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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Aécio ouve demandas dos jovens do AfroReggae no Rio de Janeiro

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Aécio Neves ouve demandas dos jovens do AfroReggae no Rio de Janeiro



Aécio Neves visita sede do AfroReggae


Acompanhado do coordenador do grupo, José Júnior, Aécio Neves conversou com integrantes e colaboradores do AfroReggae, discutiu propostas e conheceu novas ações sociais desenvolvidas.

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, se reuniu nesta segunda-feira (10) com integrantes do Grupo Cultural AfroReggae, em visita à sede da organização não governamental (ONG), no Rio de Janeiro, que marcou os dez anos da parceria da entidade com o governo de Minas em programas de apoio e integração de jovens.

Acompanhado do coordenador do grupo, José Júnior, Aécio Neves conversou com integrantes e colaboradores do AfroReggae, discutiu propostas e conheceu novas ações sociais desenvolvidas.

Em 2004, durante a gestão Aécio Neves, o governo de Minas e o AfroReggae deram início ao programa “Juventude e Polícia”, implantado em batalhões da Polícia Militar e voltado para jovens em situação de vulnerabilidade social. Os resultados do programa foram reconhecidos internacionalmente.

“A nossa experiência com o AfroReggae é algo que existe muito antes de qualquer projeto presidencial, porque acredito nisso. E os resultados lá em Minas foram muito bons, como têm sido bons aqui também no Rio, e espero que possam ser bons no Brasil. Minha visita aqui hoje é para estreitar laços que já existiam na construção de um projeto para um Brasil que queremos melhor que o atual”, disse Aécio.


http://dropsmisto.blogspot.com

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Aécio Neves enumera omissões de Dilma Rousseff em último pronunciamento oficial de 2013



quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

AÉCIO NEVES ENUMERA OMISSÕES DE DILMA ROUSSEFF EM ÚLTIMO PRONUNCIAMENTO OFICIAL DE 2013







Fonte: Jornal Opção
Data: 02/01/2014

Aécio Neves enumera omissões de Dilma Rousseff em último pronunciamento oficial de 2013



02/01/14

Clima de Pré-Campanha

Adversário da petista na corrida ao Palácio do Planalto diz que a presidente vive em uma ilha da fantasia, não no Brasil real

Ketllyn Fernandes

A oposição à presidente Dilma Rousseff (PT) não deixou por menos sua última aparição em cadeia nacional em 2013, em que analisou que o ano terminou melhor do que começou e que não faltam motivos para ter esperança de um 2014 melhor. Em um recado aos “críticos”, a petista disse que a “instalação da desconfiança” é muito ruim para o Brasil e que uma “guerra psicológica” pode inibir investimentos e retardar iniciativas. Pré-candidato ao Palácio do Planalto, o senador Aécio Neves (PSDB) publicou nota em que enumera assuntos, segundo ele, omitidos pela petista.

Para o tucano, o pronunciamento oficial serviu para fazer “autoelogio” e “campanha eleitoral”. “Lamentavelmente, a oposição não pode pedir direito de resposta”, frisa o presidente do PSDB, que em seguida cobra o fato de Dilma não ter falado sobre as famílias vitimadas pelas chuvas em diversas regiões do país, sobre tudo no Sul e em Minas Gerais; o aumento da inflação –– calcanhar de Aquiles da atual gestão ––, dentre outros temas considerados pelo presidenciável como de interesse público.

“Nenhuma palavra sobre as famílias vítimas das chuvas e as obras prometidas e não realizadas. Nenhuma menção à situação das empresas públicas, à inflação acima do centro da meta, ao pífio crescimento da economia. Nenhuma menção à situação das estradas, à crise da segurança e à epidemia do crack que estraçalha vidas”, sentencia.

Aécio Neves também questionou os bons resultados em educação citados pela presidente. Ironicamente, o senador diz que Dilma Rousseff vive em uma “ilha da fantasia”. “Enquanto isso, no Brasil real, os resultados dos testes internacionais demonstram o contrário: o analfabetismo parou de cair e, das 6 mil creches prometidas por ela em 2010, apenas 120 haviam sido entregues até outubro”, dispara.

Ao findar sua crítica, o pré-candidato classifica de abusiva o pronunciamento em cadeia de Rádio e TV –– conforme publicado no dia seguinte na imprensa, de fato Dilma aparece mais vezes por ano de mandato que seus dois antecessores, ao custo de R$ 90 mil por pronunciamento ––; tendo avaliado que o alto porcentual de propagandas acarreta no resultado inverso ao esperado, ou seja, não demonstra força, mas sim fraqueza da gestão petista.

Pré-campanha com toda força

Em meados de dezembro último o PSDB lançou documento que classificou como sendo as novas bases do partido. Também não foram poupadas críticas veladas ao PT, que há dez anos governa o país.

O texto traz como pontos principais o resgate de valores; a recuperação da credibilidade e da responsabilidade pública; a garantia dos direitos dos brasileiros; e o bem-estar coletivo. A intenção do partido ao lançar o documento é realizar um contraponto à administração petista propondo uma forma alternativa de condução do País. Temas como segurança pública, educação de qualidade, saúde, política externa e agropecuária também são pontos citados no documento intitulado “Para mudar de verdade o Brasil — Confiança, cidadania e prosperidade”.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Senador Aécio Neves quer reestatizar a Petrobras




Aécio quer reestatizar a Petrobras.

