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sexta-feira, 27 de abril de 2012

Aécio Neves : "Serra poderá vir a ser a alternativa do PSDB"


Aécio Neves : Líder da oposição
Senador Aécio Neves 




Serra pode ser candidato em 2014 mesmo se for eleito em SP, diz Aécio

FÁBIO BRANDT
DE BRASÍLIA

Para o senador Aécio Neves (PSDB-MG), o ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB) pode ser candidato a presidente da República em 2014 mesmo se for eleito prefeito de São Paulo em 2012. "As circunstâncias lá na frente podem demonstrar que ele [Serra] é a grande alternativa para a sucessão presidencial. Eu não afasto isso de maneira peremptória e definitiva", disse Aécio.

Leia a transcrição da entrevista de Aécio à Folha e ao UOL
Veja fotos da gravação da entrevista com Aécio

O senador falou sobre o assunto no "Poder e Política - Entrevista", programa do UOL e da Folha conduzido pelo jornalista Fernando Rodrigues no estúdio do Grupo Folha emBrasília.

Ainda sobre a eleição presidencial de 2014, Aécio Neves se disse "preparado" e "muito competitivo" para disputar o Planalto. Mas afirmou que entre seus defeitos "não está o da obsessão" e que pode apoiar outro candidato que tiver mais chances de vitória.

Na entrevista, o político mineiro também criticou a presidente Dilma Rousseff, a quem atribuiu nota 5, numa escala de zero a dez. "É bem intencionada, mas ela não consegue fazer o que precisa ser feito. Não consegue fazer o país avançar nas grandes reformas", afirmou.

Ele falou ainda sobre a CPI do Cachoeira, que foi instalada no Congresso nesta semana e deve investigar as relações de políticos com o empresário Carlinhos Cachoeira, preso e suspeito de chefiar uma máfia de jogos ilegais.

Segundo Aécio, o cenário atual indica que será cassado o mandato do senador Demóstenes Torres (ex-DEM). O senador disse ainda que todos os citados nos grampos da Polícia Federal e suspeitos de envolvimento com Cachoeira devem ser investigados, inclusive o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). Sobre o deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO), que é amigo de Cachoeira, Aécio disse que o PSDB pode decidir por licenciá-lo.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

"Aécio é o candidato natural do PSDB" , diz FHC

Para FHC, Aécio Neves é 'candidato natural' do PSDB à Presidência Em entrevista à 'Economist', ex-presidente diz que Serra pode 'abrir espaço' em 2014 Bruno Boghossian, Estadão.com.br O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso apontou o senador mineiro Aécio Neves como "candidato natural" do PSDB à Presidência em 2014. Em entrevista à publicação britânica The Economist, FHC prevê uma "luta interna muito forte" entre Aécio e o ex-governador de São Paulo, José Serra, pela indicação do partido nas eleições nacionais. Em uma conversa com a jornalista Helen Joyce, chefe do escritório da revista em São Paulo, realizada no dia 12 de janeiro, o ex-presidente destaca a importância de unidade dentro do PSDB para a escolha de seu candidato daqui a três anos. Questionado sobre quem seria o "candidato natural", FHC respondeu sem rodeios: "Aécio Neves". O tucano não retira Serra da disputa, indicando que "as coisas ficarão mais claras depois das eleições municipais". No entanto, FHC indica que o ex-governador pode desistir da disputa para promover a renovação do partido e chega a compará-lo ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disputou a Presidência diversas vezes. "No caso do PSDB, o ex-governador Serra desempenha o papel do Lula: ele tem coragem, ele gosta de competir. Eu não sei até que ponto ele vai estar convencido de que isso não é para ele, que deve abrir espaço para os outros", avaliou o ex-presidente. Blog do Noblat

sábado, 26 de novembro de 2011

Aécio : " Sou um homem de bem com a vida"

Aécio Neves: "Dilma é refém de um governo de cooptação"

Principal nome do PSDB para disputar a Presidência, o senador diz que a oposição vai chegar forte em 2014 porque o modelo do PT vai se exaurir

GUILHERME EVELIN- Revista Época

Em 2010, Aécio Neves tinha altos índices de popularidade depois de dois mandatos como governador de Minas Gerais e poderia postular a candidatura à Presidência da República pelo PSDB. Mas não quis entrar numa disputa interna e cedeu a vez ao então governador de São Paulo, José Serra. Serra ainda parece alimentar a pretensão de voltar a concorrer ao Planalto. Mas agora quem tem maioria no partido é Aécio. Entronizou aliados nos principais postos da direção partidária e comanda a reorganização do PSDB. Depois de um início de mandato relativamente discreto no Congresso, onde o governo conta com maioria avassaladora, Aécio, aos poucos, tem aumentado o tom das críticas ao governo Dilma. Na semana passada, ele deu esta entrevista a ÉPOCA.

ÉPOCA - O senhor disse que está pronto para ser candidato à Presidência da República em 2014 em disputa com a presidente Dilma Rousseff ou o ex-presidente Lula. Como tornar viável uma candidatura de oposição a um governo bem avaliado?

