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terça-feira, 22 de novembro de 2016

Aécio: "É importante que a justiça tenha a sua autonomia preservada absoluta para cumprir seu trabalho"



O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, reuniu-se, nessa segunda-feira (21/11), com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, e o procurador-geral de Justiça do Estado de São Paulo, Gianpaolo Poggio Smanio, para conhecer as propostas de combate à corrupção preparadas pelos 27 Ministérios Públicos estaduais.


O senador afirmou que o combate à corrupção deve ser uma ação permanente e defendeu a parceria entre os três Poderes no debate das novas leis discutidas pelo Congresso.


“O combate à corrupção é uma ação contínua, permanente e os Ministérios Públicos estaduais se somam a outros esforços e apresentam também sugestões que, acredito, serão debatidas tanto na Câmara quanto no Senado. O sentido maior dessa visita é ampliar essa interlocução que deve ser permanente, no que depender de nós, senadores, em especial do meu partido e partido do ministro Alexandre, o PSDB”, ressaltou Aécio Neves.


As propostas apresentadas ao Congresso pelo chefe do Ministério Público Estadual de São Paulo foram elaboradas pelo núcleo de combate à criminalidade e à corrupção, criado em junho, pelo Ministério da Justiça.


O colegiado é formado por representantes de todos os MPs estaduais. As sugestões também foram apresentadas ao líder do governo no Senado, Aloysio Nunes Ferreira.


Autonomia dos Poderes


“É muito importante que o Ministério Público e o Poder Judiciário tenham sua autonomia preservada, a liberdade absoluta para cumprir com as suas obrigações constitucionais, como inclusive vêm fazendo de forma elogiável. E da mesma forma o Congresso Nacional tem o dever de legislar, de aprimorar as propostas que aqui chegam. Essa é a natureza do Congresso Nacional e deve fazer isso também com absoluta liberdade, ouvindo a pluralidade da sua composição”, afirmou Aécio.


O senador destacou também que a harmonia entre os Poderes é essencial para ajudar o país a superar os graves problemas sociais e econômicos que atravessa.


“O Brasil precisa da harmonia, como prevê a Constituição, e da interlocução permanente entre os Poderes. Essa troca de experiências é que ajudará o Brasil a superar suas dificuldades”, defendeu.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Aécio Neves entrevistado pela revista "Harvard Internacional Review"


Aécio Neves entrevistado pela revista "Harvard International Review"




Resumo da entrevista:

O senador destacou que o Brasil passa por uma crise política e econômica que pode ser considerada a pior desde a redemocratização do país, em 1985.

Aécio Neves citou a hiperinflação de 1989 e o impeachment do ex-presidente Fernando Collor, em 1992, como dois dos três principais exemplos de crises vividas pelo Brasil nos últimos trinta anos.

A terceira, e talvez a pior, segundo ele, é o cenário atual, em que a presidente da República, menos de seis meses após a reeleição, já tinha aprovação da população inferior a 10%.

“O Brasil tem um problema político momentâneo causado pelo desmantelamento provocado pelo PT devido à corrupção e a escolhas políticas e econômicas irresponsáveis. Nesse sentido, pode-se dizer que o Brasil está vivendo seu pior momento político e o descontentamento está por todo o país”, declarou Aécio.

Sobre o Bolsa Família, o presidente do PSDB afirmou que os benefícios dos programas de transferência de renda, iniciados no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, estão sendo anulados pelo crescimento lento da economia e a alta do desemprego.

“Como o governo atual adotou políticas econômicas equivocadas, os programas sociais se tornaram menos efetivos em diminuir a pobreza. É necessário restabelecer a estabilidade econômica e a credibilidade política para recuperar a capacidade do governo em implementar as políticas certas que promovam crescimento econômico, desenvolvimento e justiça social”, completou.


Política externa

Em relação à diplomacia brasileira nos últimos anos, o presidente do PSDB criticou a postura do governo do PT e defendeu uma “reorientação estratégica dos eixos principais da política externa”.