AÉCIO DEFENDE 'REESTATIZAÇÃO'


A "reestatização da Petrobras" defendida pelo pré-candidato tucano ao Palácio do Planalto, senador Aécio Neves (MG), e ironizada pela presidente Dilma Rousseff, é uma estocada no PT. Em discurso que fez anteontem no lançamento das diretrizes do programa de governo do PSDB, Aécio citou a estatal como exemplo do suposto aparelhamento promovido pelo PT e defendeu a "reestatização" da empresa.
(...)
- Eu dizia lá atrás, quando nos condenavam e nos acusavam de privatizar a Petrobras, o Banco do Brasil: o que eu quero, o que meu partido quer na verdade é reestatizar essas empresas, tirar das garras de partidos políticos, para devolvê-las à sociedade brasileira - disse Aécio.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Senador Aécio Neves quer fortalecer o homem do campo




Aécio quer fortalecer o homem do campo.

Esboço do programa de Aécio acena para agronegócio



O senador Aécio Neves (PSDB-MG) usará o primeiro esboço de sua plataforma de governo, que será apresentado hoje em Brasília, para fazer um aceno ao segmento do agronegócio. Composto por 12 itens, o documento está dividido em três eixos básicos: confiança, cidadania e prosperidade. Tradicionalmente aliado dos tucanos, o agronegócio é tema no eixo "prosperidade", em que o senador tucano defende "gestão técnica" e "livre do aparelhamento político" para o setor. Provável candidato do PSDB à Presidência em 2014, Aécio diz que a atividade deve ser tratada com mais atenção pelo Estado, com políticas e pesquisas públicas coordenadas pelo Ministério da Agricultura.
(...)
Folha de São Paulo

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Cai vantagem de Dilma no sudeste

DataFolha:Cai vantagem de Dilma no sudeste

Vantagem de Dilma é menor em SP e no RJ, diz Datafolha



Confortável no plano nacional, a presidente Dilma Rousseff enfrenta uma situação muito mais apertada para a sua reeleição nos Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, segundo o Datafolha. A petista chega a ter até nove pontos a menos no cenário mais provável da disputa, que inclui também o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). No levantamento nacional, Dilma tem 47% contra 19% de Aécio e 11% de Campos. Quando são estratificados apenas os dados para São Paulo, a petista cai para 38% --nove a menos do que na média do país. No Rio, desce para 41%.
(...)
Folha de São Paulo

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Aécio líder da oposição denuncia Cardozo por improbidade administrativa




Aécio denuncia Cardozo por improbidade administrativa

Aécio anuncia ação contra Cardozo


O PSDB intensificou a ofensiva contra o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, no caso das denúncias de envolvimento de tucanos paulistas em recebimento de propina de cartel formado por empresas nos governos de Mário Covas, José Serra e Geraldo Alckmin.
(...)
Em entrevista coletiva que reuniu as principais lideranças tucanas citadas no episódio, o presidente nacional do partido e provável candidato à Presidência da República, senador Aécio Neves (MG), anunciou medidas institucionais contra Cardozo, entre elas representação ao Conselho de Ética Pública da Presidência e ao Ministério Público Federal, por improbidade administrativa.
(...)
Valor Econômico

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Senador Aécio Neves quer Bolsa Família para pais empregados




Aécio quer Bolsa Família para pais empregados






"Pais de família têm receio de amanhã serem demitidos e terem que voltar ao programa e não conseguirem rapidamente a reinserção", Aécio Neves (PSDB-MG), senador e pré-candidato à Presidência



O senador Aécio Neves, do PSDB-MG, pré-candidato à Presidência da República, apresentou ontem projeto que estende o pagamento do Bolsa Família por até seis meses para os pais incluídos no programa que encontrarem emprego com carteira assinada. O senador considerou o próprio projeto uma ousadia e entende que a iniciativa vai estimular que os beneficiários busquem um emprego. "Não acho que seja um custo, acho que é um estímulo, mesmo que eles tenham que receber o cartão durante seis meses. Ao contrário, porque depois desses seis meses, se ele se firmou no trabalho, obviamente não receberá", avalia.


As regras em vigor do programa suspendem o pagamento se o beneficiário conquistar o emprego. O Bolsa Família completou 10 anos e é uma das principais bandeiras do governo petista.


O parlamentar mineiro voltou a classificar o programa como peça eleitoreira e instrumento para estatísticas oficiais. "Um dos problemas que constatamos é que pais de família, mesmo com uma oferta de trabalho, têm receio de amanhã eventualmente serem demitidos e terem que voltar ao programa e não conseguirem rapidamente a reinserção", disse. Para Aécio, faltam, ao Bolsa Família, estratégias para tirar em definitivo as pessoas da miséria e qualificá-las para entrar no mercado de trabalho.