Aécio Neves - O PSDB passou por uma reorganização em sua direção e agora inicia um processo de debates com a sociedade. Realizou um grande seminário, com a participação de figuras que não são do partido, e deu a largada na discussão de temas que permitirão um antagonismo com o governo. Não me surpreende a popularidade da presidente Dilma. É natural, no primeiro ano de governo, que o protagonismo da cena política seja da presidente. Ela tem boas intenções. Mas é refém do que lá atrás se chamou de coalizão, mas não passa de um governo de cooptação. O governo do PT abdicou de um projeto de país para se dedicar a ficar no poder. O tempo está passando e não há nenhuma inovação em nenhuma área. A oposição chegará altamente competitiva em 2014, porque esse modelo de go-vernar pela cooptação, estabelecido pelo PT, vai se exaurir.

ÉPOCA - Um problema da oposição é que a base do governo reúne 17 partidos. Se for candidato, que partidos o senhor pretende atrair?

Aécio - Não sou candidato, não ajo como candidato. Sou lembrado por alguns companheiros do partido, mas falar em nomes agora seria um equívoco estratégico enorme. O PSDB precisa antes voltar a dizer ao país o que pensamos. No momento adequado, vamos ter novos aliados, porque o modelo do PT vai chegar ao final de 12 anos sem enfrentar nenhum grande contencioso do país. Eles tocaram a coisa conforme a maré permitia, e isso vai gerar cansaço. O mandato da presidente Dilma não vai ser nenhuma grande tragédia, mas ela é responsável pela formação de seu governo, pela incapacidade de tomar iniciativas, pela falência da infraestrutura no Brasil, pela má qualidade da saúde. Esse é um governo reativo, sem a dimensão necessária para produzir um futuro diferente para o Brasil - e que passou o ano reagindo às crises que surgiram. O malfeito só é malfeito quando vira escândalo.

ÉPOCA - Em que o PSDB pode tentar se distinguir do PT?
Aécio - Estamos buscando identificar temas que criarão contraponto ao imobilismo do PT. Vamos ao principal. Fala-se muito do combate à pobreza como a grande marca do governo. Mas não se combate a pobreza só com um programa de distribuição de renda. O governo se contenta em administrar a pobreza em vez de fazer a transição real dos pobres para uma situação de melhor bem-estar. Isso ocorre porque o governo não enfrenta a questão de qualificação da educação como deveria.

ÉPOCA - O senhor disse que o governo administra a pobreza. Isso é uma crítica ao programa Bolsa Família?
Aécio - O Bolsa Família é essencial e está incorporado à realidade econômica e social do país. Mas você não vai tirar ninguém da pobreza dando o Bolsa Família. Quando o governo comemora não sei quantos milhões de pessoas no Bolsa Família, isso não deveria ser motivo de comemoração. A comemoração deveria ocorrer se o governo dissesse: neste ano nós vamos ter 2 milhões a menos de famílias necessitadas de receber o Bolsa Família, porque o governo deu a elas qualificação, acesso a emprego de qualidade e meios de construir seu destino.

ÉPOCA - O PSDB carrega a pecha de ser um partido que perdeu a conexão com o povo. Esse seminário recente teve a participação de vários economistas ligados ao mercado financeiro, mas poucos nomes da área social com o mesmo peso. Não é uma contradição com a intenção de renovar o partido?
Aécio - O seminário foi muito equilibrado. E a presença desses economistas foi proposital. Procuramos resgatar algumas figuras que tiveram papel essencial nas reais transformações do Brasil. O maior programa de transferência de renda que nossa geração assistiu não é o Bolsa Família, mas o Plano Real, que tirou dezenas de milhões de famílias do flagelo da inflação.

ÉPOCA - Mas como resolver essa questão da conexão com os setores mais pobres da população?
Aécio - Administramos metade da população do país, e essa questão não existe nos Estados onde vencemos as eleições. Em Minas Gerais, ganhamos em todas as regiões mais pobres porque fizemos inclusão, melhoramos a qualidade da saúde, investimos em infraestrutura e reduzimos a criminalidade. Mostrar os bons exemplos de nossas ações é uma forma de mostrar que não somos populistas, mas administramos bem e com resultados sociais vigorosos.

ÉPOCA - O PSDB tem alianças com o PSB em vários Estados, inclusive Minas Gerais. O PSB pode ser parceiro dos tucanos em 2014?
Aécio - Tenho uma relação pessoal antiga com o Eduardo (Campos, governador de Pernambuco e líder nacional do PSB). Em determinado momento, ele trouxe um convite do avô dele, Miguel Arraes, para que eu me filiasse e fosse candidato pelo PSB. Acredito que possa ocorrer um encontro natural. Hoje, o PSB tem compromisso com o governo, mas haverá nos Estados uma movimentação natural para que setores do PSB e de outros partidos estejam próximos a nós. Chegaremos a 2014 robustos para disputar as eleições, até porque nas eleições municipais faremos muitas alianças com partidos que estão na base de apoio da presidente Dilma. E muitas dessas alianças serão contra candidatos do PT.
ÉPOCA - Uma pessoa com quem o senhor tinha boas relações no PSB era o (ex-ministro) Ciro Gomes. Mas ele recentemente o atacou numa entrevista dizendo que o senhor lê pouco e que isso é um problema para suas pretensões políticas.
Aécio - Tenho grande carinho pelo Ciro, mas confesso que não tive oportunidade de ler essa entrevista dele (risos). Não vejo isso como um ataque a mim.