“Apoiar um regime autoritário como o de Nicolás Maduro na Venezuela ou deixar de condenar as atrocidades do Estado Islâmico, por exemplo, minam a capacidade do Brasil de ser um líder real regional e globalmente”, concluiu.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Aécio Neves presidente nacional do PSDB: "Escalada da inflação prova a incapacidade do governo Dilma"



Aécio Neves: "Escalada da inflação prova a incapacidade do governo Dilma"




O senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, afirmou, nesta quarta-feira (09/12), que a escalada da inflação em novembro é um sinal claro da incapacidade do governo Dilma em apresentar respostas para tirar o Brasil da grave crise econômica e social que aflige os brasileiros. De acordo com o IBGE, a inflação oficial em novembro ficou em 1,01%, a maior para o mês desde 2002. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o índice chegou a 10,48%, o maior para o período desde 2003.

“É aquilo que já alertávamos durante a campanha eleitoral. Esse mês de novembro último foi o pior novembro desde 2003. É uma demonstração da absoluta incapacidade que o governo tem demonstrado de conduzir adequadamente a economia, porque estamos vivendo a pior das equações. Com juros na estratosfera – hoje 60 milhões de brasileiros estão endividados e pagando juros estratosféricos – e a inflação ultrapassando os 10%. Com o desemprego já alcançando algo em torno de 10%. São quase dois milhões de postos de trabalho fechados desde a última eleição e esse é o desfecho final da tragédia que foi o governo do PT nesses últimos anos”, afirmou o senador Aécio Neves.

O senador destacou que a alta desenfreada da inflação penaliza principalmente os mais pobres que viram seu poder de compra reduzir drasticamente nos últimos meses. Aécio lembrou que o PT sempre se colocou como defensor dos mais pobres e agora pune justamente aqueles que um dia confiaram no partido.

“A crise real, a crise grave pela qual passa o Brasil, hoje é a social. E ela pune exatamente os mais pobres, aqueles que o governo do PT, no seu discurso populista e demagógico, dizia defender. Essa é uma marca dos governos populistas. Sempre quando fraquejam, quando se fragilizam, tentam dividir o Brasil entre nós e eles, como fizeram durante a campanha, e os que são punidos em primeiro lugar são aqueles que eles usam como biombo eleitoral. Hoje, com o desemprego, com juros na estratosfera e com a inflação ultrapassando no ano os 10%, o PT pune aqueles que algum dia confiaram nele”, criticou Aécio.


Alta de juros

Questionado pela imprensa se o Banco Central deve elevar ainda mais a taxa de juros para controlar a inflação, o senador Aécio afirmou que essa medida não surtirá mais efeito. Para ele, o governo da presidente Dilma não é mais capaz de inspirar confiança na sociedade e nos investidores.

“O Brasil carece ou vive hoje uma grave crise de credibilidade, de confiança. Enquanto não tivermos um governo que inspire confiança no mercado, nos agentes financeiros e na população como um todo, vamos continuar tendo os piores indicadores econômicos da nossa história contemporânea como estamos tendo hoje”, afirmou.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Aécio Neves presidente do PSDB : "Dilma obriga o povo brasileiro a pagar a conta de seu desgoverno"


Aécio: "Dilma obriga o povo brasileiro a pagar a conta de seu desgoverno"


O Dia do Trabalho

Quando se critica a má gestão do governo do PT e, em especial, os erros sucessivos da política econômica dos últimos anos, muitos acham que a oposição é pessimista e gosta de mostrar só o que não funciona. Mas é justamente o contrário.

Temos tudo para ser um grande país se o governo não atrapalhar tanto, com os seus sucessivos erros, o crescimento econômico e o avanço social dos brasileiros.

Ao contrário de vários países emergentes, no Brasil há uma Justiça e órgãos de controle independentes, que estão lutando contra o aparelhamento político das estatais, patrocinado pelo governo do PT; temos uma indústria diversificada e um setor agropecuário que é um dos mais competitivos do mundo e um amplo sistema de proteção social estabelecido pela Constituição em 1988.

O natural seria estarmos crescendo entre 4% e 5% ao ano, em vez de termos uma estagnação (crescimento econômico igual a "zero") no triênio 2014, 2015 e 2016, segundo projeções do mercado. Isso é ainda agravado pelo fato de, nesses mesmos três anos, a inflação média esperada ser de 6,7% ao ano, uma anomalia para um país que não cresce.