Na semana passada, o senador mineiro apresentou outro projeto, com o objetivo de transformar o Bolsa Família em programa de Estado, para que, na visão dele, fique "imune a manipulações políticas e eleitorais". A proposta foi apresentada no mesmo dia em que a presidente Dilma e o ex-presidente Lula comemoraram os 10 anos do programa, com críticas aos tucanos. Entretanto, foi justamente o governo do PSDB que iniciou os programas de transferência de renda que culminaram no Bolsa Família.


"Para nós, do PSDB, os programas de transferência de renda devem ser vistos sempre como ponto de partida, e não como compreende o PT, como um ponto de chegada. Por isso, o estímulo para aquelas famílias que recebem o cartão possam eventualmente se reintegrar no mercado de trabalho deve ser permanente", disse o senador tucano ontem, na saída da sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.


Aécio comentou ainda o fato de ter votado contra o projeto analisado ontem na CCJ, que previa a divulgação das doações de campanha na internet durante todo o processo eleitoral. Para o senador, o projeto, que acabou sendo rejeitado, daria margem para que o governo pressionasse empresas que têm contratos com a administração federal e que desejassem fazer doações para candidatos da oposição Correio Brasiliense

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Pesquisa aponta 46% para Aécio e 35% para Dilma em Minas

 




Pesquisa aponta 46% para Aécio e 35% para Dilma em Minas



O senador Aécio Neves (PSDB-MG) é o preferido dos eleitores mineiros para as eleições presidenciais do próximo ano, mas seu desempenho precisa ainda melhorar no Estado para atingir o que os tucanos traçaram como meta. Pesquisa de intenção de voto divulgada ontem e realizada pela MDA em parceria com o jornal "Estado de Minas", mostra Aécio com 46,6% das intenções de voto dos mineiros. A presidente Dilma Rousseff (PT) aparece com 35,4%. Nesse cenário, o terceiro candidato é o governador do Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), que teve 6,6% das intenções. Se a terceira candidata for a ex-senadora Marina Silva (PSB), os mineiros dariam a ela 13,2% dos votos. Aécio teria 43,8% e Dilma, 33,8%. No segundo turno, o senador venceria em todos os cenários.

(...)
Valor Econômico

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Aécio Neves : "Para o PT, quanto pior melhor"




Fonte: Folha de S.Paulo - 28/01/2013 - Coluna de Aécio Neves
Link para assinantes: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/90938-ausencia-de-limites.shtml

Ausência de limites


Aécio Neves

A redemocratização brasileira nos deixou um importante legado: a certeza de que a democracia é mais que um voto depositado nas urnas. Ela se baseia na garantia das liberdades e num rigoroso respeito às leis. Assim, não é possível fechar os olhos para o viés autoritário que ganha substância no governo petista.

A governança por medidas provisórias, a profunda subordinação do Congresso, a forma como foram promovidas as mudança de marcos regulatórios, a ausência de diálogo e as diversas tentativas de "regulamentar" a mídia são algumas das expressões dessa perigosa tendência.

Mas a fala da presidente da República e a lamentável utilização da rede nacional de rádio e TV para, entre outras coisas, desqualificar os brasileiros críticos ao seu governo é, certamente, a mais evidente delas. Não se sabe se incomodada pela pressão das articulações que gostariam de ver o ex-presidente Lula candidato ou com a simples motivação de tirar o foco dos fracassos acumulados, constatados pelo pífio resultado da economia, a presidente resolveu antecipar o debate eleitoral.

É nesta posição que ela se permitiu propagar aos brasileiros a visão maniqueísta de uma nação dividida ao meio, na qual os que amam o Brasil são otimistas e estão com o governo enquanto que os que não querem o bem do país, os "do contra", os pessimistas, estão na oposição.

Essa é uma postura que agride a diferentes gerações de democratas. É impossível não revisitar, com ironia, a gênese petista do "quanto pior melhor". Ou voltar no tempo para lembrar o nacionalismo canhestro dos governos militares que buscava confundir governo com nação, transformando a crítica em ato impatriótico e que agora ganha estranha atualidade.

O conteúdo do pronunciamento foi atípico e agressivo.

Na parte dedicada à energia, de forma desleal, o texto transformou os que apenas defenderam um outro caminho para a diminuição da conta de luz -no caso a redução de tributos federais- em adversários da ideia. Para a construção do falso raciocínio, sonegou ao país até mesmo a informação de que empresas estaduais criticadas aderiram à proposta do governo nas áreas de transmissão e distribuição.

E, por ironia, são justamente os Estados governados pelo PSDB que, sem alarde, oferecem há muitos anos as maiores isenções de ICMS na conta de luz... O pronunciamento da presidente tem vários significados. Nenhum deles é bom para a democracia, patrimônio de todos brasileiros.

PS - É impossível encerrar a coluna sem expressar o meu mais profundo sentimento pela dor das famílias de Santa Maria, dor que é de todos nós brasileiros.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna


quinta-feira, 7 de julho de 2011

Aécio quer mais transparência e controle nas emissões do governo

Aécio Neves quer que Congresso avalie emissão de títulos e empréstimos públicos

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) quer que o Congresso Nacional avalie toda a emissão de títulos pelo Tesouro Nacional, títulos esses que têm sido utilizados para se fazer empréstimos a fundações, autarquias e empresas públicas, como no caso recente do BNDES. Para que o Parlamento seja ouvido sobre essa questão, o senador propôs emenda à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que deve ser votada, nesta quarta-feira (06/07), na Comissão de Orçamento na Câmara.

