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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Proposta do senador Antônio Anastasia regulamenta 'contrato de desempenho' no setor público






Em debate no Brasil desde os anos 90, o modelo gerencial de administração no setor público ainda depende de edição de lei regulamentadora para ser aplicado. Na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), começa a tramitar projeto (PLS 459/2016) com regras para normatizar o chamado “contrato de desempenho”, instrumento necessário para viabilizar o novo modelo de gestão. A proposta é do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG).

Por meio da Emenda Constitucional 19, de 1998, o modelo de administração gerencial ganhou amparo na Constituição. Pela emenda, órgãos e entidades da administração direta e indireta podem ter autonomia gerencial, orçamentária e financeira, mediante contrato firmado por seus administradores com o poder público que tenha por finalidade fixar metas de desempenho.

O objetivo da inovação constitucional foi permitir a implantação da gestão por resultados, buscando a agilidade e a eficiência na prestação dos serviços públicos, diante de avaliações apontando o esgotamento do clássico modelo burocrático de administração. A Emenda 19 prevê, contudo, a edição de lei para regulamentar o contrato de desempenho, norma ainda não criada.

“Com regulamentação do contrato de desempenho, o Congresso certamente dará um passo decisivo para a efetiva implementação da administração gerencial no Brasil, com relevantes ganhos de eficiência, economicidade e transparência na gestão pública”, acredita Anastasia.

O projeto, que chegou à CCJ no final de 2016, ainda não tem relator designado. Como a decisão na comissão será terminativa, se aprovado o projeto poderá seguir diretamente para análise na Câmara dos Deputados, a menos que haja recurso assinado por nove senadores para que a votação final no Senado seja em Plenário.

Conceitos

Pelo projeto, o contrato de desempenho equivale a acordo celebrado entre entidade ou órgão “supervisor” e outro que esteja na condição de “supervisionado”, por meio dos administradores, para estabelecimento de metas de desempenho, prazos de execução e indicadores de qualidade a serem alcançados.

Para o supervisionado, esse contrato será condição para que possa desfrutar de “flexibilidades e autonomias especiais”, como, por exemplo, o direito de receber e aplicar a seu critério receitas de fontes não orçamentárias, independentemente de prévia autorização na lei orçamentária.

O órgão supervisionado passa a dispor, ainda, de autonomia para promover o empenho integral (ato que precede a realização de um gasto) das despesas relacionadas à execução do contrato, sem ficar submetido a uma prévia autorização. No caso das estatais, bastará existir a dotação global para investimentos, cabendo à empresa fazer por si mesma o detalhamento de como serão aplicados os recursos.

No campo gerencial, o contrato poderá atribuir ao órgão supervisionado, durante sua vigência, autorização para a concessão de bônus financeiro para os servidores, vinculado ao desempenho, sem que o prêmio passe a fazer parte do salário.

Ainda pelo projeto, o contrato poderá ser rescindido por acordo entre as partes ou por ato do órgão supervisor diante de insuficiência injustificada de desempenho ou por descumprimento reiterado das cláusulas contratuais.

Histórico

Na esfera federal, com base em regras definidas em decretos, já existiram iniciativas de implementação de contratos de gestão. No entanto, as tentativas não foram adiante, devido a impugnações feitas pelo Tribunal de Contas da União (TCU). O entendimento é de que decretos e contratos só poderiam existir após a edição da lei regulamentadora.


Existe a possibilidade de celebração de um contrato de gestão entre o Poder Público e entidades privadas sem fins lucrativos que exercem atividade de interesse público. Sob o amparo da Lei 9.637/1998, as parcerias entre as partes podem ser feitas para fomento e execução de atividades de ensino, pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico, cultura, saúde e preservação do meio ambiente.

*Da Agência Senado

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Antonio Anastasia coordenará programa de Aécio Neves




Anastasia coordenará programa de Aécio Neves

Programa de Aécio terá coordenação de Anastasia




O governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB), será o coordenador do programa de governo que seu padrinho político, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), apresentará na campanha à Presidência. Aécio é hoje o único nome dos tucanos para disputar o Planalto. Anastasia, que deixará o Palácio da Liberdade no fim de março para disputar o Senado, deverá apresentar até o fim de junho o documento que norteará a proposta. "Se vier a ser eu o candidato, já que essa é uma decisão que o partido deverá tomar em março, o governador Anastasia assumirá a coordenação do programa de governo", disse Aécio ontem.
(...)
Folha de São Paulo

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Gov. Anastasia propõe piso salarial superior ao nacional

Governo propõe remuneração unificada para professores e paga acima do piso nacional

