, questionamentos sobre a refinaria, considerada obsoleta. A estatal acabou desembolsando US$ 1,2 bilhão na compra – o polêmico negócio acabou revelado no ano seguinte pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado.

Em 2005, um ano antes de a Petrobras decidir fazer o negócio, a empresa de origem belga Transcor/Astra havia comprado a refinaria por US$ 42,5 milhões.

Os então ministros Antonio Palocci (Fazenda), atual consultor de empresas, e Jaques Wagner (Relações Institucionais), hoje governador da Bahia pelo PT, integravam o Conselho de Administração da Petrobras. Eles seguiram Dilma. A posição deles sobre o negócio também era desconhecida até hoje.

A compra da refinaria foi feita em duas partes. Para aprovar a primeira parte do negócio, o conselho se baseou no “resumo executivo” da diretoria internacional da Petrobras, comandada por Nestor Cerveró, que defendia a compra da refinaria como medida para expandir a capacidade de refino no exterior e melhorar a qualidade dos derivados de petróleo brasileiros.

A refinaria não processa o óleo pesado produzido pela Petrobras. Indicado para o cargo pelo ex-ministro José Dirceu, na época já fora do governo federal por causa do mensalão, Cerveró é hoje diretor financeiro de serviços da BR-Distribuidora.

Controle

Enquanto Dilma atuou como presidente do conselho, nenhuma decisão foi tomada sem que tivesse sido combinada com ela antes da reunião. O então presidente da empresa, José Sergio Gabrielli, costumava discutir os temas com a então ministra da Casa Civil com antecedência, quando a municiava de dados e informações. Cabia a Dilma convocar as reuniões do conselho de administração e definir a pauta.

A única versão sobre a opinião da presidente a respeito do negócio de Pasadena conhecida até hoje é a de que se posicionou contra a compra da segunda metade da refinaria, quando teria sido ríspida com Gabrielli que insistia na aprovação. Os documentos da estatal confirmam a posição contrária da presidente na segunda etapa. A Petrobras teve de comprar os outros 50% após um litígio.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Aécio Neves teme intervenção do estado no Marco Civil da Internet


Aécio teme intervencão do estado no Marco Civil da Internet



Fonte: Diário de Pernambuco


Marco Civil da Internet é criticado pelos adversários de Dilma nas eleições


Para o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), a petista erra ao ter pressa para votar o texto

Motivo de discórdia na própria base aliada, o Marco Civil da Internet é criticado também por adversários da presidente Dilma Rousseff nas eleições. Para o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), a petista erra ao ter pressa para votar o texto na Câmara, e deveria levar a proposta para o debate eleitoral. Já o senadorAécio Neves (PSDB-MG) diz que a matéria ainda não está “madura” para apreciação no Congresso e abre margem para um “intervencionismo perigoso” do governo.

O Planalto tem pressa na votação para poder apresentar o projeto na conferência internacional de governança na internet, que ocorre em São Paulo, em abril. A ideia é mostrá-lo como um exemplo. Além disso, quer, com a aprovação de um texto sobre o assunto, dar uma resposta às denúncias de espionagem norte-americana reveladas no ano passado.

Para Eduardo, o ambiente de debate é inadequado. “Talvez seja melhor a gente não submeter o debate do marco civil a um ambiente contaminado pela política menor”, disse, em referência à crise entre a base e o governo, que passa pelo texto. Enquanto o Planalto se esforça para aprovar o projeto, o PMDB, oficialmente na base, tenta derrubá-lo.

Eduardo diz que o projeto precisa ser debatido em um ambiente que não seja “nem de governo nem de oposição”. “Acho melhor aguardar para o próximo ano para que o governo eleito, que vai, inclusive, definir sua posição com clareza no debate eleitoral, afirme o que entende que é relevante. (...) Não estamos em tempo de fazer as coisas de qualquer jeito”, alfinetou o governador.

Já Aécio diz ver “uma ansiedade muito grande do governo” pela votação, embora a proposta, para ele, não esteja “madura”. “Nossa posição já tem sido essa na Câmara (de não votar no afogadilho). Somos a favor da neutralidade, mas achamos que esse projeto traz a possibilidade de um intervencionismo inadequado. Por meio de decreto (se for aprovado), a presidente pode fazer intervenções perigosas, principalmente vindo de um governo que volta e meia apresenta o seu perfil intervencionista”, acusou o senador.

O tucano diz que talvez seja melhor a votação ser adiada para o próximo ano. “A posição do PSDB é aguardar que essa negociação possa avançar e esse viés intervencionista possa ser revertido”, afirmou.

terça-feira, 18 de março de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB : "Dilma é intolerante e arrogante com seus adversários"


Aécio : "Dilma é intolerante e arrogante com seus adversários"



Senador mineiro e presidenciável pelo PSDB diz que presidente da República se distancia cada vez mais da pulsação intensa da vida diária; “A intolerância com os adversários, a ojeriza ao debate transparente e a arrogância no trato com interlocutores de vários segmentos chegou ao cúmulo de atingir agora os próprios aliados”

247 – O senador mineiro e presidenciável tucano, Aécio Neves, fez nova crítica à gestão de Dilma Rousseff. Segundo ele, isolada em seu palácio, se alimentando de estatísticas e informações oficiais, não raro, distorcidas, a presidente da República se distancia cada vez mais da pulsação intensa da vida diária.