A proposta de Aécio Neves é que toda emissão de título e as despesas de financiamentos sejam previstas no Orçamento, ou seja, sejam aprovadas pelo Congresso antes de serem feitas. O objetivo do senador é, mais uma vez, defender as prerrogativas do Parlamento, assegurando a participação de deputados e senadores na discussão sobre a política de desenvolvimento do país, o que inclui ter maior controle sobre concessão de empréstimos ao BNDES.

"A CPI da Dívida Pública foi favorável a que se exija prévia autorização orçamentária para todo e qualquer uso dos recursos derivados da emissão de títulos de responsabilidade do Tesouro Nacional. A tendência tem sido no sentido contrário, como no caso dos volumosos empréstimos recentes do Tesouro ao BNDES. O Congresso, sabendo-se que existe um limite, legal ou teórico, para a dívida pública bruta, deve fazer suas escolhas no momento em que se efetua a emissão, e não, diante do fato consumado, simplesmente referendar nas propostas orçamentárias futuras as despesas obrigatórias relativas a juros e amortização", defende o senador de Minas Gerais.

A emenda apresentada por Aécio Neves, se aprovada, será incluída como artigo no Capítulo IV da LDO, nos seguintes termos:

"Art. 71-A Toda emissão de títulos da dívida de responsabilidade do Tesouro Nacional, quaisquer que sejam a finalidade e a forma da emissão, e a despesa a que fará face, entendida também como despesa a transferência e a entrega dos títulos a autarquia, fundação, empresa pública ou sociedade de economia mista integrantes da administração pública federal, serão consignadas na lei orçamentária e nos créditos adicionais."

Na tarde dessa quarta-feira (06-07) está prevista mais uma reunião da Comissão de Orçamento. Caso a emenda do senador não seja acolhida pelo relator, Aécio Neves solicitou ao deputado Rogério Marinho (PSDB-RN) que apresente como destaque, para que os membros da comissão possam avaliá-la em separado.

Assessoria de Imprensa - Senador Aécio Neves

terça-feira, 5 de julho de 2011

Aécio cobra do M.Público investigação sobre Mensalão do PR

Aécio diz que Ministério Público deve ser acionado para apurar as denúncias


05/07/2011

Dilma manda investigar Ministério dos Transportes

Fonte: Aline Labbate e Magali Simone - O Tempo

Oposição quer convocar ministro Nascimento para se explicar no Senado

Brasília. A Controladoria Geral da União (CGU) informou em nota que, por determinação da presidente Dilma Rousseff e solicitação do Ministério dos Transportes, fará "análise aprofundada e específica em todas as licitações, contratos e execução de obras que deram origem às denúncias recentes sobre irregularidades no âmbito do Ministério dos Transportes e órgãos a ele vinculados". Na nota, divulgada à imprensa ontem, a CGU reconhece que a área tem um histórico de irregularidades no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

O ministro Alfredo Nascimento também divulgou ontem nota na qual informa que foi instituída uma comissão de sindicância investigativa para apurar as supostas irregularidades na pasta. A decisão será publicada hoje no "Diário Oficial da União". Foi estabelecido o prazo de 30 dias para a conclusão da investigação. Para a condução dos trabalhos da comissão foram designados três servidores.

A auditoria acontecerá após reportagem da revista "Veja", que publicou que representantes do PR, partido ao qual pertence o ministro Alfredo Nascimento e a maior parte da cúpula do ministério, funcionários da pasta e de órgãos vinculados teriam montado um esquema de superfaturamento de obras e recebimento de propina por meio de empreiteiras.

Ainda na manhã de ontem, Dilma Rousseff manifestou sua confiança em Nascimento. Segundo nota divulgada pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República, o ministro permanecerá no cargo e é o responsável pelo processo de apuração das denúncias.

Em uma reação imediata à declaração da presidente, a oposição decidiu tentar convocar o ministro para falar no Senado. Requerimento assinado pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) e pelo líder tucano, Alvaro Dias, solicita a convocação de Nascimento e o convite de Luiz Antonio Pagot, diretor geral do Dnit - um dos afastados no sábado por Dilma. Os pedidos serão votados na quinta, na Comissão de Infraestrutura.

Mineiros defendem apuração das denúncias

Para o senador tucano Aécio Neves, as denúncias sobre o Mensalão do PR são muito graves e o afastamento do ministro seria positivo, mas "há instrumentos, como o Ministério Público, que devem ser acionados para garantir a profunda investigação dos fatos".

O senador Clésio Andrade (PR) também concorda com a apuração das denúncias, mas afirma que o ministro é de confiança de todo o PR e da presidente Dilma Rousseff. "Até agora não se tem nada que possa ser falado dele", afirmou.