ÉPOCA - O PSDB se articula para disputar as eleições municipais, mas na maior cidade do país, São Paulo, o partido não tem candidato forte. Isso não é um problema?
Aécio - Confio na liderança do governador Geraldo Alckmin, do ex-governador José Serra, que seria líder nas pesquisas hoje se fosse candidato, do senador Aloysio Nunes Ferreira. O PSDB encontrará uma equação positiva, com chances de vencer as eleições. Acho muito importante que o PSDB tenha candidatura em São Paulo.
Votei no congresso pelo endurecimento da lei seca e já a aplicamos em minas. meu episódio com o bafômetro já foi explicado "

ÉPOCA - O ex-governador José Serra quer ser candidato mais uma vez à Presidência em 2014. Como evitar a divisão interna?
Aécio - O Serra tem as qualidades para postular qualquer candidatura. Na hora certa, o partido decidirá. Política é a arte de ad-ministrar o tempo. Você não pode antecipar excessivamente nem perder o tempo de determinadas decisões. Acho que 2013 será o momento adequado de definirmos o candidato, e sou um defensor das prévias. O candidato não será aquele que mais quer ser. Será quem tem melhores condições de vitória e de alianças.

ÉPOCA - Que erros o PSDB cometeu nas últimas campanhas presidenciais e deve evitar em 2014?
Aécio - Abrir mão de defender nosso legado foi o maior dos equívocos do PSDB. Não teria existido o governo do presidente Lula se não tivesse existido o governo do presidente Itamar e do presidente Fernando Henrique, com a estabilidade econômica, a modernização da economia, a construção dos pressupostos de metas da inflação, superavit primário, câmbio flutuante. Essa foi a bendita herança para o governo do PT. E abdicamos de disputar isso. Quando eu era presidente da Câmara, o PT lutou contra a Lei de Responsabilidade Fiscal. E hoje, mais de 60% da população, numa pesquisa que nós mesmos fizemos, acha que quem fez a Lei de Responsabilidade Fiscal foi o PT.

ÉPOCA - Como o senhor acha que o PSDB deve tratar o ex- presidente Fernando Henrique numa próxima campanha presidencial?
Aécio - No que depender de mim, com papel de destaque. O PSDB subestimou a capacidade de influência do presidente Fernando Henrique. Não falo de capacidade eleitoral, mas de debater os grandes temas com a autoridade de quem é uma das figuras brasileiras mais respeitadas.

ÉPOCA - Ele recentemente tem-se destacado por defender a legalização do consumo da maconha. O senhor concorda com isso?
Aécio - Tive a oportunidade de dizer a ele que discordo. É bom que o tema esteja em discussão, sem preconceitos. Mas não conheço nenhuma experiência no mundo em que isso tenha ocorrido e tenha significado redução no consumo da droga.

ÉPOCA - As últimas eleições ficaram marcadas por um debate de viés religioso sobre a legalização do aborto. Qual é sua opinião sobre essa questão?
Aécio - A religião teve um espaço demasiado na campanha. Isso leva a radicalizações e impede que as questões centrais que mexem na vida das pessoas tenham um espaço necessário. Sou a favor da manutenção da atual legislação do aborto.

ÉPOCA - No começo do ano, o senhor foi flagrado dirigindo com carteira de habilitação vencida e não fez o teste do bafômetro. O senhor é favorável ao endurecimento da Lei Seca, em discussão no Congresso?
Aécio - Sou. Votei na Comissão de Constituição e Justiça pelo endurecimento da lei. Estamos aplicando-a em Minas, com resultados muito positivos. Esse episódio já foi explicado. Há sempre a exploração política, mas a gente tem de se preparar para ver isso com naturalidade.

ÉPOCA - Em resposta à provocação de Ciro Gomes, o senhor pode dizer que livros o senhor leu recentemente?
Aécio - Posso dizer o que estou lendo agora: A saga brasileira, que recebi com uma dedicatória especial de minha ilustre conterrânea Miriam Leitão. Permite a uma nova geração de brasileiros compreender o que foi o período inflacionário.
ÉPOCA - Há muita curiosidade em relação a sua vida pessoal. Como está a vida familiar hoje?
Aécio - Não acho que isso interesse a muita gente. Minas mostrou de forma clara que as pessoas se importam com as realizações do homem público - claro que com um comportamento adequado. Levo uma vida serena, familiar, com minha filha e uma namorada. Sou um homem de bem com a vida.
ÉPOCA - O senhor pretende se casar de novo?
Aécio - Você está parecendo minha namorada. Vou falar para ela primeiro (risos).