O tucano diz que a presidente tem sido poupada de aparições em eventos para diminuir o desgaste. “Não há enredo fantasioso que se sustente diante de uma realidade que teima em driblar as maquinações mais criativas”. Ele cita o crescimento baixo da economia, a inflação, a carga tributária e problemas nas áreas sociais.

“A intolerância com os adversários, a ojeriza ao debate transparente e a arrogância no trato com interlocutores de vários segmentos chegou ao cúmulo de atingir agora os próprios aliados”. (Leia aqui na íntegra).

Brsil 247


segunda-feira, 17 de março de 2014

Aécio Neves : "É preciso sair às ruas para ver a realidade e ouvir as vozes"


segunda-feira, 17 de março de 2014

Aécio : " É preciso sair ás ruas para ver a realidade e ouvir as vozes "




O lugar da política, por Aécio Neves

Aecio Neves

Artigo do senador Aécio Neves, presidente do PSDB, no jornal Folha de S.Paulo

O isolamento nunca fez bem aos governantes. Quem se afasta do contato popular e confia apenas num séquito de aduladores, tende a desenvolver, na clausura da poder, uma aversão crescente à realidade.

Temo que estejamos vivendo algo semelhante no Brasil. Isolada em seu palácio, se alimentando de estatísticas e informações oficiais, não raro, distorcidas, a presidente da República se distancia cada vez mais da pulsação intensa da vida diária. A palavra empenhada de aproximação com os movimentos sociais e um maior diálogo com a sociedade não conseguiu vencer as portas sempre fechadas, o acesso restrito, a redução dos canais de escuta e diálogo.

O governo se mostra acuado, temeroso de se expor. A figura da presidente tem sido poupada nos eventos mais populares, como o Carnaval. Até mesmo os discursos de abertura e encerramento da Copa do Mundo foram providencialmente suspensos, por medo das vaias que poderiam constranger as autoridades presentes.

É forçoso reconhecer que algo saiu errado no script minuciosamente montado para apresentar ao país uma versão edulcorada de sucesso, otimismo e crescimento. Não há enredo fantasioso que se sustente diante de uma realidade que teima em driblar as maquinações mais criativas. A economia cresce pouco. A inflação caminha célere. A inadimplência das famílias bate no teto. A indústria patina e produz o equivalente a 2008. A carga tributária é das mais altas do mundo e a conta dos erros no setor elétrico começa a ser cobrada de empresários e consumidores.

Nas áreas essenciais, os números são vergonhosamente ruins. Na saúde e na segurança, as crises se acumulam, denunciando diariamente a crônica precariedade dos serviços públicos. A anunciada austeridade fiscal não convence nem o próprio governo, que a atropela sistematicamente.

Há visível descompasso entre o Brasil real e o da propaganda. Em algum momento, eles deverão se encontrar frente a frente. Até lá, seria prudente distender a estratégia de confronto e isolamento em vigor.

Em tempos de crise, é preciso baixar a guarda, ouvir e conversar mais. A intolerância com os adversários, a ojeriza ao debate transparente e a arrogância no trato com interlocutores de vários segmentos chegou ao cúmulo de atingir agora os próprios aliados.

O debate democrático foi substituído por um discurso ufanista e autoritário, retrato de uma gestão encastelada em suas quimeras.

O Brasil merece mais. Acima da agenda eleitoral, os brasileiros clamam por boa governança. Para tanto, é preciso abrir as portas e sair às ruas para ver a realidade em movimento e ouvir as vozes que, hoje, não conseguem ultrapassar as antessalas do poder.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Em Minas Gerais, Aécio Neves líder da oposição tem o apoio do PSD, base de Dilma


PSD, base de Dilma, declara apoio a Aécio Neves em Minas



O PSD de Minas Gerais declarou apoio ao pré-candidato do PSDB ao governo de Minas Gerais, ex-prefeito de Belo Horizonte e ex-ministro dasComunicações (governo FHC), Pimenta da Veiga. Em evento na sede regional do partido em Belo Horizonte, na manhã desta quinta-feira (13), os sete deputados federais e seis deputados estaduais da legenda no Estado fecharam o apoio ao candidato do senador Aécio Neves (PSDB-MG) ao governo de Minas Gerais.

Com a adesão, o tucano amplia seu tempo nas propagandas eleitorais de rádio e TV em 1m52s. A bancada federal do PSD mineiro, juntamente com a paulista que tem também sete deputados federais, é a maior representação estadual da legenda na Câmara dos Deputados.

Nas eleições municipais de 2012, em Belo Horizonte, o partido ficou dividido entre o candidato petista Patrus Ananias, que acabou derrotado, e o candidato à reeleição Marcio Lacerda (PSB), apoiado pelo grupo político de Aécio Neves.

Pimenta da Veiga afirmou que o apoio recebido do PSD mineiro pode facilitar as conversas para a adesão da legenda ao candidato tucano à Presidência da República. “É evidente que isso seria uma evoluçãonatural. Mas temos de fazer um trabalho mais amplo para esse apoio à candidatura de Aécio”, afirmou.

“Há uma tendência definida [com o apoio ao candidato tucano em Minas Gerais] que possamos caminhar juntos com Aécio [Neves]“, afirmou o secretário-geral do PSD em Belo Horizonte e em Minas Gerais, deputado federal Alexandre Silveira. Ele é secretário de Saúde do governador mineiro Antônio Anastasia (PSDB) e liderou o apoio aos tucanos nas eleições de 2012 municipal.

“Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Estamos apenas anunciando apoio [a Pimenta da Veiga] ao governo de Minas Gerais”, afirmou o presidente do PSD de Belo Horizonte e Minas Gerais, Paulo Safady Simão, que liderou o apoio ao candidato petista à Prefeitura da capital mineira em 2012.

Declararam apoio a Pimenta da Veiga durante o evento os deputados federais do PSD mineiro Diego Andrade, Geraldo Thadeu, Jaime Martins, João Humberto, Marcos Montes, Walter Tosta, além de Alexandre da Silveira, e os deputados estaduais Cássio Soares, Doutor Wilson, Duarte Bechir, Fabio Cherem, Hélio Gomes e Neider Moreira.

A guerra dos dois minutos
Nas eleições municipais de 2012, em Belo Horizonte, o PSD mineiro rachou ao meio. Com o rompimento da aliança entre PT e PSD, após o prefeito Marcio Lacerda (PSB), candidato à reeleição, ter voltado atrás em sua promessa de aliar-se também nas eleições proporcionais (para vereadores) aos petistas, foi lançada a candidatura do ex-prefeito Patrus Ananias (PT).

Chamado pela presidente Dilma Rousseff para uma conversa no Palácio do Planalto, o então prefeito de São Paulo e presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, foi pressionado a intervir no partido em Minas Gerais.

“Fui incitado pelo governo federal a caminhar com o Patrus em Belo Horizonte, depois desse rompimento. Preciso da compreensão de vocês, precisamos dar um gesto ao Palácio do Planalto”, afirmou Kassab à bancada mineira da legenda na Câmara dos Deputados, logo após o encontro com Dilma.

A intervenção de Kassab, porém, fez com que a disputa rachasse o partido no Estado. Cinco deputados federais da legenda optaram em apoiar a candidatura petista de Patrus Ananias. Eles foram liderados pelo presidente municipal e estadual da legenda Paulo Safady Simão.

Outros seis deputados estaduais, liderados pelo deputado federal Alexandre Silveira, secretário-geral do PSD na capital e no Estado, entretanto, conseguiram vencer na Justiça a questão. O caso terminou no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que validou a convenção realizada antes da intervenção e que havia decidido pelo apoio à reeleição do socialista.

Os seis deputados federais da legenda, que seguiram as orientações da direção nacional, subiram no palanque petista. Os outros seis deputados estaduais e os dois federais, porém, além do apoio político à reeleição de Lacerda, garantiram à chapa socialista mais dois minutos de propaganda eleitoral no rádio e TV, que o partido tinha direito. E venceram o pleito.
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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Aécio: "PIB do Brasil é o menor dos países emergentes"


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Aécio :" PIB do Brasil é o menor dos países emergentes"




Aécio: ‘Não é retomada’. Campos critica ‘mediocridade’

Júnia Gama, Maria Lima, Cristiane Jungblut e Letícia Lins - O Globo

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BRASÍLIA e RECIFE — A divulgação do resultado do PIB de 2013 serviu de mote para críticas da oposição no Congresso e dos presidenciáveis Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), governador de Pernambuco. O tucano destacou, por meio de nota, que o crescimento do PIB brasileiro é o menor entre os países emergentes e que a recuperação em relação ao período anterior não significa retomada no crescimento da economia.

“Apesar de um desempenho geral um pouco melhor do que o projetado pelos analistas, o comportamento do PIB nacional medido pelo IBGE não representa uma efetiva recuperação ou retomada do crescimento da economia brasileira e continua sendo, no acumulado dos últimos três anos, o menor entre as principais economias emergentes", diz a nota de Aécio.

Por sua vez, Campos disse que o Brasil precisa “parar de festejar a mediocridade” e de “pensar pequeno”. Ele criticou as tentativas do governo de explicar o resultado do PIB:

— Não adianta vir com o velho truque de selecionar outros países mal das pernas e dizer que estão piores do que nós. O povo brasileiro merece coisa melhor — disse. — O Brasil não precisa de governantes dedicados unicamente a explicar porque estamos mal.

No Congresso, o líder do PSDB, Aloysio Nunes Ferreira, classificou o resultado de medíocre.

— É um PIB medíocre. Nós continuamos na rabeira do crescimento da América Latina. Só a Venezuela, que é um caos completo, cresceu menos que o Brasil. Para uma presidente que anunciou um pibão, o que temos é um pibinho medíocre.

Gleisi contesta ‘pessimistas de plantão’

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), ex-ministra da Casa Civil, retrucou, fazendo coro com a presidente Dilma Rousseff.

— A despeito do que muitos queriam, inclusive contrariando as previsões pessimistas, nosso Produto Interno Bruto apresentou um resultado que surpreendeu a muitos. Surpreendeu o mercado ou parte dele, porque cresceu além daquilo que os pessimistas de plantão estavam prevendo (…) Nós nos ressentimos quando há uma vontade de que as coisas deem errado, quando a crítica tenta fazer com que aquele resultado prospere contra os fatos que estão acontecendo.

O líder tucano aparteou para dizer que as críticas não significavam torcida contra o Brasil.

— A senhora não bateu uma radiografia da minha mente. Como Vossa Excelência sabe que eu tenho vontade de que a coisa dê errado, senadora?

— Não estou falando de Vossa Excelência. Todo mundo falava que o PIB não cresceria neste último trimestre, que seria negativo. Os mais otimistas diziam que cresceria 0,5%, todos falavam com esse viés, quase como querendo que isso acontecesse. Contra esse tipo de comportamento e de assertiva, nós temos que nos colocar e lamentar.