BELO HORIZONTE (21/11/11) - O Governo de Minas encaminha à Assembleia Legislativa de Minas Gerais, nesta terça-feira (22), nova proposta com diversas melhorias para a remuneração e para a carreira dos profissionais da Educação. As mudanças garantem que todos os professores e especialistas da Educação ganharão acima de R$ 1.122,00, para uma jornada de 24 horas semanais, ou seja, 57% proporcionalmente a mais do que o piso estabelecido pelo MEC, que é de R$ 1.187,00 para uma jornada de 40 horas semanais. Os professores e especialistas da Educação com licenciatura ganharão pelo menos R$ 1.320,00, ou 85% proporcionalmente a mais do que o piso nacional.
A nova proposta significará um impacto de R$ 2,1 bilhões na folha de pagamentos dos servidores da Educação. Além disso, a partir de 2012 começará a implantação do sistema de um terço da jornada semanal dos professores dedicada à atividades extraclasse.
"Essa proposta demonstra, mais uma vez, a disposição do Governo de Minas para encontrar formas de valorizar e melhorar a remuneração e a carreira dos profissionais da educação. Além disso, reafirma o compromisso com a qualidade da Educação no Estado e o respeito aos alunos, aos pais, aos professores e a toda a comunidade escolar", afirma o governador Antonio Anastasia.
A proposta do Governo de Minas prevê a criação de uma tabela de transição com aplicação proporcional do piso nacional no vencimento básico, levando em consideração os mesmos interstícios vigentes na tabela do subsídio (10% na vertical/escolaridade e 2,5% na horizontal/tempo de serviço).
As vantagens pessoais de professores e especialistas da Educação -- como quinquênios e biênios -- serão calculadas com base na tabela de transição e, imediatamente, incorporadas à remuneração única. Todos os servidores serão posicionados na tabela unificada. Os aumentos serão escalonados, em percentuais anuais, até 2015, observada a situação individual de cada servidor.
Valorização do professor
Nos últimos anos, o Governo de Minas adotou medidas que valorizaram os professores e profissionais da Educação. O quadro abaixo, que detalha os gastos com pessoal da Educação, ilustra esse esforço:
A nova proposta do Governo de Minas é mais um passo na valorização do trabalho dos profissionais da Educação. O impacto financeiro, até 2015, na folha de pagamentos do Estado será de R$ 9,8 bilhões, considerando os aumentos escalonados ano a ano.  Isso significa um aumento de 58% da folha em relação a dezembro de 2010 e de quase 200% em relação a 2003. É o máximo que o Governo pode autorizar, considerando a Lei de Responsabilidade Fiscal e as disponibilidades orçamentárias do Tesouro Estadual.

http://aeciolider.blogspot.com.br/

sábado, 16 de julho de 2011

Aécio : "Anastasia prioriza as áreas mais pobres de MInas"

Aécio Neves comemora novos incentivos para empresas e empregos na Área mineira da Sudene

Senador Aécio Neves comemora novos incentivos para empresas e empregos na Área mineira da Sudene
"O que vemos hoje é o Governo do Estado tratando o Norte e os Vales do Jequitinhonha e do Mucuri com a dignidade e o respeito que merecem, e o governo federal virando as costas para essa região", diz Aécio.
O senador Aécio Neves elogiou, nessa sexta-feira (15), o projeto de lei do governador Antonio Anastasia que cria linhas de crédito e incentivos tributários para empresas que se instalarem no Norte de Minas e nos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri. Aécio Neves disse que, ao contrário do governo federal, a iniciativa demonstra que o governo de Minas vem priorizando, há nove anos, a área mais pobre do Estado, investindo ali três vezes mais por habitante do que no restante do estado.
"O governador Anastasia dá sequência àquilo que acreditamos vital para o governo do Estado. Priorizar a nossa região da Sudene. O Norte de Minas, o Vale do Jequitinhonha e o Vale do Mucuri devem ter instrumentos para alcançar o nível de desenvolvimento das outras regiões do Estado", disse.
O senador destacou que o projeto anunciado por Anastasia mostra a diferença entre a ação do governo de Minas e a do governo federal, que vetou a emenda proposta por ele pela inclusão dos municípios mineiros da área da Sudene no conjunto de benefícios fiscais concedidos a Pernambuco pela Medida Provisória 512.
"O que vemos hoje é o Governo do Estado tratando o Norte e os Vales do Jequitinhonha e do Mucuri com a dignidade e o respeito que merecem, e o governo federal virando as costas para essa região. Criamos mecanismos para que alguns fornecedores pudessem vir para Montes Claros, para o Norte de Minas e para os nossos Vales. Infelizmente, o governo do PT vetou esses benefícios. O governador Anastasia faz o inverso. Prioriza com esse projeto essa região, cria quase que uma nova Sudene, estadual, permitindo que continue a haver investimentos como os da Alpargatas", declarou Aécio.
Investimentos anunciados na região já geram mais 32 mil empregos
A empresa Alpargatas anunciou, este mês, que irá instalar uma fábrica de sandálias Havaianas em Montes Claros, no Norte de Minas. Também foram anunciados este ano a implantação de uma unidade de exploração de minério de ferro da Vale, em Porteirinha, enquanto o município de Chapada Gaúcha receberá a implantação de uma indústria de beneficiamento de borracha da Imbó Beneficiamento. Esses projetos representam R$ 785 milhões em investimentos gerando mais de 32 mil empregos diretos e indiretos.
"Em 2011, já foram quase 32 mil empregos entre diretos e indiretos gerados nessa região. O que estamos sinalizando é que é fundamental que, assim como o Governo do Estado vem fazendo, o governo federal compreenda que essa região não pode sair do mapa. Felizmente, o governador Anastasia tem demonstrado a sensibilidade que nós, ao longo dos últimos 8 anos, também havíamos demonstrado, ao fazer com que para cada R$ 1 investido no restante do Estado, fossem investidos R$ 3 nessa região. No ProAcesso, nos investimentos na saúde, na educação de melhor qualidade", lembrou o senador.
Sudene Mineira
O projeto que o governador Anastasia encaminhará à Assembleia Legislativa incentiva o crescimento das regiões Norte de Minas, Vale do Jequitinhonha e Vale do Mucuri por meio da criação de linhas de crédito com recursos do Fundo de Equalização do Estado de Minas e do Fundo de Incentivo ao Desenvolvimento (Findes). Além disso, serão estabelecidas condições tributárias diferenciadas, beneficiando empresas que se instalarem nas regiões. Os 165 municípios dessa região integram a Área Mineira da Sudene.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Proposta de Anastasia pondo fim às pensões é analisada hoje

