Mostrando postagens com marcador José Serra. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador José Serra. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Sob a liderança do senador Aécio Neves, o PSDB tem a sua melhor fase desde 2004




O presidente nacional do PSDB, o senador Aécio Neves, disse, nesta segunda-feira (3), que uma “onda azul varreu o país” nas eleições municipais, que, segundo o político, representaram uma vitória consagradora para o partido. Em uma coletiva de imprensa realizada em Belo Horizonte, ele fez um balanço do desempenho da legenda no Brasil. Aécio afirmou que o PSDB sai fortalecido e que a escolha de um nome do partido para a disputa das próximas eleições presidenciais deve ser tratada em 2018.

Nas capitais, o PSDB foi o que mais elegeu prefeitos no primeiro turno -- João Doria, em São Paulo, e Firmino Filho, em Teresina -- e é o que vai disputar mais prefeituras no segundo turno: oito ao todo. Uma delas é a da capital mineira, onde João Leite teve 33,40% dos votos válidos e Alexandre Kalil (PHS) ficou com 26,56%.


PSDB e PSD crescem em nº de prefeituras; PT encolhe

“Eu quero aqui afirmar que essa foi a mais consagradora vitória que o PSDB teve desde 2004, quando já não estávamos no governo federal. Na verdade, uma onda azul varreu o país”, disse Aécio.

O senador apresentou os principais números do PSDB nestas eleições, como o crescimento de mais de 15% no número de prefeituras em relação ao último pleito, e afirmou que a legenda é a que recebeu maior volume de votos no país. Aécio ressaltou, entretanto, a “pulverização maior dos partidos políticos”, o que, segundo ele, impactou nos partidos mais tradicionais. “Mesmo assim, o PSDB saltou, sem computar os cerca de 19 municípios onde estaremos disputando o segundo turno, de 686 para 791 prefeituras”, afirmou.

Enquanto destacava os números da legenda, o senador também falou sobre o desempenho do PT nas eleições, que, conforme ele, foi “dizimado em inúmeras regiões”. “Esses números por si só ilustram, não apenas o resultado isolado de uma eleição, mas a consequência do que aconteceu no Brasil ao longo desses últimos anos”, disse. Ele afirmou ainda que “a derrota do PT é tão expressiva quanto a vitória do PSDB”.

Eleições de 2018


Para Aécio, o PSDB sai fortalecido das eleições municipais. O senador pontuou que, apesar de saber que não há uma ligação direta e objetiva entre o que aconteceu nesta disputa e o que ocorrerá nas eleições de 2018, há, na opinião dele, um sinal de que o PSDB cresceu de forma “extremamente vigorosa” e de que existe uma conexão da legenda com uma parte da população.

Perguntado sobre a relação entre a vitória de Doria em São Paulo e o fortalecimento do governador paulista, Geraldo Alckmin, como candidato tucano à presidência em 2018, Aécio respondeu considerar esse fato “muito bom”. “Nós temos que parar de ter essa visão mesquinha da política, onde as pessoas só trabalham pelo seu projeto pessoal. (...) O momento da decisão da candidatura [à presidência] é 2018. E aquele que chegar em melhores condições deverá ser o candidato”, acrescentou.

Ele definiu as prévias no partido como um “belo caminho”, desde que bem organizadas, e destacou que elas não devem ser temidas. “Inclusive, no nosso estatuto está previsto as prévias. A prévia pressupõe uma questão apenas para que exista: mais de uma candidatura colocada formalmente. Se isso ocorrer, dentro do que estabelece o estatuto do partido, elas devem ser vistas como uma oportunidade e um debate democrático. Tanto eu, Geraldo [Alckmin], [José] Serra, todos nós estimulamos esse debate”, avaliou.

Ele não descartou, porém, que um nome surja de uma convergência, mas destacou que esta definição ocorrerá só no ano das próximas eleições. “Vamos deixar 18 para ser tratado em 18”, avaliou.