Para o líder do DEM no Senado, José Agripino, o resultado do PIB é uma prova de fracasso:

— Crescer 2% na média dos três últimos anos é um fato que fala por si só. O que os números traduzem é a constatação de que o governo Dilma falhou. Crescemos a metade do que cresceram Rússia, Índia, China e África do Sul. Pior que isso é o prenúncio de crescimento ainda menor para 2014. Porque o governo, prisioneiro de contingências que ele próprio se impôs, só governa com as prioridades de sua própria reeleição.

O líder do DEM na Câmara, deputado Mendonça Filho (PE), classificou de "medíocre” a política econômica e disse que as medidas da equipe econômica nos últimos anos ajudaram a derrubar a credibilidade do país:

— É lamentável que o mundo esteja crescendo a 3% e toda vez que o Brasil entra na conta é para puxar a média para baixo. O governo corroeu todos os fundamentos econômicos de anos de política responsável.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Senador Aécio Neves : "Os democratas precisam denunciar os apagões de informações na Venezuela"


terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Aécio : "Os democratas precisam denunciar os apagões de informações na Venezuela"


Brasília – O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, disse no domingo (16) que a situação política da Venezuela desperta preocupações e demanda atenção por parte “dos democratas da América Latina”. O tucano destacou as denúncias de uma possível censura no país, que estaria afetando inclusive as redes sociais.

“[Os democratas precisam denunciar os verdadeiros ‘apagões de informação’ nas redes sociais e censura imposta à imprensa venezuelana, que visam impedir que o mundo acompanhe o que acontece nas ruas de Caracas”, afirmou o presidente do PSDB.

“Confirmamos que imagens vêm sendo bloqueadas no Twitter na Venezuela. Acreditamos que o governo esteja por trás disso”, disse à BBC o porta-voz do Twitter Um Wexler.

Cumplicidade

“O governo brasileiro é cúmplice da violência na Venezuela e se cala”, analisou o senador Alvaro Dias (PSDB-PR). A relação entre os governos do PT e o regime venezuelano foi uma das principais marcas da política externa brasileira nos últimos anos.

A afinidade entre petistas e o governo venezuelano chegou a motivar a presença do então embaixador do país, Maximilien Sánchez Arveláiz, em ato favorável a José Dirceu promovido em fevereiro do ano passadoem Brasília.

Tensão

A Venezuela vive confrontos, nos últimos dias, entre apoiadores e opositores do regime do presidente Nicolás Maduro, sucessor de Hugo Chávez. Mais de 60 pessoas foram feridas pelos conflitos, de acordo com números oficiais.

Maduro tem apontado estrangeiros, como o líder colombiano Álvaro Uribe, ex-presidente da República da Colômbia, e funcionários da Embaixada dos Estados Unidos no país, entre os responsáveis pelos problemas – desprezando um quadro de problemas econômicos e escassez de alimentos que se instala no país.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB : "Democracia implica em instituições sólidas"


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Aécio : "Democracia implica em instituições sólidas"


Democracia –


A morte estúpida do cinegrafista Santiago Andrade, vítima de um ato inconsequente em pleno exercício de seu trabalho, deve inspirar uma profunda reflexão em todos nós, especialmente em quem tem responsabilidade com as decisões que definem os rumos do país.

A verdade é que o Brasil mudou. O país de hoje, com mais de 160 milhões de pessoas vivendo nas cidades, é um imenso território de contradições e desafios, onde antigas mazelas permanecem intocadas e insanáveis.

Fruto de políticas sociais implementadas há pelo menos duas décadas, milhões de brasileiros tiveram inegável melhoria em suas condições de vida. No entanto, a ascensão social alcançada ainda mantém inalterada uma estrutura secular de desigualdade.

A cada dia, desde o último ano, fica claro que uma crescente intolerância vem se instalando entre nós. De um lado, a intolerância com o outro -são exemplos disso as inaceitáveis perseguições às minorias sociais e as ações dos grupos de justiçamento. Na outra ponta, a intolerância no discurso virulento contra as instituições democráticas do país, presente com assiduidade espantosa nas redes sociais, muitas vezes em espaços sob o patrocínio direto de verbas públicas federais.

A hostilidade parece insuflada por um sectarismo que identifica inimigos onde deveria enxergar apenas a diferença e mina o equilíbrio democrático, que pressupõe, fundamentalmente, o respeito ao direito e às ideias do outro.

Devemos dizer “não” a este estado de coisas. A legitimidade das manifestações populares deve ser respeitada, mas é fundamental que seja garantida a integridade física das pessoas e do patrimônio público. Assim, precisa ser investigada com rigor a denúncia de que partidos políticos estariam financiando atos de violência que colocam em risco a segurança da população.

Limite não é sinônimo de autoritarismo. Muitas vezes significa compromisso com a sociedade democrática.

Democracia implica instituições sólidas, estáveis; Legislativo e Executivo eleitos de forma direta e no pleno exercício das suas responsabilidades; Judiciário independente; imprensa livre e partidos políticos representativos de ideias e princípios de grupos sociais. Essas são conquistas das quais não podemos abdicar.

Ouso dizer que, nos 30 anos das Diretas-Já e nos quase 50 anos do golpe militar, mais do que nunca, precisamos estar vigilantes e mobilizados em defesa do Estado de direito. Em defesa do respeito às leis e às instituições.

Só os valores democráticos são capazes de apontar o caminho a uma sociedade em crise de confiança, frustrada em seus sonhos e insegura com o seu futuro. E, principalmente, indignada com a realidade que vivencia.