Notas de Minas: Proposta de Anastasia pondo fim às pensões é anali...: "Pensão a ex-governadores . A Comissão de Fiscalização Financeira da Assembleia Legislativa analisa hoje parecer sobre emenda ao projeto de l..."

terça-feira, 12 de abril de 2011

Anastasia no combate duro à tortura de presos

Notas de Minas: Anastasia no combate duro à tortura de presos: "Em MG, indenização para vítimas. Entre o início de 2008 e o primeiro semestre de 2010, a ouvidoria do sistema penitenciário de Minas registrou..."

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Anastasia e deputados saem em defesa de kit anti-homofobia

Notas de Minas: Anastasia e deputados saem em defesa de kit anti-h...: "As declarações feitas pelos deputados Vanderlei Miranda (PMDB) e João Leite (PSDB), no plenário da Assembleia Legislativa, afirmando que os ..."

Crescimento de Minas é quase o dobro ao do Brasil

Notas de Minas: Crescimento de Minas é quase o dobro ao do Brasil: "Indústria mineira mantém ritmo e cresce 10,18%. A atividade industrial no Estado continua em ritmo de crescimento. É o que aponta pesquisa de ..."

terça-feira, 29 de março de 2011

Trabalho de Anastasia na saúde pública de Minas é reconhecido por Dilma

Minas é referência

A presidenta Dilma Rousseff afirmou que escolheu Minas Gerais para lançar o programa por reconhecer os avanços registrados por Minas na área da saúde. Dilma parabenizou o governador pelos resultados do Viva Vida, projeto que tem os mesmos objetivos do Rede Cegonha, e afirmou que os programas lançados em Minas dão certo e se tornam referência para todo o Brasil.
“Escolhi o lançamento do Rede Cegonha em Minas Gerais por reconhecer que aqui muitos avanços ocorreram na área de Saúde. Não é só Brasília que merece lançamento, mas todos os 27 estados da federação. Começo por Minas, porque Minas tem uma característica. De uma certa forma, sempre fomos o coração do Brasil. E onde se lança um programa em Minas Gerais, ele dá certo e vira exemplo para todo o Brasil”, afirmou a presidenta.
O Viva Vida recebeu investimentos de R$ 129,5 milhões, aplicados em 700 municípios mineiros. Atualmente, 24 Centros Viva Vida estão em funcionamento. Até 2014, outras 37 unidades estarão prontas para oferecer atendimento especializado em reprodução e sexualidade para mulheres e gestantes. O programa realizou mais de 2 milhões de mamografias e dobrou o número de UTIs neonatais.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Reunião de Anastasia com bancada de Minas em Brasília marca uma nova época

Notas de Minas: Reunião de Anastasia com bancada de Minas em Brasí...: "Que esse seja o início de uma ação conjunta em prol de MGNós, mineiros, temos diversas características às quais não abrimos mão: acolhedores..."

sexta-feira, 25 de março de 2011

Antonio Anastasia : STF decidiu, está decidido

Notas de Minas: Antonio Anastasia : STF decidiu, está decidido: "Decisão do STF provoca dança de cadeiras entre os mineirosO entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a não-validação da Lei da F..."

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Anastasia em busca da transparência estabelece para Minas metas e Govêrno por resultados!