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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Sérgio Guerra disse que José Serra pediu que ele se candidatasse a reeleição!

Eu sou candidato. Serra nunca disse que é”
Fonte: Christiane Samarco – Estado de S.Paulo
Tucano diz que lista de apoio à sua candidatura à presidência do PSDB foi um movimento natural da bancada no Congresso
Acusado de tomar uma “atitude indigna” ao estimular uma lista de apoio de tucanos para reelegê-lo presidente do PSDB, o deputado eleito Sérgio Guerra (PE) afirma que “não houve conspiração nem contestação” no movimento da bancada da Câmara. Decidido a manter sua candidatura à presidência do partido, argumenta que sua indicação foi determinada pela naturalidade da escolha e sustenta a tese de que a bancada tem autonomia para tomar esta decisão.
O deputado Jutahy Magalhães, ligado a Serra, referiu-se ao abaixo-assinado como “atitude indigna”.
Me candidatar e ser indicado por uma bancada significa traição? Não tem nada a ver. Por que não posso ser candidato a presidente? Por que não posso ser indicado pela bancada? O que todos desejamos é democracia interna. Não queremos ver o PSDB em uma polêmica precipitada e indesejada, pela qual já pagamos elevado preço.
É uma referência à disputa entre os grupos de Serra e Aécio?
Estamos decididos a deletar esta questão de alas para o PSDB poder avançar. Precisamos de mineiros e paulistas para eleger o próximo presidente.
Com sua indicação para a presidência e a do senador Tasso Jereissati para o Instituto Teotônio Vilela, Serra não vai ficar sem espaço no partido?
De jeito nenhum. Eu fiz a campanha do Serra para presidente e o Tasso trabalhou por ele no Ceará com muita intensidade. Essas escolhas não são contra ninguém; são a favor do partido e da oposição brasileira.
Mas isto não deixa Serra sem espaço para trabalhar uma eventual recandidatura em 2014?
José Serra não foi candidato com nosso apoio entusiasmado em função de espaço no partido, mas porque era o candidato que representava maiores condições de vitória. Em uma eventual candidatura de qualquer um deles no futuro, o que o partido quer é que o escolhido seja competitivo e que possa vencer a eleição. Foi assim em 2010.
Se o Serra quiser presidir o partido o senhor abre mão?
Eu sou candidato. O Serra até agora nunca disse que o é. Ao contrário, até pediu que eu me candidatasse à reeleição e fizesse minha campanha. Eu não estou aí para fomentar briga com ninguém. Sobre Serra, repito: “Ele pode ser o que quiser no partido, até porque até ontem eu estava na rua defendendo o nome dele para presidente da República”.
Mas o abaixo-assinado da bancada a seu favor sacramenta seu nome na presidência do PSDB?
Claro que não. A lista apenas indica que meu nome seria a escolha natural do partido.
O sr. consultou os governadores sobre a lista de apoio para mantê-lo no comando do PSDB?
Não consultei ninguém. Informei ao doutor Geraldo que havia este movimento e ele ponderou a questão da oportunidade. Com outros governadores e outras lideranças, falei depois.
Falou com Serra depois do abaixo-assinado?
Não o procurei, nem ele me procurou. Também não falei com Aécio, nem antes, nem depois.
Tem fila para candidato a presidente no PSDB?
As circunstâncias futuras dirão quem será o melhor candidato do partido em 2014. Olhando para frente, só vejo que é preciso fazer uma grande mudança na forma de o partido funcionar.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Tucanos de olho em 2014 apoiam Maia e se comprometem com Sérgio Guerra na Presidência do PSDB