Sobre o atual governo federal, Aécio disse que estará ao lado de Michel Temer (PMDB) para viabilizar as medidas necessárias para retirar o Brasil da recessão. O senador afirmou que há uma aproximação natural do plano nacional do PSDB e de setores do PMDB, que apostam nas reformas. “Há uma parte expressiva do PMDB, representada pelo próprio presidente Michel Temer, que compreende que, sem essas reformas, o seu governo não terá qualquer chance de êxito. (...) O governo Michel Temer não pode governar preocupado com curvas de popularidade”, disse.

http://g1.globo.com/minas-gerais/eleicoes/2016/noticia/2016/10/aecio-fala-em-vitoria-consagradora-e-diz-que-2018-deve-ser-tratado-em-2018.html

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Senador Aécio Neves: "É hora de recuperar o tempo perdido"


Aécio: "É hora de recuperar o tempo perdido"


Mudança de Runo


Aécio Neves / Folha de São Paulo


Qual é o lugar que queremos para o Brasil no mundo?

Depois de 13 anos de uma política externa subordinada a uma plataforma partidária, sem conexão real com os interesses do país e com a integração econômica no mercado global, finalmente se anuncia uma mudança nos rumos do Itamaraty.

O discurso de posse do ministro José Serra sinaliza com clareza um novo posicionamento: sai de cena a diplomacia alimentada por afinidades ideológicas, cujo maior feito foi nos isolar, restaurando-se a consciência de que a política externa deve servir ao Estado e aos interesses legítimos do conjunto da sociedade.

O Brasil tem, por sua complexidade e potencial, a obrigação de ampliar a sua inserção no comércio internacional. No percurso errático dos últimos anos, deixamos de firmar parcerias que multiplicariam oportunidades para o país.

Há muito tempo o Brasil não firma acordos comerciais expressivos, alinhado a países com baixa taxa de crescimento e alta voltagem ideológica, como a Venezuela, e subestimando uma aproximação com nações mais dinâmicas da Aliança do Pacífico. O resultado é que ficamos para trás, vinculados ao Mercosul e às suas exigências de exclusividade.

É hora de recuperar o tempo perdido. Não se trata de virar as costas para as relações sul-sul, que terão sempre sua importância, ou de desprezar as parcerias com nossos vizinhos mais estratégicos, como a Argentina, que devem ser fortalecidas. Mas é hora de ampliar nossa presença em outras regiões do planeta.

É importante saber que essa mudança não será feita sem críticas, que já começaram. Mas basta olhar para o conjunto da obra realizada por nossa política externa na última década para constatar a fragilidade dos argumentos que vêm sendo utilizados em sua defesa.

Para a combalida economia brasileira, a abertura e a ampliação de mercados vão contribuir para soerguer diversos setores, viabilizando, inclusive, o aumento da produtividade do parque industrial brasileiro. Isso porque os acordos externos não devem ser vistos apenas por seus impactos na balança comercial mas também pelo acesso a tecnologias avançadas e mercados sofisticados que podem propiciar. Tudo isso é sinônimo de investimentos, modernização, geração de empregos.


O caminho para a reinserção do país nas cadeias globais de produção é longo. O Brasil tem reconhecidamente uma das economias mais fechadas do mundo. E muita coisa precisa mudar. Nenhum acordo comercial será virtuoso se não formos mais produtivos e competitivos. Precisamos construir um protagonismo equivalente aos nossos potenciais e à nossa importância. Isso só poderá ser feito com o resgate da credibilidade e da responsabilidade.


Aécio Neves

sexta-feira, 20 de maio de 2016

PSDB apresenta seu vídeo sobre Programa Nacional



O PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) lançou mão de uma histórica peça publicitária chamada de Programa Nacional do PSDB na qual os principais nomes do partido participam e tentam expor os motivos aos quais levaram o partido a apoiar o presidente interino do Brasil Michel Temer.

Aécio Neves, José Serra, Geraldo Alckmin e até o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (que é a principal estrela da campanha publicitária) integram o vídeo que explora a temática do desemprego e da recessão econômica.

Vídeo começa com jovem batendo na porta da casa de FHC

A peça publicitária que tem duração de dez minutos se inicia com um jovem que está em busca de entender a real situação do país e a solução para a saída dessa grave crise que o país se encontra.

O jovem se dirige até a casa de FHC e bate a porta para pedir informações ao ex-presidente sobre qual seria o melhor caminho a ser seguido para que o país saia da crise que se encontra.