Antonio Anastasia estabelece metas em março
Depois de conhecer o trabalho feito nos últimos oito anos, secretários ajudarão a definir ações para até 2014
Humberto Santos / Hoje em Dia
O governador Antonio Anastasia (PSDB) vai estipular até março as metas que sua equipe deve cumprir nos próximos quatro anos. Com uma renovação grande no comando das pastas e um time que mescla técnicos e políticos, o prazo de três meses se faz necessário para que os novos secretários possam conhecer o trabalho desenvolvido nos últimos oito anos. Os novos titulares das secretarias também vão poder avaliar as ações e incluir sugestões para serem incorporadas às metas.
"Estamos esperando que os novos secretários participem do estabelecimento dessas metas. No primeiro momento porque ele compartilha da elaboração do seu indicador e se torna corresponsável. E poderá ser cobrado de maneira mais efetiva", explica o governador.
O titular do recém-criado Escritório de Prioridades Estratégicas, Tadeu Barreto, explica que os secretários estão conhecendo e avaliando as ações e o plano de governo para propor avanços em cada área. "Será feito um processo de construção coletiva para uma nova carteira de programas estruturadores", diz.
Anastasia afirmou que os objetivos traçados pelo governo são "físicos e de resultados". O tucano já adiantou algumas dessas metas após a reunião com o secretariado. "Na área de educação, vamos criar um programa novo que é o Professor da Família. Na área da saúde, compondo a redução do índice de mortalidade infantil. Vamos continuar exigindo das unidades prisionais, a redução cada vez maior de motins e rebeliões nas unidades. Vamos exigir da Secretaria de Defesa Social a queda dos índices de homicídios", disse, sem detalhar as propostas.
Outra meta que será dada à equipe é a integração entre as pastas. O governador entende que para cumprir os compromissos assumidos durante a campanha, todos devem trabalhar em conjunto.
Na primeira reunião com os secretários, o governador apontou a missão de cada um deles e deixou claro que a solução para vários problemas do Estado dependem dos esforços conjuntos da pastas. A secretária de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena, afirmou que a gestão terá como foco a "cooperação e o comprometimento" da equipe.
"Uma marca para os próximos quatro anos é a geração de empregos. Isso se faz com desenvolvimento econômico e social, e perpassa várias outras secretarias, como Cultura e Turismo. Para (haver a geração de emprego) é necessário que haja uma ampla coordenação, comprometimento e harmonia entre todos os secretários", disse Vilhena após a reunião.
A secretária de Planejamento e Gestão explica que as metas traçadas para os secretários são anuais, mas que a avaliação será constante. "Fazemos semestralmente a reunião da comissão de avaliação, mas, nesse período, a Secretaria de Planejamento reúne-se com cada secretaria, para fazer o acompanhamento periódico dessas metas", diz Vilhena.
O Escritório de Prioridades Estratégicas terá o papel de auxiliar as secretarias para garantir o cumprimento das metas. A pasta, com status de secretaria, vai continuar analisando as ações empreendidas pelo Estado e produzindo relatórios e indicadores. Esses índices vão servir para avaliar o trabalho realizado pelos secretários.
Além disso, a pasta vai auxiliar as secretarias a atingirem seus resultados. A assessoria só será prestada para as pastas que tiverem ações determinadas como prioridades pelo governador. Barreto adianta que as áreas de Saúde, Educação e Trabalho terão o auxílio do Escritório. "Nós vamos contribuir com os planos, mas quem vai executar são as secretarias", afirma Barreto.
A responsabilidade de cobrar o cumprimento das metas continua com a Secretaria de Planejamento e Gestão.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Subsecretaria da Transparência a arma de Anastasia contra a corrupção em Minas.

Uma subsecretaria contra a corrupção

Fonte: Luiz Riberio – Estado de Minas

Novo governo

Reforma administrativa de Anastasia vai criar órgão de transparência para fiscalizar atos em todos os níveis do governo e combater irregularidades na gestão dos recursos públicos
Luiz Ribeiro
O governo de Minas Gerais terá um órgão voltado exclusivamente para garantir a transparência na gestão pública, reforçando as ações em defesa do patrimônio público e de combate à corrupção. A criação da Subsecretaria da Transparência será uma das inovações que serão feitas pelo governador Antonio Anastasia (PSDB) no seu segundo mandato.
Conforme apurou o Estado de Minas, a subsecretaria vai integrar a Controladoria-Geral do Estado (CGE), ligada diretamente ao gabinete do governador e que terá status de secretaria. O novo órgão vai atuar, ao lado da Subsecretaria da Correição, no controle interno, no combate à corrupção em todos os níveis da administração estadual e às irregularidades na gestão dos recursos públicos. Será ainda responsável pela divulgação dos atos de governo.
O detalhamento do papel da CGE e das subsecretarias vai constar em uma das leis delegadas queAnastasia edita nos próximos dias, se valendo de projeto aprovado pela Assembleia Legislativa em dezembro que dá ao governador poderes para alterar órgãos da administração direta e indireta, por meio da criação, fusão e extinção de secretarias, mudanças nas atribuições e nas remunerações de funcionários que ocupam cargos de confiança. A reforma administrativa poderá ser feita até o dia 31.
A CGE terá como titular o procurador do estado Moacyr Lobato, que no mandato anterior respondia pela Secretaria de Defesa Social. Ela deverá funcionar nos mesmos moldes da Controladoria-Geral da União (CGU), que alcançou grande visibilidade em nível nacional por introduzir uma série de ações para a defesa do patrimônio público e fortalecimento da transparência na esfera federal. Por intermédio da CGU foram apuradas denúncias de malversação do dinheiro público, que resultaram em prisões dos envolvidos em operações realizadas pela Polícia Federal em todo o país.
A CGU também atuou na investigação no combate a esquemas de corrupção, como o do Máfia das Ambulâncias, que contou com a participação de parlamentares e prefeitos, desviando recursos destinados à saúde, por meio de emendas inseridas no Orçamento da União. A CGE vai absorver também as atividades da Auditoria-Geral e da Ouvidoria-Geral, que, até então, funcionavam como órgãos independentes e vão deixar de existir.
GASTOS Atualmente, o governo do estado assegura o acesso dos cidadãos a informações sobre sua movimentação financeira e aplicação dos recursos públicos no portal www.transparencia.mg.gov.br . Todos os dados sobre as contas do estado são abertos para consulta. De acordo com o portal, em 2010, Minas Gerais alcançou uma arrecadação total de R$ 46,3 bilhões, com as despesas totais somando R$ 44,4 bilhões. A dívida pública do estado está em R$ 3,3 bilhões. Ainda conforme as informações liberadas na internet, as despesas do estado com pessoal no ano passado totalizaram R$ 20,5 bilhões.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Anastasia na posse diz que terá uma boa relação com Dilma Rousseff

O governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB), tomou posse na tarde deste sábado (1º) e prometendo emprego e desenvolvimento social no Estado.
O afilhado político de Aécio Neves, ex-governador e atual senador eleito por Minas, disse que a meta será uma das prioridades da sua gestão.
“Nosso governo foi montado e concebido para isso, para termos em Minas mais empregos de qualidade. E é claro que com empregos de mais qualidade, as outras políticas públicas também terão grande reforço, especialmente educação, segurança e saúde. Vamos continuar trabalhando para que as políticas sociais (do Estado) se tornem mais uma vez referência no Brasil”, disse Anastasia, durante coletiva dada à imprensa antes da cerimônia de posse, realizada na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.
O tucano deixou claro que a gestão assumida será uma continuidade da administração do ex-governador Aécio Neves, que ficou à frente do Executivo por 8 anos.
Ele citou programas adotados por Aécio como o “choque de gestão” e “Estado para resultados” como medidas que “colocaram as contas do Estado em dia” e “apresentaram resultados objetivos à população”.
“A população mineira gostou e aplaudiu esses dois movimentos. Agora, nesta terceira etapa, nós vamos para a gestão para a cidadania. Que significa uma preocupação cada vez maior com o mineiro e com o cidadão para que as políticas públicas possam chegar em todas as regiões mineiras e possamos diminuir as desigualdades que ainda existem”, disse.
O recém-empossado disse estar “emocionado” com a entronização no cargo por ser “um funcionário público de carreira”, dando a entender que o ápice foi alcançado com a eleição para o cargo.

Dilma Rousseff

Anastasia disse esperar que a relação com a presidente Dilma Rousseff seja “a melhor possível”.
“A presidente Dilma é mineira. Certamente fará um bom governo e terá muito respeito pela federação brasileira. O fato de sermos governadores da oposição, e somos muitos, isso não significará nenhuma modificação da relação administrativa entre o governo federal e os governos estaduais, como aconteceu com o presidente Lula e o governador Aécio Neves e os demais governadores de oposição”, explicou.
Questionado se a posse havia sido marcada de “propósito’ para coincidir com a posse de Dilma Rousseff, em Brasília (DF), Anastasia afirmou que a cerimônia local já estava marcada “muito antes”.
“Essa data foi marcada antes mesmo da eleição da presidente, que foi em 2º turno, enquanto a minha foi em 1º turno”, salientou o governador.
Durante seu discurso, Anastasia criticou a carga tributária do país, "uma das mais altas do mundo", e cobrou austeridade nos gastos públicos. Ao final, ele agradeceu a Aécio Neves, que não estava presente no local.
Após a cerimônia na assembleia, está previsto evento de comemoração da posse no Palácio da Liberdade, ex-sede do governo estadual.
Fonte: Folha / Poder

sábado, 25 de dezembro de 2010

Os melhores governadores do Brasil!

SILVIO NAVARRO
DE SÃO PAULO
Reeleito com o maior percentual de votos válidos (82,84%) nas eleições, o pernambucano Eduardo Campos (PSB) é o governador mais bem avaliado do país, segundo pesquisa Datafolha realizada em oito Estados e no Distrito Federal.
De acordo com o instituto, a nota média atribuída a Campos pelos moradores de Pernambuco foi de 8,4. É a maior nota obtida por ele desde novembro de 2007. Na rodada anterior, em julho, ele marcou 7,7.
O pernambucano, que também é presidente do PSB, também alcançou a maior taxa de aprovação (ótimo e bom), com 80%. Em julho, esse índice era de 62%.
O ranking do Datafolha usa como critério a nota média de cada governador numa escala de zero a dez. O critério de desempate é o índice de popularidade, que avalia percentuais de aprovação e reprovação.
Em segundo lugar na lista aparece outro governador reeleito, no primeiro turno, pelo PSB, o cearense Cid Gomes. Ele conquistou 61,27% dos votos nas eleições.
Gomes teve nota média de 7,6 e aprovação de 65%.
O terceiro colocado é o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), também reeleito, com 63,83% dos votos. Ele teve nota média de 7,3 e aprovação de 60% dos baianos.
Sucessor de Aécio Neves (PSDB) em Minas Gerais, o tucano Antonio Anastasia inicia novo mandato com nota 7,1. Ao herdar o governo, pouco antes das eleições, sua nota era 6,2.
Sérgio Cabral (PMDB), no Rio de Janeiro, teve nota 6,8. Antes de iniciar a campanha para renovar o mandato, marcava 6,3.
A pesquisa foi feita de 17 a 19 de novembro, com 11.281 eleitores, em 421 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
DE SAÍDA
Outros quatro governadores que entregam o cargo no final do mês também foram avaliados. Todos eles tiveram oscilações positivas em suas notas.
A nota de Orlando Pessuti (PMDB), do Paraná, foi 6,4 --era 6,3 na sondagem passada.
O PMDB deixará de administrar o Estado após oito anos da gestão de Roberto Requião, eleito senador.
Em seguida, aparece o tucano Alberto Goldman, com 5,8, com discreta melhora em relação à anterior --5,7.
Substituto de José Serra (PSDB), que perdeu a disputa à Presidência, Goldman negocia nos bastidores um cargo na futura gestão de Geraldo Alckmin (PSDB).
Em São Paulo e no Paraná, houve alto percentual de eleitores que disseram não saber avaliar as gestões: 29% e 28%, respectivamente.
A penúltima colocação ficou com a gaúcha Yeda Crusius (PSDB), nota 5,1, que teve o maior índice de rejeição da lista: 31%, superior, inclusive aos 29% de aprovação. Yeda não se reelegeu.
No rodapé do ranking aparece Rogério Rosso (PMDB), do Distrito Federal, que assumiu o cargo após turbulenta crise que derrubou o governo José Roberto Arruda, no chamado escândalo do mensalão do DEM. A nota dele foi 4,9.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Menos diagnósticos e mais ação pede Anastasia ao Governo Federal!