Para Carlos Melles, secretário de Estado de Transporte e Obras Públicas de Minas Gerais, "a presidente está conduzido as apurações com o necessário rigor", mas "crise era esperada e não é novidade".

terça-feira, 28 de junho de 2011

Transparência é a chamada de Aécio para o governo federal

Aécio Neves quer transparência nos empréstimos concedidos pelo governo federal

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

Senador apresentou emendas à MP 526, que trata de financiamentos ao BNDES

O senador Aécio Neves quer maior transparência nos empréstimos que o governo federal concede ao BNDES. Para isso, apresentou duas emendas à medida provisória (MP) 526, na pauta do Senado nesta semana. A medida trata, entre outras questões, de financiamento de R$ 55 bilhões do Tesouro Federal para o banco.

A primeira emenda exige que o governo federal apresente como despesa no orçamento da União os gastos com subsídios embutidos no empréstimo. No texto original da MP, a existência desses gastos e a fonte de recursos para cobri-los não estão definidos. A segunda emenda, já aprovada na Câmara dos Deputados, prevê que a prorrogação do prazo para o financiamento deve ocorrer não por decreto presidencial, como está posto na MP, mas por lei, ouvindo-se, assim, o Congresso.

“Quando o Tesouro concede crédito do BNDES, como agora através da MP 526, ele o faz ao custo da taxa de juros de longo prazo (TJLP) que é de 6% ao ano. Mas o custo de financiamento do próprio tesouro é a taxa Selic, de 11,75%. Ou seja, há aí um subsídio de 5,42%, que, em relação ao empréstimo que se concede agora ao BNDES – R$ 55 bilhões -, totalizam R$ 15,8 bilhões. O governo não diz que existe esse subsídio nem de onde sairá esse dinheiro. Claro, será o cidadão, com seus impostos, quem vai pagá-lo, mas o governo federal parece temer indicar explicitamente isso no orçamento”, afirmou o senador Aécio Neves quando da apresentação das emendas em março.

Nova usurpação

A segunda emenda do senador Aécio Neves à MP 526 tem por objetivo principal evitar que o Congresso seja usurpado de suas funções. A medida provisória determina que a prorrogação do prazo do financiamento possa ser feito por ato do Poder Executivo, ou seja, por decreto presidencial. Na avaliação deAécio Neves, o governo federal retira, assim, do Parlamento sua prerrogativa de influir nas decisões sobre a aplicação de recursos públicos. Para evitar isso, a emenda do senador determina que a prorrogação deve ser autorizada por lei, ou seja, ouvindo-se o Congresso Nacional.

“É mais uma tentativa de tirar do Congresso sua função de discutir política e tecnicamente uma questão que afeta o desenvolvimento do Brasil, o uso do dinheiro com que a população paga seus impostos. O governo federal já insiste em governar por medidas provisórias, impedindo deputados e senadores de cumprirem o papel para o qual foram eleitos: legislar. Agora querem, através de uma MP, que nós autorizemos que não precisamos ser consultados para saber se um programa de financiamento pode ou não ser prorrogado”, critica o senador Aécio Neves, relator da PEC 11, que está em discussão no Senado, criando novas regras para restringir o abuso de MPs por parte do governo federal.

Essa segunda emenda do senador Aécio Neves foi acolhida pelo relator da MP 526 na Câmara. Se aprovada como está, passará a vigorar como lei. Já a primeira emenda, só será aprovada se votada como destaque, o que obrigará a MP a retornar para a Câmara. A MP 526 tem que ser votada até o dia 1 de julho ou perderá sua validade.

Veja abaixo as emendas do senador Aécio Neves à MP 526

Emenda aditiva
Acrescente-se o art. 2º e renumerem-se os demais.
Art.2º – Os subsídios fiscais decorrentes desta lei serão a cargo do orçamento federal.
Parágrafo único – O Ministro de Estado da Fazenda divulgará, em até trinta dias da publicação desta lei, os valores previstos para os subsídios fiscais, para efeitos do caput.

Emenda Modificativa
Dê-se ao §8º do art. 1º da Lei nº 12.096, de 24/11/2009 (art. 1º da Medida Provisória) a seguinte redação:
“8º O prazo a que se refere o caput somente poderá ser prorrogado por Lei.”

terça-feira, 31 de maio de 2011

Aécio, Chalita e Lindenberg unidos em projeto de lei

Notas de Minas: Aécio, Chalita e Lindenberg unidos em projeto de l...: "Pelo País .
O tucano Aécio Neves, o peemedebista Gabriel Chalita e o petista Lindenberg Farias decidiram de unir. Não, não vão fundar um..."

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Centrais sindicais se juntam a Aécio Neves no esforço de aumentar o salário mínimo