Aécio Neves - Folha de São Paulo

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Aécio Neves líder da oposição : "PSDB se prepara para um grande Debate"


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Aécio Neves : " PSDB se prepara para um grande debate "



Aécio Neves: PSDB se prepara para um grande debate

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, afirmou, nesta quinta-feira (06/02), que o partido se prepara para um grande debate durante as eleições presidenciais desse ano. A declaração foi dada após reunião com o presidente do Democratas, senador Agripino Maia, em que foi discutida a aliança entre os partidos nos estados.

Aécio Neves criticou a falta de solidariedade do governo federal junto a estados e municípios em saúde, educação e segurança pública. O senador também lamentou o uso do Estado brasileiro para atender aos interesses do PT, e não da sociedade brasileira.

“O que me anima nessa aliança com o Democratas é que o nosso discurso é muito afinado, muito convergente. Somos contra o aparelhamento da máquina pública, contra essa visão ideológica que conduz a política externa brasileira. Somos contra esse centralismo absurdo do governo federal que impede uma ação mais solidária na segurança pública com estados e municípios, na saúde, onde o governo federal a cada ano vem se omitindo em relação aos anos anteriores, e até na qualidade da educação. O PSDB se prepara para um grande debate e para dizer aos brasileiros que esse ciclo de governo do PT exauriu-se”, disse.

Aécio Neves também afirmou que a aliança entre PSDB e DEM, além do plano nacional, está encaminhada em praticamente todos os estados brasileiros.

“Em 90% dos estados a aliança do PSDB com o Democratas está consolidada, até porque é uma aliança natural. E as alianças que funcionam na política são as que têm naturalidade, aquelas que respeitam a história de cada estado, que respeitam a tradição de cada região do Brasil. Essas alianças feitas por cima, a fórceps, através da distribuição de cargos, de favores, acabam não tendo uma correspondência na realidade local e o feito eleitoral que alguns acham que terão. As alianças que temos buscado construir são alianças que respeitam a aliança de cada estado e que possam expressar nossa visão de Brasil”, disse Aécio Neves.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Aécio Neves volta a cobrar de Dilma decisão sobre dívidas dos estados


Aécio volta a cobrar de Dilma decisão sobre dívidas dos estados



Aécio Neves protesta contra adiamento de decisão sobre dívida dos estados

O senador Aécio Neves (MG) protestou, na noite desta quarta-feira (05/02), contra o adiamento da votação de projeto que reduz os juros da dívida de estados e municípios com a União. O PLC 99, de 2013, seria votado na tarde desta quarta-feira (05/02), mas foi adiado por quebra de acordo do governo e manobra de sua base aliada no Senado, que fez com que a proposta retornasse à Comissão de Assuntos Econômicos antes da votação em plenário.

O projeto possibilitaria a retomada de investimentos por parte de estados e municípios brasileiros em áreas fundamentais para a população, como saúde, educação, segurança pública e transportes. Apenas Minas Gerais teria ganho de R$ 3,64 bilhões.
Aécio Neves lamentou a quebra de compromisso do governo e o atribuiu à fragilidade na condução da política econômica.

“O ministro da Fazenda, Guido Mantega, vem ao Senado Federal desfazer um acordo firmado pelo próprio governo depois de extensas discussões dessa Casa. Um acordo equilibrado, que não era aquilo que os estados pleiteavam, mas que o governo achava razoável. Na verdade, o pano de fundo de tudo isso é que o ministro da Fazenda hoje vem mostrar à sociedade de forma absolutamente e escancarada aquilo que vínhamos apontando e denunciando ao longo dos últimos meses: a absoluta fragilidade da condução da política econômica do Brasil. Como fazer novos compromissos com um governo que não honra sua palavra?”.

Entenda a proposta

Atualmente, a dívida é corrigida pelo IGP-DI mais juros que variam de 6% a 9%, índice mais alto que o cobrado pelo governo federal nos financiamentos feitos à iniciativa privada por meio do BNDES. O projeto passa a reajustar a dívida pelo IPCA, além de reduzir os juros para 4% ao ano. Caso a soma dos juros com o IPCA ultrapasse o percentual da taxa básica de juros, a Selic será considerada. Essa nova fórmula retroagiria a janeiro de 2013.
Injustiça
O IGP-DI era o indexador mais benéfico para os estados em 1997, ano em que foram firmados os contratos das dívidas, mas tornou-se nocivo ao longo dos anos e, somado aos altos juros das dívidas, inviabilizou os investimentos executados pelos estados em saúde, educação, segurança, saneamento e infraestrutura, além de outras áreas. Atualmente, o governo federal concede empréstimos a juros mais baixos para a iniciativa privada.
Minas Gerais, por exemplo, devia R$ 14,6 bilhões em 1998. Desde então, foram pagos R$ 29,5 bilhões. Ainda assim, o estado deve cerca de R$ 67,4 bi apenas em razão da correção financeira do débito, ou seja, ainda que nenhuma outra dívida tenha sido contraída desde então.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Senador Aécio Neves critica viagem sem transparência de Dilma

Marcadores: Aécio Neves, Dilma


Aécio cobra mais transparência no governo Dilma



Aécio critica viagem sem transparência de Dilma


Aécio Neves disse que o Governo Dilma tem omitido informações de como o BNDES concedeu recursos para financiamento do porto cubano.