SÃO PAULO (01/12/10) - O governador Antonio Anastasia defendeu, nesta quarta-feira (1º), na abertura do 5º Encontro Nacional da Indústria, em São Paulo (SP), a superação dos obstáculos que impedem o país de avançar. O encontro, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), tem como objetivo discutir os principais gargalos da economia brasileira que precisam ser enfrentados e os desafios das empresas brasileiras no mercado global.
Para o governador Antonio Anastasia, os principais entraves da economia brasileira estão na educação, na infraestrutura, no meio ambiente e na tributação. Ele defendeu que, para superá-los, é preciso menos discurso e debate ideológico e mais ação para que a economia brasileira se fortaleça e crie condições de gerar empregos de qualidade.
"Os gargalos da infraestrutura passam a lançar sobre nós um temor muito forte e, por isto, temos que reverter esse quadro com menos discurso e mais ação. Menos debate ideológico, mais governança. Menos resistências às ideias novas e mais parcerias entre os setores dos segmentos", disse o governador Antonio Anastasia, em seu pronunciamento para empresários e políticos presentes ao evento.
Reformas
O governador de Minas Gerais também defendeu o imediato avanço nas reformas política, tributária e previdenciária, aproveitando o ambiente que é favorável nos diversos setores da sociedade brasileira.
"As resistências não podem criar obstáculos intransponíveis para a realização das reformas tão necessárias, quer política, tributária, previdenciária, que são reclamadas há décadas. Parece que temos o ambiente favorável em todas as suas esferas, empresarial, nas universidades, na mídia, todos clamando por essa necessidade", disse Anastasia.
Para o governador mineiro, o atraso nas reformas são um dos fatores que fizeram com que nações com menos condições que o Brasil em capital humano e insumos, com dificuldades adversas de clima e de riquezas naturais avançassem mais nos últimos anos.
Para Anastasia, há no Brasil uma enorme dificuldade em superar esses pequenos obstáculos, que impedem o crescimento pleno da economia brasileira, que não precisa mais de diagnósticos, e sim, de ações.
"O que se precisa não é mais diagnósticos para os problemas, não é só a vontade de superá-los, mas sim um plano de ação efetivo, concreto. E mais do que isto, a vontade de quebrarmos pequenos privilégios que representam uma resistência cultural às mudanças extraordinárias. Assim ocorre na Previdência, na burocracia, no Judiciário, nos segmentos empresariais, nos governos, nos sindicatos, nas universidades", exemplificou.
Geração de empregos
Para o governador mineiro, só quebrando esses entraves é que o Brasil vai conseguir avançar e ter uma indústria mais competitiva. E, na sua avaliação, a criação de empregos de qualidade, baseada na valorização do produto nacional, deve ser uma obsessão para qualquer governante.
"Uma política econômica que valoriza o produto nacional, dentro de parâmetros necessários para que tenhamos sempre o fim daquele pavoroso dragão da inflação e tenhamos o que é mais importante em uma nação, que é a geração de empregos de qualidade. Essa deve ser sempre a maior obsessão de qualquer governante. E quem gera emprego de qualidade não é o poder público, o estado, não é o município, quem gera emprego são os senhores, o mercado produtivo", disse Anastasia aos empresários.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Antonio Anastasia em São Paulo pede votos para José Serra!

Anastasia se reúne com empresários em SP e pede votos a Serra

LEANDRO CESARONI
Direto de São Paulo

O candidato reeleito ao governo do Estado de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB), esteve em São Paulo nesta segunda-feira (25) e participou de um almoço-debate com presidentes de diversas empresas para discutir "ética e eficiência na gestão pública".