Aliado do governador Geraldo Alckmin (SP), o deputado federal Duarte Nogueira foi eleito ontem por consenso o líder da nova bancada do PSDB na Câmara dos Deputados a partir da próxima legislatura, que assume em 1º de fevereiro. Na reunião, os tucanos manifestaram apoio à eleição do deputado Marco Maia (PT-RS) para a presidência da Casa e assinaram lista de apoio à recondução do senador Sérgio Guerra (PE) – que assumirá mandato de deputado – no comando do partido.
Definido pelos colegas como conciliador, Nogueira prometeu orientar a bancada a uma oposição “consistente, organizada e propositiva”. Segundo ele, “não só o ex-governador José Serra, mas a sociedade brasileira é que está pedindo uma oposição mais dura”.
A gestão de Guerra na presidência do PSDB vai até maio. Aliados de Serra tinham expectativa de eleger o ex-governador para o cargo, de onde ele poderia comandar a oposição até 2014. A postulação dos serristas não foi feita formalmente e é rejeitada por aliados do senador eleito Aécio Neves (MG). Alguns deputados disseram ter recebido telefonemas de Serra para conversar, mas sem qualquer pedido de apoio.
Pela capacidade de diálogo de Sérgio Guerra com todo o partido, sua permanência no comando da sigla é vista como importante para tentar equilibrar a disputa entre os grupos de Serra e Aécio, ambos defendidos por respectivos aliados como pré-candidatos a presidente em 2014.
“Existem algumas ansiedades [no partido] no tocante a antecipar as escolhas do futuro. A manutenção do Sérgio gera estabilidade nessa discussão e cria um ambiente de melhor diálogo para o partido como um todo”, disse Nogueira, que foi líder do governo anterior de Alckmin na Assembleia Legislativa (2001 e 2002).
O novo líder afirmou que Aécio “é um nome que entusiasma muito o PSDB”, mas o partido precisa se unir para conseguir convergência de toda a oposição. Considerou uma “virtude” o partido ter outros nomes para disputar a Presidência da República. ”O partido tem que oferecer, no momento certo, aquilo que for melhor para ter não só expectativa de poder, mas ter o poder”, afirmou. Segundo ele, “todos os governadores” do PSDB serão importantes no processo.
Na reunião, Guerra defendeu oposição “mais eficiente” a Dilma Rousseff. Afirmou que o enfrentamento a Lula, feito no Congresso, nem sempre tinha visibilidade, por repercutir menos do que as declarações do ex-presidente. “Fica essa interpretação de que a oposição foi dura ou mole, para frente ou para trás. Mas só tem uma oposição. E ela vai ter que ser mais eficiente, porque seremos menores nessa legislatura”.
O apoio dos tucanos à eleição do deputado petista Marco Maia para presidir a Câmara deve-se ao respeito ao critério da proporcionalidade das bancadas. O PT, como elegeu o maior número de deputados, tem direito a indicar o presidente. O cargo também é disputado pelo deputado Sandro Mabel (PR-GO). Ontem, ambos estiveram na reunião dos tucanos – Mabel para pedir voto e Maia, para agradecer o apoio já recebido. Ambos se encontraram e se abraçaram.
A bancada escolheu também o nome de Eduardo Gomes (TO) para ocupar um posto na Mesa Diretora da Casa – primeira vice-presidência ou primeira secretaria, dependendo da opção que o PMDB (segunda maior bancada, atrás do PT), fizer antes. Logo após a confirmação do seu nome, Duarte indicou Paulo Abi-Ackel (MG) para ser líder da minoria, que reúne todos os partidos de oposição.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Aécio Neves viaja pelo Nordeste pedindo votos para Serra

Aécio Neves chega hoje a Alagoas para pedir votos para Serra
Senador eleito, o mineiro está fazendo uma peregrinação pelo Brasil atrás de votos para o tucanato
Janaina Ribeiro, iG Alagoas | 22/10/2010 14:20
Diante da ausência dos dois candidatos à Presidência da República, José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), as candidaturas em Alagoas têm se valido dos caciques partidários nacionais de suas siglas e coligações para reforçar a disputa no segundo turno no Estado. Hoje, desembarca em Maceió o senador eleito por Minas Gerais Aécio Neves (PSDB). Ele chega à noite e, neste sábado, participa de atividade de campanha do candidato à reeleição ao governo do Estado, Teotonio Vilela Filho (PSDB). A assessoria da Frente Pelo Bem de Alagoas confirmou que o senador também vem na expectativa de, por meio da sua crescente força política, pedir votos para o presidenciável José Serra
A presença de Aécio Neves nos Estados do Norte e Nordeste neste fim de semana faz parte da estratégia de fortalecimento da candidatura tucana à Presidência, frente ao favoritismo de Dilma Rousseff nessas regiões. E, antes de chegar a Alagoas às 19h, o senador mineiro cumpre agenda cheia de compromissos. Ele estará no Piauí e no Pará. Neste último Estado, vai fortalecer a campanha de Simão Jatene, da coligação PSDB - PPS/ DEM/ PSDC/ PRTB/ PMN e PRP, que obteve a primeira colocação no 1º turno. Já no Piauí, ele tentará levar sua popularidade para angariar votos para Sílvio Mendes, que ficou com o 2º lugar. Mendes faz parte da coligação PSDB/PSC/PPS e DEM.
Aécio em Alagoas
Em terras caetés, o ex-governador de Minas, que mostrou sua densidade eleitoral ao se eleger como campeão de votos no Estado que possui o segundo maior colégio eleitoral do País, vai participar de coletiva às 08h da manhã deste sábado (23) num hotel da orla de Maceió, em seguida, acompanha o tucano Teotonio Vilela Filho em carreata e comício em cidades da região metropolitana e no município de Arapiraca, segunda maior do Estado e que cujo prefeito apóia o adversário Ronaldo Lessa e a petista Dilma. No final do dia, deixa Alagoas.
A Frente pelo Bem de Alagoas, coligação de Vilela, considera que a vinda de Aécio Neves fortalece não só a campanha do candidato à reeleição ao governo de Alagoas, mas, principalmente, a candidatura de José Serra, que, em Maceió, obteve mais votos do que a ex-ministra da Casa Civil. Foram 179.137 de Serra contra 132.870 de Dilma.
Hoje à noite, Aécio deve receber o tucanato local em rápido encontro. Mas a imprensa só falará com ele na coletiva de amanhã.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Aécio viaja para o interior para fazer campanha para José Serra!