Negociação: Aécio Neves discute novo valor do salário mínimo e aproxima centrais sindicais do PSDB e de trabalhadores
Aécio negocia para atrair centrais
Fonte: Adriana Vasconcelos - O Globo
PSDB apoia salário de R$ 560 e se reaproxima do movimento sindical
Numa ação articulada pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), as bancadas tucanas da Câmara e do Senado decidiram ontem apoiar a proposta das centrais sindicais, que reivindicam um salário mínimo de R$ 560, caso o partido não consiga aprovar o valor de R$ 600 defendido durante a campanha passada por seu candidato à Presidência, José Serra. Para Aécio, mais do que um plano B, essa aliança com as centrais poderá garantir uma reaproximação estratégica da oposição com o movimento sindical, aproveitando o primeiro embate público dele com o governo da petista Dilma Rousseff.
- Vamos defender o mínimo de R$ 600 até quando for possível. O que me preocupa é não termos um plano B. A base do governo é muito sólida. O mais provável é que vença a proposta do governo. Mas a chance da proposta das centrais sindicais prosperar é com o apoio da oposição - observou Aécio, após reunir em seu gabinete ontem representantes de quatro centrais sindicais e os principais líderes da oposição do Senado e da Câmara.
Na avaliação de Aécio, a aliança com as centrais sindicais poderá ajudar a oposição, hoje em minoria tanto na Câmara quanto no Senado, a pressionar o governo a abrir negociação não só como está acontecendo agora em relação ao salário mínimo, mas em relação a outros temas, como por exemplo o reajuste da tabela do Imposto de Renda:
- Na verdade, o PSDB tem de buscar, sempre que possível, o entendimento com movimentos da sociedade e sindicais. Tudo isso deve fazer parte da reorganização do partido. Independentemente do resultado objetivo da votação do salário mínimo, esse encontro reabre a nossa interlocução com as centrais sindicais.
Aécio conseguiu levar para o encontro com as centrais sindicais o líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), e outros colegas de bancada como Flexa Ribeiro (PA), Lúcia Vânia (GO), Mario Couto (PA) e Cícero Lucena (PB), além do líder tucano na Câmara, deputado Duarte Nogueira (SP), e do líder do DEM, deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (BA).
A expectativa dos tucanos é que o DEM, PPS, PV e até mesmo o PDT possam, num primeiro momento, apoiar a proposta do PSDB em favor de um mínimo de R$ 600, antes de se unirem em torno do valor defendido pelas centrais sindicais, de R$ 560.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Site Wikipedia faz um resumo do programa " Choque de Gestão" de Aécio Neves

Fonte: Wikipedia
O Choque de Gestão e o Estado para Resultados são apontados como os pilares de administração e planejamento das principais realizações do governo Aécio Neves. Entre estas realizações, o livro “Aécio – Os Anos que Mudaram Minas Gerais”, balanço de governo publicado pelo PSDB-MG, reivindica avanços em diversas áreas. Para os servidores públicos, o equilíbrio das contas do Estado se traduziu no fim da escala de pagamentos, regularização do 13º salário, pagamento de verbas retidas e implantação dos Planos de Carreiras.
O equilíbrio fiscal permitiu, também, que o Tesouro Estadual passasse a ter recursos para investimentos, bem como o acesso a financiamentos de organismos internacionais, até então vedados ao Estado devido ao déficit orçamentário.
Entre essse investimentos, na área de saúde listam-se a aplicação de R$ 470 milhões em obras físicas, equipamentos e capacitação de pessoal de 130 hospitais, de todas as regiões do Estado; a implantação do Programa Viva Vida de atenção a gestantes e recém-nascidos, que resultou na redução de 17% na mortalidade infantil e de 28,26% na mortalidade materna, entre 2003 e 2008; a implantação do Programa Saúde em Casa, que resultou na ampliação de 43% da população atendida pelo Programa Saúde da Família, realizado em parceria pelos governos federal, estadual e municipais; a ampliação da produção de remédios distribuídos gratuitamente de 250 milhões para 1 bilhão de unidades, passando de 43 para 135 itens ofertados.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Alkimin estuda implementar " Choque de Gestão" no modelo criado por Aécio Neves

Alckmin revê contratos de Serra e já estuda implementar ‘choque de gestão’ no modelo criado por Aécio Neves em Minas

Alckmin manda rever contratos de Serra

Fonte: Sérgio Roxo e Jaqueline Falcão – O Globo

Ordem do governador é passar o pente-fino e fazer a economia possível

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), determinou a revisão dos contratos assinados na gestão anterior, dos também tucanos Alberto Goldman e José Serra, para tentar reduzir custos. Medida semelhante fora adotada por Serra em 2007 ao suceder a Alckmin.
- Ele (Alckmin) pediu uma revisão de todos os contratos, passar o pente-fino e fazer a economia possível. Os secretários têm meta de reduzir 10% de seu custeio – afirmou o secretário de Gestão Pública, Júlio Semeghini, na posse ontem.
O foco da revisão serão contratos de serviços terceirizados, como segurança de prédios públicos, alimentação e limpeza. Esses compromissos têm custo anual para os cofres do governo e das empresas estatais paulistas de cerca de R$ 4,1 bilhões.
- Depois da folha de pagamento, serviços terceirizados são o principal custo da administração direta e indireta – disse Semeghini, que coordenará o trabalho de revisão.
O secretário de Gestão Pública minimizou a possibilidade de a medida gerar mal-estar com a equipe de Serra e disse que Alckmin não usou a palavra “auditoria”:
- A equipe anterior participa em grande parte deste governo. Eles estão participando dessa meta. Assim como no começo do governo Serra, quando foi feito isso, ninguém encarou dessa maneira (como desconfiança do trabalho). É natural. Em todo começo de governo se faz isso.
Semeghini lembrou que no começo do governo de Mário Covas, em 1995, foi possível reduzir em 20% o valor dos contratos em vigor.
- A cada ano tem melhorado bastante.
Alckmin também planeja implantar um programa de metas a serem cumpridas no governo. E espera contar com o trabalho do consultor Vicente Falconi, que orientou o “choque de gestão” do tucano Aécio no governo de Minas.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Aécio lutará pela reforma política e tributária!