Anastasia não esteve imune, porém, a perguntas relacionadas às eleições presidenciais, envolvendo seu aliado tucano José Serra e a adversária petista, Dilma Rousseff. Indagado pelo presidente da Nestlé, Ivan Zurita, sobre quais eram os pontos fortes de capacidade de gestão dos candidatos à presidência, Anastasia respondeu: "Serra sempre teve preocupação fundamental com resultados. No governo federal atual, a gestão é considerada uma aberração".

O governador de Minas Gerais não deixou de alfinetar a campanha de Hélio Costa (PMDB), seu principal adversário no primeiro turno das eleições, e aproveitou para pedir votos a Serra: "em Minas Gerais, houve por parte de nossos adversários (Hélio Costa) uma campanha muito veemente, no sentido que só poderiam votar nele porque a candidata do lado dele (Dilma Rousseff) já estaria eleita presidente e seria ilógico ter um governador de um partido adversário, o que é um absurdo, mas, já que eles querem assim, se o governador de Minas Gerais é do PSDB, então, que votem agora no candidato à presidência do PSDB".

Indagado sobre qual seria a relação dele com Dilma Rousseff, caso ela fosse eleita presidente, Anastasia declarou: "para nós, será muito melhor a vitória de José Serra, por razões de identidade, de processo, de valores e pelos compromissos que ele já fez com Minas Gerais, mas, se por ventura, não ocorrer isso, e vencer a candidata oficial, do governo federal, acredito que teremos uma relação respeitosa, federativa".

Gestão pública

Antonio Anastasia expôs, no almoço-debate, a importância da atrelação da ética e eficiência na gestão pública dos Estados. "Ética e eficiência são irmãs siamesas", definiu.

O governador defendeu mudanças na cultura, no comportamento e na mentalidade das pessoas, como principains fatores na conquista da ética e eficiência na gestão pública. "É possível, através da inteligência dos brasileiros, uma mudança em todos os órgãos inerentes ao poder público".
Mesmo discorrendo sobre propostas para ética e eficiência no país, Anastasia voltou a "fazer campanha" para o tucano José Serra: "acredito que para termos um Brasil mais eficiente e ético, Serra está muito mais preparado"

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Com liberdade e transparência, Antonio Anastasia tem artigo publicado na Folha de São Paulo !

"Convergência e afirmação de Minas" - artigo de Antonio Anastasia (Folha de S.Paulo)

No centro da inovação do nosso modelo está a ideia-força da gestão de qualidade, com planejamento rigoroso e qualidade nos gastos públicos ANTONIO ANASTASIA

Folha de S.Paulo (29/09/2010) - A ampla aliança que se formou em Minas em apoio ao nosso projeto político não nasceu ontem, apenas para atender a urgência ou as circunstâncias da disputa eleitoral em curso. Não é fruto de intervenções de cúpula, vetos partidários ou imposições travestidas de entendimento, para atender a interesses estranhos a Minas e que nada têm a ver com a vida dos mineiros.

A nossa aliança resulta de grande convergência em torno de um governo sério, solidário, ousado e transformador, que conquistou, nesses últimos anos, com Aécio Neves à frente, a maior aprovação de toda a nossa história, e que agora, se assim os mineiros decidirem nas urnas, terei o desafio de continuar e fazer avançar ainda mais.

Nesse tempo, firmamos parcerias com todos os governos, principalmente com o governo federal, sem qualquer constrangimento político; governamos com todas as prefeituras, mesmo as que estão sob a responsabilidade de prefeitos de oposição; e soubemos compartilhar trabalho, recursos e esforços com múltiplos segmentos da nossa sociedade organizada.

Por isso avançamos tanto.

O amplo reconhecimento sobre a gestão de Minas é ainda mais substantivo porque está respaldado por instituições e autoridades que não estão no nosso campo político. O governo federal, por exemplo, reconheceu a excelência da educação pública de Minas, quando posicionou o Estado em 1º lugar em educação básica, segundo o Ideb.

Na área de assistência social, o ministério de Patrus Ananias apontou Minas como o Estado líder na implantação do Sistema Único de Assistência Social, enquanto o ranking nacional existiu. Diversas unidades da Federação buscaram aqui ideias e projetos inovadores, testados e aprovados, como solução para antigos problemas ainda renitentes Brasil afora.

No plano internacional, fomos o único Estado subnacional do mundo convidado a apresentar o nosso modelo de gestão na reunião anual de governança do Banco Mundial.

No centro da inovação do nosso modelo está a ideia-força da gestão de qualidade, com planejamento rigoroso, austeridade fiscal, qualidade nos gastos públicos; ação integrada e efetivo controle de resultados. O ponto de chegada nunca foi outro se não o de governar para melhorar a vida das pessoas. Por isso, nesse período, tiramos o compromisso com a equidade do papel e do discurso e investimos três vezes mais por habitante nas regiões mais pobres. Os investimentos em educação cresceram 277%; em segurança, 500%; em saúde, 732%. A pobreza caiu 46%; a mortalidade infantil, 22%; e a desnutrição caiu pela metade.
Estamos tirando do isolamento mais de 200 cidades ainda ligadas por estradas de terra; o saneamento subsidiado alcança comunidades que nunca contaram com a efetiva presença do Estado; a energia alcança todo o interior, as localidades mais distantes; a telefonia celular não é mais privilégio apenas das grandes cidades.