Em campanha 'solo' de Aécio, Serra fala a prefeitos via telão
PAULO PEIXOTO
ENVIADO ESPECIAL A JUIZ DE FORA (MG)

No primeiro ato de campanha "solo" do senador eleito Aécio Neves (PSDB), o presidenciável tucano José Serra falou a prefeitos e lideranças municipais da região da Zona da Mata de Minas Gerais por meio de um telão. Aécio reuniu no ato de campanha pró-Serra cerca de 90 prefeitos de vários partidos --a lista de todos os presentes não foi distribuída.

Foi o primeiro ato de campanha em que Aécio, o também senador eleito Itamar Franco (PPS) e o governador reeleito de Minas, Antonio Anastasia, participam no Estado sem a presença de Serra. Toda a estrutura utilizada foi a mesma empregada quando Serra está fisicamente presente.

O encontro com as lideranças políticas da Zona da Mata reuniu mais de 500 pessoas. No auditório no centro de Juiz de Fora onde ocorreu o ato --que tem cerca de 490 assentos--, ficou lotado, com muita gente em pé nas laterais e na parte de trás do espaço.

Na sua fala, Serra mais uma vez se comprometeu com a agenda de Minas, em que prevê obras de infraestrutura rodoviária, aeroportuária e de desenvolvimento industrial, para gerar empregos.

Ele também repetiu o que afirmara pela primeira vez na semana passada, durante encontro com lideranças políticas e outros 301 prefeitos em Belo Horizonte: "Quero ser conhecido em Minas como o mais paulista dos mineiros e o mais mineiro dos paulistas". E acrescentou: "Vou ser um presidente amigo de Minas Gerais".

Rebatendo a tática usada pelos seus adversários do PT e do PMDB na disputa estadual, Aécio recorreu à expressão "turma" utilizada pelo lado derrotado na campanha pelo governo mineiro para dizer que a sua turma é vitoriosa e que dela faz parte José Serra. "Falou-se muito em turma, time. A minha turma é Antonio Anastasia, Itamar Franco e José Serra presidente da República, É a nossa turma."

Aécio convocou as lideranças políticas para "arregaçar as mangas" por Serra e disse que a eleição presidencial agora é a "etapa de um projeto maior ainda".

Além de Aécio, Anastasia e Itamar, discursou também um dos tucanos mais serristas do PSDB de Minas, o prefeito de Juiz de Fora e ex-deputado federal Custódio Matos. Coube a ele fazer a defesa de Serra dos ataques "mentirosos" do PT de que o presidenciável tucano irá privatizar empresas se eleito. Ele disse que conhece Serra desde os anos 80 e que se trata de um dos maiores "nacionalistas" do país.

O ato político teve direito a carreata do aeroporto até o centro de Juiz de Fora, com bandeiras, faixas e cartazes, carro de som tocando o jingle da campanha.

Além do apoio a Serra, o agradecimento à reeleição de Anastasia e dos senadores Aécio e Itamar Franco dominaram o tom dos discursos. Outros atos como o de hoje já estão programados, com e sem Aécio.

sábado, 12 de junho de 2010

Serra formaliza a sua candidatura ao lado de Aécio em Salvador e promete acabar com a miséria

Serra, ao lado de Apécio Neves  anuncia um governo para quem produz e trabalha


Ex-governador tem candidatura à Presidência formalizada em Salvador

Orlando BritoCandidato José Serra (SP)Brasília (12) – Ao ter a candidatura à Presidência da República oficializada na convenção nacional do PSDB, José Serra (SP) defendeu neste sábado um governo sem distinção, capaz de proteger os desamparados, e disse ter "honra e orgulho" de haver recebido mais de 80 milhões de votos em toda a sua vida política: "Fui votado, exerci cargos, me submeti ao julgamento da população, fui aprovado e votado de novo".

"Governo tem de apoiar quem produz e quem trabalha. São as pessoas comuns, as pessoas simples. E tem que proteger os desamparados", falou. E acrescentou: "Não comecei ontem e não caí de pára-quedas. Apresentei-me ao povo brasileiro, fui votado, exerci cargos, me submeti ao julgamento da população, fui aprovado e votado de novo".

A candidatura do tucano foi formalizada em evento ocorrido na cidade de Salvador (BA), no tradicional Clube Espanhol. O discurso do candidato foi precedido das falas de Paulo Souto (DEM-BA), do senador Sérgio Guerra (PE), presidente nacional do partido, e de Aécio Neves (MG), ex-governador de Minas Gerais.

Serra destacou como prioridade em seu governo escola decente para crianças e jovens, fortalecimento da saúde pública, condição de cidadania aos portadores de deficiência física, investimentos em qualificação e emprego, segurança para famílias e meio ambiente saudável, entre outros.