Sem transparência

Aécio critica viagem sem transparência de Dilma

Senador Aécio Neves disse que a A ausência (de transparência) causou mais danos do que a verdade causaria.
Aécio critica viagem de Dilma e promete governar com metade dos ministérios

Pré-candidato tucano também criticou a reforma ministerial em andamento

Na primeira entrevista coletiva concedida em 2014, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), pré-candidato à Presidência da República, criticou nesta segunda-feira recente viagem a Portugal da presidente Dilma Rousseff (PT), afirmando o episódio serve como uma amostra da falta de transparência do governo federal. Aécio esteve em Cascavel (PR), onde prestigiou, ao lado do governador Beto Richa (PSDB) e do senador Alvaro Dias (PSDB), a abertura do Show Rural Coopavel, evento direcionado à difusão da tecnologia do agronegócio.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Senador Aécio Neves e FHC discutem ações do PSDB




2014: Aécio e FHC discutem ações do PSDB



Origem . Valor Econômico

Eleições 2014: lideranças tucanas comentaram que o partido precisa ter estratégias diferentes para conquistar o eleitorado.

Fonte: Valor Econômico

Senador discute programa com FHC

Ao lado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o pré-candidato à Presidência pelo PSDB, senador Aécio Neves (MG), reuniu-se ontem, em São Paulo, com líderes tucanos para tratar de diretrizes de sua campanha presidencial e discutir seu programa de governo. Em almoço com o ex-embaixador Rubens Barbosa e o ex-ministro das Relações Exteriores Celso Lafer, Aécio fez um balanço sobre a atual política de comércio exterior, para moldar o discurso a ser apresentado a empresários. Participaram também o ex-presidente nacional do PSDB e deputado Sérgio Guerra, o ex-senador Tasso Jereissati e o vereador Andrea Matarazzo (SP).

Ao som das músicas francesas do restaurante Ici Bistrô, no bairro de Higienópolis, onde vive FHC, e em tom informal, os sete participantes falaram também sobre as manifestações populares que vêm acontecendo em diversas cidades. Alguns expressaram suas opiniões sobre a cobertura jornalística dos acontecimentos do país. Um deles comentou que “há um antipetismo” na imprensa brasileira.

Apertados em um sofá vermelho, os tucanos falaram sobre a crise econômica da Argentina, apontaram problemas no Mercosul e criticaram a “contaminação” da política externa brasileira por questões “ideológicas”. Aécio pretende fazer com que Rubens Barbosa e Celso Lafer colaborem com a construção de suas propostas na área de política externa. O coordenador do programa de governo deve ser o governador de Minas, Antonio Anastasia (PSDB).

Sobre diretrizes de campanha, as lideranças tucanas comentaram que o partido precisa ter estratégias diferentes para conquistar o eleitorado das capitais e do interior. Rapidamente e sem exatidão, também falaram sobre como tentar compensar a diferença de votos em relação à presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff.

Aécio propôs a Tasso Jereissati que se lance a uma nova candidatura para o Senado, no Ceará, para reforçar o palanque dos tucanos no Estado este ano. Tasso, no entanto, não deu certeza de que disputará esta eleição.

Antes do almoço, Aécio e FHC tiveram um encontro reservado no apartamento do ex-presidente. Tasso e Guerra participaram do fim dessa conversa.

Um dia antes, na noite de segunda-feira, o senador participou de um evento na capital com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e com o ex-governador José Serra (PSDB).

Presidente nacional do PSDB, o pré-candidato negocia quem deve ser seu vice na chapa. Um dos mais cotados é o do senador Aloysio Nunes Ferreira (SP), ligado a Serra.

Em sua passagem pela capital paulista, Aécio acertou detalhes do lançamento oficial da pré-candidatura, que deve ser feito até março, em São Paulo. Com isso, deve por fim às especulações de uma eventual candidatura de Serra à Presidência, que deve disputar uma cadeira na Câmara.

No próximo mês, Aécio planeja viagens pelo interior de São Paulo, Estado com o maior colégio eleitoral do país. O pré-candidato visitará Araçatuba, São Carlos e Santos, entre outras. As articulações políticas no Estado estão sob comando de Matarazzo, ex-ministro de FHC. (Colaborou Cristiane Agostine)

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Aécio Neves líder da oposição: "Dilma faz o Brasil perder um tempo precioso"


segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Aécio : "Dilma faz o Brasil perder um tempo precioso"



Fonte: Folha de S.Paulo online

Link: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/aecioneves/2014/01/1403362-no-palanque-em-davos.shtml

No palanque, em Davos – Aécio Neves


Quem acompanhou o discurso do presidente Dilma em Davos achou que não estava entendendo bem. Do ponto de vista político, a presidente tinha dois caminhos corretos para seguir. O primeiro, defender, com coragem, as escolhas que fez e as decisões que tomou nos últimos três anos. Mesmo que não obtivesse a concordância de quem a ouvia, poderia ganhar o respeito pessoal pela coerência e firmeza de suas convicções. O segundo seria o da autocrítica, o de reconhecer, ainda que tardiamente, os inúmeros erros cometidos e assumir o compromisso com a mudança de rumos ainda no pouco tempo que lhe resta de governo.

Mas ela não fez uma coisa nem outra. Diante de uma plateia de especialistas ela descreveu uma realidade que não é a nossa e um governo que não é o dela, fazendo de Davos uma extensão dos palanques eleitorais em que vem transformando suas viagens pelo país. Fez de Davos mais uma escala em sua turnê pela ilha da fantasia em que o governo parece estar instalado, deixando muita gente intrigada.