Senador mineiro vai apresentar proposta de reformas política e tributária.
Adauri Antunes Barbosa, Cristiane Jungblut e Maria Lima
SÃO PAULO e BRASÍLIA. Político mais aplaudido na celebração da posse do governador Antonio Anastasia (PSDB), o ex-governador e senador eleito Aécio Neves (PSDB) prometeu fazer uma oposição "atenta e vigilante" ao governo da presidente Dilma Rousseff (PT), mas disse que espera o apoio de senadores da base do governo para construir uma agenda de reformas de interesse do país.

   - Como brasileiro, desejo a ela sorte em sua gestão, mas repito: não há governo forte sem oposição forte. Faremos uma oposição leal ao Brasil e aos brasileiros, mas vigorosa em relação às ações do governo - disse Aécio, acrescentando que deve concluir, em até dois meses, um esboço de uma agenda de reforma política e tributária do país, além de medidas que julga necessárias ao fortalecimento de estados e municípios.

   Aécio afirmou já ter mantido conversas com senadores da base da presidente e estar otimista em relação à construção das reformas, para que o Congresso não seja "caudatário de uma agenda de interesse exclusivo do Poder Executivo".

   - Isso apequena o Congresso e é o que tem acontecido ao longo dos últimos anos - afirmou.
   Perguntado a respeito da ascendência do presidente Lula sobre Dilma e a influência do petista no novo governo, Aécio disse esperar que o ex-presidente cumpra a promessa de ter um comportamento exemplar:

   - O presidente Lula disse algumas vezes que demonstrará na prática como deve agir um ex-presidente da República. Vamos aguardar e observar qual é a forma que ele compreende que seja a mais adequada.
   Aécio disse esperar que Minas não sofra discriminação por parte do governo federal. O tucano criticou a escolha do primeiro escalão do governo Dilma, por contar com apenas um representante de Minas Gerais, o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel (PT).

   - Como ele entra numa cota pessoal, vejo que do ponto de vista político Minas ficou excluída do atual governo - disse. 
Fonte: O Globo

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Aécio começa a jogar!

Coluna do Noblat
Ao anunciar nesta quarta-feira o secretariado de seu novo governo, que começa dia primeiro, o governador reeleito de Minas, Antônio Anastasia, não conseguiu evitar a impressão digital do ex-governador e agora senador eleito, Aécio Neves, na escolha dos nomes e na composição político-partidária que lhe dará sustentação na Assembléia Legislativa. São dez deputados, num total de 22 secretarias, algumas criadas para a ocasião, que representam nada menos de 19 dos 23 partidos que têm representantes no legislativo mineiro. Sobraram para fazer oposição o PT e o PC do B, além da metade da bancada de seis deputados do PMDB. Somando todos, serão 16 oposicionistas no meio de 61 governistas. Haja ânimo!
Ao se examinar com acuidade o novo secretariado é que se observa o dedo de Aécio como a guiar mão de Anastasia nessa verdadeira obra de engenharia política. Ele pinçou com a sutileza de relojoeiro, nome por nome, de tal forma que cada secretário com mandato parlamentar, ao ser escolhido, abre vaga para um colega que não se reelegeu ou para um outro que estréia na vida pública, dando a Anastasia essa folgada maioria na Assembléia e a Aécio a abertura para entendimentos com as legendas às quais pertencem – 19, não custa repetir.
O melhor exemplo dessa costura está no deputado estadual Wander Borges, presidente do PSB mineiro, prestes a perder o comando da sigla para o prefeito de Belo Horizonte Márcio Lacerda. Wander será secretário de Desenvolvimento Social graças à interferência a seu favor do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, após amável conversa com Aécio – por coincidência no período em que Eduardo levava de Minas um terço do investimento de R$ 10 bilhões que a Fiat faria no Estado, dinheiro este que será aplicado pela montadora italiana numa fabrica de carros em Pernambuco.
Assim como se diz que Lula montou boa parte do ministério de Dilma de olho em 2014, em Minas pode-se dizer o mesmo de Aécio em relação ao secretariado de Antônio Anastasia, sem qualquer desdouro para o governador, que joga afinadíssimo com seu antecessor. Como novidades desse novo secretariado, o retorno da ex-ministra Dorothéa Werneck à vida pública, como secretária de Desenvolvimento Econômico, e do deputado Edmar Moreira à Câmara Federal – o deputado do castelo, lembram? – que volta à Câmara na vaga do deputado Bilac Pinto (PR), guindado também ao secretariado mineiro.
Ninguém em Minas tem dúvida de que Aécio começou a jogar, dando o pontapé inicial nessa costura a que se dá o nome de “unidade mineira”, tal qual fez o avô em 82 ao assumir o governo do estado.