"Para que esses desejos e vontades sejam materializados, temos de tirar as idéias do papel, planejar as ações do governo, mobilizar os meios e perseguir a ferro e fogo as prioridades fundamentais. Estas prioridades precisam ser claras", disse o candidato.

O ex-governador criticou o aparelhamento da máquina pública, loteada por políticos aliados do governo federal. "É indispensável formar uma equipe coesa, com gente competente. E não com critério partidário ou de apadrinhamento, esse mesmo critério que está destruindo a eficácia da ação governamental no Brasil."

Serra lamentou ainda o baixo investimento governamental, considerado um dos menores do mundo, a maior taxa de juros reais do mundo e a maior carga tributária das nações em desenvolvimento. "Temos de afastar-nos desses três recordes internacionais que em nada nos ajudam a satisfazer nossas necessidades e preencher nossas esperanças", avaliou.

Para ele, a precária infraestrutura brasileira impede o crescimento da economia. Prometeu abrir um grande canteiro de obras pelo Brasil inteiro, assim como fez em São Paulo. "É a falta de infra-estrutura que cria gargalos para o crescimento futuro e ameaça acelerar a inflação no presente", recordou.

Educação
O candidato, preocupado com o futuro dos jovens brasileiros, reforçou o compromisso com a educação. Serra definiu três linhas de atuação: qualidade do ensino, colocando dois professores em sala de aula no ensino fundamental; criar um milhão de novas vagas em escola técnica; e multiplicar os cursos de qualificação, mais curtos, para trabalhadores desempregados.



Fim da miséria
Serra disse que vai acabar com a miséria absoluta no País. Como ministro da Saúde, ele criou o Bolsa Alimentação> Ele também lembrou que o ex-ministro da Educação Paulo Renato fez o Bolsa Escola. Os programas foram reunidos no Bolsa Família.
"Vamos ampliar a rede de proteção social para cerca de 27 milhões de brasileiros que estão na base da pirâmide. Em português claro: vamos trabalhar com todas as nossas forças para acabar com a miséria absoluta no nosso País. É possível fazer. O Brasil pode mais", criticou.

domingo, 7 de março de 2010

Aécio e Serra dois líderes em caminhos paralelos


Varias pessoas lúcidas me perguntam porque Aécio não aceita ser Vice de Serra para fortalecer a posição da oposição contra a Dilma.


A pergunta procede se a pessoa não for mineira ou não estiver acompanhando de perto a política da candidatura de Serra feita pelo PSDB.



Quando se quer que Aécio seja Vice de Serra é para que Aécio agregue os votos do segundo maior estado em eleitores que é Minas Gerais a candidatura de Serra, alem de trazer muitos votos do terceiro maior estado que é o Rio de Janeiro. Aécio é muito querido tanto em Minas como no Rio de Janeiro.

Alem do mais Aécio por seu talento, por seu temperamento,por sua tradição política, possui uma imagem inovadora, moderna e que garante muita penetração junto a juventude. Aécio tem muitos amigos, muitos mesmos, muitos há mais de 30 anos, Aécio adora jogar bola e joga bem, adora cantar musicas, se canta bem , aí eu já não sei , faz muita trilha de moto pelo Nordeste com seus amigos, gosta de namorar moças bonitas, curte a noite nos finais de semana. Enfim tem uma vida de pessoa normal para um homem saudável, sedutor e solteiro, já que se divorciou de sua esposa há muitos anos..



Esse lado livre, leve e solto falta demais à Serra.



Aécio completa Serra.



Alem de ter sido considerado por 3 vezes consecutivas o melhor Governador do Brasil, pelo Instituto Data Folha, órgão do Jornal Folha de São Paulo, de tendência declarada a Serra, Aécio possui tudo aquilo que falta a Jose Serra para ser um líder nacional.



Jose Serra é um grande nome por sua trajetória de cargos no Brasil. Foi um Ministro da Saúde que ficou conhecido por sua brava luta contra a Aids, apesar também que nesse mesmo período, foi muito criticado pór alas do PT que suspeitavam de seu envolvimento com o escândalo Sanguessuga das vendas de Ambulancias para todo o pais. Tem vários vídeos na internet levantando essa suspeita.

Nada foi provado mas vai enfrentar em sua campanha acusações nesse sentido.



Outro fato que depos muito na carreira de Jose Serra foi o fato dele ter feito um documento publico na campanha de Prefeito, dizendo que não largaria a prefeitura de São Paulo para ser candidato a Governador. Quebrou a sua palavra, se candidatou e se elegeu. Para o eleitor isso nao teve importancia, mas vai ser cobrado também por essa falsa promessa. Tem vários vídeos no youtube mostrando sua promessa quebrada.