Fernando Henrique abre a porta e convida o jovem a se sentar e explica os detalhes da crise que o Brasil vivia quando ele, FHC, assumiu a presidência em 1994.

FHC também explica ao jovem o que é lei de responsabilidade fiscal

Na continuidade do vídeo, FHC explica quais foram os motivos que levaram a criação da lei de responsabilidade fiscal e enaltece a importância do respeito a essa lei. FHC afirma que a presidente afastada Dilma Rousseff transgrediu essa lei e por esse motivo o país se encontra numa grave crise econômica.

“Criamos a lei de responsabilidade fiscal, o que é isso? É a proibição de quem está no governo de gastar e de se endividar além do que pode, porque quem vai pagar é o povo no momento seguinte.”

Logo em seguida, FHC acusa Dilma Rousseff de transgredir essa lei.

“É o que a presidente Dilma fez, ela transgrediu essa lei e passou a gastar demais. E olha como nós estamos.”

A política precisa consertar o que a própria politica estragou...

O jovem viaja até o Congresso Nacional em Brasília para “consultar” o senador Aécio Neves e o ministro de relações exteriores, José Serra. Outros nomes importantes também participam do vídeo como Geraldo Alckmin.

Durante a viagem, o jovem reflete a frase de FHC, “a política precisa consertar o que a própria política estragou” e com essa frase ele questiona as principais lideranças do PSDB sobre as reformas que levaram o partido a apoiar o governo de transição de Michel Temer.

Confira acima na íntegra o vídeo do Programa Nacional do PSDB:

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Aécio Neves líder da oposição dá as boas vindas ao novo presidente do ITV , senador José Anibal


Aécio dá as boas vindas ao novo presidente do ITV, senador José Aníbal



Com a ida de José Serra para o ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) do governo Michel Temer, José Aníbal, seu primeiro suplente, está de volta ao Congresso Nacional. Ele tomou posse no Senado nesta terça-feira (17).

Diante dos desafios do momento político enfrentado pelo Brasil, Aníbal diz qual deverá ser a postura dos tucanos durante o governo Temer. “O PSDB dará lastro ao governo Temer com base em propostas. É urgente recuperar a credibilidade, os investimentos e os empregos. Manter e aprofundar as investigações em curso, em especial a Lava Jato. Fazer reformas estruturantes. Ampliar os programas sociais. O caminho começa por ter um governo. Com Dilma era um desastre, não tínhamos nada”, afirmou.

Para o senador, o afastamento de Dilma Rousseff se deu pela mobilização da sociedade: “Os brasileiros se mobilizaram durante meses e conseguiram. Dilma foi impedida de continuar governando o Brasil. Aliás, foi impedida de continuar na Presidência, porque governar ela já não fazia há muito tempo. Nós estamos confiantes com o novo governo, que já começou a indicar as reformas que pretende fazer, o ajuste fiscal urgente e, sobretudo, retomar a credibilidade e a confiança para que volte o investimento e o emprego. Temos que trabalhar em sintonia com o desejo da sociedade, que é de mudança das práticas políticas.”

A posse de José Aníbal no Senado foi saudada por seus colegas. O presidente do PSDB, Aécio Neves (MG), destacou que o novo senador, com sua experiência parlamentar, ajudará o Brasil em diversas áreas, sobretudo, do setor energético. “José Aníbal vai nos ajudar e ajudar o Brasil a encontrar o caminho do desenvolvimento, da justiça social e do entendimento”, afirmou.

O líder do PSDB, Cássio Cunha Lima (PB), disse que, apesar de não ser uma tarefa fácil ocupar a vaga de José Serra, Aníbal tem a mesma competência e perseverança do atual titular das Relações Exteriores. “É um dos grandes quadros do PSDB, um parlamentar de larga experiência, probo e formulador de políticas públicas. José Aníbal honra a nossa bancada”.
O senador Flexa Ribeiro (PA) lembrou que, além de representar o estado de São Paulo, José Aníbal representa a região amazônica – o novo senador nasceu em Guajará-Mirim, Rondônia. “São Paulo tem em José Aníbal um representante da maior qualidade e capacidade. E agora também os amazônidas têm um novo senador”, concluiu.