O que seria mais grave: a presidente ter apresentado em importante fórum internacional um retrato do país que sabe não ser verdadeiro ou, após, repeti-lo à exaustão, ter convencido a si mesma de que se trata da realidade?

Afirmou que a inflação está controlada, quando sabemos –Davos também– que nos últimos três anos a taxa esteve sempre prestes a romper o teto da meta –e defendeu sua política fiscal, hoje conhecida pela "criatividade" de sua contabilidade. Chegou ao cúmulo de dizer que diminuiu a dívida pública bruta de 60,9% do PIB para 58,4%. Inspirada na criatividade que tão mal tem feito à nossa política fiscal, a presidente buscou o ponto mais alto da dívida no auge da crise de 2009 esquecendo-se sutilmente que, quando assumiu, ela era de 53,35%. Portanto houve, na verdade, crescimento da dívida em seu governo.

Mas, como a realidade costuma se impor, pesquisa realizada pela Bloomberg com 500 participantes do fórum apontou o Brasil como a região que oferece menos oportunidades de negócios entre as pesquisadas. Isso depois de o FMI ter divulgado estudo reduzindo as previsões de crescimento do Brasil para 2014. E da Price Waterhouse ter mostrado que o país perde espaço como opção para investimentos de grupos internacionais, e do Banco Central ter reafirmado a necessidade de continuar aumentando os juros para frear a inflação.

A presidente foi a Davos para enviar uma mensagem de segurança a investidores. Mas a ausência de sincronia entre o discurso e a realidade que todos conhecem termina por alimentar a crescente desconfiança nas relações entre agentes econômicos e governo. O Brasil continua perdendo o mais precioso de todos os ativos: o tempo.
Folha de São Paulo

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

PSDB de Minas quer facilitar campanha de Aécio Neves líder da oposição



PSDB de Minas quer facilitar campanha de Aécio

PSDB de Minas antecipa decisão para Aécio cuidar de sua campanha

Brasil Econômico


Os tucanos de Minas Gerais resolveram antecipar o anúncio de quem será o candidato do partido à sucessão do governador Antonio Anastasia (PSDB), que deve disputar a eleição ao Senado. A ideia inicial era decidir até março, mas eles querem agora fechar o nome até o mês que vem, para deixar o senador Aécio Neves mais concentrado em sua campanha presidencial. A decisão no Estado, obviamente, passa por ele e por Anastasia, mas depende também das possibilidades de coligação nacional e estadual. Ministro das Comunicações no governo Fernando Henrique e ex-prefeito de Belo Horizonte, Pimenta da Veiga disputa a indicação com o deputado federal Marcus Pestana, presidente estadual do PSDB. A candidatura de Pimenta agrada mais a setores conservadores da aliança.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Aécio Neves aposta na insatisfação do PMDB com Dilma




Postado por Carlos Guimaraes de Matos Jr. às 11:38 Links para esta postagem
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Marcadores: Aécio Neves


Aécio aposta na insatisfação do PMDB com Dilma

Aécio aposta em peemedebistas insatisfeitos com PT



Tucano mostra disposição em abrir espaços em seu arco de alianças para acomodar o PMDB


PMDB está sendo vítima da obsessão do PT por espaço”, diz Aécio


George Gianni/PSDB


Embora enfrente dificuldades para montar palanques em alguns Estados, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), quer tirar proveito das insatisfações geradas na base aliada do governo federal com a reforma ministerial.


O tucano mostra disposição em abrir espaços em seu arco de alianças para acomodar o PMDB — principal aliado da presidente Dilma Rousseff — nos locais onde o partido ameaça se rebelar. A ideia é aproveitar a crise do partido com o governo nas negociações da reforma ministerial para atrair apoios regionais do PMDB para sua candidatura à Presidência.


— O PMDB está sendo vítima dessa obsessão do PT por espaço. Mas dissidências ocorrerão em todos os Estados, porque não é fácil acomodar um latifúndio como esse em uma só chapa. Os interesses regionais acabam sendo conflitantes e o PT ainda nos ajuda ao querer tudo. O PT quer o poder federal, o poder nos Estados, quer o Senado, a maioria na Câmara e pode acabar ficando sem nenhuma dessas coisas.


noticias.R7.com

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Senador Aécio Neves convida Xico Graziano para coordenar ação na internet




Aécio convida Xico Graziano para coordenar ação na internet

 

Aécio já tem comando na internet


O senador Aécio Neves (PSDB) escolheu o ex-deputado Xico Graziano para coordenar sua campanha pela Presidência da República na internet nas eleições de outubro. O engenheiro-agrônomo, que teve um dos papéis principais na candidatura do ex-governador José Serra (PSDB) ao Palácio do Planalto em 2010 e é diretor-executivo do site Observador Político, no Instituto Fernando Henrique Cardoso (IFHC), já aceitou o convite, mas a definição das tarefas só deve ser clareada em meados de abril.
(...)
Estado de Minas

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Aécio Neves presidente do PSDB : "Governo Dilma tem uma má gestão e baixa transparência"


quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Aécio Neves : "Governo Dilma tem uma má gestão e baixa transparência"




Senador Aécio Neves critica veto de Dilma na LDO

Dilma abriu uma brecha para afrouxar o controle sobre custos de obras públicas em 2014, ano de eleição, e que pretende acelerar a entrega dos serviços antes de ser impedida pela lei eleitoral de participar de inaugurações

Aécio Neves critica veto de Dilma na LDOApós a presidente Dilma Rousseff vetar pontos da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que ajudavam a controlar os custos de obras, editando-os em decreto, o senador Aécio Neves, que deve disputar o Planalto pelo PSDB, criticou o que chama de “improviso” do governo.