Outro fato que talvez incomode a Jose Serra é o fato de ter sua imagem essencialmente ligada a Fernando Henrique Cardoso, que hoje , por diversas razões se confronta a uma comparação de governo com o de Lula. Lula parece ter investido mais no social do que FHC. Se Lula acabou se aproveitando das linhas e diretrizes econômicas estabelecidas por FHC, o que importa é a sensação popular de que o Governo de Lula foi muito melhor para o pobre do que o de FHC



Como podemos ver tanto Aécio como Serra tem os dois todas as razoes e motivos para se candidatarem a Presidencia

Vendo essa situação, Aécio de forma muito lúcida propõe ao PSDB no ano passado a realização de Previas, como existe nos Estados Unidos e outros países. Os dois viajariam juntos por todo o pais levando suas propostas e fazendo os filiados do PSDB de todo o território nacional escolher internamente quem deveria ser o candidato do partido. Nada mais democrático junto ao partido.



Só que não combinaram com ala paulista do PSDB que comanda o partido.

Enfim o partido não deu a menor consideração à essa proposta

Acredito que Aécio viu que as cartas já estavam marcadas. Depois Aécio preocupado com o crescimento de Dilma pediu ao partido que então escolhesse o seu candidato de forma decisiva até Dezembro.



Aí Serra não quis. Só quis se pronunciar em Março de 2010

Acho que Aécio percebeu então pela segunda vez que sua voz não era ouvida dentro do partido. Tomou a decisão de abrir mao da candidatura a Presidente e se lança candidato ao Senado de Minas;

Ele diz : “Eu no Senado serei muito mais útil ao serrra do que como Vice.”



“””” AHHHH Não isso não pode , disse a alta direção do partido...Isso não....voce tem que ser Vice.”

“”””Tem que ser como nós queremos...Voce tem que ser Vice !!!!!Essa é a sua posiçao dentro do partido.””



A partir daí começa uma campanha sórdida, indigna, com calúnias, mentiras, com dezenas de jornalistas orquestrados cobrando de Aécio a Vice Presidencia, noticiando varias vezes que ele já havia aceito, obrigando a ele desmentir o fato dezenas de vezes, desgastando – o na imprensa constantemente.



Agora querem acusá-lo de responsável por uma possível derrota de Serra.

Pergunta- se :

Se Aécio é tão importante assim porque o partido não fez Prévias ??? Será que ficaram com medo de Aécio sair candidato, ser o escolhido ?

Se Aécio é tão importante assim, porque não decidiram pelo candidato em dezembro para evitar o crescimento de Dilma. ? Será que ficaram com medo da insegurança do Serra ?

Agora respondendo a pergunta do inicio do texto. Porque Aécio não aceita ser Vice de Serra para enfrentar Dilma ?

Respondo pelo que penso



1) Os mineiros tem por Aécio uma verdadeira paixão. Ficariam desolados se ele fosse Vice de Serra depois dele ter sido tão ignorado pelo partido. A atitude do PSDB contra Aécio sensibilizou muito os mineiros. Mania de certos paulistas acharem que são donos do mundo porque possuem mais dinheiro e não querem abrir mao de mais um presidente paulista



Aécio Vice de Serra nao tem votos para Serra em Minas.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Aécio em primeiro Serra em quarto na pesquisa do Data Folha sobre popularidade e aprovação de Governo


O governador mineiro Aécio Neves (PSDB) foi listado como o mais popular em um ranking de governadores, segundo pesquisa realizada pela Datafolha divulgada nesta sexta-feira (25) pelo jornal 'Folha de S Paulo'. A sondagem do instituto avalia apenas administradores de dez estados. De acordo com a pesquisa, realizada entre 14 e 18 de dezembro, o mineiro conquistou média 7,5.

A pesquisa ouviu moradores de um dos 10 estados escolhidos para traçar a avaliação dos políticos. Entre os mineiros, Aécio Neves teve seu governo considerado como ótimo ou bom por 73% dos entrevistados, enquanto 19% apontaram como regular e 6% julgaram péssimo ou ruim.

O governador Eduardo Campos (PSB), de Pernambuco, obteve a mesma pontuação de Aécio. Entretanto, ocupa o segundo lugar na lista: como critério de desempate, o instituto utilizou o índice de popularidade.

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), é o quinto no ranking, com nota 6,6. As piores avaliações tiveram José Roberto Arruda e Yeda Crusius (PSDB-RS), respectivamente em nono e décimo lugar.

Posição Governador Avaliação

1° Aécio Neves (PSDB) - Minas Gerais 7,5

2º Eduardo Campos (PSB) - Pernambuco 7,5

3º Cid Gomes (PSB) - Ceará 6,7

4º José Serra (PSDB) - São Paulo 6,6

5º Luiz Henrique da Silveira (PMDB) - Santa Catarina 6,5

6º Jaques Wagner (PT) - Bahia 6,5

7º Roberto Requião (PMDB) - Paraná 6,4

8º Sérgio Cabral (PMDB) - Rio de Janeiro 6,1

9º José Roberto Arruda (sem partido, ex-DEM) - Distrito Federal 4,8

10° Yeda Crusius (PSDB) - Rio Grande do Sul 3,9

fonte contextopolitico.blogspot.com