A economia mineira cresceu quase sempre acima da média nacional e geramos proporcionalmente mais empregos que a média brasileira. Já alcançamos cinco das oito metas do milênio. E o Ipea projeta que vamos erradicar, três anos antes do país, a pobreza extrema.

Esses são resultados de governo e projeto que têm os pés no presente e preparam o futuro sem se afastar, um só instante sequer, dos nossos valores e da nossa história. Tenho convicção de que esta Minas autônoma, altiva e próspera, senhora do seu destino, pode contribuir muito mais com a construção do Brasil do nosso tempo.

ANTONIO ANASTASIA, 49, advogado, é governador de Minas Gerais e candidato à reeleição pelo PSDB.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

De forma transparente, Anastasia cresce 7 pontos sobre Hélio Costa

Anastasia abre sete pontos sobre Hélio Costa

Isabella Souto - Estado de Minas
Juliana Cipriani - Estado de Minas
A 13 dias das eleições, o governador Antonio Augusto Anastasia (PSDB) assumiu a liderança na disputa pelo Palácio da Liberdade e estaria reeleito, em primeiro turno, se o pleito fosse hoje. Nova rodada de pesquisa do Instituto EM Data, realizada entre o dia 19 e 21, revela que o tucano tem 40% das intenções de votos - sete pontos percentuais à frente de seu principal adversário, o senador Hélio Costa (PMDB), que recebeu 33% das citações. Ainda é grande, no entanto, o percentual de quem ainda não sabe em quem vai votar: 16%. Outros 7% não responderam ao questionário ou não votarão em nenhum dos candidatos apresentados.
Conforme o novo levantamento, o governador Anastasia passou de 32% em pesquisa feita no fim de agosto para 40% das intenções de voto. Já Hélio Costa, que tinha 39% da preferência na última rodada, caiu para 33%. A margem de erro é de três pontos para mais ou para menos. Todos os demais candidatos somaram apenas 2% das intenções de voto. Os únicos que pontuaram foram o deputado federal José Fernando Aparecido Oliveira (PV) e a professora Vanessa Portugal (PSTU), apontados com 1% cada.
Levando-se em conta apenas os votos válidos - excluídos os brancos e nulos -, Anastasia estaria reeleito com 52% dos votos, seguido de Hélio Costa com 43%. Os demais concorrentes somaram 5%. Na pesquisa espontânea, em que não são citados os nomes dos candidatos, Anastasia também aparece como favorito, com 26%, enquanto Costa tem 19%.
A virada no quadro de sucessão no estado pode ser atribuída, segundo o diretor do Instituto EM Data, Adriano Cerqueira, ao aumento do nível de conhecimento de Anastasia, combinado com a vinculação de seu nome ao governo mineiro, que tem altos índices de aprovação pelo eleitorado. "Aumentou o conhecimento do Anastasia pelo eleitor. A campanha eleitoral está funcionando. A candidatura dele está associada à boa avaliação do governo e do ex-governador Aécio Neves, que tem se mostrado um padrinho à altura, neutralizando o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Hélio Costa", afirmou.
Para o diretor do EM Data, não está garantida uma eleição em primeiro turno. O comportamento do grande número de indecisos pode levar ou não o pleito para uma decisão em duas etapas. "Os indecisos é que vão decidir se levam o Hélio Costa para o segundo turno ou se garantem a vitória de Anastasia no primeiro", disse.
Metodologia
O Instituto EM Data ouviu 1,1 mil eleitores de 51 cidades mineiras entre o dia 19 e 21. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) com o número 73.763/2010 e recebeu o número 31.374/2010 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O levantamento contou com a consultoria técnica da Giga Consultoria Ltda.

sábado, 11 de setembro de 2010

Antonio Anastasia está com empate técnico com Hélio Costa ! Minas comemora !

Anastasia cola em Hélio Costa e disputa em MG tem empate técnico

Pesquisa mostra candidato do PMDB com 39% da preferência. Tucano tem 36%
Do R7
O governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB), continua a subir nas pesquisas de intenção de voto e colou do adversário Hélio Costa (PMDB), que lidera a disputa.
Segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (11), o tucano chegou a 36% da preferência do eleitorado. Costa se mantém à frente, com 39%, mas com a margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os adversários estão tecnicamente empatados.
Costa oscila entre 37% e 41%, e Anastasia, entre 34% e 38%. No levantamento anterior, o candidato do PMDB tinha 40%, contra 35% do adversário tucano.
Edilson Nascimento (PTdoB), Zé Fernando Aparecido (PV), Professor Luiz Carlos (PSOL), Vanessa Portugal (PSTU) e Fabinho (PCB) aparecem com 1% cada. O candidato do PCO, Pepê, que teve a candidatura indeferida pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral), não chegou a pontuar.
Votos brancos e nulos somaram a 5%. O índice de eleitores indecisos chegou a 16%.
Em um possível segundo turno porém, a vantagem de Hélio Costa aumenta. O candidato do PMDB teria 47%, e Anastasia ficaria com 39%.
O Datafolha ouviu 1.685 eleitores entre os dias 8 e 9 de setembro. A pesquisa foi registrada no TRE de Minas Gerais com o número de protocolo 69.732/2010.