Carlos Lindenberg é comentarista político do jornal Hoje em Dia, da revista Viver Brasil e da Rádio Itatiaia, de Belo Horizonte.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Candidato de Aécio, Marcio Lacerda é eleito o melhor prefeito do Brasil!

Lacerda é apontado como o melhor prefeito de 8 capitais

Fonte: O Tempo

Pesquisa. Segundo levantamento do DataFolha, 54% da população aprova a administração do socialista

Prefeito de Belo Horizonte é mais bem avaliado do que Paes e Kassab

O prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB), foi o mais bem avaliado dentre os prefeitos de oito capitais, segundo pesquisa DataFolha, divulgada ontem. Realizado entre os dias 17 e 19 de dezembro, o levantamento apontou que 54% dos moradores da capital mineira consideram a gestão de Lacerda ótima ou boa e apenas 10% a consideram ruim ou péssima. A nota média dada a Lacerda, de zero a dez, foi 6,6.
O prefeito de Curitiba, Luciano Ducci (PSB), ficou em segundo lugar, com nota 6,5. José Fortunati (PDT), de Porto Alegre, recebeu 5,9 de nota da população, e Eduardo Paes (PMDB), prefeito do
Rio de Janeiro, 5,8. Todos os quatro estão em primeiro mandato. Em quinto lugar no ranking, vem o prefeito reeleito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), com nota média de 5,4.
“A pesquisa divulgada, naturalmente, me deixa muito feliz, porque é importante saber que o nosso trabalho tem sido aprovado pela maioria da população de Belo Horizonte”, declarou o prefeito Marcio Lacerda, por meio de sua assessoria.
De acordo com a nota, o levantamento favorável é resultado de uma parceria com os governos federal e estadual e com o Legislativo municipal. “A nossa responsabilidade, a partir de agora, passa a ser maior, porque queremos fazer cada vez mais e melhor na construção de uma Belo Horizonte para todos”.
Trajetória. Há dois anos, Lacerda foi eleito prefeito de Belo Horizonte a partir de uma aliança inédita entre PSDB e PT. O então governador Aécio Neves se aliou ao ex-prefeito da capital Fernando Pimentel (PT) para eleger o empresário, até então desconhecido. Este é o primeiro cargo eletivo de Marcio Lacerda. Em 2004, ele foi secretário de Desenvolvimento Econômico do governo de Aécio Neves.
Lacerda venceu o adversário Leonardo Quintão (PMDB) em segundo turno e foi eleito prefeito da capital em 2008 com 59,12% dos votos válidos. Ele herdou a prefeitura de Pimentel, que contava com 90% de aprovação e, em 2005, o petista foi eleito o melhor prefeito do mundo pelo site inglês Worldmayor.
Prefeito de BH supera o de Curitiba depois de oito anos
Na penúltima pesquisa DataFolha, que mede o índice de aprovação de prefeitos de capitais, divulgada em julho de 2010, o prefeito de Curitiba, Luciano Ducci (PSB), ficou em primeiro lugar com uma nota média de 6,5. Na época, Ducci teve 50% de aprovação e 5% de reprovação. Já o prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB), havia ficado em segundo lugar, com nota média de 6,3. Nos últimos oito anos, o então prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB) encabeçou o ranking. Ele se licenciou da prefeitura neste ano para se candidatar ao governo do Paraná, e Ducci assumiu seu posto há quatro meses.
Eduardo Paes (PMDB), do Rio de Janeiro, foi rebaixado da terceira para a quarta posição em seis meses, e Gilberto Kassab (DEM), prefeito de São Paulo, caiu da quarta para a quinta posição. (AFG)


Reeleição
Aliança. Interlocutores afirmam que o PSDB e o PSB já articulam a aliança para reeleger Lacerda em 2012. Nos bastidores, o PT de Pimentel pensa em reeditar a coligação de 2008.

Marca
Governo prioriza metas e resultados
Eleito em 2008, o prefeito de Belo Horizonte Marcio Lacerda (PSB) priorizou em seu programa de governo uma gestão compartilhada, aliada à inclusão social e ao equilíbrio financeiro. Sua equipe criou o programa “Metas e Resultados” que pontua projetos para 12 áreas de atuação. “Belo Horizonte é, hoje, uma referência de administração compartilhada. Temos um planejamento de curto, médio e longo prazos, onde metas e resultados estão projetados no cenário até 2030″, declarou Lacerda, por meio de nota.

A desburocratização da prestação de serviços também é marca de sua gestão. Um dos exemplos foi a criação do “BH Resolve”, uma central de atendimento pessoal instalada no centro de Belo Horizonte, que oferece mais de 600 serviços aos cidadãos.
Quanto à infraestrutura, o grande desafio de Lacerda são as enchentes, que todo ano causam mortes e prejuízos materiais. O mesmo acontece com o Anel Rodoviário. Após um decreto de calamidade pública baixado pelo prefeito, em 2009, o Executivo municipal está autorizado a fazer obras de correção e sinalização. A rodovia é de responsabilidade do governo federal. (AFG)
Saúde
Investimento. Na área da saúde, a construção do Hospital Metropolitano é uma das prioridades da prefeitura. Orçado em R$ 150 milhões, a previsão é que seja inaugurado em 2012.