A presidente vetou da LDO aprovada pelo Congresso trechos que definiam tabelas oficiais da Caixa Econômica Federal e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) que são usadas como referências de preços para projetos de construção civil (chamada Sinapi) e de rodovias (Sicro).

Os valores são baseados em pesquisas de mercado e servem para orientar licitações e contratações públicas, além de fiscalização de órgãos de controle. Editadas em decreto presidencial, em vez de lei, as regras valem só para o Executivo e podem ser mudadas sem precisar de aval do Congresso. O Judiciário e o Legislativo podem adotar outros parâmetros, a seu critério.

Presidente nacional do PSDB, Aécio evitou criticar a medida em si, mas queixou-se da falta de debate para a tomada da decisão por parte do governo Dilma. “A principal crítica que faço é com relação ao improviso com que regras importantes têm sido alteradas pelo governo federal sempre com o propósito de remediar sua falta de planejamento e sua incapacidade executiva“, disse o tucano.

Para Aécio, “a substituição das bases utilizadas nos cálculos das obras devia ter merecido um amplo debate, incluindo setores da sociedade, os órgãos de controle e fiscais públicos. Não simplesmente a edição de um decreto presidencial“, afirmou. “São mudanças que preocupam exatamente porque é um governo que administra mal e que soma à má gestão uma baixa transparência.”
uol.com.br

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Senador Aécio Neves volta a denunciar o improviso do governo Dilma



Aécio volta a denunciar o improviso do governo Dilma

Adversários criticam veto de Dilma na LDO



Após a presidente Dilma Rousseff vetar pontos da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que ajudavam a controlar os custos de obras, editando-os em decreto, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, provável candidato à Presidência pelo PSB, afirmou que a retirada desses parâmetros da lei "é uma regressão" e "um equívoco". O senador Aécio Neves, que deve disputar o Planalto pelo PSDB, criticou o que chama de "improviso" do governo.
(...)
Para Aécio, "a substituição das bases utilizadas nos cálculos das obras devia ter merecido um amplo debate, incluindo setores da sociedade, os órgãos de controle e fiscais públicos.
(...)
Estado de São Paulo

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Aécio Neves líder da oposição enumera cinco erros do governo Dilma


segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Aécio enumera os 5 maiores erros do governo Dilma



Fonte: Folha de S.Paulo - 06/01/2014 - Coluna de Aécio Neves
Link para assinantes: 
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/146502-nervosinhos.shtml

'Nervosinhos'


Aécio Neves

Ao antecipar o anúncio do cumprimento do superavit primário, na sexta-feira, o ministro Guido Mantega agiu como aquele chefe que gosta de contar uma piada para desanuviar um ambiente carregado. Todo mundo dá uma gargalhada forçada, por obrigação, a reunião termina, as pessoas vão embora, mas os problemas continuam sobre a mesa sem qualquer solução à vista.

Com base apenas em fatos recentes, preparei aqui uma lista resumida de cinco motivos para que o ministro possa entender por que os brasileiros estão "nervosinhos" com a situação da economia.

1) Fragilidade no superavit primário: o resultado foi atingido com ajuda de receitas extras, como o bônus da privatização do campo de petróleo de Libra, que não vão se repetir em 2014, tornando o equilíbrio fiscal ainda mais duro de ser alcançado ao longo do ano.

2) Queda na balança comercial: divulgados na última semana, os números da balança comercial brasileira tiveram o pior desempenho em 13 anos.

3) Desvalorização da Petrobras: para tristeza da memória de tantos nacionalistas que se recordam da campanha "O petróleo é nosso", em 2013 a estatal foi a empresa de capital aberto que mais perdeu valor de mercado em termos nominais, segundo a consultoria financeira Economatica. Em apenas três anos, o governo Dilma conseguiu a façanha de reduzi-la a menos da metade do seu valor. Entre os motivos, está a gestão orientada para render dividendos políticos ao Partido dos Trabalhadores.

4) Recorde na carga tributária: enganou-se quem acreditava que a situação dos impostos no Brasil não podia mais piorar. A Receita Federal divulgou a carga tributária de 2012, que bateu mais um recorde e chegou a 35,85% da renda nacional.

5) PIB em baixa, inflação em alta: a bravata do "pibão" na casa dos 4%, prometidos para 2013, deve acabar reduzida a um humilde "pibinho" abaixo de 2,5%. Além disso, o ano de 2013 ficará conhecido como aquele em que a inflação, de péssima lembrança, voltou a assombrar as feiras e os supermercados.

Essa é a realidade que as autoridades se recusam a admitir publicamente.

Em junho, a presidente Dilma Rousseff acusou a oposição de agir como o Velho do Restelo, personagem de Camões que representa o pessimismo. A economia, entretanto, continuou à deriva. Agora, a presidente reclama de uma suposta "guerra psicológica", "capaz de inibir investimentos e retardar iniciativas". Já para o ministro Guido Mantega, são os "nervosinhos" que atrapalham o sucesso dos planos formidáveis do governo.

As crianças costumam ter amigos imaginários. Os petistas cultivam os inimigos imaginários. Assim, fica mais fácil livrar-se das responsabilidades para as quais foram eleitos.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.