O baixo crescimento tem efeitos perversos para a vida dos trabalhadores. Na última semana, o IBGE mostrou que a taxa de desemprego cresceu pela terceira vez consecutiva neste ano e a renda real dos trabalhadores já teve queda de 3% neste período.


Além disso, como a correção real do salário mínimo está ligada ao crescimento do PIB, a estagnação da economia aponta para um crescimento "zero" no valor real do salário mínimo nos próximos dois anos e um aumento médio, no segundo governo Dilma, inferior a 1% ao ano!


O governo, depois de negar sistematicamente nas eleições a necessidade de qualquer ajuste fiscal, propõe agora um ajuste rudimentar cuja parte mais visível foi um corte real de 50% no investimentos dos ministérios da Saúde e da Educação, no primeiro trimestre do ano, redução dos direitos do trabalhadores e propostas de aumentos de vários impostos e da conta de luz, que somam R$ 52 bilhões de uma meta de R$ 58 bilhões de superavit primário do governo federal.

A presidente Dilma está chamando os trabalhadores para pagar do seu bolso 89% do custo do ajuste fiscal, sem ter fechado um único ministério ou cortado um único cargo de confiança. Não houve o que comemorar no Dia do Trabalho. O governo estragou a festa.


O presidente dos Correios escreveu artigo em resposta ao texto por mim publicado nesse espaço. Tendo em vista os erros e deliberadas imprecisões e omissões contidas no texto dele, convido a quem se interessar pelo tema a acessar psdb.org.br/acao-irregular-correios para mais informações.


Aécio Neves - Folha de São Paulo

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Senador Aécio Neves homenageia seu avô, Tancredo Neves


Aécio homenageia seu avô, Tancredo Neves 







Em texto de homenagem ao avô Tancredo Neves, Aécio ataca PT

Senador afirmou que algumas conquistas do avô encontram-se na berlinda atualmente

O senador Aécio Neves (PSDB) homenageou o avô Tancredo Neves nesta terça-feira, dia em que a morte do ex-presidente completa 30 anos . Em coluna no jornal O Globo, o senador lembrou que Tancredo “estava destinado a se tornar o primeiro civil a tomar posse como presidente após os governos militares” e aproveitou para fazer críticas ao atual governo.



Tancredo foi eleito pelo Congresso Nacional em 15 de janeiro de 1985Foto: Célio Azevedo / Fotos Públicas

Aécio afirmou que desde a morte de Tancredo o País se modernizou, controlou a inflação e, a partir do “plano Real, promoveu programas para enfrentar os problemas sociais históricos e desenhou uma nação emergente de enorme potencial”. Contudo, Aécio ressaltou que “lamentavelmente, muitas dessas conquistas encontram-se hoje na berlinda, ameaçadas pela inépcia, a corrupção e a miopia política de um governo que, imersos em erros colossais, agoniza em praça pública”.

Falando do avô, Aécio destacou que ele tinha capacidade de dialogar e era atento ao sentimento popular, “exatamente o que está ausente hoje nas tramas palacianas”. O senador disse ainda que o PT acredita que o povo será eternamente grato “às benesses que teriam sido promovidas” nos últimos 12 anos e “perdeu a conexão com essa mesma rua que as suas primeiras lideranças percorreram nos embates pela construção da democracia”.

O candidato derrotado por Dilma Rousseff na última eleição presidencial afirmou ainda que o “mais do que nunca, o País anseia por credibilidade” e lembrou uma frase de Tancredo: “não há pátria onde falta democracia”.

Tancredo Neves morreu no dia 21 de abril de 1985. Em 15 de janeiro do mesmo ano, o mineiro havia sido eleito, em eleição indireta pelo Congresso Nacional, o primeiro civil presidente da República após a ditadura militar, porém morreu antes de tomar posse. Quem assumiu foi seu vice, José Sarney



http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/em-homenagem-ao-avo-tancredo-neves-aecio-faz-criticas-ao-pt,3278338416cdc410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html.