Histórico de José Aníbal

Formado em economia, o novo senador paulista tem ampla atuação e experiência política. Exerceu cinco mandatos de deputado federal, liderou a bancada do PSDB na Câmara por quatro vezes, foi duas vezes secretário de Estado em São Paulo. Esteve à frente da pasta de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico, entre 1999 e 2011, na gestão Mário Covas, e de Energia, entre 2011 e 2014, durante o governo Geraldo Alckmin. Elegeu-se presidente nacional do PSDB em 2001. No pleito de 2004, foi o vereador mais votado de São Paulo e liderou a bancada tucana na Câmara paulistana. Atualmente, é presidente nacional do Instituto Teotônio Vilela, centro de estudos e formação política do PSDB.

*Do Instituto Teotônio Vilela

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Aécio se reúne para apresentar os projetos prioritários do PSDB em 2016


Aécio se reúne para apresentar os projetos prioritários do PSDB em 2016



PSDB elege 3 propostas prioritárias para 2016

Aécio Neves pediu a Renan reunião e defenderá projeto sobre fundos de pensão e propostas de Tasso e Serra
Na reunião de senadores que pediu a Renan Calheiros (PMDB-AL)para debater as pautas prioritárias do Senado em 2016, Aécio Neves (MG) defenderá três propostas consideradas prioritárias pelo PSDB.
Um projeto de sua relatoria que cria travas para indicações políticas em fundos de pensão; o texto de José Serra (SP) que acaba com a exigência de a Petrobras ser a operadora única do pré-sal; e um projeto relatado pelo senador T
http://epoca.globo.com/tempo/expresso/noticia/2016/02/psdb-do-senado-elege-tres-propostas-prioritarias-para-2016.html

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Serra defende Aécio e diz que PT é especialista em denúncias vazias



Serra defende Aécio e diz que PT é especialista em denúncias vazias






PT é especialista em denúncias’

http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/pt-%C3%A9-especialista-em-den%C3%BAncias-1.888167


Candidato derrotado em 2010 e postulante ao cargo de senador, José Serra defende Aécio Neves

Rio de Janeiro. O candidato do PSDB ao Senado por São Paulo, José Serra, afirmou nesta quarta esperar para este ano uma campanha presidencial mais dura do que a de 2010 com relação a trocas de denúncias entre os postulantes ao Palácio do Planalto.

“(Os petistas) não vão querer perder o poder suavemente”, disse, após almoço fechado com empresários na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), no centro da capital fluminense. “O PT é especialista nisso (em denúncias eleitorais)”. O tucano concorreu à Presidência em 2010 pelo PSDB e perdeu para Dilma Rousseff.

Serra fez os comentários ao falar de reportagem do jornal “Folha de S. Paulo” que revelou a construção de um aeroporto em Cláudio (MG), na fazenda de um parente do presidenciável pelo PSDB, Aécio Neves. A obra foi feita quando Aécio era governador de Minas Gerais, e virou alvo do PT.

Para o tucano paulista, a questão está explicada. “Está totalmente esclarecido”, declarou. “Está tudo explicadinho. Houve uma desapropriação da área, que até foi contestada na Justiça. Não há nada que torne o fato mais insuspeito.” O postulante ao Senado por São Paulo reconheceu, porém, que campanhas eleitorais sempre serão marcadas por denúncias entre adversários. “Sempre vai haver troca de tiros”, afirmou. “Da parte do PT, não tenho dúvida (de que haverá ataques). A gente não sabe fazer. O PSDB não tem know how para isso. Eu mesmo não tive.


Para Serra, a peculiaridade da disputa de 2014 torna maior a possibilidade de ataques. “Porque o risco (do PT) de perder é maior”, disse. O tucano argumenta que as Segundo

Serra, as pesquisas mais recentes mostram que a tendência na corrida eleitoral é de estreitamento das diferenças. “Realmente, isso parece, até agora, isso tem sido inexorável. Nesse sentido, tenho otimismo quanto ao resultado da eleição”, declarou. Ele afirmou que o principal ponto contra apresidente e candidata a reeleição pelo PT “é a inépcia de ponta a ponta”.